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quarta-feira, 18 de março de 2026

DIABETES: O que a glicose alta pode fazer com o coração de quem tem diabetes? Especialista detalha impacto nas artérias

 

Entenda como a glicose alta afeta o coração e aumenta o risco cardiovascular no diabetes, segundo a endocrinologista Denise Franco
 

 

 Modelo de coração ao lado de açúcar representando o impacto da glicose alta no coração no diabetes

 Glicose alta pode afetar as artérias e o funcionamento do coração no diabetes

 

A glicose alta no diabetes afeta diretamente o coração e os vasos sanguíneos, com impacto no fluxo de sangue e no funcionamento do músculo cardíaco. Segundo a endocrinologista Denise Franco, o processo envolve inflamação nos vasos e aumento do risco de doenças cardiovasculares.

Nesse contexto, o coração está entre os órgãos mais afetados no diabetes. No entanto, o risco não se limita a um único mecanismo, já que envolve tanto as artérias quanto o próprio músculo cardíaco.

 

Inflamação nos vasos é ponto central da lesão cardiovascular

De acordo com Denise Franco, o diabetes está relacionado a um processo inflamatório que atinge vasos de diferentes calibres. No caso do coração, o impacto ocorre principalmente nos grandes vasos.

Além disso, essa inflamação favorece o depósito de gordura nas paredes das artérias. Com o tempo, esse acúmulo pode sofrer alterações, endurecer e levar ao estreitamento do vaso.

Portanto, o fluxo sanguíneo passa a encontrar resistência. Em fases iniciais, o sangue ainda circula, mas com dificuldade. Enquanto isso, em estágios mais avançados, pode ocorrer obstrução parcial ou total.

Ainda assim, esse processo não acontece de forma isolada. Ele está associado a fatores como colesterol elevado e pressão arterial descontrolada.

 

 

Estreitamento das artérias compromete a nutrição do coração

As artérias que levam sangue ao coração são chamadas coronárias. Segundo Denise Franco, quando essas artérias sofrem inflamação e acúmulo de gordura, o sangue não consegue chegar de forma adequada ao músculo cardíaco.

Nesse cenário, o transporte de oxigênio também fica prejudicado. Como resultado, o coração pode não receber os nutrientes necessários para funcionar corretamente.

Além disso, a redução do fluxo pode ocorrer de forma progressiva. Isso significa que, muitas vezes, o problema se desenvolve sem sintomas evidentes no início.

Por outro lado, sinais indiretos podem surgir em avaliações clínicas. A médica explica que a análise da circulação em outras regiões do corpo pode indicar alterações nos vasos.

Diabetes também pode afetar o músculo do coração

O impacto da glicose alta não se limita às artérias. Denise Franco destaca que o próprio músculo cardíaco pode ser afetado no diabetes.

Nesse caso, o problema está relacionado à capacidade do coração de bombear o sangue. O músculo pode perder força e flexibilidade, o que compromete sua função.

Como consequência, existe risco de insuficiência cardíaca. Isso ocorre quando o coração não consegue manter o fluxo adequado para o restante do corpo.

Enquanto isso, o comprometimento pode evoluir de forma gradual. Por isso, a avaliação periódica se torna parte do acompanhamento

 

 LINK: https://youtu.be/hh1dN2M46RQ

DIABETES AFETA O CORAÇÃO? | Tom Bueno

Avaliação do coração deve fazer parte da rotina

Segundo Denise Franco, pessoas com diabetes precisam avaliar o coração regularmente. A recomendação inclui exames ao menos uma vez por ano.

Entre os exames utilizados estão eletrocardiograma, ecocardiograma e teste de esforço. Além disso, exames com contraste podem ajudar a visualizar as artérias coronárias com mais detalhe.

Nesse contexto, a escolha do exame depende da avaliação clínica de cada pessoa. Ainda assim, o objetivo é identificar alterações antes do surgimento de complicações mais graves.

Controle da glicose influencia risco cardiovascular

O controle da glicose é um dos fatores centrais na redução do risco cardiovascular no diabetes. De acordo com Denise Franco, manter a hemoglobina glicada abaixo de 7% está associado a menor risco de complicações.

Além disso, o tempo no alvo entre 70 e 180 mg/dL também entra como parâmetro de controle. Quando esse tempo supera 70%, há impacto na redução de complicações.

