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quinta-feira, 30 de julho de 2026

Câncer se aproxima das doenças cardiovasculares como principal causa de morte no Brasil, diz Inca

 

São estimados 781 mil novos casos da doença por ano no país em cada ano do triênio 2026-2028. Com novo boletim do Inca, câncer segue como desafio para o SUS


O novo boletim do Instituto Nacional de Câncer (Inca), divulgado na última semana, traçou o cenário da doença para os próximos anos. A Estimativa 2026–2028: Incidência de Câncer no Brasil prevê 781 mil novos casos de câncer no país em cada ano do triênio. Os números se explicam por fatores como envelhecimento da população, exposição a fatores de risco e diagnóstico tardio. 

Além disso, segundo o documento, o câncer se aproxima das doenças cardiovasculares como principal causa de morte no Brasil.

Entre os homens, os tumores mais comuns são os de próstata (30,5%), cólon e reto (10,3%), pulmão (7,3%), estômago (5,4%) e cavidade oral (4,8%). Já entre as mulheres figuram o de mama (30,0%), cólon e reto (10,5%), colo do útero (7,4%), pulmão (6,4%) e tireoide (5,1%). O câncer de pele não melanoma não aparece na lista porque segue como o mais frequente em ambos os sexos, com elevada incidência, mas baixa letalidade. 

“As estimativas, mais do que estatísticas, demonstram a importância de planejar e executar ações de prevenção, detecção precoce e acesso oportuno ao tratamento do câncer”, disse Marcia Sarpa, coordenadora de Prevenção e Vigilância do Inca. Afinal, além das estimativas, os números trazem alertas sobre desafios e oportunidades de apoiar a vigilância em saúde no curto prazo, com horizonte de até cinco anos.

Para planejar estratégias, é necessário olhar para as diferenças regionais. Segundo o relatório, o câncer de colo do útero está entre os mais incidentes no Norte e Nordeste, região que também tem a maior incidência de câncer de estômago entre os homens. Já no Sul e no Sudeste, os tumores mais frequentes são os associados ao tabagismo (pulmão e cavidade oral). 

“Esses padrões refletem a interação entre fatores demográficos, exposições ambientais e ocupacionais, estilos de vida e desigualdades no acesso aos serviços de saúde”, diz o texto.

Prevenção primária como principal estratégia

De forma geral, os achados reiteram, segundo o Inca, a relevância de fortalecer a prevenção primária, com medidas como:

  • Vacinação contra o HPV;
  • Controle do tabaco;
  • Promoção da alimentação saudável;
  • Incentivo à atividade física;
  • Estruturação de políticas voltadas ao diagnóstico oportuno, sobretudo para cânceres de mama, de colo do útero e de cólon e reto. 

As estimativas mostram que o câncer é um desafio crescente para a saúde da população brasileira. “Investir em políticas públicas de saúde é investir em vidas, garantindo que cada brasileiro e cada brasileira tenham melhores chances de prevenção, cuidado e sobrevida diante do câncer”, afirma o documento.




Luiza Adorna é jornalista, redatora, escritora e aborda assuntos relacionados à saúde.










FONTE: https://drauziovarella.uol.com.br/








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Carla



  • ⚕️ Aviso médico: As informações deste artigo têm caráter exclusivamente educativo e não substituem a consulta com médico e/ou nutricionista. Cada pessoa tem necessidades individuais busque sempre orientação profissional antes de Tratamento

quarta-feira, 29 de julho de 2026

MELHOR IDADE: Fator de risco para demência: como prevenir a perda auditiva?

 



Evitar a exposição prolongada ao ruído é uma das principais medidas para evitar a perda auditiva. Quando ela se instala, é fundamental buscar o tratamento adequado

Segundo diretriz recente da Organização Mundial da Saúde (OMS), 45% dos fatores de risco associados à demência são modificáveis e podem, portanto, ser prevenidos ou retardados. A perda auditiva é um deles. Embora nem sempre possa ser evitada, ela pode ser tratada, de forma a preservar a qualidade de vida do indivíduo. A OMS recomenda o uso de aparelhos auditivos para adultos com a condição.

