Powered By Blogger

quinta-feira, 28 de abril de 2022

Câncer de Cabeça e Pescoço | Sintomas

 

Nas fases iniciais, os tumores podem ser assintomáticos. Entretanto, à medida que vão se desenvolvendo, costumam causar os seguintes sinais e sintomas como:

  • Manchas brancas na boca
  • Dor
  • Lesão ulcerada ou com sangramento e cicatrização demorada
  • Nódulos no pescoço presentes por mais de duas semanas
  • Mudanças na voz, além de rouquidão persistente
  • Dificuldade para engolir

 Sintomas gerais

Diminuição do apetite, cansaço, palidez, febre e dor podem surgir mesmo na fase em que a doença ainda está localizada.

Sintomas gerais da doença avançada com comprometimento de outros órgãos

Falta de ar e tosse são sintomas frequentes nos casos em que ocorre disseminação para os pulmões, e dores ósseas ou fraturas podem ser causadas por metástases ósseas.


Atualização: Dr. Lucas Vieira dos Santos – CRM: 115.834
Oncologista Clínico na BP – A Beneficência Portuguesa de São Paulo
Apoio: Dra. Jéssica Ribeiro Gomes – CRM: 159784
Oncologista Clínica na BP – A Beneficência Portuguesa de São Paulo
Fevereiro 2022

 

 


obs. conteúdo meramente informativo procure seu médico

abs

Carla

https://vencerocancer.org.br/


 

Câncer de Cabeça e Pescoço | Fatores de risco

 

 

Tabagismo e álcool

São os grandes responsáveis pela maioria das lesões malignas de cabeça e pescoço, especialmente quando associados. Fumantes que exageram na bebida apresentam risco de 40 a 100 vezes maior de desenvolver a doença. Quanto mais prolongado e intenso for o consumo de álcool e o fumo, maior o risco.

No fumo, seja ele consumido em cigarros, charutos ou cachimbos, a nicotina é inalada juntamente com cerca de seis mil substâncias resultantes da combustão. A nicotina pura não causa câncer, mas participa indiretamente da formação de tumores malignos em conjunto com as 70 substâncias cancerígenas existentes na fumaça do cigarro. Quem fuma cigarros de baixos teores corre o mesmo risco de quem fuma os mais fortes. Bebidas destiladas causam maior irritação e dano aos tecidos, porque têm maior teor alcoólico.

Papilomavírus humano (HPV)

Recentemente foi demonstrado que o HPV, vírus associado ao câncer de colo de útero e ao carcinoma de pênis, também pode provocar tumores malignos na região da cabeça e do pescoço, especialmente na orofaringe.

Lesões pré-malignas

As duas mais frequentes são as leucoplasias e as eritroplasias. As leucoplasias são lesões de cor branca, que podem surgir na superfície das mucosas dos lábios, da língua, das pregas vocais ou em outras localizações. Em 20% dos casos, já apresentam áreas de transformação maligna no momento em que são diagnosticadas. As eritroplasias são lesões avermelhadas, que em 80% dos casos estão associadas a tumores malignos.

Tanto as leucoplasias como as eritroplasias podem conter alterações classificadas como displasias, lesões pré-malignas que podem ser leves, moderadas ou graves. As displasias podem evoluir para lesões malignas localizadas, que não invadem os tecidos vizinhos, conhecidas como carcinoma in situ. Sem tratamento, o carcinoma in situ eventualmente se torna invasivo, penetra os tecidos vizinhos e se espalha por outros órgãos.

Depressão imunológica

Pacientes que receberam transplantes de órgãos e tomam imunossupressores para evitar rejeitá-los, portadores do vírus HIV e outros portadores de deficiências imunológicas têm maior probabilidade de desenvolver câncer de cabeça e pescoço.

Infecção pelo vírus Epstein-Barr

Os carcinomas associados ao vírus Epstein-Barr costumam localizar-se na nasofaringe e ocorrem especialmente em pacientes de origem oriental.



Fatores de risco que levam ao aparecimento do câncer de cabeça e pescoço.


Atualização: Dr. Lucas Vieira dos Santos – CRM: 115.834
Oncologista Clínico na BP – A Beneficência Portuguesa de São Paulo
Apoio: Dra. Jéssica Ribeiro Gomes – CRM: 159784
Oncologista Clínica na BP – A Beneficência Portuguesa de São Paulo
Fevereiro 2022

 

 

 

 

 

 

 


obs. conteúdo meramente informativo procure seu médico

abs

Carla

https://vencerocancer.org.br/

 


quarta-feira, 27 de abril de 2022

Alimentação Saudável é aliada no combate à Hipertensão





Bons hábitos alimentares previnem deficiências nutricionais, favorecem a saúde, melhoram a função imunológica e protegem contra as doenças infecciosas. Mas você sabia que a alimentação saudável contribui, também, para a proteção contra males crônicos não transmissíveis, como diabetes, acidente vascular cerebral, doenças cardíacas, alguns tipos de cânceres e hipertensão arterial?