No entanto, o controle não envolve apenas a glicemia. A médica ressalta que é necessário atuar também sobre colesterol e pressão arterial.

Portanto, o risco cardiovascular depende de um conjunto de fatores. Enquanto isso, a prática de atividade física contribui para melhorar o controle metabólico e vascular.

Redução de risco cardiovascular existe, mas é menor que em outros órgãos

Os dados apresentados por Denise Franco indicam que o controle do diabetes reduz o risco de doença cardiovascular entre 15% e 42%.

Por outro lado, essa redução é menor quando comparada a outras complicações, como as que afetam olhos e rins. Isso ocorre porque o coração sofre influência de múltiplos fatores.

Além disso, doenças cardiovasculares são a principal causa de morte na população geral, com ou sem diabetes. Nesse cenário, o diabetes atua como um fator adicional de risco.

O que muda na rotina de quem tem diabetes

O impacto da glicose alta no coração exige acompanhamento contínuo. Isso inclui exames regulares, controle de parâmetros metabólicos e atenção aos sinais clínicos.

Além disso, a avaliação da circulação em diferentes partes do corpo pode ajudar a identificar alterações precoces. Enquanto isso, o tratamento precisa considerar o risco cardiovascular de forma integrada.

Segundo Denise Franco, o manejo do diabetes envolve controle glicêmico, pressão arterial e colesterol, além da prática de atividade física.

O que a glicose alta pode fazer nos órgãos? Saiba o segredo para se proteger | DiabetesCast #27

 

 

 LINK: https://youtu.be/cf_CtQhLSSo

 

 

 

 

Fundador & CEO | Jornalista e Criador de Conteúdo - Tom é jornalista experiente, com mais de 17 anos de carreira em televisão, tendo atuado como repórter e apresentador nas principais emissoras do país. Diagnosticado com diabetes tipo 1 aos 22 anos, transformou sua trajetória pessoal em uma missão profissional. Além de liderar o Um Diabético, também realiza documentários e curtas com foco em saúde e impacto social. É reconhecido como um dos principais porta-vozes do diabetes no Brasil, dando voz e visibilidade a milhares de pessoas que convivem com a condição.

 

 

 

 

 

 

 


FONTE: https://umdiabetico.com.br/

 

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Carla

 

Câncer colorretal: prevenir e não remediar

 

07/04/2021 ·

 

 

colorretal-prevenir.png

A incidência do câncer colorretal vem aumentando de maneira significativa em quase todo o mundo, com 2 milhões de casos novos diagnosticados a cada ano.

No Brasil, esse tumor só é suplantado em número de casos novos anuais pelo câncer de mama em mulheres e pelo de próstata em homens. A boa notícia é que este é um câncer que pode não apenas ser prevenido, mas que também apresenta altos índices de cura quando o diagnóstico for precoce. 

Por isso, em várias partes do mundo, promovem-se ao longo do mês de março (conhecido como março azul) campanhas de esclarecimento e, quando possível, incrementa-se a oferta de exames de prevenção.

O mês azul passou quase em branco no Brasil, algo compreensível em decorrência da gravidade da pandemia de Covid-19 que nos devasta e que vem demandando quase todas as atenções do sistema de saúde. 

De qualquer maneira, vale a pena reforçar a importância da prevenção desse câncer, cujo impacto passa pela identificação dos grupos de risco, da conscientização da população quanto a seus riscos individuais e do acesso à colonoscopia dita de rastreamento – que é o exame por excelência em programas de prevenção de câncer colorretal, embora alguns deles incluam a pesquisa periódica de sangue oculto nas fezes.

Existem três grupos de risco relacionados ao câncer colorretal, os quais requerem propostas distintas de prevenção.

No de maior risco, encontram-se indivíduos e famílias com alterações genéticas que podem ser transmitidas de geração a geração, com especial ênfase para o chamado câncer colorretal hereditário. 

Para estes, as colonoscopias iniciam-se aos 25-30 anos de idade e devem ser repetidas a cada dois anos. Nos casos de poliposes, também de transmissão hereditária, as colonoscopias iniciam-se ao redor dos 12 anos de idade, sendo repetidas periodicamente ao longo de três décadas, na expectativa de se diagnosticar ou afastar a doença. 

