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domingo, 21 de junho de 2026

21.06 – Dia Nacional de Controle da Asma

 

 

 

Você sabia que a asma é uma das doenças respiratórias mais comuns do mundo e afeta milhões de brasileiros? Apesar disso, ainda há muita desinformação e mitos sobre o que realmente significa viver com essa condição. E é justamente por isso que, nesta semana especial — de 16 a 21 de junho — vamos dedicar nossas publicações à conscientização sobre a asma, em apoio ao Dia Nacional de Controle da Asma, que acontece em 21 de junho, data que também marca o início do inverno, uma estação especialmente desafiadora para quem convive com a doença.
Mas afinal, o que é a asma?
A asma é uma doença inflamatória crônica dos pulmões que atinge as vias aéreas, dificultando a passagem do ar e provocando sintomas como falta de ar, tosse, chiado no peito e sensação de aperto. Ela pode surgir na infância ou em qualquer fase da vida, e apesar de não ter cura, é possível conviver com ela de forma segura e saudável, desde que se tenha informação, acolhimento e cuidados adequados.
Mais do que uma condição médica, a asma é parte da realidade de milhões de pessoas que muitas vezes sofrem em silêncio por medo de julgamento ou por não compreenderem sua própria condição.
Vamos mudar isso juntos? Ao longo dos próximos dias, vamos falar de forma clara e acolhedora sobre o que é viver com asma.
Você sabia que a asma é uma das doenças respiratórias mais comuns do mundo e afeta milhões de brasileiros? Apesar disso, ainda há muita desinformação e mitos sobre o que realmente significa viver com essa condição. E é justamente por isso que, nesta semana especial — de 16 a 21 de junho — vamos dedicar nossas publicações à conscientização sobre a asma, em apoio ao Dia Nacional de Controle da Asma, que acontece em 21 de junho, data que também marca o início do inverno, uma estação especialmente desafiadora para quem convive com a doença.
Mas afinal, o que é a asma?
A asma é uma doença inflamatória crônica dos pulmões que atinge as vias aéreas, dificultando a passagem do ar e provocando sintomas como falta de ar, tosse, chiado no peito e sensação de aperto. Ela pode surgir na infância ou em qualquer fase da vida, e apesar de não ter cura, é possível conviver com ela de forma segura e saudável, desde que se tenha informação, acolhimento e cuidados adequados.
Mais do que uma condição médica, a asma é parte da realidade de milhões de pessoas que muitas vezes sofrem em silêncio por medo de julgamento ou por não compreenderem sua própria condição.
Vamos mudar isso juntos? Ao longo dos próximos dias, vamos falar de forma clara e acolhedora sobre o que é viver com asma.

 

 

 

Pode ser uma imagem de 1 pessoa e texto que diz "ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE DEASMÁTICOS O QUE É A ASMA? #DiaNacionaldeControledaAsma Parceria: sanofi"

 

 

 

 

 

FONTE: https://web.facebook.com/www.abrasaopaulo.org?__cft__[0]=AZWPaCFBGGn59PZrCVURMVggWzVNbBuRqb9xI0_K2a5hPDYaDhlaAcx3nYeqR_BeB_x39FI1-_WTeQnWDzPDdmcOUs1dyGD_lefs-b1T-fYTprSw0MoUqYIImyXWY6Tuzr0_XKevQZO0QDmAZZCnHMbfnns-piL81Gf7t6_gomjGHtxyqAxRffeHE8yQ1iG-aMwslctbpCvbBDe51UZR5r6BCMbdFljZk-CPr55aZqxjlQ&__tn__=-UC%2CP-R

 









FONTE:  






RIM PELE  


obs.:CONTEÚDO MERAMENTE INFORMATIVO

ABS,

CARLA


⚕️ Aviso médico: As informações deste artigo têm caráter exclusivamente educativo e não substituem a consulta com médico e/ou nutricionista. Cada pessoa com diabetes tem necessidades individuais busque sempre orientação profissional antes de alterar sua dieta ou tratamento.

21/6 – Dia Mundial de Conscientização sobre as Doenças do Neurônio Motor (DNM) 2025

 







 

Todos os anos, em 21 de junho, as comunidades ligadas à Doença do Neurônio Motor (DNM) se unem em todo o mundo para celebrar o Dia Mundial de Conscientização sobre a DNM — uma data para homenagear todos os afetados pela condição.

Este ano, a campanha destaca as realidades ocultas de viver com DNM – uma enfermidade brutal que priva as pessoas da capacidade de se mover, falar, engolir e, eventualmente, respirar. Não há cura, poucos tratamentos são eficazes e pouca compreensão de por que isso acontece. São os fatos. Mas, e o cotidiano? O prático? O emocional? Essas são as realidades ocultas!

