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sexta-feira, 15 de maio de 2026

15 /05– Dia Nacional do Controle das Infecções Hospitalares. Data instituída pela Lei nº 11.723/2008

 


 

No dia 15 de maio de 1847, na Hungria, o médico obstetra Ignaz Semmelweis defendeu e incorporou a prática de lavar as mãos como uma atitude obrigatória para enfermeiros e médicos que entravam nas enfermarias. A partir dessa iniciativa simples e eficaz, foi observada uma considerável redução na taxa de mortalidade das pacientes.

Por essa razão, a data foi incorporada ao Calendário da Saúde como o Dia Nacional do Controle das Infecções Hospitalares, instituído pela Lei 11.723/2008, com o objetivo de conscientizar autoridades, gestores e profissionais dos serviços de saúde, além da população em geral, sobre a importância do controle das infecções para toda a sociedade.

Infecções hospitalares representam um grave problema de saúde pública por sua gravidade e pelo aumento do tempo de internação, e em muitos casos podem levar à morte.

No Brasil, a estimativa é de que a taxa de infecção seja de 5% a 14% do total de internações.

Infecção hospitalar é aquela que ocorre após a entrada do paciente no serviço de saúde e pode surgir durante a internação ou após a alta.

Portaria MS/GM nº 2.616/1998 estabelece as diretrizes e normas para o controle de infecção hospitalar no país e as competências dos diferentes níveis de governo e dos hospitais.

Prevenção:

As ações de educação permanente sobre as medidas de prevenção são fundamentais para reduzir os índices de infecções no ambiente hospitalar.

Pacientes com extremos de idade (crianças e idosos), que possuem doenças de base, como diabetes, leucemia, HIV, e problemas no coração e pulmão ou que tomam corticoides também são mais vulneráveis às infecções.

A forma mais simples e efetiva de evitar a transmissão de infecções em ambiente hospitalar é a higienização de mãos. Pode ser por meio da lavagem com água e sabão ou pela fricção com álcool 70%.

A atenção aos cuidados de precaução, sinalizados pela equipe de saúde, também devem ser observados pelos pacientes. Além de higienizar suas mãos, principalmente antes das refeições e após usar o banheiro, é importante estabelecer uma boa comunicação com o pessoal de saúde para entender com clareza os cuidados que lhe estão sendo direcionados e, dessa forma, também contribuir ativamente para sua recuperação.

A baixa adesão ao uso correto de equipamentos de proteção individual (EPIs) e à higiene das mãos ainda são fatores importantes para a disseminação de infecções nos serviços de saúde brasileiros.

No cenário da pandemia da Covid-19, porém, destacam-se pelo menos dois aspectos positivos: o aumento da credibilidade e da valorização dos profissionais envolvidos na prevenção e no controle de infecções, e a comprovação de que medidas simples como a higiene das mãos salvam vidas.

Lavagem das mãos:

As mãos devem ser umedecidas antes de colocar o sabão, de preferência líquido, para evitar que se toque no reservatório. Em seguida, esfregam-se bem o dorso, a palma, os dedos e os vãos entre os dedos.

É preciso tomar cuidado, também, com a área embaixo das unhas. Se a pessoa tem unhas mais longas, deve colocar sabão e esfregar embaixo delas. Nos hospitais, existem espátulas que ajudam a limpar essa região. Na hora de enxaguar, os dedos devem ser virados para cima, na direção da água que cai. Não devem ser usadas toalhas de pano para secar as mãos e, sim, toalhas de papel que servirão também para fechar a torneira.

Neste ano de 2022, a Associação Brasileira dos Profissionais em Controle de Infecções e Epidemiologia Hospitalar (ABIH) e o Colégio Brasileiro de Cirurgiões (CBC), em parceria com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), estão promovendo a Campanha Nacional “Cirurgias Seguras: prevenção de infecções de sítio cirúrgico” visando conscientizar os trabalhadores em saúde, gestores e a população em geral sobre a importância da prevenção de infecção nos procedimentos cirúrgicos.

