sexta-feira, 18 de novembro de 2011
domingo, 13 de novembro de 2011

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sábado, 12 de novembro de 2011
sexta-feira, 11 de novembro de 2011
terça-feira, 8 de novembro de 2011
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
Semana de Alerta e Combate ao Diabetes
Semana de Alerta e Combate ao Diabetes
"Central do Brasil"
Feira de Saúde no Dia Mundial
Atividades em Salvaterra
Programa Doce Desafio
Programação em Cuiabá
Caminhada para Conscientização do Diabetes
União pelo Diabetes em Brasília
Salvador no Dia Mundial
Atividades em Porto Franco
"Coisa de Criança"
Encontro Catarinense
Flash Mob em Prol do Diabetes
Atividade em Vitória da Conquista
Semana do Diabetes em Piracicaba
Vestindo Azul pelo Diabetes
Unidade de Saúde da Família
- Palestra de Conscientização
O SESI-RJ realiza, no dia 14 de novembro, uma palestra de conscientização sobre o diabetes. A atividade acontecerá na Unidade Tijuca. - Esporte, Diabetes e Superação
Palestra no Rio de Janeiro (RJ) conta com a presença de diabetólogo e ex-jogador de futebol com diabetes. - Evento em Campinas
Estudantes de Medicina da Unicamp promovem evento em Campinas (SP) para conscientizar e informar a população sobre diabetes. - Ações em Divinópolis
Evento para lembrar o Dia Mundial do Diabetes, promovido pela diretoria de Atenção Primária da Secretaria Municipal de Saúde de Divinópolis/MG, vai acontecer entre os dias 7 e 14 de novembro. - Caminhada pela Vida
No dia 19 de novembro, a Bio Personal Training realiza uma caminhada com o objetivo de chamar a atenção para os cuidados com o diabetes. - Associação de Diabetes Juvenil
Associação de Diabetes juvenil,vai promover entre os dias 9 e 14 eventos no Shopping Boulevard Tatuapé- São Paulo. - Ação promovida pela Quintissência
Entre os dias 7 e 14 de novembro, a farmácia de manipulação Quintessência, em Bonsucesso, Rio de Janeiro vai promover uma ação de medição de glicose e pressão arterial para seus clientes.
- Atividades em Birigui
Serão realizadas atividades na semana do Dia Mundial do Diabetes pela ADJ - Birigui (SP), em parceria com o Sinbi e o SESI. - V Campanha de Detecção de Diabetes
Em parceria com a Secretaria de Saúde da Estância Turística de Itu, o Rotary Club promoverá sua V Campanha de detecção de diabetes. - Vamos Controlar o Diabetes
A Associação de Diabetes Sempre Amigos de Indaiatuba realizará a 14º Campanha Nacional em Diabetes, com o tema “Seja Sempre Amigo do seu Diabetes”. - XIV Jornada – Convivendo Bem com seu Diabetes
A ADILA (Associação dos Diabéticos da Lagoa) promoverá a XIV Jornada – Convivendo Bem com seu Diabetes. A atividade que será realizada no dia 9 de novembro, no Auditório A do Hospital da Lagoa. - Caminhada em Americana
A Caminhada "Vamos Controlar o Diabetes Agora" acontecerá no dia 19 de novembro, das 8h às 11h, no Jardim Botânico de Americana - SP. - 11ª Campanha de Diabetes e Hipertensão
O evento será realizado nos dias 18, 19 e 20 de outubro na Faculdade de Ciências Farmacêutica da USP, na Cidade Universitária, das 8h às 12h. - ADJ Promove Atividades
Para marcar o Dia Mundial do Diabetes em 2011, a Associação de Diabetes Juvenil irá realizar ações no Shopping Boulevard Tatuapé e no Parque da Água Branca, em São Paulo. - 14ª Campanha Nacional ANAD
A ANAD (Associação Nacional de Assistência ao Diabético) promove a 14ª Campanha Nacional Gratuita em Diabetes, de Detecção, Orientação, Educação e Prevenção das Complicações no dia 6 de novembro, no Colégio Madre Cabrini (Rua Madre Cabrini nº 36, junto à estação Vila Mariana do Metrô), em São Paulo - SP.
sábado, 5 de novembro de 2011
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
Como ajudar quem não quer ajuda?

