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quinta-feira, 9 de julho de 2026

Sinais de Pressão Alta: Como Reconhecer os Alertas do Corpo e Cuidar Melhor da Saúde

 Diabetes DIcas e Receitas

05/05/2026
Sinais de Pressão Alta: Como Reconhecer os Alertas do Corpo e Cuidar Melhor da Saúde
A pressão alta, também chamada de hipertensão arterial, é uma condição muito comum e merece atenção especial, principalmente em pessoas com diabetes. Isso acontece porque diabetes e hipertensão podem aumentar o risco de problemas no coração, nos rins, nos olhos e na circulação quando não são bem controlados.
Um ponto muito importante é que a pressão alta muitas vezes não causa sintomas. Por isso, ela é conhecida como uma condição silenciosa. Muitas pessoas só descobrem que estão hipertensas ao medir a pressão em casa, na farmácia, em consultas ou em exames de rotina. Quando os sintomas aparecem, geralmente é porque a pressão pode estar muito elevada ou porque o corpo está sinalizando algum desequilíbrio que precisa ser avaliado. O Ministério da Saúde destaca que medir a pressão regularmente é a única forma de diagnosticar hipertensão com segurança. ([Serviços e Informações do Brasil][1])
Por que quem tem diabetes deve ter ainda mais atenção?
Pessoas com diabetes precisam cuidar não apenas da glicose, mas também da pressão arterial, do colesterol, do peso, dos rins, da visão e da saúde cardiovascular. Quando a glicose fica alta por muito tempo, ela pode prejudicar vasos sanguíneos e nervos. Se a pressão também estiver elevada, esse impacto pode ser ainda maior.
Por isso, controlar a pressão é parte essencial do cuidado com o diabetes. Não basta observar apenas sintomas. O ideal é acompanhar os números, manter consultas regulares, seguir a medicação prescrita e adotar hábitos que protejam o coração.
Dor de cabeça frequente
A dor de cabeça pode ter muitas causas: estresse, tensão muscular, desidratação, sono ruim, problemas de visão, sinusite, glicose alta ou baixa e também pressão elevada. Quando relacionada à pressão alta, muitas pessoas relatam dor mais forte, persistente ou localizada na região da nuca.
Mesmo assim, não é possível confirmar pressão alta apenas pela dor de cabeça. O correto é medir a pressão. Se a dor for muito intensa, diferente do habitual, vier com visão turva, confusão mental, fraqueza, falta de ar ou dor no peito, procure atendimento imediatamente.
Tontura e sensação de cabeça leve
A tontura também pode aparecer quando a pressão está alterada, mas não é exclusiva da hipertensão. Em pessoas com diabetes, ela também pode estar relacionada à hipoglicemia, desidratação, anemia, labirintite, queda de pressão, uso de medicamentos ou longos períodos sem comer.
Se sentir tontura, sente-se em local seguro, evite levantar rapidamente e, se possível, meça a pressão e a glicemia. Tonturas frequentes não devem ser ignoradas, principalmente quando acontecem junto com fraqueza, suor frio, palpitações ou desmaio.
Visão turva ou embaçada
A visão turva pode ser um sinal de alerta importante. A pressão alta pode afetar os vasos sanguíneos dos olhos, e a glicose descontrolada também pode causar alterações na visão. Para quem tem diabetes, qualquer mudança visual merece atenção.
Se a visão ficar embaçada de repente, se houver perda de visão, dor nos olhos, manchas, flashes de luz ou dificuldade para enxergar, procure atendimento médico. Também é fundamental manter exames oftalmológicos de rotina, mesmo quando não há sintomas.
Batimentos acelerados e palpitações
Sentir o coração acelerado, batendo forte ou irregular pode assustar. Isso pode acontecer por ansiedade, excesso de cafeína, desidratação, alterações hormonais, hipoglicemia, pressão alta ou problemas cardíacos.
Em pessoas com diabetes e hipertensão, palpitações devem ser avaliadas com cuidado. Se vierem acompanhadas de dor no peito, falta de ar, suor frio, náuseas, tontura forte ou sensação de desmaio, procure emergência.
Falta de ar
A falta de ar é um sintoma que nunca deve ser tratado como algo simples, especialmente se aparece em repouso ou com pouco esforço. Ela pode estar relacionada ao coração, pulmões, anemia, ansiedade, infecções ou pressão muito elevada.
Se houver falta de ar intensa, dor no peito, lábios arroxeados, confusão, fraqueza em um lado do corpo ou dificuldade para falar, procure atendimento de urgência. O Ministério da Saúde orienta buscar emergência ou acionar o SAMU 192 diante de sinais como dor no peito, falta de ar, desmaio, alteração na fala, perda de força ou dor de cabeça muito forte. ([Linhas de Cuidado][2])
Zumbido nos ouvidos
