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sexta-feira, 13 de março de 2026

MÊS MUNDIAL CONSCIENTIZAÇÃ0O DO MIELOMA MÚTIPLO

 

 Pode ser uma imagem de texto que diz "세 SBN MARÇO Mês Mundial de Conscientização do Mieloma Múltiplo O mieloma múltiplo é uma neoplasia na medula óssea, caracterizada por expansão monoclonal dos plasmócitos. É a terceira doença hematológica mais comum.1"

 Pode ser uma imagem de hospital e texto que diz "ข0ปล Junto com a eletroforese e imunofixação, a pesquisa de cadeias leves livres laudo faz o diagnóstico de 99% dos casos de mieloma. Com sintomas inespecíficos da terceira idade, os pacientes são geralmente acompanhados por não especialistas que tratam Os sintomas existentes sem diagnóstico claro de mieloma múltiplo.3,5"

 

 

 Pode ser uma imagem de texto que diz "Quando pensar em mieloma múltiplo?2 c Cálcio elevado no sangue (hipercalcemia) em 13,3% dos casos. R Rins (insuficiência renal) acomete 21,9% dos pacientes com doença recém-diagnosticada. A Anemia presente em cerca de 45,3% dos pacientes no momento do diagnóstico. B Bone (lesões ósseas) se desenvolve em quase 80% dos pacientes com doença recém-diagnosticada. Esses sintomas são frequentes em diversas patologias que acometem indivíduos idosos, levando à demora na busca por atendimento.3 ento.3"

 

 

 Pode ser uma ilustração de texto que diz "小 SBN Referênclas: 1. Weaver Tariman Multiole Myeloma Genomics: Systematic Review, Aug:33(3):237- 017.05.001 Epub 2017 Jul PubMed PMIC 28729121 ACRE Study: aracter istics Multiple Mycloma Patients atin America Presented HEMO: October 26. 2022: Sao Brazil. OgicMa lignancy Reports Published nline: March eukemia 2009 Feb;23(2):215-24 Paulae eSilva Silva RO Rev Bras Hematol, Hemoter 2008:30 Kurtin, Relapsed or e- apsed/refractory multiple myeloma. Adv ract Oncol. 者 Material destinado ao publico geral CP-556832. Produzido em dezembro/2025, Johnson&Johnson Innovative Medicine InfoCenter InfocenterBR@its.jr.com 0800 701 351"

 

 

 

FONTE: https://web.facebook.com/sociedade.brasileira.nefrologia?__cft__[0]=AZXIGdbl64ubuPYJk8jvZJkelrwEHYoEyv7FhI61J7k4jIOp6yGc9s6uqAhZ03d6Fb8jOyCf9HxKeI4u_K3fmb3G0E8RMWpw8b9TyMh2xQ7b4lPgudCU294k7kKelE2Z49F0b5Pspt7WihlSRr1blZ7mWv5zWnL5QplGhIK2EE93M5pA_N6d89F_MCVflQYzXKQ&__tn__=-UC%2CP-R


 

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Carla

 

quinta-feira, 12 de março de 2026

12/03 - DIA MUNDIAL DO RIM: Priorize sua saúde renal!

 

 

Priorize sua saúde renal! Agende consultas regulares com um nefrologista e faça exames de urina e creatinina no sangue.
 
Não ignore os sinais - seus rins merecem cuidado constante!
 

 

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FONTE: https://web.facebook.com/sociedade.brasileira.nefrologia?__cft__[0]=AZXIGdbl64ubuPYJk8jvZJkelrwEHYoEyv7FhI61J7k4jIOp6yGc9s6uqAhZ03d6Fb8jOyCf9HxKeI4u_K3fmb3G0E8RMWpw8b9TyMh2xQ7b4lPgudCU294k7kKelE2Z49F0b5Pspt7WihlSRr1blZ7mWv5zWnL5QplGhIK2EE93M5pA_N6d89F_MCVflQYzXKQ&__tn__=-UC%2CP-R


 

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Carla

 

 

12/03 DIA MUNDIAL DO RIM: Câncer de Rim: Saiba Mais Hospital Sírio-Libanês

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O câncer de rim é o terceiro mais frequente do aparelho genitourinário e representa aproximadamente 3% das doenças malignas do adulto. Estatísticas americanas estimam uma incidência anual em torno de 51 mil novos casos, sendo responsável por aproximadamente 13 mil mortes/ano em 2007. O câncer de rim é também conhecido como hipernefroma ou adenocarcinoma renal. O mais frequente é o câncer renal de células claras, sendo responsável por 85% dos tumores diagnosticados.

O câncer de rim geralmente acomete indivíduos entre os 50 e 70 anos de idade, sendo duas vezes mais frequente nos homens que nas mulheres.

