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quinta-feira, 15 de outubro de 2026

Livro infantil transforma glicose alta em aventuras para ensinar crianças sobre diabetes

 


Livro infantil apresenta a hiperglicemia de forma lúdica por meio das aventuras de Alicia.

Livro nasceu de uma pesquisa com crianças e busca tornar a hiperglicemia mais compreensível para famílias que convivem com o diabetes.


Alícia é uma criança que vive com diabetes e começa a enfrentar uma situação que muda sua rotina: a hiperglicemia, mesmo utilizando insulina.

Ela sente muita sede, vai várias vezes ao banheiro e não entende por que aquilo está acontecendo.

É a partir dessa situação que começa As Aventuras de Alícia no Mundo da Hiperglicemia, livro infantil criado pela enfermeira, pesquisadora e professora Valéria Sparapani, do Departamento de Enfermagem da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), em parceria com Krislenn e com ilustrações de Natália, conhecida como @sweetilustra.

Mais do que apresentar informações sobre diabetes, a obra busca explicar uma situação complexa por meio de uma história que faça sentido para crianças e também ajude pais, cuidadores, professores e profissionais de saúde a conversar sobre o assunto.

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Imagem: Arquivo pessoal.

Uma pesquisa que virou história

A ideia do livro começou em 2018, a partir de pesquisas realizadas por Valéria na área de educação em diabetes infantil.

Crianças de 7 a 13 anos foram entrevistadas para avaliar o que sabiam sobre hipoglicemia, hiperglicemia e cetoacidose diabética. Os resultados chamaram a atenção para uma dificuldade que também aparecia na experiência clínica da pesquisadora.

“Os resultados desta pesquisa e a minha prática clínica de educação em diabetes mostraram que crianças, adolescentes com diabetes e seus pais tinham pouco conhecimento sobre hiperglicemia e como tratá-la”, explica Valéria.

Segundo ela, essa dificuldade também aparecia na rotina de atendimento. Como consequência, muitas famílias enfrentavam internações relacionadas à hiperglicemia e à cetoacidose diabética, com risco de complicações sérias para as crianças.

Foi dessa necessidade que surgiu a proposta de criar um material educativo que conversasse diretamente com crianças e seus cuidadores. Para Valéria, desenvolver uma educação em diabetes que atendesse às necessidades desse público foi a principal motivação para o projeto.

O material passou por um processo de avaliação com especialistas antes de chegar ao formato final. Segundo a pesquisa desenvolvida na UFSC, o livro foi validado por 15 especialistas das cinco regiões do Brasil, que avaliaram diferentes aspectos da obra.

Quem é Alícia e de onde veio a personagem?

A protagonista não surgiu apenas da imaginação das autoras. Ela foi inspirada nas crianças acompanhadas pela equipe durante atendimentos e internações.

Na história, Alícia já convive com diabetes há alguns anos, mas começa a apresentar hiperglicemias persistentes. Mesmo realizando correções com insulina, a situação não melhora.

“Alícia é uma criança que tem diabetes já diagnosticado há alguns anos. Mas ‘de uma hora para outra’, começa com hiperglicemias que não melhoram, vai muito ao banheiro, tem muita sede, tem febre e mesmo fazendo injeções de insulina para corrigir a hiperglicemia, não melhora”, conta Valéria.

A hiperglicemia persistente pode evoluir para complicações agudas, entre elas a cetoacidose diabética. A condição é mais comum no diabetes tipo 1, embora também possa ocorrer em pessoas com diabetes tipo 2. A Sociedade Brasileira de Diabetes explica que a cetoacidose envolve hiperglicemia, produção elevada de corpos cetônicos e acidose metabólica, sendo uma situação que exige atendimento imediato.

Quando conceitos complexos ganham personagens

Explicar hiperglicemia e cetoacidose para uma criança foi um dos principais desafios do projeto.

Em vez de apresentar apenas conceitos médicos, as autoras criaram uma história com personagens que ajudam a representar diferentes elementos envolvidos no funcionamento do organismo. Glicose, robô, centro de controle do cérebro e integrantes da equipe de saúde fazem parte da aventura.

