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quarta-feira, 24 de junho de 2026

MELHOR IDADE: GUIBA – POSSO AMASSAR TODOS OS COMPRIMIDOS? LEITE, CAFÉ E SUCOS INTERFEREM NOS MEDICAMENTOS?

 




1 Sujeito chamado Alzheimer

A administração de medicamentos em pacientes com dificuldades de deglutição é uma das rotinas mais desafiadoras do cuidado domiciliar, mas realizar adaptações por conta própria traz riscos severos.
A resposta curta é que, em regra, comprimidos não devem ser amassados sem autorização médica, e a escolha do líquido utilizado para a administração pode, sim, anular o efeito do tratamento.
Sobre o ato de amassar, o perigo reside na tecnologia farmacêutica. Muitos comprimidos possuem revestimentos especiais para liberação prolongada ou protegida.
Quando você tritura um comprimido que foi desenhado para ser liberado lentamente no organismo, você provoca uma "explosão" de absorção. O paciente recebe a dose total de uma só vez, o que pode causar picos de toxicidade, efeitos colaterais intensos ou, pelo contrário, fazer com que o efeito passe rápido demais, deixando o paciente descoberto.
Além disso, a trituração pode destruir princípios ativos sensíveis ao ar ou à luz, tornando o remédio ineficaz antes mesmo de chegar ao estômago.
A questão dos líquidos, como leite, café e sucos, é um ponto crítico de interação química, O leite, por exemplo, é rico em cálcio, que pode se ligar a certos antibióticos e medicamentos para a tireoide ou demência, formando complexos que o corpo não consegue absorver, reduzindo drasticamente a eficácia do tratamento.
O café contém cafeína e outros compostos que podem acelerar o metabolismo, irritar a mucosa gástrica ou interagir com medicamentos que atuam no sistema nervoso central, alterando a resposta do paciente.
Já os sucos, especialmente os cítricos, possuem um pH ácido que pode interferir na estabilidade de fármacos que dependem de um ambiente específico para serem processados pelo organismo.
Em alguns casos, o suco de toranja, por exemplo, pode potencializar perigosamente o efeito de certas medicações, causando reações adversas graves.
Para realizar a administração de forma segura, a orientação técnica é clara. Nunca assuma que qualquer líquido serve; a água filtrada é o veículo padrão e mais seguro, pois é neutra e não interage com a composição dos fármacos.
Se o paciente não consegue engolir comprimidos inteiros, não recorra ao amassador antes de consultar o médico ou o farmacêutico sobre alternativas viáveis. Muitas vezes, a indústria disponibiliza o mesmo medicamento em formas líquidas, gotas, adesivos ou comprimidos de rápida dispersão que se dissolvem na língua, eliminando a necessidade de trituração.
A gestão do tratamento de um paciente com demência exige que o cuidador funcione como um filtro de segurança, o que parece ser uma conveniência na rotina pode estar desestabilizando silenciosamente o quadro clínico do paciente.
Se a deglutição é uma barreira, o diálogo com o médico para adaptar a forma de apresentação da medicação é a única via correta e segura.
Manter a integridade do comprimido e utilizar apenas água para a ingestão são atos simples, mas fundamentais para garantir que o cuidado prestado resulte realmente em benefício para a saúde de quem depende de você.
📍 Instituto Berna Almeida (@institutobernalmeida)
Página e Grupo de Apoio Online: 1 Sujeito Chamado Alzheimer.












FONTE:  https://www.facebook.com/groups/mentesedemencias






RIM PELE  


obs.:CONTEÚDO MERAMENTE INFORMATIVO

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CARLA


⚕️ Aviso médico: As informações deste artigo têm caráter exclusivamente educativo e não substituem a consulta com médico e/ou nutricionista. Cada pessoa tem necessidades individuais busque sempre orientação profissional antes de

Tratamento

terça-feira, 23 de junho de 2026

MELHOR IDADE: GUIBA – NEM SEMPRE A MEDICAÇÃO RESOLVE: ENTENDENDO OS LIMITES NO CUIDADO

 






1 Sujeito chamado Alzheimer

13/05/2026

Na demência, muitas famílias esperam que a medicação traga uma melhora clara, rápida e constante, quando isso não acontece, surge a angústia.
O Cuidador pensa:
“Será que o remédio não está fazendo efeito?”
“Será que o médico errou?”
“Será que eu estou fazendo algo errado?”
Essa dúvida é muito comum.

