Powered By Blogger

quinta-feira, 4 de junho de 2026

MELHOR IDADE: GUIBA – NEM TODA INFLAMAÇÃO NA GTT É NORMAL>O que observar quando há pus, febre e secreção na Gastrostomia

 





Berna Almeida II


GUIBA – NEM TODA INFLAMAÇÃO NA GTT É NORMAL

O que observar quando há pus, febre e secreção na Gastrostomia

Gastrostomia costuma surgir na vida de muitas famílias como uma tentativa de garantir nutrição, hidratação e administração de medicamentos em pessoas que já não conseguem se alimentar adequadamente pela boca.
Com o tempo, ela passa a fazer parte da rotina:
A limpeza, a dieta, os cuidados, as trocas, os curativos e justamente por se tornar algo tão frequente no dia a dia, muitos sinais acabam sendo normalizados sem percebermos:
Uma vermelhidão pequena, uma secreção leve, um vazamento discreto, uma irritação ao redor da sonda.
Muitas vezes, no início, realmente podem existir pequenas alterações relacionadas ao uso contínuo da Gastrostomia, mas existe uma diferença importante entre uma irritação passageira e um processo inflamatório ou infeccioso que não melhora e é justamente aí que mora o perigo.
Quando começam a surgir sinais como pus, febre, cheiro forte, dor ao toque, secreção amarelada ou uma ferida que permanece inflamada por semanas, o corpo pode estar tentando avisar que algo não está bem, principalmente em idosos fragilizados e pessoas com demência avançada.
Em muitos casos, a pessoa já não consegue mais dizer que sente dor, ela não consegue explicar o desconforto, não consegue relatar ardência, não consegue avisar que algo está errado.
Então o corpo passa a “falar” de outras formas:
Através da febre, da prostração, da agitação, da sonolência excessiva, da piora respiratória, da mudança no olhar, do aumento das secreções, da pele avermelhada, do pus e um dos maiores riscos é quando a família começa a ouvir frases como:
“Isso é normal.”
“GTT inflama mesmo.”
“É só passar pomada.”
“Depois melhora.”
Nem toda inflamação persistente é simples, nem toda secreção é apenas irritação da pele e quando o problema permanece por semanas ou meses, mesmo com medicações, curativos e acompanhamento, é fundamental investigar mais profundamente.
Às vezes, o antibiótico utilizado não está funcionando para aquela bactéria, em outros casos, pode existir fungo associado.
Também pode haver vazamento constante da dieta irritando a pele.
Granulomas inflamados.
Pressão inadequada da haste.
Infecções mais profundas.
Ou até necessidade de reavaliar a própria sonda.
Outro ponto importante é que pacientes muito debilitados nem sempre apresentam febres altas, às vezes, pequenas mudanças já indicam um quadro importante.
Por isso, alguns sinais merecem atenção:
• pus amarelado ou esverdeado
• cheiro forte
• vermelhidão intensa
• pele quente ao redor da GTT
• febre
• vazamento frequente
• aumento da secreção
• endurecimento da pele
• piora do estado geral
• sonolência além do habitual
• queda de saturação
• desconforto durante o manuseio
Cuidar de alguém com Gastrostomia exige atenção constante e perceber que “algo não está evoluindo bem” também faz parte do cuidado.
Muitas vezes, é o olhar atento do Cuidador que impede que uma infecção silenciosa, se torne algo ainda mais grave.
📍 Instituto Berna Almeida (@institutobernalmeida)
Página e Grupo de Apoio Online: 1 Sujeito Chamado Alzheimer









FONTE: https://www.facebook.com/groups/356844134420305/?__cft__[0]=AZasbo_8SEU-uEFSZEHU2gLLhmFTwJ8RFcO5xN0SuuizX7o8MMkmuXPQRFOArXlxRTiL400LRaFNV4iB0cKinpMoBmtRz49DeJ6u0QkSFF5E1VZNiu9laJKN1ky-ntynnJyRKUpNf6IjTrV7QrE5ZHSHI2ee2qMLZQA57rO0Pvn1xNEEcu99TVb5OuUB4hEXUe_hztky7_IxHWt8ZDy6zaJQ&__tn__=-UC%2CP-R







RIM PELE  


obs.:CONTEÚDO MERAMENTE INFORMATIVO

ABS,

CARLA


⚕️ Aviso médico: As informações deste artigo têm caráter exclusivamente educativo e não substituem a consulta com médico e/ou nutricionista. Cada pessoa com diabetes tem necessidades individuais busque sempre orientação profissional antes de alterar sua dieta ou tratamento.