Como estas doenças crônicas não transmissíveis estão entre as principais causas de morbidade, incapacidade e morte no Brasil e no mundo é bom, não só saber, como passar a ter mais atenção com sua alimentação. Refeições saudáveis são aquelas preparadas com alimentos in natura e minimamente processados, com qualidade e quantidade adequada aos ciclos da vida, compondo refeições coloridas e saborosas, que incluem alimentos tanto de origem vegetal quanto animal.

Especialmente, em relação à hipertensão, o sucesso do tratamento com medidas nutricionais depende da adoção de um plano alimentar saudável e sustentável. A dieta deve enfatizar o consumo de frutas, hortaliças e laticínios com baixo teor de gordura; inclui a ingestão de cereais integrais, frango, peixe e frutas oleaginosas; preconiza a redução da ingestão de carne vermelha, doces e bebidas com açúcar.

De olho no sódio

O controle da ingestão de sódio na alimentação diária é indispensável. Esse cuidado é importante para todos e ainda mais importante para pessoas que necessitam de uma restrição de sódio na alimentação, como indivíduos hipertensos ou com doenças renais. Como fazer? Comece limitando o consumo de produtos ultraprocessados e a adição de sal no preparo dos alimentos, evitando o consumo de temperos e condimentos industrializados.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o consumo adequado de sódio para um indivíduo saudável é de cerca de 2.400 mg ao dia, valor que equivale a 5 g/dia de sal de cozinha. No entanto, segundo a Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF), 2008-2009, o consumo médio diário de sal do brasileiro é de 11,4 g, ou seja, mais que o dobro da recomendação.

Algumas mudanças ajudam na diminuição do consumo do sal, ajudando no combate aos efeitos da hipertensão.

Tempero Caseiro

Uma boa opção para reduzir o consumo de sal é o preparo caseiro do tempero de alho e sal. O alho oferece proteção cardiovascular decorrente de suas propriedades antioxidantes e hipocolesterolêmicas. Outra alternativa é o uso de ervas aromáticas e que podem ser cultivadas em casa, como coentro, salsa, alecrim, manjericão, orégano e tomilho. Os temperos “instantâneos”, como temperos prontos de alho e sal e os temperos industrializados para saladas e outros alimentos, não são recomendados por possuírem grandes quantidades de sódio e gorduras, além de outros aditivos.

Quantidade

Utilize sal em pequenas quantidades ao temperar e cozinhar alimentos e criar pratos. Desde que utilizado com moderação em preparações culinárias com base em alimentos in natura ou minimamente processados, o sal contribui para diversificar e tornar mais saborosa a alimentação sem que fique nutricionalmente desbalanceada.

Evite os ultraprocessados

Faça uso moderado de sal no preparo da comida e restrição do uso de alimentos ricos em sódio como enlatados, embutidos, conservas, molhos prontos, molho de soja (shoyo), macarrão instantâneo, caldos de carnes, temperos prontos, defumados, snacks, laticínios, carnes conservadas no sal e refeições prontas.

Substitua

Nas preparações culinárias utilize temperos naturais para substituir o sal como, por exemplo, açafrão, alecrim, alho, canela, cebola, coentro, cravo, coentro, folhas de louro, gengibre, hortelã, limão, manjericão, manjerona, orégano, pimentão, salsinha, sálvia, tempero verde, vinagre, limão e adobo. Assim, é possível realçar o gosto dos alimentos e reduzir a quantidade de sal.

Oleaginosas

As frutas oleaginosas, como nozes, castanhas, amendoim, amêndoas e pistache contém baixo teor de sódio e quantidades significativas de substâncias que podem auxiliar na redução da pressão como gorduras monoinsaturadas, magnésio, potássio, cálcio e substâncias antioxidantes como os polifenóis e o selênio.

Frutas

As frutas são ricas em várias vitaminas, fibras, minerais e substâncias antioxidantes. Todos esses compostos presentes nas frutas podem auxiliar na redução da pressão, com efeitos benéficos para a saúde dos vasos, o que pode contribuir para a redução da pressão.

Aveia

A aveia é um alimento rico em proteínas e fibras. Adicionar aveia na dieta aumenta a saciedade e contribui para a diminuição dos níveis de colesterol e glicose no sangue





obs. conteúdo meramente informativo procure seu médico

abs

Carla 


http://www.riocomsaude.rj.gov.br/site/