Powered By Blogger

sábado, 3 de outubro de 2026

ADJ Diabetes Brasil>DIA NACIONAL DE PREVENÇÃO DA OBESIDADE - Vamos conversar? 9 e 10/10 - das 9h às 16h - CPTM Barra Funda - Gratuito

 


A obesidade é fator de risco para o desenvolvimento de outras 192 doenças.
Entre elas: diabetes, hipertensão arterial, câncer, asma, doenças ortopédicas e outras.
DIA NACIONAL DE PREVENÇÃO DA OBESIDADE - Vamos conversar?
9 e 10/10 - das 9h às 16h - CPTM Barra Funda - Gratuito
teste de glicemia - peso - altura - circunferência abdominal - conversa com profissionais de saúde
Realização ADJ Diabetes Brasil @adjdiabetesbrasil
Patrocínio Lilly @lilly_brasil
Apoio MedLevensohn @medlevensohn
Apoio Institucional Cia. Paulista de Trens Metropolitanos - CPTM @cptm_oficial













FONTE: https://web.facebook.com/ADJDiabetesBrasil?__cft__[0]=AZhawxSrgCyUk-9wvSefWvkyf-WCYiUZ2j13KjzkPIs7fkWl8Gu89iC_9hLVqQ8VJqkyMU4_iZRiJR3E-eJ9NzWNnWr_fADyZiKzZBqFSbgr80nep7ZZT7jZIf_k-WH0vEboloTAGpOoKdwSZoeZ8ZYYzNnxZnJux6UmL9bEyf9X6COJwpPVeFx520n3ix0&__tn__=-UC%2CP-R 

 DislexiaMT

 

 


informativo procure seu médico

abs

Carla



  • ⚕️ Aviso médico: As informações deste artigo têm caráter exclusivamente educativo e não substituem a consulta com médico e/ou nutricionista. Cada pessoa tem necessidades individuais , busque sempre orientação profissional antes de Tratamento

DIABETES: Rastreamento do diabetes tipo 1 reduz em até 90% os casos de cetoacidose, mostram evidências destacadas no EASD 2026

 

Pesquisadora Anette-Gabriele Ziegler recebeu o Claude Bernard Prize durante o congresso por sua trajetória na identificação precoce da doença




O rastreamento do diabetes tipo 1 foi um dos temas de destaque durante a EASD 2026, em Milão, na Itália.

A estratégia permite reconhecer alterações relacionadas à doença antes do aparecimento dos sintomas e está associada a uma redução de aproximadamente 90% nos casos de cetoacidose diabética no momento do diagnóstico clínico.

O tema também marcou a trajetória da médica e pesquisadora Anette-Gabriele Ziegler, que recebeu durante o congresso o Claude Bernard Prize, principal reconhecimento da Associação Europeia para o Estudo do Diabetes (EASD) por sua contribuição à pesquisa em diabetes.

Em vídeo enviado ao Portal Um Diabético, a endocrinologista Dra. Denise Franco destacou a importância dos resultados relacionados ao rastreamento e à identificação dos autoanticorpos.

Menos cetoacidose no momento do diagnóstico

A cetoacidose diabética é uma complicação aguda que ocorre quando há deficiência importante de insulina. Ela provoca aumento da glicose e da produção de corpos cetônicos, levando à acidificação do sangue. Em muitos casos, é justamente a cetoacidose que leva uma pessoa ao atendimento médico e resulta no diagnóstico do diabetes tipo 1.

O rastreamento busca antecipar esse momento.

Um dos estudos que ajudaram a demonstrar esse impacto foi realizado na Alemanha com familiares de pessoas com diabetes tipo 1. Publicado em 2012, o trabalho acompanhou crianças que foram submetidas à pesquisa de autoanticorpos relacionados ao diabetes tipo 1.

Entre as crianças rastreadas que desenvolveram a doença clínica, 3,3% apresentaram cetoacidose no diagnóstico. Entre aquelas que não haviam participado do rastreamento, a frequência foi de 29,1%.

Na prática, a diferença representa uma redução de mais de dez vezes na ocorrência da cetoacidose entre os grupos, resultado que corresponde a aproximadamente 90%.

Evidências posteriores também reforçaram esse efeito. Um documento internacional sobre o rastreamento de autoanticorpos em crianças destaca que programas de identificação precoce estão associados a uma redução superior a dez vezes na frequência de cetoacidose no diagnóstico clínico.

A importância do resultado está no fato de que o diabetes tipo 1 pode ser identificado antes que a pessoa apresente os sinais mais conhecidos da doença, como muita sede, aumento da frequência urinária e perda de peso.

Uma trajetória reconhecida pela EASD

A relação entre o rastreamento e a redução das complicações no diagnóstico também está ligada ao trabalho desenvolvido por Anette-Gabriele Ziegler ao longo de décadas.

