ELA PERGUNTA PELA MÃE QUE JÁ MORREU. O QUE RESPONDER?
Quando uma pessoa com demência pergunta pela mãe que faleceu há muitos anos, para ela aquela ausência pode não pertencer ao passado. Na memória daquele momento, a mãe pode estar viva.
Por isso, responder imediatamente “Sua mãe já morreu” pode fazer com que ela receba a notícia como se fosse pela primeira vez. E essa dor pode se repetir cada vez que ela perguntar.
O que fazer?
• Antes de responder, tente perceber o que existe por trás da pergunta. Ela está com medo? Sentindo-se sozinha? Querendo proteção? Está procurando alguém conhecido?
• Em vez de confrontar, experimente perguntar: “Você está com saudade da sua mãe?” ou “Como era a sua mãe?”
• Deixe-a falar. Muitas vezes, conversar sobre a mãe, lembrar uma comida, uma música ou uma história pode trazer conforto.
• Se ela perguntar “Onde está minha mãe?”, você não precisa inventar uma história complicada. Pode responder de forma acolhedora: “Ela não está aqui agora. Mas me conte, você está querendo muito vê-la?”
• Se ela já sabe e compreende que a mãe morreu, não é necessário esconder a realidade. A resposta deve considerar o quanto aquela pessoa ainda consegue compreender e como reage à informação.
E se ela insistir?
Não transforme a conversa em uma disputa para fazê-la “lembrar”, naquele momento, o objetivo não é vencer a confusão, é diminuir a angústia.
Às vezes, quando ela chama pela mãe, pode não estar procurando apenas uma pessoa. Pode estar procurando aquilo que “mãe” representava para ela: casa, proteção, segurança e afeto.
Antes de responder à pergunta, tente descobrir qual necessidade ela está tentando expressar.
Aviso médico: As informações deste artigo têm caráter exclusivamente educativo e não substituem a consulta com médico e/ou nutricionista. Cada pessoa tem necessidades individuais , busque sempre orientação profissional antes de Tratamento
Falência renal nos linfomas: o que você precisa saber!
Embora o linfoma seja um câncer do sistema linfático que afeta principalmente os gânglios, a doença — ou até mesmo o seu tratamento — também pode comprometer o funcionamento dos rins.
Compreender os mecanismos por trás dessa complicação, ficar atento a sinais como inchaço, alterações na urina ou cansaço excessivo, e realizar exames de monitoramento regulares faz toda a diferença para um cuidado seguro e integrado.
O acompanhamento de perto com especialistas (como o hematologista e o nefrologista) é fundamental para proteger a saúde renal e garantir o sucesso do tratamento oncológico.
Ficou com alguma dúvida ou quer saber mais sobre o assunto? Deixe nos comentários ou entre em contato!
Dr. Natalício Kern Filho - Médico Hematologista, Oncohematologista e Hemoterapeuta RQE10.418 | RQE 10.419, Medicina Interna | RQE 10.403. Preceptor Sírio Libanês CRM RS18819
Aviso médico: As informações deste artigo têm caráter exclusivamente educativo e não substituem a consulta com médico e/ou nutricionista. Cada pessoa tem necessidades individuais , busque sempre orientação profissional antes de Tratamento
Diversos hábitos de vida desempenham um papel crucial na saúde cerebral durante o envelhecimento, principalmente ao contribuírem para a construção da reserva cognitiva, que permite ao cérebro manter seu funcionamento mesmo diante de mudanças ou danos relacionados à idade.
Os hábitos de maior impacto mencionados são:
Atividade Física: Existe evidência convincente de que o exercício protege contra o declínio cognitivo. Intervenções baseadas em caminhadas, por exemplo, demonstraram aumentar o tamanho do hipocampo em idosos sedentários. Além disso, a atividade física melhora a função cognitiva em adultos acima de 50 anos, independentemente de ser exercício aeróbico ou de resistência, ajudando também na redução da depressão e do risco de quedas. Quem mergulha neste universo da atividade física no envelhecimento pode encontrar várias evidências e relação com as variadas atividades físicas. O importante é se mexer!
Alimentação Saudável: Dietas como a Mediterrânea e a MIND (uma combinação da Mediterrânea com a DASH) são destacadas como métodos eficazes para reduzir o risco de demência. O consumo de legumes, azeite de oliva, peixes e grãos integrais promove mecanismos antioxidantes, a neuroplasticidade e a saúde cardiovascular. Estudos indicam que até uma adesão moderada à dieta MIND pode reduzir o risco de desenvolver a doença de Alzheimer.
Higiene do Sono: O sono é um alvo terapêutico vital, pois deficiências crônicas são consideradas impulsionadoras de processos neuropatológicos ligados à demência, possivelmente por interferirem na limpeza de resíduos cerebrais (sistema glinfático).
Conexão Social e Propósito de Vida: A interação social fornece estímulo mental essencial e promove a neuroplasticidade. Por outro lado, o isolamento social e a solidão são associados a um desempenho cognitivo inferior, podendo causar inflamação induzida pelo estresse e disfunção cerebral.
Atividades Intelectuais e Educação: O nível educacional e o engajamento contínuo em atividades mentalmente desafiadoras ao longo da vida aumentam a resiliência cognitiva. O princípio do “use-o ou perca-o” sugere que uma vida cognitivamente sedentária pode acelerar a atrofia em várias estruturas cerebrais.
Estimulação Mental Específica: Intervenções como treinamento cognitivo (exercícios de memória e raciocínio), treinamento musical e práticas de mindfulness mostram benefícios em domínios específicos como atenção e memória episódica, embora a literatura ainda debata a capacidade desses ganhos serem transferidos para a função cognitiva global.
As fontes também ressaltam que o envelhecimento é uma experiência heterogênea; a teoria “Orchid and Dandelion”, por exemplo, sugere que alguns indivíduos são naturalmente mais resilientes (como dentes-de-leão) aos fatores negativos do estilo de vida, enquanto outros (orquídeas) são mais suscetíveis e dependentes de um ambiente e hábitos saudáveis para manter sua função cognitiva. Além disso, a saúde cerebral é modificada pela interconexão entre esses comportamentos, a personalidade e a saúde psicológica.
Sou terapeuta ocupacional de formação, comunicadora por dom e experiência ao longo dos 10 anos frente ao reab.me; empresária que aposta na produção de produtos e conteúdos significativos e com propósito para ajudar as pessoas que precisam dos cuidado da reabilitação. Editora-chefe do Reab.me. Terapeuta Ocupacional (UFPE) com especialização em Tecnologia Assistiva (UNICAP). Mestre em Design (UFPE). Sou autora de 4 livros de exercícios para estimulação cognitiva que servem como material de apoio em contextos terapêuticos que visam a manutenção ou melhora de disfunções cognitivas. Sendo eles: - 50 exercícios para estimulação cognitiva: o cotidiano em evidência; - 50 exercícios para estimulação cognitiva: a culinária em evidência; - 50 exercícios para estimulação cognitiva: a família em evidência; - 50 exercícios para estimulação cognitiva de crianças com dificuldades de aprendizagem. No mais, sou Ana, esposa de Fábio, mãe de Olga e Inácio. Praticante de meditação e yoga
FONTE: https://www.reab.me/
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Carla
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