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terça-feira, 7 de julho de 2026

JULHO: É interessante observar a sazonalidade dos alimentos

 

 03/07/2023

POR:

Sophie Deram - Os Segredos da Sophie

 

 

É interessante observar a sazonalidade dos alimentos, porque quando os alimentos são consumidos na época própria eles apresentam melhor qualidade, tanto nutricional, quanto de sabor, além de virem de produtores locais e apresentarem preços mais acessíveis.
😉👍
🍆
As hortaliças do mês são: Abóbora paulista, abóbora seca, batata doce branca, batata doce rosa, cará, inhame, mandioca, mandioquinha, vagem manteiga, aspargos, brócolis ramoso, catalonha, milho verde, palmito pupunha.
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As frutas do mês são: abacate avocado, abacate fortuna, atemoia, ameixa estrangeira, banana prata, carambola, cidra, cupuaçu, framboesa, kiwi, laranja bahia, laranja lima, maçã nacional fuji, mexerica, nectarina estrangeira, pêssego estrangeiro, tangerina ponkan.
😉
As informações do post foram retiradas do site: https://ceagesp.gov.br/.../SAZONALIDADE-DE-PRODUTOS-2016...
Bon appétit




















FONTE:  https://www.facebook.com/OsSegredosDaSophie?__cft__[0]=AZU_Uhew-H-g2-iccx8KPpNPqeqNloyNmpbmvCzV8u3qNUaTtbhrUoNFWhweDxZOXrzFiAT0J_bfNxEHazKIjgabBzHtJKhCpCDKM7gbAHqhJD_g72PDbZOtNTHScpdQRIe1i1smS4o_LTLDFT7Z7o3IuZmOO0uIf_30zcEhjatoUtaJbogrXJPOXdCpErAPL80&__tn__=-UC%2CP-R

 








obs. conteúdo meramente informativo procure seu médico

abs

Carla



⚕️ Aviso médico: As informações deste artigo têm caráter exclusivamente educativo e não substituem a consulta com médico e/ou nutricionista. Cada pessoa tem necessidades individuais busque sempre orientação profissional antes de

Tratamento

O diabetes tipo 1 é causado pela ausência ou má absorção de insulina e costuma surgir na infância ou adolescência,

 

03/07/2026
O diabetes tipo 1 é causado pela ausência ou má absorção de insulina e costuma surgir na infância ou adolescência, com maior incidência entre os 10 e os 14 anos. No entanto, a doença também pode atingir adultos de qualquer idade.
Saiba mais sobre a condição




Diabetes tipo 1 é uma doença autoimune que exige uso diário de insulina. Saiba mais sobre o tratamento e a qualidade de vida

Publicado em 23/06/2026
Revisado em 22/06/2026


diabetes é uma doença crônica caracterizada pela falta ou má absorção de insulina, hormônio produzido pelo pâncreas. O tipo 1 (DM1) normalmente surge na infância ou adolescência, sendo a faixa etária mais comum de 10 a 14 anos. Porém, embora seja menos comum, a doença também pode atingir adultos de qualquer idade. 

Diferentemente do diabetes tipo 2 (DM2), que pode ser prevenido (ou, pelo menos, adiado) através de hábitos saudáveis, não há como evitar o aparecimento do diabetes tipo 1.

O diabetes tipo 1 é uma doença autoimune. Isso significa que o sistema imunológico passa a atacar as próprias células beta do pâncreas, responsáveis pela produção de insulina. Como consequência, o organismo passa a produzir pouca ou nenhuma insulina”, explica Lorena Lima Amato, endocrinologista e doutora pela Universidade de São Paulo (USP). 

Por outro lado, no diabetes tipo 2 ocorre a resistência à insulina, geralmente associada a fatores como excesso de peso, predisposição genética, sedentarismo e envelhecimento.

 





















“Se esses sinais passam despercebidos, o quadro pode evoluir de forma mais grave, 



Principais sintomas e diagnóstico

O diabetes tipo 1 pode se manifestar de forma relativamente rápida, em especial em crianças e adolescentes, segundo a médica. Os sintomas clássicos da doença são:

  • sede excessiva (polidipsia);
  • aumento do volume e da frequência urinária (poliúria);
  • perda de peso inexplicada;
  • aumento da fome;
  • cansaço;
  • visão embaçada;
  • retorno de escapes urinários ou xixi na cama (crianças pequenas). 

“Se esses sinais passam despercebidos, o quadro pode evoluir de forma mais grave, cursando com dor abdominal, náuseas, vômitos e alterações de consciência que podem levar ao coma, complicação denominada cetoacidose diabética”, alerta Ricardo Perez, endocrinologista. 