Com a alta demanda para o retorno dos procedimentos cirúrgicos represados por conta da pandemia, é preciso relembrar todos os passos que garantem uma cirurgia mais segura, entre eles, como devemos agir para que não ocorram infecções associadas a esses procedimentos.

Entre as principais medidas para uma cirurgia segura e para prevenir as infecções de sítio cirúrgico estão:

– Higiene das mãos pelos profissionais de saúde, seguindo a técnica correta.
– Antibioticoprofilaxia: Indicação apropriada; escolher o medicamento adequado, levando em consideração o sítio a ser operado; administrar dose efetiva em até 60 minutos antes da incisão cirúrgica.
– Não realizar tricotomia: quando estritamente necessário, utilizar tricotomizador.
– Controle de glicemia no pré-operatório e no pós-operatório imediato.
– Manutenção da normotermia do paciente em todo peri-operatório.
– Utilizar antissépticos que contenham álcool (associadas a clorexidina ou iodo) no preparo da pele do paciente antes da cirurgia.
– Utilizar a Lista de Verificação de Segurança Cirúrgica (LVSC) para evitar a ocorrência de danos ao paciente.
– Realizar a vigilância de casos de infecção por busca ativa.
– Orientar pacientes e familiares sobre as principais medidas de prevenção de Infecção do Sítio Cirúrgico (ISC): higiene das mãos, cuidados com curativos e drenos etc.

Abaixo, segue relação de materiais publicados pela Anvisa sobre o tema e que podem ser utilizados nas campanhas locais:

Cartaz 15 de Maio COMPLETO (https://www.gov.br/anvisa/pt-br/assuntos/servicosdesaude/prevencao-e-controle-de-infeccao-e-resistencia-microbiana/15-de-maio-1-1.pdf)

Protocolo para Cirurgia Segura 

Vídeo: Principais Medidas de Prevenção de Infecção de Sítio Cirúrgico 

Cartaz – Práticas seguras para prevenção de danos cirúrgicos 

Cartaz – Principais medidas de prevenção de infecção cirúrgica 

Cartaz – HIGIENIZE AS MÃOS: SALVE VIDAS Antissepsia ou Preparo Pré-Operatório das Mãos

Cartaz – Técnica para Antissepsia Cirúrgica das Mãos com Produto à Base de Álcool

Cartaz – Principais medidas de prevenção de infecção puerperal para o parto cesariana

Medidas de Prevenção de Infecção Cirúrgica – Capítulo 4 do Caderno Medidas de Prevenção de Infecção Relacionada à Assistência à Saúde

Caderno 9 – Medidas de Prevenção de Endoftalmites e de Síndrome Tóxica do Segmento Anterior Relacionadas a Procedimentos Oftalmológicos Invasivos 

5 Momentos para Higiene das Mãos – Foco no cuidado do paciente com ferida pós-operatória

 



Fontes
:

Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa)
Associação Brasileira dos Profissionais em Controle de Infecções e Epidemiologia Hospitalar (ABIH)
Dr. Dráuzio Varella

Prefeitura da Cidade de São Paulo









FONTE: https://bvsms.saude.gov.br

                                      


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Carla

quinta-feira, 14 de maio de 2026

Brócolis pode ajudar a proteger os rins de pessoas com diabetes, aponta estudo brasileiro

 


Pesquisa identificou que composto natural do brócolis reduziu danos renais ligados à hiperglicemia em modelo experimental


Quem convive com diabetes sabe que manter a glicose controlada vai além dos números exibidos no sensor ou no glicosímetro. Quando a hiperglicemia permanece por muito tempo, diferentes órgãos podem sofrer impactos silenciosos. Entre eles estão os rins, que podem perder função progressivamente antes mesmo do aparecimento de sintomas.

Nesse contexto, pesquisadores brasileiros identificaram um possível aliado natural na proteção renal: o L-sulforafano, composto presente no brócolis e em outros vegetais crucíferos. O estudo mostrou que a substância conseguiu reativar mecanismos de defesa antioxidante das células renais e reduzir danos provocados pelo excesso de açúcar no sangue.


A pesquisa foi desenvolvida em parceria entre a Universidade Federal de Jataí (UFJ) e a Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (FMRP-USP).

