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domingo, 11 de outubro de 2026

MELHOR IDADE:

 



 

Calor é risco real para idoso, e mais ainda para quem fica acamado. Idoso sente menos sede, sua menos, regula pior a temperatura e toma remédios que aumentam desidratação.
Por que o acamado sofre mais.
Fica o tempo todo na mesma posição, acumula calor na cama, não consegue buscar água ou um lugar mais fresco sozinho e a pele fica mais vulnerável a assaduras e lesões.
Ventilador virado para a parede: faça assim.
Sim, é o correto. Não deixe vento direto no idoso.
• Posicione virado para a parede ou para cima: o ar bate na parede e volta espalhado, refresca o quarto sem vento direto. Isso evita ressecamento de olhos, nariz e pele, dor muscular, rigidez e queda de pressão por frio localizado.
• Mantenha distância: pelo menos 2 metros da cama.
• Use modo oscilante e velocidade baixa ou média.
• Nunca cubra o idoso com vento direto para "esfriar" febre: isso causa calafrios e não baixa a temperatura central.
• Se tiver ar condicionado, mantenha entre 24 e 26 graus, também sem jato direto, e com um copo de água no quarto para não ressecar tanto.
Cuidados essenciais no calor
• Hidratação fracionada: ofereça água a cada 1 a 2 horas, mesmo sem sede. Se não houver restrição médica, pode intercalar com água de coco, soro caseiro ou suco diluído. Observe boca seca, língua esbranquiçada, pouca urina ou urina escura, confusão: são sinais de desidratação.
• Ambiente: feche cortinas nas horas mais quentes, abra de manhã cedo e fim de tarde para ventilar. Lençol de algodão leve, claro, sem plástico por baixo se possível.
• Refrescar o corpo: pano úmido e frio na testa, nuca, punhos e pés. Banho morno, não gelado. Troque fralda ou roupa suada rápido para evitar assadura.
• Mudança de posição: a cada 2 horas, mesmo no calor. Isso melhora ventilação da pele e circulação.
• Roupa e pele: roupa leve, folgada. Hidrate pele com creme sem perfume, mas sem excesso nas dobras.
Verifique vermelhidão nas costas e calcanhares todos os dias.
• Alimentação: refeições leves, frutas ricas em água como melancia, melão, laranja. Evite álcool e excesso de café.
• Remédios: alguns diuréticos, anti-hipertensivos e calmantes pioram a desidratação. Não mude dose por conta própria, mas redobre a oferta de líquidos e avise o médico se notar sonolência, tontura ou pressão muito baixa.
Quando buscar ajuda imediata
Confusão súbita, fala enrolada, desmaio, pele muito quente e seca sem suor, febre acima de 38,5 graus, falta de urina por mais de 6 horas, falta de ar ou dor no peito. Isso pode ser insolação ou desidratação grave. Leve para serviço de emergência e mantenha a pessoa em local fresco enquanto aguarda.








FONTE: https://www.facebook.com/alzheimer.annaizabel?__cft__[0]=AZg7uMGA3dfSptOf_2RkzYF5Jl2hyXdUAV_Qjai4nfOzyJW2fNG5QpSf4XoRyGkj8JldNYMiQIKthsIUEyQy7u6ab_9V4-iaRrgA8sDAOtkhlkVrmF0DmstxpZn8Ou9F3ZNWjtUwa60A9ytOy_gKfAi88pcWobElksEY7F3KgMM-nU4UoB26R_H8zz5jORjmnZ8oVTmdETF1xbQMUsGA&__tn__=-UC%2CP-y-R 

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Carla



  • ⚕️ Aviso médico: As informações deste artigo têm caráter exclusivamente educativo e não substituem a consulta com médico e/ou nutricionista. Cada pessoa tem necessidades individuais , busque sempre orientação profissional antes de Tratamento

11 – Dia da Pessoa com Deficiência Física

 





11 de outubro | Dia Nacional da Pessoa com Deficiência.

Mais do que uma data no calendário, hoje é um dia de conscientização e luta. Falar sobre deficiência física é falar sobre o direito de ir e vir, ocupar espaços e ter as mesmas oportunidades.

Garantir acessibilidade, mobilidade e inclusão plena não é um favor, é um direito. Vamos juntos combater o capacitismo e construir uma sociedade que respeite a pluralidade de todos os corpos.

A verdadeira inclusão se constrói todos os dias, por meio de atitudes e empatia. Desperte para essa causa!

