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domingo, 12 de julho de 2026

Câncer > Câncer de Bexiga Tratamento do câncer de bexiga

 


Após o diagnóstico e estadiamento da doença, o médico discutirá com o paciente as opções de tratamento. 

A definição do melhor tratamento para cada paciente depende de diversos fatores. No caso do câncer de bexiga, são considerados, por exemplo, o estadiamento da doença, a idade e o estado geral de saúde do paciente, assim como os benefícios, possíveis riscos e efeitos colaterais de cada opção terapêutica

As principais opções de tratamento para o câncer de bexiga são cirurgia, terapia intravesical, quimioterapia, radioterapia, imunoterapia e terapia-alvo. Em muitos casos, mais do que um desses tratamentos ou uma combinação deles podem ser utilizados.

Em função das opções terapêuticas definidas para cada paciente, a equipe médica deverá ser formada por especialistas, como o urologista, o cirurgião, o oncologista e o radiooncologista. Mas, muitos outros profissionais poderão estar envolvidos durante o tratamento, como enfermeiros, nutricionistas, assistentes sociais, psicólogos e outras especialidades.

Tomando decisões sobre o tratamento. É importante que todas as opções de tratamento sejam discutidas com o médico, bem como seus possíveis efeitos colaterais, para ajudar a tomar a decisão que melhor se adapte às suas necessidades, momento de vida e perspectivas para o futuro.

Pensando em participar de um estudo clínico. Em alguns casos, podem ser a única maneira para ter acesso a novos tratamentos. Ainda assim, estudos clínicos podem não ser indicados para todos. Se você quiser saber mais sobre os estudos clínicos dos quais eventualmente você pode participar, converse com seu médico.

Considerando métodos complementares e alternativos. Esses métodos podem incluir vitaminas, ervas e dietas especiais, ou outros métodos, como acupuntura ou massagem. Os métodos complementares se referem a tratamentos usados junto com seu atendimento médico regular. Embora alguns destes métodos possam ser úteis para aliviar os sintomas ou ajudar você a se sentir melhor, muitos não foram comprovados cientificamente e não são recomendados. O ideal é que o paciente converse com seu médico principal antes de iniciar qualquer terapia alternativa.

Escolhendo interromper o tratamento. Para algumas pessoas, quando os tratamentos não trazem mais benefícios para o paciente do que não tratar , pode ser hora de pesar os prós e contras de continuar a tentar novos tratamentos. Se você continuar (ou não) o tratamento, ainda há coisas que você pode fazer para ajudar a manter ou melhorar a sua qualidade de vida. Algumas pessoas, especialmente se a doença está avançada, podem não querer continuar com o tratamento para a doença em si, mas podem ser beneficiadas com técnicas de cuidados paliativos, voltados para o tratamento dos sintomas e efeitos colaterais do câncer.  Existem muitas razões pelas quais um paciente pode decidir interromper o tratamento, mas é importante conversar com a equipe médica antes de tomar essa decisão. 

Texto originalmente publicado no site da American Cancer Society, em 12/03/2024, livremente traduzido e adaptado pela Equipe do Instituto Oncoguia.





FONTE:  https://www.oncoguia.org.br/conteudo/a-bexiga/655/120/

https://www.oncoguia.org.br/









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Carla



⚕️ Aviso médico: As informações deste artigo têm caráter exclusivamente educativo e não substituem a consulta com médico e/ou nutricionista. Cada pessoa tem necessidades individuais busque sempre orientação profissional antes de

Tratamento

Câncer de Bexiga

 


A maioria dos cânceres de bexiga são carcinomas de células transicionais, que se originam nas células que normalmente compõem o revestimento interno da bexiga. 

Tipos de câncer de bexiga

Carcinoma urotelial (Carcinoma de células transicionais). O carcinoma urotelial, também conhecido como carcinoma de células transicionais, ou de transição, é o tipo mais frequente de câncer de bexiga. Esses cânceres se originam nas células uroteliais que revestem o interior da bexiga. Essas células  também revestem outras partes do trato urinário, como parte do rim, ureteres e uretra.

Carcinoma urotelial com diferenciação divergente. Esse tipo de câncer urotelial  contêm pequenas áreas que são formadas por diferentes células, além das de transição, e se assemelham a alguns dos outros tipos de câncer de bexiga. Isso é conhecido como diferenciação divergente. Por exemplo, o tumor pode conter áreas de diferenciação escamosa (células escamosas) ou glandular (células glandulares). Mas, na maioria das vezes, isso não afeta as opções de tratamento.

Outros tipos de cânceres de bexiga

Outros tipos de câncer podem se originar na bexiga, mas são muito menos frequentes do que o câncer de células transicionais:

  • Carcinoma espinocelulares. De 3% a 5% dos cânceres de bexiga são carcinomas espinocelulares nos Estados Unidos, segundo a Sociedade Americana de Câncer. Não há estatísticas oficiais sobre o número no Brasil, mas estima-se que se siga a mesma proporção. Quando vistos sob um microscópio, suas células - escamosas - se parecem com as células planas encontradas na superfície da pele.
  • Adenocarcinoma. Apenas 1% a 2% dos cânceres de bexiga são adenocarcinomas. Esses cânceres começam nas células formadoras de glândulas (glandulares).
  • Carcinoma de pequenas células. Menos de 1% dos cânceres de bexiga são carcinomas de pequenas células e começam nas células neuroendócrinas. Esses cânceres são tipicamente tratados com quimioterapia, assim como é o caso do carcinoma de pequenas células do pulmão.
  • Sarcoma. Os sarcomas se iniciam nas células do músculo da bexiga, mas são raros. 

Câncer de bexiga invasivo versus não invasivo

Os cânceres de bexiga são classificados em conforme sua agressividade – se cresceram para atingir a camada muscular principal ou não. Isso é importante para definir o protocolo de tratamento. 

  • Não invasivos. Quando o câncer não cresceu na camada muscular. É descrito como um câncer superficial de bexiga e estão incluídos neste grupo os tumores de bexiga não invasivos (estágio 0), bem como alguns cânceres invasivos precoces (estágio I).
  • Invasivos. O câncer já cresceu na camada muscular mais profunda. Esses tipos de câncer são mais propensos a se disseminarem e são mais difíceis de serem tratados.

Câncer de bexiga não invasivo papilar versus câncer de bexiga não invasivo plano

No câncer de bexiga não invasivo, as células cancerígenas ainda estão limitadas à camada interna (epitélio de transição) da parede da bexiga e não cresceram para as camadas mais profundas. Esses tumores são divididos em dois subtipos, planos e papilares, com base na forma como crescem:

  • Carcinoma não invasivo plano. Desenvolvem-se apenas na camada interna de células da bexiga, são conhecidos como carcinomas planos não invasivos ou carcinomas planos in situ.
  • Carcinoma não invasivo papilar. Geralmente crescem em direção ao centro da bexiga. Diferentes termos podem ser usados ​​para descrever esses tumores a partir da sua aparência ao microscópio: neoplasia urotelial papilar de baixo potencial maligno;  carcinoma urotelial papilar de baixo grau não invasivo e carcinoma urotelial papilar de alto grau não invasivo.

Se um tumor papilar ou plano se desenvolve nas camadas mais profundas da bexiga, é denominado carcinoma de células transicionais invasivo.

Texto originalmente publicado no site da American Cancer Society, em 12/03/2024, livremente traduzido e adaptado pela Equipe do Instituto Oncoguia.




















FONTE:  https://www.oncoguia.org.br/conteudo/a-bexiga/655/120/

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