O cuidado às pessoas que vivem com demência enfrenta desafios em toda a sua jornada: do diagnóstico ao acesso aos tratamentos, passando pelo apoio às famílias e aos cuidadores. Qual é o caminho mais eficaz para transformar essa realidade no SUS?
No novo artigo da coluna Políticas Públicas e Demências, Leandro Minozzo analisa os avanços da Lei Nacional de Alzheimer e propõe uma reflexão importante: enquanto o Plano Nacional de Demências continua sendo fundamental, a implantação de uma Linha de Cuidado pode ser a estratégia mais rápida para ampliar o acesso ao diagnóstico, organizar o cuidado e preparar o SUS para os desafios atuais e futuros.
O artigo já está disponível no site da Febraz e convida profissionais, gestores, pesquisadores, pessoas que vivem com demência, familiares e toda a sociedade a refletirem sobre os próximos passos das políticas públicas para as demências no Brasil.
Acesse o link na bio e confira a leitura completa.
Febraz - Federação Brasileira das Associações de Alzheimer.
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Carla
Aviso médico: As informações deste artigo têm caráter exclusivamente educativo e não substituem a consulta com médico e/ou nutricionista. Cada pessoa tem necessidades individuais , busque sempre orientação profissional antes de
O churrasco faz parte de encontros familiares, comemorações e momentos de convivência. Para quem vive com diabetes, no entanto, costuma surgir uma dúvida recorrente: afinal, quem tem diabetes pode comer churrasco?
Segundo a nutricionista Carol Netto, especialista em nutrição clínica, a resposta é sim. Porém, alguns cuidados podem ajudar a evitar oscilações da glicemia durante e após a refeição.
Embora muitas pessoas associem a elevação da glicose apenas aos carboidratos, o churrasco reúne diferentes alimentos que também podem interferir no controle glicêmico. Nesse contexto, entender como cada componente da refeição age no organismo pode ajudar na tomada de decisões.
Como o churrasco pode afetar a glicemia
Quando se fala em churrasco, a maioria das pessoas pensa apenas na carne. No entanto, a refeição costuma incluir linguiça, queijo, pão, arroz, farofa, vinagrete e saladas.
Além disso, muitas vezes o consumo acontece ao longo de várias horas. Enquanto a conversa acontece, a quantidade ingerida pode passar despercebida.
Carol Netto explica que a carne é fonte de proteína, mas também pode conter quantidades significativas de gordura, especialmente em alguns cortes e embutidos.
Nesse cenário, é importante lembrar que proteína e gordura também podem influenciar a glicemia.
Proteína e gordura também podem elevar a glicose
Existe uma crença comum de que apenas carboidratos aumentam a glicose. No entanto, a nutricionista alerta que o excesso de proteína e gordura pode gerar impacto glicêmico.
A diferença é que esse efeito costuma acontecer mais lentamente.
Segundo Carol Netto, parte da proteína consumida pode ser convertida em glicose pelo organismo. Já a gordura tende a retardar esse processo e prolongar seus efeitos.
Por isso, a glicemia pode permanecer estável logo após a refeição e subir algumas horas depois.
Em muitos casos, a elevação aparece entre duas e três horas após o churrasco. Além disso, quanto maior a quantidade consumida, maior tende a ser o impacto.
Linguiça e cortes mais gordurosos exigem atenção
Alguns alimentos comuns no churrasco concentram mais gordura. É o caso da linguiça e de determinados cortes de carne. Nesses alimentos, a combinação entre proteína e gordura pode tornar o controle glicêmico mais complexo.
Enquanto isso, a sensação de saciedade pode dificultar a percepção da quantidade realmente consumida. Por esse motivo, a especialista recomenda atenção ao volume ingerido durante todo o evento.
Os acompanhamentos também entram na conta
Além da carne, os acompanhamentos merecem atenção. Arroz, pão e farofa são fontes de carboidratos e podem contribuir para o aumento da glicose. Portanto, o impacto do churrasco não depende apenas da carne.
Cada pessoa responde de forma diferente aos alimentos. Fatores como idade, peso, tipo de diabetes, uso de medicamentos e quantidade consumida influenciam diretamente os resultados. Por isso, não existe uma quantidade universal que funcione para todos.
Monitorar a glicemia é parte do cuidado
Para quem usa sensor de glicose, Carol Netto recomenda observar os dados com mais frequência durante e após o churrasco.
Já quem utiliza glicosímetro pode realizar medições adicionais para entender como o organismo reage à refeição.
Além disso, pessoas que usam insulina ou medicamentos para diabetes devem manter o tratamento conforme a orientação recebida da equipe de saúde.
Segundo a nutricionista, a monitorização ajuda a identificar alterações que podem ocorrer horas depois do consumo.
A dica da nutricionista para quem tem diabetes
Uma orientação prática apresentada por Carol Netto é evitar consumir apenas carne durante o churrasco.
Segundo ela, o ideal é montar um prato completo, incluindo proteína, salada e acompanhamentos.
Dessa forma, a refeição fica mais equilibrada e reduz a concentração excessiva de gordura e proteína em uma única refeição.
Além disso, essa estratégia pode facilitar o controle glicêmico após o churrasco.
A nutricionista destaca que o objetivo não é restringir alimentos, mas construir uma refeição variada e sem exageros.
5 dicas para o churrasco de quem tem diabetes
Não consuma apenas carne durante toda a refeição.
Inclua saladas e acompanhamentos para compor um prato mais equilibrado.
Observe a quantidade consumida ao longo do evento.
Monitore a glicemia com mais frequência antes e após o churrasco.
Mantenha o uso da insulina e dos medicamentos conforme orientação médica.
