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domingo, 2 de agosto de 2026

DIABETES: 4 opções de frutas para comer à noite com menor impacto na glicose de quem tem diabetes

 


Especialista esclarece quais frutas costumam provocar menor resposta glicêmica e como incluí-las no lanche da noite


Quem convive com diabetes costuma ouvir que deve evitar frutas à noite para impedir que a glicose suba enquanto dorme. A orientação parece simples, mas está longe de refletir o que dizem as evidências científicas. Afinal, será que o horário é realmente o problema ou a escolha da fruta, a quantidade consumida e o restante da refeição fazem mais diferença?

Essa dúvida é comum entre pessoas com diabetes tipo 1, diabetes tipo 2 e pré-diabetes. Muitas acabam deixando de consumir frutas por medo de prejudicar o controle glicêmico. No entanto, especialistas explicam que algumas opções podem fazer parte do lanche noturno quando consumidas em porções adequadas e inseridas em uma alimentação equilibrada.

Frutas para comer à noite diabetes: por que algumas costumam impactar menos a glicose?

Toda fruta contém carboidratos naturais, principalmente frutose, glicose e sacarose. Por isso, nenhuma delas é capaz de manter a glicemia inalterada. O que muda é a velocidade com que esses carboidratos são absorvidos pelo organismo.

Frutas ricas em fibras e com menor carga glicêmica costumam provocar uma elevação mais lenta da glicose quando consumidas em porções adequadas. Além disso, quando consumidas junto com alimentos ricos em proteínas ou gorduras boas, como iogurte natural, queijo branco ou castanhas, essa absorção pode ocorrer de forma ainda mais gradual.

Segundo a nutricionista Tarcila Campos, membro do Departamento de Nutrição da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD), não existe um horário proibido para consumir frutas.

“O mais importante é observar a quantidade ingerida, a composição da refeição e as necessidades individuais de cada pessoa. O controle da glicemia depende do conjunto da alimentação, e não apenas do horário em que a fruta é consumida.”

1. Morango é uma das frutas mais indicadas

O morango costuma aparecer entre as frutas preferidas dos nutricionistas para quem tem diabetes. Isso acontece porque apresenta baixo índice glicêmico, boa quantidade de fibras e elevada concentração de vitamina C e compostos antioxidantes.

Uma porção equivalente a cerca de uma xícara pode fazer parte do lanche da noite para muitas pessoas. Além disso, combinar os morangos com iogurte natural sem açúcar pode favorecer maior saciedade.

2. Amora reúne fibras e antioxidantes

A amora também está entre as frutas que costumam provocar menor resposta glicêmica quando comparadas a outras opções mais doces.

Além das fibras, ela é rica em antocianinas, antioxidantes associados à saúde cardiovascular. Esse aspecto merece atenção porque pessoas com diabetes apresentam maior risco de desenvolver doenças cardiovasculares.

3. Framboesa concentra muita fibra em pouca quantidade de carboidratos

Embora ainda seja menos consumida no Brasil, a framboesa possui uma das maiores concentrações de fibras entre as frutas.

Esse nutriente ajuda a retardar o esvaziamento do estômago e a absorção dos carboidratos. Portanto, quando consumida em porções moderadas, costuma provocar uma resposta glicêmica mais discreta.

Outro benefício é a sensação de saciedade, que pode ajudar quem sente fome antes de dormir.

4. Mirtilo pode ser um aliado quando consumido com moderação

Também conhecido como blueberry, o mirtilo ganhou destaque nos últimos anos por seu elevado teor de antioxidantes.

Estudos sugerem que as antocianinas presentes nessa fruta podem contribuir para a saúde metabólica. No entanto, isso não significa que ela seja um tratamento para o diabetes.

Consumido em pequenas porções, o mirtilo costuma apresentar baixa carga glicêmica e pode ser incluído em um plano alimentar orientado por nutricionista.

O que realmente faz diferença antes de dormir?

Mais importante do que escolher uma fruta específica é observar o tamanho da porção e o contexto da refeição.

Nesse sentido, especialistas recomendam evitar grandes quantidades de frutas de uma só vez. Além disso, consumir apenas frutas em grandes porções pode provocar uma elevação mais rápida da glicose em algumas pessoas.

