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sexta-feira, 18 de setembro de 2026

18/09 - Dia Nacional de Conscientização e Incentivo ao Diagnóstico Precoce do Retinoblastoma. Diagnóstico, tratamento e característica do câncer nos olhos

 

O retinoblastoma... - HOPE - Hospital de Olhos de Pernambuco | Facebook
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Retinoblastoma

O retinoblastoma se origina na retina, localizada na parte posterior do olho. É o tipo mais comum de câncer de olho em crianças e é uma doença rara.

É mais comum em bebês e crianças pequenas do que em crianças mais velhas. A idade média das crianças no momento do diagnóstico é 2 anos. O retinoblastoma raramente ocorre em crianças com mais de 6 anos de idade.

Cerca de 3 em cada 4 crianças com retinoblastoma têm um tumor em apenas um olho. Uma em cada 4 casos, ambos os olhos são afetados.

O retinoblastoma ocorre quase igualmente em meninos e meninas de diferentes raças e etnias. E ocorre igualmente no olho direito ou esquerdo.

Geralmente, 90% das crianças com retinoblastoma são curadas, mas o prognóstico não é tão bom se a doença estiver disseminada além do olho.

Os olhos se desenvolvem muito cedo à medida que os fetos crescem no útero. Nas fases iniciais do desenvolvimento, os olhos têm células chamadas retinoblastos que se dividem em novas células e formam a retina. Em um determinado momento, as células param de se dividir e dão origem as células adultas da retina.

Raramente, algo dá errado nesse processo. Ao invés de se desenvolver em células especiais que detectam a luz, alguns retinoblastos continuam crescendo rapidamente e fora de controle, formando o retinoblastoma.

A cadeia de eventos que leva ao retinoblastoma é complexa, mas se inicia com uma mutação no gene Rb ou RB1. O gene RB1 normal, ajuda a manter as células do crescimento fora de controle. Dependendo de quando e onde a alteração no gene RB1 ocorre, pode resultar em dois tipos distintos de retinoblastoma:


  • Retinoblastoma Congênito (Hereditário)
    Em cerca de 30% dos retinoblastomas, a alteração no gene RB1 é congênita e está presente em todas as células do corpo (é conhecida como mutação da linha germinativa). Isto inclui todas as células de ambas as retinas.Na maioria das crianças, não existe histórico familiar deste tipo de câncer. Cerca de 25% das crianças que nascem com esta anomalia genética herdam a doença de um dos pais. Em 75% dos casos, a alteração desse gene ocorre durante o desenvolvimento do feto no útero. As razões para isso ainda não são claras.As crianças que nascem com uma alteração no gene RB1 costumam desenvolver retinoblastoma, em ambos os olhos (retinoblastoma bilateral). Por outro lado podem existir vários tumores, denominados retinoblastomas multifocais. Como todas as células do corpo têm o gene RB1 alterado, estas crianças têm também maior risco de desenvolver câncer em outras partes do corpo:- Um pequeno número de crianças com esta forma de retinoblastoma desenvolverá outro tumor no cérebro, geralmente na glândula pineal, na base do cérebro (pineoblastoma), também conhecido como retinoblastoma trilateral.
    – Para as crianças que sobreviveram a um retinoblastoma hereditário, o risco de desenvolver outros tipos de câncer na vida adulta é superior à média.


  • Retinoblastoma Não Hereditário
    Em cerca de 70% dos casos de retinoblastoma, a alteração no gene RB1 se desenvolve por si próprio em uma única célula de um olho. Não se sabe ainda o que causa essa mudança. Uma criança com retinoblastoma não hereditário desenvolve apenas um tumor em um olho. Este tipo de retinoblastoma é frequentemente diagnosticado em idades mais avançadas do que a forma hereditária. Se o retinoblastoma não for tratado, pode continuar crescendo de modo a preencher a maior parte do globo ocular. As células podem se afastar do tumor principal na retina e flutuar através do humor vítreo para atingir outras partes do olho, onde podem formar outros tumores. Se esses tumores bloquearem os canais de circulação do líquido que circula no interior do olho, a pressão intraocular pode aumentar, causando glaucoma, uma complicação grave do retinoblastoma, que pode levar a dor e perda de acuidade visual no olho afetado. A maioria dos retinoblastomas é diagnosticada e tratada antes de se disseminarem para fora do globo ocular. Mas, as células do retinoblastoma podem, ocasionalmente, se disseminar para outras partes do corpo. Algumas vezes, as células se desenvolvem ao longo do nervo óptico e chegam ao cérebro. As células do retinoblastoma também podem crescer através das camadas de revestimento do globo ocular, no globo ocular, nas pálpebras e nos tecidos adjacentes. Se a doença atingiu os tecidos fora do globo ocular, o câncer pode ter se disseminado para os linfonodos e outros órgãos, como fígado, ossos e medula óssea.