Um diagnóstico de DNM pode trazer medo, frustração e impotência para a pessoa diagnosticada e para aqueles próximos a ela, pois gradualmente suas capacidades físicas são diminuídas. Mas isso não define essas pessoas. O que as define é a maneira como lidam com as realidades ocultas da doença. Com coragem, determinação e esperança. A maneira como encontram novas formas de se comunicar, de encontrar prazer em coisas diferentes. A maneira como o amor interior transparece.

 

Doença do Neurônio Motor é o nome dado a um grupo de doenças nas quais as células nervosas que controlam os músculos sofrem degeneração e morrem. Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA), Atrofia Muscular Progressiva (AMP), Paralisia Bulbar Progressiva (PBP) e Esclerose Lateral Primária (ELP) são subtipos de DNM.

A Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA) é a forma mais comum de DNM e com base na sua prevalência é considerada relativamente rara. Há aproximadamente 140.000 novos casos diagnosticados em todo o mundo a cada ano – 384 novos casos todos os dias.

Estima-se que existam 12 mil brasileiros diagnosticados com ELA. É mais prevalente entre os 55 e 75 anos de idade e o modo como afeta e progride varia de pessoa para pessoa. Cerca de 20% dos portadores vivem cerca de 5 anos ou mais, e até 10% vivem mais de 10 anos. Infelizmente, a maioria não vive mais que 3 a 5 anos após o início dos sintomas.

 

A ELA afeta o sistema nervoso de forma degenerativa e progressiva e acarreta paralisia motora irreversível. Esclerose significa endurecimento; lateral, porque a doença começa geralmente em um dos lados do corpo e amiotrófica, porque resulta na atrofia dos músculos.

Caracteriza-se por fraqueza e atrofia nos membros, rigidez muscular e cãibras. Normalmente é percebida pelo paciente ao tropeçar quando caminha ou ao deixar cair objetos.

A doença provoca paralisia gradual e morte precoce como resultado da perda de capacidades cruciais, como falar, movimentar-se, engolir e respirar.

Até o momento não se conhece sua causa específica, mas é possível que vários fatores estejam envolvidos, como, componente genético, idade e algumas substâncias do meio ambiente. Porém, a princípio, não se conhece nenhum fator que predisponha à ELA, nem como prevenir o seu desenvolvimento.

Os fatores de risco, com efeito cumulativo (quanto mais características, maior a probabilidade) são: pertencer ao sexo masculino, desempenhar atividade física intensa, ter sofrido algum tipo de trauma mecânico, ter sido vítima de choque elétrico.

Estudos genéticos revelam que a ELA provavelmente não é uma doença única, mas um conglomerado ou combinação de várias doenças relacionadas. Talvez esse seja o motivo da dificuldade de se encontrar um tratamento que seja eficaz para todos os pacientes.

 

Sintomas:

A Esclerose Lateral Amiotrófica não afeta os sentidos (visão, olfato, paladar, audição e tato) e raramente atinge o funcionamento da bexiga, dos intestinos ou a capacidade de pensamento e raciocínio. São sintomas:

– Perda gradual de força e da coordenação muscular;
– Incapacidade de realizar tarefas rotineiras, como subir escadas, andar e levantar-se;
– Dificuldades para respirar e engolir;
– Engasgar com facilidade;
– Babar;
– Gaguejar;
– Cabeça caída;
– Cãibras musculares;
– Contrações musculares;
– Problemas de dicção, como um padrão de fala lento ou anormal (arrastando as palavras);
– Alterações da voz, rouquidão;
– Perda de peso.

 

Tratamento:

O tratamento é multidisciplinar com uso de medicamentos para reduzir a velocidade de progressão da doença e prolongar a vida do paciente. Fisioterapia, reabilitação, uso de órteses, de cadeira de rodas ou outras medidas ortopédicas podem ser necessárias para maximizar a função muscular e o estado de saúde geral, conforme cada caso e de acordo com a evolução da doença.

É importante o acompanhamento por nutricionista, pois os pacientes com ELA tendem a perder peso. A própria doença aumenta a necessidade de ingestão de alimentos e calorias. Ao mesmo tempo, os problemas de deglutição podem fazer com que seja difícil comer o suficiente.

Pode ser necessário utilizar dispositivos respiratórios durante a noite e ventilação mecânica constante.