O zumbido pode aparecer como chiado, apito ou barulho constante. Algumas pessoas relatam esse sintoma quando a pressão está alta, mas ele também pode ter outras causas, como problemas no ouvido, exposição a ruídos, uso de certos medicamentos, estresse ou alterações circulatórias.
Quando o zumbido é frequente, piora de repente ou vem junto com tontura, dor de cabeça, visão turva ou pressão elevada, é importante procurar avaliação profissional.
Quando a pressão alta vira urgência?
Uma medida de pressão muito elevada exige atenção, especialmente quando vem acompanhada de sintomas. A American Heart Association considera crise hipertensiva quando a pressão sobe rapidamente para valores de 180/120 mmHg ou mais. Se esse valor vier com sintomas como dor no peito, falta de ar, alteração na visão, fraqueza, dormência ou dificuldade para falar, é caso de emergência. ([www.heart.org][3])
Não tente resolver uma pressão muito alta por conta própria com chás, receitas caseiras ou tomando doses extras de remédio sem orientação. Isso pode ser perigoso. O caminho mais seguro é buscar atendimento.
Como medir a pressão corretamente em casa
Medir a pressão em casa pode ajudar muito no controle, mas é importante fazer do jeito certo. Antes de medir, descanse por alguns minutos, evite café, cigarro, exercício e refeições pesadas logo antes da aferição. Sente-se com as costas apoiadas, pés no chão e braço na altura do coração.
Use um aparelho confiável e anote os valores com data e horário. Essas informações ajudam o médico a entender melhor como sua pressão se comporta ao longo dos dias.
Uma medida isolada alta pode acontecer por estresse, dor, esforço ou ansiedade. Mas medidas repetidamente altas precisam ser avaliadas.
Hábitos que ajudam no controle da pressão
A alimentação tem papel muito importante. Reduzir o excesso de sal, temperos prontos, embutidos, enlatados, macarrão instantâneo, salgadinhos, molhos industrializados e ultraprocessados pode ajudar bastante.
Prefira comida caseira, temperos naturais, verduras, legumes, feijões em porção adequada, proteínas magras, frutas com moderação e gorduras boas. Para quem tem diabetes, esse cuidado também ajuda no controle da glicose.
A caminhada e outras atividades físicas, quando liberadas pelo médico, também contribuem para a saúde do coração, controle do peso, circulação e sensibilidade à insulina. Dormir bem, controlar o estresse, evitar cigarro e limitar bebidas alcoólicas também são atitudes importantes.
Cuidados especiais para diabéticos
Quem tem diabetes deve acompanhar pressão, glicose e exames de rotina. A pressão alta pode prejudicar rins e olhos, órgãos que também já exigem atenção especial em pessoas diabéticas.
Nunca pare ou troque remédios por conta própria. Se a pressão estiver frequentemente alta mesmo usando medicação, converse com o médico para ajustar o tratamento. Se houver efeitos colaterais, também é importante relatar, em vez de abandonar o remédio.
Outro ponto importante é cuidar do peso corporal e da circunferência abdominal, quando necessário. Pequenas reduções de peso, feitas com orientação e sem dietas radicais, podem melhorar tanto a pressão quanto a glicemia em muitas pessoas.
Não espere os sintomas aparecerem
A maior armadilha da pressão alta é acreditar que está tudo bem só porque não há dor ou mal-estar. Muitas pessoas vivem anos com pressão elevada sem perceber. Enquanto isso, o coração, os rins, o cérebro, os olhos e os vasos sanguíneos podem ser afetados aos poucos.
Por isso, medir regularmente é tão importante. Sintomas como dor de cabeça frequente, tontura, visão turva, palpitações, falta de ar e zumbido podem ser sinais de alerta, mas a ausência deles não significa pressão normal.
Cuidar da pressão é cuidar da vida
A pressão alta pode ser controlada com acompanhamento adequado, uso correto dos medicamentos e mudanças possíveis na rotina. Para quem tem diabetes, esse cuidado é ainda mais importante, pois protege o coração, os rins, os olhos e a circulação.
O melhor caminho é unir informação, prevenção e constância. Meça sua pressão, acompanhe sua glicose, mantenha consultas em dia e não ignore sinais persistentes do corpo.
Cuidar da saúde não precisa começar com grandes mudanças. Muitas vezes, começa com atitudes simples: reduzir o sal, caminhar mais, dormir melhor, tomar os remédios corretamente e procurar ajuda quando algo não está bem.
[1]: "Hipertensão (pressão alta) — Ministério da Saúde"
[2]: "Sou Paciente - Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS) no adulto"
[3]: "When To Call 911 About High Blood Pressure - American Heart Association"

















