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quarta-feira, 28 de outubro de 2026

Diabetes e vida sexual: 5 problemas que merecem atenção

 


O diabetes pode estar associado a alterações na vida sexual, como diminuição do desejo, disfunção erétil e desconforto durante as relações.

Dificuldade de ereção, dor e perda de desejo podem ter relação com o diabetes; especialistas explicam os sinais e quando buscar ajuda


A dificuldade para manter uma ereção, o desconforto durante a relação e a diminuição do desejo sexual nem sempre chegam à conversa no consultório. Para quem tem diabetes, porém, essas mudanças merecem atenção: podem estar relacionadas à glicose elevada por períodos prolongados, mas também a fatores emocionais, hormonais e outras condições de saúde.

O assunto foi abordado no DiabetesCast, apresentado pelo jornalista Tom Bueno, com a endocrinologista Denise Franco e o urologista Ricardo Vita. Os especialistas discutiram cinco problemas que podem interferir na vida sexual e explicaram por que falar sobre eles faz parte do cuidado com o diabetes.

Ter o diagnóstico não significa que essas complicações vão acontecer.

“Não quer dizer que todo mundo que tem diabetes vai ter as complicações”, afirma Denise.

A médica também destaca que existem possibilidades de tratamento para quem já apresenta algum comprometimento.

5 problemas que podem afetar a vida sexual de quem tem diabetes | DiabetesCast #20

Como o diabetes pode afetar a vida sexual?

Durante a entrevista, Ricardo Vita explica que alterações na circulação do sangue e nos nervos estão entre os caminhos pelos quais o diabetes pode prejudicar a resposta sexual. Essas estruturas participam da ereção, da lubrificação e da sensibilidade genital.

A glicose persistentemente elevada pode danificar vasos e nervos, segundo o Instituto Nacional de Diabetes e Doenças Digestivas e Renais dos Estados Unidos, o NIDDK. Manter a glicemia nas metas individualizadas ajuda a prevenir esses danos.

Isso não significa que uma alteração sexual permita concluir, sozinha, que o diabetes está fora da meta. A investigação precisa considerar o histórico da pessoa, os medicamentos utilizados e outras possíveis causas.

“Isso pode acontecer, não pode ser só o diabetes a única causa de um problema sexual”, ressalta Vita.

1. Dificuldade para ter ou manter a ereção

A disfunção erétil está entre as queixas discutidas no episódio. Ela pode aparecer como dificuldade para conseguir uma ereção ou para mantê-la durante a atividade sexual.

“A queixa principal é a dificuldade de obter ou manter a ereção”, explica o urologista.

Vita descreve que o problema pode envolver tanto a chegada do sangue ao pênis quanto os sinais nervosos necessários à resposta sexual. No episódio, ele também lembra que envelhecimento, obesidade e alterações nas gorduras do sangue podem participar desse quadro.

Denise chama atenção para a necessidade de olhar a saúde de forma mais ampla quando essa queixa aparece. A consulta deve ir além de buscar uma solução pontual para a ereção e considerar as condições de saúde que podem estar associadas ao sintoma.

2. Ressecamento vaginal, dor e dificuldade de excitação

Nas mulheres, as alterações podem surgir como redução da lubrificação, mudança da sensibilidade e dificuldade para se excitar ou chegar ao orgasmo.

“Isso pode levar a uma dificuldade de se excitar, de chegar no orgasmo”, afirma Vita ao explicar os efeitos de alterações vasculares e nervosas na região genital.

O desconforto durante a penetração também aparece na conversa. Denise relata que a dor é uma das queixas ouvidas no consultório, embora nem sempre a paciente consiga abordar diretamente sua vida sexual.

A avaliação precisa considerar outras causas. O NIDDK aponta que a menopausa também pode provocar ressecamento e dor. Por isso, atribuir todo desconforto ao diabetes pode atrasar a identificação do problema.

