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segunda-feira, 19 de outubro de 2026

DIABETES: Herpes pode descompensar o diabetes? Infectologista explica no DiabetesCast


Podcast aborda a relação entre herpes e diabetes, os riscos do herpes-zóster e a importância da vacinação na prevenção.

 

Em conversa com Tom Bueno, o infectologista Igor Marinho explica por que as crises merecem atenção, o que diferencia o herpes simples do zóster e quando considerar a vacinação.

Uma crise de herpes pode ir além das bolhas e da ardência na pele. Para quem vive com diabetes, a infecção também pode dificultar o cuidado com a glicose.

Esse é um dos principais alertas do episódio do DiabetesCast com o infectologista Igor Marinho, apresentado pelo jornalista Tom Bueno e disponível no YouTube e no Spotify.

“Inclusive, o herpes pode causar a descompensação de doenças como, por exemplo, o próprio diabetes”, afirma o médico durante a entrevista.

A conversa parte de uma dúvida de quem enfrenta episódios recorrentes: qual é a relação entre herpes, diabetes e as defesas do organismo? Ao longo do programa, Marinho explica as diferenças entre as infecções, aborda o acompanhamento das crises e destaca a vacinação contra o herpes-zóster.

Por que uma crise de herpes merece atenção no diabetes?

Na entrevista, o infectologista explica que o estado de saúde da pessoa influencia a manifestação da infecção. Quando a glicose permanece elevada e o diabetes está fora das metas de tratamento, as defesas do organismo podem ficar comprometidas.

“Então o herpes tem uma relação direta com a sua condição imunológica naquele momento”, diz Marinho.

A relação entre diabetes e infecções funciona nos dois sentidos. Segundo a Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD), a hiperglicemia pode prejudicar mecanismos de defesa, enquanto uma infecção pode piorar o controle glicêmico.

No caso específico do herpes-zóster, a diretriz da SBD também aponta maior risco de desenvolver a doença entre pessoas com diabetes. Por isso, é importante distinguir esse quadro do herpes simples, em vez de tratar todas as infecções como se tivessem o mesmo comportamento.

Herpes na boca e herpes-zóster são diferentes

Uma das explicações centrais do DiabetesCast é que o nome parecido pode gerar confusão. O simples está associado aos vírus HSV-1 e HSV-2. O primeiro é a principal causa do herpes oral, enquanto o segundo está mais ligado ao genital. Ambos, porém, podem provocar infecção na região genital, conforme a Organização Mundial da Saúde (OMS).

As manifestações podem incluir pequenas bolhas agrupadas, feridas, ardência e dor. Mesmo quando as lesões desaparecem, o vírus permanece no organismo e pode voltar a se manifestar.

O herpes-zóster, conhecido popularmente como cobreiro, tem outra origem: é causado pela reativação do vírus varicela-zóster, o mesmo da catapora. O quadro costuma provocar dor e lesões em uma faixa da pele, geralmente de um lado do corpo, acompanhando a região de um nervo.

“Mas o grande detalhe do herpes zóster é que ele costuma durar mais tempo e ele costuma ser muito mais doloroso”, explica Marinho.

Segundo os Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC), uma das possíveis complicações é a neuralgia pós-herpética, dor que pode persistir depois do desaparecimento das lesões.

LINK:https://youtu.be/Q9vwzX8AEjI?si=N-dugYoiivTEfBiN



Por que pode voltar depois de anos?

O episódio também aborda a capacidade desses vírus de permanecerem no organismo sem provocar sintomas o tempo todo. Esse período é chamado de latência.

“A manifestação pode acontecer não somente meses depois de eu ter entrado em contato com o vírus, mas às vezes até anos depois”, afirma o infectologista.

Isso ajuda a entender por que o surgimento de lesões não significa, necessariamente, que a infecção foi adquirida recentemente. No herpes simples, também é possível transmitir o vírus mesmo sem feridas visíveis, de acordo com a OMS.

Para quem tem crises frequentes, Marinho recomenda acompanhamento para avaliar o tratamento e investigar fatores que possam estar associados às recorrências.

