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quinta-feira, 29 de janeiro de 2026

MELHOR IDADE: Guia IBA – Por que a pessoa com demência rejeita o banho?

 

Guia IBA – Por que a pessoa com demência rejeita o banho?

A rejeição ao banho é uma das situações que mais desgastam o cuidador no dia a dia. Para quem cuida, o banho representa higiene, conforto e dignidade. Para a pessoa com demência, porém, ele pode ser vivido como medo, confusão, vergonha ou sofrimento.
É essencial compreender: não se trata de birra, provocação ou ingratidão. Trata-se de um sintoma neurológico, emocional e humano.

O que acontece no cérebro

Na demência, áreas responsáveis pela compreensão, organização de ações, percepção sensorial e noção de intimidade vão sendo progressivamente comprometidas. O cérebro deixa de interpretar o banho como algo seguro e familiar.
Aquilo que antes era automático passa a ser percebido como estranho ou ameaçador.

PRINCIPAIS MOTIVOS DA REJEIÇÃO AO BANHO

1. Medo e desorientação
A pessoa pode não entender o que está acontecendo. Água, retirada de roupas, mudança de ambiente e toque físico podem ser interpretados como ameaça.
2. Alterações sensoriais
O cérebro passa a interpretar estímulos de forma distorcida.
A água pode parecer fria demais, quente demais ou dolorosa.
O barulho do chuveiro pode ser agressivo.
A luz pode incomodar.
O toque pode ser percebido como brusco, mesmo quando é delicado.
3. Dificuldade de compreender comandos
Frases simples como “vamos tomar banho” podem não fazer mais sentido. A pessoa não consegue organizar mentalmente a sequência da ação e reage com resistência.
4. Dor ou desconforto físico não verbalizado
Artrite, rigidez muscular, feridas, infecções urinárias ou dores internas fazem com que o banho seja associado à dor. Muitas vezes, a agressividade é a única forma possível de comunicação.
5. Perda da noção de higiene
O cérebro pode não reconhecer mais a necessidade do banho. Para a pessoa, ela “não está suja”, e a insistência do cuidador parece sem lógica.

A vergonha de ser cuidado pelos próprios filhos

Um ponto fundamental — e muitas vezes ignorado — é o sentimento de vergonha.
Pais que sempre foram figuras de autoridade, provedores e cuidadores podem viver um sofrimento silencioso ao se verem nus, frágeis e dependentes diante dos próprios filhos. Mesmo com a demência avançando, esse sentimento pode permanecer presente.
A memória cognitiva falha, mas a memória emocional e o senso de pudor costumam resistir por muito mais tempo.
Para alguns pais, permitir que o filho ou a filha dê banho significa:
– sentir-se diminuído
– perder a dignidade
– vivenciar a inversão de papéis
– confrontar a própria fragilidade
Essa vergonha raramente é verbalizada. Ela aparece como resistência, irritação, agressividade ou recusa.
⚠️ Isso não é rejeição ao filho.
É uma tentativa do pai ou da mãe de preservar o que ainda resta de sua identidade.

Como lidar de forma mais humana

– Evitar ordens diretas e confrontos
– Usar tom de voz calmo e frases simples
– Respeitar o tempo e os limites daquele dia
– Manter rotina previsível
– Adaptar o ambiente: menos barulho, menos frio, mais privacidade
– Manter o corpo coberto sempre que possível
– Avaliar dor, infecção ou desconforto físico
– Quando viável, considerar outro cuidador para o banho
– Aceitar que, em alguns dias, o banho completo não será possível
Cuidar não é impor. Cuidar é adaptar.
E, muitas vezes, cuidar é preservar a dignidade antes da higiene perfeita.
📍 Instituto Berna Almeida – Apoio a Cuidadores Familiares
📱 @institutobernalmeida

 

 

 

FONTE: https://www.facebook.com/groups/mentesedemencias


 

 

obs. conteúdo meramente informativo procure seu médico

abs

Carla

Conviver com a Doença Renal Crônica vai muito além dos exames, consultas e medicações. O impacto emocional do diagnóstico

 

Conviver com a Doença Renal Crônica vai muito além dos exames, consultas e medicações. O impacto emocional do diagnóstico e do tratamento faz parte dessa jornada e precisa ser olhado com atenção, empatia e cuidado.
Sentir medo, ansiedade ou tristeza não é sinal de fraqueza. É humano. E precisa de acolhimento, tratamento e suporte.
Falar sobre saúde mental é fortalecer o cuidado integral e a qualidade de vida de quem vive com DRC. Você não está sozinho (a). Converse com seu médico. Procure ajuda.

