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sábado, 10 de outubro de 2026

O câncer de mama e a saúde do coração compartilham fatores de risco

Por: Rede D'Or


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• Atualizado em 

 O câncer de mama e a saúde do coração compartilham fatores de risco que podem aumentar a incidência de doenças cardíacas em pacientes com câncer de mama. O tratamento dessa condição também pode influenciar. Entenda essa relação.



O Outubro Rosa é uma campanha mundialmente conhecida pela conscientização sobre o câncer de mama. No entanto, pouco se fala sobre a relação entre essa doença e a saúde do coração.

Embora o foco principal do Outubro Rosa seja a detecção precoce e o tratamento do câncer de mama, é importante considerar como esse tratamento pode impactar o coração. Estudos têm mostrado que algumas terapias para o câncer de mama, como a quimioterapia e a radioterapia, podem aumentar o risco de doenças cardíacas.

Entender essa conexão é fundamental para promover uma abordagem mais completa na prevenção e tratamento do câncer de mama, garantindo também a saúde cardiovascular das pacientes. Continue lendo e entenda qual a relação entre o câncer de mama e o coração.

A relação entre o câncer de mama e o coração

No Outubro Rosa, é fundamental expandir a discussão sobre o câncer de mama para incluir a saúde do coração. O cardiologista Dr. Flávio Cure, médico especializado em cardio-oncologia e coordenador do Centro de Estudos do Hospital CopaStar (RJ), aponta que o câncer de mama e a saúde do coração compartilham vários fatores de risco, o que pode aumentar a incidência de doenças cardíacas em pacientes com o tumor.

Os fatores de risco compartilhados entre o câncer de mama e as doenças cardíacas são:

– Idade avançada;

– Obesidade;

– Sedentarismo;

– Tabagismo;

– Histórico familiar.

Esses fatores de riscos são comuns tanto para a Doença Arterial Coronariana quanto para o câncer de mama e podem contribuir para o desenvolvimento de ambas as condições.

Por esse motivo, a relação entre esses dois aspectos não pode ser ignorada, pois o tratamento eficaz do câncer de mama deve ser acompanhado de cuidados preventivos com o coração.

Tratamentos para o câncer de mama e os riscos cardiovasculares

Os tratamentos para o câncer de mama, como a quimioterapia e a radioterapia, podem ter implicações significativas para a saúde cardiovascular. O cardiologista Dr. Flávio Cure destaca que algumas dessas terapias não apenas combatem o câncer, mas também podem ter efeitos adversos no coração, aumentando o risco de doenças cardíacas como insuficiência cardíaca e cardiomiopatias.

Quimioterapia: Medicamentos quimioterápicos, como as antraciclinas, são conhecidos por sua eficácia no combate ao câncer, mas também podem causar danos ao músculo cardíaco, levando à insuficiência cardíaca em alguns casos.

Terapia com trastuzumabe (Herceptin): Esse medicamento é amplamente utilizado no tratamento do câncer de mama HER2-positivo, mas pode enfraquecer o músculo cardíaco, especialmente em pacientes com fatores de risco pré-existentes para doenças cardíacas.

“Drogas como os antracíclicos e os inibidores HER-2 podem dilatar o coração, mas os efeitos deletérios dos antracíclicos costumam ser irreversíveis”, aponta Dr. Flávio Cure.

Radioterapia: Quando aplicada na região do tórax, a radioterapia pode afetar o coração e os vasos sanguíneos próximos, aumentando o risco de doenças cardíacas em longo prazo.

Hormonioterapia: Algumas terapias hormonais usadas para tratar o câncer de mama podem aumentar o risco de trombose (formação de coágulos sanguíneos), o que pode levar a eventos cardíacos como infarto do miocárdio.


Diante desses riscos, é fundamental adotar uma abordagem integrada que leve em consideração tanto a saúde cardíaca quanto o tratamento oncológico. Isso garante que o tratamento do câncer de mama não comprometa a saúde do coração, permitindo uma abordagem mais abrangente e segura para a recuperação completa da paciente.

