Hoje, o tratamento da Leucemia Mieloide Crônica (LMC) evoluiu significativamente. A principal abordagem são os inibidores de tirosina-quinase (TKIs), medicamentos em comprimido que atuam diretamente na alteração genética responsável pela doença. Com isso, a quimioterapia tradicional deixou de ser a estratégia inicial, embora ainda tenha papel em situações específicas.
Quando a quimioterapia ainda pode ser necessária
Para reduzir rapidamente os glóbulos brancos antes do início dos TKIs.
Em casos em que o paciente não responde bem ou não tolera os inibidores, especialmente quando a doença mostra sinais de progressão.
Nesses cenários, costuma-se utilizar a hidroxiureia ou, em situações mais avançadas, esquemas semelhantes aos empregados na leucemia mieloide aguda.
Pontos importantes sobre a quimioterapia
Como se trata de um tratamento que circula por todo o organismo, ela pode afetar células saudáveis e gerar efeitos indesejados, como cansaço, náuseas e maior predisposição a infecções.
Por isso, a definição da melhor estratégia terapêutica precisa ser personalizada, considerando idade, condições gerais e resposta aos TKIs, sempre com o acompanhamento especializado de um hematologista.
Dr. Natalício Kern Filho - Médico Hematologista, Hemoterapeuta RQE10.418 | RQE 10.419, Medicina Interna | RQE 10.403. Preceptor Sírio Libanês CRM RS18819
Fonte: https://web.facebook.com/Dr.NatalicioKernFilho?__tn__=-UC*F
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Aviso médico: As informações deste artigo têm caráter exclusivamente educativo e não substituem a consulta com médico e/ou nutricionista. Cada pessoa tem necessidades individuais , busque sempre orientação profissional antes de Tratamento
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