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domingo, 13 de setembro de 2026

DIABETES: 7 sinais que a boca pode dar em pessoas com diabetes

 

Consulta odontológica para avaliação da saúde bucal de pessoas com diabetes.


Gengivite, periodontite, boca seca e mau hálito estão entre as alterações que podem exigir atenção de quem tem diabetes.


A relação entre diabetes e saúde bucal costuma passar despercebida no dia a dia do tratamento.

Os efeitos da glicose elevada na boca, porém, são amplos e, muitas vezes, silenciosos.


Segundo a Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD), pessoas com diabetes fora da meta glicêmica enfrentam maior risco de doenças periodontais, cáries e perda de dentes. Essas complicações afetam diretamente a qualidade de vida. A recomendação das diretrizes de cuidado ao paciente com diabetes é clara: o paciente recém-diagnosticado precisa ser encaminhado para exame odontológico e periodontal completo. O monitoramento periódico deve continuar como parte do gerenciamento da condição.

Gengivite e periodontite exigem atenção redobrada

Entre as complicações bucais mais comuns está a gengivite, inflamação das gengivas mais frequente em crianças, adolescentes e adultos com diabetes. Quando tratada adequadamente, a condição é reversível. Já a periodontite representa um quadro mais grave. Trata-se de uma condição inflamatória crônica e multifatorial, com maior gravidade, prevalência e progressão acelerada em pacientes fora da meta glicêmica. Sem tratamento, a periodontite leva à destruição dos tecidos que sustentam os dentes e pode resultar em perda dentária.

Além do impacto local, ela contribui para a circulação de bactérias e para um quadro de inflamação disseminada no organismo. Esse processo eleva a glicemia e dificulta o controle do diabetes. Esse ciclo aumenta o risco de complicações como retinopatia, nefropatia, neuropatia e doenças cardiovasculares. Estudos internacionais têm demonstrado reduções significativas nos níveis de hemoglobina glicada em pacientes com diabetes tipo 2 após o tratamento da periodontite. O achado reforça a importância do cuidado odontológico como parte da terapia.

Cárie e perda de dentes têm maior gravidade no diabetes

A cárie dentária, condição multifatorial que provoca perda de estrutura do dente, também se desenvolve com mais facilidade em pessoas com diabetes. Quando não tratada, tende a evoluir com maior gravidade, exigindo mais frequentemente infecções de canal radicular e tratamento endodôntico. A perda de dentes é outro risco ampliado em pacientes fora da meta glicêmica. Além dos danos sociais e psicológicos, a perda dentária compromete a mastigação e dificulta o consumo de alimentos mais rígidos. Isso pode levar à substituição por alimentos macios, geralmente mais ricos em gordura e açúcar, o que dificulta ainda mais o controle glicêmico.


Más-oclusões e implantes também são afetados

Dentes fora de posição, as chamadas más-oclusões, podem prejudicar a mastigação, a dicção e a deglutição em pacientes com diabetes de qualquer idade. Crianças com diabetes podem apresentar erupção dentária acelerada. Durante tratamentos ortodônticos, a higienização inadequada dos acessórios colados aos dentes pode causar gengivite e aumento de volume gengival, dificultando a movimentação dentária planejada.

Pacientes com implantes dentários também merecem atenção. Mucosite e peri-implantite são condições que afetam os tecidos ao redor dos implantes. Ambas tendem a ser mais frequentes e mais graves em pessoas fora da meta glicêmica, incluindo maior perda óssea progressiva. Não há contraindicação para cirurgias de implantes ou outros procedimentos bucais em pacientes com diabetes. A recuperação, porém, costuma ser mais lenta e mais suscetível a infecções secundárias quando a glicemia não está controlada.

Boca seca, mau hálito e candidíase como sinais de alerta

A hipossalivação, redução do fluxo salivar que causa a sensação de boca seca, é mais comum entre pessoas com diabetes. Ela pode alterar o paladar, causar mau hálito e favorecer outras doenças bucais. A halitose, de origem geralmente bucal, também pode sinalizar descontrole glicêmico. A presença de corpos cetônicos altera o hálito, produzindo um odor semelhante ao de frutas envelhecidas. A queda da imunidade, somada à boca seca, favorece infecções repetidas causadas por fungos.

O que é importante entender

O conjunto dessas complicações bucais e suas consequências afeta diretamente a qualidade de vida de pessoas com diabetes. Por isso, as principais diretrizes de cuidado recomendam o encaminhamento para exame odontológico e periodontal completo logo após o diagnóstico. Essa avaliação integra o tratamento inicial do diabetes. O acompanhamento não deve se limitar a essa primeira avaliação. O monitoramento odontológico e periodontal periódico é parte do gerenciamento contínuo do diabetes. Ele caminha ao lado do controle glicêmico, alimentar e do acompanhamento clínico regular.