FONTE:  https://www.facebook.com/profile.php?id=61554915763836&__cft__[0]=AZZf_N1acSXceCUOZ94_8EsP-i9ScSdjS39t93h8qfgbyfRiVprQ_vytw0mjQdBeT3wU5_7lehVLGboUe5Kh2oPzlAUM4QPfDAtwceJ96Ei7X45FcgFXOviDut6MkpKAGj91RKGUMLon0afSxNh7p_Rwo4rakm1MSg7poVZbmxLE_W3WM0vhJq1nAeTnjqfevm-jq1d0dWuIYkS0MowVBafM&__tn__=-UC%2CP-R








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Carla



⚕️ Aviso médico: As informações deste artigo têm caráter exclusivamente educativo e não substituem a consulta com médico e/ou nutricionista. Cada pessoa tem necessidades individuais busque sempre orientação profissional antes de

Tratamento

09/07 - Dia do Médico Oncologista

 

O que é oncologia?

 

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 12/05/2015 - Data de atualização: 02/12/2017

 

A oncologia é um ramo da ciência médica que lida com tumores e com câncer. A palavra Oncologia tem origem em duas acepções, na palavra grega "onkos" (onco) que significa massa, volume, tumor e no termo "logia” que significa estudo, por tanto oncologia é o estudo dos tumores.

A Oncologia está voltada para a forma como o câncer se desenvolve no organismo e qual é o tratamento mais adequado para cada tipo de neoplasia. No Brasil a Oncologia é também chamada de Cancerologia.
 

O que é Câncer?

Câncer é o nome genérico para um grupo de mais de 200 doenças. Embora existam muitos tipos de câncer, todos começam devido ao crescimento anormal e fora de controle das células. É também conhecido como neoplasia.
 Câncer
   
O Oncologista

O oncologista é o médico clínico especializado no tratamento do câncer, é aquele profissional que se ocupa da abordagem geral, do cuidado do paciente e especificamente da prescrição de tratamentos sistêmicos como quimioterapia, hormonioterapia e terapia biológica.
 
   
Equipe Multiprofissional

Durante os últimos anos a Oncologia tornou-se uma ciência complexa. Na Oncologia atual é de enorme importância a abordagem multidisciplinar no tratamento do paciente oncológico, assim o oncologista trabalha integrado a uma equipe multiprofissional e conta com a colaboração de outras especialidades médicas como Patologia, Radiologia, Cirurgia, Pediatria, Psiquiatria, Enfermagem, Psico-oncologia, Fisioterapia, Nutrição e muitos outros profissionais.
 

 

Objetivos do Tratamento Oncológico

O tratamento oncológico deve ser sempre muito individualizado e é importante observar as necessidades e possibilidades terapêuticas de cada paciente com câncer.

Os objetivos do tratamento oncológico basicamente consistem em:
 
  • Curativo. O primeiro objetivo do tratamento oncológico é curar os pacientes para devolver-lhes um lugar na sociedade. Para isto deve ser prescrito um bom tratamento com a possibilidade de usar medicamentos modernos sempre com o foco em uma medicina personalizada, ou seja, orientada para aquele paciente mesmo em que a chance de cura é pequena.
 