Nefropatia diabética pode evoluir sem sintomas

A nefropatia diabética é uma das principais causas de doença renal crônica e falência renal no mundo. O quadro acontece quando níveis elevados de glicose causam lesões progressivas nos rins.

Segundo a Profa. Dra. Rita de Cássia Aleixo Tostes Passaglia, do Departamento de Farmacologia da FMRP-USP, o problema costuma avançar silenciosamente.

“O diabetes mellitus é uma das principais causas de doença renal crônica e falência renal terminal em todo o mundo, e a hiperglicemia é o sintoma principal do diabetes. Quando os sintomas aparecem, a doença já pode estar em um estágio avançado. Uma vez estabelecida, ela é progressiva e pode levar à necessidade de diálise ou transplante”, explica a pesquisadora.

Além disso, a especialista destaca que a doença renal diabética frequentemente está associada à hipertensão arterial. Nesse cenário, o comprometimento dos rins também pode agravar alterações cardiovasculares, criando um ciclo contínuo de danos ao organismo.

Mitos e verdades sobre a alimentação de quem convive com diabetes | DiabetesCast #19

Como o excesso de açúcar afeta os rins

Os pesquisadores avaliaram como a hiperglicemia interfere nas defesas naturais das células renais. Entre os mecanismos observados, o estresse oxidativo apareceu como um dos principais fatores envolvidos na lesão renal.

Em condições normais, o organismo produz enzimas antioxidantes capazes de neutralizar radicais livres. No entanto, quando a glicose permanece elevada por longos períodos, esse sistema passa a funcionar de forma insuficiente.

Nesse processo, uma proteína chamada Nrf2 exerce papel importante. Ela atua como reguladora da defesa antioxidante celular. Para funcionar corretamente, o Nrf2 precisa migrar para o núcleo das células e ativar genes responsáveis pela produção de enzimas protetoras.

Por outro lado, os experimentos mostraram que a hiperglicemia impede essa migração em pessoas com diabetes. Como consequência, as células renais ficam mais vulneráveis ao dano oxidativo.

Os pesquisadores também identificaram outro mecanismo relevante. O excesso de açúcar aumentou um processo chamado O-GlcNAcilação, que modifica quimicamente o Nrf2 e reduz ainda mais sua atividade. Portanto, a hiperglicemia não apenas aumenta a produção de radicais livres, mas também enfraquece o sistema de proteção das células.

Sulforafano presente no brócolis reduziu danos renais

Foi nesse ponto que o L-sulforafano passou a ser analisado. O professor Rafael Menezes da Costa, da UFJ, conduziu os experimentos durante um estudo de pós-doutorado realizado na FMRP-USP.

Os pesquisadores utilizaram ratos alimentados com dieta rica em açúcar durante 12 semanas. Segundo os cientistas, esse modelo reproduz alterações metabólicas semelhantes às observadas em pessoas com diabetes.

Nas últimas quatro semanas do experimento, o L-sulforafano foi administrado para avaliar se a ativação da via Nrf2 conseguiria reduzir os danos nos rins.

Os resultados mostraram que o composto reativou o Nrf2, permitindo que o fator antioxidante retornasse ao núcleo celular. Com isso, houve retomada da produção de enzimas protetoras.

Além disso, os pesquisadores observaram redução dos radicais livres e da oxidação de proteínas. Alterações estruturais nos rins também diminuíram, incluindo acúmulo de colágeno, dilatação dos túbulos renais e sinais iniciais de fibrose.

O estudo ainda identificou melhora em parâmetros funcionais importantes. A creatinina sérica apresentou redução, enquanto a taxa de filtração glomerular teve recuperação parcial. Esses dados indicam melhora na capacidade dos rins de filtrar o sangue.

Segundo Rafael Menezes da Costa, esse mecanismo pode ajudar a explicar uma situação observada na prática clínica. Muitos pacientes desenvolvem insuficiência renal mesmo após melhora parcial da glicemia. Isso ocorre porque o sistema antioxidante pode continuar comprometido mesmo diante de algum controle glicêmico.

