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sábado, 4 de julho de 2026

3 dicas para comer pamonha se você tem diabetes e quer manter a glicose sob controle

 

Entenda os cuidados, a quantidade de carboidratos e como evitar picos de glicose




Durante as festas juninas e julinas, a pamonha volta ao cardápio de muitas famílias. No entanto, quem vive com diabetes costuma ter a mesma dúvida: é possível comer pamonha sem comprometer o controle da glicose? Segundo a nutricionista Carol Netto, a resposta é sim, desde que alguns cuidados façam parte da escolha.

A orientação não é excluir o alimento da alimentação, mas entender sua composição, a quantidade de carboidratos e evitar exageros.


Quem tem diabetes pode comer pamonha?

Sim. Pessoas com diabetes podem comer pamonha, desde que o consumo seja ocasional e faça parte do planejamento da alimentação.

Segundo Carol Netto, ela é feita principalmente de milho verde. Além disso, a receita tradicional costuma levar leite, manteiga e açúcar. Essa combinação resulta em uma quantidade elevada de carboidratos, que pode aumentar a glicose no sangue.

Em algumas regiões do Brasil, como Goiás, também existem versões recheadas com queijo, carne desfiada ou linguiça. Nesses casos, além dos carboidratos, há um aumento da quantidade de gordura, o que também pode dificultar o controle glicêmico.

Quanto carboidrato tem uma pamonha?

Uma pamonha contém, em média, 30 gramas de carboidrato. Na prática, essa quantidade é semelhante à encontrada em um pão. Portanto, conhecer esse valor ajuda na organização da alimentação.

Para quem tem diabetes tipo 2 e não faz contagem de carboidratos, a recomendação é considerar essa quantidade como uma substituição dentro da refeição. Ou seja, ao consumir ela, é importante reduzir outro alimento que tenha quantidade semelhante de carboidratos.

Enquanto isso, quem faz contagem de carboidratos deve calcular a dose de insulina conforme a orientação da equipe de saúde. Como a pamonha contém carboidratos simples, a glicose tende a subir rapidamente após o consumo.

3 dicas para comer pamonha com diabetes

1. Evite comer todos os dias

A pamonha pode fazer parte das festas juninas e julinas, mas não deve entrar na rotina diária.

Segundo Carol Netto, o consumo ocasional permite aproveitar o alimento sem aumentar o risco de excesso de carboidratos ao longo da semana.

Além disso, o ideal é limitar a quantidade e evitar consumir várias unidades na mesma refeição.

2. Não use a como sobremesa

Outro cuidado importante é não comer a pamonha depois do almoço ou do jantar como sobremesa.

Nesse contexto, a quantidade total de carboidratos da refeição aumenta, favorecendo uma elevação maior da glicose.

A orientação é considerar a pamonha como parte da refeição e não como um complemento.

3. Fique atento aos outros alimentos da festa

As festas juninas ou julinas costumam reunir vários alimentos ricos em carboidratos. Por isso, quem escolhe comer pamonha deve evitar consumir todos os pratos tradicionais na mesma ocasião.

Além disso, manter o monitoramento da glicose, aplicar a insulina quando indicada e tomar os medicamentos nos horários corretos fazem parte dos cuidados para reduzir o impacto da refeição.

O exagero é o principal risco

Segundo Carol Netto, o maior problema não é a pamonha em si, mas o excesso e a falta de informação sobre sua composição.

Conhecer a quantidade de carboidratos, entender os ingredientes da receita e planejar o consumo ajudam quem vive com diabetes a participar das festas típicas sem abrir mão do controle da glicose.

DIABÉTICO PODE COMER PAMONHA? | Tom Bueno



Gerente de Conteúdo e Redes Sociais - Jornalista mineira, natural de Uberlândia, Laura é descolada, sensível e criativa. Traz para o projeto uma visão estratégica e conectada com as tendências digitais. É responsável pela distribuição dos conteúdos nas redes sociais, escreve reportagens especiais para o portal e atua na produção audiovisual. Desde que abraçou a causa do diabetes, há três anos, mergulhou no universo do Um Diabético com dedicação e empatia. Está constantemente se atualizando para potencializar o alcance e o impacto do nosso conteúdo.