Finalmente, neste grupo encaixam-se os portadores de doenças inflamatórias intestinais (retocolite ulcerativa e moléstia de Crohn), com periodicidade de colonoscopias definida pelas características clínicas e endoscópicas dessas doenças, assim como pacientes submetidos a uma pouco frequente cirurgia onde os ureteres são implantados no cólon.

Já o grupo de médio risco é de longe o mais importante, sendo definido por pessoas com mais de 45 anos de idade e sem história pessoal ou familiar de câncer colorretal, e que responde por cerca de 90% de todos os casos diagnosticados. Para os indivíduos deste grupo, aconselha-se a colonoscopia a cada dez anos ou, então, com intervalos menores no caso de se encontrar pólipos adenomatosos, que são precursores do câncer colorretal e que podem ser ressecados durante a própria colonoscopia.

No grupo de baixo risco, por sua vez, encontram-se as pessoas com menos de 45 anos de idade, sem os fatores de risco acima descritos e que não necessitam de colonoscopias de rastreamento.

Outro aspecto importante na prevenção do câncer colorretal é o relacionado com hábitos alimentares e estilo de vida, algo para o qual se deve atentar desde a infância. 

Embora existam controvérsias, sabe-se que a dieta rica em fibras vegetais e pobre em gorduras animais tem efeito protetor, o mesmo acontecendo com a prática de exercícios físicos e o uso de aspirina. Já a obesidade parece favorecer o desenvolvimento desse tumor.

Em resumo, é importante que procuremos estar atentos aos nossos riscos individuais de desenvolver câncer colorretal, bem como estimulados a participar de programas de prevenção e diagnóstico precoce.

Nesse sentido, a orientação de seu médico pode ser fundamental. Adicionalmente, nunca é demais reforçar que é uma responsabilidade dos sistemas de saúde, tanto público quanto privado, favorecer o acesso às colonoscopias, quando necessárias. A vida agradece!

*Artigo originalmente publicado na Folha de S.Paulo em 26/3/2021

 

 

 

FONTE: https://www.hospitalsiriolibanes.org.br/blog/oncologia/

 

 

 

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Carla

 

 

DIABETES: Nutricionista revela o impacto do pistache na glicose de quem tem diabetes; resposta surpreende

 Pistaches naturais em destaque sobre superfície de madeira

 Pistache é destaque por seu baixo índice glicêmico no diabetes

 

 

Com baixo índice glicêmico, fibras e gorduras saudáveis, o pistache ganha espaço no dia a dia de quem tem diabetes
 

 

O pistache virou tendência nas prateleiras e nas redes sociais. Versátil, saboroso e com fama de nutritivo, ele aparece in natura, em sorvetes, brigadeiros, cremes e até em pratos salgados. Mas para quem convive com diabetes, a pergunta inevitável é: esse grão verde pode mesmo entrar no cardápio?

A resposta, segundo a Nutricionista Carol Netto, Doutora em diabetes e doença renal, é sim. O pistache é uma oleaginosa com perfil nutricional favorável ao controle glicêmico, desde que consumido na quantidade certa e nas versões adequadas. A seguir, o Portal Um Diabético reúne o que você precisa saber.

 

O que é o pistache e por que ele se destaca entre as oleaginosas

O pistache é um fruto seco da família das castanhas, com sabor suave e cor verde característica. Originário do Oriente Médio e da Ásia Central, ele ganhou espaço crescente no Brasil tanto como lanche quanto como ingrediente culinário. Nutritivo e versátil, pode ser consumido cru, torrado, com ou sem casca, e em uma variedade de preparações doces e salgadas.

Do ponto de vista nutricional, o pistache se destaca por combinar proteínas, fibras e gorduras mono e poli-insaturadas em um único alimento, além de concentrar micronutrientes relevantes para quem tem diabetes. Nesse contexto, ele se diferencia de outros petiscos comuns, que costumam ter alto teor de carboidratos refinados e baixo valor nutritivo.

Por que o pistache é indicado para quem tem diabetes

Diferentemente de outros alimentos vistos como “proibidos” para quem convive com a condição, o pistache apresenta características que favorecem o controle glicêmico. Para a Nutricionista Carol Netto, “o pistache é excelente para quem tem diabetes, pois possui baixo índice glicêmico, fibras, gorduras saudáveis e proteínas, que ajudam a controlar os níveis de açúcar no sangue sem causar picos glicêmicos.”

