segunda-feira, 31 de agosto de 2020
domingo, 30 de agosto de 2020
Câncer: Como o organismo se defende?
Última modificação: 18/10/2018 | 16h29
No organismo, existem mecanismos de defesa naturais que o protegem das agressões impostas por diferentes agentes que entram em contato com suas diferentes estruturas. Ao longo da vida, são produzidas células alteradas, mas esses mecanismos de defesa possibilitam a interrupção desse processo, resultando em sua eliminação. A integridade do sistema imunológico, a capacidade de reparo do DNA danificado por agentes cancerígenos e a ação de enzimas responsáveis pela transformação e eliminação de substâncias cancerígenas introduzidas no corpo são exemplos de mecanismos de defesa.
Esses mecanismos, próprios do organismo, são na maioria das vezes geneticamente pré-determinados, e variam de um indivíduo para outro. Esse fato explica a existência de vários casos de câncer numa mesma família, bem como o porquê de nem todo fumante desenvolver câncer de pulmão.
O sistema imunológico desempenha um importante papel nesse mecanismo de defesa. Ele é constituído por um sistema de células distribuídas numa rede complexa de órgãos, como o fígado, o baço, os gânglios linfáticos, o timo e a medula óssea, e também circulando na corrente sanguínea. Esses órgãos são denominados órgãos linfoides e estão relacionados com o crescimento, o desenvolvimento e a distribuição das células especializadas na defesa do corpo contra os ataques de "invasores estranhos". Dentre essas células, os linfócitos desempenham um papel muito importante nas atividades do sistema imune, relacionadas às defesas no processo de carcinogênese.
Cabe aos linfócitos a atividade de atacar as células do corpo infectadas por vírus oncogênicos (capazes de causar câncer) ou as células em transformação maligna, bem como de secretar substâncias chamadas de linfocinas. As linfocinas regulam o crescimento e o amadurecimento de outras células e do próprio sistema imune. Acredita-se que distúrbios em sua produção ou em suas estruturas sejam causas de doenças, principalmente do câncer.
A compreensão dos exatos mecanismos de ação do sistema imunológico contribuirá para a elucidação de diversos pontos importantes para o entendimento da carcinogênese e, portanto, para novas estratégias de tratamento e de prevenção do câncer.
Como surge o Câncer?
Última modificação: 03/04/2019 | 11h01
O câncer surge a partir de uma mutação genética, ou seja, de uma alteração no DNA da célula, que passa a receber instruções erradas para as suas atividades. As alterações podem ocorrer em genes especiais, denominados proto-oncogenes, que a princípio são inativos em células normais. Quando ativados, os proto-oncogenes tornam-se oncogenes, responsáveis por transformar as células normais em células cancerosas.

As células que constituem os animais são formadas por três partes: a membrana celular, que é a parte mais externa; o citoplasma (o corpo da célula); e o núcleo, que contém os cromossomos, que, por sua vez, são compostos de genes. Os genes são arquivos que guardam e fornecem instruções para a organização das estruturas, formas e atividades das células no organismo. Toda a informação genética encontra-se inscrita nos genes, numa "memória química" - o ácido desoxirribonucleico (DNA). É através do DNA que os cromossomos passam as informações para o funcionamento da célula.
O processo de formação do câncer é chamado de carcinogênese ou oncogênese e, em geral, acontece lentamente, podendo levar vários anos para que uma célula cancerosa prolifere-se e dê origem a um tumor visível. Os efeitos cumulativos de diferentes agentes cancerígenos ou carcinógenos são os responsáveis pelo início, promoção, progressão e inibição do tumor.
A carcinogênese é determinada pela exposição a esses agentes, em uma dada frequência e em dado período de tempo, e pela interação entre eles. Devem ser consideradas, no entanto, as características individuais, que facilitam ou dificultam a instalação do dano celular. Esse processo é composto por três estágios:
• Estágio de iniciação: os genes sofrem ação dos agentes cancerígenos, que provocam modificações em alguns de seus genes. Nessa fase, as células se encontram geneticamente alteradas, porém ainda não é possível se detectar um tumor clinicamente. Elas encontram-se "preparadas", ou seja, "iniciadas" para a ação de um segundo grupo de agentes que atuará no próximo estágio.