Entre eles está o Glucagon, apresentado por Valéria como um “herói atrapalhado”. O personagem ganhou novas características durante o processo de validação, a partir da sugestão de uma endocrinologista pediátrica.

Como transformar ciência em uma história para crianças?

A escolha por uma narrativa lúdica foi intencional.

“Hiperglicemia e cetoacidose diabética são temas complexos, mas que precisam muito de compreensão: tanto de como agem/funcionam dentro do corpo, quanto de como preveni-las e tratá-las inicialmente”, explica.

Para construir o conteúdo, as autoras utilizaram referências da Sociedade Brasileira de Diabetes e da International Society for Pediatric and Adolescent Diabetes (ISPAD), além de conceitos da Taxonomia de Bloom e do storytelling.

A proposta era apresentar os conhecimentos em uma ordem gradual, permitindo que a criança acompanhasse a história sem receber todas as informações de uma vez.

Segundo Valéria, os personagens são fundamentais nesse tipo de narrativa porque ajudam o leitor a criar conexão e se envolver com o que está sendo contado.

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Imagem: Arquivo pessoal.

Cinco anos de construção

Entre a pesquisa inicial e o lançamento, foram cerca de cinco anos de trabalho.

O processo de validação aconteceu em duas etapas. Primeiro, os especialistas receberam a história. Depois, avaliaram novamente o material já acompanhado das primeiras ilustrações.

“Os especialistas foram essenciais para toda a validação e um olhar aos detalhes que fazem diferença”, conta Valéria.

Além da construção científica e pedagógica, havia outro desafio: conseguir recursos para produzir o livro. A equipe recorreu a uma plataforma de financiamento coletivo e passou três meses divulgando o projeto nas redes sociais para apresentar a proposta e conquistar apoiadores.

Para a autora, esse período foi emocionante e marcou uma etapa importante da construção da obra.

Uma ilustradora que também vive com diabetes

A escolha da ilustradora também ajudou a aproximar a história da realidade de quem vive com diabetes.

Krislenn já fazia parte do Grupo de Estudos e Educação em Diabetes Infantil da UFSC desde 2018, como voluntária e bolsista. O projeto também se tornou tema de seu trabalho de conclusão de curso.

Para as ilustrações, as autoras escolheram Natália, conhecida como @sweetilustra, que vive com diabetes tipo 1 desde os 2 anos de idade.

“Queríamos desde o início que o livro fosse ilustrado pela Natália (@sweetilustra) porque já conhecíamos o seu trabalho e somos admiradoras da sua arte”, conta Valéria.

A experiência pessoal da ilustradora se somou ao conhecimento científico das autoras. Segundo Valéria, o talento e a experiência de Natália com diabetes ajudaram a dar vida à proposta do livro.

A história também fala sobre sentimentos

A história também aborda sentimentos que podem aparecer quando uma criança enfrenta uma hiperglicemia persistente e não entende por que o corpo não está respondendo como esperado.

“Sentimentos como medo de complicações, ‘se sentir perdido’, falta de entendimento sobre o que está acontecendo são muito comuns em situações de hiperglicemia mantida, que traz o risco de cetoacidose diabética”, explica Valéria.

Os elementos fictícios ajudam a tornar a situação mais leve sem deixar de tratar de um assunto sério. A proposta, segundo a autora, é usar o lúdico como uma forma de levar educação em saúde baseada em ciência para as crianças.

Quem pode usar o livro além das crianças?

Embora tenha sido pensado principalmente para crianças com diabetes e seus cuidadores, a obra também pode ser utilizada por profissionais de saúde e no ambiente escolar.

Segundo Valéria, o livro pode ajudar durante orientações após o diagnóstico, em acompanhamentos e em situações de hospitalização relacionadas à hiperglicemia.

Nas escolas, a história pode servir como ponto de partida para explicar a condição a crianças que não vivem com diabetes.

“Ele também pode ser usado nas escolas, por professores que queiram explicar aos alunos que não têm diabetes o que é essa condição, gerando inclusão e empatia”, afirma.

Segundo a autora, os primeiros retornos após o lançamento vieram justamente de diferentes públicos. Ela conta que recebeu depoimentos de pessoas que utilizaram o livro em diferentes contextos e que os relatos mostraram que a proposta estava alcançando o objetivo esperado.