 

Em algum momento, de acordo com a evolução da doença, a Esclerose Lateral Amiotrófica trará complicações, que podem ocorrer de forma isolada ou somadas:

– Aspiração de alimento ou líquido;
– Perda da capacidade de cuidar de si mesmo;
– Insuficiência pulmonar;
– Pneumonia;
– Escaras (úlceras de pressão);
– Perda de peso acentuada;
– Incapacidade de respirar sozinho;
– Incapacidade de engolir;
– Incapacidade de falar;
– Morte.

 

O Dia Nacional de Luta Contra a Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA), também comemorado em 21/6 no Brasil, foi instituído pela Lei nº 13.471/2017 com o objetivo de levar conhecimento e sensibilizar governantes, profissionais de saúde e população sobre a enfermidade, bem como informar sobre os cuidados com as pessoas acometidas, além chamar a atenção para a necessidade de apoio aos pacientes e do incentivo às pesquisas para melhorar o tratamento.

 

Fontes:

Dr. Dráuzio Varella
Ministério da Saúde
Motor Neurone Disease Association
Muitos Somos Raros

 

 

 

 

 

 

 

FONTE: https://bvsms.saude.gov.br
















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⚕️ Aviso médico: As informações deste artigo têm caráter exclusivamente educativo e não substituem a consulta com médico e/ou nutricionista. Cada pessoa com diabetes tem necessidades individuais busque sempre orientação profissional antes de alterar sua dieta ou tratamento.

21/06 – Dia Nacional de Luta Contra a Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA).

 

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21 de junho, data escolhida para a celebração do Dia Mundial de Conscientização sobre a Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA) marca o início do verão no hemisfério norte (solstício) – um ponto de virada – e a cada ano a comunidade ELA realiza uma série de atividades para expressar sua esperança de que este dia seja um ponto de virada na busca pela causa, pelo tratamento e pela cura para a doença.

ELA é uma doença relativamente rara, com base na sua prevalência. Há aproximadamente 140.000 novos casos diagnosticados em todo o mundo a cada ano – 384 novos casos todos os dias.

No Brasil, a Lei nº 13.471/2017 instituiu o Dia Nacional de Luta Contra a Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA), também comemorado em 21/6. A data objetiva levar conhecimento e sensibilizar governantes, profissionais de saúde e população sobre a existência e os cuidados com as pessoas acometidas pela doença, bem como buscar apoio aos pacientes, além do incentivo às pesquisas para melhorar o tratamento.

Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA) é uma doença que afeta o sistema nervoso de forma degenerativa e progressiva, acarretando paralisia motora irreversível. Não se conhece a causa específica ainda, mas sabe-se que é provocada pela degeneração progressiva no primeiro neurônio motor superior no cérebro e no segundo neurônio motor inferior na medula espinhal. Esses neurônios são células nervosas especializadas que, ao perderem a capacidade de transmitir os impulsos nervosos, dão origem à doença.

Pacientes com ELA sofrem paralisia gradual e morte precoce como resultado da perda de capacidades cruciais, como falar, movimentar-se, engolir e respirar.

Parece que a utilização excessiva da musculatura favorece o mecanismo de degeneração da via motora, por isso os atletas representam a população de maior risco. Outra causa provável é que dieta rica em glutamato seja responsável pelo aparecimento da doença em pessoas predispostas. Isso aconteceu com os chamorros, habitantes da ilha de Guan no Pacífico, onde o número de casos é cem vezes maior do que no resto do mundo.

Estudos recentes em ratos indicam que a ausência de uma proteína chamada parvalbumina pode estar relacionada com a falência celular característica da doença.

Sintomas:

O principal sintoma é a fraqueza muscular, acompanhada de endurecimento dos músculos (esclerose), inicialmente num dos lados do corpo (lateral) e atrofia muscular (amiotrófica), mas existem outros: câimbras, tremor muscular, reflexos vivos, espasmos e perda da sensibilidade.

Os sintomas normalmente começam a aparecer após os 50 anos, mas também podem surgir em pessoas mais novas. Entre outros sinais e sintomas, pessoas com ELA têm:

– perda gradual de força e coordenação muscular;
– incapacidade de realizar tarefas rotineiras, como subir escadas, andar e levantar;
– dificuldades para respirar e engolir;
– engasgar com facilidade;
– babar;
– gagueira (disfemia);
– cabeça caída;
– cãibras e contrações musculares;
– problemas de dicção, como um padrão de fala lento ou anormal (arrastando as palavras);
– alterações da voz, rouquidão;
– perda de peso.

A doença não afeta os sentidos (visão, olfato, paladar, audição e tato) e raramente atinge o funcionamento da bexiga, dos intestinos ou a capacidade de pensamento e raciocínio.