#DiaNacionalDaPessoaComDeficienciaFisica #Inclusao #Acessibilidade #CombateAoCapacitismo #Empatia #Respeito #TodosPorTodos














FONTE: https://www.instagram.com/abcm.t/ 


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11 – Dia Nacional de Prevenção da Obesidade. No Dia Nacional de Prevenção da Obesidade, entenda por que o preconceito também precisa ser tratado

 


Por: Rede D'Or

Publicado em

Celebrado em 11 de outubro, a data é uma oportunidade para falar sobre essa doença que afeta a saúde do corpo, mas carrega também um peso emocional e social muitas vezes ignorado: a gordofobia, o estigma contra quem vive com excesso de peso

A obesidade é uma doença crônica, complexa e multifatorial, resultado da combinação de fatores genéticos, hormonais, metabólicos, psicológicos, sociais e ambientais. Apesar disso, ainda é comum que pessoas com obesidade sejam vistas de forma equivocada, como se o excesso de peso fosse simplesmente resultado de falta de força de vontade, preguiça ou um problema de caráter. Essa visão distorcida, além de incorreta do ponto de vista médico, alimenta um preconceito que tem nome: gordofobia.

O Dia Nacional de Prevenção da Obesidade, celebrado em 11 de outubro, é um convite para olhar esse tema de forma mais ampla, entendendo a obesidade como uma condição de saúde que exige acolhimento e tratamento adequado, e não julgamento. Combater o estigma é, na prática, também uma forma de facilitar que mais pessoas busquem ajuda especializada sem medo de serem julgadas.

Compreender as causas da obesidade, seus impactos na saúde física e emocional, e conhecer as opções de tratamento disponíveis atualmente, da mudança de hábitos aos avanços mais recentes da medicina, é fundamental tanto para quem vive com a condição quanto para quem convive com alguém nessa situação.

  • O Dia Nacional de Prevenção da Obesidade, celebrado no dia 11 de outubro, é uma data instituída pela Lei nº 11.721/2008, e integra o calendário oficial do Ministério da Saúde para a conscientização em saúde do país.
  • Segundo estudo divulgado pelo Ministério da Saúde, a prevalência de obesidade entre adultos brasileiros mais que triplicou entre 1990 e 2023, passando de 7,8% para 27,7%, o maior crescimento entre os países latino-americanos analisados.
  • Conforme a Organização Mundial da Saúde (OMS), em 2022 mais de 890 milhões de adultos em todo o mundo viviam com obesidade, de um total de 2,5 bilhões de adultos com excesso de peso, reforçando o caráter de epidemia global da condição.

Se a obesidade é doença, e não escolha, por que o preconceito atrapalha o tratamento?

Um dos maiores obstáculos enfrentados por quem vive com obesidade não está apenas no corpo, mas no olhar alheio. A gordofobia, termo usado para descrever o preconceito contra pessoas gordas, se manifesta em comentários, julgamentos e até mesmo na forma como profissionais de saúde tratam pacientes com excesso de peso.

De acordo com levantamento divulgado pelo Ministério da Saúde, com base em pesquisa da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM) e da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e Síndrome Metabólica (Abeso), 8 em cada 10 pessoas com obesidade já sentiram constrangimento por causa do peso, e 72% dos entrevistados apontam o ambiente familiar como o local onde esse preconceito mais acontece, à frente até de lojas, consultórios médicos e ambiente de trabalho.

Esse levantamento também oferece um alerta importante de especialistas: o preconceito não apenas machuca, mas também pode piorar o quadro. Quase 30% das pessoas com sobrepeso relatam acreditar que são culpadas pela própria condição, o que as afasta da busca por ajuda profissional. Entender que a obesidade não é uma escolha, e que ela resulta de uma combinação complexa de fatores genéticos, hormonais, comportamentais e ambientais, é o primeiro passo para romper esse ciclo de culpa e silêncio.

Obesidade infantil e obesidade mórbida: como funcionam essas variações da doença?

A obesidade infantil é a condição em que a criança está com peso acima do esperado para sua altura e idade. Assim como em adultos, costuma estar relacionada a hábitos alimentares inadequados, sedentarismo e fatores genéticos, mas exige atenção especial, já que pode trazer impactos não apenas físicos, como problemas cardíacos, dificuldades respiratórias e alterações posturais, mas também emocionais, incluindo baixa autoestima e dificuldades de relacionamento.

O acompanhamento com pediatra é essencial nesses casos, já que o crescimento da criança pode alterar significativamente a avaliação ao longo do tempo, e intervenções precoces tendem a trazer melhores resultados a longo prazo.

