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segunda-feira, 4 de maio de 2026

MELHOR IDADE: GUIA IBA | DEMÊNCIA VASCULAR: O CAMINHO EM DEGRAUS

 1 Sujeito chamado Alzheimer

 


GUIA IBA | DEMÊNCIA VASCULAR: O CAMINHO EM DEGRAUS
Diferente do Alzheimer, que costuma progredir de forma linear e lenta, a Demência Vascular frequentemente apresenta uma evolução "em degraus", isso ocorre porque os danos cognitivos estão ligados a interrupções no fluxo sanguíneo cerebral, como pequenos AVCs ou lesões em vasos sanguíneos.
Para o cuidador familiar, essa jornada exige uma atenção redobrada às mudanças súbitas, pois cada "degrau" representa uma nova adaptação necessária.
Fase Inicial: As Primeiras Lacunas
Nesta fase, a memória pode não ser o sintoma principal, o que se nota é uma alteração na velocidade do pensamento e na execução de tarefas.
Lentidão Cognitiva: A pessoa leva mais tempo para processar informações ou responder a perguntas simples.
Dificuldade de Planejamento: Desafios em organizar o dia, seguir receitas ou lidar com burocracias que antes eram fáceis.
Alterações de Marcha: Podem surgir pequenos desequilíbrios ou passos mais curtos e arrastados.
Labilidade Emocional: Mudanças rápidas de humor, como chorar ou rir sem um motivo aparente que as justifique.
Fase Moderada: O Declínio Acentuado
Nesta etapa, o impacto das lesões vasculares torna-se mais evidente na rotina doméstica, o "Alzheimer que ninguém explica" que aqui se aplica às falhas vasculares, traz desafios de comportamento e segurança.
Confusão Mental Noturna: Episódios de desorientação que se intensificam ao entardecer ou durante a noite.
Sintomas Depressivos e Apatia: Um desinteresse profundo pelas atividades e pelas pessoas ao redor, muitas vezes confundido com tristeza profunda.
Problemas Urinários: A urgência ou incontinência urinária pode surgir precocemente nesta forma de demência.
Dificuldade de Comunicação: Frases que perdem o nexo ou dificuldade em manter o fio da meada em uma conversa.
Fase Avançada: A Dependência Plena
No estágio avançado, a fragilidade física torna-se a protagonista do cuidado, exigindo do cuidador familiar um suporte integral e sensível.
Comprometimento Motor Grave: Grande dificuldade de locomoção, muitas vezes com necessidade de auxílio total para transferências ou uso de cadeira de rodas.
Disfagia: Problemas para engolir alimentos e líquidos, aumentando o risco de engasgos e infecções respiratórias.
Perda da Autonomia Diária: Necessidade de auxílio total para higiene pessoal, alimentação e vestuário.
Comunicação Não-Verbal: A interação passa a ser feita prioritariamente pelo toque, pelo tom de voz e pela presença afetuosa, já que a fala pode estar muito reduzida.
O Olhar de Acolhimento
Na Demência Vascular, entender que a piora pode vir em surtos (degraus) ajuda o cuidador a não se culpar por retrocessos repentinos.
O cuidado aqui é uma maratona de paciência e vigilância constante.
Lembre-se: o amor não anula seus limites, buscar apoio e cuidar de si mesma é o que permite que o cuidado ao outro continue sendo possível e digno.
📍 Instituto Berna Almeida – Apoio a Cuidadores Familiares 📱 @institutobernalmeida Comunidade de Apoio: 1 Sujeito chamado Alzheimer




FONTE:  https://www.facebook.com/1sujeitochamadoalzheimer?__cft__[0]=AZb89K3gDXeO4t2yLsJSzNXdJqn0AdlpZ0TAhHl3zopNrCvpa5DUrB5InkVNoYErJLxCpyNSk1AsmFHoNgwOJ_6O6gox_dpTrv40bHr5Sb7cZURElayrA7S5e-BG0eA7pdX4xiuqUaihXPqyHA3XkbSXPAmIq2XpYdiUCGREZHxQyfscdYNPv_w6svbv9AWT2k15gjdx52_lUnrkMTEJputs&__tn__=-UC%2CP-R

 



   



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abs

Carla

Quem tem diabetes precisa tomar a vacina contra hepatite B? Entenda o motivo que pode salvar o seu fígado

 Quem vive com diabetes deve verificar a carteira vacinal e pode fazer exame para confirmar proteção contra hepatite B





Pessoas com diabetes precisam manter a vacinação em dia para reduzir o risco de infecções e complicações. No DiabetesCast, o infectologista Igor Marinho explicou que a vacina contra a hepatite B merece atenção porque protege o fígado contra uma doença que pode evoluir sem sintomas.