O papel da medicação

Os medicamentos podem ajudar em alguns sintomas, como agitação, alterações do sono, ansiedade, irritabilidade, delírios ou alucinações.
Também podem contribuir, em alguns casos, para desacelerar determinados aspectos da doença.
Mas é importante compreender: medicação não cura a demência.
Também não devolve totalmente funções que o cérebro já perdeu.

Quando o comportamento continua difícil

Mesmo com remédios, a pessoa pode continuar apresentando resistência ao banho, recusa alimentar, confusão, repetição, agressividade ou alterações de humor.
Isso não significa, necessariamente, que a medicação falhou, pode significar que o cuidado precisa de ajustes junto com o tratamento.

O que também influencia muito

O ambiente pode piorar ou melhorar sintomas.
Barulho excessivo, muitas pessoas falando ao mesmo tempo, mudanças bruscas de rotina, sono ruim, dor, infecção, constipação, fome, sede ou desconforto físico podem aumentar a agitação.
Às vezes, o que parece “remédio fraco” é, na verdade, uma necessidade não percebida.

Atenção aos efeitos indesejados

Alguns medicamentos podem causar sonolência, tontura, quedas, rigidez, piora da confusão ou apatia intensa, por isso, o cuidador precisa observar e anotar mudanças após início, troca ou aumento de dose.
Nunca ajuste a medicação por conta própria, mas nunca deixe de relatar ao médico o que está acontecendo.

Mensagem final

Nem sempre a medicação resolve tudo e isso não significa abandono, erro ou falta de cuidado.
Cuidar de alguém com demência exige tratamento, rotina, observação, adaptação e muita humanidade.
O remédio pode ajudar, mas o cuidado diário continua sendo parte essencial do tratamento.
📍 Instituto Berna Almeida (@institutobernalmeida)
Página e Grupo de Apoio Online: 1 Sujeito Chamado Alzheimer













FONTE:  https://www.facebook.com/groups/mentesedemencias






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Tratamento

Hipertensão/ Cardio, POR QUE O FRIO AUMENTA O RISCO DE INFARTO?

 








15/06/2026

As baixas temperaturas provocam uma série de reações no organismo. Para conservar calor, o corpo reduz o calibre dos vasos sanguíneos, elevando a pressão arterial. Além disso, há aumento da frequência cardíaca, inflamação vascular e maior instabilidade das placas de gordura nas artérias.
Esses fatores favorecem a ocorrência de infarto e AVC, especialmente em pessoas com fatores de risco como hipertensão, diabetes ou colesterol elevado.
Entender esses mecanismos é um passo importante para reforçar os cuidados durante os dias frios.
Saiba mais em artigo publicado na Veja Saúde:



LINK: https://saude.abril.com.br/.../o-coracao-no-frio-como-a.../





FONTE:  https://www.facebook.com/SocCardioESP?__cft__[0]=AZbATnQgwPiM2QTgXaQ97ymN0D7cXHX9z_kEYmFjS4t9LSEIiUKNGJtkiu9Dj8fU89wwjy8rOPa2mNavosh6D2EhYY36BVuQqauSXMjibti2CEFOI7LJieLkHNBnPnzq8DLuDSe664uTYxm4j6prJVPDNUMjTaxbjcuJB-gD1AbgA-xHDdTOmtXDOlD8QXWlMyrzrE9J2WiERWcQkGCxOLpHyxKYvOfkEdjyPe0HhaxxdA&__tn__=-UC%2CP-y-R






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