Diretora do Instituto de Pesquisa em Diabetes do Helmholtz Munich e professora da Universidade Técnica de Munique, na Alemanha, a pesquisadora dedicou parte significativa de sua carreira à compreensão de como o diabetes tipo 1 se desenvolve antes do aparecimento dos sintomas.

Esse trabalho contribuiu para o desenvolvimento de estratégias de rastreamento capazes de identificar pessoas que já apresentam sinais imunológicos da doença, mesmo antes de alterações clínicas mais evidentes.

Em 2026, Ziegler recebeu o 58º Claude Bernard Prize, concedido pela EASD por sua trajetória e contribuição à pesquisa em diabetes. O prêmio é considerado a principal distinção da associação na área de pesquisa sobre a doença.

Durante a EASD 2026, a pesquisadora também apresentou a Claude Bernard Lecture, reforçando o espaço que o rastreamento e a identificação precoce ocupam em sua trajetória científica.

O que os estudos mostram sobre o rastreamento?

Um dos trabalhos mais recentes relacionados ao tema foi publicado em 2026 no periódico científico JAMA. O estudo acompanhou 220.476 crianças e avaliou a identificação de diabetes tipo 1 em estágios anteriores ao surgimento dos sintomas.

Na primeira avaliação, 590 crianças apresentaram sinais compatíveis com estágios iniciais do diabetes tipo 1. Entre aquelas acompanhadas posteriormente, parte evoluiu para a fase clínica da doença.

O estudo também chamou atenção para outro ponto: a evolução do diabetes tipo 1 foi observada tanto em crianças com histórico familiar da doença quanto naquelas sem familiares de primeiro grau com diabetes tipo 1.

Isso reforça uma questão importante para o rastreamento: embora o histórico familiar aumente o risco, o diabetes tipo 1 também pode surgir em crianças sem esse antecedente.

Autoanticorpos ajudam a identificar o processo antes dos sintomas

O rastreamento é realizado por meio da pesquisa de autoanticorpos relacionados ao diabetes tipo 1. Eles são produzidos pelo sistema imunológico e estão associados ao ataque às células beta do pâncreas, responsáveis pela produção de insulina.

Entre os principais marcadores avaliados estão os autoanticorpos contra insulina (IAA), GAD, IA-2 e ZnT8.

A presença de dois ou mais autoanticorpos, especialmente quando confirmada em exames posteriores, está associada a um risco elevado de progressão para o diabetes tipo 1 clínico.

A identificação desses marcadores permite classificar a doença em diferentes estágios. Nos estágios iniciais, a pessoa ainda pode não apresentar sintomas e nem precisar de insulina, mas já existem alterações imunológicas e metabólicas relacionadas ao desenvolvimento da doença.

Esse período abre uma oportunidade para acompanhamento médico, orientação da família e reconhecimento dos sinais que indicam a evolução para a fase clínica.

O que acontece depois de um resultado positivo?

Um resultado positivo para autoanticorpos não significa, por si só, que a pessoa já tenha diabetes tipo 1 clínico. Por isso, a confirmação e o acompanhamento são partes importantes do processo.

A avaliação médica pode incluir novos exames para confirmar a presença dos autoanticorpos, acompanhamento da glicose e orientação sobre sintomas que precisam de atenção.

Esse acompanhamento tem uma finalidade prática: reconhecer a progressão da doença antes que ela chegue a uma situação de emergência.

É justamente nesse ponto que a redução da cetoacidose ganha importância. Quando o diabetes tipo 1 é identificado antes do aparecimento dos sintomas graves, a pessoa e a família têm mais tempo para receber informações, iniciar o tratamento adequado quando necessário e se preparar para a nova rotina.

O rastreamento muda o momento do diagnóstico

Os dados acumulados ao longo dos anos ajudam a explicar por que o rastreamento do diabetes tipo 1 ganhou espaço nas discussões científicas da EASD 2026.

Em vez de esperar que a doença se manifeste de forma clínica, a estratégia busca identificar alterações imunológicas antes dessa fase. A redução de aproximadamente 90% na ocorrência de cetoacidose observada em populações rastreadas mostra uma das principais consequências práticas dessa antecipação.

A premiação de Anette-Gabriele Ziegler durante o congresso também evidencia a trajetória de pesquisas que ajudaram a transformar o rastreamento em uma estratégia de investigação e acompanhamento do diabetes tipo 1.

Para pessoas e famílias que convivem com a doença, o impacto está principalmente na possibilidade de chegar ao diagnóstico com mais informação e menos situações de emergência.

A discussão sobre quem deve ser rastreado, em que idade e como organizar esse acompanhamento ainda faz parte das pesquisas e das políticas de saúde. Mas os resultados apresentados e discutidos ao longo dos últimos anos reforçam o papel da identificação precoce na mudança da forma como o diabetes tipo 1 pode ser reconhecido.