3. Diminuição do desejo sexual

Perder o interesse por sexo não significa, automaticamente, ter uma alteração hormonal. No episódio, Denise questiona justamente a tendência de procurar uma única explicação para uma experiência que envolve diferentes aspectos da vida.

Vita destaca que ansiedade, sofrimento emocional e as demandas de conviver com uma condição crônica podem interferir no desejo. A própria experiência de dor ou de dificuldade de ereção também pode afetar a disposição para novos encontros.

Em entrevista publicada pelo NIDDK, o urologista Hunter Wessells explica que a redução da libido pode, em alguns homens, ser consequência da dificuldade de ereção. Nas mulheres, a avaliação também deve considerar condições associadas, como depressão.

Por isso, a consulta precisa abrir espaço para falar sobre o que mudou, quando começou e quanto isso incomoda.

4. Infecções que atrapalham a intimidade

Infecções urinárias e genitais também foram discutidas pelos convidados. Denise relata situações em que o medo de apresentar uma nova infecção após a relação passa a interferir na vida sexual.

A candidíase foi um dos exemplos abordados. A glicose elevada pode favorecer infecções por fungos, e sintomas como coceira, irritação e desconforto exigem avaliação. Corrimento e ardor podem ter diferentes causas, o que torna importante confirmar o diagnóstico antes de tratar.

Na entrevista, os especialistas reforçam que o incômodo físico pode vir acompanhado de constrangimento e afastamento da intimidade. Relatar episódios repetidos à equipe de saúde ajuda a investigar o que está favorecendo o problema.

5. Ejaculação retrógrada

Menos conhecida, a ejaculação retrógrada pode ocorrer quando o sêmen segue para a bexiga, em vez de sair pelo pênis. A pessoa pode perceber pouca ou nenhuma saída de sêmen, mesmo tendo orgasmo.

“Na verdade, ele ejacula, mas vai tudo pra dentro da bexiga”, explica Vita ao descrever o quadro.

O diabetes pode causar essa alteração em situações menos frequentes. Quando ela ocorre, o sêmen é eliminado posteriormente com a urina. A condição pode dificultar a gravidez e precisa ser investigada, especialmente quando existe o desejo de ter filhos.

Quando procurar ajuda?

Mudanças persistentes na ereção, no desejo, na lubrificação ou na ejaculação, além de dor e infecções repetidas, devem ser levadas à consulta. A equipe que acompanha o diabetes pode iniciar essa conversa e indicar avaliação com urologista, ginecologista ou profissional de saúde mental, conforme a necessidade.

“Se eu tenho já um comprometimento, eu tenho opções na terapia pra poder ajudar as pessoas”, afirma Denise.

O tratamento depende da causa identificada. Na entrevista ao NIDDK, Wessells destaca que há opções estabelecidas para diferentes graus de disfunção erétil e que compreender o contexto médico e emocional faz parte da avaliação.

Para os convidados do DiabetesCast, o primeiro passo é permitir que a saúde sexual entre na conversa sobre saúde. Esperar que a dificuldade passe, sem contar o que está acontecendo, pode prolongar um sofrimento que merece cuidado.












FONTE: https://umdiabetico.com.br/diabetes-vida-sexual-5-problemas-atencao/ 



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Carla



  • ⚕️ Aviso médico: As informações deste artigo têm caráter exclusivamente educativo e não substituem a consulta com médico e/ou nutricionista. Cada pessoa tem necessidades individuais , busque sempre orientação profissional antes de Tratamento

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Coração Saudável > HeartMate 3™ oferece nova esperança

 

Fev.. 24, 2023

Em 2008, Reggie Williams teve seu primeiro ataque cardíaco. Em 2013, a saúde do seu coração estava se deteriorando e ele precisou de ablação (procedimento para correção ou prevenção de arritmias, por meio de inserção venosa ou arterial de cateteres flexíveis) e, depois, de um stent com um marca-passo para melhorar o funcionamento de seu coração. Um teste de esforço pulmonar em 2016 mostrou que Reggie tinha chegado à insuficiência cardíaca em estágio terminal. Em fevereiro de 2017, a vida como ele conhecia havia mudado.