FONTE: https://umdiabetico.com.br/








obs. conteúdo meramente informativo procure seu médico

abs

Carla



⚕️ Aviso médico: As informações deste artigo têm caráter exclusivamente educativo e não substituem a consulta com médico e/ou nutricionista. Cada pessoa tem necessidades individuais busque sempre orientação profissional antes de

Tratamento

Entenda como o cão de alerta identifica hipoglicemia e hiperglicemia em quem tem diabetes pelo cheiro

 Entenda como cães treinados identificam alterações da glicose pelo olfato e por que eles trabalham em conjunto com o sensor de glicose





Pessoas com diabetes convivem diariamente com o desafio de identificar rapidamente alterações na glicose. Além dos sensores de monitorização contínua, existe outro recurso que ainda é pouco conhecido no Brasil: o cão de alerta para diabetes, treinado para reconhecer mudanças no organismo por meio do olfato.

Enquanto vídeos desses cães são comuns em outros países, a realidade brasileira ainda é diferente. O desconhecimento sobre o trabalho desses animais dificulta até mesmo o acesso deles a locais públicos. Em entrevista ao DiabetesCast, o adestrador de cães de alerta Glauco Lima, que atua há mais de 37 anos com treinamento de cães e já treinou mais de 1.800 animais no Brasil, explicou como funciona esse trabalho e por que ele pode contribuir para a rotina de pessoas com diabetes.

O treinamento começa a partir da capacidade olfativa dos cães. Segundo Glauco Lima, o organismo libera substâncias diferentes quando a glicose está muito baixa ou muito alta. O cachorro aprende a reconhecer essas alterações durante o treinamento com pessoas com diabetes.

Na hipoglicemia, o principal composto utilizado é o isopreno, liberado em maior quantidade durante a respiração quando a glicose está caindo. Nesse contexto, o cão aprende a associar esse odor a uma resposta específica.

Já na hiperglicemia, o treinamento utiliza amostras relacionadas ao aumento da produção de cetonas. Segundo Glauco, o cheiro pode lembrar o de removedor de esmalte. Durante o processo, o treinador coleta essas amostras para ensinar o animal a reconhecer o padrão característico daquele momento.

“O trabalho é um conjunto junto com o sensor”, explicou o adestrador durante a entrevista.

O treinamento ensina o cachorro a reconhecer o cheiro e avisar a pessoa com diabetes

Reconhecer o odor não basta. Além disso, o cão precisa aprender como avisará a pessoa quando identificar uma alteração.


Segundo Glauco Lima, alguns animais são treinados para tocar a pata no tutor. Outros aprendem a pegar um pequeno colar de couro com a boca e entregá-lo como sinal de alerta. Somente depois desse aviso a pessoa deve conferir os valores da glicose utilizando o sensor.

O treinamento também estabelece limites para que o cachorro faça o alerta antes que a glicose atinja níveis mais críticos. Na hipoglicemia, por exemplo, o objetivo não é esperar que a glicose chegue a 70 mg/dL. O treinamento busca fazer o cão avisar quando os valores ainda estão próximos de 75 mg/dL e em queda.

Na hiperglicemia acontece o mesmo processo. Glauco explica que utiliza o sensor para acompanhar a glicose durante o treinamento e define previamente o ponto em que deseja que o cachorro faça a marcação. No exemplo apresentado, o alerta começa quando a glicose se aproxima de 185 mg/dL, antes que continue aumentando.

O cão trabalha junto com o sensor de glicose

Embora muitas pessoas imaginem que o cachorro substitui a tecnologia, Glauco Lima afirma que isso não acontece.

