Powered By Blogger

terça-feira, 8 de setembro de 2026

08/09 - DIA NACIONAL DA LUTA POR MEDICAMENTO

 








Instagram
Acesso à informação, ao diagnóstico e ao tratamento: cada etapa faz diferença na jornada de quem convive com uma doença rara. No Dia Nacional da Luta por Medicamento, reforçamos a











Fonte: https://www.instagram.com/tevabrasil/




informativo procure seu médico

abs

Carla



  • ⚕️ Aviso médico: As informações deste artigo têm caráter exclusivamente educativo e não substituem a consulta com médico e/ou nutricionista. Cada pessoa tem necessidades individuais , busque sempre orientação profissional antes de Tratamento

DIABETES: 8 dicas para quem tem diabetes comer pipoca sem descuidar da glicemia

 Pipoca e diabetes

 

 

Saiba se o alimento é seguro, qual a porção de referência e por que ser integral não significa poder comer à vontade 
 

 

 

A pipoca costuma cair naquela dúvida clássica de quem tem diabetes: pode ou não pode? Para a nutricionista Martha Amodio, a resposta é direta: pode. “Pipoca é milho, é um cereal integral e pode ser uma ótima opção de lanche”, explica. O que muda completamente a história, segundo ela, é a quantidade consumida, a forma de preparo, o que é acrescentado à pipoca e a resposta individual da glicemia de cada pessoa.

Ser integral não é sinônimo de comer à vontade

Quando o milho estoura, o grão inteiro continua sendo consumido, o que preserva fibras e outros nutrientes naturalmente presentes nele. Isso representa uma vantagem nutricional em relação a muitos snacks feitos a partir de farinhas refinadas, e as fibras ainda contribuem para a saciedade, avalia a nutricionista.

 

 

“Mas existe um cuidado importante: integral não significa ‘sem carboidrato’ nem ‘não sobe a glicemia'”, alerta Martha.

A pipoca continua sendo fonte de carboidratos e pode elevar a glicemia, principalmente conforme aumenta a quantidade consumida. Para quem tem diabetes, resume a especialista, ser integral é uma qualidade nutricional, mas não é um passe livre.

Preparo: óleo, manteiga e a estratégia do spray de azeite

Para Martha, preparar a pipoca com água no micro-ondas não é necessariamente “melhor metabolicamente” do que preparar com óleo. Preparar sem óleo reduz a quantidade de gordura e a densidade energética da preparação, mas uma pequena quantidade de uma gordura de boa qualidade não torna a pipoca inadequada.

A pipoca pode ser feita em pipoqueira sem óleo, no micro-ondas ou com pouca gordura; uma estratégia de que a nutricionista gosta é borrifar azeite em spray depois de pronta e temperar com ervas e especiarias como páprica, cúrcuma, orégano, alecrim, pimenta e alho em pó, variando o sabor sem depender de muito sal ou manteiga.

A manteiga, segundo Martha, pode entrar em pequena quantidade. O cuidado está na quantidade de gordura saturada e de energia acrescentada, já que, no diabetes, o cuidado não termina na glicemia: a saúde cardiovascular também faz parte do tratamento.

 

Pipoca de saquinho: o que olhar no rótulo

Sobre as pipocas industrializadas de micro-ondas, Martha explica que vale ler e interpretar alimentos embalados. Muitas versões tradicionais não seriam sua primeira escolha para o consumo habitual, por poderem trazer mais gordura saturada, sódio e aromatizantes.

Mas o mercado mudou e hoje já existem pacotes contendo apenas milho de pipoca, inclusive orgânico, prontos para o micro-ondas.

“Estar dentro de uma embalagem não transforma automaticamente um alimento em ultraprocessado. Precisamos virar a embalagem e ler a lista de ingredientes”, ensina a nutricionista.

Um pacote que contém apenas milho é diferente de uma pipoca cuja lista traz gorduras, muito sal, aromatizantes e açúcar. O milho comprado separadamente e preparado em casa segue sendo a opção com mais controle, enquanto a versão pronta para o micro-ondas pode ser uma boa alternativa pela praticidade. “Não julgue o alimento pela embalagem, leia o que existe dentro dela”, resume.

Quanto comer, e por que o horário importa menos do que parece

Em vez de falar em “porção segura”, Martha prefere o termo “porção de referência”, já que a necessidade de carboidratos depende de idade, atividade física, tratamento, uso de insulina, objetivos e resposta individual de cada pessoa.

