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sexta-feira, 8 de maio de 2026

“Juntos pela Talassemia: unindo comunidades, priorizando pacientes” : 08/5 – Dia Internacional da Talassemia 2025

 

Celebrado anualmente em 8 de maio, o Dia Internacional da Talassemia, promovido pela Talassaemia International Federation (TIF), é uma data em que a comunidade global se une em solidariedade para reafirmar seu compromisso coletivo de garantir que indivíduos que vivem com talassemia não sejam apenas vistos, mas verdadeiramente ouvidos, valorizados e colocados no centro das políticas e práticas de saúde.

A campanha de 2025 quer chamar a atenção para o fato de que a talassemia é mais do que uma condição clínica – por trás de cada estatística, há uma pessoa com experiências, aspirações e desafios únicos. Muitas vezes, o elemento humano é ofuscado pelas complexidades médicas.

Este ano, apela-se para que a abordagem seja centrada no paciente, onde o cuidado se estenda para além do tratamento e abranja o bem-estar holístico, a dignidade e a capacitação.

Unidos como uma comunidade global é possível promover mudanças significativas, garantindo que as necessidades, os direitos e as vozes dos indivíduos com talassemia não sejam apenas reconhecidos, mas ativamente priorizados.

Neste Dia Internacional, a TIF vem lembrar que é preciso:

– Redefinir o foco colocando os pacientes no centro do tratamento;
– Visualizar um futuro em que indivíduos com talassemia sejam empoderados e apoiados por uma comunidade tão unida quanto diversa.


Também chamada de anemia do Mediterrâneo, a talassemia é um tipo de anemia hereditária que faz parte do grupo de doenças sanguíneas chamadas hemoglobinopatias ou doenças da hemoglobina. É originária de países banhados pelo Mar Mediterrâneo e chegou ao Brasil trazida por habitantes desses países (portugueses, espanhóis, italianos, gregos, egípcios, libaneses).

Obs.: A anemia ocorre quando os níveis de hemoglobina no sangue estão abaixo do normal.

O sangue é formado por milhões de hemácias, células vermelhas arredondadas, achatadas e elásticas que carregam dentro delas a hemoglobina, substância responsável por levar oxigênio para todo o organismo, possibilitando que os órgãos funcionem normalmente. Quando ocorre um defeito na produção dessas globinas, se dá a talassemia.

A condição tem dois tipos: alfa e beta, que podem manifestar-se nas formas: minor, intermediária e major.

A forma minor, ou traço talassêmico, produz um grau de anemia leve, assintomático e que pode passar totalmente despercebido. Na forma intermediária, a deficiência da síntese de hemoglobina é moderada e as consequências menos graves.

Já a talassemia major, ou anemia de Cooley, é uma forma grave da doença, causada pela transmissão de dois genes defeituosos, um do pai e outro da mãe. Isso provoca anemia profunda e outras alterações orgânicas importantes, como o aumento do baço, atraso no crescimento e problemas nos ossos.

Os sintomas relacionam-se diretamente com a gravidade da doença. Os mais comuns são:

– Cansaço;
– Fraqueza;
– Palidez;
– Icterícia;
– Atraso no crescimento;
– Abdômen aumentado;
– Aumento do baço;
– Alterações ósseas.


Tratamento:

Ainda não se conhece a cura para a talassemia, mas há opções de tratamento que possibilitam seu controle, de acordo com o tipo apresentado.

– A talassemia minor não demanda tratamento específico. Em certas circunstâncias (na gravidez, por exemplo), a suplementação com ácido fólico pode trazer benefícios para os portadores da doença;

– A talassemia intermediária pode requerer a indicação de transfusões de sangue com a finalidade de aumentar a oferta de glóbulos vermelhos;

– Pessoas com talassemia major necessitam de transfusões de sangue regulares e de medicamentos para retirar o excesso de ferro que se acumula em determinados órgãos, por meio de terapia quelante do ferro. O transplante de medula óssea também pode constituir uma solução nesses casos.


O Sistema Único de Saúde (SUS) oferece atendimento integral aos indivíduos com Talassemia, desde o diagnóstico, monitoramento e o transplante de medula óssea, quando indicado.

Em geral, o tratamento/acompanhamento desses pacientes, é realizado pelos Serviços Estaduais de Hematologia e Hemoterapia, onde recebem transfusão e terapia quelante para controle do conteúdo de ferro corporal.

No intuito de uniformizar condutas e subsidiar profissionais de saúde no tratamento das pessoas com Talassemia, o Ministério da Saúde publicou os seguintes materiais técnicos: Manual de Orientações para o Diagnóstico e Tratamento das Talassemias Beta e o Folder Talassemias.


Prevenção e diagnóstico precoce:

O aconselhamento genético para os portadores dos genes alterados das hemoglobinopatias é a única forma de os pais estimarem o risco de gerar um filho com a doença.

Obs.: Aconselhamento genético é um processo de comunicação que lida com os problemas humanos associados à ocorrência ou ao risco de ocorrência de uma doença genética em uma família. Tem como objetivo ajudar o indivíduo ou a família a compreender os aspectos envolvidos, incluindo o diagnóstico, o curso provável da doença e o manejo disponível.

O diagnóstico precoce da talassemia e de outras hemoglobinopatias é feito pela Triagem Neonatal (Teste do Pezinho).


No Brasil, a Lei nº 12.631/2012 instituiu o 8 de maio como ‘Dia Nacional das Hemoglobinopatias’.