  • Meduloepitelioma
    Meduloepitelioma é outro tipo de tumor ocular. Não é um tipo de retinoblastoma, mas é mencionado aqui, pois geralmente ocorre em criança. Entretanto esses tumores são muito raros. A maioria dos meduloepiteliomas é maligna, mas raramente se disseminam para fora do olho. Eles costumam provocar dor ocular e perda de visão.O diagnóstico é feito quando um médico encontra uma massa tumoral no exame ocular com oftalmoscópio. Assim como o retinoblastoma, o diagnóstico é geralmente realizado baseado na aparência e localização do tumor dentro do olho. A biópsia para confirmar o diagnóstico quase nunca é realizada porque pode prejudicar o globo ocular ou permitir a disseminação da doença para fora do olho.O tratamento para o meduloepitelioma é quase sempre a cirurgia para retirar o olho.



Sinais e Sintomas

Os retinoblastomas são frequentemente diagnosticados porque os pais ou o médico percebem algo anormal no olho da criança.

Os principais sinais e sintomas do retinoblastomas são:




Reflexo Pupilar Branco

Este é o sinal mais comum do retinoblastoma. Normalmente, ao direcionar uma luz ao olho de uma criança, a pupila parece vermelha devido ao sangue nos vasos no fundo do olho. No olho com retinoblastoma, a pupila, muitas vezes, se apresenta branca ou rosa, isto é conhecido como reflexo pupilar branco (leucocoria). Este brilho branco no olho geralmente é percebido em fotos tiradas com flash. Também pode ser observado pelo médico da criança durante um exame oftalmológico de rotina.


  • Estrabismo
    É uma condição na qual os dois olhos não parecem olhar na mesma direção, muitas vezes chamada de olho preguiçoso. Existem muitas causas para o estrabismo, mas a maioria é causada por uma fraqueza dos músculos que controlam o movimento dos olhos, mas o retinoblastoma é também uma das raras causas.Sinais e sintomas menos comuns do retinoblastoma incluem:
  • Problemas de visão
  • Dor nos olhos
  • Vermelhidão da parte branca do olho
  • Sangramento na parte anterior do olho
  • Abaulamento dos olhos
  • A pupila não se contrai (diminui de tamanho) quando exposta à luz brilhante
  • Cor diferente de cada íris

 

Muitos destes sinais e sintomas podem ser provocados por outras condições clínicas. Entretanto, se seu filho apresentar qualquer um desses sinais, consulte um médico para que a causa seja diagnosticada e, se necessário, iniciado o tratamento.














Fonte:  https://graacc.org.br/






informativo procure seu médico

abs

Carla



  • ⚕️ Aviso médico: As informações deste artigo têm caráter exclusivamente educativo e não substituem a consulta com médico e/ou nutricionista. Cada pessoa tem necessidades individuais , busque sempre orientação profissional antes de Tratamento

quinta-feira, 17 de setembro de 2026

5 erros no prato que podem aumentar a glicose de quem tem diabetes

 



quantidade, combinação dos alimentos e forma de preparo podem influenciar a resposta da glicose após o almoço


O almoço pode manter alimentos comuns da rotina de quem tem diabetes, mas a forma de montar o prato interfere na resposta da glicose. A nutricionista Tarcila Campos explica quais escolhas merecem atenção.

Tarcila é nutricionista e educadora em diabetes e integra o Departamento de Nutrição da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD). Segundo ela, o controle alimentar não exige retirar arroz, feijão, batata ou macarrão.

No entanto, a quantidade e a combinação desses alimentos precisam entrar no planejamento. Veja cinco erros que podem aumentar o impacto da refeição na glicose.

1. Colocar carboidrato demais no prato

Arroz, macarrão e batata fornecem carboidratos. Esse nutriente influencia a glicose após a refeição.

Por isso, aumentar a quantidade desses alimentos pode elevar a resposta glicêmica. Tarcila explica que, no diabetes tipo 2, a quantidade de carboidrato ganha importância por causa da resistência à insulina.

Além disso, ela cita uma distribuição de referência para montar o prato. Metade deve ficar para verduras e legumes, enquanto um quarto pode receber o carboidrato.


2. Tirar os vegetais do almoço

Outro erro é montar uma refeição baseada apenas em carboidrato e proteína. Nesse caso, o prato perde uma parte importante da combinação alimentar.

A orientação apresentada por Tarcila coloca verduras e legumes em pelo menos metade do prato. Alface, tomate e cenoura aparecem como exemplos.

No entanto, a preparação pode variar. Os vegetais podem ser consumidos crus, cozidos ou refogados.

3. Comer o carboidrato sozinho

A forma de combinar os alimentos também importa. Tarcila explica que arroz branco, por exemplo, pode ter uma absorção mais rápida quando consumido sozinho.

