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sábado, 28 de setembro de 2019

8 motivos para estruturar a rotina de Idosos com Demência


Não ter a rotina estruturada pode impactar no processo de estimulação das habilidades cognitivas de idosos com demência, que sabemos ser necessário no processo de cuidados frente à Demência.
Em contrapartida, uma rotina bem estruturada, para este público, é capaz de trazer benefícios comportamentais, emocionais e funcionais para ele e todos os envolvidos no processo de cuidado.
A rotina estruturada ajuda no:
– Controle das alterações comportamentais

– Minimiza o estresse familiar
– Diminui a ansiedade do idoso
– Mantém a pessoa com demência inserida na dinâmica familiar
– Torna o paciente mais ativo, autônomo e independente nas atividades cotidianas
– Mantém o idoso mais organizado e orientado temporalmente
30- Promove a sensação de segurança – Favorece o equilíbrio emocional

Quando não existe uma rotina estruturada podem surgir prejuízos funcionais precoces, ou seja, antes do esperado o idoso participa menos ou deixa de participar das atividades que fazem parte do cotidiano.
👉🏻
 Conteúdo: @atoterapiaocupacional

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Carla
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quarta-feira, 25 de setembro de 2019

Excesso de cuidado pode antecipar a dependência dos idosos com Alzheimer!

Por Joyce Pereira -17 de fevereiro de 2018
Zelar não pode ser cuidar sem permitir que o idoso participe. Nesse contexto, de “cuidar do idoso com Alzheimer”, cuidado e zelo podem ser confundidos e isso exige atenção de quem cuida e de quem gerencia esse cuidado.
Cuidados excessivos podem gerar antecipação da dependência no caso de doenças crônicas. O cuidar sem permitir a participação geralmente acontece pela necessidade de otimização do tempo, de fazer bem feito ou evitar o cansaço e as frustrações de quem está sendo cuidado.
As doenças crônicas são caracterizadas por ser um desafio a longo prazo, por isso é importante tomar algumas precauções quanto aos excessos de cuidado.
Cuidadores e familiares devem ter atenção e autocontrole de suas ações de cuidar, proporcionando sempre oportunidades de autonomia (poder de escolha) e independência (fazer com e sem ajuda) do indivíduo.
Por mais que durante o processo de executar qualquer tarefa as participações do idoso sejam mínimas, elas devem ser permitidas e valorizadas.
Um bom exemplo é o banho: se a pessoa tem dificuldades de lavar o cabelo, o cuidador deveria ajudar apenas nessa etapa da atividade. E não dando o banho por completo. E, antes de fazer pelo idoso deve perceber se ele não faria sozinho obedecendo ao comando: “Sr. Antônio, coloque sua mão na cabeça e lave o cabelo” ou “Sr. Antônio, lave o cabelo”. Por mais que não ficasse limpo, ele deveria participar; nesta situação, o cuidador terminaria de lavar o cabelo.
No caso de “antecipação de dependência no banho” o cuidador dá todo o banho, da cabeça aos pés. Impedindo que o paciente faça o que consegue, prejudicando sua indepedência e também impedindo sua autonomia (neste caso, a escolha durante o banho de qual parte vai lavar).
Lembre-se:a segurança é sempre prioridade! Situações que colocam em risco a integridade física do sujeito não deve-se exitar em auxiliar.
A depender o nível funcional do paciente, vá retirando as ajudas, passando de apoio físico para orientação por toque (toque onde quer que ele movimente), orientação verbal (fale o que quer que ele faça), supervisão (observe) ou orientação visual (mostre) para um desempenho nas atividades mais independente possível.
Tenha em mente que o adiantamento de algumas tarefas (fazer por ele) pode ser muito prejudicial, pois ao realizar as atividades sozinho o paciente retarda ou previne a perda da função/do fazer aquela atividade.
O cuidador não está excluído dos processos diários quando o paciente tem independência e autonomia, ele pode ficar na retaguarda, oferecendo supervisão para prevenir riscos e dispondo de comandos verbais ou ajudas na execução, quando necessário. Ou seja, ninguém deve ter medo de não ser necessário porque permite que o outro faça. Cuidar bem não é fazer pelo idoso com Alzheimer!
Joyce Pereira
Webwriting Reab.me | Terapeuta Ocupacional



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Quando o paciente com Alzheimer perde um ente, como o cuidador deve proceder?


Por Joyce Pereira -26 de julho de 2019
Tantas perguntas relacionadas ao cotidiano envolvem os contextos de cuidado. Detalhes do dia a dia que nós, até mesmo como terapeutas nos questionamos. Recebemos essa pergunta sobre o luto no Alzheimer e aqui está a resposta:
O paciente precisa vivenciar o luto em algum momento. Ele precisa saber, ao menos uma vez, independente do tempo de luto, que pode ser um minuto, segundos ou horas.
Caso ele persista perguntando pelo ente que não está mais no convívio, não deve ser confrontado, o ideal é distraí-lo. Por exemplo: Se ele persiste em preparar a mesa de jantar para o falecido. Espere que ele termine a organização e em seguida sugira que ele jante antes que a comida esfrie, por exemplo. Diga que depois a pessoa que ele está esperando chega e janta.
O importante é que ele vivencie o luto ao menos uma vez.
E você, tem alguma outra pergunta sobre o cuidado cotidiano da pessoa com Alzheimer ou sobre qualquer outra condição? Pergunta, que a gente procura um especialista, caso não saibamos responder.
Agradecemos a Antônio Rodrigues, Especialista em Gerontologia pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG) da @clinica.buscavida pela resposta!
E você, como profissional ou cuidador, já passou por uma situação de luto vivida por uma pessoa com Alzheimer, quais os maiores desafios que enfrentou e como conduziu?i

Joyce Pereira
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