Além disso, pequenas lesões, como microaneurismas, não são visíveis a olho nu. No entanto, elas indicam que a circulação na retina está comprometida. Nesse contexto, o exame de fundo de olho permite identificar alterações precoces.
Por outro lado, quando surgem sintomas como visão embaçada, manchas ou perda de foco, o quadro pode já estar em estágio mais avançado. Portanto, esperar sinais visíveis pode atrasar o diagnóstico.
Exame de fundo de olho deve fazer parte da rotina
O exame de fundo de olho é considerado parte da avaliação oftalmológica de rotina, mesmo para quem não tem diabetes. Ainda assim, pessoas com a condição precisam de acompanhamento mais estruturado.
No diabetes tipo 1, a orientação é iniciar o acompanhamento cinco anos após o diagnóstico ou na puberdade. Já no diabetes tipo 2, o exame deve ocorrer no momento da descoberta da doença.
Além disso, a frequência varia conforme o resultado inicial. Pacientes sem retinopatia podem realizar avaliação anual. Enquanto isso, casos com alterações exigem acompanhamento mais frequente.
Alterações na glicemia podem afetar a visão no dia a dia
A variação da glicemia também impacta a visão. Segundo a especialista, níveis acima de 200 mg/dL podem causar visão embaçada temporária.
Nesse cenário, o sintoma tende a melhorar após a correção da glicose. Ainda assim, a oscilação frequente pode indicar necessidade de ajuste no tratamento.
Por outro lado, episódios de hipoglicemia também podem provocar alterações visuais. Portanto, monitorar a glicemia diante de mudanças na visão é uma medida prática no dia a dia.
Tratamento depende do estágio da retinopatia
O tratamento da retinopatia diabética varia conforme a fase da doença. Em estágios iniciais, o controle da glicemia é a principal estratégia.
No entanto, em fases mais avançadas, pode ser necessário realizar fotocoagulação a laser. Segundo Letícia Rubman, o procedimento atua como proteção para evitar progressão do quadro.
Além disso, casos com edema macular podem exigir aplicação de medicações intraoculares. Em situações mais graves, a cirurgia pode ser indicada.
Acesso ao tratamento existe, mas depende do diagnóstico
O Sistema Único de Saúde oferece tratamento para complicações oculares do diabetes, incluindo medicamentos de alto custo. No entanto, o acesso depende do diagnóstico e encaminhamento adequado.
Nesse contexto, a especialista aponta que ainda há necessidade de ampliar centros especializados. Enquanto isso, muitos pacientes chegam ao atendimento em estágios avançados da doença.
5 dicas para cuidar dos olhos e prevenir perda de visão

- Faça exame de fundo de olho regularmente
Mesmo sem sintomas, o exame identifica alterações precoces. - Controle a glicemia diariamente
Manter níveis estáveis reduz o risco de complicações oculares. - Observe mudanças na visão
Visão embaçada ou manchas podem indicar alterações na glicose ou na retina. - Mantenha acompanhamento com oftalmologista
O especialista deve fazer parte da rotina de quem tem diabetes. - Integre o cuidado com a equipe de saúde
O controle do diabetes envolve endocrinologista, clínico e outros profissionais.
Nesse contexto, a prevenção depende da combinação entre monitoramento, exames e acompanhamento contínuo. A retinopatia pode evoluir sem sintomas, mas pode ser identificada e tratada quando diagnosticada precocemente.
LINK: https://www.youtube.com/watch?v=MYvCyHJUG9Q&t=17s
Gerente de Conteúdo e Redes Sociais - Jornalista mineira, natural de Uberlândia, Laura é descolada, sensível e criativa. Traz para o projeto uma visão estratégica e conectada com as tendências digitais. É responsável pela distribuição dos conteúdos nas redes sociais, escreve reportagens especiais para o portal e atua na produção audiovisual. Desde que abraçou a causa do diabetes, há três anos, mergulhou no universo do Um Diabético com dedicação e empatia. Está constantemente se atualizando para potencializar o alcance e o impacto do nosso conteúdo.
Fundador & CEO | Jornalista e Criador de Conteúdo - Tom é jornalista experiente, com mais de 17 anos de carreira em televisão, tendo atuado como repórter e apresentador nas principais emissoras do país. Diagnosticado com diabetes tipo 1 aos 22 anos, transformou sua trajetória pessoal em uma missão profissional. Além de liderar o Um Diabético, também realiza documentários e curtas com foco em saúde e impacto social. É reconhecido como um dos principais porta-vozes do diabetes no Brasil, dando voz e visibilidade a milhares de pessoas que convivem com a condição.
FONTE: https://umdiabetico.com.br/
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Carla





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