A trombose é a formação de um trombo (coágulo) dentro de um vaso sanguíneo (venoso ou arterial). Quando isso ocorre pode ter falta de oxigenação de órgãos importantes como o coração e cérebro.
Sintomas: Em aproximadamente metade dos casos, a trombose não manifesta sintomas no paciente.
No entanto, pode acontecer de a pessoa despertar alguns sinais da doença.
Dor nas pernas, principalmente nas panturrilhas, podendo chegar até o pé e o tornozelo
Sensação de queimação na região afetada
Mudanças na cor da pele da região afetada pela doença, que começa a ficar vermelha ou azul
Edema (inchaço) na perna afetada
Principais fatores de risco de trombose arterial
Pressão alta,
Tabagismo,
Obesidade,
Diabetes
Colesterol alto
Já a trombose venosa está relacionada, na maioria das vezes, pelo uso de anticoncepcionais orais, situações de imobilizações (doenças ortopédicas), viagens prolongadas (síndrome da classe econômica) e presença de trombofilias (alterações genéticas que predispõem ao surgimento de trombose). O perigo ocorre quando ele se desloca até a circulação pulmonar, levando a ter embolia pulmonar, podendo levar até a morte.
É importante que haja a investigação do médico hematologista para identificar o melhor tratamento para cada pessoa.
Aviso médico: As informações deste artigo têm caráter exclusivamente educativo e não substituem a consulta com médico e/ou nutricionista. Cada pessoa tem necessidades individuais , busque sempre orientação profissional antes de Tratamento
A trombose é uma condição médica grave que ocorre quando um coágulo de sangue se forma em um vaso sanguíneo.
Esses coágulos podem ser perigosos porque podem viajar para os pulmões, cérebro ou outros órgãos, causando danos graves ou até mesmo a morte.
Pacientes com câncer tem 4x mais chances de ter trombose.
O risco aumentado de desenvolver trombose é devido a fatores como imobilidade, cirurgia, traumatismo, alterações hormonais e uso de medicamentos anticoagulantes.
Aviso médico: As informações deste artigo têm caráter exclusivamente educativo e não substituem a consulta com médico e/ou nutricionista. Cada pessoa tem necessidades individuais , busque sempre orientação profissional antes de Tratamento
Geralmente associada apenas ao tratamento de emergência do infarto, a angioplastia também pode ser programada para prevenir complicações na saúde do coração. Conheça melhor este procedimento, considerado um dos grandes avanços da cardiologia moderna
A angioplastia é um procedimento minimamente invasivo utilizado para desobstruir artérias que tiveram seu fluxo sanguíneo reduzido ou interrompido, geralmente pelo acúmulo de placas de gordura, processo conhecido como aterosclerose. É uma das principais formas de tratamento da doença arterial coronariana, condição que pode levar ao infarto quando uma artéria do coração fica completamente bloqueada.
Diferente de uma cirurgia aberta tradicional, a angioplastia é realizada por meio de um cateter, inserido geralmente por uma artéria do braço ou da perna, o que costuma resultar em recuperação mais rápida. O procedimento pode ser feito em caráter de urgência, durante um infarto em andamento, ou de forma programada, quando exames identificam uma obstrução significativa antes que ela cause um evento agudo.
Segundo o Ministério da Saúde, o infarto agudo do miocárdio é a maior causa de mortes no país, com estimativa de 300 mil a 400 mil casos anuais de infarto no Brasil, sendo que a cada 5 a 7 casos ocorre um óbito. O atendimento de urgência nos primeiros minutos é apontado como fundamental para salvar vidas.
De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), as doenças cardiovasculares são a principal causa de morte no mundo, responsáveis por cerca de 19,8 milhões de mortes em 2022, o equivalente a 32% de todos os óbitos globais, reforçando a importância de tratamentos como a angioplastia na redução dessas mortes.
Cerca de 400 mil pessoas morrem por ano no Brasil por doenças cardiovasculares, segundo a Sociedade Brasileira de Cardiologia, que aponta que 80% desses casos poderiam ser evitados com prevenção e diagnóstico precoce.
Para que serve a angioplastia?
Aangioplastiaé indicada principalmente para tratar obstruções nas artérias coronárias, que irrigam o coração, mas também pode ser utilizada em outras regiões do corpo, como artérias das pernas, do pescoço (carótidas) e dos rins. O objetivo é sempre o mesmo: restabelecer o fluxo sanguíneo normal em uma artéria estreitada ou obstruída.