Segundo ele, o cão de alerta funciona como uma ferramenta complementar. O sensor continua sendo o equipamento responsável por confirmar os valores da glicose e orientar a tomada de decisões.

Ainda assim, o treinador explica que o cachorro pode perceber alterações antes mesmo de alguns sensores registrarem a mudança.

De acordo com sua experiência, em determinadas situações o cão consegue emitir o alerta entre 12 e 20 minutos antes da leitura do sensor. No entanto, ele reforça que a confirmação sempre deve ocorrer por meio da monitorização da glicose.

Além disso, o cachorro também pode oferecer uma camada extra de segurança caso ocorra alguma falha tecnológica, como perda de calibração, problemas na leitura ou falta de bateria do sensor. Por esse motivo, Glauco reforça que os dois recursos devem atuar em conjunto, e não competir entre si.

O treinamento começa ainda nos primeiros meses de vida

Segundo Glauco Lima, as chamadas janelas sociais do cachorro iniciam por volta dos 21 dias de vida e seguem até aproximadamente quatro meses. Nesse período, o filhote desenvolve experiências importantes relacionadas aos estímulos do ambiente.

Por isso, o treinamento costuma começar quando o cão tem cerca de 60 dias. Nessa fase, o animal já entra em contato com o odor da pessoa que será acompanhada.

O treinamento utiliza reforço positivo. O cachorro aprende a associar aquele cheiro à alimentação, às brincadeiras e às recompensas. Aos poucos, ele passa a procurar espontaneamente o odor que aprendeu a identificar.

Além disso, o treinador realiza entrevistas com a família e conversa com a equipe médica que acompanha a pessoa com diabetes. Essas informações ajudam a entender em quais horários ocorrem as hipoglicemias, quais situações aumentam o risco e como adaptar o treinamento à rotina do futuro tutor.

Diabetes e cães de suporte: saiba como os animais podem ajudar no tratamento | DiabetesCast #61







Gerente de Conteúdo e Redes Sociais - Jornalista mineira, natural de Uberlândia, Laura é descolada, sensível e criativa. Traz para o projeto uma visão estratégica e conectada com as tendências digitais. É responsável pela distribuição dos conteúdos nas redes sociais, escreve reportagens especiais para o portal e atua na produção audiovisual. Desde que abraçou a causa do diabetes, há três anos, mergulhou no universo do Um Diabético com dedicação e empatia. Está constantemente se atualizando para potencializar o alcance e o impacto do nosso conteúdo.








FONTE: https://umdiabetico.com.br/








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Tratamento

sexta-feira, 3 de julho de 2026

MELHOR IDADE: ALZHEIMER E SUS >PLANO NACIONAL DE DEMÊNCIA OU LINHA DE CUIDADO?

 







Febraz - Federação Brasileira das Associações de Alzheimer



O cuidado às pessoas que vivem com demência enfrenta desafios em toda a sua jornada: do diagnóstico ao acesso aos tratamentos, passando pelo apoio às famílias e aos cuidadores. Qual é o caminho mais eficaz para transformar essa realidade no SUS?
No novo artigo da coluna Políticas Públicas e Demências, Leandro Minozzo analisa os avanços da Lei Nacional de Alzheimer e propõe uma reflexão importante: enquanto o Plano Nacional de Demências continua sendo fundamental, a implantação de uma Linha de Cuidado pode ser a estratégia mais rápida para ampliar o acesso ao diagnóstico, organizar o cuidado e preparar o SUS para os desafios atuais e futuros.
O artigo já está disponível no site da Febraz e convida profissionais, gestores, pesquisadores, pessoas que vivem com demência, familiares e toda a sociedade a refletirem sobre os próximos passos das políticas públicas para as demências no Brasil. 
Acesse o link na bio e confira a leitura completa.
Febraz - Federação Brasileira das Associações de Alzheimer.












FONTE: https://www.facebook.com/febraz.br








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Tratamento