FONTE:  https://umdiabetico.com.br/


 

 DislexiaMT

 

 


informativo procure seu médico

abs

Carla



  • ⚕️ Aviso médico: As informações deste artigo têm caráter exclusivamente educativo e não substituem a consulta com médico e/ou nutricionista. Cada pessoa tem necessidades individuais , busque sempre orientação profissional antes de Tratamento

DIABETES: Maçã e diabetes: entenda por que o aumento da glicose pode ter outra explicação


Antes de culpar a fruta, é preciso considerar como estava a glicemia e outros fatores que interferem no controle



A maçã contém carboidrato e pode provocar alterações na glicemia, mas isso não significa que a fruta seja inadequada para quem tem diabetes. Segundo a nutricionista e educadora em diabetes Maristela Struffaldi, outros fatores também podem interferir nessa resposta.

A fruta contém frutose, um açúcar natural, além de fibras. Uma maçã média apresenta cerca de 15 gramas de carboidrato e tem baixo índice glicêmico, característica associada a uma absorção mais gradual dos carboidratos.

O que pode fazer a glicemia subir

Quando a glicemia aumenta depois do consumo de uma maçã, é necessário considerar como estava a glicose antes da fruta. Uma pessoa pode começar a alimentação com a glicemia acima do esperado e perceber uma nova elevação depois de comer.

Para quem utiliza insulina, também é necessário avaliar se o esquema de medicação está adequado para a quantidade de carboidrato consumida. Essa análise deve ser feita com a equipe de saúde.

O tamanho da maçã também interfere na quantidade de carboidrato ingerida. Uma unidade menor terá uma quantidade diferente de carboidrato em comparação com uma fruta maior.

Sono e insulina também podem interferir

A alimentação não é o único fator que pode alterar a glicemia. Durante o DiabetesCast, Maristela explicou que condições como qualidade do sono, presença de uma infecção e quantidade de insulina basal também podem influenciar os níveis de glicose.

Isso significa que uma elevação observada depois de comer determinado alimento não deve ser analisada de forma isolada. O contexto do tratamento e da rotina também precisa ser considerado.

A nutricionista destacou que existem diversos fatores que interferem na glicemia. A alimentação é apenas uma parte desse conjunto.

Mitos e verdades sobre a alimentação de quem convive com diabetes | DiabetesCast #19

Maçã pode fazer parte da alimentação

Segundo Maristela, nenhuma fruta é proibida para quem tem diabetes, e a maçã pode fazer parte da alimentação. A fruta fornece fibras e apresenta baixo índice glicêmico.

O consumo precisa ser analisado de acordo com a quantidade de carboidrato, o tamanho da porção e o tratamento utilizado por cada pessoa.

Quando há elevações frequentes da glicemia após o consumo de uma fruta, a avaliação deve considerar também a glicemia anterior, o horário do consumo, a quantidade ingerida e o esquema de medicação.

A análise individual permite entender se a alteração está relacionada à quantidade de carboidrato da refeição ou a outros fatores que também interferem no controle glicêmico.

5 dicas para comer maçã e acompanhar a glicemia

  1. Observe a glicemia antes de comer
    Verifique como está a glicose antes do consumo para não atribuir automaticamente uma eventual elevação à maçã.
  2. Considere o tamanho da maçã
    Uma maçã média tem cerca de 15 g de carboidrato. Frutas maiores ou menores terão quantidades diferentes.
  3. Considere a quantidade de carboidrato
    Para quem usa insulina, a quantidade de carboidrato da fruta deve ser considerada no esquema de tratamento, conforme orientação da equipe de saúde.
  4. Não olhe apenas para a fruta
    Sono, infecções e quantidade de insulina basal também podem interferir na glicemia.
  5. Não trate a maçã como alimento proibido
    A maçã contém fibras e tem baixo índice glicêmico, podendo fazer parte da alimentação de quem tem diabetes.

Gerente de Conteúdo e Redes Sociais - Jornalista mineira, natural de Uberlândia, Laura é descolada, sensível e criativa. Traz para o projeto uma visão estratégica e conectada com as tendências digitais. É responsável pela distribuição dos conteúdos nas redes sociais, escreve reportagens especiais para o portal e atua na produção audiovisual. Desde que abraçou a causa do diabetes, há três anos, mergulhou no universo do Um Diabético com dedicação e empatia. Está constantemente se atualizando para potencializar o alcance e o impacto do nosso conteúdo.






FONTE:  https://umdiabetico.com.br/


 

 DislexiaMT

 

 


informativo procure seu médico

abs

Carla



  • ⚕️ Aviso médico: As informações deste artigo têm caráter exclusivamente educativo e não substituem a consulta com médico e/ou nutricionista. Cada pessoa tem necessidades individuais , busque sempre orientação profissional antes de Tratamento