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quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Vigitel revela que brasileiro se alimenta mal e se exercita mais


Foto: Ascom/MS

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, e o secretário de Vigilância em Saúde, Jarbas Barbosa, divulgaram hoje os dados mais recentes da pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), que coletou informações nas 26 capitais brasileiras e no Distrito Federal. O levantamento, divulgado anualmente pelo Ministério da Saúde, traz um diagnóstico da saúde do brasileiro a partir de questionamentos sobre os hábitos da população, como tabagismo, consumo abusivo de bebidas alcoólicas, alimentação e atividade física.
Mais de 54 mil pessoas participaram da pesquisa realizada em 2011. “O Vigitel é parte de um conjunto de informações para que conheçamos os fatores de risco no país. Uma das boas notícias foi a redução do número de fumantes, principalmente entre os homens. A grande maioria das capitais brasileiras já está abaixo da média nacional de consumo de cigarros”, revelou Jarbas Barbosa. Segundo o secretário, Porto Alegre é o estado brasileiro com prevalência mais elevada de tabagismo.
A pesquisa Vigitel mostra como fator de risco para a saúde o grande consumo de refrigerantes, carne e leite integral (com gorduras). “Os brasileiros têm trocado a água pelo refrigerante, o que prejudica demais a saúde”, destacou Barbosa. Além disso, foi comprovado que quem tem mais 12 anos de escolaridade consome mais hortaliças e menos leite com alto teor de gordura. “As regiões Norte e Nordeste apresentam percentual menor de adultos que consomem porções diárias de frutas e hortaliças”, disse o secretário.
De acordo com os dados da Vigitel, 49% da população brasileira têm excesso de peso. “O excesso de peso é maior dentre homens. As capitais do Norte e Nordeste apresentam índices menores de excesso de peso e obesidade. Além disso, homens com mais anos de estudo apresentam maior grau de obesidade e excesso de peso”, explicou Jarbas Barbosa.
A pesquisa Vigitel revela, ainda, que homens praticam mais atividades físicas por lazer, e veem mais televisão do que mulheres. “Diminuiu, nos últimos 3 anos (2009 a 2011), a redução do sedentarismo na população do país. Florianópolis é a capital brasileira da atividade física no tempo livre, com 41% de sua população”, revelou o secretário, que também destacou ações de prevenção ao câncer de mama e colo de útero, e a luta contra o tabagismo. “O Ministério da Saúde tem adotado ações para a melhoria da saúde, como o Plano de Enfrentamento às Doenças Crônicas Não Transmissíveis, as Academias da Saúde, dentre outros ”, disse.
O ministro Alexandre Padilha agradeceu a participação dos mais de 50 mil brasileiros que responderam à pesquisa telefônica. “Os dados da Vigitel nos ajuda pensar em ações de enfrentamento a fatores de risco. E quando as ações de prevenção à saúde chegam à população, ela adere aos exames e cuida melhor de sua saúde. Pela primeira vez estamos abaixo da média em relação ao tabagismo. Isso é retrato das políticas que vêm sendo exercidas. Precisamos intensificar a tendência de queda do tabagismo entre mulheres e jovens. O reforço da fiscalização contra a pirataria no cigarro também contribui para que os números do tabagismo diminuam mais”, lembrou o ministro Padilha.

Mônica Plaza / Blog da Saúde

obs. conteúdo meramente informativo procure seu médico
abs,
Carla
fonte: http://www.blog.saude.gov.br/vigitel-revela-que-brasileiro-se-alimenta-mal-e-se-exercita-mais/

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Níveis altos de BPA em crianças pode estar associado a maior risco de obesidade infantil

Uma equipe da Universidade de Michigan estudou os níveis de BPA encontrados na urina das crianças e, em seguida, medida de gordura corporal, circunferência da cintura, e os fatores de risco cardiovasculares e diabetes, em um estudo publicado esta semana na revista Pediatrics.

O BPA foi anteriormente utilizado na fabricação de resinas de policarbonato e epóxi, tendo uso comum em uma variedade de produtos para crianças, incluindo mamadeiras, revestimentos de proteção em embalagens de alimentos de metal, brinquedos de plástico, e selantes dentários.

Os autores lembram que outros estudos já haviam mostrado, em adultos, uma associação entre altos níveis de BPA e obesidade, diabetes e doenças cardiovasculares, mas pouco se sabe sobre seus efeitos em crianças.