• Estágio de promoção: as células geneticamente alteradas, ou seja, "iniciadas", sofrem o efeito dos agentes cancerígenos classificados como oncopromotores. A célula iniciada é transformada em célula maligna, de forma lenta e gradual. Para que ocorra essa transformação, é necessário um longo e continuado contato com o agente cancerígeno promotor. A suspensão do contato com agentes promotores muitas vezes interrompe o processo nesse estágio. Alguns componentes da alimentação e a exposição excessiva e prolongada a hormônios são exemplos de fatores que promovem a transformação de células iniciadas em malignas.

• Estágio de progressão: se caracteriza pela multiplicação descontrolada e irreversível das células alteradas. Nesse estágio, o câncer já está instalado, evoluindo até o surgimento das primeiras manifestações clínicas da doença. Os fatores que promovem a iniciação ou progressão da carcinogênese são chamados agentes oncoaceleradores ou carcinógenos. O fumo é um agente carcinógeno completo, pois possui componentes que atuam nos três estágios da carcinogênese.

sábado, 29 de agosto de 2020
Coronavírus: mais um motivo para você parar de fumar
Fumar é fator de risco para a transmissão do coronavírus. Escolha comportamentos saudáveis nesse momento de retorno gradual a atividades cotidianas. Que tal parar agora?
O Dia Nacional de Combate ao Fumo, comemorado em 29 de agosto, tem como objetivo reforçar as ações nacionais de sensibilização e mobilização da população para os danos sociais, políticos, econômicos e ambientais causados pelo tabaco. Em 2020, a data continua a trabalhar o tema Tabagismo e coronavírus (Covid-19). Isso porque o tabagismo — também considerado uma pandemia pela Organização Mundial da Saúde (OMS) — tem papel de destaque no agravamento da pandemia de Covid-19, já que é fator de risco para transmissão do vírus e para o desenvolvimento de formas mais graves de Covid-19.
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Tabagismo e Coronavírus
Considerando o contexto epidemiológico decorrente da pandemia do coronavírus e estudos que indicam associação entre tabagismo e desfechos mais graves da Covid-19 (doença causada pelo novo coronavírus), este espaço reúne materiais criados para orientar e informar as redes estaduais e municipais de controle do tabagismo, parceiros do controle do tabaco e demais interessados nas duas temáticas.
O tabagismo é reconhecido como uma doença crônica, causada pela dependência à nicotina presente nos produtos à base de tabaco, e é o maior fator de risco evitável de adoecimentos e mortes no mundo. Além disso, é uma condição importante para complicações da Covid-19.
Os riscos do tabagismo também estão relacionados ao contágio, pois o ato de fumar proporciona constante contato dos dedos (e possivelmente de cigarros contaminados) com os lábios, aumentando a possibilidade da transmissão do vírus para a boca. O uso de produtos que envolvem compartilhamento de bocais para inalar a fumaça — como narguilé (cachimbo d´água) e dispositivos eletrônicos para fumar (cigarros eletrônicos e cigarros de tabaco aquecido), — pode facilitar a transmissão do coronavírus. Há ainda o tabagismo passivo (não fumantes que convivem com fumantes na mesma casa ou em outros ambientes), que aumenta o risco de infecções respiratórias agudas.
Por esses motivos, a Organização Mundial da Saúde (OMS), o INCA e diversos órgãos da saúde, encorajam as pessoas a pararem de fumar para minimizar os riscos associados à pandemia de Covid-19, tanto para os fumantes quanto para as pessoas expostas ao fumo passivo.
