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segunda-feira, 3 de agosto de 2026

❤️ Você sabia que cuidar da saúde bucal também pode ajudar a proteger o coração?

 

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Você sabia que cuidar da saúde bucal também pode ajudar a proteger o coração?
Um estudo apresentado no congresso da American Heart Association reforçou uma conexão que vem sendo investigada há anos: bactérias associadas à doença periodontal podem alcançar a corrente sanguínea e estar relacionadas ao processo de calcificação da válvula aórtica, uma das principais estruturas do coração.
Isso não significa que uma cárie ou uma gengivite leve causam doenças cardíacas diretamente. O que a pesquisa mostra é que a inflamação crônica provocada pela doença periodontal pode fazer parte de um conjunto de fatores que aumentam o risco cardiovascular.
Por isso, manter uma boa higiene bucal não é apenas uma questão estética. Escovar os dentes corretamente, usar fio dental e realizar consultas periódicas com o dentista são hábitos que ajudam a preservar a saúde de todo o organismo.
A medicina reforça cada vez mais um conceito importante: o corpo funciona como um sistema integrado, e a saúde começa pelos pequenos cuidados do dia a dia.


















Fontes: https://www.facebook.com/Dr.NatalicioKernFilho?__tn__=-UC*F



 
 
 




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Carla



  • ⚕️ Aviso médico: As informações deste artigo têm caráter exclusivamente educativo e não substituem a consulta com médico e/ou nutricionista. Cada pessoa tem necessidades individuais busque sempre orientação profissional antes de Tratamento

CÂNCER: O retorno do cabelo após a quimioterapia costuma ser um momento muito esperado

 

O retorno do cabelo após a quimioterapia costuma ser um momento muito esperado. Mas nem sempre ele volta exatamente como era antes — e isso pode gerar dúvidas e até preocupação.
É comum que os primeiros fios apresentem mudanças na textura, espessura ou cor. Em alguns casos, cabelos lisos podem nascer cacheados (o chamado chemo curl), enquanto em outros essas alterações desaparecem com o passar dos meses.
O mais importante é lembrar que cada organismo tem seu próprio ritmo de recuperação. Não existe um padrão único para o crescimento dos cabelos, sobrancelhas e cílios após o tratamento.
Conhecer essas informações ajuda a tornar essa fase mais tranquila e previsível para pacientes e familiares.
💙
Compartilhe este conteúdo. Ele pode responder a uma dúvida que muitas pessoas enfrentam durante a recuperação do tratamento oncológico.


















Fontes: https://www.facebook.com/Dr.NatalicioKernFilho?__tn__=-UC*F



 
 
 




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domingo, 2 de agosto de 2026

DIABETES: 4 opções de frutas para comer à noite com menor impacto na glicose de quem tem diabetes

 


Especialista esclarece quais frutas costumam provocar menor resposta glicêmica e como incluí-las no lanche da noite


Quem convive com diabetes costuma ouvir que deve evitar frutas à noite para impedir que a glicose suba enquanto dorme. A orientação parece simples, mas está longe de refletir o que dizem as evidências científicas. Afinal, será que o horário é realmente o problema ou a escolha da fruta, a quantidade consumida e o restante da refeição fazem mais diferença?

Essa dúvida é comum entre pessoas com diabetes tipo 1, diabetes tipo 2 e pré-diabetes. Muitas acabam deixando de consumir frutas por medo de prejudicar o controle glicêmico. No entanto, especialistas explicam que algumas opções podem fazer parte do lanche noturno quando consumidas em porções adequadas e inseridas em uma alimentação equilibrada.

Frutas para comer à noite diabetes: por que algumas costumam impactar menos a glicose?

Toda fruta contém carboidratos naturais, principalmente frutose, glicose e sacarose. Por isso, nenhuma delas é capaz de manter a glicemia inalterada. O que muda é a velocidade com que esses carboidratos são absorvidos pelo organismo.

Frutas ricas em fibras e com menor carga glicêmica costumam provocar uma elevação mais lenta da glicose quando consumidas em porções adequadas. Além disso, quando consumidas junto com alimentos ricos em proteínas ou gorduras boas, como iogurte natural, queijo branco ou castanhas, essa absorção pode ocorrer de forma ainda mais gradual.