A perda auditiva relacionada à idade, principalmente quando não é tratada por anos, está associada a maior risco de declínio cognitivo e demência, incluindo o Alzheimer

“Os mecanismos não estão totalmente definidos, mas as hipóteses mais aceitas envolvem: sobrecarga cognitiva (o cérebro precisa fazer muito esforço para entender a fala), privação sensorial (menos estímulos sonoros para o cérebro) e isolamento social, todos fatores que podem acelerar o declínio cognitivo”, afirma Francis Gutierrez, membro da Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial (ABORL-CCF) e professor do Instituto de Otorrinolaringologia e Cirurgia de Cabeça e Pescoço da Universidade Estadual de Campinas (IOU/Unicamp).


Sem tratamento, o problema pode ainda levar à ansiedadedepressão e prejuízos profissionais, além de contribuir para quedas e para o declínio funcional, o que compromete a autonomia da pessoa idosa. 

Outra queixa importante é o zumbido, um sintoma frequentemente decorrente da própria perda auditiva. “Ele não é considerado, isoladamente, um causador de demência, mas aparece no mesmo contexto de perda auditiva não tratada e comorbidades como ansiedade, insônia e depressão”, explica o médico. 

 

O que causa a perda auditiva

O especialista diz que as causas da perda auditiva variam conforme a idade. Em crianças, as principais são infecções de ouvido, fatores genéticos e algumas infecções adquiridas na gestação. Em jovens e adultos, o grande vilão é o ruído, especialmente pela exposição excessiva a fones de ouvido em volume alto e ambientes de trabalho barulhentos. 

Nos idosos, o principal fator é o envelhecimento natural do sistema auditivo, agravado por doenças como diabetes e hipertensão, e por toda uma vida de exposição ao ruído”, relata. A perda auditiva pode surgir em qualquer idade, mas se torna mais frequente depois dos 60 anos. 

O que fazer para prevenir a perda auditiva

Ao longo da vida, diversos cuidados contribuem para a prevenção da perda auditiva. O especialista elenca os principais:

  • proteção contra ruído: usar protetores auriculares em ambientes de trabalho ruidosos, shows, ensaios musicais, ferramentas ou máquinas barulhentas, além de evitar exposição prolongada a volumes elevados;
  • controle de volume e tempo de fones de ouvido: limitar o volume (regra prática: se outra pessoa ouve o som dos seus fones, está alto demais) e evitar o uso contínuo dos dispositivos por muitas horas seguidas;
  • cuidado com medicamentos: evitar a automedicação, especialmente com drogas potencialmente ototóxicas (certos antibióticos, diuréticos, quimioterápicos), seguindo sempre a orientação médica;
  • controle de fatores cardiovasculares e metabólicos: tratar hipertensão, diabetes, dislipidemia (colesterol alto) e obesidade e suspender o tabagismo, pois esses fatores estão associados a maior risco de perda auditiva por comprometimento vascular da cóclea (estrutura do ouvido responsável pela audição);
  • check-ups auditivos periódicos: especialmente a partir dos 50 a 60 anos, ou antes em pessoas com exposição a ruído ou história familiar importante, para detectar e  intervir precocemente em caso de alterações.

De acordo com o otorrinolaringologista, a maioria das recomendações vale também para a prevenção do zumbido, porque uma das causas mais frequentes do problema é justamente a perda auditiva induzida por idade, ruído e fatores metabólicos. Além disso, somam-se medidas como higiene do sono, manejo do estresse, redução de cafeína e álcool em excesso e evitar silêncio absoluto prolongado (sons ambientais suaves podem diminuir a percepção do zumbido em indivíduos predispostos). 

Não conseguimos impedir todo tipo de perda auditiva, porque há fatores genéticos e doenças que fogem ao nosso controle; mas, ao longo da vida, proteger-se do ruído, cuidar da saúde do coração, evitar automedicação e fazer check-ups da audição reduzem o risco de perda auditiva e de muitos casos de zumbido”, destaca Gutierrez. 


