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segunda-feira, 25 de fevereiro de 2019

Leucemia Linfóide Crônica (LLC): Vivendo com a


Equipe Oncoguia
 - Data de cadastro: 27/07/2015 - Data de atualização: 20/08/2018

A leucemia linfoide crônica raramente é curada, ainda assim, a maioria dos pacientes vive bem por muitos anos com a doença. Alguns pacientes podem viver anos sem qualquer tratamento, mas a maioria eventualmente precisará ser tratada. Aprender a viver com câncer pode ser difícil e muito estressante.
Cuidados no Acompanhamento
Quando o tratamento terminar, os médicos irão acompanhá-lo de perto por alguns anos. Por isso é muito importante comparecer a todas as consultas de acompanhamento. Nestas consultas o médico sempre o examinará, conversará com você sobre qualquer sintoma que tenha apresentado, poderá pedir alguns exames de laboratório ou de imagem para acompanhamento e reestadiamento da doença.
Quase todos os tratamentos contra a leucemia podem apresentar efeitos colaterais. Alguns podem durar apenas alguns dias ou semanas, mas outros podem durar mais tempo. Alguns efeitos colaterais podem até não aparecer até anos após o término do tratamento. Suas visitas ao médico são um bom momento para fazer perguntas e falar sobre quaisquer alterações ou problemas que você perceba ou preocupações que você possa apresentar.
Para todos os pacientes com leucemia linfoide crônica que já terminaram o tratamento, é importante informar aos seus médicos sobre quaisquer novos sintomas ou problemas, pois eles podem ser provocados ​​pela recidiva da leucemia, por uma nova doença ou por um segundo câncer.
Acompanhamento Clínico
Em pacientes sem sinais remanescentes da leucemia, muitos médicos recomendam visitas de acompanhamento e exames de tomografia computadorizada a cada 6 - 12 meses nos primeiros 2 anos após o tratamento, e visitas anuais e tomografias após esse tempo, embora as visitas ao médico possam ser mais frequentes no início.
Registros Médicos
Eventualmente em algum momento após o diagnóstico e tratamento da leucemia linfoide crônica, você pode consultar outro médico, que desconheça totalmente seu histórico clínico. É importante que você seja capaz de informar ao novo médico os detalhes do diagnóstico e do tratamento. Verifique se você tem a seu alcance, informações como:
Cópia do laudo de patologia e de qualquer biópsia ou cirurgia.
Cópia do relatório de alta hospitalar.
Cópia do relatório do tratamento radioterápico.
Cópia do relatório quimioterápico, incluindo medicamentos utilizados, doses, e tempo do tratamento.
Exames de imagem.
O médico pode querer manter cópias dessas informações, não se esqueça de sempre manter cópias de tudo com você!
Como diminuir o risco do leucemia progredir ou recidivar?
Permanecer tão saudável quanto possível é mais importante do que nunca após o tratamento da leucemia linfoide crônica. Adotar comportamentos saudáveis, como não fumar, manter uma alimentação saudável, praticar atividades físicas regulares e manter um peso saudável pode ajudá-lo a reduzir o risco da recidiva e a protegê-lo de outros problemas de saúde.
Suplementos Dietéticos
Até o momento, nenhum suplemento dietético, incluindo vitaminas, minerais e produtos à base de plantas, mostrou diminuir o risco da progressão ou recidiva da leucemia linfoide crônica. Isso não significa que nenhum suplemento ajudará, mas é importante saber que nenhum suplemento é eficaz.
Os suplementos dietéticos não são regulados como medicamentos, ou seja, não precisam ser comprovadamente efetivos (ou mesmo seguros) antes de serem vendidos, embora haja limites sobre o que eles possam reivindicar. Se você está pensando em tomar qualquer tipo de suplemento nutricional, converse antes com seu médico, para decidir quais você pode usar com segurança, evitando aqueles que podem ser prejudiciais.
Risco de um segundo câncer após o tratamento
As pessoas que tiveram leucemia linfoide crônica podem ter outros tipos de câncer. De fato, os as pessoas que tiveram leucemia linfoide crônica têm um risco aumentado de contrair outros tipos de câncer. Para saber mais, consulte nosso conteúdo sobre Risco de desenvolver um segundo câncer.
Suporte Emocional
Algo que ajuda muito ao paciente com leucemia linfoide crônica a enfrentar a doença é o apoio e a força que ele recebe. Independente de como, o importante é que você encontre em algo ou alguém essa ajuda, seja nos familiares, nos amigos, em ex-pacientes, em sites sobre a doença, ou até em sua própria fé. Você não precisa passar por tudo isso sozinho, seus familiares e amigos podem e querem ajudar você. Não se feche na doença, esteja disposto a ouvir o que os outros têm a lhe dizer.