Sua glicose pode estar sendo afetada pela saúde da sua boca; saiba o que fazer | DiabetesCast #56


Jornalista com quase 30 anos de experiência em televisão no interior de São Paulo, atuando como coordenadora de conteúdo e responsável por produção de pautas. Atualmente é produtora executiva na TB Content.


FONTE: https://umdiabetico.com.br/7-sinais-que-a-boca-pode-dar-diabetes/



informativo procure seu médico

abs

Carla



  • ⚕️ Aviso médico: As informações deste artigo têm caráter exclusivamente educativo e não substituem a consulta com médico e/ou nutricionista. Cada pessoa tem necessidades individuais , busque sempre orientação profissional antes de Tratamento

CÂNCER: Mas, ao longo do tratamento oncológico, alguns efeitos colaterais podem mudar completamente a sua relação com a comida.

 Nutricionista Brena Custódio

 

Você pode ter entrado no tratamento decidida a se alimentar bem, manter sua força e fazer tudo o que estiver ao seu alcance para cuidar do corpo. Mas, ao longo do tratamento oncológico, alguns efeitos colaterais podem mudar completamente a sua relação com a comida.
É por isso que, muitas vezes, não basta dizer ao paciente oncológico que ele precisa “comer mais” ou “comer melhor”.
O problema pode não ser falta de vontade.
O corpo está passando por mudanças provocadas pela própria doença e pelo tratamento, e a alimentação precisa acompanhar essas mudanças.
Por isso, cuidar da nutrição durante o tratamento também significa identificar qual sintoma está dificultando a alimentação naquele momento e, junto à equipe que acompanha o caso, fazer as adaptações necessárias para favorecer uma ingestão adequada.
Porque o que ajuda quando existe náusea pode ser diferente do que ajuda quando há diarreia, falta de apetite, alteração no paladar ou feridas na boca.
O sintoma muda. A estratégia alimentar também pode precisar mudar.
E é exatamente essa lógica que eu ensino dentro do PASI, inclusive com os Planos de Controle de Sintomas para orientar a alimentação diante das diferentes dificuldades que podem aparecer durante o tratamento.










FONTE: https://web.facebook.com/brenacustodionutri?__cft__[0]=AZhvV-7ykROnw3z6eKFLqPltLx8B20NUT5jDNajPk4CF9xMi_-OGvxBBF6PhKps5ueroNK4ffZb9viwG_cjCKpGqgn_2VUUQRdxUvmF1TnMip_ZYMWBXcr--1W63U7jxOBumnQs2vUgvC0pkof2e1BZp2Ol4t1OEbVJ3pJ43b44elRiuwzebOZBB6kApV6Dnx4wmzQsGl8PRLoA&__tn__=-UC%2CP-R

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Carla


  • ⚕️ Aviso médico: As informações deste artigo têm caráter exclusivamente educativo e não substituem a consulta com médico e/ou nutricionista. Cada pessoa tem necessidades individuais , busque sempre orientação profissional antes de Tratamento

CÂNCER: Setembro Dourado busca conscientização sobre câncer infantojuvenil > Sinais e sintomas do câncer infantojuvenil

CONIACC

Confederação Nacional de Instituições de Apoio e 

Assistência à Criança e ao Adolescente com 

Câncer



O diagnóstico do câncer infantojuvenil é um processo muito complexo e cheio de variáveis. Diferente do adulto, raramente na criança detectamos exposição a fatores externos que estejam vinculados ao aparecimento da doença. Comumente, sua origem é embrionária, ou seja, a sua origem está na maioria das vezes, nas células responsáveis pela formação dos diversos tecidos da criança na vida intrauterina. Como estas células tem alto grau de replicação, o câncer oriundo destas células é mais agressivo e de evolução rápida. Porém, respondem melhor ao tratamento quimioterápico convencional, tendo maior chance de cura. Se diagnosticarmos precocemente, tratarmos com protocolos controlados e em hospitais adequados, esta chance de cura poderá ocorrer em mais de 70% dos casos.

Com a visão da importância do diagnóstico precoce do câncer infantojuvenil, a CONIACC, está empenhada em disseminar informações ao público em geral e aos agentes de saúde de todos os municípios brasileiros, sobretudo aos mais distantes dos grandes centros urbanos, sobre os principais sinais e sintomas do câncer infantojuvenil.

Quem ama está sempre atento. Seja um verdadeiro detetive contra o câncer infantojuvenil

Precisamos contar com todos os canais de comunicação disponíveis, para atingirmos os rincões mais distantes deste país, pois não é justo que uma criança ou adolescente tenha menor chance de cura por falta de informação e atendimento rápido em local especializado, quando necessita.