Aproximadamente 54% dos tumores renais diagnosticados hoje estão confinados ao rim, 20% são localmente avançados (acometendo gânglios regionais próximos ao rim) e 25% já apresentam metástases da doença, principalmente para os pulmões, fígado e ossos.

São conhecidos alguns fatores de risco para o câncer renal, dentre eles:

  • Tabagismo.
  • Obesidade.
  • Hipertensão.
  • História familiar da doença.
  • Doença de Von Hippel-Lindau e diálise.

Diagnóstico

De 6% a 10% dos pacientes apresentam dor no flanco, sangue na urina e massa abdominal palpável. No entanto, a forma mais frequente de diagnóstico são os achados incidentais em exames de rotina como a ultrassonografia do abdômen.

O diagnóstico definitivo da doença é feito por meio da ultra-sonografia e da tomografia computadorizada do abdômen.

A tomografia, além de fazer o diagnóstico da doença, é bastante útil no seu estadiamento (verificação da extensão para outros órgãos) e no planejamento da terapêutica mais adequada.

A radiografia de tórax serve para avaliar o acometimento dos pulmões, sendo que em alguns casos ela pode ser utilizada para uma avaliação mais minuciosa.

A ressonância nuclear magnética é raramente utilizada na avaliação destes tumores, e só é realizada em situações muito específicas.

A biópsia renal pré-operatória normalmente não é realizada, e só é necessária em situações excepcionais, a fim de se diferenciar lesões malignas de benignas, as quais não necessitariam de tratamento.

Os fatores prognósticos mais importantes em câncer de rim, que auxiliam no planejamento terapêutico e no seguimento da doença, são:

  • Estágio clínico.
  • Obesidade.
  • Graduação histológica (grau de Fuhrman).
  • Tipo histológico.
  • Estado clínico do paciente ("performance status").

Para que se possa fazer um adequado planejamento terapêutico, o performance status é fundamental para o tipo de procedimento bem como poderá determinar a resposta ao tratamento. Os demais fatores prognósticos referem-se todos ao volume de tumor existente no momento do diagnóstico e à agressividade que certos tumores exibem.

Tratamento

A cirurgia é o único tratamento curativo definitivo para o câncer de rim. A nefrectomia radical, ou seja, a retirada em bloco do rim com seus revestimentos (fascia de gerota), glândula adrenal (somente em grandes tumores ou no pólo superior do rim) e linfonodos regionais é o tratamento tradicional para os tumores do rim.

No entanto, com a evolução dos meios diagnósticos e os achados cada vez mais precoces de pequenas massas renais, a nefrectomia radical, em boa parte dos casos, não é mais indicada, devendo-se optar pela nefrectomia parcial. Este tipo de tratamento consiste na retirada do tumor com pequena margem de segurança, preservando-se desta forma o restante do parênquima renal.

Os resultados oncológicos da cirurgia parcial são semelhantes ao da nefrectomia radical para casos selecionados de tumores menores que 4 centímetros, menos agressivos, podendo inclusive ser aplicada para tumores maiores desde que em situação anatômica favorável.

A nefrectomia radical laparoscópica é um método novo que pode ser aplicado no tratamento do câncer renal oferecendo os mesmos índices de cura da cirurgia aberta. Entre as vantagens está o fato de ser um método menos invasivo, com menor morbidade e menor tempo de internação, além da vantagem estética (pequenos furos ao invés da grande cicatriz da cirurgia aberta).

É possível utilizar a cirurgia laparoscópica para a realização da nefrectomia parcial, porém em casos bastante selecionados, e com índices de complicação ainda superiores aos da cirurgia aberta.

Vale ainda mencionar os métodos de tratamento para o câncer de rim que levam à destruição tumoral por meio do congelamento (crioterapia) ou do calor (radiofrequência) e os métodos minimamente invasivos a partir da utilização de agulhas, indicados em situações especiais.

Nos pacientes que apresentam doença avançada, com metástases à distância, existem formas de tratamento sistêmico com imunoterapia (interferon ou interleucina) ou com o uso de drogas inibidoras da angiogênese. Esses medicamentos, associados ou não ao tratamento cirúrgico, podem levar ao controle e à regressão da doença.

O tumor de rim responde de forma muito ruim aos tratamentos quimioterápicos e à radioterapia. As únicas modalidades que apresentam respostas objetivas comprovadas são a imunoterapia com interferon ou interleucina com respostas modestas e alta toxicidade. Mais recentemente surgiram as drogas inibidoras da angiogênese, que têm demonstrado índices de resposta muito promissores, sendo a principal opção terapêutica nos pacientes com doença metastática.

 

 

 

 

FONTE: https://www.hospitalsiriolibanes.org.br/blog/oncologia/

 

 

 

 

 

 

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Carla