Fonte: American Cancer Society (10/05/2018)
obs. conteúdo meramente informativo procure seu médico
abs
Carla
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Leucemia Linfóide Crônica (LLC): Converse com seu Médico sobre a

Equipe Oncoguia
 - Data de cadastro: 27/07/2015 - Data de atualização: 20/08/2018

Preparamos um roteiro de perguntas que podem lhe orientar numa conversa com seu médico. Alguns pontos são muito importantes e não devem ser deixados de lado:
No Diagnóstico
Que tipo de leucemia eu tenho?
Qual é o estadiamento da minha doença? O que isso significa?
Antes do Tratamento
Quais as opções de tratamento disponíveis para o meu caso? Precisamos tratar a doença de imediato?
Qual o tratamento que você recomenda? Por quê?
Qual é o objetivo do meu tratamento?
Devemos considerar um transplante de células-tronco? Quando?
Quais são os possíveis efeitos colaterais deste tratamento a curto e longo prazo?
O que me recomenda antes do início do tratamento?
É necessária a realização de exames adicionais antes de decidir o tipo de tratamento?
Quanto tempo vai durar o tratamento? Onde será feito?
De que forma o tratamento afetará minhas atividades do dia a dia?
Durante o Tratamento
Como saberemos se o tratamento está respondendo?
Existe algo que eu possa fazer para gerenciar os efeitos colaterais?
Quais sintomas ou efeitos colaterais aos que devo ficar atento para entrar em contato com você imediatamente?
Como posso entrar em contato com você a noite, feriados e finais de semana?
Existem limites sobre o que posso fazer?
O que será feito se o tratamento não responder ou se a doença voltar?
Existem outros especialistas que eu devo consultar? Você pode sugerir alguém?
Após o Tratamento
Quais sintomas devo observar?
O que faremos se o tratamento não responder ou se a leucemia voltar?
Quais serão minhas opções se a leucemia voltar?
Com que frequência devo fazer as consultas de retorno?
Poderei voltar a realizar minhas atividades normalmente?
É muito importante perguntar e esclarecer todas suas dúvidas, a informação é um direito seu!


Fonte: American Cancer Society (10/05/2018)
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Leucemia Linfóide Crônica (LLC): Tratamento da Leucemia Linfoide Crônica de Células Pilosas


Equipe Oncoguia
 - Data de cadastro: 27/07/2015 - Data de atualização: 20/08/2018
A tricoleucemia tende a ser de crescimento lento. Os pacientes sem sintomas muitas vezes não precisam ser tratados imediatamente, mas devem fazer exames regulares de acompanhamento para verificar se existe progressão da doença ou aparecimento de sintomas. Alguns pacientes com leucemia linfoide crônica de células pilosas vivem por muitos anos sem quaisquer sintomas ou tratamento.
O tratamento pode ser indicado para os pacientes com baixos níveis de células sanguíneas, infecções recorrentes ou com aumento do baço ou gânglios linfáticos. O tratamento é com um dos medicamentos análogos de purina, a cladribina (2-CdA) ou a pentostatina. A maioria dos pacientes respondem a esses medicamentos por mais de 5 anos.
Se a leucemia recidiva, deverá ser tratada novamente com um análogo de purina. Muitas vezes, a mesma droga será utilizada, principalmente se a doença esteve em remissão por um longo período de tempo. Às vezes, o anticorpo monoclonal com rituximab é administrado junto com a quimioterapia.
Em casos raros, a leucemia linfoide crônica de células pilosas pode não responder à quimioterapia. O rituximab ou interferon alfa, um tipo de tratamento biológico, pode ser útil. Se um paciente está desconfortável devido ao aumento do baço, a esplenectomia muitas vezes pode aliviar a dor ou outros sintomas.



Fonte: American Cancer Society (10/05/2018)
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