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quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018

Pulseira EasyGlic está quase pronta para detectar episódios de hipoglicemia!

Atualizações na Pulseira EasyGlic proporcionam mais assertividade ao detectar episódios de hipoglicemia
imagem_easyglic

No ano passado fizemos o anúncio da pulseira EasyGlic, dispositivo em forma de bracelete de silicone hipoalérgico com a função de detectar episódios de hipoglicemia. A tecnologia é dotada de um sistema eletrônico, que realiza a medição e a análise da temperatura e da umidade corporal a fim de detectar alterações em valores que sejam compatíveis com um episódio sofrido por uma pessoa com diabetes ou praticante de esportes.

Apesar de o dispositivo não ter sido anunciado oficialmente, já que houve aprimoramento da tecnologia e está sendo testada em 20 participantes. Segundo Egmar Rocha, CEO da empresa EasyThings, “a importância do BETA TESTE se reflete na preocupação da empresa em entregar o melhor produto possível para o cliente final, por isso estamos nos esmerando nessa etapa do processo para que os consumidores possam aproveitar tudo o que o EasyGlic pode oferecer”.
Para explicar mais a tecnologia, Egmar relata que “é importante esclarecer que o Easyglic é um produto genuinamente brasileiro. Trata-se de uma tecnologia pesquisada na Universidade de Brasília e totalmente desenvolvida dentro da empresa”.
Para explicar melhor sobre este tema, vamos detalhá-lo aqui! Os sensores são responsáveis pela coleta das informações na superfície da pele, que são enviadas ao núcleo do dispositivo e analisadas. Dependendo do resultado verificado, o usuário recebe um alerta luminoso e vibracional. Caso a pessoa não tenha condições de interromper o alarme, um sinal será emitido automaticamente ao smartphone, que por sua vez, enviará um alerta aos números cadastrados no software.
Assim, o aplicativo permite ao usuário fazer um acompanhamento cotidiano da glicemia, do esquema de refeições, das atividades físicas e dos medicamentos que esteja usando. Além disso, a tecnologia permite que o usuário armazene os resultados da coleta no aplicativo. O dispositivo tem uma bateria que dura até 24 horas sem precisar recarregar.
Segundo Egmar, com as novas atualizações, “os sensores foram alterados para dar mais segurança e assertividade aos alertas de aproximação de eventos de hipoglicemia, entretanto, a tecnologia de processamento dos sinais colhidos permaneceu a mesma. O aplicativo para celular utilizado para a realização dos alertas remotos também foi atualizado para que atendesse plenamente às necessidades do produto”.
Outra atualização importante é que o aplicativo está sendo convertido para o iPhone e deverá estar disponível juntamente com o EasyGlic na ocasião do lançamento do produto.
O desenvolvimento de novas tecnologias continua acontecendo. De acordo com Egmar, “estamos trabalhando em parceria com a Universidade de Brasília para criar um dispositivo que auxilia no fechamento de feridas provocadas pelo diabetes, principalmente o chamado “Pé-Diabético””.
Mas é importante ressaltar que esta tecnologia não é um glicosímetro. É um dispositivo não invasivo, capaz de detectar estados de hipoglicemia por meio de um sistema de obtenção de dados de temperatura e umidade relativa do corpo humano, realizando esta aferição sem causar incômodo.
Mais informações podem ser acessadas em: http://www.easyglic.com/index.html
 obs. conteúdo meramente informativo procure seu médico
abs
Carla
https://debemcomavida.accuchek.com.br/pulseira-easyglic-esta-quase-pronta-para-detectar-episodios-de-hipoglicemia/

Vanessa Pirolo

Jornalista, criadora do blog convivência com diabetes, tem diabetes desde o seus 18 anos, e redatora do Portal DBCV

terça-feira, 6 de fevereiro de 2018

Fim do Horário de Verão 2018, atualize o relógio em sua Bomba de Insulina e em seu monitor de glicemia.

horario-post


O horário de Verão termina no dia 18/02!
Se você mora nas regiões Sul, Sudeste ou Centro-Oeste,não se esqueça de ajustar sua bomba. A meia-noite, atrase o relógio em seu SICI uma hora.
Procedimento de configuração de hora e data:



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obs. conteúdo meramente informativo procure seu médico
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Carla

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Vanessa Pirolo

Jornalista, criadora do blog convivência com diabetes, tem diabetes desde o seus 18 anos, e redatora do Portal DBCV. 