A hepatite B está no calendário de vacinação desde a infância. A vacina costuma ser aplicada ao nascer. Mesmo assim, muitas pessoas não sabem se receberam todas as doses. Para quem vive com diabetes, essa dúvida deve ser investigada com a carteira de vacinação ou com exame de sangue


LINK:  https://www.tiktok.com/?referer_url=umdiabetico.com.br%2Fquem-tem-diabetes-precisa-tomar-a-vacina-contra-hepatite-b-entenda-o-motivo-que-pode-salvar-o-seu-figado%2F&refer=embed&embed_source=121374463%2C121468991%2C121439635%2C121749182%2C121433650%2C121404359%2C121497414%2C122221973%2C122122240%2C121351166%2C121811500%2C121960941%2C122122244%2C122122243%2C122122242%2C121487028%2C122258714%2C121331973%2C120811592%2C120810756%2C121885509%3Bnull%3Bembed_discover_button




Vacina contra hepatite B no diabetes protege o fígado

Segundo Igor Marinho, a hepatite B é uma doença silenciosa. Em muitos casos, a pessoa só percebe o problema quando o fígado já apresenta comprometimento. A vacina reduz o risco de entrada do vírus no organismo e ajuda a evitar danos ao fígado.

O infectologista explicou que pessoas com diabetes podem ter maior contato com procedimentos que envolvem perfuração da pele. Entre eles estão picadas no dedo, coletas de exames e atendimentos hospitalares. Esse cenário reforça a recomendação da vacina contra hepatite B para esse grupo.

Quem não sabe se tomou a vacina pode procurar o cartão de vacinação. Se não houver registro, a pessoa pode conversar com um profissional de saúde para avaliar a necessidade de vacinação.

Exame pode mostrar se a pessoa tem imunidade contra hepatite B

Quando a pessoa não tem certeza se tomou a vacina contra hepatite B, um exame de sangue pode ajudar. A avaliação envolve sorologia para hepatite B, incluindo o anti-HBs.


Esse exame identifica se a pessoa já tem imunidade contra o vírus. Se o resultado não indicar proteção, o esquema vacinal pode ser feito. O esquema citado pelo infectologista tem três doses.

Essa orientação vale para pessoas com diabetes tipo 1 e tipo 2 que não têm registro vacinal ou não sabem se completaram o esquema.

Por que o diabetes aumenta a atenção com infecções

Igor Marinho explicou que o diabetes pode aumentar o risco de algumas infecções. O estado de hiperglicemia pode reduzir a atividade de células de defesa, como os neutrófilos.

Essas células atuam na primeira resposta do organismo contra agentes infecciosos. Quando essa resposta fica prejudicada, a infecção pode evoluir com mais impacto.

O infectologista também citou que algumas pessoas com diabetes podem ter outras condições associadas, como alterações vasculares e síndrome metabólica. Esses fatores podem interferir na resposta do corpo a infecções.

Vacinas recomendadas para pessoas com diabetes no SUS

Durante o episódio, Igor Marinho citou vacinas disponíveis para pessoas com diabetes no Sistema Único de Saúde. A lista inclui influenza, covid, hepatite B, tétano e pneumocócica.

A vacina da influenza deve ser tomada todos os anos nas campanhas. A vacina contra covid também deve ser atualizada pelo menos uma vez ao ano, segundo a orientação citada no episódio.

A vacina pneumocócica protege contra formas de pneumonia e contra infecções causadas pelo pneumococo, bactéria ligada também a casos de meningite. A vacina contra tétano também exige atenção, principalmente em pessoas com neuropatia, que podem se machucar nos pés e não perceber o ferimento.