Como saber se a pessoa está com dificuldade para ouvir? 

Em idosos com perda auditiva, é comum que os familiares observem o problema antes do próprio paciente. Para isso, é importante atentar aos seguintes sinais de alerta: 

  • aumentar de forma repetida o volume da TV, rádio ou celular, até incomodar os demais;
  • pedir que repitam com frequência (perguntas como “hã?” ou “o quê?”), especialmente em ambientes com ruído de fundo ou conversas em grupo;
  • relatar que “escuta, mas não entende” quando várias pessoas falam ou quando a fala é rápida;
  • ter dificuldade para acompanhar conversa ao telefone ou para entender vozes agudas (como de mulheres e crianças);
  • passar a evitar encontros sociais, falar menos em reuniões de família, aparentar distração ou desatenção em rodas de conversa;
  • queixar-se de zumbido (barulho no ouvido) associado a qualquer um desses sinais.

Ao abordar o assunto, o especialista recomenda evitar a culpabilização ou o confronto direto e usar linguagem inclusiva, com frases como “nós percebemos”, “estamos preocupados com a sua saúde”, em vez de “você não escuta nada”. Também é importante normalizar a condição, destacando que atualmente existem opções de tratamento mais discretas e eficazes do que no passado. 

“[Outro ponto é] focar em qualidade de vida e preservação da memória: explicar que ouvir melhor ajuda a participar das conversas, diminui o cansaço mental e pode proteger a cognição”, diz o médico. “Propor inicialmente uma avaliação, não um aparelho: ‘vamos marcar uma consulta com o otorrino para conferir como está sua audição’, deixando a discussão sobre o aparelho para depois da avaliação”, completa. 

Tratamento da perda auditiva

O tratamento passa por causas reversíveis, quando presentes: cerúmen impactado, otites, alterações de pressão ou ventilação da orelha média, ajuste de medicamentos potencialmente ototóxicos, controle de fatores metabólicos e vasculares.

Em outros casos, recomendam-se os aparelhos auditivos ajustados ao perfil audiológico e às necessidades do idoso (mesmo pessoas com perdas leves podem se beneficiar do uso, destaca o médico), além de treinamento auditivo e estratégias de comunicação.

Em perdas severas ou profundas com pouco benefício de aparelhos, ele diz que é preciso considerar tecnologias como o implante coclear.

“Na maioria dos casos, não falamos em ‘curar’ a perda auditiva, e sim em dar ao cérebro o máximo de som útil possível, com conforto. Isso ajuda a diminuir o esforço para ouvir, reduzir o incômodo do zumbido e melhorar a qualidade de vida”, conclui Gutierrez. 



Maiara Ribeiro é jornalista e integra a redação do Portal Drauzio Varella desde 2018. Tem interesse principalmente em assuntos relacionados à primeira infância, saúde mental, longevidade e bem-estar.





FONTE: https://drauziovarella.uol.com.br/








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Hemoglobinúria paroxística noturna (HPN): o que é essa doença rara?

 


Publicado em: 28/02/2025 - Revisado em 28/02/2025
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A HPN é uma doença¹ rara que afeta o sistema complemento e a medula óssea, causando destruição das hemácias e, consequentemente, a trombose


A hemoglobinúria paroxística noturna (HPN) é uma doença genética rara, causada por uma mutação no gene PIG-A¹ da célula-tronco hematopoiética. Essa mutação compromete a produção de proteínas responsáveis por regular o sistema complemento, que é uma parte essencial do sistema imunológico, que ajuda a proteger o corpo contra infecções. 

Como resultado, ocorre uma hemólise intravascular crônica,¹¹⁻¹³ ou seja, a destruição das células sanguíneas, que como consequência gera um alto risco de trombose, que pode ser fatal. Isso também pode levar à anemia, além de ativar outros componentes do sangue, como glóbulos brancos e plaquetas.