Tratamento:

O tratamento é multidisciplinar, utiliza medicamentos para reduzir a velocidade de progressão da doença e prolongar a vida do paciente.

Fisioterapia, reabilitação, uso de órteses,  cadeira de rodas ou outras medidas ortopédicas podem ser necessárias para maximizar a função muscular e o estado de saúde geral, conforme cada caso e de acordo com a evolução da doença.

A participação de um nutricionista é muito importante, pois os pacientes com ELA tendem a perder peso. A própria doença aumenta a necessidade de ingestão de alimentos e calorias. Ao mesmo tempo, os problemas de deglutição podem fazer com que seja difícil comer o suficiente. Os dispositivos respiratórios incluem máquinas usadas somente durante a noite e ventilação mecânica constante.

Possíveis complicações:

Em algum momento, de acordo com a evolução da doença, a Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA) trará complicações, que podem ocorrer de forma isolada ou somadas:

– aspiração de comida ou líquido;
– perda da capacidade de cuidar de si mesmo;
– insuficiência pulmonar;
– pneumonia;
– escaras (úlceras de pressão);
– perda de peso acentuada;
– incapacidade de respirar sozinho;
– incapacidade de engolir;
– incapacidade de falar;
– morte.

Prevenção:

Não existem fatores de risco ou comportamentos de risco conhecidos que possam provocar a Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA). No entanto, sabe-se que parentes próximos de alguém que tenha a doença têm chances de adquiri-la também, tendo em vista fatores genéticos/hereditários.

 

Fontes:

Amigos Múltiplos pela Esclerose
Dr. Dráuzio Varella
International Alliance of ALS/MND Associations
Ministério da Saúde
Prefeitura Municipal de Carag

 

ELA ou Esclerose Lateral Amiotrófica é uma doença que afeta o sistema nervoso de forma degenerativa e progressiva e acarreta paralisia motora irreversível. Pacientes com a doença sofrem paralisia gradual e morte precoce como resultado da perda de capacidades cruciais, como falar, movimentar, engolir e respirar.

Não se conhece a causa específica para a esclerose lateral amiotrófica. Parece que a utilização excessiva da musculatura favorece o mecanismo de degeneração da via motora, por isso os atletas representam a população de maior risco.

Sintomas:

O principal sintoma é a fraqueza muscular, acompanhada de endurecimento dos músculos (esclerose), inicialmente num dos lados do corpo (lateral) e atrofia muscular (amiotrófica), mas existem outros: cãimbras, tremor muscular, reflexos vivos, espasmos e perda da sensibilidade.

A Esclerose Lateral Amiotrófica não afeta os sentidos (visão, olfato, paladar, audição e tato) e raramente atinge o funcionamento da bexiga, dos intestinos ou a capacidade de pensamento e raciocínio.

Tratamento:

O tratamento é multidisciplinar e o medicamento utilizado reduz a velocidade de progressão da doença e prolonga a vida do paciente.

Fisioterapia, reabilitação, uso de órteses, de uma cadeira de rodas ou outras medidas ortopédicas podem ser necessárias para maximizar a função muscular e o estado de saúde geral, conforme cada caso e de acordo com a evolução da doença.

A participação de um nutricionista é muito importante, pois os pacientes com ELA tendem a perder peso. A própria doença aumenta a necessidade de ingestão de alimentos e calorias. Ao mesmo tempo, os problemas de deglutição podem fazer com que seja difícil comer o suficiente. Os dispositivos respiratórios incluem máquinas usadas somente durante a noite e ventilação mecânica constante.

Possíveis complicações:

Em algum momento, de acordo com a evolução da doença, a Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA) trará complicações, que podem ocorrer de forma isolada ou somadas:

– aspiração de comida ou líquido;
– perda da capacidade de cuidar de si mesmo;
– insuficiência pulmonar;
– pneumonia;
– escaras (úlceras de pressão);
– perda de peso acentuada;
– incapacidade de respirar sozinho;
– incapacidade de engolir;
– incapacidade de falar;
– morte.

Fontes:

Dr. Dráuzio Varella

Ministério da Saúde

 

 

 

 

FONTE: https://bvsms.saude.gov.br






FONTE:  






RIM PELE  


obs.:CONTEÚDO MERAMENTE INFORMATIVO

ABS,

CARLA


⚕️ Aviso médico: As informações deste artigo têm caráter exclusivamente educativo e não substituem a consulta com médico e/ou nutricionista. Cada pessoa com diabetes tem necessidades individuais busque sempre orientação profissional antes de alterar sua dieta ou tratamento.