Vacinação infantil também entra no cuidado com diabetes

O infectologista afirmou que crianças com diabetes tipo 1 precisam estar com a vacinação em dia. Segundo ele, a criança não tem autonomia para decidir sobre a própria proteção, por isso a família deve manter o acompanhamento do calendário vacinal.

Além das vacinas específicas para pessoas com diabetes, o calendário de rotina continua valendo. Ele inclui vacinas aplicadas desde a infância, como sarampo, caxumba, rubéola, BCG, rotavírus e meningite.

Rede privada tem outras vacinas citadas pelo infectologista

Igor Marinho também explicou que algumas vacinas recomendadas pela Sociedade Brasileira de Imunizações estão disponíveis apenas na rede privada. Entre elas estão herpes-zóster, vírus sincicial respiratório e versões pneumocócicas com cobertura para mais tipos de pneumococo.

A vacina contra herpes-zóster, conhecida como cobreiro, tem duas doses, com intervalo de cerca de dois meses. Ela pode ser indicada mesmo para quem já teve a doença, pois ajuda a reduzir o risco de novos episódios.

A vacina contra vírus sincicial respiratório foi citada para pessoas acima de 50 anos, por causa do risco de quadros respiratórios. Já as vacinas pneumocócicas 15 e 20 protegem contra mais tipos de pneumococo do que as versões citadas no SUS.

Vacina não impede toda infecção, mas reduz formas graves

O infectologista reforçou que vacinas como influenza e covid não impedem todos os casos de infecção. A função principal é reduzir o risco de formas graves.

Ele citou que pessoas com comorbidades, incluindo diabetes, entram em grupos de maior atenção para gripe e covid. Por isso, manter as doses em dia faz parte da rotina de prevenção.

A Sociedade Brasileira de Diabetes e a Sociedade Brasileira de Imunizações também indicam que a imunização deve fazer parte do acompanhamento de pessoas com diabetes, com verificação anual da carteira vacinal.





LINK:https://youtu.be/RVYKVBQ29sI?si=bmTbgwgmvrARsIL8




Gerente de Conteúdo e Redes Sociais - Jornalista mineira, natural de Uberlândia, Laura é descolada, sensível e criativa. Traz para o projeto uma visão estratégica e conectada com as tendências digitais. É responsável pela distribuição dos conteúdos nas redes sociais, escreve reportagens especiais para o portal e atua na produção audiovisual. Desde que abraçou a causa do diabetes, há três anos, mergulhou no universo do Um Diabético com dedicação e empatia. Está constantemente se atualizando para potencializar o alcance e o impacto do nosso conteúdo.


FONTE:  https://umdiabetico.com.br/quem-tem-diabetes-precisa-tomar-a-vacina-contra-hepatite-b-entenda-o-motivo-que-pode-salvar-o-seu-figado/

 



   



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Carla

domingo, 3 de maio de 2026

Maio Cinza é uma campanha de conscientização sobre os tumores do sistema nervoso central,

 Dom Oncologia







02/05/2026
Maio Cinza é uma campanha de conscientização sobre os tumores do sistema nervoso central, incluindo os tumores cerebrais, e reforça a importância da informação, do diagnóstico precoce e do acompanhamento especializado.
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Os tumores cerebrais podem se desenvolver em diferentes regiões do cérebro e apresentar sintomas variados, dependendo da área afetada. Entre os sinais mais comuns estão dores de cabeça persistentes, náuseas, alterações visuais, dificuldade de equilíbrio, convulsões, mudanças no comportamento, lapsos de memória ou dificuldade de concentração.
Alguns fatores podem estar associados a um maior risco, como idade, predisposição genética e exposição prévia à radiação ionizante. No entanto, em muitos casos, não é possível identificar uma causa específica.
Reconhecer os sintomas e buscar avaliação médica diante de alterações persistentes é fundamental. O diagnóstico precoce pode ampliar as possibilidades de tratamento e contribuir para uma melhor qualidade de vida.
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Cuidar da saúde também é estar atento aos sinais do corpo. Informação e acompanhamento médico fazem a diferença.












FONTE:  https://www.facebook.com/DomOncologia?__

 



   



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abs

Carla