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sexta-feira, 31 de julho de 2026

MELHOR IDADE: GUIBA – PARALISIA SUPRANUCLEAR PROGRESSIVA (PSP): POR QUE A PESSOA PARA DE ANDAR?

 1 Sujeito chamado Alzheimer


Quando alguém recebe o diagnóstico de Paralisia Supranuclear Progressiva (PSP), uma das primeiras perguntas da família costuma ser:
"Ela vai voltar a andar?"
Infelizmente, essa é uma doença neurodegenerativa progressiva. Isso significa que, com o passar dos anos, algumas funções do cérebro vão sendo comprometidas.
A PSP faz parte do grupo das chamadas síndromes parkinsonianas atípicas e pode evoluir também com comprometimento cognitivo, sendo considerada uma das causas de síndrome demencial.
Ao contrário da Doença de Alzheimer, na PSP a dificuldade para caminhar e manter o equilíbrio costuma aparecer muito cedo.
É comum que a pessoa:
• caia para trás sem conseguir se proteger;
• tenha muita rigidez no corpo;
• caminhe lentamente, com passos curtos;
• apresente dificuldade para iniciar os movimentos;
• tenha dificuldade para olhar para cima e, principalmente, para baixo;
• passe a depender cada vez mais de ajuda para caminhar.
Com a evolução da doença, muitas pessoas acabam necessitando de cadeira de rodas.
Isso acontece porque o cérebro perde, gradualmente, a capacidade de coordenar os movimentos, o equilíbrio e a postura.
Mas é importante entender uma coisa:
Parar de andar não significa que não exista mais o que fazer.
A fisioterapia continua sendo uma das maiores aliadas para preservar a mobilidade pelo maior tempo possível, reduzir complicações, prevenir contraturas, orientar transferências seguras e melhorar a qualidade de vida.
A terapia ocupacional ajuda na adaptação das atividades do dia a dia.
A fonoaudiologia torna-se essencial quando começam as dificuldades para falar e engolir.
O acompanhamento nutricional também ganha importância conforme surgem alterações da deglutição.
Embora ainda não exista cura para a PSP, existem muitos cuidados capazes de proporcionar mais conforto, segurança e dignidade.
Cada pessoa evolui de forma diferente, por isso, comparações entre pacientes costumam gerar ansiedade desnecessária, o mais importante é adaptar o cuidado às necessidades de cada fase, sempre buscando preservar a autonomia possível e oferecendo um ambiente seguro e acolhedor.
Cuidar de alguém com PSP exige também conhecimento, paciência e muito amor.
📍
Instituto Berna Almeida (@institutobernalmeida)
Página e Grupo de Apoio Online: 1 Sujeito Chamado Alzheimer
Você conhece alguém com Demência precisando de ajuda? Diga como nos encontrar.











FONTE: https://www.facebook.com/groups/307004436047308/user/100092170643767/?__cft__[0]=AZbA_GWjvQQZMYi6w_t09zN-X_gEnOsX_8to9U9xMx2DEWWQCIWsSkDhx3aQFnaeIPR845FMmQYMikbz24ab9u8avHPCRLFSekBlmdnjT_YL2glqlGVEqgvPuyqZOzaiLUtWses_88kvPaNXhUQVuJaUhBLakmT_UgSy_KV9dbh8yZKtoJ-fz1ttVz9mSut8k4qVYq0dbz9o_gBgsHnMJoko&__tn__=-UC%2CP-R







obs. conteúdo meramente informativo procure seu médico

abs

Carla



  • ⚕️ Aviso médico: As informações deste artigo têm caráter exclusivamente educativo e não substituem a consulta com médico e/ou nutricionista. Cada pessoa tem necessidades individuais busque sempre orientação profissional antes de Tratamento

quinta-feira, 30 de julho de 2026

MELHOR IDADE: qual é a diferença entre Alzheimer e DFT(Demência Frontotemporal)?"

 

1 Sujeito chamado Alzheimer


Doença de Alzheimer e Demência Frontotemporal: Compreendendo as Diferenças

Embora ambas pertençam ao grupo das síndromes neurodegenerativas que afetam as funções cognitivas e a autonomia, a Doença de Alzheimer e a Demência Frontotemporal (DFT) manifestam-se de maneiras distintas, com patologias e impactos comportamentais próprios.
Principais Diferenças
Área Afetada e Início:
Alzheimer: Os danos iniciam-se tipicamente nas regiões do cérebro responsáveis pela memória recente (como o hipocampo), o sintoma inicial mais comum é a dificuldade em reter novas informações.
Demência Frontotemporal: A degeneração concentra-se nos lobos frontal e temporal, áreas que governam a personalidade, o comportamento social, o julgamento e a linguagem. As alterações de conduta costumam surgir muito antes de qualquer falha de memória.
Alterações de Comportamento e Personalidade:
Alzheimer: Mudanças de humor e apatia podem ocorrer, mas geralmente surgem em fases mais avançadas da condição.
Demência Frontotemporal: Mudanças drásticas na personalidade e na conduta social são marcantes desde o início. Podem incluir desinibição, perda de empatia, comportamentos repetitivos ou impulsivos e alterações nos hábitos alimentares.
Linguagem e Comunicação:
Alzheimer: O esquecimento de palavras e a repetição de perguntas são frequentes, mas a compreensão costuma ser preservada por mais tempo.
Demência Frontotemporal: É comum o aparecimento de variantes que afetam diretamente a fluência verbal, com dificuldade para nomear objetos ou compreender o significado das palavras (afasia progressiva primária).
Capacidades Motoras:
Alzheimer: Sintomas motores costumam aparecer nas etapas mais tardias.
Demência Frontotemporal: Pode vir acompanhada de distúrbios motores semelhantes aos da Doença de Parkinson ou de fraqueza muscular associada à esclerose lateral amiotrófica, dependendo do subtipo.
Nota Técnica: O diagnóstico diferencial exige uma avaliação médica rigorosa, envolvendo exames neurológicos, neuroimagem e testes neuropsicológicos para direcionar o suporte adequado a cada quadro.
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FONTE: https://www.facebook.com/groups/307004436047308









