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sexta-feira, 31 de julho de 2026

MELHOR IDADE: ORIENTAÇÃO AO CUIDADOR> O CORPO VULNERÁVEL - ENTENDENDO AS INFECÇÕES RECORRENTES

 

Berna Almeida II


ORIENTAÇÃO AO CUIDADOR

O CORPO VULNERÁVEL - ENTENDENDO AS INFECÇÕES RECORRENTES
É comum observarmos que, conforme a demência avança, o organismo parece perder sua capacidade de defesa natural. As infecções recorrentes, como urinárias, pulmonares e de pele, não são apenas um percalço no caminho; elas são um sinal de alerta de que o corpo, debilitado, não consegue mais lutar como antes. Compreender por que isso acontece é fundamental para que você possa agir com antecipação e proteger quem você cuida.
Vamos entender como esse processo funciona e como você pode ser o escudo necessário.

Por que as infecções se tornam frequentes?

A fragilidade imunológica em quadros de demência ocorre por uma combinação de fatores físicos e comportamentais:
  • Imobilidade: A permanência prolongada na cama ou na cadeira favorece o acúmulo de secreções nos pulmões e a pressão na pele, criando o ambiente perfeito para bactérias.
  • Dificuldade na Hidratação e Nutrição: A falta de sede ou de apetite compromete a função renal e o sistema imunológico, um corpo desidratado é um corpo sem defesas.
  • Dificuldades na Higiene e Deglutição: A dificuldade para engolir, chamada de disfagia, pode levar pequenos resíduos de alimento ou saliva para o pulmão, causando infecções graves. Da mesma forma, falhas na higiene pessoal facilitam a entrada de bactérias no sistema urinário.
  • Comunicação Falha: A pessoa já não consegue expressar que está com dor ou desconforto, atrasando a identificação do problema até que a infecção esteja avançada.

Os focos mais comuns de alerta

  • Infecção Urinária: É a mais frequente. Observe mudanças bruscas no comportamento, aumento da confusão mental, febre, urina com cheiro forte ou escurecida.
  • Infecções Respiratórias: Fique atento a tosses, chiado no peito, respiração rápida, cansaço excessivo ou secreção nasal persistente.
  • Infecções de Pele: O surgimento de feridas, vermelhidões ou áreas quentes na pele, especialmente em pontos de pressão como calcanhares, costas e quadris, exige atenção imediata.
Como lidar e prevenir
O seu olhar de cuidador é o maior diagnóstico que existe:
  • Hidratação como prioridade: Ofereça líquidos em pequenas quantidades várias vezes ao dia. A água é a melhor aliada na limpeza do sistema urinário.
  • Mobilização constante: Se o ente querido for acamado, mude sua posição a cada duas horas. Ajude-o a realizar pequenos movimentos, mesmo que sentados, para estimular a circulação e a respiração.
  • Higiene rigorosa: Após cada troca, certifique-se da limpeza completa, se houver incontinência, o uso de cremes de barreira ajuda a proteger a pele contra irritações.
  • Atenção aos sinais mudos: Se notar que a pessoa ficou mais sonolenta, apática ou agitada sem motivo aparente, não espere a febre subir. Procure orientação médica, muitas vezes, uma mudança de comportamento é o único sintoma de uma infecção em curso.

Cuidador,

Entendo o quanto é desgastante sentir que você está sempre apagando incêndios e que o corpo daquele que você ama parece não colaborar. Sei que cada infecção traz consigo o medo de uma nova internação e o cansaço de uma rotina que já é, por si só, exaustiva.
Cada gesto seu de zelo, a troca cuidadosa, a hidratação insistente, a vigilância noturna, é um ato de resistência e de amor, você está, a cada dia, segurando o frágil equilíbrio da vida dele.
Não carregue a culpa pelas infecções que surgem; você está fazendo o seu melhor em um terreno onde as defesas falham. Mantenha-se vigilante, mas nunca se esqueça de que o seu cuidado é, acima de tudo, um gesto nobre de preservação da dignidade humana, você é a voz que protege quem já não consegue se defender.
Instituto Berna Almeida @institutobernalmeida
Página e Grupo de Apoio Online: 1 Sujeito Chamado Alzheimer
Você conhece alguém com Demência precisando de ajuda? Pode indicar o Instituto Berna Almeida e o nosso grupo e página 1 Sujeito Chamado Alzheimer.
















