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terça-feira, 17 de março de 2026

Queijo aumenta a glicose de quem tem diabetes? Especialista explica

 

 tábua com diferentes tipos de queijo ao lado de medidor de glicose representando a relação entre queijo e controle da glicemia no diabetes

 Queijos possuem pouca quantidade de carboidrato, mas proteína e gordura também podem influenciar a glicemia horas após o consumo - Imagem gerada por IA

Especialista explica como proteína e gordura do queijo influenciam a glicose e quais tipos exigem mais atenção no diabetes
 

 

 

O consumo de queijo levanta dúvidas frequentes entre pessoas que vivem com diabetes. Muitos associam o alimento ao aumento imediato da glicose, enquanto outros acreditam que ele não interfere no controle glicêmico.

Nesse contexto, entender a composição nutricional do queijo ajuda a esclarecer como ele impacta a glicemia. A nutricionista e educadora em diabetes Carol Netto explica que o alimento tem baixo teor de carboidrato, mas contém proteína e gordura, dois nutrientes que também influenciam a glicose.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Nesse contexto, o carboidrato ingerido se transforma totalmente em glicose. Já a proteína passa por um processo parcial de conversão, enquanto a gordura também pode contribuir para esse aumento ao longo do tempo.

Por outro lado, a diferença está no tempo em que essa conversão ocorre.

Como proteína e gordura podem elevar a glicose

O impacto do queijo na glicemia não ocorre de forma imediata. A digestão de proteína e gordura segue um ritmo diferente do carboidrato.

Segundo a nutricionista Carol Netto, parte da proteína consumida pode se transformar em glicose aproximadamente três horas após a ingestão. Enquanto isso, a gordura pode gerar impacto glicêmico entre quatro e cinco horas depois da refeição.

Em alguns casos, esse efeito pode aparecer até seis horas após o consumo.

Portanto, pessoas com diabetes podem observar elevação tardia da glicose após refeições com maior quantidade de queijo. Esse comportamento exige atenção durante o monitoramento da glicemia.

Além disso, o efeito pode variar de acordo com a quantidade ingerida e com o tipo de queijo escolhido.

Quantidade consumida também influencia o controle glicêmico

Mesmo alimentos com baixo teor de carboidrato podem impactar a glicemia quando consumidos em grandes quantidades.

Nesse contexto, Carol Netto explica que exageros na alimentação podem afetar o controle glicêmico. O queijo não foge dessa regra.

Se uma pessoa consome grandes porções, a soma de proteína e gordura pode contribuir para aumento gradual da glicose ao longo das horas seguintes.

Portanto, a recomendação envolve atenção à quantidade ingerida e acompanhamento da glicemia após as refeições.

Enquanto isso, pessoas que utilizam insulina ou outros medicamentos devem observar como o corpo responde ao alimento em diferentes situações.

Qual queijo costuma ter menor impacto para quem tem diabetes

Além da quantidade, o tipo de queijo também pode influenciar o impacto metabólico.

Segundo Carol Netto, os chamados queijos brancos costumam apresentar menor teor de gordura. Por esse motivo, tendem a provocar menor impacto tardio na glicemia.

Entre os exemplos mais comuns estão:

  • queijo minas frescal
  • muçarela
  • muçarela de búfala

Nesse contexto, a nutricionista afirma que esses tipos podem representar uma escolha mais adequada em comparação com queijos mais gordurosos.

Por outro lado, isso não significa que outros queijos estejam proibidos.

Durante um jantar ou em outras ocasiões, é possível consumir variedades diferentes. No entanto, a presença de gordura exige atenção maior na quantidade ingerida.

Diferenças entre tipos de queijo comuns no dia a dia

Algumas comparações ajudam a entender melhor as escolhas alimentares.

Entre queijo prato e muçarela, por exemplo, a diferença nutricional existe, mas não é grande. Ainda assim, a muçarela tende a apresentar menor teor de gordura.

Por esse motivo, pode representar uma opção mais adequada para quem busca manter a glicemia sob controle.