Por outro lado, combinar a fruta com uma fonte de proteína, como iogurte natural, queijo branco ou algumas castanhas, tende a reduzir a velocidade de absorção dos carboidratos.

Vale lembrar que cada organismo responde de maneira diferente aos alimentos. Pessoas que utilizam monitorização contínua da glicose, por exemplo, podem conversar com o endocrinologista ou nutricionista sobre como interpretar esses dados sem fazer mudanças por conta própria.

Não existe fruta proibida, mas existe quantidade adequada

As diretrizes da Sociedade Brasileira de Diabetes e da American Diabetes Association não classificam frutas como alimentos proibidos para quem tem diabetes.

O consenso é que elas devem fazer parte de uma alimentação saudável devido ao seu conteúdo de vitaminas, minerais, fibras e compostos bioativos. No entanto, a quantidade consumida, o padrão alimentar e as necessidades individuais devem sempre ser considerados.

Portanto, o medo de comer frutas à noite não encontra respaldo nas recomendações atuais. A escolha consciente da fruta, a porção adequada e o acompanhamento profissional costumam ter muito mais impacto no controle da glicemia do que o horário em si.






Fundador & CEO | Jornalista e Criador de Conteúdo - Tom é jornalista experiente, com mais de 17 anos de carreira em televisão, tendo atuado como repórter e apresentador nas principais emissoras do país. Diagnosticado com diabetes tipo 1 aos 22 anos, transformou sua trajetória pessoal em uma missão profissional. Além de liderar o Um Diabético, também realiza documentários e curtas com foco em saúde e impacto social. É reconhecido como um dos principais porta-vozes do diabetes no Brasil, dando voz e visibilidade a milhares de pessoas que convivem com a condição.






Fontes: https://umdiabetico.com.br/



 
 
 




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DIABETES: Feijão, lentilha ou grão-de-bico? Nutricionista revela qual pesa menos na glicose de quem tem pré-diabetes ou diabetes

 

Especialista explica como escolher a leguminosa, quando fazer substituições e quais cuidados ajudam a evitar picos de glicose





Na hora de montar o prato, quem tem diabetes ou pré-diabetes costuma se perguntar qual leguminosa é a mais indicada. Feijão, lentilha e grão-de-bico aparecem com frequência nessa dúvida, e conhecer as diferenças entre eles ajuda a fazer escolhas mais estratégicas.

Por que as leguminosas ajudam no controle da glicemia

As leguminosas combinam fibras, amido resistente e proteínas vegetais. Essa combinação pode contribuir para uma digestão mais lenta e favorecer uma resposta glicêmica mais gradual. Esse efeito pode ser útil inclusive para quem ainda não recebeu diagnóstico de diabetes tipo 2, mas já apresenta a glicemia acima do ideal.


Além disso, as fibras funcionam como alimento para as bactérias benéficas do intestino. Com isso, favorecem a produção de compostos ligados à melhora do metabolismo, como os ácidos graxos de cadeia curta.

“A fibra das leguminosas não atua só na glicemia. Ela também alimenta a microbiota intestinal, e esse equilíbrio intestinal tem relação direta com a forma como o corpo responde à insulina”, explica Martha Amodio, nutricionista especializada em condições crônicas e autoimunes e saúde intestinal.

Nenhum dos três é exatamente “melhor” sozinho. Além disso, todos pertencem ao mesmo grupo de alimentos e têm baixo índice glicêmico, o que ajuda a evitar picos de açúcar no sangue em quem tem pré-diabetes ou diabetes.

A lentilha tem índice glicêmico muito baixo, próximo de 32, e cozinha rápido. Ela contribui para a saciedade e libera energia de forma lenta ao longo do dia. Já o grão-de-bico apresenta o menor índice glicêmico entre os três, cerca de 28. Ainda assim, contém um pouco mais de carboidrato por porção do que o feijão comum. Por isso, precisa ser medido com atenção.

O feijão tradicional brasileiro, preto ou carioca, tem índice glicêmico baixo, próximo de 30. Combinado ao arroz em porções adequadas, ajuda a segurar a curva glicêmica. Vale lembrar, no entanto, que o índice glicêmico é apenas um dos fatores envolvidos. A resposta glicêmica real também depende da quantidade consumida, da composição da refeição como um todo e da resposta individual de cada organismo de quem tem pré-diabetes ou diabetes.


