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domingo, 7 de junho de 2026

Purê de batata ou batata cozida: qual impacta mais a glicose de quem tem diabetes?

 






Especialistas explicam por que a forma de preparo da batata pode alterar a velocidade de aumento da glicose no sangue





A batata faz parte da alimentação de muitas pessoas com diabetes. No entanto, a forma como ela é preparada pode influenciar a resposta da glicose após a refeição. A diferença não está apenas na quantidade de carboidratos, mas também na velocidade com que esse carboidrato é absorvido pelo organismo.

Durante participação no DiabetesCast, a médica endocrinologista pesquisadora Denise Franco e a nutricionista que convive com diabetes tipo 1 Juliana Baptista explicaram por que o purê de batata costuma elevar a glicose mais rapidamente do que a batata cozida.


A batata faz parte da alimentação de muitas pessoas com diabetes. No entanto, a forma como ela é preparada pode influenciar a resposta da glicose após a refeição. A diferença não está apenas na quantidade de carboidratos, mas também na velocidade com que esse carboidrato é absorvido pelo organismo.

Durante participação no DiabetesCast, a médica endocrinologista pesquisadora Denise Franco e a nutricionista que convive com diabetes tipo 1 Juliana Baptista explicaram por que o purê de batata costuma elevar a glicose mais rapidamente do que a batata cozida.


Purê de batata costuma elevar a glicose mais rápido

Segundo Juliana Baptista, a quantidade de carboidratos de um alimento não determina sozinha o comportamento da glicose após a refeição. Além disso, é necessário observar o índice glicêmico, que representa a velocidade com que a glicose chega à corrente sanguínea.

Nesse contexto, o purê de batata costuma apresentar uma absorção mais rápida do que a batata cozida. Isso acontece porque a batata já foi amassada e processada durante o preparo.

De acordo com a nutricionista, quando o alimento já está processado, o sistema digestivo realiza menos etapas para transformá-lo em glicose. Como resultado, a elevação da glicemia tende a ocorrer mais rapidamente.

Quantidade de carboidrato e índice glicêmico são coisas diferentes

Uma dúvida comum entre pessoas com diabetes é acreditar que alimentos com a mesma quantidade de carboidratos terão exatamente o mesmo efeito na glicose.


No entanto, Denise Franco explica que o índice glicêmico e a contagem de carboidratos são conceitos diferentes. A contagem mostra quanto carboidrato existe na refeição. Já o índice glicêmico indica a velocidade com que esse carboidrato será absorvido.

Por isso, dois alimentos com quantidades semelhantes de carboidratos podem produzir curvas glicêmicas diferentes.

Segundo as especialistas, essa diferença ajuda a explicar por que algumas refeições provocam aumento mais rápido da glicose mesmo quando a quantidade de carboidratos parece semelhante.

A forma de preparo muda a resposta da glicose

O purê de batata é apenas um exemplo de como o preparo interfere na glicemia.

Durante o DiabetesCast, Juliana Baptista comparou esse efeito ao consumo de frutas. Segundo ela, o suco costuma elevar a glicose mais rapidamente do que a fruta inteira. Isso ocorre porque parte das fibras fica retida durante o preparo, enquanto a parte mais rica em açúcar permanece concentrada na bebida.

Da mesma forma, a batata amassada tende a ser absorvida mais rapidamente do que a versão cozida em pedaços.

Portanto, quem utiliza insulina ou monitora a glicemia frequentemente pode observar diferenças importantes dependendo da forma de preparo dos alimentos.

Combinar alimentos pode reduzir a velocidade de absorção

A velocidade de aumento da glicose também depende do que acompanha a refeição.

Segundo Juliana Baptista, proteínas e fibras ajudam a reduzir o índice glicêmico dos alimentos consumidos junto com os carboidratos.

Nesse contexto, consumir batata junto com fontes de proteína, como frango, peixe, ovos, carnes ou queijos, pode modificar a resposta glicêmica da refeição.

Além disso, verduras, legumes e outros alimentos ricos em fibras também contribuem para uma absorção mais gradual.

As especialistas destacam que a alimentação deve ser analisada como um conjunto. Por isso, observar apenas um alimento isoladamente nem sempre permite prever o comportamento da glicose.

Contagem de carboidratos continua importante

Embora o índice glicêmico ajude a entender a velocidade de absorção, a contagem de carboidratos continua sendo uma ferramenta importante para muitas pessoas com diabetes.

Segundo Juliana Baptista, a estratégia permite ajustar a quantidade de insulina de acordo com os carboidratos consumidos, reduzindo o risco de hipoglicemia e hiperglicemia.

Além disso, a técnica oferece mais flexibilidade alimentar e pode ser utilizada não apenas por pessoas com diabetes tipo 1, mas também em situações como diabetes gestacional e diabetes tipo 2.