O diagnóstico é realizado através de exames de sangue que indicam alterações na glicose ou na hemoglobina glicada, além de exames para detectar a presença de anticorpos específicos, que confirmam a característica autoimune da doença e ajudam a diferenciá-la de outros tipos de diabetes. 

O que é a cetoacidose diabética?

A cetoacidose diabética é uma complicação grave que acontece por falta importante de insulina. Amato explica que, sem insulina suficiente, o corpo não consegue usar adequadamente a glicose como fonte de energia e passa a quebrar gordura, produzindo corpos cetônicos. “O acúmulo dessas substâncias deixa o sangue mais ácido e pode causar desidratação, vômitos, dor abdominal, alteração do nível de consciência e, em casos graves, risco de morte.”

Segundo a médica, o risco é maior no diabetes tipo 1, especialmente no diagnóstico, quando a doença ainda não foi reconhecida, ou em situações como esquecimento de insulina, falha na bomba de insulina, infecções, vômitos ou doenças agudas. Por isso, sintomas como sede intensa, muita urina, perda de peso, vômitos e sonolência devem ser valorizados e investigados rapidamente.

Diabetes tipo 1 é mais grave que o tipo 2?

Não necessariamente. Mas, segundo Amato, ele pode ser considerado mais complexo quanto ao manejo diário porque exige insulina desde o diagnóstico, contagem de carboidratos das refeições, monitorização frequente da glicose e ajuste de doses conforme alimentação, atividade física, estresse, doenças intercorrentes e rotina escolar ou profissional. 

“Isso não significa que o [manejo do] diabetes tipo 2 seja simples; ambos exigem cuidado contínuo. Mas o tipo 1 costuma demandar decisões terapêuticas várias vezes ao dia”, afirma.

Para Daniela Iguchi, endocrinologista do Hospital do Servidor Público Municipal (HSPM), em São Paulo (SP), tanto DM1 quanto DM2 são doenças complexas. “Porém, atualmente dispomos de tecnologias muito avançadas para monitoramento e tratamento do DM1, que exigem um conhecimento específico, mas, ao mesmo tempo, simplificam muito a vida de quem vive com o problema”, opina.

Complicações associadas ao DM1

As potenciais complicações do diabetes tipo 1 são basicamente as mesmas do tipo 2: problemas na visão (retinopatia), nos rins (nefropatia), nos nervos (neuropatia) e no sistema cardiovascular (infarto e AVC). 

“Mas todas elas podem ser prevenidas desde que haja um bom controle da glicemia, associados à prevenção ou tratamento de outros agravantes, como hipertensão, hipercolesterolemia e obesidade, e cessação do tabagismo e uso de álcool, que também são fatores de risco”, esclarece Perez. 

O especialista ressalta que é fundamental realizar o rastreio dessas complicações, no mínimo anualmente, através de avaliação médica e exames específicos.

Tratamento do diabetes tipo 1 exige uso diário de insulina

O tratamento do diabetes tipo 1 é baseado na reposição de insulina, que pode ser aplicada através de canetas, seringas ou bombas de infusão (sistemas de infusão contínua automatizados e controlados por sensores). 

“A insulina pode ser utilizada através de múltiplas aplicações, em que haverá uma insulina basal, que controlará a glicemia nos intervalos entre as refeições; e uma insulina de ação rápida, responsável por controlar os aumentos de glicemia que acontecem todas as vezes que o paciente se alimenta”, explica Iguchi. 

Em casos diagnosticados em fases muito iniciais, de acordo com a especialista, pode haver indicação de imunoterapia, com objetivo de retardar a progressão da doença.

Além da insulina, segundo Amato, o cuidado envolve ainda educação em diabetes, orientação nutricional, contagem de carboidratos, planejamento da atividade física, monitorização da glicose e prevenção de hipoglicemias. Em situações específicas, outras medicações podem ser consideradas, mas elas não substituem a insulina.

“Também é importante rastrear periodicamente doenças da tireoide, doença celíaca, colesterol, função renal, avaliação da retina, função renal, e outros aspectos da saúde, conforme idade e tempo de doença”, detalha a endocrinologista. 

 

Suporte familiar e saúde mental

Por ser mais frequente em crianças e adolescentes, o diagnóstico de diabetes tipo 1 muda a rotina da família e pode gerar sobrecarga e sentimentos de culpa e insegurança. 

“Os pais ajudam muito quando acolhem a criança ou adolescente sem transformar a doença em punição ou motivo de vigilância excessiva. É importante aprender sobre a doença aos poucos, criar uma rotina possível, envolver a escola, orientar cuidadores e familiares próximos, e permitir que a criança mantenha uma vida ativa e social”, orienta Amato.