O que Alícia pode deixar para quem lê?

No fim da aventura, a expectativa das autoras é que a criança não apenas entenda melhor a hiperglicemia, mas consiga falar sobre o próprio diabetes de uma maneira mais segura.

“Queremos que as crianças se reconheçam na história de Alícia e que ganhem um novo jeito de explicar aos amigos, e a si mesma, o que é o diabetes, e como ele funciona dentro do seu corpo”, afirma Valéria.

A importância do apoio também aparece na mensagem final.

“Com cuidado e apoio da equipe de saúde, eles podem manejar situações difíceis, sem complicações ou experiências ruins”, completa.

A ideia é que a história ajude crianças e famílias a compreender melhor situações relacionadas à hiperglicemia e a falar sobre diabetes de forma mais acessível.


LINK: https://umdiabetico.com.br/wp-content/cache/flying-press/_EL3-_3eDo8-hqdefault.jpg




FONTE:  

 https://umdiabetico.com.br/

 

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Carla



  • ⚕️ Aviso médico: As informações deste artigo têm caráter exclusivamente educativo e não substituem a consulta com médico e/ou nutricionista. Cada pessoa tem necessidades individuais , busque sempre orientação profissional antes de Tratamento

MELHOR IDADE: Bebê Reborn na terapia do Alzheimer

 



Baseado em pesquisa do Ashcroft Home Care - Chesterfield, Reino Unido
O que é?
É oferecer um bebê reborn para a pessoa com Alzheimer segurar no colo. A boneca bem realista ajuda a acalmar, diminui a agitação e facilita a comunicação.
O que a pesquisa mostrou?
No Ashcroft Home Care, depois que começaram a usar os bebês reborn, o número de pacientes que precisavam de remédios fortes para agitação caiu de 92% para 28%, no início de 2008. Essa pesquisa chegou a ser apresentada na Sociedade Britânica de Psicologia.
O reborn funciona melhor que boneca comum justamente por ser muito mais realista.
Por que ajuda tanto?
Muitas pessoas com Alzheimer ainda se sentem jovens. Quando seguram o bebê, voltam para uma época boa da vida, quando cuidavam dos filhos, se sentiam úteis, amadas e com um propósito. Isso traz memórias afetivas positivas. E funciona tanto para mulheres quanto para homens.
Não é uma cura. O paciente não vai voltar a ser como era antes. O benefício real é o conforto, a calma e a sensação de segurança.
Quando começar? É melhor começar cedo.
1. Fase inicial:
A pessoa ainda sabe que é uma boneca. Ela gosta de dar nome, trocar a roupinha, pentear, segurar no colo. Pode não conversar com a boneca, mas curte cuidar.
2. Fase intermediária - onde mais ajuda:
Aqui o vínculo fica mais forte. A pessoa começa a conversar, cantar, abraçar, carregar o bebê para todo lado e até tentar alimentar. Pode esquecer o nome ou ter dificuldade para vestir, mas fica muito apegada. É a fase em que a terapia costuma ter mais efeito.
3. Fase final:
Ainda pode funcionar, mas com menos resposta. Vale tentar com carinho. Se começar o vínculo nas fases iniciais, ele costuma continuar trazendo conforto até o final.
Como apresentar a boneca?
Sempre com delicadeza. Não force. Convide para tocar: "olha que cabelinho macio", "olha que mãozinha pequena". Observe a reação. Se não aceitar na hora, tente de novo em outro momento.
Como disse uma profissional que trabalha há 12 anos com Alzheimer: "Já vi minhas pacientes cantando e conversando com a boneca como se ela tivesse vida. Isso as leva de volta a um tempo em que se sentiam seguras e no controle. Precisamos entrar na jornada delas, não na nossa."
Dica de ouro:
Prefira sempre bonecas de olhos abertos. Bonecas de olhos fechados podem ser interpretadas como "mortas" e causar angústia.
Se você pensar em usar na sua rotina de cuidado, vale conversar antes com a equipe de saúde que acompanha sua mãe para ver a melhor forma de introduzir.
@superfãs

 