Como referência prática de lanche, a nutricionista sugere algo próximo de três xícaras de pipoca pronta, mas destaca a importância de medir o milho antes de estourar e conhecer a quantidade de carboidratos daquela porção. Isso porque a pipoca ganha muito volume depois de pronta e é fácil perder a noção da quantidade diante de uma bacia grande.

No diabetes tipo 1, a quantidade de carboidratos precisa entrar na contagem e no cálculo da insulina, de acordo com a relação insulina/carboidrato individual. No diabetes tipo 2, a porção também é fundamental, principalmente quando há resistência à insulina ou controle de peso em curso.

Horário da pipoca

Sobre comer pipoca à noite, Martha não cria uma regra proibitiva: a resposta glicêmica pode variar conforme o horário, mas depende também da glicemia inicial, da atividade física do dia, da quantidade consumida, de medicações, sono e estresse.

O ponto de atenção, segundo ela, é comportamental: a pipoca costuma ser comida assistindo à televisão ou a um filme, e a distração facilita perder a percepção da quantidade.

“Às vezes, o problema atribuído à pipoca à noite é simplesmente uma porção muito maior do que imaginamos”, pondera.

A dica prática é preparar a quantidade que se pretende comer e levar essa porção para o sofá, em vez de levar a panela ou o pacote inteiro.

Monitoramento: o sensor como ferramenta de aprendizado

Para quem acompanha a glicemia, Martha recomenda observar a glicose antes de comer e o comportamento dela depois do lanche, anotando quanto milho foi usado, como foi o preparo e quanto foi consumido. Uma elevação maior do que a desejada, quando se repete, já é informação útil para rever a porção, embora um único episódio não defina a resposta para sempre, já que atividade física, sono e estresse também interferem.

A nutricionista evita afirmar que a pipoca “sempre dá pico” em quem usa sensor, pois a quantidade consumida tem grande peso e cada pessoa pode responder de forma distinta.

“Em vez de olhar para o sensor apenas para descobrir se um alimento pode ou não pode, podemos utilizá-lo para aprender qual quantidade funciona melhor para cada um”, diz.

E a pipoca do cinema?

No cinema, o que muda não é o milho, mas a preparação: as porções costumam ser muito maiores do que as feitas em casa e podem trazer quantidades importantes de gordura e sódio, além de açúcar nas versões doces ou caramelizadas. “Não diria que quem tem diabetes não pode comer pipoca no cinema, mas também não colocaria a pipoca do cinema no mesmo lugar da pipoca preparada em casa”, pondera Martha.

A recomendação é atenção ao tamanho: os recipientes do cinema distorcem a percepção da porção, e um balde pode parecer uma unidade mesmo sem ser uma porção individual. A dica é escolher um tamanho menor, compartilhar ou preferir versões com menos coberturas, já que estimar os carboidratos de uma pipoca de cinema costuma ser menos preciso do que contar uma porção feita em casa.

“No cinema, o problema não é simplesmente a pipoca. É quando uma porção enorme vem acompanhada de muita gordura, sal, coberturas ou açúcar, e ainda é consumida de forma distraída durante duas horas de filme”, resume.

Pipoca e cinema podem continuar juntos, avalia Martha. Só não é preciso transformar o tamanho do balde no tamanho da própria porção.

“Quem tem diabetes não precisa viver procurando uma lista de alimentos permitidos e proibidos. Precisa aprender a fazer escolhas, entender porções e conhecer a própria resposta”, finaliza Martha Amodio.

 

 

Jornalista com quase 30 anos de experiência em televisão no interior de São Paulo, atuando como coordenadora de conteúdo e responsável por produção de pautas. Atualmente é produtora executiva na TB Content.

 

 

 

 

 

 

 

Fonte:https://umdiabetico.com.br/



informativo procure seu médico

abs

Carla



  • ⚕️ Aviso médico: As informações deste artigo têm caráter exclusivamente educativo e não substituem a consulta com médico e/ou nutricionista. Cada pessoa tem necessidades individuais , busque sempre orientação profissional antes de Tratamento

 

 

DIABETES: Piolho e diabetes: 4 cuidados importantes com a glicose e as feridas no couro cabeludo

 

 Piolho no couro cabeludo em imagem ilustrativa com Luana Piovani e Pedro Scooby

 

 

 

 

 

Uma discussão entre Luana Piovani e Pedro Scooby sobre piolhos nos filhos ganhou tanta repercussão nas redes sociais que acabou sendo usada pela Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro para fazer uma ação de conscientização sobre o problema.