Grão-de-bico tem mais carboidrato que o feijão: atenção na substituição

Segundo Martha Amódio, uma colher de sopa de feijão tem em média 3 gramas de carboidrato. Já a mesma quantidade de grão-de-bico chega a quase 5 gramas. Essa diferença impacta o controle glicêmico quando o consumo é feito em excesso ou sem ajuste de porção. Isso não significa, contudo, que o grão-de-bico seja uma escolha pior. Apenas a porção precisa ser individualizada conforme a meta de carboidratos de cada refeição em pessoas com pré-diabetes ou diabetes.

Nesse contexto, a recomendação é substituir o feijão pelo grão-de-bico na refeição, e não somar os dois alimentos ao mesmo tempo. O aumento do total de carboidratos no prato pode elevar a glicose depois da refeição, e o controle da porção reduz esse risco.

As leguminosas também ganham em valor nutricional quando combinadas com cereais integrais, como arroz integral, quinoa ou aveia , essa combinação melhora o perfil de aminoácidos da refeição e contribui para a saciedade.

Associar fontes de proteína magra, como frango, peixe, ovos ou tofu, retarda ainda mais a absorção dos carboidratos. Já o excesso de gordura saturada no preparo reduz esse benefício, por isso o ideal é priorizar temperos naturais e cocções mais leves. Uma sugestão prática é montar o prato com metade de vegetais, um quarto de leguminosa e um quarto de proteína magra.

Como incluir as leguminosas na rotina sem desconforto

Para quem não tem o hábito de consumir leguminosas com frequência, o ideal é aumentar a quantidade aos poucos. Grandes porções de uma vez podem causar gases e desconforto, principalmente em pessoas com o intestino mais sensível. Esse desconforto nas primeiras semanas não significa que o alimento faça mal, mas um processo natural de adaptação da microbiota intestinal, que costuma melhorar bastante quando o aumento do consumo é gradual.

Algumas estratégias simples ajudam nessa transição. Comece com porções pequenas, entre 2 e 3 colheres de sopa. Deixe os grãos de molho por 8 a 12 horas antes de cozinhar e despreze essa água antes do preparo. Esse processo elimina fatores antinutricionais e melhora a digestão. Evite amassar ou bater no liquidificar os grãos, pois os grãos inteiros preservam a fibra que retarda a absorção do açúcar. Outra orientação é combinar esses grãos com verduras, legumes e cereais integrais, e evitar o excesso de óleo, toucinho ou temperos industrializados no preparo.

“Vejo muita gente cortando o feijão do prato achando que está fazendo bem para a glicemia, quando na verdade a fibra dele é uma aliada. O problema quase nunca é a leguminosa, mas a porção e o que vem junto dela no prato”, finaliza Martha Amodio.


Jornalista com quase 30 anos de experiência em televisão no interior de São Paulo, atuando como coordenadora de conteúdo e responsável por produção de pautas. Atualmente é produtora executiva na TB Content.









Fontes: https://umdiabetico.com.br/feijao-lentilha-grao-de-bico-diabetes/

 


 
 
 




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LINFOMAS PODEM COMEÇAR EM UM LOCAL DIFERENTE DOS NÓDULOS LINFÁTICOS

 



O sinal inicial mais comum de um linfoma é o inchaço indolor de um ou mais linfonodos no pescoço, axila ou virilha.

Ocasionalmente, a doença começa em um local diferente dos nódulos linfáticos, como um osso, pulmão, o trato gastrointestinal ou a pele.

Algumas pessoas não apresentam sintomas e a doença só pode ser descoberta durante um exame médico de rotina ou enquanto o paciente estiver sob tratamento para uma condição não relacionada.

Dr. Natalício Kern Filho - Médico Hematologista, Hemoterapeuta RQE10.418 | RQE 10.419, Medicina Interna | RQE 10.403. Preceptor Sírio Libanês CRM RS18819
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Fontes: https://www.facebook.com/Dr.NatalicioKernFilho?__tn__=-UC*F



 
 
 




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