Crises repetidas podem exigir tratamento preventivo

Ter várias vezes não significa que a pessoa precise apenas esperar as lesões desaparecerem. Durante o DiabetesCast, o médico explica que, em determinadas situações, o profissional pode prescrever antivirais por um período prolongado para reduzir as recorrências do herpes simples.

“É uma medicação para evitar que isso acabe se manifestando tanto”, resume.

A decisão depende da avaliação individual. Na conversa, o infectologista também destaca a importância de observar o controle do diabetes, o sono e outras condições de saúde.

Os antivirais ajudam a tratar e prevenir manifestações, mas não eliminam o vírus do organismo. A OMS informa que ainda não há vacina licenciada contra o herpes simples.

Existe vacina contra o herpes-zóster?

A prevenção do herpes-zóster ocupa parte importante da entrevista. Diferentemente do herpes simples, essa doença pode ser prevenida com vacina.

Segundo a Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), a vacina recombinante é indicada para pessoas a partir dos 50 anos e, desde os 18 anos, para imunocomprometidos ou pessoas com risco aumentado de herpes-zóster. O esquema tem duas doses, e a indicação deve considerar a situação clínica.

“Então, procure o seu médico, pergunte sobre a importância de tomar essa vacina”, orienta Marinho.

O infectologista também lembra que ter apresentado herpes-zóster anteriormente não impede uma nova ocorrência. Por isso, quem já teve a doença também deve discutir a vacinação com o profissional de saúde, conforme as recomendações para sua faixa etária e condição clínica.

Assista ou ouça ao DiabetesCast completo

Além da relação com a glicose, o episódio explica como reconhecer as diferenças entre os quadros, por que as crises podem reaparecer e quais cuidados entram na prevenção.

“Os sintomas podem atrapalhar a nossa vida, atrapalhar uma viagem, atrapalhar o trabalho”, afirma Igor Marinho.

A conversa completa com o infectologista Igor Marinho, conduzida por Tom Bueno, está disponível no DiabetesCast, no YouTube e no Spotify.

REDAÇÃO


FONTE: https://umdiabetico.com.br/herpes-pode-descompensar-o-diabetes/

 

 

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  • ⚕️ Aviso médico: As informações deste artigo têm caráter exclusivamente educativo e não substituem a consulta com médico e/ou nutricionista. Cada pessoa tem necessidades individuais , busque sempre orientação profissional antes de Tratamento

MELHOR IDADE: Você sabe o que é FECALOMA?

 Fecaloma é uma massa de fezes muito dura, seca e grande, que fica presa no reto e às vezes no final do intestino. Acontece quando as fezes ficam acumuladas por muitos dias.

O que é e por que acontece
É o resultado de uma prisão de ventre prolongada. Em idosos isso é mais comum por alguns motivos:
• pouco movimento, ficam muito tempo sentados ou deitados
• beber pouca água
• alimentação com pouca fibra
• alguns remédios que ressecam o intestino
• não ir ao banheiro quando sente vontade
Como percebi na minha mãe
No meu caso, quando a dieta dela estava errada, ela ficava inquieta, sem apetite e até um pouco agressiva. Depois percebi que ela não estava conseguindo evacuar.
Idosos com Alzheimer muitas vezes não conseguem avisar.
Fique atenta a estes sinais:
• mais de 3 a 4 dias sem evacuar
• barriga inchada e dura
• dor ou esforço para fazer cocô
• febre, náusea ou ficar muito irritada sem motivo claro
O que ajuda a prevenir no dia a dia
Converse com o médico e a nutricionista dela antes de mudar qualquer coisa.
O que costuma ajudar:
• Líquidos: ofereça água várias vezes ao dia
• Alimentação: dieta com fibras na medida certa, orientada por nutricionista
• Movimento: mesmo sentada, movimentar as pernas e mudar de posição ajuda o intestino
• Massagem leve: o que eu fazia era colocar um pouco de óleo na mão e fazer movimentos suaves ao redor do umbigo, no sentido horário. Sempre com delicadeza e só se ela deixasse. Isso pode ajudar a estimular, mas não substitui o tratamento
O que NÃO fazer sozinha
Fecaloma pode ser perigoso. Não tente retirar com a mão, não use lavagem intestinal, laxante ou supositório por conta própria. A retirada, quando necessária, deve ser feita por profissional de saúde treinado, para não machucar o reto e evitar dor forte ou sangramento.
Quando procurar atendimento rápido
Procure o serviço de saúde se:
• não evacua há 4 a 5 dias
• a barriga está muito distendida
• tem febre, vômito, dor forte ou sangue nas fezes
• fica sonolenta, confusa ou desmaia ao tentar evacuar
A prevenção é o ponto principal.
Observar a frequência das
evacuações, anotar quando vai ao banheiro e manter a alimentação adequada fez toda diferença aqui em casa. Depois que trocamos de nutricionista e ajustamos a dieta, o intestino dela funcionou muito melhor.
Essas informações são educativas e não substituem a orientação do médico, enfermeiro ou nutricionista que acompanha sua mãe.