A polêmica começou depois que Luana publicou imagens de piolhos que, segundo ela, haviam sido retirados do cabelo da filha Liz. A atriz também mostrou machucados que seriam do filho Bem e criticou os cuidados do ex-marido durante o período em que as crianças estiveram com ele.

 

Scooby rebateu as acusações e afirmou que a filha já teria chegado de Portugal com piolhos. A discussão sobre onde teria ocorrido a infestação se espalhou pelas redes sociais e gerou memes e comentários.

A Secretaria Municipal de Saúde do Rio aproveitou a repercussão para transformar o assunto em informação de saúde. Em uma publicação nas redes sociais, o órgão usou a frase “Não deixe o piolho surfar essa onda!”, em referência ao episódio, e explicou o que é o piolho, como ocorre a transmissão e quais medidas ajudam na prevenção. A orientação da rede municipal é procurar uma Clínica da Família ou Centro Municipal de Saúde diante de uma infestação.

 

Mas toda essa discussão também abre espaço para esclarecer uma dúvida que pode surgir entre pessoas com diabetes: ter glicose elevada, o chamado popularmente de “sangue doce”, aumenta a chance de pegar piolho?

A resposta é não.

 

Segundo a endocrinologista e pesquisadora Dra. Denise Franco, referência no tratamento do diabetes no Brasil, ter diabetes ou apresentar glicose elevada não facilita a infestação por piolhos ou lêndeas.

“O diabetes ou a glicose alta não facilitam pegar piolho ou lêndea”, explica a endocrinologista.

Quando uma pessoa com diabetes já está com piolho, porém, existem alguns cuidados que merecem atenção, principalmente por causa da coceira, das possíveis lesões no couro cabeludo e do comportamento da glicemia.

Piolho não é atraído por “sangue doce”

O piolho da cabeça, conhecido cientificamente como Pediculus humanus capitis, é um inseto parasita que vive próximo ao couro cabeludo e se alimenta de sangue humano.

O fato de se alimentar de sangue não significa que o parasita escolha uma pessoa de acordo com a quantidade de glicose presente nele.

Segundo os Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC), a principal forma de transmissão do piolho da cabeça é o contato direto entre o cabelo de uma pessoa infestada e o cabelo de outra pessoa.

O piolho não pula nem voa. Ele se movimenta rastejando. A transmissão por objetos usados recentemente por uma pessoa infestada também pode acontecer, embora seja considerada menos comum.

A proximidade física ajuda a explicar por que a pediculose é tão frequente entre crianças, especialmente em ambientes nos quais elas mantêm contato próximo.

Não existe, portanto, evidência de que uma pessoa com diabetes seja mais atraente para o piolho por apresentar níveis mais elevados de glicose.

Piolho não significa falta de higiene

Outro mito que costuma acompanhar a pediculose é a ideia de que a infestação ocorre por falta de higiene.

De acordo com o CDC, pegar piolho da cabeça não está relacionado à limpeza da pessoa ou do ambiente. Qualquer pessoa exposta ao contato necessário para a transmissão pode apresentar a infestação.

Apesar de ser mais frequente entre crianças em idade pré-escolar e escolar, o problema não é exclusivo da infância. Adultos também podem pegar piolho, especialmente familiares, cuidadores e outras pessoas que mantenham contato próximo com alguém infestado.

É justamente nesse ponto que Denise Franco reforça que pessoas com diabetes, independentemente da idade, devem prestar atenção a alguns aspectos quando a pediculose já está instalada.

4 cuidados para quem tem diabetes e está com piolho

1. Monitorar a glicose

Um dos principais sintomas da pediculose é a coceira no couro cabeludo. O CDC também cita irritabilidade e dificuldade para dormir entre manifestações que podem acompanhar a infestação.

Segundo Denise Franco, dependendo da pessoa, todo esse desconforto pode ser acompanhado por alterações nos níveis de glicose.

Isso não significa que o piolho provoque diretamente uma hiperglicemia. A resposta do organismo ao desconforto e ao estresse pode variar entre as pessoas.

