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segunda-feira, 13 de julho de 2026

CÂNCER: 13/07 -DIA MUNDIAL DE CONSCIENTIZAÇÃO SOBRE TUMORES GASTROINTESTINAIS

 Tipos de Tumores do Trato Gastrointestinal

 

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 30/07/2012 - Data de atualização: 06/08/2020

 

Esses tumores podem ocorrer em qualquer parte do trato gastrointestinal, do esôfago ao ânus, mas geralmente começam nas células glandulares que revestem a maior parte do trato gastrointestinal (GI), incluindo os cânceres de esôfago, estômago, cólon e reto. Os tumores que se desenvolvem nessas células são denominados adenocarcinomas.

Algumas partes do trato GI, como a parte superior do esôfago e o final do ânus, são revestidas por células planas chamadas células escamosas. Os tumores que começam nessas células são chamados de carcinomas de células escamosas.

O trato gastrointestinal também tem células neuroendócrinas. Essas células têm algumas características em comum com as células nervosas e com as células produtoras de hormônio (endócrinas). Os tumores neuroendócrinos podem se desenvolver a partir dessas células. O câncer neuroendócrino é raro no trato GI. Os tumores carcinoides são um exemplo de câncer neuroendócrino encontrado no trato GI.

Outros tipos raros de câncer que podem se formar no trato GI incluem diferentes tipos de sarcomas de partes moles, como leiomiossarcomas, angiossarcomas e tumores do neurônio periférico.

O GIST é diferente dos outros cânceres do trato gastrointestinal. Eles começam em diferentes tipos de células e são diferentes em relação ao tratamento e prognóstico. Por essa razão que os médicos precisam ter certeza se o tumor no trato GI é GIST, algum outro tipo de câncer ou uma condição benigna.

Texto originalmente publicado no site da American Cancer Society, em 01/12/2019, livremente traduzido e adaptado pela Equipe do Instituto Oncoguia.

 

 

Estatística para Tumor Estromal Gastrointestinal (GIST)

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 25/11/2015 - Data de atualização: 06/08/2020

O tumor estromal gastrointestinal (GIST) é raro, e o número exato de pessoas diagnosticadas com esses tumores anualmente é desconhecido. Até o final da década de 1990, não se sabia muito sobre esses tumores, e muitos deles acabaram sendo classificados como outros tipos de cânceres.

Esses tumores podem começar em qualquer lugar no trato gastrointestinal, mas ocorrem com mais frequência no estômago (cerca de 60%) ou no intestino delgado (cerca de 35%). A maior parte do resto de casos é diagnosticada no esôfago, cólon e reto. Uma pequena porcentagem se desenvolve no abdome fora do trato gastrointestinal.

A maioria dos pacientes diagnosticados com GIST tem mais de 50 anos. Esses tumores são raros em pessoas com menos de 40 anos, embora possam ocorrer em pessoas de qualquer idade.

No Brasil, o Instituto Nacional de Câncer (INCA) não dispõe de dados sobre este tipo de câncer.

Texto originalmente publicado no site da American Cancer Society, em 01/12/2019, livremente traduzido e adaptado pela Equipe do Instituto Oncoguia.

 

 

Hoje é dia mundial de conscientização sobre tumores gastrointestinais - GIST, um tipo raro de tumor.

Quer saber mais? Acesse: https://bit.ly/GISTtipos

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Assim como outros tipos de câncer, o GIST pode não apresentar nenhum sintoma até que já esteja em estágios mais avançados. No entanto, pessoas com o tumor, podem ter hemorragia no trato gastrointestinal, provocando evacuação com sangue ou até mesmo por meio de vômitos, dependendo da localização do tumor.

Quando o tumor cresce, ele também pode causar obstrução do estômago ou do intestino, provocando dores abdominais e vômitos.

Se você apresenta um ou mais dos sintomas e desconhece a causa, procure um médico e faça uma investigação!

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Durante uma investigação de tumores gastrointestinais, o médico pode, inicialmente, solicitar a realização de exames de sangue e de imagem que indicarão a necessidade ou não de realizar outros exames, como os de diagnóstico indicados na arte. Caso estes exames complementares indiquem a presença do tumor, será realizada uma biópsia para confirmação do diagnóstico. Em caso de tumores pequenos, quando a pessoa ainda não apresenta sinais e sintomas, é comum que os GIST sejam diagnosticados acidentalmente, quando a pessoa vai realizar exames de rotina para outras patologias.

 

 

FONTE:  https://www.facebook.com/oncoguia/photos


FONTE:  

 








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abs

Carla



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