FONTE: https://www.facebook.com/alzheimer.annaizabel?__cft__[0]=AZg4XBxIzlGFLzZIKDhrF0dyHSs_T9tiA8iUBIw-wGtLJztHsqErEiR6MZqd7j9Mu71zDOicL404ki3BsmRjdUkInkSA1ivE0vBEm8WzFBdmEDUA6bN4QDGnheQhnd9IddcF4YYXRMPeY2cw_2TZqKF_9Hd4NnsU07D2JKiigcuWVrRGVftnKaXIiM8&__tn__=-UC%2CP-R


 

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MELHOR IDADE: A relação entre a família e o cuidador profissional

 Aqui em casa sempre preferimos estar unidas. Era uma integração total. Cada uma exercendo a sua função, mas sempre juntas.

E é isso que faz a relação com o cuidador profissional dar certo. Quando o cuidador inicia o trabalho de cuidar da pessoa idosa, inicia-se também uma relação que exige conhecimento, aceitação e, acima de tudo, uma postura ética. É preciso que a pessoa idosa e a família compreendam os direitos e deveres dessa função.
Cuidar não é terceirizar o amor, é somar competências. No dia a dia, o cuidador pode enfrentar situações bastante delicadas e estressantes, e é aí que a postura da família faz toda a diferença.
A família dificulta o trabalho quando:
• Abandona: se afasta totalmente por considerar que cumpriu seu papel ao entregar a pessoa idosa em suas mãos. Isso gera insegurança e solidão no cuidador e desamparo no idoso.
• Interfere com superproteção: exige medicação não prescrita pelo médico ou não deixa que se cumpram as determinações dos profissionais de saúde.
• Coloca no meio do conflito: nas disputas familiares, solicita que o cuidador tome partido ou sirva de espião para um dos lados.
• Desvia a função: determina que realize tarefas domésticas, prejudicando e abandonando o cuidado principal com a pessoa idosa.
A família ajuda quando:
• Colabora: auxilia no cuidado, sem abandonar.
• Supervisiona sem interferir: acompanha as funções, dando condições para que o trabalho seja realizado com tranquilidade.
• Reconhece: conhece e respeita seus direitos e deveres.
• Valoriza como profissional: trata com respeito, reconhecendo suas habilidades e competências.
No fim, quando há parceria de verdade, quem ganha é a pessoa idosa, que se sente segura, amada e bem cuidada por todos.













FONTE: https://www.facebook.com/alzheimer.annaizabel?__cft__[0]=AZg4XBxIzlGFLzZIKDhrF0dyHSs_T9tiA8iUBIw-wGtLJztHsqErEiR6MZqd7j9Mu71zDOicL404ki3BsmRjdUkInkSA1ivE0vBEm8WzFBdmEDUA6bN4QDGnheQhnd9IddcF4YYXRMPeY2cw_2TZqKF_9Hd4NnsU07D2JKiigcuWVrRGVftnKaXIiM8&__tn__=-UC%2CP-R



 

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