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quarta-feira, 27 de maio de 2026

MELHOR IDADE: GUIBA – MEDICAMENTOS FORNECIDOS NO SUS PARA DEMÊNCIAS: COMO O CUIDADOR CONSEGUE?


 Berna Almeida II

18/05/2026

Muitas famílias recebem o diagnóstico de demência e saem da consulta sem saber que alguns medicamentos podem ser fornecidos gratuitamente pelo SUS.
E, em meio ao susto, à correria e aos custos do cuidado, muita gente acaba pagando por remédios que poderiam estar disponíveis na rede pública.
Por isso, informação também é cuidado.
O SUS fornece medicamentos para demências?
Sim.
O Sistema Único de Saúde disponibiliza alguns medicamentos utilizados no tratamento de determinadas demências, especialmente na Doença de Alzheimer.
Esses medicamentos não curam a doença, mas podem ajudar:
• memória
• atenção
• comportamento
• autonomia funcional
• qualidade de vida em alguns pacientes.
Quais medicamentos costumam ser fornecidos?
Os mais conhecidos são:
• Donepezila
• Rivastigmina
• Galantamina
• Memantina.
A disponibilidade pode variar conforme:
• estado
• município
• estoque local
• protocolo da Secretaria de Saúde.
Em alguns casos, medicações para sintomas comportamentais também podem ser prescritas pelo médico dentro da rede pública.
Quem tem direito?
Pacientes com diagnóstico médico documentado de demência, principalmente Alzheimer, conforme os critérios clínicos do SUS.
Normalmente o paciente precisa:
• passar por neurologista, geriatra ou médico habilitado
• apresentar exames e laudos
• possuir receita médica atualizada
• preencher documentação específica do SUS.
Como o cuidador consegue o medicamento?
Na maioria das cidades, o caminho costuma ser assim:
1. Consulta médica
O médico realiza:
• avaliação clínica
• diagnóstico
• prescrição da medicação
• preenchimento do laudo necessário.
2. Separar os documentos
Geralmente são solicitados:
• RG e CPF do paciente
• Cartão do SUS
• comprovante de residência
• receita médica
• laudo médico
• exames.
Alguns locais podem pedir documentos adicionais.
3. Entrega na farmácia de alto custo ou unidade indicada
Dependendo da cidade, o cuidador entrega os documentos:
• na Farmácia de Alto Custo
• na Farmácia Especializada
• ou em unidade autorizada pela Secretaria de Saúde.
4. Aguardar análise
Após análise e aprovação:
• o medicamento pode ser liberado mensalmente
• com necessidade de renovação periódica da receita e do laudo.
Nem toda demência usa os mesmos medicamentos, nem toda demência responde igual às medicações usadas no Alzheimer.
Por exemplo:
• Demência Frontotemporal pode ter pouca resposta a alguns medicamentos cognitivos
• Demência Vascular exige controle rigoroso de pressão, diabetes e circulação
• Demência por Corpos de Lewy precisa de muito cuidado com certos antipsicóticos.
Por isso, o tratamento sempre precisa ser individualizado, medicamento sozinho não faz milagre, essa é uma das maiores dores dos cuidadores.
Muitas famílias acreditam que:
“Começou o remédio, agora ele vai melhorar.”
Mas a demência é uma doença neurodegenerativa progressiva, a medicação pode ajudar em sintomas e qualidade de vida, mas o cuidado continua sendo essencial:
• rotina
• acolhimento
• segurança
• 
hidratação
• sono
• alimentação
• estimulação adequada
• acompanhamento médico.
Quando o cuidador encontra dificuldade
Infelizmente, algumas famílias enfrentam:
• falta de estoque
• demora
• excesso de burocracia
• dificuldade para renovar documentos.
Nesses casos, vale procurar:
• Secretaria Municipal de Saúde
• Defensoria Pública
• Ministério Público em algumas situações
• assistência social da unidade de saúde.
Informação também protege financeiramente a família
Muitas famílias gastam valores altos sem saber que parte do tratamento pode estar disponível pelo SUS, e dentro da jornada do cuidado, qualquer apoio faz diferença.
Cuidar de alguém com demência já exige muito:
emocionalmente, fisicamente e financeiramente.

Pergunta ao cuidador:
Você já conseguiu algum medicamento pelo SUS para seu familiar?

📍 Instituto Berna Almeida (@institutobernalmeida)
Página e Grupo de Apoio Online: 1 Sujeito Chamado Alzheimer.













FONTE: https://www.facebook.com/groups/mentesedemencias


                                      


obs.:CONTEÚDO MERAMENTE INFORMATIVO

ABS,

CARLA


⚕️ Aviso médico: As informações deste artigo têm caráter exclusivamente educativo e não substituem a consulta com médico e/ou nutricionista. Cada pessoa com diabetes tem necessidades individuais busque sempre orientação profissional antes de alterar sua dieta ou tratamento.

CÂNCER: TODO INCHAÇO NOS GÂNGLIOS LINFÁTICOS É SINAL DE LINFOMA?

 



Dr. Natalício Kern Filho

Nem sempre! O aumento dos gânglios linfáticos pode ter várias causas, como infecções virais ou bacterianas (exemplo: mononucleose e tuberculose), doenças autoimunes, infecções inflamatórias e até os mesmos medicamentos.
No entanto, é importante ficar atento se o aumento vier acompanhado de sinais de alerta, como:
Febre persistente sem causa aparente
Perda de peso rápida e inexplicável
Suor noturno excessivo
Fadiga extrema e prolongada
Dor ou desconforto na região dos gânglios
Esses sintomas podem indicar condições mais graves, incluindo linfoma, mas somente um médico especializado, como um hematologista, pode avaliar corretamente. O diagnóstico exige exames complementares, como hemograma, biópsia dos
Não ignore os sinais do seu corpo! Procure um especialista para um diagnóstico e tratamento adequado. Sua saúde é prioridade!
Dr. Natalício Kern Filho - Médico Hematologista, Hemoterapeuta RQE10.418 | RQE 10.419, Medicina Interna | RQE 10.403. Preceptor Sírio Libanês CRM RS18819
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FONTE: https://www.facebook.com/Dr.NatalicioKernFilho?__cft__[0]=AZajA6Rwx3cfvL-r7y1c3KqCrtkc8quYZHM30G_WcbBKcoYEk1eIVnxqvvP1SsfDAiSxVuZMUc_28XBHhop1HkLeaJLRL4_X8ljNsM0gYGu8L3hOB5Z2-dMbNjK3vT2HpLTw4320Std-haOb8kyrmB6q1lUaq0f0QC5dFpBOQzHMd-j8p7vArgXIWGh51IkReGT0Vavq9gTyA64gxjEnxJIm_l2Zqq5g3OWnMrL7TMs76Q&__tn__=-UC%2CP-y-R


                                      


obs.:CONTEÚDO MERAMENTE INFORMATIVO

ABS,

CARLA


⚕️ Aviso médico: As informações deste artigo têm caráter exclusivamente educativo e não substituem a consulta com médico e/ou nutricionista. Cada pessoa com diabetes tem necessidades individuais busque sempre orientação profissional antes de alterar sua dieta ou tratamento.