A importância de uma abordagem multidisciplinar no tratamento oncológico

Dado o impacto potencial dos tratamentos de câncer de mama no coração, é essencial que as pacientes sejam acompanhadas por uma equipe multidisciplinar, incluindo oncologistas e cardiologistas. Essa colaboração permite que se decida por uma abordagem mais equilibrada, protegendo o coração enquanto o câncer é tratado.

Os cardiologistas especializados em cardio-oncologia desempenham um papel vital na avaliação e gestão do risco cardiovascular durante todo o tratamento do câncer de mama. Eles são responsáveis por recomendar mudanças no estilo de vida, prescrever medicamentos preventivos e monitorar regularmente a função cardíaca para minimizar os riscos. “O básico é o controle dos fatores de risco para doença coronariana como hipertensão, diabetes, dislipidemia, sedentarismo e tabagismo”, destaca Dr. Cure.

Para garantir a saúde cardíaca antes, durante e após o tratamento do câncer de mama, os exames cardíacos recomendados incluem ecocardiograma, eletrocardiograma e exames de sangue. “O diagnóstico precoce da descompensação cardíaca por meio de exames, a troca do esquema terapêutico e o uso de drogas cardioprotetoras estão mitigando os efeitos indesejáveis do tratamento”, enfatiza.

A abordagem multidisciplinar assegura que a saúde do coração seja monitorada e protegida, proporcionando uma estratégia abrangente para o cuidado das pacientes com câncer de mama. Esse acompanhamento cardíaco deverá permanecer mesmo após o tratamento oncológico.
















FONTE: https://www.rededorsaoluiz.com.br/noticias/artigo/outubro-rosa-qual-a-relacao-entre-o-cancer-de-mama-e-o-coracao 

 

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sexta-feira, 9 de outubro de 2026

CÂNCER: 👉A leucemia/linfoma de células T do adulto (ATL) é tipo agressivo de doença linfoproliferativa

 


A leucemia/linfoma de células T do adulto (ATL) é tipo agressivo de doença linfoproliferativa
📊
causada pelo vírus
🦠
linfotrópico para células T humanas (HTLV-I), geralmente fatal e que não responde a quimioterapia
👉
Os critérios diagnósticos de ATL são
📝
: sorologia positiva para o HTLV-I; diagnóstico citológico ou histológico de leucemia/linfoma de células T, CD4+/CD25+; presença de linfócitos T anormais em sangue periférico; confirmação de integração monoclonal do DNA proviral do HTLV-
👉
Transmite-se por via vertical, principalmente, pela amamentação
🤱
, através de relação sexual com transmissão mais expressiva do homem para a mulher e parenteral, via transfusão sangüínea
💉
ou pelo uso compartilhado de instrumentos perfuro-cortantes contaminados
👉
Muito embora a maioria dos portadores do HTLV-I não desenvolva doenças associadas, alguns deles podem manifestar enfermidades de difícil controle, como a leucemia/linfoma de células T do adulto (ATL), a paraparesia espástica tropical/mielopatia associada ao HTLV-I e a dermatite infecciosa
😨
associada ao HTLV-I.
👉
Alguns sintomas clinicos incluem: linfadenomegalia,hepatosplenomegalia, lesões cutâneas, ósseas, gastrointestinais e do sistema nervoso central.
🧠
👉
A escolha do tratamento depende da forma de ATL e da avaliação dos fatores prognósticos.
💊
Dr. Natalício Kern Filho - Médico Hematologista, Hemoterapeuta RQE10.418 | RQE 10.419, Medicina Interna | RQE 10.403. Preceptor Sírio Libanês CRM RS18819




FONTE:

 https://web.facebook.com/Dr.NatalicioKernFilho?_rdc=1&_rdr#

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FONTE: WEB 

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