"Eu não conseguia subir um lance de escadas, muito menos me exercitar. Minha vida era apenas dormir, dormir e dormir mais", disse.

Felizmente com a ajuda do Dispositivo de Assistência Ventricular Esquerda (DAVE) HeartMate 3TM da Abbott — mais conhecido como uma bomba cardíaca — Reggie ganhou tempo e uma segunda chance.

LINK: https://youtu.be/OQJfCUrvBBI

Entendendo a insuficiência cardíaca

O ventrículo esquerdo do coração mantém a função essencial de bombear o sangue para circulação por todo seu corpo. Um dispositivo de assistência ventricular esquerda, ou DAVE, é uma bomba mecânica implantada cirurgicamente que dá suporte à circulação sanguínea em pessoas que convivem com a insuficiência cardíaca avançada.

Insuficiência cardíaca é uma condição na qual o coração está danificado ou enfraquecido. Ela pode ser causada por coronariopatia, infecções virais ou condições hereditárias. De acordo com a American Heart Association, a insuficiência cardíaca é considerada avançada, ou em estágio terminal, quando as terapias cardíacas convencionais — como medicamento — não funcionam mais. Sintomas incapacitantes, como falta de ar, edema e fadiga, persistem. Para Williams, "as pequenas coisas que as pessoas menosprezam, como amarrar seus sapatos, ir até a caixa de correio, caminhar até seu carro," não eram mais possíveis devido a seus sintomas graves.

Para pessoas com insuficiência cardíaca em estágio terminal, o transplante cardíaco é o tratamento de escolha para melhorar a sobrevida e a qualidade de vida, diz UpToDate. A National Organ Procurement and Transplantation Network (Rede Nacional de Captação e Transplante de Órgãos) lida com o processo de compartilhamento de órgãos nos EUA e mantém uma lista de espera para candidatos.

Uma olhada nos números

Infelizmente, a necessidade de transplante de órgãos é muito maior do que o suprimento, com a necessidade crescendo continuamente.

Um relatório de 2015 do American Journal of Transplantation explica que a lista de espera cresceu 51% de 2004 para 2015. Uma lista mais longa significa uma espera mais longa, e em 2015, o tempo mediano para transplante era de 12,4 meses. O caso de Williams foi muito mais demorado. Devido ao seu tipo sanguíneo, sua espera será de três a quatro anos.

A maioria dos candidatos a transplante não tem tanto tempo. O U.S. Department of Health and Human Services (Departamento de Saúde e Recursos Humanos dos EUA) relata que aproximadamente 20 pessoas morrem por dia nos EUA enquanto aguardam um transplante de órgão.

E para muitos mais, o transplante não é uma opção. Para estes pacientes com insuficiência cardíaca em estágio terminal, um DAVE não apenas ganha tempo, ele oferece esperança.

O DAVE HeartMate 3 agora está aprovado pela FDA para pacientes com insuficiência cardíaca avançada que não são candidatos viáveis para transplante. Para estes pacientes, sua bomba estará com eles pelo resto de suas vidas. Avanços significativos — incluindo uma bomba projetada para reduzir complicações enquanto melhora a sobrevida e a qualidade de vida — são apoiados pelos fortes dados de longo prazo.

Os profissionais da saúde de Reggie esperavam mantê-lo confortável até o fim da vida. Sua bomba cardíaca lhe deu algo mais: "Meu DAVE me deu uma segunda chance."

Abbott como um aliado na saúde cardíaca

O design do DAVE HeartMate 3 é um novo padrão na indústria, reduzindo o tamanho do sistema enquanto reimagina como o sangue passa através de uma bomba cardíaca. A bomba HeartMate 3 utiliza tecnologia conhecida como Tecnologia de Fluxo Full MagLev (totalmente magneticamente levitado), que reduz o trauma para o sangue que passa através da bomba, enquanto melhora o fluxo.