Para Perez, compreender os sentimentos, ouvir e acolher as preocupações da criança ou adolescente fortalecem a confiança e reduzem a ansiedade em relação ao diagnóstico. 

“Grupos ou associações de pacientes e famílias podem ser uma rede de apoio que traz acolhimento e conforto por proporcionar troca de experiências, convivência com outras crianças com DM1, atividades educacionais e até mesmo orientação jurídica especializadas e oportunidades de atividades de lazer integradas como acampamentos”, destaca o médico. 

A saúde mental também precisa ser acompanhada, já que crianças e adolescentes podem sentir tristeza, raiva, vergonha, medo de hipoglicemia ou cansaço do tratamento. “O apoio psicológico pode ser muito útil, tanto para o paciente quanto para os pais. Uma família bem orientada, acolhedora e sem julgamento melhora muito a adaptação ao tratamento”, afirma Amato.


Qualidade de vida

Embora seja uma doença crônica que exige cuidado constante, o diabetes tipo 1 não impede que o indivíduo consiga viver bem. Para Amato, com o acompanhamento e tratamento adequado, educação em diabetes e apoio familiar, os pacientes podem estudar, trabalhar, praticar esportes, viajar, engravidar, envelhecer e ter excelente qualidade de vida.

“Pessoas que vivem com DM1 bem controlado, especialmente com o avanço no conhecimento sobre a doença e na tecnologia utilizada no tratamento, podem ter uma expectativa de vida próxima à da população geral, sem restrições quanto a escolhas em sua vida pessoal ou profissional”, complementa Iguchi. 




Maiara Ribeiro é jornalista e integra a redação do Portal Drauzio Varella desde 2018. Tem interesse principalmente em assuntos relacionados à primeira infância, saúde mental, longevidade e bem-estar.

















FONTE: https://drauziovarella.uol.com.br/doencas-cronicas/diabetes/mais-comum-em-criancas-diabetes-tipo-1-exige-manejo-diario-mas-nao-impede-qualidade-de-vida/?utm_id=97757_v0_s00_e0_tv2_a1demonlevj1mq&fbclid=IwY2xjawS1HjVleHRuA2FlbQIxMQBzcnRjBmFwcF9pZBAyMjIwMzkxNzg4MjAwODkyAAEeNRf3nB7UkZXO4K8GqhgPwvouuezNvCQghM_9f_qMPLTRYqbLe8LXlQqhPG4_aem_Ti04ZpDtuY9qw4fnK0_46A








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Tratamento

O diabetes gestacional pode surgir durante a gravidez, mesmo em mulheres que nunca tiveram diabetes antes.

 

O diabetes gestacional pode surgir durante a gravidez, mesmo em mulheres que nunca tiveram diabetes antes.
Ele ocorre quando há um aumento nos níveis de glicose no sangue na gestação, exigindo mais atenção aos cuidados com a saúde da mãe e do bebê.
Mas a boa notícia é que com monitoramento adequado e acompanhamento médico, é possível manter os níveis de glicose controlados e viver uma gestação mais tranquila e segura.
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Alimentação equilibrada
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Acompanhamento da glicemia
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Atividade física orientada
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Rotina de cuidados
O sensor FreeStyle Libre 2 Plus faz parte do nosso sistema de monitoramento contínuo de glicose e é indicado para gestantes, auxiliando no acompanhamento dos níveis de glicose ao longo do dia de forma mais prática.
Quer saber mais sobre como cuidar da sua saúde durante a gravidez? Acesse:

#PraTodosVerem: esse post possui texto alternativo.







Manter hábitos saudáveis é fundamental em caso de diabetes gestacional





CUIDADOS PARA DIABETES|June. 14, 2024

A gravidez é um dos momentos importantes na vida da mulher e exige uma série de cuidados que, além de manter uma rotina de hábitos saudáveis, incluem a realização de um pré-natal e vários exames periódicos. Durante o período da gestação, um exame essencial para a saúde da mãe e do bebê é o de curva glicêmica. De acordo com critérios da Organização Mundial da Saúde (OMS) o diabetes mellitus gestacional (DMG) é caracterizada pelo diagnóstico em mulheres com níveis glicêmicos que não atingem os critérios para o diagnóstico do DM fora da gestação.1

Levando em consideração a prevalência da associação de diabetes mellitus (DM) e gestação em torno de 18% e aproximadamente 3 milhões por ano no Brasil, conclui-se que cerca de 400 mil gestantes têm algum tipo de hiperglicemia na gestação, exigindo cuidados especiais, diferentes das gestantes de risco habitual.1

Condição temporária, o diabetes gestacional ocorre devido às mudanças fisiológicas no organismo da mulher e que podem fazer com que o pâncreas não funcione direito na gestação. Em geral é comum o órgão produzir mais insulina que o habitual nesse período para compensar os hormônios da placenta que reduzem a substância no sangue. Entretanto, em alguns casos, o mecanismo de compensação não funciona, elevando as taxas de glicose.2

O diabetes gestacional pode trazer complicações para a mãe e para o bebê. O problema pode estimular um parto prematuro e até pré-eclâmpsia. O bebê pode nascer acima do peso e sofrer de hipoglicemia e de desconforto respiratório.2 Mas a boa notícia é que, normalmente, a doença desaparece após o parto. Mas vale salientar que mulheres que sofrem com essa condição têm mais chance de progredirem para o diabetes mellitus tipo 2.

