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segunda-feira, 30 de março de 2026

O impacto do envelhecimento nas válvulas do coração

 

 

 

 

 

O impacto do envelhecimento nas válvulas do coração

 

 

Saiba o que é a estenose aórtica e conheça os prós e contras dos dois métodos de tratamento

Com o passar dos anos, o coração pode sofrer desgastes naturais, especialmente nas válvulas — estruturas que controlam o fluxo de sangue. 

Uma das válvulas mais afetadas é a válvula aórtica, que pode ficar endurecida e estreita por causa de acúmulo de cálcio. Isso dificulta a passagem do sangue e causa uma condição chamada estenose aórtica.

Essa doença costuma se desenvolver aos poucos, sem sintomas no início, mas pode se tornar perigosa com o tempo. Por isso, é importante fazer o diagnóstico o quanto antes para planejar o melhor momento de tratar.

Como é o tratamento?

O tratamento é substituir a válvula doente por uma nova. Esta válvula nova, chamada de prótese, é feita com tecidos biológicos (geralmente de porco ou vaca) e pode ser colocada de duas maneiras: cirurgia aberta do coração, chamada de SAVR (sigla em inglês), ou cateterismo, um procedimento menos invasivo feito por punções na virilha, chamado de TAVI ou TAVR.

Qual das duas opções é melhor para cada pessoa? A SAVR é recomendada para pessoas mais jovens e que têm menor risco em cirurgias. A TAVI é indicada para pessoas com mais de 75 anos ou com risco maior em cirurgias.

Nos idosos, as evidências mostram equilíbrio de resultados entre SAVR e TAVI, o que favorece a escolha da TAVI por ser de implante menos complexo.

Para quem está no meio termo — nem tão jovem nem tão idoso —, a decisão depende de outros fatores, como a presença de outras doenças, o formato do coração e os exames de imagem. Nesses casos, a escolha precisa ser personalizada.

 

 

A cirurgia aberta tem mostrado uma maior durabilidade e sobrevida (tempo de vida após o procedimento) em estudos com milhares de pacientes. O cateterismo ainda tem dados limitados sobre o desempenho após muitos anos. Estudos indicam que é seguro, mas pode durar menos tempo.

Por exemplo, publicações recentes sobre 28 mil pacientes de vários países mostraram sobrevida global em cinco anos de 73% para SAVR e 55% para TAVI. Outro estudo, com 159 mil pacientes nos EUA, mostrou que a cirurgia aberta tem um risco inicial um pouco maior, porém oferece mais segurança e menor chance de complicações, em comparação com a TAVI.

Além da idade e do risco cirúrgico, deve-se levar em conta a anatomia do coração: nem todos têm condições ideais para fazer TAVI.

Outro fator importante é a durabilidade da válvula: quanto mais jovem o paciente, mais importante pensar no quanto a válvula vai durar e na chance de precisar de outra intervenção no futuro.

Além disso, existem técnicas mais modernas de cirurgia, como as minimamente invasivas ou com o uso de robôs, que buscam reduzir o tempo de recuperação.

Quem decide?

Não existe uma única resposta certa para todos os casos de estenose aórtica.

A escolha do tratamento deve ser feita por uma equipe médica especializada, junto com o paciente e sua família, considerando os riscos, os benefícios e as preferências pessoais. Nenhuma abordagem é universalmente superior. 

A estratégia ideal de tratamento deve ser adaptada a cada indivíduo, visando exclusivamente o maior benefício clínico.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

FONTE: https://pt.linkedin.com/pulse/o-impacto-do-envelhecimento-nas-v%C3%A1lvulas-cora%C3%A7%C3%A3o-renato-kalil-er83f



 

 

 


 

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abs.fraternos

Carla

 

31/3 – Dia da Saúde e da Nutrição

 

O Dia da Saúde e da Nutrição, comemorado neste 31/3, é uma oportunidade para debater e avaliar práticas nutricionais e a importância de políticas públicas realistas e preventivas, tais como a redução de sal e açúcar no consumo doméstico e mudanças na rotulagem dos alimentos.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda, por meio da Estratégia Global para a Promoção da Alimentação Saudável, Atividade Física e Saúde, que os governos formulem e atualizem periodicamente diretrizes nacionais sobre alimentação e nutrição, levando em conta mudanças nos hábitos alimentares e nas condições de saúde da população e o progresso no conhecimento científico. Essas diretrizes têm como propósito apoiar a educação alimentar e nutricional e subsidiar políticas e programas nacionais de alimentação e nutrição.

A prática da boa alimentação começa desde cedo, ao nascimento, com o aleitamento materno exclusivo até os 6 meses de vida. Após essa fase, a amamentação poderá ser feita de maneira complementar até os 2 anos. Em cada fase da vida (criança, adolescente, adulto ou idoso), o ser humano possui diferentes necessidades nutricionais.