Outro exemplo citado por Carol Netto envolve o queijo brie trufado. Apesar de apresentar aparência semelhante a outros queijos brancos, ele contém maior quantidade de gordura.

Nesse caso, o consumo exige atenção maior à porção.

Enquanto isso, o queijo minas frescal apresenta teor menor de gordura e costuma ser utilizado em refeições do dia a dia.

Monitoramento da glicemia ajuda a entender a resposta do corpo

A relação entre alimentação e glicemia pode variar entre pessoas com diabetes.

Portanto, o monitoramento da glicose após as refeições ajuda a identificar como o organismo reage ao consumo de queijo.

Nesse contexto, observar o comportamento da glicemia algumas horas depois da refeição permite perceber possíveis elevações tardias.

Além disso, esse acompanhamento auxilia na organização das refeições e na escolha de porções mais adequadas.

Segundo a nutricionista Carol Netto, pessoas com diabetes podem consumir queijo, desde que considerem quantidade, tipo do alimento e monitoramento da glicemia.

Diabético pode comer queijo? | Tom Bueno

 

 

LINK:  https://youtu.be/RtYHqwCvwFo

 

 

L

Gerente de Conteúdo e Redes Sociais - Jornalista mineira, natural de Uberlândia, Laura é descolada, sensível e criativa. Traz para o projeto uma visão estratégica e conectada com as tendências digitais. É responsável pela distribuição dos conteúdos nas redes sociais, escreve reportagens especiais para o portal e atua na produção audiovisual. Desde que abraçou a causa do diabetes, há três anos, mergulhou no universo do Um Diabético com dedicação e empatia. Está constantemente se atualizando para potencializar o alcance e o impacto do nosso conteúdo.

 


FONTE: https://umdiabetico.com.br/queijo-aumenta-glicose-de-quem-tem-diabetes/


 

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MELHOR IDADE: GUIA IBA - A DOENÇA DE ALZHEIMER E SEUS EFEITOS COLATERAIS

 

GUIA IBA - A DOENÇA DE ALZHEIMER E SEUS EFEITOS COLATERAIS
 
A Doença de Alzheimer não é apenas um esquecimento comum do envelhecimento; é uma patologia neurodegenerativa complexa que altera a essência de quem a porta. Para o cuidador familiar, compreender o "sujeito chamado Alzheimer" é fundamental para separar a pessoa amada da patologia que agora dita o ritmo da casa. Este guia explora as nuances dessa condição e os efeitos colaterais que impactam diretamente a rotina de cuidados.
 