Entrevista com a psicóloga Regina Niglio, da ADJ
Você tem alguém com diabetes na família e gostaria de ajudar essa pessoa para que ela cuidasse adequadamente da saúde? Essa é uma situação comum, mas, muitas vezes, quem tem um problema de saúde resiste aos bons conselhos. A primeira reação após um diagnóstico muitas vezes é de negação, o que leva o paciente a resistir às recomendações médicas. O que fazer nessa situação é o que a psicóloga Regina Niglio, responsável pelo programa de arte-terapia da Associação de Diabetes Juvenil (ADJ), ensina aqui.
Regina Niglio - "Ao ser diagnosticado com diabetes o adulto, muitas vezes, perde a sensação de onipotência. Alguns mitos, como o de que 'aquilo não vai acontecer comigo', caem por terra. Mesmo após o diagnóstico, ele pode conservar esse mito e agir como se não estivesse em perigo, o que o leva a burlar as recomendações médicas e, em casos extremos, a deixar de tomar a medicação.
Quem convive com alguém nessa situação pode acabar angustiando-se porque quer, a todo custo, convencer o paciente da conveniência de se tratar. É preciso compreender o adulto e tomar consciência de que apenas com muita informação sobre o diabetes é que ele poderá, em determinado momento, agir no sentido de se cuidar.
Uma forma que pode ajudar a convencer essa pessoa é o parente começar a frequentar grupos de pais e de pacientes diabéticos que acontecem em diversas associações de pacientes, para conhecer melhor o que sucede com essas pessoas e como elas lidam com sua rotina. Trazer esse tipo de informação para casa e convidar o paciente diabético a também frequentar esse tipo de reunião pode ser um caminho.
Entretanto, quando a pessoa resiste, é preciso saber não insistir, respeitar espaço. Cada um tem seu tempo de maturação e é preciso aguardar que o recém-diagnosticado chegue por ele mesmo à conclusão de que precisa se cuidar. Não se pode agir com o adulto como se faz com a criança, que é levada ao médico, ao psicólogo e a reuniões com outras crianças que têm diabetes sem que ela precise ser consultada sobre isso.
Outra maneira de facilitar a adesão do paciente esquivo é mudar gradativamente a rotina familiar, principalmente no que se refere à alimentação. Uma vez que a alimentação para portadores de diabetes deve ser equilibrada, composta por todos os nutrientes, pouco gordurosa e sem abuso do sal, a família toda ganha em qualidade de vida se adotar hábitos alimentares mais saudáveis. Dessa forma, fica transparente para quem tem diabetes que ele não se tornou uma pessoa "diferente", que não é obrigado a seguir uma dieta especial e distinta à da maioria.
Ao mesmo tempo, o empenho da família em se cuidar é uma declaração eloquente de amor e atenção que pode ajudar quem tem diabetes a querer se cuidar mais também."
fonte:www.diabetesnoscuidamos.com.br
Qual a relação entre diabetes e vitiligo?
Entrevista com o dermatologista João Carlos Lopes Simão, da FMRP-USP
Entre 2% e 10% das pessoas que têm diabetes tipo 1 sofrem com o vitiligo, doença que se caracteriza pela descoloração da pele em regiões diversas do organismo. Quem explica a relação entre os dois é o dermatologista João Carlos Simão, da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, da Universidade de São Paulo (USP).
João Carlos Lopes Simão - "O diabetes tipo 1 resulta da destruição autoimune das células beta do pâncreas produtoras de insulina. Os indivíduos diabéticos do tipo 1 apresentam tendência maior a produzir autoanticorpos contra outras células do organismo também. É onde se inclui o vitiligo, causado pela destruição autoimune dos melanócitos na pele, responsáveis por produzir o pigmento natural da pele, a melanina. O vitiligo tem distribuição simétrica e uma característica interessante: ele atinge áreas peri-orificiais, ou seja, ao redor da boca e dos olhos. É comum a predileção pelos tornozelos, punhos, região anterior das pernas, dorso das mãos, dedos, axilas, pescoço e genitália.Tratar o vitiligo em pessoas com diabetes tipo 1 não é diferente do que é aconselhado para não diabéticos, mas, dependendo da escolha do tipo de medicamento, requer cautela e acompanhamento estreito. Os medicamentos, administrados por via oral ou tópico, são associados à exposição controlada à luz solar ou fontes artificiais de luz ultravioleta A. Há também a terapêutica com luz ultravioleta B de espectro estreito (narrow band). Podem ser utilizados medicamentos tópicos com ação imunomoduladora ou ainda medicações sistêmicas imunossupressoras.