Já a obesidade mórbida, também chamada de obesidade grau III, representa o estágio mais grave da doença, geralmente definido por um Índice de Massa Corporal (IMC) igual ou superior a 40 kg/m². Nesse estágio, o risco de complicações graves de saúde aumenta consideravelmente, assim como as dificuldades para realizar atividades cotidianas simples, o que costuma exigir uma abordagem terapêutica mais intensiva e, em muitos casos, avaliação para cirurgia bariátrica.

Como é composta a equipe multidisciplinar que trata a obesidade?

O tratamento da obesidade é, na maioria dos casos, conduzido principalmente pelo endocrinologista, especialista responsável por investigar as causas hormonais e metabólicas envolvidas, orientar mudanças no estilo de vida e, quando necessário, prescrever tratamentos farmacológicos ou encaminhar para cirurgia.

Mas, por ser uma doença multifatorial, o cuidado raramente se limita a um único profissional. O nutrólogo atua na avaliação do estado nutricional e na condução de estratégias alimentares específicas para cada caso. Já o acompanhamento com psicólogo e, quando indicado, com psiquiatra, é fundamental para lidar com os aspectos emocionais frequentemente associados à obesidade, incluindo ansiedade, compulsão alimentar e os impactos psicológicos do próprio estigma social.

Nos casos em que há suspeita de apneia do sono, condição comum em pessoas com obesidade, o especialista em Medicina do Sono também pode ser acionado. E quando o tratamento clínico não é suficiente para o controle da doença, especialmente em quadros de obesidade mórbida, o cirurgião bariátrico passa a integrar a equipe, avaliando a indicação e conduzindo o procedimento cirúrgico quando necessário.


Quais são os tratamentos disponíveis para a obesidade?

O tratamento da obesidade costuma ser individualizado e multidisciplinar, começando por mudanças no estilo de vida. A reeducação alimentar, orientada por profissional especializado, e a prática regular de atividade física são a base do tratamento na maioria dos casos, contribuindo tanto para a perda de peso quanto para a manutenção dos resultados a longo prazo.

Nos últimos anos, o tratamento medicamentoso da obesidade também avançou de forma significativa. Entre as opções mais recentes estão os medicamentos injetáveis agonistas do receptor de GLP-1, popularmente conhecidos como “canetas emagrecedoras“, originalmente desenvolvidos para o tratamento do diabetes tipo 2 e que, mais tarde, mostraram eficácia também no controle de peso, atuando na regulação do apetite e da saciedade. A indicação, o tipo e a dosagem desse tipo de tratamento devem sempre ser avaliados e prescritos por um médico, considerando o histórico e as necessidades específicas de cada paciente.

Para casos de obesidade mórbida ou quando outras abordagens não trouxeram resultados suficientes, a cirurgia bariátrica pode ser indicada. O procedimento, que pode ser feito por diferentes técnicas, é sempre decidido em conjunto com a equipe multidisciplinar, considerando o grau de obesidade, as doenças associadas e o histórico de tentativas anteriores de tratamento. Na Rede D’Or é possível encontrar programas de tratamento multidisciplinar para o tratamento da obesidade, como o Programa de Cirurgia Bariátrica e Metabólica.

Quais doenças estão relacionadas à obesidade?

A obesidade é considerada um importante fator de risco para o desenvolvimento de diversas outras condições crônicas. Entre as principais complicações associadas estão o diabetes tipo 2, a hipertensão arterial e a doença arterial coronariana, que pode evoluir para infarto ou insuficiência cardíaca.

O excesso de peso também está diretamente relacionado à esteatose hepática, o acúmulo de gordura no fígado, além de distúrbios respiratórios do sono investigados pela Medicina do Sono. Em crianças, a obesidade infantil não tratada aumenta significativamente o risco de que essas e outras complicações surjam ainda mais cedo, o que reforça a importância do diagnóstico e do acompanhamento precoces em todas as fases da vida.

Diante de qualquer sinal de ganho excessivo de peso ou dificuldade para emagrecer, mesmo com tentativas de mudança nos hábitos, a orientação é buscar avaliação médica sem demora. Reconhecer a obesidade como uma doença, tratá-la com a seriedade que merece e, sobretudo, tratar quem vive com ela com respeito e sem julgamento, são passos essenciais neste 11 de outubro e em todos os outros dias do ano.










FONTE:  https://www.rededorsaoluiz.com.br/noticias/artigo/

 

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