De acordo com a legislação, a data comemorativa tem como objetivos:

– Estimular ações de informação e conscientização relacionadas às hemoglobinopatias;
– Promover debates e outros eventos sobre as políticas públicas de atenção integral aos portadores de hemoglobinopatias;
– Apoiar as atividades organizadas e desenvolvidas pela sociedade civil em prol dos portadores de hemoglobinopatias;
– Difundir os avanços técnico-científicos relacionados às hemoglobinopatias.

Hemoglobinopatias fazem parte de um grupo de doenças de origem genética, em que mutações nos genes que codificam a hemoglobina levam a alterações na sua produção. Estas alterações podem ser divididas em estruturais ou de produção.

As alterações estruturais são aquelas em que a hemoglobina produzida não funciona da forma adequada, levando à redução na vida útil dos glóbulos vermelhos e a outras complicações. As alterações de produção são aquelas que resultam em uma diminuição na taxa de produção da hemoglobina, ocasionando graus variados de anemia.

As hemoglobinopatias atingem de 5% a 7% da população mundial, constituindo-se em problema de saúde pública. Dentre as mais conhecidas estão a anemia falciforme e a talassemia.

No País, estima-se que nasça uma criança portadora de doença falciforme para cada 1.000 nascidos vivos (cerca de 3.500 novos casos ao ano). A hemoglobina S é uma hemoglobina anormal que surge em decorrência de uma mutação que “troca” de posição dois componentes da estrutura da hemoglobina. Ela pode estar associada a outras hemoglobinas anormais e a outra hemoglobina S que, quando associada à hemoglobina normal, dá ao indivíduo a condição de portador do “traço” da anemia falciforme.

Essa condição não traz sintomas clínicos, porém ela é importante, pois dois portadores do “traço” da hemoglobina S podem ter filhos com a doença. Em relação aos sintomas clínicos, eles são bem variados, podendo ir desde formas leves a quadros de grave comprometimento da qualidade de vida e com necessidade de transfusões de sangue recorrentes.



Fontes:




















FONTE: https://bvsms.saude.gov.br/juntos-pela-talassemia-unindo-comunidades-priorizando-pacientes-08-5-dia-internacional-da-talassemia-2025/

                                      


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Carla

 















FONTE: https://www.facebook.com/camposdemargaridas?__cft__[0]=AZa9N9kECe8z7gT6SuB288XMpwknwCwqkkD-ipo_Wy8RvRcAu2aI577ixcrXvC2mL-0OWOZeTJomVN8ah87X3QTMWR59-Oz1zE-LZ4HHME-gp87HRjh94v4VMegRPHkl_WHUndyV6A_wDXfHdCMAObWAS1Vchj6gm2HOoLpCjYOEBFVXeyAAlKmVmc2zK6aHhBZqV45x7b_RZ_qdMQd3YJ4IsdrDNEOaFPd8J6CHihsrAg&__tn__=-UC%2CP-y-R

                                      


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Carla

08/05 – Dia Mundial do Câncer de Ovário > o que é, principais informações e por que a atenção aos sintomas é tão importante

 








O câncer de ovário é um tipo de câncer ginecológico que se origina nos ovários, órgãos responsáveis pela produção dos hormônios femininos e pela liberação dos óvulos. Apesar de não ser um dos cânceres mais frequentes entre as mulheres, ele chama atenção por muitas vezes apresentar sinais pouco específicos, o que reforça a importância do acesso à informação de qualidade.

De forma geral, o câncer de ovário pode se desenvolver a partir de diferentes tipos de células presentes no ovário, o que influencia suas características e formas de tratamento. Ele pode acometer mulheres em diferentes fases da vida, sendo mais comum após a menopausa, embora também possa ocorrer em mulheres mais jovens, especialmente quando há fatores de risco associados.

Um dos pontos mais discutidos sobre o câncer de ovário é o fato de que seus sinais iniciais costumam ser sutis e facilmente confundidos com alterações gastrointestinais ou hormonais comuns. Sensação frequente de inchaço abdominal, desconforto na região da pelve, mudanças no hábito intestinal, aumento da frequência urinária, cansaço persistente e alterações no apetite estão entre os sintomas mais relatados. O que merece atenção é a persistência desses sinais ao longo do tempo.

Atualmente, não existe um exame de rastreamento indicado para toda a população capaz de identificar precocemente o câncer de ovário de forma isolada. Por isso, o acompanhamento regular com profissionais de saúde e a atenção ao próprio corpo desempenham um papel fundamental na investigação de alterações que fogem do padrão habitual.

O diagnóstico do câncer de ovário é um processo médico que envolve avaliação clínica, exames de imagem, exames laboratoriais e, em algumas situações, procedimentos específicos para confirmação. Esse processo deve sempre ser conduzido por profissionais especializados, considerando o histórico individual de cada paciente.

O tratamento do câncer de ovário varia conforme o tipo do tumor, a extensão da doença e as condições gerais de saúde da pessoa. As abordagens podem incluir cirurgia, quimioterapia e outros tratamentos que são definidos exclusivamente pela equipe médica, com base em evidências científicas e diretrizes clínicas.

É fundamental destacar que informações encontradas na internet têm o papel de orientar e conscientizar, mas não substituem a avaliação médica. Ao perceber sinais persistentes ou mudanças no corpo, o mais indicado é procurar um profissional de saúde para esclarecimento adequado, investigação e acompanhamento, sempre respeitando a individualidade de cada caso.

Conteúdo produzido pela equipe do Instituto Oncoguia

Fontes: 

Instituto Nacional de Câncer
Organização Mundial da Saúde
Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica
Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia









FONTE:https://www.oncoguia.org.br/conteudo/cancer-de-ovario-o-que-e-principais-informacoes-e-por-que-a-atencao-aos-sintomas-e-tao-importante/18019/1425/

                                      


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