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segunda-feira, 18 de maio de 2015

7 SINAIS DE ESGOTAMENTO DO CUIDADOR



Por Eva Martínez, autora do portal El Taller de mis Memorias.
Noutras ocasiões, já falamos sobre o apoio social aos doentes de Alzheimer, salientando que esse apoio social é fundamental para o bem-estar do paciente. No entanto queria também ressaltar a importância desse apoio para os próprios cuidadores. 
É importante, por isso, falarmos de sinais de advertência e de esgotamento a que todos os cuidadores de doentes de Alzheimer devem estar atentos.
Sinais de alerta
  • O excesso de stress e de tensão
  • Depressão
  • Ansiedade persistente, raiva ou culpa
  • Irritabilidade extrema com o doente
  • Diminuição da satisfação com a vida em geral
  • Conflitos nas relações e isolamento social
  • O uso excessivo de medicamentos, drogas ou álcool
Conciliar a enorme tarefa de cuidar de um adulto com deterioro cognitivo com outras responsabilidades requer destreza, atenção e uma planificação diligente. Felizmente, muitos profissionais e cuidadores desenvolveram uma quantidade de recursos para ajudar a priorizar os seus esforços e proporcionar um cuidado eficaz. 
Devido ao trabalho do cuidador ser muito duro, deve aprender a proteger-se primeiro. Quando estamos consumidos pela necessidade de cuidar, é fácil abandonarmos outras pessoas e atividades que adoramos, o que põe em risco a nossa própria saúde. 
É difícil desconectar
É muito difícil desconectar quando estamos envolvidos na rotina de cuidar e o sentimento de culpa está muito ligado a isso. Pensar que pode acontecer alguma coisa ao doente quando não estamos presentes ou simplesmente pensar que estamos a desfrutar do tempo enquanto o nosso familiar está em casa, ainda que não dê conta de nada.
A primeira coisa que aconselhamos é que não perca as suas relações sociais: saia e desligue-se um pouco pois está provado que segregamos uma série de endorfinas que nos ajudam a recarregar baterias, que nos dão energia vital e isso ajuda-nos a manter uma atitude positiva face às tarefas que temos de enfrentar, encarando os problemas de uma forma mais positiva e relativizando-os. Quando saimos, partilhamos as nossas preocupações e ao racionalizá-las parecem-nos menos graves, ao mesmo tempo que melhoramos também o nosso humor, o qual nos facilita a vida.
Recomendamos também que pratique a respiração abdominal, uma técnica de relaxamento que pode aprender e aplicar no seu dia a dia para controlar os sintomas de ansiedade e de tensão. 
Por último, e em homenagem ao esforço e resistência de todos os cuidadores, queríamos recordar-lhe esta infografia com as 8 razões pelas quais um cuidador deve sorrir. No final, encontrará uma ligação que lhe permitirá imprimi-la em formato A4 e colocá-la nunca local visível, como a porta do seu frigorífico ou no seu quarto, onde anime o seu sorriso diário apesar das dificuldades!  

obs.conteúdo meramente informativo procure seu médico
abs,
Carla
extraído:https://www.cvirtual.org/pt/blogue/7-sinais-de-esgotamento-do-cuidador

domingo, 17 de maio de 2015

MEDICAMENTOS PARA HEPATITE C PRECISAM DE MAIS ESTUDO EM INSUFICIENTES RENAIS

Medicamentos para hepatite C precisam de mais estudo em insuficientes renais


Uma especialista em hepatite C defendeu hoje que a introdução de novos medicamentos para tratamento do vírus que provoca a doença traz vantagens aos doentes, mas ainda há “muito trabalho” a fazer para ajustar estes fármacos a pessoas com insuficiência renal.

Alice Santana é uma das médicas que vai participar no Encontro Renal 2015, que se realiza entre quarta-feira e sábado, em Vilamoura, no Algarve.


Alice Santana disse que os dados mais recentes disponíveis são relativos a 2013 e dão conta “de cerca de 450 doentes em diálise e portadores do vírus da hepatite C”, considerou que estes novos tratamentos “podem vir a ajudar” estes pacientes, mas advertiu que ainda há “muito trabalho” a fazer para perceber como melhor podem ser utilizados nestes casos concretos.  


Na comunicação que irá fazer no encontro, organizado pela Sociedade Portuguesa de Nefrologia, Alice Santana vai também debruçar-se sobre as terapêuticas que estes doentes tinham até agora e que, com “indiciações mais ou menos definidas” e “algumas controversas”, acabavam por ser “sempre muito restritivas”, devido “à toxicidade dos fármacos que existiam para tratar o vírus da hepatite C”.

www.regiao-sul.pt


obs. conteúdo meramente informativo procure seu médico
abs,
Carla
extraído:http://www.portaldadialise.com/articles/medicamentos-para-hepatite-c-precisam-de-mais-estudo-em-insuficientes-renais

sexta-feira, 15 de maio de 2015

Mais de 24 mil idosos vivem sozinhos, cinco mil em locais isolados

Mais de 24 mil idosos vivem sozinhos, cinco mil em locais isolados


http://www.rtp.pt/noticias/index.php?article=826720&tm=8&layout=123&visual=61




por Associação Brasileira de Alzheimer   


Estes são dados da Operação Censos 2015 efetuada pela GNR durante o mês de abril. País
RTP.PT|POR RTP, RÁDIO E TELEVISÃO DE PORTUGAL - MIGUEL CORDEIRO