FONTE:  https://www.facebook.com/alzheimer.annaizabel?__cft__[0]=AZg6rhgEyOQomAc9EvjbLc7vKN8CaP8rvimgmfaVgIS5Be0tHemm5u3kx5VU3MIHAQCXWY1oXrYOKdCWpWBJjjMHhfx88UmMb_LHLCmBmxMCSjczSl2YLfW0erRBpnDwTZYXrQi9tmeXZIc7rXauMnu9Xc0F0upksuhf79VinJGQOo8_A1jkDyUdzQMKexwnN-KO2dW6b4s1aY7YnjOB&__tn__=-UC%2CP-y-R


 

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quarta-feira, 14 de outubro de 2026

Farmácia Popular oferece 7 opções gratuitas para diabetes: por que esse acesso importa

 

                                               
Farmácia popular e            diabetes


Programa ajuda a manter o tratamento de diabetes e outras doenças crônicas; veja a lista de medicamentos e as regras para retirar


O cuidado com o diabetes não termina quando a consulta acaba. Ele continua na hora de tomar o comprimido, aplicar a insulina e organizar os medicamentos que serão usados ao longo do mês. Para quem precisa de tratamento contínuo, conseguir esses produtos regularmente é parte da rotina de saúde e também do planejamento financeiro da família.

É nesse ponto que o Farmácia Popular faz diferença. O programa oferece gratuitamente medicamentos em farmácias privadas credenciadas, complementando a distribuição pela rede pública. Para o diabetes, são sete apresentações contempladas, entre comprimidos e insulinas. A lista inclui dapagliflozina, cujo acesso depende de critérios específicos.

Desde fevereiro de 2025, todos os medicamentos e insumos que fazem parte do elenco do programa passaram a ser gratuitos. A mudança encerrou o copagamento, modalidade na qual o paciente precisava pagar parte do valor de determinados itens. A gratuidade, entretanto, vale para a relação definida pelo Ministério da Saúde, e não para qualquer medicamento vendido no estabelecimento.

Por que o Farmácia Popular importa na vida de quem tem diabetes?

Um tratamento de uso contínuo representa uma necessidade que se repete todos os meses. Quando há mais de uma doença crônica, a rotina pode incluir medicamentos para glicose, pressão arterial e colesterol. Ter acesso gratuito aos itens prescritos reduz o gasto direto da família com esses produtos.

A importância desse acesso também foi investigada em estudos brasileiros que avaliaram internações e mortes por diabetes e hipertensão.

Uma pesquisa publicada em 2019 na Revista de Saúde Pública analisou dados de 5.566 municípios. Foram consideradas informações de internações entre 2003 e 2016 e de mortalidade entre 2003 e 2015. Os pesquisadores encontraram redução desses desfechos associada à expansão do Farmácia Popular, especialmente por meio da rede de farmácias conveniadas.

Outro estudo, publicado em 2020 no Journal of Health Economics, encontrou que uma farmácia adicional credenciada por 100 mil habitantes esteve associada à redução de 3,6% na taxa de internações por diabetes em relação ao nível inicial. Os efeitos foram maiores para diabetes tipo 2 e entre pessoas em condições socioeconômicas menos favoráveis.

Esses resultados se referem aos períodos e às populações estudadas. Não representam uma previsão individual nem devem ser apresentados como indicadores atuais do programa. Eles oferecem, porém, evidências de que ampliar o acesso aos medicamentos pode trazer benefícios que vão além da economia na compra.

Quais são as 7 opções gratuitas para diabetes?

A relação oficial do Ministério da Saúde, atualizada em 31 de agosto de 2026, e a regulamentação do programa contemplam as seguintes apresentações:

MedicamentoApresentação contemplada
Cloridrato de metformina500 mg
Cloridrato de metformina de ação prolongada500 mg
Cloridrato de metformina850 mg
Glibenclamida5 mg
Insulina humana NPH100 UI/mL
Insulina humana regular100 UI/mL
Dapagliflozina10 mg, com critérios específicos

São sete apresentações, e não sete medicamentos inteiramente diferentes. A metformina, por exemplo, aparece em duas dosagens e também na formulação de ação prolongada.