A aprovação do sistema HeartMate 3 nos EUA foi fundamentada por dados clínicos do estudo MOMENTUM 3. Durante o estudo, os pacientes com o DAVE HeartMate 3 apresentaram uma taxa de sobrevida sem precedentes de 83% em dois anos. Além disso, as taxas de suspeita de trombose (coágulo sanguíneo) na bomba permaneceram muito baixas, em 1% em dois anos. O estudo também mostrou a taxa mais baixa1 já publicada de AVC (10%) para um DAVE de fluxo contínuo em dois anos.

Essas são ótimas notícias, especialmente para pessoas como Reggie. Embora ele esteja aguardando seu novo coração, ele pode esperar menos esforço em seu fluxo sanguíneo enquanto aproveita uma qualidade de vida maior. Ele pode se exercitar e cozinhar. Sua esposa Michelle está feliz que seu marido pode dormir confortavelmente de novo e ela não se preocupa tanto com ele.

A melhor coisa de todas para um casal que se casou há pouco mais de um ano? "Ele nos permitiu planejar o futuro", disse.

Com base na sobrevida mais alta publicada com o DAVE HeartMate e as taxas mais baixas publicadas de AVC e trombose na categoria de dispositivos DAVE de fluxo contínuo nos EUA.1-5

Referências

1Mehra MR, Goldstein DJ, Uriel N., et al; for the MOMENTUM 3 investigators. Two-year outcomes with a magnetically levitated cardiac pump in heart failure. N Engl J Med. 2018;378:1386-1395
2Rogers JG, Pagani FD, Tootles AJ, et al. Intrapericardial Left Ventricular Assist Device for Advanced Heart Failure. N Engl J Med. 2017;376,451-60
3Starling RC, Estep JD, Horstmanshof DA, et al. Risk Assessment and Comparative Effectiveness of Left Ventricular Assist Device and Medical Management in Ambulatory Heart Failure Patients: The ROADMAP Study 2-Year Results. J Am Coll Cardiol HF. 2017;5:518-527
4Jorde UP, Kushwaha SS, Tootles AJ, et al. Results of the destination therapy post-food and drug administration approval study with a continuous flow left ventricular assist device: a prospective study using the INTERMACS‡ registry (Interagency Registry for Mechanically Assisted Circulatory Support). J Am Coll Cardiol. 2014;63:1751-1757
5Slaughter MS, Rogers JG, Milano CA, et al. Advanced heart failure treated with continuous-flow ventricular assist device. N Engl J Med. 2009;361:2241-2251

‡ Indica uma marca registrada de terceiro, que é de propriedade de seu respectivo proprietário.


IMPORTANT SAFETY INFORMATION

Heartmate 3 - Sistema de Assistência Ventricular Esquerda – Registro ANVISA nº 10332340428

™ Indica uma marca comercial do grupo de empresas Abbott.

CUIDADO: Este produto deve ser usado por ou sob a orientação de um médico. Antes de usar, consulte as Instruções de Uso, dentro da embalagem do produto (quando disponível) para obter informações mais detalhadas sobre Indicações, Contraindicações, Avisos, Precauções e Eventos Adversos.

St. Jude Medical Brasil Ltda.






FONTE:https://www.abbottbrasil.com.br/corpnewsroom/healthy-heart/heartMate-3-oferece-nova-esperanca.html?fbclid=IwY2xjawVNngBleHRuA2FlbQIxMABwZG9mBWJyaWQRMVM1N01OaHkzaDNWVmFKeUJzcnRjBmFwcF9pZBAyMjIwMzkxNzg4MjAwODkyAAEeP3shEvSEE49dLg2bGGb0N7b7RLOyfQ-bugorNlkiobiztkmITd_cOEuXAN4_aem_odSxTc4hb4fdaa-zikDT1A 

 


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