Segundo a nutricionista Tarcila Campos, membro do Departamento de Nutrição da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD), não existe um horário proibido para consumir frutas.

“O mais importante é observar a quantidade ingerida, a composição da refeição e as necessidades individuais de cada pessoa. O controle da glicemia depende do conjunto da alimentação, e não apenas do horário em que a fruta é consumida.”

1. Morango é uma das frutas mais indicadas

O morango costuma aparecer entre as frutas preferidas dos nutricionistas para quem tem diabetes. Isso acontece porque apresenta baixo índice glicêmico, boa quantidade de fibras e elevada concentração de vitamina C e compostos antioxidantes.

Uma porção equivalente a cerca de uma xícara pode fazer parte do lanche da noite para muitas pessoas. Além disso, combinar os morangos com iogurte natural sem açúcar pode favorecer maior saciedade.

2. Amora reúne fibras e antioxidantes

A amora também está entre as frutas que costumam provocar menor resposta glicêmica quando comparadas a outras opções mais doces.

Além das fibras, ela é rica em antocianinas, antioxidantes associados à saúde cardiovascular. Esse aspecto merece atenção porque pessoas com diabetes apresentam maior risco de desenvolver doenças cardiovasculares.

3. Framboesa concentra muita fibra em pouca quantidade de carboidratos

Embora ainda seja menos consumida no Brasil, a framboesa possui uma das maiores concentrações de fibras entre as frutas.

Esse nutriente ajuda a retardar o esvaziamento do estômago e a absorção dos carboidratos. Portanto, quando consumida em porções moderadas, costuma provocar uma resposta glicêmica mais discreta.

Outro benefício é a sensação de saciedade, que pode ajudar quem sente fome antes de dormir.

4. Mirtilo pode ser um aliado quando consumido com moderação

Também conhecido como blueberry, o mirtilo ganhou destaque nos últimos anos por seu elevado teor de antioxidantes.

Estudos sugerem que as antocianinas presentes nessa fruta podem contribuir para a saúde metabólica. No entanto, isso não significa que ela seja um tratamento para o diabetes.

Consumido em pequenas porções, o mirtilo costuma apresentar baixa carga glicêmica e pode ser incluído em um plano alimentar orientado por nutricionista.

O que realmente faz diferença antes de dormir?

Mais importante do que escolher uma fruta específica é observar o tamanho da porção e o contexto da refeição.

Nesse sentido, especialistas recomendam evitar grandes quantidades de frutas de uma só vez. Além disso, consumir apenas frutas em grandes porções pode provocar uma elevação mais rápida da glicose em algumas pessoas.

Por outro lado, combinar a fruta com uma fonte de proteína, como iogurte natural, queijo branco ou algumas castanhas, tende a reduzir a velocidade de absorção dos carboidratos.

Vale lembrar que cada organismo responde de maneira diferente aos alimentos. Pessoas que utilizam monitorização contínua da glicose, por exemplo, podem conversar com o endocrinologista ou nutricionista sobre como interpretar esses dados sem fazer mudanças por conta própria.

Não existe fruta proibida, mas existe quantidade adequada

As diretrizes da Sociedade Brasileira de Diabetes e da American Diabetes Association não classificam frutas como alimentos proibidos para quem tem diabetes.

O consenso é que elas devem fazer parte de uma alimentação saudável devido ao seu conteúdo de vitaminas, minerais, fibras e compostos bioativos. No entanto, a quantidade consumida, o padrão alimentar e as necessidades individuais devem sempre ser considerados.

Portanto, o medo de comer frutas à noite não encontra respaldo nas recomendações atuais. A escolha consciente da fruta, a porção adequada e o acompanhamento profissional costumam ter muito mais impacto no controle da glicemia do que o horário em si.






Fundador & CEO | Jornalista e Criador de Conteúdo - Tom é jornalista experiente, com mais de 17 anos de carreira em televisão, tendo atuado como repórter e apresentador nas principais emissoras do país. Diagnosticado com diabetes tipo 1 aos 22 anos, transformou sua trajetória pessoal em uma missão profissional. Além de liderar o Um Diabético, também realiza documentários e curtas com foco em saúde e impacto social. É reconhecido como um dos principais porta-vozes do diabetes no Brasil, dando voz e visibilidade a milhares de pessoas que convivem com a condição.






Fontes: https://umdiabetico.com.br/



 
 
 




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