Para este fim, e através dos quadros abaixo vamos ajudar você a conhecer os principais tipos de câncer infantojuvenil e seus respectivos sinais e sintomas. Quanto mais cedo o diagnóstico, mais alta a chance de cura.

Estas informações não tem o intuito de alarmar a população. Muito pelo contrário. Queremos preservar vidas, promover saúde e qualidade de vida, disseminando informações confiáveis, pois no Brasil, o câncer em crianças e adolescentes representa a primeira causa de morte, por doença, na faixa etária de 0 a 19 anos.


O diagnóstico do câncer infantojuvenil é um processo muito complexo e cheio de variáveis. Diferente do adulto, raramente na criança detectamos exposição a fatores externos que estejam vinculados ao aparecimento da doença. Comumente, sua origem é embrionária, ou seja, a sua origem está na maioria das vezes, nas células responsáveis pela formação dos diversos tecidos da criança na vida intrauterina. Como estas células tem alto grau de replicação, o câncer oriundo destas células é mais agressivo e de evolução rápida. Porém, respondem melhor ao tratamento quimioterápico convencional, tendo maior chance de cura. Se diagnosticarmos precocemente, tratarmos com protocolos controlados e em hospitais adequados, esta chance de cura poderá ocorrer em mais de 70% dos casos.

Com a visão da importância do diagnóstico precoce do câncer infantojuvenil, a CONIACC, está empenhada em disseminar informações ao público em geral e aos agentes de saúde de todos os municípios brasileiros, sobretudo aos mais distantes dos grandes centros urbanos, sobre os principais sinais e sintomas do câncer infantojuvenil.

Quem ama está sempre atento. Seja um verdadeiro detetive contra o câncer infantojuvenil

Precisamos contar com todos os canais de comunicação disponíveis, para atingirmos os rincões mais distantes deste país, pois não é justo que uma criança ou adolescente tenha menor chance de cura por falta de informação e atendimento rápido em local especializado, quando necessita.

Para este fim, e através dos quadros abaixo vamos ajudar você a conhecer os principais tipos de câncer infantojuvenil e seus respectivos sinais e sintomas. Quanto mais cedo o diagnóstico, mais alta a chance de cura.

Estas informações não tem o intuito de alarmar a população. Muito pelo contrário. Queremos preservar vidas, promover saúde e qualidade de vida, disseminando informações confiáveis, pois no Brasil, o câncer em crianças e adolescentes representa a primeira causa de morte, por doença, na faixa etária de 0 a 19 anos.

Leucemia

É um câncer que se origina nas células do sangue.
É mais comum em todas as faixas etárias entre 0 -19 anos.
Tem um pico de incidência entre 1- 4 anos.
Corresponde a 25,6% do total dos tipos de câncer na criança e adolescente no Brasil (INCA,2017).

Sinais e Sintomas

  • Febre persistente;
  • Palidez progressiva;
  • Manchas roxas em locais que não são de trauma;
  • Sangramentos sem causa definida;
  • Dor nos ossos e nas articulações;
  • Aumento do fígado e do baço;
  • Aumento de linfonodos (gânglios).

Linfoma

Câncer oriundo de células do Sistema Linfático (por exemplo, no sistema linfático temos aqueles gânglios que comumente chamamos de “ínguas”).
Estão entre os três grupos de cânceres mais comuns na faixa etária pediátrica.
Corresponde a 13,1% do total do total dos tipos de câncer na criança e adolescente no Brasil (INCA,2017).

Sinais e Sintomas

  • Surgimento de caroços ou aumento dos gânglios em qualquer parte do corpo (sem inflamação associada), de crescimento progressivo;
  • Quando oriundo da região do tórax, poderá ter falta de ar, tosse seca persistente com ou sem inchaço local e circulação do sangue visível;
  • Quando oriunda em região abdominal, poderá ter dor e inchaço, com aparecimento de uma massa de crescimento rápido na maioria das vezes.

Tumor de Sistema Nervoso Central

Tumor oriundo das células do cérebro.
Tem um pico de incidência entre 1- 4 anos.
Corresponde a 13,3% do total dos tipos de câncer na criança e no adolescente no Brasil (INCA,2017).

Sinais e Sintomas

  • Convulsões em crianças sem histórico prévio desta alteração;
  • Estrabismo em crianças que não tinham previamente;
  • Dor de cabeça intensa e persistente;
  • Vômitos persistentes;
  • Mudança de comportamento;
  • Aumento anormal do perímetro cefálico (cabeça em criança menor que 1 ano).