Muitos adultos obesos foram crianças obesas e por essa razão é importante ter um olhar mais cuidadoso para com a alimentação, pois neste inicio da vida há formação, crescimento e desenvolvimento celular, e as informações genéticas são gerenciadas. O excesso de peso do individuo pode provocar problemas de saúde como diabetes, hipertensão, doenças cardiovasculares e obesidade mórbida.

A alimentação adequada e saudável é um direito humano básico que envolve a garantia ao acesso permanente e regular, de forma socialmente justa, a uma prática alimentar adequada aos aspectos biológicos e sociais do indivíduo e que deve estar em acordo com as necessidades alimentares especiais; ser referenciada pela cultura alimentar e pelas dimensões de gênero, raça e etnia; acessível do ponto de vista físico e financeiro; harmônica em quantidade e qualidade, atendendo aos princípios da variedade, equilíbrio, moderação e prazer; e baseada em práticas produtivas adequadas e sustentáveis.

No escopo das ações do governo brasileiro para a promoção da saúde e da segurança alimentar e nutricional, o Ministério da Saúde publicou o Guia Alimentar para a População Brasileira – Promovendo a Alimentação Saudável, com as primeiras diretrizes alimentares oficiais para a nossa população. O Guia se constituiu em um marco de referência para indivíduos e famílias, governos e profissionais de saúde sobre a promoção da alimentação adequada e saudável.

Para uma boa nutrição é necessário ter uma dieta regular e equilibrada, buscando fornecer a quantidade e a variedade adequadas de nutrientes para o organismo.

Confira algumas dicas e atitudes que podem fazer a diferença na sua alimentação, refletindo diretamente na sua saúde:

– Evite o consumo de alimentos ricos em calorias e industrializados, gordurosos e salgados;
– Aumente o consumo de frutas, verduras e legumes, cereais integrais e feijões;
– Beba bastante água;
– Reduza ou evite o consumo de bebidas alcoólicas e o uso do cigarro;
– Faça exames preventivos e consulte sempre o seu médico;
– Faça exercícios físicos regulares, diariamente ou pelo menos três vezes por semana, após avaliação médica;
– Durma pelo menos 8h num período de 24h.

Fontes:

Associação Brasileira de Nutrição
Engemed
Ministério da Saúde. Guia Alimentar para a População Brasileira

 

 


 

FONTE: https://bvsms.saude.gov.br/

 


 




 

 

 


 

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Carla

 

Dor nas pernas: como identificar se é um problema vascular ou neurológico?

 

 

 

 

 

 


Quem nunca sentiu dor nas pernas? Esse problema é mais comum do que se imagina e afeta inúmeras pessoas diariamente. São muitos os fatores que podem desencadear dor nas pernas ou nos chamados membros inferiores – desde o excesso de esforço físico até problemas mais complexos, entre os quais, doenças vasculares, problemas ortopédicos ou de origem neurológica.

Nesses casos, o importante é identificar em que território a dor acontece, o que normalmente causa confusão para o paciente que não consegue diferenciar em qual área do corpo o problema está relacionado.

Dentre as doenças vasculares, a má circulação sanguínea, seja por problema arterial ou venoso, pode causar dor nas pernas. A falta de suprimento sanguíneo, por um problema arterial, costuma atingir os pacientes mais idosos e dificulta muito para caminhar. Problemas na drenagem de sangue, ou seja, a insuficiência venosa também prejudica os membros inferiores podendo ocasionar inchaço nos tornozelos e pés, sensação de dormência, formigamento ou queimação.

Já no campo neurológico, dores nas pernas podem apresentar relação com doenças na coluna ou compressão do nervo.

 

 

Os nervos podem estar acometidos em diferentes segmentos, o mais comum é a dor na perna causada por doenças da coluna. Uma compressão da raiz nervosa, ou seja, na origem do nervo na coluna, pode ocasionar dor, trazer perda de sensibilidade e de força.

Quando é um problema de coluna ou nervo, geralmente, o sintoma respeita o território do nervo acometido. Se existe dormência ou formigamento que acomete a perna, dorso do pé e o dedão, fica caracterizado problema em determinada raiz nervosa. É muito difícil um problema vascular dar esse padrão de acometimento sensitivo. Nas doenças vasculares, a sensibilidade fica acometida de forma mais global.

Uma das formas de apresentação que costuma confundir entre doença vascular e neurológica é a claudicação dos membros inferiores. Esse termo significa que as pernas doem, adormecem e podem falhar após andar certa distância. Existe a claudicação vascular e a claudicação neurológica. Curiosamente, além de outras características, na claudicação vascular o paciente tem muita dificuldade para subir uma ladeira, já na claudicação neurológica o paciente tem muita dificuldade para descer a ladeira. Subi-la costuma ser mais fácil.

Há exames específicos para diagnosticar o problema e diferenciar cada caso. Procurar um especialista para um diagnóstico correto é essencial para o tratamento efetivo.

 

 

 

 

 

 

FONTE: https://pt.linkedin.com/pulse/dor-nas-pernas-como-identificar-se-%C3%A9-um-problema-vascular-amato



 

 

 


 

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Carla