Referências
BRASIL. Ministério da Saúde. Sobre a doença. O que é Covid-19. Disponível em: https://coronavirus.saude.gov.br/sobre-a-doenca (abre em nova janela). Acesso em: 28 abr. 2020.
Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva. Inca contra o coronavírus. Disponível em: https://www.inca.gov.br/noticias/inca-contra-coronavirus. Acesso em: 20 abr. 2020.
Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva. INCA alerta para os riscos da relação entre tabagismo, narguilé e coronavírus. Disponível em: https://www.inca.gov.br/publicacoes/notas-tecnicas/alerta-do-inca-populacao-sobre-tabagismo-e-coronavirus. Acesso em: 20 abr. 2020.
World Health Organization. Coronavirus disease (COVID-19) Pandemic. Available at: https://www.who.int/emergencies/diseases/novel-coronavirus-2019 (abre em nova janela) Access in: 17 abr. 2020.
World Health Organization. Are smokers and tobacco users at higher risk of COVID-19 infection? Available at: https://www.who.int/news-room/q-a-detail/q-a-on-smoking-and-covid-19 (abre em nova janela) Access in: 17 abr. 2020.
World Health Organization. Tobacco Free initiative: How can use of waterpipe contribute to the spread of COVID19? Available at: http://www.emro.who.int/tfi/know-the-truth/tobacco-and-waterpipe-users-are-at-increased-risk-of-covid-19-infection.html (abre em nova janela). Access in: 17 abr. 2020.
World Health Organization. Tobacco Free initiative: Why are e-cigarettes not a "safer" alternative during the COVID-19 pandemic and beyond? Available at: http://www.emro.who.int/tfi/know-the-truth/tobacco-and-waterpipe-users-are-at-increased-risk-of-covid-19-infection.html (abre em nova janela). Access in: 17 abr. 2020.
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Dia Nacional de Combate ao Fumo
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Câncer : Novidades no Tratamento do Sarcoma Uterino
- Equipe Oncoguia
- - Data de cadastro: 26/01/2014 - Data de atualização: 09/04/2017
- Patologia Molecular
- Estudos Clínicos
CÂNCER: Novidades no Tratamento do Sarcoma de Partes Moles
- Equipe Oncoguia
- - Data de cadastro: 12/05/2013 - Data de atualização: 20/07/2018
- Pesquisa básica
- Classificação
- Radioterapia
- Quimioterapia
- Terapia alvo
- Medicamentos anti-angiogênicos
- Outros tratamentos
Câncer : Novidades no Tratamento do Sarcoma de Kaposi
- Equipe Oncoguia
- - Data de cadastro: 07/02/2014 - Data de atualização: 11/02/2017
- Prevenção
- Tratamento
sexta-feira, 28 de agosto de 2020
quinta-feira, 27 de agosto de 2020
quarta-feira, 26 de agosto de 2020
terça-feira, 25 de agosto de 2020
segunda-feira, 24 de agosto de 2020
domingo, 23 de agosto de 2020
sábado, 22 de agosto de 2020
A Farmácia é Obrigada a Fornecer Embalagem Térmica na Compra de Insulina?
Monica Lenzi e Marina Martins
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abs
Carla
https://www.diabetesevoce.com.br/
Diabetes X Pele: quais os sinais de alerta
Muitas manifestações de nossa pele podem estar relacionadas ao descontrole dos níveis de glicose no sangue, tanto em pessoas que têm diabetes, como nas pessoas que estão a caminho de desenvolver, pois já apresentam certa resistência insulínica (pré-diabetes).
Diabetes é quando temos o nível de glicose no sangue elevado. Isso ocorre porque o pâncreas não secreta uma quantidade de insulina suficiente para transportar a glicose para dentro das células ou a insulina secretada não consegue desempenhar o papel dela adequadamente, a chamada Resistência Insulínica.
A glicose em níveis elevados é tóxica para todos os órgãos do nosso corpo, inclusive nossa pele, podendo levar ao surgimento de complicações dermatológicas. Normalmente complicações de pele podem ser o primeiro sinal de alerta de que seus níveis de glicose estão descontrolados, ou seja, que você tem diabetes.