Tumores Ósseos

Tumores oriundos das células do osso. Os tipos mais comuns são chamados de Osteossarcoma ou Sarcoma de Ewing.
Acomete a faixa etária entre adolescente e adulto jovem. O pico de incidência entre 15-19 anos.
Correspondem a 5,8% do total dos tipos de câncer na criança e adolescente no Brasil (INCA,2017).

Sinais e Sintomas

  • Dores em membros ou em ossos, podendo ter história prévia de trauma;
  • Inchaço no local podendo ter calor e vermelhidão.

Tumor de Partes Moles

Tumor de células de certos tecidos como músculo, gordura, nervos, vasos sanguíneos e outros. O tipo mais comum é denominado de Rabdomiossarcoma que é um tumor de células oriundas do músculo.
Tem dois picos de maior incidência, 1 – 4 anos e na puberdade, 12 a 19 anos.
Corresponde a 5,4% do total dos tipos de câncer na criança e adolescente no Brasil (INCA,2017).

Sinais e Sintomas Os sinais e sintomas dependem do local acometido

  • Aumento nas partes moles em qualquer parte do corpo. O local mais acometido é a cabeça e pescoço;
  • Sangramento vaginal na menina, podendo exteriorizar a tumoração;
  • Protusão do olho (crescimento do olho para fora da cavidade orbitária).

Tumor de Céluas Germinativas

Tumor que tem origem de células embrionárias ou gonadais.
Representam 4,9% do total dos tipos de câncer em crianças e adolescentes.
Apresenta dois picos de incidência: o primeiro, antes dos 5 anos e o segundo, na adolescência (principalmente os tumores de ovário e testículo).

Sinais e Sintomas

  • É um grupo heterogêneo de tumores com diversas localizações e tipos histológicos;
  • Em crianças menores que 1 ano é frequente o tumor sacrococcígeo (região dorsal do corpo) ou tumor abdominal;
  • Em crianças maiores de 10 anos e adolescentes é mais frequente o tumor nas gônadas (ovário na menina, com clínica de massa abdominal, ou testículo no menino, com a clínica de aumento do testículo).

Tumor de Wilms ou Nefroblastoma

Tumor de origem de células renais
Pico de incidência de 1 a 4 anos. Representa 3,2% do total dos tipos de câncer em crianças e adolescentes (INCA,2017).

Sinais e Sintomas

  • Presença de massa abdominal em criança com bom estado geral na maioria das vezes;
  • Dor abdominal;
  • Hematúria (sangue na urina).
  • Hipertensão arterial sistêmica.

Crianças que tem hemihipertrofia (um lado do corpo maior que o outro), má formações gênito-urinárias (como hipospádia - meato urinário em posição anômala), criptorquídia - testículo fora da bolsa escrotal, e outras), síndrome de Beckwith-Wiedman, ou filhos e irmãos de pessoas que tiveram Tumor de Wilms, poderão ter uma chance maior de ter este tumor quando comparado à população.
Neste caso, deveremos realizar ultrassonografia a cada 3 meses até a faixa etária de 5 anos para podermos diagnosticar precocemente este tumor, caso apareça nesta população

Neuroblastoma

Tumor sólido oriundo de células que irão dar origem a medula da glândula suprarrenal e a componentes do Sistema Nervoso Simpático.
Acomete crianças menores de 5 anos.
O Neuroblastoma representa 2,9% do total dos tipos de câncer na criança e adolescente no Brasil.

Sinais e Sintomas

  • Palidez;
  • Irritabilidade;
  • Dores pelo corpo;
  • Perda de peso importante;
  • Massa abdominal de crescimento rápido;
  • Mancha roxa em cima ou em baixo de um ou dos dois olhos. Caso não seja trauma, deverá ser suspeitado de Neuroblastoma.

Retinoblastoma

Tumor de células oriundas da retina (olho). É o tumor intraocular maligno mais comum em criança.
Acomete crianças pequenas (pico de incidência abaixo de 3 anos).
Representa 1,5% do total dos tipos de câncer em criança e adolescente no Brasil (INCA,2017)

Sinais e Sintomas

  • Pode ser unilateral ou bilateral;
  • Leucocoria (reflexo de olho de gato);
  • Aparecimento de estrabismo;
  • Irritação ocular persistente;
  • Proptose (crescimento do olho para fora do globo ocular).

Estes são os principais tipos de câncer e seus sinais e sintomas que acometem a criança e o adolescente.

Na presença de sinais e sintomas sugestivos destes tumores, contate o seu médico ou uma unidade de saúde mais perto de você.





FONTE: https://coniacc.org.br/sinais-e-sintomas/ 


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