A HPN pode se manifestar de forma grave e progressiva.¹¹⁻¹²⁻¹³ O termo “noturno” diz respeito ao fato de que a destruição de células sanguíneas tende a ocorrer no período noturno, e a urina a apresentar um tom escuro ou avermelhado pela manhã, mas atualmente sabemos que isso também ocorre durante o dia. A HPN afeta principalmente adultos na faixa dos 30 a 50 anos (porém pode acontecer em qualquer idade), com sintomas inespecíficos e individualizados para cada paciente. O tratamento envolve um manejo especializado e o diagnóstico precoce é fundamental, pois atrasos podem piorar o quadro clínico. 

Saiba mais a seguir. 

 

Sintomas da HPN 

Os sintomas da HPN podem ser compostos por urina escura ou avermelhada, dores abdominais, torácica e lombar, além de sinais e sintomas de anemia grave, como cansaço e fraqueza. Metade dos pacientes diagnosticados com anemia aplásica adquiridas, uma doença autoimune de insuficiência da medula óssea, tem um clone de HPN detectável.¹⁰ 

“A anemia é sempre uma condição anormal; a história clínica, o exame físico e os testes diagnósticos iniciais são fundamentais para direcionar o diagnóstico correto”, explica Rodolfo Cançado, médico hematologista do Hospital Samaritano de São Paulo. 

Infecção, transfusão, vacinação e até mesmo a menstruação podem ser “gatilhos” para as crises.⁹ 

 

Complicações da HPN

As complicações graves da doença incluem trombose inexplicada, falência medular e insuficiência renal. Também é possível surgir deficiência de ferro. Hipertensão pulmonar e dificuldade para respirar (dispneia) são comuns entre os pacientes com a doença. 

Aproximadamente 50% das mortes relacionadas à HPN são causadas por trombose venosa ou arterial, ou por insuficiência renal. As manifestações da trombose vascular dependem do vaso afetado e podem causar sintomas como dor abdominal ou cefaleia, além de edema nas pernas ou braços.⁹


Classificação da HPN

Já a classificação da HPN pode ser dividida em três tipos principais

  1. HPN com hemólise intravascular, em que não há evidência de outras doenças na medula óssea e ocorre destruição das células sanguíneas no sangue; 
  2. HPN associada a outros distúrbios primários de medula óssea, como anemia aplástica; e 
  3. HPN subclínica, que não apresenta sinais clínicos, sintomas de hemólise ou trombose, mas apresenta alterações nas células da medula óssea. 

 

Investigação dos sintomas e diagnóstico 

A investigação diagnóstica começa com o hemograma, que pode indicar alterações relacionadas à hemólise, seguido pelo teste de antiglobulina direta e pesquisa de anticorpos. A citometria de fluxo é o principal método de confirmação da HPN. Ela é um exame de sangue altamente sensível e específico usado para determinar a ausência de proteínas específicas da superfície celular dos eritrócitos ou leucócitos.

O mielograma, exame que avalia a medula óssea através de uma punção aspirativa, é um método de apoio ao diagnóstico da HPN, se detectada uma diminuição na produção de células sanguíneas. 

Embora rara, o hematologista nos explica quando deve haver suspeita da doença: “O diagnóstico da HPN deve ser considerado quando o paciente apresenta anemia hemolítica (com ou sem hemólise intravascular), insuficiência medular óssea, trombose inexplicada em locais incomuns, como nas veias hepáticas, ou síndrome de falência medular. As características clássicas da doença incluem hemólise intravascular, insuficiência medular e trombose inexplicada, frequentemente em pacientes jovens’’. 


Tratamento e qualidade de vida do paciente

O tratamento¹⁴ da hemoglobinúria paroxística noturna (HPN) envolve o monitoramento constante, inicialmente com exames de sangue realizados a cada mês, e, conforme a melhora do paciente, a cada três meses. Além disso, é necessário tratar a anemia com medicamentos que controlam a redução das células vermelhas do sangue.¹⁴

O acompanhamento médico regular é essencial para monitorar a evolução da doença e prevenir complicações. 

