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terça-feira, 6 de fevereiro de 2018

Conheça o novo sensor de temperatura que traz segurança aos usuários ao utilizar as insulinas!

Conheça o novo sensor de temperatura que traz segurança aos usuários ao utilizar as insulinas!Novo sensor de temperatura de insulinas está disponível para melhorar o tratamento de pessoas com diabetes além de outras tecnologias! 



Em novembro, fui convidada para participar como júri do Lyfebulb, plataforma voltada para quem vive com doenças crônicas, que incentiva o desenvolvimento de inovações por empreendedores, que têm diabetes ou que possuem alguém da família ou amigo com diabetes.
A iniciativa visa premiar positivamente pessoas que vivem com diabetes tipo 1 e 2. A comissão do Lyfebulb escolheu 12 finalistas, que foram para Copenhagen, para apresentar ao júri formado por mim e por investidores, pesquisadores, engenheiros e líderes de pesquisa e desenvolvimento da Novo Nordisk e fundadores da iniciativa.
O júri escolheu Amin Zayani, fundador e CEO do Med Algel BV, como o ganhador da iniciativa por ter desenvolvido uma solução que consiste de um sensor de temperatura Bluetooth sem fio que fica junto da insulina e se comunica com um aplicativo de telefone. Este está configurado para saber a temperatura de cada um dos tipos de insulina existentes no mercado assim como outros medicamentos biológicos. Ele alerta as pessoas quando a temperatura está acima ou abaixo da ideal, inserida pelo fabricante no armazenamento.
Amin ganhou 25.000 dólares. Ele nasceu na Tunísia e se mudou para a Alemanha para estudar. Foi diagnosticado com diabetes em 2006. Em 2013 acordou em uma manhã com glicemia alta e apesar de injetar a insulina, a glicemia não diminuía. Acabou indo para o hospital e percebeu que a insulina não estava mais fazendo efeito. Notou que sua geladeira congelou todo o estoque de insulina e que perdeu todo o hormônio.
Então, criou o sensor e abandonou o trabalho da época, investiu suas poupanças e abriu a MedAngel em 2017. De acordo com o ganhador “acreditamos que ninguém deveria ter uma caneta de insulina na mão e não saber se a mesma está funcionando. Muitos de nossos usuários possuem um sensor com o estoque na geladeira e um com a insulina que eles carregam. Muitos começaram a usá-lo para suas viagens, e percebemos que a maioria dos usuários coloca o hormônio em bolsas específicas ou térmicas no verão (para garantir que a proteção funcione bem). Nossa missão é: trazer paz de espírito e reduzir o peso da vida com diabetes, garantir ótimos resultados terapêuticos de insulina e outras drogas e evitar o desperdício financeiro, fornecendo alarmes antecipados antes que seja tarde demais, ou evitando descartar a medicação por causa da dúvida”.
O júri também selecionou Linh Le, empreendedor que fabrica palmilhas de sapatos, que monitoram o desenvolvimento de úlceras nos pés, por meio do aumento de temperatura. Esta inovação está sendo testada e será disponibilizada para companhias de seguros de saúde no futuro. Para saber mais acesse: http://bonbouton.co/index.html. Já o terceiro lugar foi para Jen Horonjeff, CEO e fundadora da Savvy, uma cooperativa online que permite que as empresas de medicamentos e de dispositivos aprendam com pessoas com diabetes, que alimentam a plataforma online. Quem tiver interesse, é só entrar em: http://savvy.coop/

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abs
Carla
https://debemcomavida.accuchek.com.br/conheca-o-novo-sensor-de-temperatura-que-traz-seguranca-aos-usuarios-ao-utilizar-as-insulinas/

Vanessa Pirolo

Jornalista, criadora do blog convivência com diabetes, tem diabetes desde o seus 18 anos, e redatora do Portal DBCV

Você sabe o que é disglicemia?

Você sabe o que é disglicemia?


A disglicemia é definida como uma alteração na glicemia que, embora não corresponda aos critérios diagnósticos de diabetes, encontra-se com níveis elevados em relação à normalidade. Pode ser dividida em glicemia de jejum alterada e intolerância à glicose, sendo ambas preditoras para a ocorrência de diabetes mellitus e doenças cardiovasculares.
Tem disglicemia uma pessoa cuja presença de glicose no sangue, quando em jejum, fique entre 100 e 125mg/dl. Este nível é maior do que o normal, mas menor do que aquele que indica a presença de diabetes.
Se a tolerância à glicose está prejudicada significa também que a quantidade de açúcar no sangue está alta, mas não o suficiente para ser diagnosticada como diabetes. A diferença em relação à disglicemia é que o nível de glicose é um pouco mais alto, variando entre 140 e 199 mg/dl duas horas após o paciente ter ingerido um líquido contendo 75 gramas de glicose.
Está indicada a realização de um teste oral de tolerância à glicose (TOTG) para classificar corretamente o grau de anormalidade em relação ao metabolismo da glicose.
Além das disglicemias, as situações mais comuns com indicação para investigação de diabetes são:
  • Idade superior a 45 anos;
  • Índice de massa corporal (IMC) > ou = 27kg/m²;
  • Antecedente familiar de diabetes;
  • Mulheres que tiveram diabetes gestacional ou filhos que nasceram com peso superior a 4kg;
  • Pessoas hipertensas, dislipidêmicas;
  • Doença aterosclerótica.
Estudos epidemiológicos e experimentais mostram que alterações na glicemia, inferiores aos valores diagnósticos de diabetes, predispõem à aterosclerose e aumentam o risco cardiovascular. Assim, alterações no estilo de vida como o consumo de dieta balanceada e a prática regular de atividade física, bem como a perda de peso e controle da dislipidemia são essenciais para prevenir a progressão para o diabetes.
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Carla
https://debemcomavida.accuchek.com.br/voce-sabe-o-que-e-disglicemia/?utm_content=Disglicemia&utm_source=enext&utm_medium=email&utm_campaign=20180206_broad_disglicemia
Para saber mais 
acesse: www.unasus.unifesp.br/biblioteca_virtual/esf/1/casos_complexos/…/tema_03f.htm

Vanessa Pirolo

Jornalista, criadora do blog convivência com diabetes, tem diabetes desde o seus 18 anos, e redatora do Portal DBCV.