O que os resultados significam para quem vive com diabetes

Os pesquisadores reforçam que os dados ainda pertencem à fase experimental. Até o momento, os resultados foram observados apenas em modelo animal.

Agora, os próximos passos incluem avaliar se o mesmo mecanismo também acontece em humanos.

“Queremos entender se o mesmo mecanismo observado em modelos experimentais também ocorre em pacientes diabéticos, e se compostos naturais poderiam produzir os mesmos efeitos benéficos”, afirma a Profa. Dra. Rita de Cássia Aleixo Tostes Passaglia.

Nesse contexto, o L-sulforafano poderá ser investigado futuramente como terapia complementar para prevenção da nefropatia diabética. No entanto, os pesquisadores destacam que essa possibilidade ainda depende de estudos clínicos em humanos.

O que pode ser feito na rotina agora

Embora o estudo ainda esteja em fase experimental, os pesquisadores apontam medidas que já fazem parte do cuidado renal em pessoas com diabetes.

Entre elas estão:

  • incluir regularmente alimentos como brócolis, couve, repolho e couve-flor na alimentação de quem tem diabetes;
  • manter o controle glicêmico para reduzir os impactos da hiperglicemia crônica;
  • realizar exames periódicos de função renal;
  • conversar com o endocrinologista sobre rastreamento de nefropatia diabética e proteção dos rins.

Além disso, os especialistas reforçam que a doença renal diabética costuma começar sem sintomas. Portanto, exames preventivos seguem sendo parte importante do acompanhamento do diabetes.




Gerente de Conteúdo e Redes Sociais - Jornalista mineira, natural de Uberlândia, Laura é descolada, sensível e criativa. Traz para o projeto uma visão estratégica e conectada com as tendências digitais. É responsável pela distribuição dos conteúdos nas redes sociais, escreve reportagens especiais para o portal e atua na produção audiovisual. Desde que abraçou a causa do diabetes, há três anos, mergulhou no universo do Um Diabético com dedicação e empatia. Está constantemente se atualizando para potencializar o alcance e o impacto do nosso conteúdo.



FONTE: https://umdiabetico.com.br/


                                      


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abs

Carla

12 mitos e verdades sobre diabetes que ainda confundem muita gente

 

Dúvidas sobre açúcar, insulina, frutas e atividade física são comuns entre quem convive com diabetes. Especialistas consultados pelo portal esclarecem as principais.



“Você tem diabetes porque comeu muita besteira.” Quem convive com a doença já ouviu frases assim e sabe o quanto a desinformação pode pesar. Nesse contexto, o Portal Um Diabético reuniu as dúvidas mais frequentes e as respondeu com base em evidências e orientação especializada.

1. Comer muito doce causa diabetes?

Não necessariamente. Essa é uma das confusões mais comuns sobre a doença. O diabetes tipo 1 é uma condição autoimune: o sistema imunológico ataca as células produtoras de insulina no pâncreas, independentemente da dieta. Já o diabetes tipo 2 resulta de uma combinação de fatores como predisposição genética, sedentarismo e excesso de peso. O consumo de açúcar, portanto, não é a causa isolada da doença.


2. Excesso de peso aumenta o risco de diabetes tipo 2?

Sim. O acúmulo de gordura corporal, especialmente na região abdominal, está associado à resistência à insulina, mecanismo central no desenvolvimento do tipo 2. Por isso, manter um peso saudável e adotar hábitos ativos faz parte tanto da prevenção quanto do tratamento.

3. Insulina causa dependência?

Não. A insulina é um hormônio essencial para o funcionamento do organismo. Quando alguém passa a utilizá-la, significa que o organismo perdeu, parcial ou totalmente, a capacidade de produzi-la, e não que desenvolveu dependência. Além disso, o ajuste de doses ao longo do tempo reflete a busca pelo controle glicêmico adequado, não uma escalada viciante.

4. Diabetes é contagioso?

Não. O diabetes não se transmite por contato, sangue ou secreções. Embora o histórico familiar aumente o risco de desenvolver o tipo 2, isso não significa que todos os membros de uma família desenvolverão a condição. A predisposição genética é um fator de risco, não uma sentença.