Os principais benefícios descritos pela especialista incluem:

 

 

  •  Controle glicêmico: estudos mostram que o pistache ajuda a reduzir os picos glicêmicos e a hemoglobina glicada (HbA1c).
  • Cardioprotetor: rico em gorduras mono e poli-insaturadas, ajuda a reduzir o colesterol LDL e protege veias e artérias, uma preocupação central para quem tem diabetes.
  • Rico em vitamina B6: essencial para o metabolismo da glicose.
  • Fonte de potássio, vitamina E, vitamina K, magnésio e antioxidantes como luteína e zeaxantina, que beneficiam a saúde ocular.
  • Controle de peso e saciedade: as fibras e proteínas promovem saciedade, diminuindo a fome entre refeições.

Pistache cru ou torrado: qual a diferença para o diabético

A forma de consumo influencia tanto o perfil nutricional quanto o impacto glicêmico. A Nutricionista Carol Netto esclarece as principais diferenças:

Pistache cruPistache torrado
Sabor mais suave e adocicadoSabor mais intenso e crocante
Mantém mais antioxidantes (luteína, zeaxantina)Parte dos antioxidantes pode ser reduzida pelo calor
Versátil para receitas: brigadeiros, cremes, sorvetes, saladas e molhosMais comum como lanche direto
Recomendado para receitas que preservam o aroma naturalPrefira versões sem sal adicionado ou com pouco sódio

Em ambos os casos, a orientação é priorizar versões naturais, evitando as industrializadas com excesso de sódio ou aditivos, que podem ser prejudiciais para a saúde cardiovascular, uma preocupação relevante para pessoas com diabetes.

Quanto consumir: a porção certa faz a diferença

Apesar dos benefícios, o pistache é um alimento calórico. Por isso, a moderação é indispensável, especialmente para quem tem diabetes e precisa equilibrar a ingestão de gorduras e calorias ao longo do dia.

“A porção recomendada é de cerca de 30 g a 50 g por dia, o equivalente a um punhado. Nessa quantidade, o pistache contribui para a saciedade e para a saúde cardiovascular sem comprometer o controle glicêmico. Prefira as versões naturais para evitar excesso de sódio.” | Nutricionista Carol Netto | Especialista em nutrição clínica

A casca também pode funcionar como aliada no controle da porção: ao descascá-los um a um, o ritmo de consumo naturalmente diminui, facilitando a percepção da quantidade ingerida.

Como incluir o pistache na rotina de quem tem diabetes

A versatilidade do pistache é um dos seus pontos fortes. A Nutricionista Carol Netto apresenta as principais formas de consumo:

     Dicas práticas de consumo

  • Como lanche entre refeições: consuma in natura (com ou sem casca), preferencialmente no período da tarde, para manter a saciedade até o jantar.
  • Em saladas: picado ou em lascas, o pistache acrescenta crocância e valor nutricional sem elevar o índice glicêmico da refeição.
  • Em receitas caseiras: brigadeiros, cremes e sorvetes com pistache permitem maior controle dos ingredientes, sempre preferindo versões com redução de açúcar.
  • Em pratos quentes: combina bem com frango, peixe e massas integrais, acrescentando gorduras saudáveis e proteínas.

Como cobertura: polvilhado sobre iogurte natural sem açúcar ou vitaminas, enriquece o lanche com nutrientes e sabor.

 

 

Fundador & CEO | Jornalista e Criador de Conteúdo - Tom é jornalista experiente, com mais de 17 anos de carreira em televisão, tendo atuado como repórter e apresentador nas principais emissoras do país. Diagnosticado com diabetes tipo 1 aos 22 anos, transformou sua trajetória pessoal em uma missão profissional. Além de liderar o Um Diabético, também realiza documentários e curtas com foco em saúde e impacto social. É reconhecido como um dos principais porta-vozes do diabetes no Brasil, dando voz e visibilidade a milhares de pessoas que convivem com a condição.

 

 

 

 

 

 

 


FONTE: https://umdiabetico.com.br/5-verduras-que-controlam-o-diabetes-veja/

 

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Carla