A especialidade médica que cuida da pele é a dermatologia. Convidei a Dra. Renata Bertino, para explicar melhor para nós, como estas complicações na pele ocorrem em quem tem diabetes.
Assista abaixo ao vídeo de nossa aula juntas, basta clicar na imagem, que o vídeo já roda.
Porque a pele de quem tem diabetes é mais propensa a complicações?
Algumas complicações de pele podem ser desenvolvidas por qualquer pessoa, mas quem tem diabetes tem uma maior propensão de desenvolvê-las, devido a dificuldade de deixar a pele mais hidratada.
O excesso de glicose na corrente sanguínea é eliminado do nosso corpo através da urina, este é o motivo pelo qual, quem tem diabetes, aumenta o número de vezes que vai ao banheiro para urinar. O aumento do número de micções faz com aumente a eliminação de líquidos, desta maneira levando a desidratação do corpo, sendo um dos sintomas o ressecamento da pele, que pode passar a apresentar rachaduras, ficando mais propensas à contaminação por microorganismos, coceira, e lesões.
Temos ainda que lembrar, que quem tem diabetes, também têm uma maior possibilidade de desenvolver problemas de circulação sanguínea e complicações do sistema nervoso (Neuropatia Diabética). Estas complicações, levam a uma perda de sensibilidade de algumas regiões, como os pés, por exemplo, onde lesões simples podem se desenvolver de maneira devastadora (Pé Diabético), podendo chegar até a amputações de membros.
Se você tem diabetes, você deve ficar atento e cuidar bem de sua pele. A boa notícia, é que muitas dessas doenças de pele podem ser prevenidas e tratadas, quando detectadas no início.
Que tipo de complicações de pele posso ter?
Conheça agora algumas das complicações cutâneas (de pele) comuns que ocorrem em quem tem diabetes.
Infecções Bacterianas
Pessoas com diabetes podem desenvolver diversas infecções bacterianas. Dentre as quais podemos citar: a Terçol (Infecção da glândula sebácea dos olhos),Foliculite (infecção dos folículos pilosos), Carbúnculos ou carbunculose (infecções profundas da pele) e Infecções ao redor das unhas.
As áreas afetadas geralmente apresentam os sinais típicos de uma inflamação: calor, tumor (inchaço), rubor (vermelhidão) e dor. Para minimizar este tipo de infecções, as boas práticas de cuidados com a pele são fundamentais.
Infecções Fúngicas
A Candidíase é a infecção, provocada por fungos, mais comum das pessoas com diabetes, que podem apresentar erupções cutâneas avermelhadas, bolhas e coceira. Estas infecções ocorrem normalmente em áreas de dobras que são mais quentes e úmidas, como por exemplo:
- Embaixo dos seios;
- Ao redor das unhas;
- Entre os dedos das mãos e pés;
- Nos cantos da boca;
- Sob o prepúcio (prega cutânea que recobre a glande do pênis);
- Nas axilas e virilha.
Coceira
Conheça agora quais são estas complicações dermatológicas que podem acometer quem tem diabetes:
Acanthosis Nigricans
Se manifesta como manchas escuras com espessamento da pele e aspecto aveludado. Acontece principalmente em regiões de dobra como axilas, virilha e pescoço, mas podem ocorrer também nas mãos, cotovelos e joelhos.
Ocorre mais em obesos e pessoas com resistência à insulina que já desenvolveram diabetes tipo 2 ou que tem fortes tendências para desenvolver.
A perda de peso associada a mudanças de hábitos, diminuem a resistência à insulina minimizando o problema.
Necrobiose Lipoídica
Acontece nas pernas, na região da canela. Se manifesta como forma de manchas na pele que variam de amareladas a avermelhadas, com a pele fina e as bordas brilhantes, muitas vezes sendo possível visualizar os vasos sanguíneos do local.