Entendendo a Patologia
 
Quando falamos do Alzheimer como um "sujeito" ou um terceiro elemento na relação, referimo-nos à forma como a doença assume o controle das funções cognitivas. Ela se manifesta através da morte de neurônios e da interrupção de conexões sinápticas, causadas principalmente pelo acúmulo das proteínas beta-amiloide e tau no cérebro. Esse processo não é linear e não afeta todos os idosos da mesma forma, o que exige do cuidador uma observação constante e adaptável.
Efeitos Colaterais Cognitivos: Além da Memória
O efeito mais conhecido é a perda da memória de curto prazo, mas o Alzheimer impõe outros danos severos:
Afasia: A perda progressiva da capacidade de se expressar e compreender a linguagem. O idoso começa a esquecer nomes de objetos comuns e, eventualmente, perde a capacidade de formar frases coerentes.
Desorientação Espaço-Temporal: O sujeito perde a noção de onde está e em que tempo vive. Isso gera o efeito colateral da "fuga" ou perambulação, pois o idoso tenta "voltar para casa", mesmo já estando nela.
Agnosia: A falha em reconhecer rostos familiares ou objetos de uso diário, o que causa profunda angústia tanto para o idoso quanto para a família.
Efeitos Colaterais Comportamentais e Psicológicos
Estes são, frequentemente, os desafios mais exaustivos para quem cuida:
Agitação e Agressividade: Muitas vezes decorrentes da frustração por não conseguir se comunicar ou por não entender o ambiente ao redor.
Síndrome do Pôr do Sol (Sundowning): Um aumento acentuado da confusão e ansiedade no final da tarde e início da noite, exigindo estratégias de iluminação e rotina calmante.
Depressão e Apatia: O idoso pode perder o interesse por atividades que antes amava, o que não deve ser confundido apenas com "cansaço", mas sim como um efeito neuroquímico da doença.
Efeitos Colaterais Físicos e de Autonomia
Com o avanço, o Alzheimer ataca as funções motoras:
Apraxia: A perda da habilidade de executar movimentos coordenados, como usar talheres, tomar banho sozinho ou vestir-se.
Alterações na Deglutição (Disfagia): Um efeito crítico que aumenta o risco de engasgos e pneumonias aspirativas.
Incontinência e Perda de Equilíbrio: A coordenação motora fina e grossa é comprometida, tornando as quedas um risco constante e grave.
A Missão do Cuidador Diante do Diagnóstico
O papel da família e do cuidador especializado não é "curar", algo que a ciência ainda busca, mas sim gerenciar esses efeitos colaterais com dignidade. Adaptar o ambiente, simplificar a comunicação e manter a calma diante das repetições são as ferramentas mais poderosas de quem lidera o cuidado.
O Alzheimer pode levar as lembranças, mas o afeto e a segurança proporcionados pelo cuidador permanecem como o único porto seguro do paciente.
📍 Instituto Berna Almeida (@institutobernalmeida)
Página e Grupo de Apoio Online: 1 Sujeito Chamado Alzheimer

 

 

 


FONTE: https://www.facebook.com/1sujeitochamadoalzheimer



 

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MELHOR IDADE: Noticias IBA - Especialistas Alertam Para Explosão de Casos de Demência Até 2050

 

 
Noticias IBA - Especialistas Alertam Para Explosão de Casos de Demência Até 2050
 
O mundo está diante de uma "emergência de saúde pública silenciosa". Novos dados divulgados por especialistas e organizações internacionais de saúde indicam que o número de pessoas vivendo com demência, incluindo o Mal de Alzheimer, deve atingir a marca alarmante de 139 milhões de pessoas até o ano de 2050.
O Cenário Global
Atualmente, estima-se que cerca de 55 milhões de pessoas convivam com alguma forma de declínio cognitivo severo. Se as tendências demográficas e de estilo de vida persistirem, o salto será de quase 150% em menos de três décadas.
O aumento é impulsionado, principalmente, pelo envelhecimento da população global, mas especialistas destacam que países de baixa e média renda serão os mais impactados devido à falta de infraestrutura diagnóstica e preventiva.
Fatores de Risco e Prevenção
Embora a genética desempenhe um papel, a comunidade médica reforça que o controle de fatores externos é crucial para tentar achatar essa curva. Os principais pontos de atenção são:
Saúde Cardiovascular: Hipertensão e diabetes não controlados aumentam o risco de danos vasculares no cérebro.
Estilo de Vida: Sedentarismo e dietas ultraprocessadas são vilões silenciosos.
Educação e Estimulação: Manter o cérebro ativo e investir em educação formal ajuda a construir a chamada "reserva cognitiva".
Isolamento Social: A solidão na terceira idade tem sido apontada como um acelerador do declínio mental.
"Precisamos de uma ação governamental coordenada agora. Não se trata apenas de tratar a doença quando ela surge, mas de preparar sistemas de saúde para o suporte de longo prazo e focar intensamente na prevenção primária." — Nota técnica do conselho de especialistas.
Impacto Econômico
Além do sofrimento humano, a "explosão" de casos traz um desafio financeiro sem precedentes. O custo global do cuidado com a demência já ultrapassa a casa dos trilhões de dólares, envolvendo desde hospitalizações até o impacto na vida de cuidadores familiares que precisam deixar o mercado de trabalho.
📍 Instituto Berna Almeida (@institutobernalmeida)
Página e Grupo De Apoio Online: 1 Sujeito Chamado Alzheimer

 

 


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