FONTE: https://www.facebook.com/groups/307004436047308









obs. conteúdo meramente informativo procure seu médico

abs

Carla



⚕️ Aviso médico: As informações deste artigo têm caráter exclusivamente educativo e não substituem a consulta com médico e/ou nutricionista. Cada pessoa tem necessidades individuais busque sempre orientação profissional antes de

Tratamento

DIABETES: 3 dicas para comer manga se você tem diabetes; especialista explica

 



A manga costuma aparecer com frequência na mesa dos brasileiros, principalmente na época da safra. Para muitas pessoas que convivem com diabetes tipo 2, porém, a fruta acaba sendo retirada da alimentação logo após o diagnóstico.

Segundo a nutricionista e educadora em diabetes Tarcila Campos, membro do Departamento de Nutrição da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD), essa decisão nem sempre é necessária. O ponto principal está na quantidade consumida e na forma como a fruta é incluída na refeição.

Manga não está na lista de alimentos proibidos

Durante participação no Diabetes Cast, Tarcila explicou que não existe uma fruta proibida para quem tem diabetes. Segundo ela, a orientação deve considerar o contexto de cada pessoa, seus hábitos alimentares e a resposta do organismo.

A nutricionista afirma que muitas pessoas chegam ao consultório acreditando que precisam eliminar alimentos que gostam. No entanto, o objetivo do tratamento nutricional não é criar uma lista de proibições, mas organizar a alimentação para favorecer o controle da glicemia.

Ela também destaca que não existe uma fruta considerada ideal para todas as pessoas. O mais importante é escolher frutas que façam parte da rotina, sejam acessíveis e possam ser consumidas na quantidade indicada para cada caso.

1. Controle a quantidade da manga

A primeira orientação é prestar atenção na porção.

Segundo Tarcila, frutas são alimentos in natura e fazem parte de uma alimentação saudável. Ainda assim, elas contêm carboidratos, que influenciam os níveis de glicose no sangue.

Por isso, quem convive com diabetes tipo 2 deve evitar exageros. Como referência inicial, a nutricionista orienta começar com uma porção equivalente ao tamanho da palma da mão e ajustar essa quantidade conforme a orientação do profissional de saúde e a resposta individual do organismo.

2. Evite comer a manga sozinha

Outra estratégia é combinar a fruta com uma fonte de proteína ou outro alimento que ajude a reduzir a velocidade de absorção dos carboidratos.

Durante a conversa, Tarcila explicou que uma fruta consumida junto com alimentos como iogurte natural pode provocar uma resposta glicêmica diferente daquela observada quando ela é ingerida sozinha.

Segundo ela, essa combinação faz parte da personalização do tratamento nutricional e pode contribuir para um controle glicêmico mais estável.

3. Conheça a resposta do seu organismo

A terceira dica envolve o monitoramento da glicose.

Tarcila explica que cada organismo reage de forma diferente aos alimentos. Algumas pessoas conseguem consumir determinada fruta sem alterações importantes na glicemia, enquanto outras apresentam respostas diferentes.

Por isso, ela afirma que a monitorização da glicose, seja por meio da ponta de dedo ou do sensor, quando disponível, permite entender como cada alimento interfere nos níveis de glicose e ajuda a ajustar a alimentação de forma individualizada.

Segundo a nutricionista, essa informação oferece mais segurança para montar um plano alimentar sem retirar alimentos desnecessariamente.

O foco não deve ser apenas a manga

Durante o episódio, Tarcila reforçou que um dos erros mais comuns após o diagnóstico é procurar um alimento “vilão” ou um alimento “milagroso”.

Ela explica que o impacto da alimentação depende do conjunto da refeição. A presença de verduras, legumes, proteínas e fibras pode modificar a velocidade de absorção dos carboidratos e favorecer o controle da glicemia.

Por isso, a orientação nutricional vai além de decidir se uma pessoa pode ou não comer manga. O objetivo é organizar a alimentação de forma que ela seja compatível com a rotina, os hábitos e as necessidades individuais.





Gerente de Conteúdo e Redes Sociais - Jornalista mineira, natural de Uberlândia, Laura é descolada, sensível e criativa. Traz para o projeto uma visão estratégica e conectada com as tendências digitais. É responsável pela distribuição dos conteúdos nas redes sociais, escreve reportagens especiais para o portal e atua na produção audiovisual. Desde que abraçou a causa do diabetes, há três anos, mergulhou no universo do Um Diabético com dedicação e empatia. Está constantemente se atualizando para potencializar o alcance e o impacto do nosso conteúdo.




FONTE: https://umdiabetico.com.br/







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Carla



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