Ela já está em vigor no Brasil, e pode mudar profundamente a vida de pacientes e cuidadores familiares dentro de hospitais, clínicas e atendimentos médicos.
A nova Lei Federal nº 15.378 criou oficialmente o Estatuto dos Direitos do Paciente.
Na prática?
Ela fortalece direitos que durante anos muitos brasileiros não conseguiram exercer dentro do sistema de saúde.
Ela fortalece direitos que durante anos muitos brasileiros não conseguiram exercer dentro do sistema de saúde.
A partir dessa lei, o paciente passa a ter mais respaldo em situações como:
• acesso ao prontuário médico;
• direito à informação clara sobre exames e tratamentos;
• direito ao acompanhante;
• direito ao atendimento humanizado;
• direito à privacidade;
• direito de participar das decisões sobre o tratamento;
• direito à segunda opinião médica;
• direito aos cuidados paliativos;
• direito ao alívio da dor e sofrimento;
• direito de registrar reclamações e denúncias;
• direito de não sofrer discriminação;
• direito à informação clara sobre exames e tratamentos;
• direito ao acompanhante;
• direito ao atendimento humanizado;
• direito à privacidade;
• direito de participar das decisões sobre o tratamento;
• direito à segunda opinião médica;
• direito aos cuidados paliativos;
• direito ao alívio da dor e sofrimento;
• direito de registrar reclamações e denúncias;
• direito de não sofrer discriminação;
• direito ao sigilo e privacidade do paciente;
• direito de não sofrer discriminação;
• direito de receber atendimento humanizado;
• direito de ser identificado corretamente;
• direito de participar das decisões sobre o tratamento;
• direito de receber informações compreensíveis, sem linguagem técnica impossível;
• direito à segurança do paciente;
• direito de registrar reclamações e denúncias;
• direito de ter alívio da dor e sofrimento sempre que possível.
• direito de não sofrer discriminação;
• direito de receber atendimento humanizado;
• direito de ser identificado corretamente;
• direito de participar das decisões sobre o tratamento;
• direito de receber informações compreensíveis, sem linguagem técnica impossível;
• direito à segurança do paciente;
• direito de registrar reclamações e denúncias;
• direito de ter alívio da dor e sofrimento sempre que possível.
E o Cuidador Familiar?
Mesmo sem aparecer nas manchetes, essa lei também fortalece indiretamente o papel do cuidador, principalmente nos casos de Alzheimer, demências e pacientes fragilizados.
Mesmo sem aparecer nas manchetes, essa lei também fortalece indiretamente o papel do cuidador, principalmente nos casos de Alzheimer, demências e pacientes fragilizados.
Porque quantas famílias já ouviram:
“Você não precisa saber.”
“Depois explicamos.”
“Assina aqui.”
“Não pode entrar.”
“Você não precisa saber.”
“Depois explicamos.”
“Assina aqui.”
“Não pode entrar.”
O problema é que muita gente ainda nem sabe que essa lei existe.
E direito que ninguém conhece… acaba não sendo exercido.
Cuidador,
Você já passou por alguma situação difícil dentro de hospital ou atendimento médico?
Página e Grupo de Apoio Online: 1 Sujeito Chamado Alzheimer
FONTE: https://www.facebook.com/groups/mentesedemencias
obs. conteúdo meramente informativo procure seu médico
abs
Carla






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