Em situações de infarto agudo, aangioplastiarealizada rapidamente pode limitar os danos ao músculo cardíaco e reduzir significativamente o risco de complicações graves. Já em casos não emergenciais, ela costuma ser indicada quando exames apontam uma obstrução relevante, mesmo na ausência de um evento agudo, como forma de prevenir que essa obstrução evolua para um infarto.
A decisão de realizar aangioplastiaé sempre feita pelocardiologista, com base na avaliação clínica e nos exames de imagem, que mostram a localização e a gravidade da obstrução arterial.
Qual é a diferença entre angioplastia e cateterismo?
É comum confundira angioplastia e o cateterismo, mas eles se referem a etapas diferentes do mesmo processo. O cateterismo cardíaco tem finalidade diagnóstica, enquanto a angioplastia é o procedimento de tratamento propriamente dito. Na prática, a angioplastia sempre é precedida pelo cateterismo.
O cateterismo consiste na inserção de um cateter fino e flexível em uma artéria, geralmente do punho, da coxa ou da virilha, permitindo a visualização detalhada das artérias coronárias por meio de contraste e imagens de raio-X. É considerado o método padrão-ouro para diagnosticar adoença arterial coronariana.
Se, durante o cateterismo, for identificada uma obstrução significativa, o médico pode optar por realizar aangioplastiano mesmo momento, sem a necessidade de um segundo procedimento. Ou seja, o cateterismo mostra o problema, e a angioplastia é o que resolve.
Quais são os tipos de angioplastia?
Os principais tipos deangioplastiavariam de acordo com a localização da obstrução e a técnica utilizada. A angioplastia com balão é feita inflando um pequeno balão na ponta do cateter, com o objetivo de comprimir a placa de gordura contra a parede da artéria e restabelecer o fluxo sanguíneo.
Na maioria dos casos, após a angioplastia com balão, o médico posiciona um stent, uma pequena estrutura em formato de mola, para manter a artéria aberta e reduzir o risco de nova obstrução no mesmo local. Além daangioplastia coronária, que trata as artérias do coração, existem também a angioplastia periférica, para artérias das pernas e braços, a angioplastia de carótida, e a angioplastia renal, cada uma indicada conforme a região do corpo afetada pela obstrução.
O tipo deangioplastiamais adequado para cada pessoa é definido pelo cardiologista, considerando a localização, a extensão da obstrução e as características clínicas do paciente.
Como é feita a angioplastia?
Aangioplastiaé realizada em uma sala de hemodinâmica, geralmente sob anestesia local e sedação leve. O médico introduz o cateter por uma artéria do punho ou da virilha e o guia, com auxílio de imagens de raio-X em tempo real, até o local da obstrução.
Ao chegar à área obstruída, o balão na ponta do cateter é inflado para comprimir a placa de gordura e reabrir a artéria. Quando indicado, o stent é posicionado nesse momento, permanecendo no local para manter a artéria aberta de forma permanente. Todo o procedimento costuma ser acompanhado de perto, com monitoramento contínuo dos sinais vitais do paciente.
Antes da realização daangioplastiaprogramada, exames como aangiotomografia computadorizada coronarianapodem ser solicitados para avaliar previamente a extensão e a localização da obstrução, auxiliando no planejamento do procedimento.
Como é a recuperação após a angioplastia?
O tempo de repouso após aangioplastiavaria de pessoa para pessoa, dependendo do tipo de procedimento realizado, da via de acesso utilizada e do estado clínico geral do paciente. Em muitos casos, a alta hospitalar pode ocorrer em poucos dias, mas essa decisão é sempre individualizada pela equipe médica.
Após o procedimento, é comum que o paciente utilize medicação prescrita pelo médico para reduzir o risco de formação de coágulos na região tratada, além de manter o acompanhamento regular com ocardiologista. Mudanças no estilo de vida, como alimentação equilibrada, atividade física orientada e controle de fatores de risco como pressão alta e colesterol, também fazem parte do cuidado contínuo após a angioplastia.
Embora seja considerada um procedimento seguro, aangioplastia, como qualquer intervenção médica, pode apresentar complicações em uma pequena parcela dos casos. Por isso, o acompanhamento médico próximo, tanto antes quanto depois do procedimento, é essencial para garantir os melhores resultados possíveis.
Aviso médico: As informações deste artigo têm caráter exclusivamente educativo e não substituem a consulta com médico e/ou nutricionista. Cada pessoa tem necessidades individuais , busque sempre orientação profissional antes de Tratamento