Já o arroz acompanhado de feijão acrescenta fibras e proteína à refeição. Outra possibilidade é combinar o carboidrato com uma fonte de proteína.

Portanto, não é necessário retirar o arroz branco. A combinação pode fazer parte da estratégia alimentar.

4. Escolher preparações fritas

A forma de preparo também entra na avaliação da refeição. Ao falar sobre batata e frango, Tarcila orienta observar se os alimentos foram fritos ou preparados de outra maneira.

Ela cita opções como alimentos cozidos ou assados. Além disso, explica que preparações com mais gordura podem interferir na glicose.

No caso do macarrão com molho branco, por exemplo, a quantidade de gordura também precisa ser considerada.

5. Aumentar a porção porque o alimento é considerado saudável

Um alimento pode fazer parte da alimentação e, ainda assim, exigir atenção à quantidade. Tarcila usa a castanha como exemplo, mas o princípio também aparece nas refeições principais.

No diabetes tipo 2, a quantidade de carboidrato precisa considerar a necessidade de cada pessoa. Segundo a nutricionista, algumas pessoas podem trabalhar com 50 gramas por refeição, enquanto outras precisam de uma quantidade menor.

Assim, chamar um alimento de saudável não significa que a pessoa possa consumi-lo sem considerar a porção.

Arroz, batata e macarrão precisam sair do almoço?

Não. A entrevista reforça que pessoas com diabetes não precisam abandonar esses alimentos.

Tarcila cita arroz branco, batata inglesa, batata-doce, inhame, macaxeira e macarrão como opções que podem entrar no planejamento alimentar.

O ponto central está na quantidade e na combinação. Uma refeição pode reunir carboidrato, proteína e vegetais sem exigir a retirada de alimentos presentes na rotina.

Além disso, a resposta da glicose varia entre as pessoas. A nutricionista destaca que a monitorização pode ajudar a entender como cada organismo reage aos alimentos.

Nesse contexto, o glicosímetro e o sensor de glicose podem mostrar a resposta antes e depois da refeição para quem tem acesso a essas tecnologias.

Gerente de Conteúdo e Redes Sociais - Jornalista mineira, natural de Uberlândia, Laura é descolada, sensível e criativa. Traz para o projeto uma visão estratégica e conectada com as tendências digitais. É responsável pela distribuição dos conteúdos nas redes sociais, escreve reportagens especiais para o portal e atua na produção audiovisual. Desde que abraçou a causa do diabetes, há três anos, mergulhou no universo do Um Diabético com dedicação e empatia. Está constantemente se atualizando para potencializar o alcance e o impacto do nosso conteúdo.


Fonte:  https://umdiabetico.com.br/






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abs

Carla



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6 tipos de castanhas que podem fazer parte da alimentação de quem tem diabetes


Amêndoas, castanha-de-caju e outras oleaginosas têm perfis nutricionais próprios, e variar pode ser tão importante quanto a porção


No lanche da tarde, um punhado de castanhas pode substituir bolachas e biscoitos industrializados na rotina de quem convive com diabetes tipo 2.

Amêndoas, castanha-de-caju, castanha-do-pará e outras oleaginosas fornecem gorduras insaturadas, fibras, proteínas e micronutrientes. Esses componentes contribuem para a saciedade e para a qualidade nutricional da alimentação.

As gorduras insaturadas também estão relacionadas à saúde cardiovascular, um ponto de atenção para pessoas com diabetes tipo 2. Ainda assim, o tipo de oleaginosa escolhido e a quantidade consumida fazem diferença.

Diferenças entre as oleaginosas: por que vale variar os tipos

As oleaginosas mais consumidas apresentam perfis nutricionais diferentes entre si.

A cada 100 gramas, a amêndoa reúne:

  • 579 calorias
  • 21,2 gramas de proteína
  • 21,6 gramas de carboidrato
  • 12,5 gramas de fibras

A gordura da amêndoa é predominantemente monoinsaturada.

Já a castanha-de-caju, na mesma quantidade, apresenta:

  • 553 calorias
  • 18 gramas de proteína
  • 30 gramas de carboidrato
  • Cerca de 3 gramas de fibras

A comparação por 100 gramas ajuda a entender a composição de cada alimento. No entanto, essa quantidade é muito superior à porção normalmente consumida no dia a dia.

Por isso, não é necessário buscar uma única castanha como sendo a mais indicada.

“A mensagem mais importante não é buscar a castanha ideal. Amêndoas, nozes, pistache, castanha-de-caju, castanha-do-pará e avelãs oferecem perfis nutricionais diferentes entre si. Por isso, variar os tipos ao longo da semana também contribui para uma alimentação equilibrada.”