Essa distinção é importante na retirada. O nome do medicamento, a concentração e a formulação precisam ser conferidos: a inclusão de uma apresentação no programa não significa que todas as versões comerciais estejam disponíveis gratuitamente.

A lista também não indica que todos esses medicamentos sejam adequados para qualquer pessoa com diabetes. A escolha do tratamento depende da avaliação clínica, considerando fatores como função dos rins, risco de hipoglicemia e outras condições de saúde. Não se deve substituir o tratamento por conta própria apenas porque outra opção é oferecida gratuitamente.

Dapagliflozina tem critérios específicos de acesso

A dapagliflozina 10 mg aparece no elenco oficial para diabetes associado à doença cardiovascular. Segundo a Diretriz da Sociedade Brasileira de Diabetes de 2026, o acesso pelo Farmácia Popular contempla pessoas com 65 anos ou mais, diabetes tipo 2 e doença cardiovascular associada.

Portanto, ter uma receita desse medicamento não significa, isoladamente, atender às regras de retirada pelo programa.

A SBD também descreve possibilidades de acesso à dapagliflozina pelo Componente Especializado da Assistência Farmacêutica, com critérios próprios. Quem não se enquadra no Farmácia Popular pode consultar a equipe de saúde sobre a possibilidade de receber o medicamento por outra via do SUS. As regras dessas modalidades são diferentes.

A oferta também alcança outras doenças crônicas

O Farmácia Popular contempla medicamentos para hipertensão, asma, colesterol alto, osteoporose, rinite, doença de Parkinson e glaucoma. Entre os exemplos estão losartana potássica 50 mg, hidroclorotiazida 25 mg, sinvastatina de 10, 20 e 40 mg e alendronato de sódio 70 mg.

Para pessoas que convivem com diabetes e outras condições, essa oferta pode atender diferentes partes do tratamento. Cada medicamento, entretanto, precisa ter indicação e prescrição próprias.

Segundo o Ministério da Saúde, mais de 27,3 milhões de pessoas foram atendidas pelo Farmácia Popular em 2025. Esse número considera o conjunto de usuários do programa, e não apenas aqueles que têm diabetes.

Como retirar os medicamentos gratuitamente?

Para receber os medicamentos, é necessário procurar uma farmácia credenciada, identificada pelo selo Aqui Tem Farmácia Popular, e apresentar:

  • Documento oficial com foto.
  • Número do CPF.
  • Receita médica dentro do prazo de validade.

O programa aceita receitas emitidas tanto pelo SUS quanto por serviços particulares. Pessoas acamadas ou impossibilitadas de comparecer podem ter os medicamentos retirados por representante legal ou procurador, mediante a documentação exigida.

Confirmar previamente se o estabelecimento tem a apresentação prescrita pode evitar deslocamentos sem resultado. Também ajuda a identificar uma dificuldade de acesso antes que o medicamento em uso termine.

Se a retirada não for possível, a UBS pode orientar sobre os caminhos disponíveis na rede pública. Dúvidas e reclamações relacionadas ao Farmácia Popular podem ser encaminhadas à Ouvidoria do SUS, pelo telefone 136.

Farmácia Popular ampliará benefícios para quem tem diabetes, colesterol e hipertensão | UM DIABÉTICO

O acesso ao medicamento precisa vir acompanhado de cuidado

Embora tenha papel na oferta de tratamento, o Farmácia Popular não reúne todos os medicamentos e tecnologias utilizados por pessoas com diabetes. Insulina glargina, sensores de glicose e semaglutida não aparecem no elenco consultado. A eventual distribuição de outros tratamentos pelo SUS segue políticas e fluxos próprios.

O acompanhamento também envolve consultas, exames, educação em diabetes e avaliação de possíveis complicações. A SBD orienta que a definição do tratamento considere o risco cardiovascular e a função renal, além da glicose.

Na vida cotidiana, a contribuição do programa está em facilitar o acesso aos medicamentos contemplados sem cobrança no momento da retirada. Conhecer essa possibilidade, conferir as apresentações disponíveis e entender as regras ajuda pacientes e famílias a organizar uma necessidade que acompanha o cuidado todos os meses.


REDAÇÃO






FONTE:  

 https://umdiabetico.com.br/

 

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