5. Quem tem diabetes pode comer frutas à vontade?

Não. As frutas são fontes importantes de fibras, vitaminas e minerais e devem fazer parte do cardápio de quem tem diabetes. No entanto, elas contêm frutose, que o organismo converte em glicose. Por isso, a palavra-chave é moderação, e não proibição.




6. Quem tem diabetes não pode comer açúcar?

Mito. Pequenas quantidades de doces podem ser consumidas, desde que dentro do plano alimentar e com a glicemia monitorada. Um quadrado de chocolate meio amargo, por exemplo, combina prazer e perfil antioxidante do cacau. A restrição absoluta não é o objetivo, o equilíbrio, sim.

Vale lembrar: durante episódios de hipoglicemia, o consumo imediato de cerca de 15 g de carboidrato de rápida absorção é justamente o tratamento indicado.

MITOS E VERDADES SOBRE DIABETES: TUDO O QUE VOCÊ PRECISA SABER | Tom Bueno

7. Quando a glicose estiver controlada, posso parar o tratamento?

Não. O controle glicêmico é resultado do tratamento, não sinal de que ele pode ser suspenso. Interromper medicamentos ou insulina sem orientação médica pode levar à descompensação rápida. Além disso, aumenta o risco de complicações graves: infarto, AVC, doença renal e perda de visão. Qualquer ajuste deve ser feito exclusivamente pelo médico.

8. Posso praticar atividade física à vontade?

Com planejamento, sim. O exercício físico é um dos pilares do controle glicêmico. No entanto, ele exige cuidados específicos para quem tem diabetes. Monitorar a glicemia antes, durante e depois da atividade é essencial para prevenir hipoglicemia ou hiperglicemia. O tipo de exercício, a intensidade e o momento do dia influenciam a resposta glicêmica de forma individual. Por isso, a orientação médica prévia é indispensável.

9. Diabetes tem cura?

Ainda não. Até o momento, não existe cura definitiva para o tipo 1 ou o tipo 2. O tipo 2 pode entrar em remissão com mudanças consistentes de estilo de vida, como perda de peso, alimentação saudável e atividade física regular. Todavia, isso não equivale a cura: se os hábitos piorarem, a glicemia pode voltar a se alterar. Nesse sentido, o acompanhamento contínuo permanece necessário.

10. Quem tem diabetes pode beber cerveja?

Com restrições. Segundo a Sociedade Brasileira de Diabetes, o consumo moderado é tolerado. Para homens, o limite é de até duas doses diárias (cerca de 710 ml); para mulheres, até uma dose (cerca de 355 ml). Além disso, o consumo excessivo aumenta o risco tanto de hipoglicemia quanto de hiperglicemia. Bebidas alcoólicas, portanto, nunca devem ser consumidas em jejum.

11. Quem tem diabetes pode comer pão?

Sim, com moderação. O pão pode integrar um plano alimentar equilibrado para quem tem diabetes. Nesse contexto, a preferência deve recair sobre versões integrais, que têm maior teor de fibras e menor impacto glicêmico. O controle da porção é o fator determinante.

12. Monitorar a glicose diariamente faz diferença?

Sim. O monitoramento frequente é a principal ferramenta para entender como alimentação, exercício, medicação e rotina afetam a glicemia de forma individual. Além disso, ele orienta tanto as decisões do paciente no dia a dia quanto os ajustes feitos pelo médico no tratamento.




Gerente de Conteúdo e Redes Sociais - Jornalista mineira, natural de Uberlândia, Laura é descolada, sensível e criativa. Traz para o projeto uma visão estratégica e conectada com as tendências digitais. É responsável pela distribuição dos conteúdos nas redes sociais, escreve reportagens especiais para o portal e atua na produção audiovisual. Desde que abraçou a causa do diabetes, há três anos, mergulhou no universo do Um Diabético com dedicação e empatia. Está constantemente se atualizando para potencializar o alcance e o impacto do nosso conteúdo.










FONTE: https://umdiabetico.com.br/12-mitos-e-verdades-sobre-diabetes-que-ainda-confundem-muita-gente/


                                      


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Carla