Com relação aos indivíduos que necessitem da utilização das medicações imunossupressoras, há risco maior de infecções graves nos pacientes que são diabéticos e que utilizam tais medicações. Deve-se pesar o custo-benefício da utilização de tais medicações.
O uso de corticóides via oral deve ser feito com muita cautela, pois levam a uma piora dos níveis glicêmicos no diabetes tipos 1 e 2 e também predispõem a um risco maior de infecções graves, porque eles são imunossupressores, ou seja, diminuem as defesas do organismo contra infecções. Seus efeitos colaterais incluem obesidade, hipertensão, desenvolvimento de estrias, infecções e outros. Deve-se novamente pesar o custo-benefício.
O uso de corticóides tópicos e dos medicamentos com ação imunomoduladora leva a um risco aumentado de infecções na pele onde foram aplicados.
O vitiligo pode ser controlado e o tratamento pode promover a pigmentação das áreas acometidas. Quanto mais extenso o vitiligo, menor a probabilidade de recuperação completa. Áreas difíceis de pigmentação são as mãos e os pés (vitiligo acral).
A escolha do tipo de tratamento está relacionada à gravidade, à extensão do vitiligo e se ele está estável ou progredindo rapidamente."
fonte:www.diabetesnoscuidamos.com.br
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
O que é diabetes MODY?

Entrevista com a endocrinologista Maria Elizabeth Rossi, da FMUSP
MODY é a sigla em inglês para a expressão diabetes da maturidade com início na juventude. Portanto, diabetes MODY é um tipo de diabetes que acomete pessoas jovens e, por isso, às vezes é confundido com o diabetes tipo 1. As causas são genéticas e respondem por 2% a 5% dos casos de diabetes, como explica a endocrinologista Maria Elizabeth Rossi da Silva, professora da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo.
Maria Elizabeth Rossi - "O diabetes tipo 2 é determinado por fatores ambientais e genéticos. Vários genes influenciam no seu aparecimento e gravidade. No MODY (diabetes da maturidade com início no jovem), sabe-se quais os genes principais causadores do diabetes. As alterações genéticas provocam defeitos na função das células beta pancreáticas produtoras de insulina ou na ação da insulina. A herança é autossômica dominante, ou seja, quem tem o gene terá a doença e geralmente há casos de diabetes em várias gerações da mesma família.
Os subtipos MODY são responsáveis por 2 a 5% dos casos de diabetes e há seis subtipos de MODY já bem definidos. O diagnóstico pode ser feito na infância ou adolescência, sendo às vezes confundido com o diabetes tipo 1. Pode ser acompanhado de anomalias no fígado, pâncreas e sistema genital e baixo peso ao nascimento. A necessidade de insulina no tratamento não é imediata, sendo inclusive muito rara em determinados subtipos. Alguns casos respondem bem ao tratamento com medicamentos orais, à semelhança do diabetes tipo 2. Todos se beneficiam com dieta saudável, pobre em gordura, e com a manutenção do peso adequado e exercícios.
É importante ressaltar que não se trata tampouco de diabetes tipo 2, embora as manifestações clínicas possam ser semelhantes. Por isso, esses casos foram definidos como diabetes do jovem com características do diabetes do adulto. Os pacientes vão desenvolver diabetes leve ou grave, na dependência do tipo de MODY e de fatores agravantes como obesidade e sedentarismo.
O diagnóstico do MODY é feito a partir do histórico familiar - já que normalmente diversos membros da mesma família têm a doença - e da ausência de anticorpos contra as células beta do pâncreas (presentes no diabetes tipo 1). O único exame capaz de afirmar com certeza que se trata de MODY é o estudo do gene por técnicas de biologia molecular - exame que demanda muito trabalho, além de ser caro.
Outras características desse tipo de diabetes incluem a elevação da glicemia em idade mais precoce no MODY que no tipo 2 (geralmente após os 50 anos) e os pacientes nem sempre têm os concomitantes do diabetes tipo 2 como obesidade e hipertensão. Complicações renais e hepáticas podem ser precoces, o que não é tão frequente no diabetes tipo 2."
fonte:www.diabetesnoscuidamos.com.br