No início ela se assemelha como pequenas pápulas elevadas, parecendo uma espinha, que progride até formar uma mancha.
Esta é uma manifestação mais rara e que acomete normalmente diabéticos tipo 1. Quando ocorre o rompimento da pele, ela deve ser tratada, para evitar infecções, que podem levar a complicações mais sérias.
Dermopatia diabética
A dermopatia diabética é uma alteração muito comum em diabéticos, ela ocorre normalmente nas pernas e se caracteriza pelo surgimento de manchas escuras de forma arredondada ou oval, que podem se transformar em feridas.
Esta condição está relacionada ao comprometimento dos pequenos vasos sanguíneos, que dificultam a circulação sanguínea no local e a neuropatia diabética.
Cuidados com a pele de quem tem diabetes
Existem vários cuidados para evitar complicações com a pele de quem tem diabetes. Conheça abaixo quais são eles:
- Mantenha os níveis de glicose no sangue sob controle sempre. Descontrole glicêmico faz com que sua pele fique menos hidratada, aumentando as chances de infecções.
- Mantenha a pele sempre limpa e seca.
- Evite banhos quentes.
- Use uma loção hidratante para pele, evitando passá-la entre os dedos do pés, pois a umidade extra pode proporcionar o crescimento de fungos.
- Não deixe sua pele seca ou ressecada. A falta de hidratação adequada da pele promove coceira. A coceira pode levar a lesões na pele aberta, permitindo a penetração de fungos e bactérias.
- Use sabonete neutro e para lavar os cabelos, use um shampoo suave.
- Use roupas íntimas folgas confeccionada usando 100% algodão, pois permitem um fluxo de ar saudável.
- Use meias com tecido 100% algodão, com o punho frouxo, pois melhora o retorno do sangue dos pés ao coração.
- Evite meias com costuras, pois estas podem causar bolhas e feridas em seus pés.
- Escolha, sempre, sapatos confortáveis, que não machuque seus pés.
- Use meias brancas, pois no caso de alguma lesão que sangre, fica mais fácil de perceber.
Entenda Diabetes e Pele
Eu, Monica Lenzi e a Dra. Renata Bertino criamos um material educativo, super legal, para que você possa baixar e ler no seu dispositivo eletrônico (celular, tablet ou computador) e aprender mais sobre como sua pela manifesta as complicações do diabetes.
Para baixar, gratuitamente, basta clicar no botão abaixo.
https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdEJ_uhfOT2uzjtpuqJKK57PKE61nN_OCZgeko3lwka8C0qOQ/viewform?usp=sf_link
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https://www.diabetesevoce.com.br/blog/diabetes-sinais-alerta-pele/
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Diabetes: porque é importante fazer o Rodízio das Aplicações de Insulina?
Tenho gravado vários vídeos de orientações sobre Diabetes e estou aqui com mais novo tema hoje, que é “A importância do Rodízio dos Locais de Aplicação de Insulina”.
A escolha deste tema foi devido a uma conversa que tive com uma senhora, enquanto eu aguardava meus filhos na natação. Ela me falou que usava insulina desde o ano 2000, e que sempre usa a barriga para fazer as aplicação. Aí, me lembrei da história de uma senhora que foi até a minha farmácia, que era especializada no atendimento as pessoas que tem Diabetes, e que usava a barriga, também, só que já faziam 20 anos e sua dose de insulina sempre aumentava, todas as vezes que ela ia ao médico.
Neste vídeo, estou explicando o PORQUE e COMO, você deve fazer o Rodízio.
CLIQUE AQUI PARA ASSISTIR MAIS VÍDEOS
Entender seu tratamento é fundamental para que você consiga um bom controle glicêmico e assim mais qualidade de vida. Sugiro a leitura do livro digital “Desvendando os Segredos do Diabetes”, para você conhecer os detalhes de seu tratamento, clique no botão abaixo:
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Carla
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