Apesar dos riscos de um possível diabetes gestacional, a mãe e o bebê podem passar pela gestação de maneira saudável por meio de algumas mudanças práticas na rotina e de um tratamento adequado. “É importante lembrar que o diagnóstico de diabetes gestacional não é definitivo. Para muitas mulheres, especialmente as que seguem uma boa dieta e um plano de exercícios, o diabetes gestacional é temporário e tende a se resolver após o nascimento do bebê”, afirma Patricia Ruffo, nutricionista e Gerente Científico da Divisão Nutricional da Abbott no Brasil.

5 maneiras de se manter saudável durante o diabetes gestacional

O diagnóstico do diabetes gestacional pode assustar muitas mães, mas é possível levar uma gravidez tranquila por meio de algumas mudanças de hábitos e mantendo os níveis de glicemia saudáveis.

Confira algumas dicas:

  • Crie uma estratégia saudável para os carboidratos
    Substitua carboidratos refinados como pão branco, doces e refrigerantes por opções integrais que são ricas em fibras, como pão integral, frutas e verduras. Distribua sua ingestão de alimentos com carboidratos ao longo do dia para manter a glicemia estável.
  • Faça pequenas refeições ao longo do dia
    Em vez de fazer três grandes refeições por dia, opte por pequenas refeições ou lanches com carboidratos reduzidos, entre duas e quatro horas, de acordo com a recomendação do médico e/ou do nutricionista.
  • Tenha uma vida ativa durante a gestação
    Se sua rotina antes da gravidez era praticar regularmente exercícios físicos, o ideal é conversar com seu médico sobre manter hábitos semelhantes durante a gravidez. Até mesmo uma caminhada de 10 minutos após cada refeição pode ter um impacto positivo para sua gravidez.
  • Fique de olho nos níveis de glicemia
    Em geral, os níveis glicêmicos devem ser medidos após cada refeição, mas o médico pode aconselhar também a realização de testes no início da manhã e antes das refeições.
  • Informe o diagnóstico ao seu médico
    Mulheres com diabetes gestacional têm maior possibilidade (60%) de desenvolver o diabetes tipo 2 em um momento posterior da vida. Por isso, é importante realizar check-ups regulares. Alguns médicos podem, inclusive, recomendar a realização de exames para checagem dos níveis de glicemia em intervalos de um a três anos.
  • Prevenção é a melhor opção
    É preciso prestar atenção a fatores de risco como histórico familiar de diabetes mellitus; glicose alterada antes da gravidez; excesso de peso antes ou durante a gravidez; gravidez anterior com bebê nascido com mais de 4 quilos; caso de aborto espontâneo sem causa esclarecida; hipertensão arterial; pré-eclâmpsia ou eclampsia em gestações anteriores; síndrome dos ovários policísticos e uso de corticoides.

Este texto foi originalmente publicado em 08/11/2017 e atualizado em 06/14/2024.

Referências:

1Ministério da Saúde, Federação Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo), a Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD) e Organização Pan-Americana da Saúde (Opas/OMS). Acessado em fevereiro/24. Disponível no Portal da Secretaria de Atenção Primária a Saúde/Cuidados Obstétricos em Diabetes Mellitus Gestacional no Brasil.

2Agência Brasil – Empresa Brasileira de Comunicação (EBC) - Entidade alerta para risco de diabetes em gestantes. Acessado em fevereiro/24. Disponível em Entidade alerta para risco de diabetes em gestantes (ebc.com.br).

 





FONTE: https://www.abbottbrasil.com.br/corpnewsroom/diabetes-care/manter-habitos-saudaveis-e-fundamental-em-caso-de-diabetes-gestacional.html?fbclid=IwY2xjawS1GvVleHRuA2FlbQIxMABicmlkETFmcGNQd09BaU91S2FpdTNRc3J0YwZhcHBfaWQQMjIyMDM5MTc4ODIwMDg5MgABHvftvQKWlNvYd8T8flUQ-htR3sMNqX75GSpmfaVEtoqo0QSWvHKyOiX15cAi_aem_XDOxd-qUOMOPHXphZ--o0w








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