Gerente de Conteúdo e Redes Sociais - Jornalista mineira, natural de Uberlândia, Laura é descolada, sensível e criativa. Traz para o projeto uma visão estratégica e conectada com as tendências digitais. É responsável pela distribuição dos conteúdos nas redes sociais, escreve reportagens especiais para o portal e atua na produção audiovisual. Desde que abraçou a causa do diabetes, há três anos, mergulhou no universo do Um Diabético com dedicação e empatia. Está constantemente se atualizando para potencializar o alcance e o impacto do nosso conteúdo.




FONTE: https://umdiabetico.com.br/
https://comoclube.com/festa-junina-ideias-para-imprimir-gratis/






RIM PELE  


obs.:CONTEÚDO MERAMENTE INFORMATIVO

ABS,

CARLA


⚕️ Aviso médico: As informações deste artigo têm caráter exclusivamente educativo e não substituem a consulta com médico e/ou nutricionista. Cada pessoa com diabetes tem necessidades individuais busque sempre orientação profissional antes de alterar sua dieta ou tratamento.

Agulhas e seringas de insulina da BD passam para Embecta e mantêm tradição de quase 100 anos no tratamento do diabetes

 







A chegada da marca Embecta às farmácias marca uma nova etapa para uma linha de produtos presente há décadas no tratamento do diabetes. Agulhas e seringas de insulina anteriormente identificadas pela BD passam a ser comercializadas sob a nova marca, resultado da separação da unidade Diabetes Care da empresa anunciada em 2022.

A mudança ocorre em uma linha de produtos utilizada por pessoas que aplicam insulina diariamente e que acompanha diferentes gerações do tratamento do diabetes. Para quem utiliza insulina, a principal alteração está na embalagem e na identificação da marca.

Segundo a empresa, características como processo de fabricação, compatibilidade com canetas de insulina, dimensões, quantidade de unidades por embalagem e registros regulatórios permanecem os mesmos.

A mudança foi apresentada oficialmente durante um encontro promovido pela Embecta em 23 de maio, que reuniu influenciadores, profissionais da saúde e pessoas ligadas ao universo do diabetes. Durante o ‘Ponto de Cuidado’, a empresa detalhou a transição da marca e apresentou informações sobre aplicação de insulina e cuidados relacionados ao tratamento.

O que muda com a chegada da marca Embecta

A principal mudança acontece nas embalagens.Os produtos passam a trazer a marca Embecta, nova identidade visual e reorganização das informações impressas. As cores das embalagens também passam a acompanhar o comprimento das agulhas.

Durante o período de transição, os consumidores podem encontrar nas farmácias tanto embalagens da BD quanto da Embecta. Segundo a empresa, os produtos pertencem à mesma linha e mantêm as mesmas especificações.


Além da identidade visual, podem ocorrer alterações em informações como código de barras e identificação do fabricante legal.

A substituição das embalagens acontece de forma gradual. Por isso, as duas marcas ainda podem ser encontradas nos pontos de venda durante os próximos meses.

O que permanece igual

Agulhas e seringas Embecta

Segundo informações da empresa, a mudança de marca não altera as características dos produtos utilizados por pessoas com diabetes.

Permanecem os mesmos:

  • Processo de fabricação
  • Instalações industriais
  • Compatibilidade com canetas de insulina
  • Quantidade de unidades por embalagem
  • Dimensões dos produtos
  • Peso
  • Registro sanitário
  • Padrão de fabricação

Para pessoas que aplicam insulina uma ou mais vezes ao dia, a familiaridade com agulhas e seringas faz parte da rotina do tratamento. Por isso, mudanças na embalagem costumam chamar atenção no momento da compra.

Segundo a empresa, a transição para Embecta não altera a forma de utilização dos produtos nem sua compatibilidade com as canetas de insulina já utilizadas pelos pacientes.

De seringas para insulina em 1924 à criação da Embecta

A história da linha hoje comercializada pela Embecta acompanha parte da evolução dos produtos utilizados por pessoas com diabetes ao longo das últimas décadas.

Entre os marcos citados pela empresa está o desenvolvimento da primeira seringa para terapia com insulina em 1924. Nas décadas seguintes foram introduzidas seringas descartáveis para insulina e, posteriormente, agulhas para canetas de aplicação.

Ao longo dos anos, a empresa também lançou versões menores de agulhas e novas tecnologias voltadas à aplicação de insulina.

Em 2009 foi apresentada a agulha para caneta de 4 mm e calibre 32G. Em 2012 chegou a tecnologia Pentapoint, baseada em cinco cortes na ponta da agulha.

Com a criação da Embecta, esse histórico passa a integrar uma empresa dedicada exclusivamente ao segmento de diabetes.

Uma empresa focada exclusivamente em diabetes

A Embecta nasceu a partir da separação da unidade Diabetes Care da BD e passou a atuar de forma independente.

