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sexta-feira, 30 de outubro de 2026

coracao.sbc Algumas doenças cardíacas estão entre os fatores de risco para o AVC.

 


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Algumas doenças cardíacas estão entre os fatores de risco para o AVC. 

Um exemplo importante é a fibrilação atrial, uma alteração do ritmo do coração que deve ser identificada e acompanhada adequadamente.

Além disso, AVC e doenças cardiovasculares compartilham fatores de risco muito comuns, como pressão alta, diabetes e colesterol elevado.

Por isso, proteger o cérebro também passa por cuidar da saúde cardiovascular:

❤️ Conheça e controle seus fatores de risco
🏃 Pratique atividade física regularmente
🥗 Mantenha uma alimentação saudável e cuide do peso
🚭 Não fume
🍷 Evite o consumo excessivo de álcool

Cuidar do coração também é uma forma de ajudar a prevenir o AVC.

#AVC #Prevenção #AcidenteVascularCerebral









FONTE: https://www.instagram.com/coracao.sbc/?e=b1858c77-8ee3-4522-bd06-eaa0df0615a8&g=5


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informativo procure seu médico

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Carla



  • ⚕️ Aviso médico: As informações deste artigo têm caráter exclusivamente educativo e não substituem a consulta com médico e/ou nutricionista. Cada pessoa tem necessidades individuais , busque sempre orientação profissional antes de Tratamento

AS CAUSAS MAIS COMUNS DE AUMENTO DO TAM\NHO DE BAÇO

 


- congestão (hipertensão portal)
- infecções (malária, EBV, leishmaniose, tuberculose, entre outras)
- doenças hematológicas não malignas (anemias hemolíticas, esferocitose, hemoglobinopatias, síndrome hemofagocítica)
- neoplasias hematológicas (principalmente as leucemias mieloide e linfoide crônicas, a mielofibrose, a policitemia vera, os linfomas e a tricoleucemia).
- doenças auto-imunes (sarcoidose, amiloidose, artrite reumatoide na síndrome de Felty)
- doenças de depósito (Gaucher, Niemann-Pick)
- uso de filgrastima
Enquanto investiga a causa, o médico irá orientar cuidados com truamas abdominais, incluindo quedas e esportes de contato, pelo risco de ruptura do baço.
Dr. Natalício Kern Filho - Médico Hematologista, Hemoterapeuta RQE10.418 | RQE 10.419, Medicina Interna | RQE 10.403. Preceptor Sírio Libanês CRM RS18819




FONTE: https://www.facebook.com/Dr.NatalicioKernFilho?__cft__[0]=AZg-hIWtCZE-tDFmRm_Ck6iWKoiqSuKvMIhptlgMODz74DqgEoj4hFl6l-puyM2BQoN-x8Y_SuSL4bz8NXXveU7nOjjmng2um1h-9NmkO0Dtm6AfXVpPieS8BYS_x6hbIljeoWWKCVrpgYxe4eLOMIlUzOSGAoY8eVP7YF8rPOG7BbFJl0OmHGnyr3VxPcXLYgLau1DX1Iz_bB0mD2cs&__tn__=-UC%2CP-y-R


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Você sabe qual é o papel do colesterol no organismo?​ Compreendendo os riscos à saúde associados ao colesterol LDL elevado

 


A redução do colesterol de lipoproteína de baixa densidade (LDL) pode diminuir o risco de infarto do miocárdio e acidente vascular cerebral (AVC)

Médico consultando paciente

O que significa ter colesterol alto?

O colesterol é obtido por meio da alimentação e produzido pelo fígado. Ele desempenha diversas funções importantes em nosso organismo, incluindo a síntese de novas células, de alguns hormônios e de substâncias que auxiliam na digestão dos alimentos. Entre os tipos mais conhecidos estão as lipoproteínas de alta densidade (LDL) e as lipoproteínas de baixa densidade (HDL). O excesso de colesterol LDL pode representar um problema.

O LDL-C, também conhecido como colesterol “ruim”, é reconhecido por se combinar com gorduras e outras substâncias, levando ao acúmulo gradual de depósitos gordurosos, denominados placas ateroscleróticas, nas paredes internas das artérias. Isso pode aumentar o risco de um indivíduo sofrer um infarto do miocárdio ou um acidente vascular cerebral (AVC). Pessoas com níveis elevados de LDL-C no sangue apresentam uma condição denominada hipercolesterolemia.

Determinadas condições de saúde, como diabetes mellitus tipo 2 e obesidade, bem como fatores comportamentais e de estilo de vida, como tabagismo, alimentação rica em gorduras saturadas e gorduras trans e a falta de atividade física, demonstraram aumentar o risco de uma pessoa desenvolver hipercolesterolemia. Outros fatores que elevam esse risco incluem histórico familiar de doença cardiovascular (CV), idade avançada e sexo (as mulheres tendem a apresentar níveis mais baixos de LDL do que os homens até aproximadamente os 55 anos de idade ou até a menopausa).

Hipercolesterolemia: um importante fator de risco causal para doença cardiovascular

A hipercolesterolemia é um dos principais fatores que contribuem para a doença cardiovascular aterosclerótica (DCVA), uma condição causada pelo acúmulo de placas no interior das artérias, levando ao estreitamento ou à obstrução dos vasos sanguíneos.

Isso pode resultar em eventos cardiovasculares, como infarto do miocárdio ou acidente vascular cerebral (AVC), e continua a representar uma importante carga para a saúde pública.

A epidemia cardiovascular

Entre 20% e 45% dos adultos brasileiros apresentam níveis elevados de LDL-C.

Apenas em 2026, a estimativa de mortes por doenças cardiovasculares no Brasil já ultrapassa 290 mil em meados de setembro.

Dados brasileiros demonstram que aproximadamente 90% dos pacientes permanecem fora das metas recomendadas de colesterol LDL e, como resultado, permanecem em risco de sofrer eventos cardiovasculares graves.

“Temos um legado do qual nos orgulhamos ao transformar a ciência em medicamentos que mudaram as perspectivas relacionadas às doenças cardiovasculares. Continuamos a construir sobre nossa trajetória de quase 70 anos de avanços em pesquisa para ajudar a enfrentar a epidemia cardiovascular”, Dra. Puja Banka (Vice-presidente associada de Pesquisa Clínica e Desenvolvimento Clínico Global)

As doenças cardiovasculares continuam sendo um dos desafios globais de saúde mais sérios. Buscamos a excelência científica e estamos comprometidos com o avanço da pesquisa para pacientes afetados por doenças cardiovasculares.

“Há quase 70 anos, nossa empresa desenvolve medicamentos para ajudar a enfrentar a carga das doenças cardiovasculares”, afirmou Banka. “Nosso trabalho combina nossa profunda expertise em excelência científica com nossas robustas capacidades em química medicinal.”





















FONTE: https://www.msd.com.br/noticias/saude-sem-segredo/compreendendo-os-riscos-a-saude-associados-ao-colesterol-ldl-elevado/


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