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Tratamento

DIABETES: Você não precisa abandonar o pão após o diagnóstico de diabetes; veja o que colocar junto

 




Quem convive com diabetes não precisa retirar o pão da alimentação, mas a combinação no prato pode influenciar a resposta da glicose

Quem entra em uma padaria pela manhã costuma repetir o mesmo café da manhã: pão francês com manteiga e café. Para quem convive com diabetes tipo 2, porém, o que acompanha o pão pode fazer diferença no comportamento da glicose após a refeição. Segundo a nutricionista e educadora em diabetes Tarcila Campos, membro do Departamento de Nutrição da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD), o foco não deve estar em eliminar o alimento, mas em montar uma refeição mais equilibrada.

Pão não precisa sair da alimentação de quem tem diabetes

Após o diagnóstico, muitas pessoas acreditam que o pão é um dos primeiros alimentos que precisam abandonar. No entanto, Tarcila explica que essa orientação não corresponde ao que é adotado atualmente na prática clínica.


Segundo ela, o pão francês pode continuar fazendo parte da alimentação. O ponto mais importante é observar a quantidade consumida e o que será ingerido junto com ele.

A nutricionista afirma que uma unidade de pão francês pode ser uma porção adequada para muitas pessoas. Quando possível, retirar parte do miolo também ajuda a reduzir a quantidade de carboidrato consumida na refeição.

Ela destaca, porém, que essa não é a principal estratégia.

O que colocar junto do pão faz diferença

De acordo com Tarcila Campos, consumir apenas um alimento rico em carboidrato logo pela manhã pode favorecer uma elevação mais rápida da glicose, especialmente em pessoas com diabetes tipo 2, que apresentam resistência à insulina.

Por isso, ela recomenda acrescentar uma fonte de proteína à refeição.

Ovo mexido, queijo ou outras opções proteicas podem tornar o café da manhã mais equilibrado. A combinação ajuda a organizar melhor a refeição, sem a necessidade de excluir o pão.

Durante a conversa, Tarcila explica que a estratégia não consiste em substituir todos os alimentos considerados menos saudáveis, mas em construir refeições que façam sentido para a rotina de cada pessoa.

Fruta junto com o pão pode aumentar a quantidade de carboidratos

Outro ponto destacado pela nutricionista é o hábito de consumir pão e fruta ao mesmo tempo no café da manhã.

Segundo ela, essa combinação aumenta a quantidade total de carboidratos ingeridos na refeição. Em alguns casos, pode ser mais interessante manter o pão acompanhado de uma proteína e deixar a fruta para outro horário do dia.

A orientação não significa que frutas sejam proibidas para quem tem diabetes. O objetivo é distribuir melhor os carboidratos ao longo do dia e adaptar o planejamento alimentar à necessidade de cada pessoa.

O alimento não é o único fator que influencia a glicose

Tarcila Campos reforça que não existe uma regra igual para todos. A resposta da glicose depende de fatores como resistência à insulina, medicamentos utilizados, quantidade consumida e até da forma como os alimentos são combinados.

Por esse motivo, ela afirma que a alimentação deve ser individualizada. Sempre que possível, a monitorização da glicose, seja por ponta de dedo ou sensor, pode ajudar a entender como cada organismo responde às refeições.

Esse acompanhamento permite fazer ajustes mais precisos, sem retirar alimentos que podem continuar presentes na rotina.

Adaptação costuma trazer mais resultado do que restrição

Ao falar sobre alimentação no diabetes tipo 2, Tarcila destaca que muitas pessoas recebem o diagnóstico acreditando que nunca mais poderão comer alimentos que fazem parte do dia a dia.

Segundo ela, esse pensamento dificulta a adesão ao tratamento.

Em vez de excluir o pão francês, a orientação é reorganizar a refeição. Acrescentar uma fonte de proteína, observar a porção consumida e distribuir melhor os carboidratos ao longo do dia são medidas que podem contribuir para o controle da glicose sem transformar o café da manhã em uma lista de proibições.








FONTE: https://umdiabetico.com.br/







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