Com a mudança, a antiga divisão de diabetes da empresa passou a concentrar suas operações exclusivamente em produtos voltados à aplicação de insulina e ao cuidado de pessoas com diabetes.

Segundo informações institucionais da empresa, seus produtos são utilizados por aproximadamente 30 milhões de pessoas em mais de 100 países.

A companhia informa que produz bilhões de unidades por ano entre agulhas para caneta, seringas e produtos relacionados à aplicação de insulina.

De acordo com dados apresentados pela própria empresa, a Embecta ocupa posição de liderança global no mercado de agulhas para canetas de insulina.

Agulha de 4 mm continua entre os produtos mais conhecidos

Entre os produtos mais utilizados por pessoas que fazem uso de insulina está a agulha Ultra-Fine de 4 mm para canetas. O modelo faz parte da linha que acompanhou a evolução dos métodos de aplicação de insulina ao longo dos últimos anos.

Segundo informações apresentadas pela empresa, a agulha de 4 mm é indicada para diferentes perfis de pessoas que utilizam insulina.

Os materiais apresentados durante o evento destacam que a espessura da pele costuma apresentar pouca variação entre diferentes perfis de usuários. Esse fator contribuiu para a adoção do modelo em diferentes grupos de pessoas.

A empresa informa que a agulha possui parede ultrafina, tecnologia Pentapoint com cinco cortes na ponta e compatibilidade com as canetas de insulina disponíveis no mercado.

Durante o encontro realizado em maio, profissionais também reforçaram que a escolha da agulha é apenas uma parte do tratamento. Aspectos como rodízio dos locais de aplicação, observação da pele e troca periódica das agulhas continuam sendo pontos importantes para pessoas que utilizam insulina diariamente.

Evento discutiu aplicação de insulina e transição da marca

Durante o encontro realizado em 23 de maio, a Embecta apresentou detalhes da nova fase da marca e promoveu discussões sobre temas ligados à aplicação de insulina.

Entre os assuntos abordados estiveram o rodízio dos locais de aplicação, os cuidados com a pele e a lipohipertrofia, alteração que pode surgir em áreas utilizadas repetidamente para aplicação de insulina e interferir na absorção do medicamento.

diabetes ponto de cuidado 3

O corredor e treinador Emerson Bisan participou do evento e relatou que as orientações reforçaram práticas importantes para pessoas que utilizam insulina diariamente, além de esclarecer como ocorre a transição das agulhas e seringas da BD para a Embecta.

As informações apresentadas durante o encontro também destacaram a importância da troca periódica das agulhas e da observação de alterações na pele relacionadas ao tratamento com insulina.

Relato de quem acompanhou a transição

A influenciadora Letícia Rodrigues, que convive com diabetes tipo 1 e compartilha conteúdos sobre atividade física e rotina com diabetes, participou da campanha de transição da marca.

Ao relatar sua experiência, Letícia comparou a mudança da marca às adaptações que precisou fazer desde o diagnóstico.

Ela contou que demorou a aceitar algumas mudanças relacionadas ao tratamento, incluindo a adoção da agulha de 4 mm. Com o tempo, passou a utilizar o modelo na rotina e associou essa experiência ao momento vivido pela marca.

Segundo Letícia, algumas mudanças exigem adaptação inicial, mas não alteram necessariamente aquilo que já faz parte da rotina. Foi essa comparação que ela utilizou para explicar a transição das agulhas e seringas da BD para a Embecta.

O que muda para quem compra agulhas e seringas de insulina

Para quem utiliza insulina diariamente, a mudança será percebida principalmente no momento da compra. As embalagens passam a trazer a marca Embecta, enquanto os produtos mantêm as mesmas características informadas pela empresa.

Durante o período de transição, consumidores poderão encontrar nas farmácias tanto embalagens da BD quanto da Embecta. A substituição ocorrerá gradualmente à medida que os estoques forem renovados.

Segundo a empresa, não há mudanças relacionadas ao uso das agulhas e seringas, à compatibilidade com canetas de insulina ou ao processo de fabricação.

Nos próximos meses, a marca Embectadeverá estar cada vez mais presente nos pontos de venda, substituindo gradualmente a identificação que durante décadas acompanhou as agulhas e seringas de insulina da BD.





FONTE: https://umdiabetico.com.br/agulhas-seringas-insulina-da-bd-para-embecta/
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RIM PELE  


obs.:CONTEÚDO MERAMENTE INFORMATIVO

ABS,

CARLA


⚕️ Aviso médico: As informações deste artigo têm caráter exclusivamente educativo e não substituem a consulta com médico e/ou nutricionista. Cada pessoa com diabetes tem necessidades individuais busque sempre orientação profissional antes de alterar sua dieta ou tratamento.