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sábado, 11 de julho de 2026

SÍNDROME URÊMICA

 


A síndrome urêmica é um conjunto de sinais e sintomas que ocorre quando os rins perdem grande parte da sua capacidade de filtrar o sangue. Como consequência, toxinas e outras substâncias que deveriam ser eliminadas passam a se acumular no organismo.
Entre os principais sintomas estão fadiga intensa, perda de apetite, náuseas, vômitos, coceira, alterações de concentração, inchaço e, nos casos mais graves, confusão mental e comprometimento de outros órgãos.
A síndrome urêmica geralmente está associada aos estágios mais avançados da doença renal crônica ou à lesão renal aguda grave e requer avaliação médica imediata.
O tratamento depende da causa e da gravidade do quadro. Em alguns pacientes, pode ser necessária a realização de diálise para remover as toxinas e restabelecer o equilíbrio do organismo.
O acompanhamento regular da função renal é a melhor forma de identificar alterações precocemente e prevenir complicações







FONTE: https://www.facebook.com/hrimoficial?__cft__[0]=AZbBbDotJSlq0mt8VpjLO5ynyL18Y9vvglfwlBtsHBIw44yANoKGbhwitvR5rWZFgxaHTM5v4wcESp6oOWG1i-Y0Xft4IudzRZt8Am2Z2XzkmKDu_dHHLFSySO5xa_iR0WsnZr86XmOjjHK3RSSumRcsyfnGrRSJatDS5y7SAcQzVZS3IhxGzReIlhLF73jKOIIbwsd4Eu012X0Xdh8kkm7nV4cPm4mhDaIadyxfnuIh2A&__tn__=-UC%2CP-y-R












obs. conteúdo meramente informativo procure seu médico

abs

Carla



⚕️ Aviso médico: As informações deste artigo têm caráter exclusivamente educativo e não substituem a consulta com médico e/ou nutricionista. Cada pessoa tem necessidades individuais busque sempre orientação profissional antes de

Tratamento

sexta-feira, 10 de julho de 2026

MELHOR IDADE/DIABETES: ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL E MENOS AÇÚCAR PODEM REDUZIR O RISCO DE DEMÊNCIA

 





Uma dieta anti-inflamatória pode estar associada a um menor risco de desenvolver demência, inclusive entre pessoas que já apresentam sinais biológicos precoces da doença de Alzheimer. A conclusão foi publicada na revista JAMA Network Open, em 25 de junho deste ano..
A pesquisa acompanhou mais de 1.800 adultos com 60 anos ou mais, na Suécia, que não tinham demência no início do estudo. Os participantes responderam questionários detalhados sobre alimentação durante seis anos e foram acompanhados por até 15 anos.
Durante o período de acompanhamento, 240 participantes receberam diagnóstico de demência. Os pesquisadores também analisaram três biomarcadores sanguíneos relacionados à doença de Alzheimer e a outros tipos de lesão cerebral.
De acordo com os resultados, as pessoas que seguiam uma dieta anti-inflamatória apresentavam menor potencial inflamatório e tiveram menos chance de desenvolver demência, inclusive entre aquelas que já apresentavam maior risco biológico para a doença.
Entre os participantes com níveis elevados do biomarcador p-tau217, associado ao Alzheimer, aqueles que mantinham uma dieta anti-inflamatória foram relacionados a uma redução de 29% no risco de demência. Reduções semelhantes também foram observadas em pessoas com outros biomarcadores ligados à lesão de células nervosas e à inflamação
No estudo, os pesquisadores observaram que participantes que consumiam mais vegetais, frutas, oleaginosas, leguminosas e grãos integrais, e menos bebidas açucaradas, alimentos ultraprocessados e carnes vermelhas apresentavam dietas com menor potencial inflamatório.

Os autores ressaltam que o estudo é observacional e não comprova uma relação de causa e efeito entre alimentação e prevenção da demência. Ainda assim, os resultados reforçam que adotar uma dieta anti-inflamatória pode ser uma estratégia promissora para reduzir fatores de risco modificáveis relacionados ao declínio cognitivo.

Os autores ressaltam que o estudo é observacional e não comprova uma relação de causa e efeito entre alimentação e prevenção da demência. Ainda assim, os resultados reforçam que adotar uma dieta anti-inflamatória pode ser uma estratégia promissora para reduzir fatores de risco modificáveis relacionados ao declínio cognitivo.







FONTE: https://www.metropoles.com/saude/alimentacao-saudavel-reduz-demencia












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Tratamento

No Dia da Saúde Ocular, vale lembrar que olhos e rins estão mais conectados do que muitas pessoas imaginam.

 


No Dia da Saúde Ocular, vale lembrar que olhos e rins estão mais conectados do que muitas pessoas imaginam.
Esses dois órgãos possuem uma delicada rede de pequenos vasos sanguíneos. Por isso, doenças como diabetes e hipertensão arterial podem causar danos tanto à retina quanto aos rins.
Em alguns casos, alterações identificadas durante um exame oftalmológico podem levantar a suspeita de doenças sistêmicas que também merecem investigação da função renal.
Por isso, cuidar da visão vai além de enxergar bem: é uma oportunidade de olhar para a saúde como um todo.
Se você tem diabetes, pressão alta ou histórico familiar de doença renal, mantenha seus exames em dia e converse com seu médico sobre a avaliação da função dos rins.
Fontes: Kidney Disease: Improving Global Outcomes – Diretrizes para Doença Renal Crônica, American Diabetes Association – Recomendações para rastreamento de retinopatia e nefropatia diabéticas, American Heart Association – Relação entre hipertensão, doença renal e saúde vascular e National Kidney Foundation – Informações sobre prevenção da doença renal e fatores de risco.
Dr. Rui Alberto Gomes | Nefrologista
CRM 62.826 | RQE 16.983










FONTE: https://www.facebook.com/doutorruiagomes?__cft__[0]=AZblB16J4IljEZ9COP1voYQd3Ca2lj8knVL4971Gp9reDDH-1q7aIbn1v22zIflbk5Vj71pm6k5Y3kC1rqairQcrjH1dDEbA2kSwap-ufXfqMCNX-KglKs2A9jk4KSUbG0Z7ca5gjOiN1BbfO_FR8PrATgcfW8ca-BlCNIyPrBqpSJ25H3H0HO_wZbCDVVdPBBPW0JMI63VvtgUZaEa4ryzhZDCKX7adj4KwZZW0LXj7xQ&__tn__=-UC%2CP-y-R















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