Para Carol Netto, o churrasco pode fazer parte da alimentação de quem vive com diabetes. O principal cuidado está na quantidade consumida, na composição do prato e no acompanhamento da glicemia após a refeição.
Gerente de Conteúdo e Redes Sociais - Jornalista mineira, natural de Uberlândia, Laura é descolada, sensível e criativa. Traz para o projeto uma visão estratégica e conectada com as tendências digitais. É responsável pela distribuição dos conteúdos nas redes sociais, escreve reportagens especiais para o portal e atua na produção audiovisual. Desde que abraçou a causa do diabetes, há três anos, mergulhou no universo do Um Diabético com dedicação e empatia. Está constantemente se atualizando para potencializar o alcance e o impacto do nosso conteúdo.
FONTE: https://umdiabetico.com.br/
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Quem convive com diabetes sabe que episódios de glicose alta podem acontecer por diferentes motivos. Alimentação, falta de atividade física, uso incorreto da medicação e até mudanças no tratamento podem influenciar os níveis de açúcar no sangue. Nesse contexto, algumas medidas simples podem contribuir para o controle da glicose quando fazem parte da rotina e são realizadas com orientação médica.
Monitorar a glicose ajuda a entender como o tratamento está funcionando
A primeira orientação é monitorar a glicose regularmente. Embora pareça uma medida simples, muitas pessoas ainda não acompanham os níveis de glicose com a frequência recomendada.
A monitorização permite identificar como o organismo responde à alimentação, aos medicamentos, à insulina e à atividade física. Além disso, ajuda a verificar se o tratamento está conseguindo manter a glicose dentro das metas definidas pelo médico.
De forma geral, a recomendação apresentada pelos especialistas inclui medir a glicose em jejum, antes das refeições e duas horas após comer. No caso das gestantes, a orientação é fazer a medição antes das refeições e também uma hora depois.
Atividade física pode contribuir para reduzir a glicose
A prática de atividade física também faz parte do controle do diabetes. Segundo os especialistas, os exercícios aeróbicos, como caminhada, corrida e bicicleta, costumam ajudar a reduzir a glicose de forma mais rápida.
No entanto, pessoas com limitações de locomoção, doenças cardíacas ou outras condições de saúde devem conversar com o médico antes de iniciar qualquer atividade física.
Além disso, é importante entender que nem todo exercício provoca o mesmo efeito sobre a glicose. Exercícios de força podem elevar temporariamente os níveis de açúcar no sangue, dependendo da intensidade da atividade.
Alimentação influencia diretamente os níveis de glicose
A alimentação também interfere no controle da glicose. Quando os níveis estão elevados, a orientação é priorizar alimentos com carboidratos complexos e evitar carboidratos simples.
Nutricionista orienta que um prato com legumes, proteína e uma fonte de carboidrato pode contribuir para o controle da glicose no diabetes e no pré-diabetes – Imagem gerada por IA
Entre os alimentos que devem ser evitados nesse momento estão açúcar, doces, arroz branco e pão francês. Enquanto isso, escolher alimentos com carboidratos complexos pode contribuir para que a glicose retorne às metas estabelecidas para pessoas com diabetes.
Seguir corretamente o tratamento faz diferença
A adesão ao tratamento é outro ponto importante para controlar a glicose alta. Quem utiliza medicamentos orais deve tomar os comprimidos nos horários indicados. Da mesma forma, quem faz uso de insulina precisa respeitar os horários definidos pelo médico.
Segundo os especialistas, muitas pessoas deixam para aplicar a insulina somente após as refeições. Esse hábito pode favorecer uma elevação maior da glicose e dificultar a redução dos níveis posteriormente.
Além disso, quando a glicose permanece frequentemente elevada, é importante conversar com o médico. O tratamento pode precisar de ajustes, como mudança da dose da insulina, troca do medicamento ou outra estratégia individualizada.
Beber água também pode ajudar quando a glicose está alta
Outra orientação destacada pelos endocrinologistas é manter a hidratação quando a glicose estiver elevada.
A recomendação é beber um copo de água a cada dez minutos, sem necessidade de ingerir grande quantidade de uma só vez. Segundo o endocrinologista Rodrigo Siqueira e a endocrinologista Denise Franco, essa medida pode contribuir para reduzir a glicose no sangue como parte do manejo do diabetes.
No entanto, a hidratação não substitui a medicação nem outros cuidados indicados pela equipe de saúde. Ela deve ser adotada junto das demais estratégias de controle do diabetes.
Cinco medidas simples podem fazer parte da rotina
As orientações apresentadas pelos especialistas reforçam cinco pontos principais para quem está com glicose alta:
Monitorar a glicose regularmente.
Praticar atividade física, quando não houver contraindicação médica.
Priorizar uma alimentação adequada.
Seguir corretamente o tratamento prescrito.
Manter a hidratação com ingestão frequente de água.
Essas medidas ajudam a acompanhar a resposta do organismo ao tratamento e podem contribuir para manter a glicose dentro das metas estabelecidas para cada pessoa com diabetes.
Gerente de Conteúdo e Redes Sociais - Jornalista mineira, natural de Uberlândia, Laura é descolada, sensível e criativa. Traz para o projeto uma visão estratégica e conectada com as tendências digitais. É responsável pela distribuição dos conteúdos nas redes sociais, escreve reportagens especiais para o portal e atua na produção audiovisual. Desde que abraçou a causa do diabetes, há três anos, mergulhou no universo do Um Diabético com dedicação e empatia. Está constantemente se atualizando para potencializar o alcance e o impacto do nosso conteúdo.
FONTE: https://umdiabetico.com.br/
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