  • Remissão da Doença. Caso a cura não seja possível de alcançar, cabe ao oncologista apontar ao paciente um segundo objetivo, que visa uma satisfatória remissão da doença, fazendo com que o paciente fique bem consigo mesmo pelo maior tempo possível, longe dos efeitos da doença e de internações.
 
  • Cuidados Paliativos. Quando a chance de remissão é remota, o objetivo passa a ser controlar a doença e seus sintomas, os cuidados paliativos consistem na abordagem para melhorar a qualidade de vida dos pacientes e seus familiares, no enfrentamento de doenças que oferecem risco de morte, através da prevenção e alívio do sofrimento, tratando sintomas de ordem física, psicossocial e espiritual.
 
Câncer



   
Qualidade de Vida e Câncer

O maior objetivo é melhorar a qualidade de vida do paciente e não apenas prolongar uma vida sofrida. O médico deve ajudar o paciente a manter a sua dignidade, entender sua fraqueza e evitar sentimentos de frustração. É importante que o médico tenha condições de desenvolver o bom julgamento para o interesse do próprio paciente. Com bom-senso e sensibilidade esses objetivos são atingíveis.

 

 

 FONTE:http://www.oncoguia.org.br/conteudo/o-que-e-oncologia/82/1/

 









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Tratamento

quarta-feira, 8 de julho de 2026

MELHOR IDADE: Diagnóstico precoce permite melhorar, e muito, a vida de quem desenvolve Alzheimer e de seus familiares

 


 doença de Alzheimer é a principal causa de demência. No entanto, nem a doença de  Alzheimer nem a demência associada a ela são consequências inevitáveis ​​do  envelhecimento.

Redação

  • A doença de Alzheimer e outras formas de demência não são uma consequência inevitável do envelhecimento.
  • Em uma parcela da população, pode ser possível prevenir ou retardar o desenvolvimento da demência modificando a exposição a fatores de risco comuns.
  • O diagnóstico e a intervenção precoces para retardar o início da demência são benéficos para os pacientes e seus cuidadores e podem resultar em economias substanciais para os sistemas de saúde.

A doença de Alzheimer é a principal causa de demência. No entanto, nem a doença de Alzheimer nem a demência associada a ela são consequências inevitáveis ​​do envelhecimento. Esta revisão oferece uma visão geral das questões envolvidas no diagnóstico da doença de Alzheimer antes que o indivíduo preencha os critérios para demência associada a ela. Examina como as taxas de diagnóstico da doença de Alzheimer podem ser melhoradas, as implicações de um diagnóstico precoce para o indivíduo, o cuidador e a sociedade, e a importância da redução de riscos para prevenir ou retardar a progressão da doença.

Embora não existam atualmente agentes modificadores da doença capazes de reverter as alterações patológicas iniciais, pode ser possível prevenir ou retardar o desenvolvimento da demência em uma parcela da população, modificando a exposição a fatores de risco comuns. Em outros indivíduos, o diagnóstico precoce da doença ou do risco de desenvolvê-la ainda é valioso, para que o indivíduo e seus cuidadores tenham tempo para fazer escolhas e planejar o futuro, e para permitir o acesso a tratamentos que podem ajudar a controlar os sintomas.

Os profissionais de saúde da atenção primária desempenham um papel fundamental na identificação de indivíduos em risco, na recomendação de mudanças no estilo de vida na meia-idade que podem prevenir ou retardar a progressão da doença e no diagnóstico oportuno. A intervenção precoce é a estratégia ideal, pois preserva o nível de funcionalidade do paciente por mais tempo.


Portal Plena Gente+: informação que você usa e abre possibilidades de crescimento pessoal e profissional.  




Jornalista, autora de 5 livros, um deles semifinalista do Prêmio Oceanos 2020.








FONTE:  https://portalplena.com/doenca-de-alzheimer-diagnostico-precoce/?fbclid=IwY2xjawS3UAFleHRuA2FlbQIxMABicmlkETE1aXg2QlFHYXRGVmRVRERPc3J0YwZhcHBfaWQQMjIyMDM5MTc4ODIwMDg5MgABHlYt4AOhJBL5yF6GMSN1o8vxW-a79K4Nmc7AP7M0gpkg9IVc7DjOJDqdJeVQ_aem_-sn37G3XILm9G8sS_wy9bQ









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