 

 Pode ser uma imagem de texto que diz "헤 Sociedade Brasileira de deNefrologia SBN Explica JANEIRO Branco SAÚDE MENTAL SAÚDEMENTALE E DOENÇA RENAL CRÔNICA Cuidar dos rins também é cuidar das emoções! >"

 

 Pode ser uma imagem de texto que diz "@sbnefro o impacto do diagnóstico Receber O diagnóstico de doença renal crônica não é fácil. Ele pode trazer: Medo; Tristeza; Ansiedade; Insegurança. nsegurança A Esses sent sentimentos são comuns e merecem atenção. >"

 

 Pode ser uma imagem de texto que diz "@sbnefro Saúde mental também é saúde Pessoas com doença renal renal podem apresentar com mais frequência: Tristeza persistente; •Ansiedade; Dificuldade ·Dificuldadeparadormir; para dormir; Falta Falta de ânimo. Isso não é "fraqueza" e tem tratamento. >"

 

 Pode ser uma imagem de texto que diz "@sbnefro Por que cuidar da mente é importante? Quando a saúde mental não vai bem, pode ser mais difícil: Seguir o tratamento; Tomar as Tomarasmedicaçoes.oretament medicações corretamente Comparecer às consultas; Manter a qualidade de vida. Corpo e mente caminham caminhamjuntos. juntos."

 

 Pode ser uma imagem de texto que diz "@sbnefro U O que pode ajudar no dia a dia? Conversar Conversar sobre seus sentimentos; Buscar apoio da família e amigos; Procurar Procurar ajuda psicológica quando necessário; Manter acompanhamento regular com a equipe de saúde. Você não precisa passar por isso sozinho(a)."

 

 

 

 Pode ser uma imagem de texto que diz "베 SociedadeBrasileira Sociedade Brasileira de Nefrologia @sbnefro JANEIRO Branca CUIDAR DA SAÚDE MENTAL É UM ATO DE CUIDADO CONSIGO MESMO. Se algo não vai bem emocionalmente, procure ajuda. Falar sobre sentimentos também faz parte do tratamento. Esta publi publicação foi produzida pelo Comitê de Jovens Nefrologistas da Sociedade Brasileira de Nefrologia."

 

 

 


 

FONTE:  https://www.facebook.com/sociedade.brasileira.nefrologia?__tn__=-UC*F


 

 

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Carla

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Gerente de Conteúdo e Redes Sociais - Jornalista mineira, natural de Uberlândia, Laura é descolada, sensível e criativa. Traz para o projeto uma visão estratégica e conectada com as tendências digitais. É responsável pela distribuição dos conteúdos nas redes sociais, escreve reportagens especiais para o portal e atua na produção audiovisual. Desde que abraçou a causa do diabetes, há três anos, mergulhou no universo do Um Diabético com dedicação e empatia. Está constantemente se atualizando para potencializar o alcance e o impacto do nosso conteúdo.

 

 

 

 

 

Fundador & CEO | Jornalista e Criador de Conteúdo - Tom é jornalista experiente, com mais de 17 anos de carreira em televisão, tendo atuado como repórter e apresentador nas principais emissoras do país. Diagnosticado com diabetes tipo 1 aos 22 anos, transformou sua trajetória pessoal em uma missão profissional. Além de liderar o Um Diabético, também realiza documentários e curtas com foco em saúde e impacto social. É reconhecido como um dos principais porta-vozes do diabetes no Brasil, dando voz e visibilidade a milhares de pessoas que convivem com a condição.

 

FONTE:  https://www.facebook.com/coloplastcontinencia?__tn__=-UC*F

 

 

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