
Veja o que fazer em caso de glicose alta no Carnaval e como manter o controle do diabetes mesmo com calor, festa, bebida e mudança na rotina
Pular, caminhar e dançar fazem parte do Carnaval e também entram na conta da atividade física diária. No entanto, para quem convive com diabetes, a glicose alta no Carnaval exige atenção contínua e decisões rápidas.
Dados e orientações da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD) mostram que alterações na alimentação, no sono, no consumo de líquidos e no uso de bebidas alcoólicas podem interferir diretamente no controle glicêmico. Nesse contexto, entender como agir diante da hiperglicemia reduz riscos e ajuda a manter a rotina de tratamento mesmo fora do padrão habitual.
Glicose alta no Carnaval exige planejamento prévio
Antes do início da festa, a recomendação é avaliar o estado geral de saúde. Infecções, gripes e viroses costumam elevar a glicemia, portanto devem ser tratadas previamente. Além disso, revisar a quantidade de medicamentos e insumos evita interrupções no tratamento durante o período.
Ainda assim, mesmo com planejamento, a glicose alta no Carnaval pode ocorrer devido ao calor, ao esforço físico prolongado e às mudanças alimentares. Por isso, a monitoração precisa ser mais frequente, especialmente para quem usa insulina.
Alimentação irregular interfere no controle glicêmico
Durante o Carnaval, horários de refeições costumam mudar. No entanto, manter uma rotina alimentar próxima do habitual reduz oscilações da glicemia. Quando não for possível cumprir os horários, ter lanches planejados ajuda a evitar longos períodos em jejum.
Além disso, a Sociedade Brasileira de Diabetes orienta priorizar alimentos conhecidos e já inseridos no plano alimentar. Dessa forma, a resposta glicêmica tende a ser mais previsível, o que facilita correções quando necessárias.
Hidratação tem impacto direto na hiperglicemia
O calor intenso e a perda de líquidos pelo suor podem concentrar a glicose no sangue. Portanto, beber água ao longo do dia é parte essencial do manejo da glicose alta no Carnaval.
A recomendação institucional é ingerir de dois a três litros de líquidos diariamente, preferencialmente água. Sucos devem ser diluídos e contabilizados conforme a orientação nutricional individual. Ainda assim, a hidratação não substitui a necessidade de monitorar a glicemia.
Bebida alcoólica pode mascarar alterações glicêmicas
O consumo de álcool, quando liberado pelo médico, deve ser limitado. Embora muitas pessoas associem o álcool apenas à hipoglicemia, ele também pode dificultar a percepção de sintomas de glicose alta ou baixa.
Nesse contexto, a monitoração frequente se torna ainda mais importante. Além disso, ingerir bebida alcoólica sem alimentação adequada pode aumentar riscos metabólicos ao longo do dia.
O que fazer diante da glicose alta no meio da festa
Ao sentir mal-estar, a primeira conduta é medir a glicemia capilar. Valores acima de 180 mg/dL, ou conforme orientação médica individual, caracterizam hiperglicemia.
Segundo a Sociedade Brasileira de Diabetes, a conduta inicial inclui interromper a atividade, descansar e hidratar-se com água. Para quem utiliza insulina rápida ou ultrarrápida, a correção pode ser feita conforme prescrição médica.
No entanto, se os valores permanecerem elevados ou surgirem outros sintomas, a orientação é procurar atendimento de saúde. Ainda assim, agir rapidamente costuma evitar a progressão do quadro.
LINK: https://youtu.be/3HKGOTrUFMI
Gerente de Conteúdo e Redes Sociais - Jornalista mineira, natural de Uberlândia, Laura é descolada, sensível e criativa. Traz para o projeto uma visão estratégica e conectada com as tendências digitais. É responsável pela distribuição dos conteúdos nas redes sociais, escreve reportagens especiais para o portal e atua na produção audiovisual. Desde que abraçou a causa do diabetes, há três anos, mergulhou no universo do Um Diabético com dedicação e empatia. Está constantemente se atualizando para potencializar o alcance e o impacto do nosso conteúdo.
FONTE:https://umdiabetico.com.br/2026/

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abs.
Carla







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