Por isso, quem tem diabetes deve manter a monitorização da glicose e observar se os valores apresentam um comportamento diferente do seu padrão habitual durante esse período.

2. Observar as feridas provocadas pela coceira

Coçar repetidamente o couro cabeludo pode provocar pequenas escoriações e feridas.

Segundo o CDC, a coceira causada pelos piolhos pode levar ao surgimento de lesões que, em alguns casos, podem sofrer infecção por bactérias presentes na própria pele.

Esse é um dos pontos que merecem atenção para quem tem diabetes.

Denise Franco explica que uma lesão pode funcionar como porta de entrada para uma infecção. Por isso, além de combater os piolhos, é importante observar como está o couro cabeludo e evitar que as feridas evoluam sem avaliação adequada.

3. Redobrar a atenção se a glicose estiver elevada

Aqui existe uma relação importante, mas completamente diferente do mito do “sangue doce”.

Glicose alta não atrai piolho.

Entretanto, quando a glicemia permanece elevada, alguns mecanismos de defesa do organismo podem ficar prejudicados, o que pode favorecer determinadas infecções.

A American Diabetes Association (ADA) explica que pessoas com diabetes podem apresentar alguns problemas de pele com maior frequência, incluindo infecções bacterianas.

A relação também pode ocorrer no sentido contrário. Quando uma infecção se instala no organismo, o controle da glicose pode ficar mais difícil.

Por isso, segundo Denise Franco, é importante observar o conjunto: feridas no couro cabeludo, possíveis sinais de infecção e comportamento da glicemia.

4. Procurar ajuda profissional quando necessário

Eliminar os piolhos é importante também para interromper o ciclo de coceira e reduzir o risco de novas lesões no couro cabeludo.

Denise Franco orienta procurar um profissional de saúde quando houver dúvidas sobre o tratamento ou quando surgirem feridas importantes. Dependendo da idade e da situação, a avaliação pode ser realizada por pediatra, clínico geral ou dermatologista.

Vermelhidão que aumenta, inchaço, calor no local, dor, presença de secreção ou piora das lesões são sinais que merecem avaliação profissional.

Para quem tem diabetes, alterações persistentes da glicose durante esse período também devem ser discutidas com a equipe responsável pelo acompanhamento da condição.

O que fazer quando alguém está com piolho?

Na ação publicada após a repercussão do caso de Luana Piovani e Pedro Scooby, a Secretaria Municipal de Saúde do Rio reforçou medidas para reduzir a transmissão.

Entre as orientações estão observar regularmente o couro cabeludo, principalmente de crianças em idade escolar, evitar compartilhar objetos pessoais e verificar os cabelos quando houver casos de piolho na família ou na escola.

A Secretaria também orientou que, diante de uma infestação, a população do município procure uma Clínica da Família ou Centro Municipal de Saúde para receber atendimento e orientação das equipes de Saúde da Família.

Diabetes não explica por que alguém pegou piolho

A discussão envolvendo Luana Piovani e Pedro Scooby acabou transformando um episódio familiar em uma oportunidade para falar sobre um problema de saúde bastante comum.

Também ajuda a esclarecer mitos.

Ter piolho não significa falta de higiene. Da mesma forma, ter diabetes ou apresentar glicose elevada não faz com que alguém tenha maior chance de pegar piolho.

A principal forma de transmissão continua sendo o contato próximo com uma pessoa que já está infestada.

Para quem tem diabetes, a diferença está principalmente nos cuidados depois que o problema aparece: monitorar a glicose, observar as feridas provocadas pela coceira, ficar atento aos sinais de possível infecção e procurar avaliação profissional quando necessário.

Como reforça Denise Franco, diabetes e glicose alta não facilitam pegar piolho ou lêndea. O que muda é a atenção necessária às possíveis consequências das lesões e ao comportamento da glicemia durante esse período.

Fontes: Dra. Denise Franco, endocrinologista e pesquisadora; Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro; Centers for Disease Control and Prevention (CDC); American Diabetes Association (ADA).

Fonte:https://umdiabetico.com.br/piolho-diabetes-glicose-alta-cuidados-feridas/

https://umdiabetico.com.br/



informativo procure seu médico

abs

Carla



  • ⚕️ Aviso médico: As informações deste artigo têm caráter exclusivamente educativo e não substituem a consulta com médico e/ou nutricionista. Cada pessoa tem necessidades individuais , busque sempre orientação profissional antes de Tratamento