MELHOR IDADE: GUIBA – A BOCA TAMBÉM PRECISA DE CUIDADOS: O QUE MUITOS CUIDADORES NÃO SABEM

 Mentes e Demências

Berna Almeida II



Quando falamos em cuidados com a pessoa que vive com demência, a maioria das famílias pensa em medicamentos, alimentação, fraldas, consultas médicas e prevenção de quedas.
Mas existe uma área que muitas vezes acaba esquecida, é a saúde bucal e esse esquecimento pode trazer consequências muito mais sérias do que imaginamos.
A boca não serve apenas para comer e falar, ela faz parte da saúde de todo o organismo, infecções dentárias, gengivites, feridas, próteses mal adaptadas e a falta de higiene adequada podem favorecer problemas que vão muito além da cavidade oral.
Quando a pessoa já não consegue cuidar da própria boca
Nas fases iniciais da demência, muitos pacientes ainda conseguem realizar a escovação sozinhos, mas, com a progressão da doença, essa capacidade pode ser perdida.
A pessoa pode esquecer de escovar os dentes, pode não compreender mais a função da escova, pode recusar a higiene, ou simplesmente não conseguir executar os movimentos necessários, nesse momento, a responsabilidade passa a ser do cuidador, e não se trata apenas de manter um sorriso bonito, trata-se de prevenir doenças.
O perigo que pode começar dentro da boca
Muitas famílias não sabem que uma boca mal higienizada pode se transformar em um foco de infecção.
Bactérias acumuladas nos dentes, na língua e nas gengivas podem provocar inflamações importantes, além disso, pessoas com demência avançada frequentemente apresentam dificuldades para mastigar, engolir e eliminar resíduos alimentares, esses resíduos podem favorecer infecções e aumentar o risco de complicações respiratórias.
A pneumonia pode começar pela boca
Uma das complicações mais temidas é a pneumonia aspirativa, ela acontece quando secreções, saliva, alimentos ou bactérias presentes na boca acabam sendo aspirados para os pulmões.
O risco aumenta quando a pessoa já apresenta dificuldades para engolir, engasgos frequentes ou redução da capacidade de higienizar a própria boca.
Por isso, a higiene bucal não é apenas uma questão de conforto, é também uma medida de prevenção.
A língua também precisa ser observada, você já reparou em uma camada branca ou amarelada sobre ela?
Isso é conhecido popularmente como saburra lingual.
Ela favorece o acúmulo de bactérias, pode provocar mau hálito e contribuir para problemas bucais e a limpeza da língua deve fazer parte da rotina diária.
Boca seca não é normal
Outro problema muito comum é a xerostomia, conhecida como boca seca.
Muitos medicamentos utilizados por idosos e pessoas com demência reduzem a produção de saliva.
E a saliva tem funções muito importantes, ela protege os dentes.
Ajuda na digestão, lubrifica a boca, combate microrganismos.
Quando ela diminui, aumentam os riscos de:
• cáries
• doenças gengivais
• infecções
• feridas
• desconforto para mastigar e engolir
• rachaduras nos lábios
Por isso, a oferta regular de água é tão importante.
E as dentaduras?
As próteses exigem atenção especial, elas precisam ser retiradas para limpeza.
Restos de alimentos podem se acumular em áreas que não são facilmente visualizadas.
Próteses antigas, mal adaptadas ou mal higienizadas podem causar feridas e servir de abrigo para bactérias e fungos.
Sempre que houver desconforto, feridas ou dificuldade para usar a prótese, o dentista deve ser consultado.
Quando a pessoa não aceita a escovação
Esse é um dos desafios mais comuns para os cuidadores.
Algumas pessoas fecham a boca, outras empurram a mão do cuidador, algumas ficam agitadas ou assustadas.
Nesses momentos, a calma é fundamental.
Muitas famílias conseguem melhores resultados durante o banho, quando a pessoa está mais relaxada.
O importante é não abandonar a higiene por causa da resistência.
Um detalhe que poucos observam, após administrar medicamentos, vale a pena verificar se o comprimido foi realmente engolido.
Às vezes, ele fica escondido dentro da boca, dependendo da medicação, isso pode provocar irritações, feridas e até queimaduras na mucosa oral.
Cuidar da boca também é cuidar da saúde
Muitas complicações poderiam ser evitadas com uma observação mais cuidadosa da saúde bucal.
Uma boca saudável ajuda na alimentação, facilita a comunicação.
Reduz o risco de infecções, melhora o conforto, e pode até contribuir para prevenir hospitalizações.
A higiene bucal não deve ser vista como um detalhe, ela faz parte do cuidado integral da pessoa com demência.
E, muitas vezes, é justamente nos pequenos cuidados diários que encontramos as maiores formas de proteção.
Cuidador:
Seu familiar ainda aceita a escovação dos dentes com tranquilidade ou a higiene bucal já se tornou um desafio na rotina?
📍 Instituto Berna Almeida (@institutobernalmeida)
Página e Grupo de Apoio Online: 1 Sujeito Chamado Alzheimer












FONTE: https://www.facebook.com/groups/356844134420305/?__cft__[0]=AZasbo_8SEU-uEFSZEHU2gLLhmFTwJ8RFcO5xN0SuuizX7o8MMkmuXPQRFOArXlxRTiL400LRaFNV4iB0cKinpMoBmtRz49DeJ6u0QkSFF5E1VZNiu9laJKN1ky-ntynnJyRKUpNf6IjTrV7QrE5ZHSHI2ee2qMLZQA57rO0Pvn1xNEEcu99TVb5OuUB4hEXUe_hztky7_IxHWt8ZDy6zaJQ&__tn__=-UC%2CP-R







RIM PELE  


obs.:CONTEÚDO MERAMENTE INFORMATIVO

ABS,

CARLA


⚕️ Aviso médico: As informações deste artigo têm caráter exclusivamente educativo e não substituem a consulta com médico e/ou nutricionista. Cada pessoa com diabetes tem necessidades individuais busque sempre orientação profissional antes de alterar sua dieta ou tratamento.