Bonecos terapêuticos auxiliam a adesão ao Tratamento de Diabetes de crianças e de adolescentes!

Little toddler boy and girl playing with model car collection on the floor. Transportation and rescue toys for children. Toy mess in child room. Many cars for little boys. Educational games for kids.Experiência com Brinquedos Terapêuticos
*Rebeca Ortiz La Banca

A primeira pesquisa com o BT e o diabetes mellitus tipo 1 foi objeto do meu Trabalho de Conclusão de Curso realizado na Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), cujo objetivo era conhecer a vivência de crianças na faixa etária de seis a doze anos de idade com diabetes tipo 1 e para isso foi utilizado o Brinquedo Terapêutico Dramático, estratégia lúdica usada também para entrevistas em pediatria. Os resultados desse estudo foram publicados na Revista de Enfermagem da UFPE em 2015 (link: https://periodicos.ufpe.br/revistas/revistaenfermagem/article/download/10692/11754).
Há três anos aplicamos o BT no acampamento NR-ADJ, aos 80 jovens participantes da temporada. As sessões podem ser feitas individualmente ou em grupo, dependendo da experiência do profissional em conduzir a dinâmica.
Mediante pesquisas qualitativas, a técnica mostrou ser a forma de intervenção que promove o entendimento apropriado da criança sobre sua doença, pois se utiliza de uma linguagem ideal para cada idade, que é o brincar. Existem ainda estudos sobre a sua aplicação que visa o preparo de crianças e adolescentes a procedimentos invasivos, os quais também demonstraram resultados positivos na redução da ansiedade.
O método pode também ser usado em crianças com diabetes para promover maior adesão ao tratamento, pois através dos bonecos elas têm maior autonomia na demonstração do que sabem e, além disso, se o profissional usar a sua modalidade dramática para entender como os pequenos experenciam o tratamento, pode traçar as necessidades e metas com a família.
Além de promover a adesão ao tratamento, esse método terapêutico pode contribuir para o entendimento de necessidades, já que é uma forma de entrevista lúdica e assim permite que os pequenos expressem de forma espontânea como lidam com a doença, promovendo uma catarse, ou seja, liberam emoções encarceradas, o que difere de um questionário ou entrevista comum.
Os profissionais, que tiverem interesse em implementar o BT em sua prática, precisam ser capacitados para conduzir as devidas sessões e saber interpretá-las. Temos exemplos do uso da técnica em ambulatórios, unidades de internação e de terapia intensiva, acampamentos, consultórios, visita domiciliar e campanhas de saúde. Sugiro que entrem em contato com profissionais que a utilizam de forma sistematizada. O Grupo de Estudos do Brinquedo (GEBrinq) da UNIFESP é um excelente exemplo e pode ser contatado pelo e-mail gebrinq@gmail.com
Sou enfermeira, pesquisadora e educadora em diabetes. Sonho com o dia em que todos os centros de diabetes tenham profissionais capacitados para implementar a técnica no atendimento à criança e ao adolescente e com isso, prestar assistência humanizada aos pequenos. Para isso, precisamos nos unir e disseminar o uso do BT nas universidades, hospitais e centros de saúde. As pessoas precisam conhecer a técnica e se apaixonar, assim com o nosso grupo da UNIFESP, para que o brincar seja a linguagem universal de comunicação da saúde da criança.
A ADJ Diabetes Brasil fez uma parceria com a Roche e está alinhada com esta mesma proposta. Para isso, criou o Didi e a Bete, brinquedos que ajudam as crianças a expressarem como gostariam de ser tratadas, suas dificuldades em relação à doença e principalmente a se educarem sobre os cuidados necessários para viver bem com o diabetes, aderindo ao tratamento de forma lúdica.
Para saber mais sobre estes bonecos, acesse: http://www.adj.org.br/leitura-conteudo/00000314/M00004
obs. conteúdo meramente informativo procure seu medico
abs
Carla
https://debemcomavida.accuchek.com.br/bonecos-terapeuticos/

Vanessa Pirolo

Jornalista, criadora do blog convivência com diabetes, tem diabetes desde o seus 18 anos, e redatora do Portal DBCV