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quinta-feira, 9 de julho de 2026

09/07 - Dia do Médico Oncologista

 

O que é oncologia?

 

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 12/05/2015 - Data de atualização: 02/12/2017

 

A oncologia é um ramo da ciência médica que lida com tumores e com câncer. A palavra Oncologia tem origem em duas acepções, na palavra grega "onkos" (onco) que significa massa, volume, tumor e no termo "logia” que significa estudo, por tanto oncologia é o estudo dos tumores.

A Oncologia está voltada para a forma como o câncer se desenvolve no organismo e qual é o tratamento mais adequado para cada tipo de neoplasia. No Brasil a Oncologia é também chamada de Cancerologia.
 

O que é Câncer?

Câncer é o nome genérico para um grupo de mais de 200 doenças. Embora existam muitos tipos de câncer, todos começam devido ao crescimento anormal e fora de controle das células. É também conhecido como neoplasia.
 Câncer
   
O Oncologista

O oncologista é o médico clínico especializado no tratamento do câncer, é aquele profissional que se ocupa da abordagem geral, do cuidado do paciente e especificamente da prescrição de tratamentos sistêmicos como quimioterapia, hormonioterapia e terapia biológica.
 
   
Equipe Multiprofissional

Durante os últimos anos a Oncologia tornou-se uma ciência complexa. Na Oncologia atual é de enorme importância a abordagem multidisciplinar no tratamento do paciente oncológico, assim o oncologista trabalha integrado a uma equipe multiprofissional e conta com a colaboração de outras especialidades médicas como Patologia, Radiologia, Cirurgia, Pediatria, Psiquiatria, Enfermagem, Psico-oncologia, Fisioterapia, Nutrição e muitos outros profissionais.
 

 

Objetivos do Tratamento Oncológico

O tratamento oncológico deve ser sempre muito individualizado e é importante observar as necessidades e possibilidades terapêuticas de cada paciente com câncer.

Os objetivos do tratamento oncológico basicamente consistem em:
 
  • Curativo. O primeiro objetivo do tratamento oncológico é curar os pacientes para devolver-lhes um lugar na sociedade. Para isto deve ser prescrito um bom tratamento com a possibilidade de usar medicamentos modernos sempre com o foco em uma medicina personalizada, ou seja, orientada para aquele paciente mesmo em que a chance de cura é pequena.
 
  • Remissão da Doença. Caso a cura não seja possível de alcançar, cabe ao oncologista apontar ao paciente um segundo objetivo, que visa uma satisfatória remissão da doença, fazendo com que o paciente fique bem consigo mesmo pelo maior tempo possível, longe dos efeitos da doença e de internações.
 
  • Cuidados Paliativos. Quando a chance de remissão é remota, o objetivo passa a ser controlar a doença e seus sintomas, os cuidados paliativos consistem na abordagem para melhorar a qualidade de vida dos pacientes e seus familiares, no enfrentamento de doenças que oferecem risco de morte, através da prevenção e alívio do sofrimento, tratando sintomas de ordem física, psicossocial e espiritual.
 
Câncer



   
Qualidade de Vida e Câncer

O maior objetivo é melhorar a qualidade de vida do paciente e não apenas prolongar uma vida sofrida. O médico deve ajudar o paciente a manter a sua dignidade, entender sua fraqueza e evitar sentimentos de frustração. É importante que o médico tenha condições de desenvolver o bom julgamento para o interesse do próprio paciente. Com bom-senso e sensibilidade esses objetivos são atingíveis.

 

 

 FONTE:http://www.oncoguia.org.br/conteudo/o-que-e-oncologia/82/1/

 









obs. conteúdo meramente informativo procure seu médico

abs

Carla



⚕️ Aviso médico: As informações deste artigo têm caráter exclusivamente educativo e não substituem a consulta com médico e/ou nutricionista. Cada pessoa tem necessidades individuais busque sempre orientação profissional antes de

Tratamento

quarta-feira, 8 de julho de 2026

MELHOR IDADE: Diagnóstico precoce permite melhorar, e muito, a vida de quem desenvolve Alzheimer e de seus familiares

 


 doença de Alzheimer é a principal causa de demência. No entanto, nem a doença de  Alzheimer nem a demência associada a ela são consequências inevitáveis ​​do  envelhecimento.

Redação

  • A doença de Alzheimer e outras formas de demência não são uma consequência inevitável do envelhecimento.
  • Em uma parcela da população, pode ser possível prevenir ou retardar o desenvolvimento da demência modificando a exposição a fatores de risco comuns.
  • O diagnóstico e a intervenção precoces para retardar o início da demência são benéficos para os pacientes e seus cuidadores e podem resultar em economias substanciais para os sistemas de saúde.

A doença de Alzheimer é a principal causa de demência. No entanto, nem a doença de Alzheimer nem a demência associada a ela são consequências inevitáveis ​​do envelhecimento. Esta revisão oferece uma visão geral das questões envolvidas no diagnóstico da doença de Alzheimer antes que o indivíduo preencha os critérios para demência associada a ela. Examina como as taxas de diagnóstico da doença de Alzheimer podem ser melhoradas, as implicações de um diagnóstico precoce para o indivíduo, o cuidador e a sociedade, e a importância da redução de riscos para prevenir ou retardar a progressão da doença.

Embora não existam atualmente agentes modificadores da doença capazes de reverter as alterações patológicas iniciais, pode ser possível prevenir ou retardar o desenvolvimento da demência em uma parcela da população, modificando a exposição a fatores de risco comuns. Em outros indivíduos, o diagnóstico precoce da doença ou do risco de desenvolvê-la ainda é valioso, para que o indivíduo e seus cuidadores tenham tempo para fazer escolhas e planejar o futuro, e para permitir o acesso a tratamentos que podem ajudar a controlar os sintomas.

Os profissionais de saúde da atenção primária desempenham um papel fundamental na identificação de indivíduos em risco, na recomendação de mudanças no estilo de vida na meia-idade que podem prevenir ou retardar a progressão da doença e no diagnóstico oportuno. A intervenção precoce é a estratégia ideal, pois preserva o nível de funcionalidade do paciente por mais tempo.


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Jornalista, autora de 5 livros, um deles semifinalista do Prêmio Oceanos 2020.








FONTE:  https://portalplena.com/doenca-de-alzheimer-diagnostico-precoce/?fbclid=IwY2xjawS3UAFleHRuA2FlbQIxMABicmlkETE1aXg2QlFHYXRGVmRVRERPc3J0YwZhcHBfaWQQMjIyMDM5MTc4ODIwMDg5MgABHlYt4AOhJBL5yF6GMSN1o8vxW-a79K4Nmc7AP7M0gpkg9IVc7DjOJDqdJeVQ_aem_-sn37G3XILm9G8sS_wy9bQ









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