Martha Amodio, nutricionista especialista em diabetes

Castanha-do-pará exige atenção à quantidade

A castanha-do-pará se diferencia pela concentração de selênio, mineral importante para o organismo.

Uma única unidade pode fornecer uma quantidade expressiva do mineral. A concentração, porém, varia conforme a origem da castanha e as características do solo onde ela foi cultivada.

A recomendação diária de selênio para adultos é de aproximadamente 55 microgramas. A castanha-do-pará está entre os alimentos com maior concentração desse mineral.

Por isso, não é necessário consumir várias unidades para atingir a necessidade diária. A atenção deve ser maior para quem come castanha-do-pará com frequência ou também utiliza suplementos que contêm selênio.

Nessas situações, a quantidade adequada deve ser avaliada individualmente com um profissional de saúde.

Qual é a quantidade de castanhas indicada?

Para quem tem dificuldade em visualizar o tamanho de uma porção, a nutricionista Martha Amodio utiliza uma referência prática: a palma da mão fechada.

A medida funciona como uma estimativa para visualizar a quantidade de oleaginosas que pode ser consumida no dia a dia.

“Qualidade e quantidade caminham juntas. Um alimento nutricionalmente interessante também precisa entrar na alimentação em uma porção adequada às necessidades de cada pessoa.”

Martha Amodio, nutricionista especialista em diabetes

A quantidade, no entanto, não é igual para todas as pessoas. O tamanho da porção pode variar de acordo com o objetivo alimentar, o gasto energético e o restante da alimentação.

Castanhas engordam?

As oleaginosas apresentam alta densidade energética, o que torna o tamanho da porção relevante principalmente para quem busca emagrecimento.

Isso não significa que as castanhas precisem ser retiradas da alimentação.

Segundo Amodio, a avaliação deve considerar não apenas as calorias, mas também a presença de fibras, proteínas, gorduras insaturadas, a capacidade de promover saciedade e, principalmente, qual alimento está sendo substituído.

O contexto da alimentação é importante porque o consumo de um alimento isoladamente não determina o resultado do controle do peso ou da glicemia.

No diabetes tipo 2, a perda de peso pode contribuir para a melhora de parâmetros glicêmicos. Diretrizes da Sociedade Brasileira de Diabetes destacam a importância do manejo do peso como parte do cuidado da condição.

Quais são os melhores momentos para comer castanhas?

As oleaginosas podem ser incluídas nos lanches entre as refeições principais, mas não precisam ficar restritas a esse momento.

Elas também podem acompanhar:

  • Frutas
  • Iogurtes
  • Saladas
  • Café da manhã
  • Preparações culinárias

A combinação com frutas, por exemplo, acrescenta gorduras insaturadas, fibras e proteínas à refeição. Esses componentes podem aumentar a saciedade e influenciar a resposta glicêmica do conjunto da refeição.

Isso, porém, não elimina o carboidrato presente na fruta.

Castanha natural ou salgada: qual escolher?

A forma de preparo também deve ser observada.

No mercado, é possível encontrar oleaginosas:

  • Naturais
  • Torradas
  • Salgadas
  • Caramelizadas
  • Cobertas com mel
  • Cobertas com chocolate

Por isso, vale verificar a lista de ingredientes e a tabela nutricional antes da compra.

Uma castanha simplesmente torrada é diferente de um produto que contém açúcar, xaropes, óleos ou outros ingredientes adicionados.

No caso dos mixes prontos, também é importante observar a quantidade de sal e a presença de outros ingredientes.

Como montar um mix de castanhas em casa

Uma alternativa para facilitar o consumo é preparar o próprio mix de oleaginosas.

É possível combinar pequenas quantidades de:

  • Amêndoas
  • Nozes
  • Pistache
  • Castanha-de-caju
  • Castanha-do-pará

Separar as porções em potes ou recipientes individuais pode ajudar a visualizar a quantidade consumida e evitar que o alimento seja ingerido diretamente de uma embalagem maior. A estratégia também permite variar os tipos ao longo da semana.

O que é importante entender

Não existe uma única oleaginosa mais indicada para todas as pessoas com diabetes tipo 2.

Amêndoas, castanha-de-caju, castanha-do-pará, nozes, pistache e outras opções apresentam diferentes combinações de nutrientes e podem fazer parte de uma alimentação equilibrada.

Mais do que escolher uma “castanha ideal”, é importante variar os tipos, observar a composição do produto e adequar a quantidade às necessidades individuais.

O acompanhamento com nutricionista ou endocrinologista pode ajudar a definir a porção e a melhor forma de incluir as oleaginosas na rotina alimentar.


Jornalista com quase 30 anos de experiência em televisão no interior de São Paulo, atuando como coordenadora de conteúdo e responsável por produção de pautas. Atualmente é produtora executiva na TB Content.






Fonte:  https://umdiabetico.com.br/






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