A depender da classificação da doença e demais condições da medula óssea do paciente, o transplante de células-tronco hematopoéticas pode ser considerado. 

O tratamento é realizado com inibidores do sistema complemento,⁸⁻¹⁴ visando controlar a hemólise intravascular, e consequentemente, os efeitos da doença, principalmente a trombose. ‘’É importante lembrar que a HPN é uma doença crônica, progressiva, sistêmica, com apresentação bastante heterogênea, desde leve a muito grave’’ finaliza o dr. Rodolfo. 

A HPN não tem cura definitiva, e os tratamentos disponíveis visam controlar os sintomas e melhorar a qualidade de vida do paciente, mas não podem corrigir a mutação genética que causa a doença.

Material aprovado para o público em geral. BR-38556 – Fevereiro/2025

Referências bibliográficas: 

1. Brodsky R. Paroxysmal nocturnal hemoglobinuria. Em: R Hoffman, et al, eds. Hematology – Basic Principles and Practices. 4th ed. Philadelphia, PA: Elsevier Churchill Livingstone 2005:419–427; 2. Clayton A, et al. Eur J Immunol 2003;33:522–531; 3. Risitano AM and Rotoli B. Targets & Therapy 2008;2(2):205–222.​

2. Lee JW, et al. Int J Hematol. 2013;97(6):749-757

3. Hillmen P, et al. Am J Hematol. 2010;85(8):553-559.

 4. Hill A, et al. Br J Haematol. 2010;149(3):414-425. 2. Meyers G, et al. Blood. 2007;110(11):Abstract 3683. 3. Lee JW, et al. Haematologica. 2010;95(s2):205-206. 4. Hill A, et al. Blood. 2013;121(25):4985-4996. 

5Dacie JV, Lewis SM. Ser Haematol. 1972;5(3):3-23. 2. Murphy K, et al. Janeway’s Immunobiology. 8th ed. New York, NY: Garland Science; 2012. 3. Sutherland DR, et al. Cytometry B Clin Cytom. 2018;94(1):23-48. 4. Illingworth A, et al. Cytometry B Clin Cytom. 2018;94(1):49-66. 5. Scheinberg P, et al. Haematologica. 2010;95:1075-1080. 

6. Parker C, et al. Blood 2005;106(12):3699–3709; 2. Schubert J, Roth A. Eur J Haematol 2015;94:464

7. Peffault de Latour R, et al. Haematologica 2012;97(11):1666–1673; 4. Brodsky AL. Blood 2011;118: Abstract 5274. 

8. Rosse WF and Nishimura J. Int J Hematol 2003;77:113–120

9. Hemoglobsinúria paroxística noturna (HPN) Por Gloria F. Gerber, MD, Johns Hopkins School of Medicine, Division of Hematology 

10. Bessler M, Hiken J. haematology Am  Soc Hematol  Educ Program. 2008:104-110.

11. Hill A, et al. Nat Rev Dis Primers. 2017;3:17028. 

12. Ricklin D, et al. [published online December 9, 2019]. Nat Rev Drug Discov. doi: 10.1038/s41573-019-0055-y.

13. Walport MJ. N Engl J Med. 2001;344(14):1058-1066.

14. Ministério da Saúde. “Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas da Hemoglobinúria Paroxística Noturna”. Secretaria de Ciência, Tecnologia, Inovação e Insumos Estratégicos em Saúde. Departamento de Gestão e Incorporação de Tecnologias e Inovação em Saúde. Ministério da Saúde. Brasília, Brasil, 2020. Material destinado exclusivamente a profissionais de saúde prescritores ou dispensadores de medicamentos. BR/SOL-P/0310. Novembro de 2022v


Yasmim Cunha é jornalista e mestre em estudos da mídia, tem interesse temas de saúde pública, inovação tecnológica e meio ambiente











FONTE: https://drauziovarella.uol.com.br/doencas-raras/








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