O estudo mostra maiores probabilidades de obesidade associada a níveis mais elevados de BPA urinário. Os pesquisadores também descobriram que as crianças com níveis de BPA mais elevados também foram mais propensas a ter uma relação de circunferência da cintura e altura fora do padrão.

O estudo não encontrou associações significativas de BPA com quaisquer outros fatores de doenças crônicas, incluindo níveis anormais dos níveis de colesterol, insulina ou glicose.

Seriam necessários mais estudos para comprovar se existe um nexo de causalidade entre o BPA e excesso de gordura corporal.
 
obs.conteúdo meramente informativo consulte seu médico
abs,
Carla
extraído:https://www.facebook.com/evidenciasemobesidade?hc_location=timeline

Saiba mais: http://pediatrics.aappublications.org/
 
 

Foto: Níveis altos de BPA em crianças pode estar associado a maior risco de obesidade infantil

Uma equipe da Universidade de Michigan estudou os níveis de BPA encontrados na urina das crianças e, em seguida, medida de gordura corporal, circunferência da cintura, e os fatores de risco cardiovasculares e diabetes, em um estudo publicado esta semana na revista Pediatrics.

O BPA foi anteriormente utilizado na fabricação de resinas de policarbonato e epóxi, tendo uso comum em uma variedade de produtos para crianças, incluindo mamadeiras, revestimentos de proteção em embalagens de alimentos de metal, brinquedos de plástico, e selantes dentários.

Os autores lembram que outros estudos já haviam mostrado, em adultos, uma associação entre altos níveis de BPA e obesidade, diabetes e doenças cardiovasculares, mas pouco se sabe sobre seus efeitos em crianças.

O estudo mostra maiores probabilidades de obesidade associada a níveis mais elevados de BPA urinário. Os pesquisadores também descobriram que as crianças com níveis de BPA mais elevados também foram mais propensas a ter uma relação de circunferência da cintura e altura fora do padrão.

O estudo não encontrou associações significativas de BPA com quaisquer outros fatores de doenças crônicas, incluindo níveis anormais dos níveis de colesterol, insulina ou glicose.

Seriam necessários mais estudos para comprovar se existe um nexo de causalidade entre o BPA e excesso de gordura corporal.

Saiba mais: http://pediatrics.aappublications.org/

Dicas Complementares para o Tratamento contra o Câncer - 1 - Ao receber o diagnóstico

Primeiros passos

 
Ao receber o diagnóstico
Este é um momento difícil, de choque, surpresas e muitas decisões.  Para vivê-lo da melhor forma possível, veja as recomendações abaixo.
· Busque um profissional especializado em quem você deposite total confiança. 
· Lembre-se de que o tratamento pode ser longo. Durante esse período, o bom relacionamento com o médico será de muita importância.
· Procure manter, na medida do possível, suas atividades normais.
· Se possível, visite o local onde receberá o tratamento e conheça a equipe que cuidará de você.
· O contato com outros pacientes que também estão fazendo o mesmo tratamento pode ser interessante, devido à troca de experiências, por vezes fortalecedora.  No entanto, lembre-se de que cada pessoa, cada tratamento e cada história são únicos.

Perguntas que você deve fazer ao seu médico
· Onde está localizado o câncer? 
· Qual o melhor tratamento e de que forma será aplicado?
· Por quanto tempo farei o tratamento?
· Será necessária internação ou poderei fazer um tratamento ambulatorial?
· Quais as reações esperadas durante o tratamento?
· Posso manter minhas atividades normalmente ou terei que me afastar do trabalho?

No hospital
· Procure levar objetos que ajudem a passar o tempo de forma agradável como, por exemplo, livros, revistas e música. Qualquer tipo de conforto será bem-vindo.
· Acompanhantes devem proteger a saúde do paciente, tomando especial cuidado com a higiene das mãos ao entrar e sair do quarto
· O contato com pessoas gripadas, com febre, diarréia ou qualquer outra doença contagiosa não é indicado! Você estará com a imunidade baixa e qualquer contaminação pode gerar complicações em seu quadro clínico


obs.: conteúdo meramente informativo consulte sempre seu médico
abs,
Carla
fonte: http://www.abrale.org.br/pagina/primeiros-passos