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quinta-feira, 17 de setembro de 2026

6 tipos de castanhas que podem fazer parte da alimentação de quem tem diabetes


Amêndoas, castanha-de-caju e outras oleaginosas têm perfis nutricionais próprios, e variar pode ser tão importante quanto a porção


No lanche da tarde, um punhado de castanhas pode substituir bolachas e biscoitos industrializados na rotina de quem convive com diabetes tipo 2.

Amêndoas, castanha-de-caju, castanha-do-pará e outras oleaginosas fornecem gorduras insaturadas, fibras, proteínas e micronutrientes. Esses componentes contribuem para a saciedade e para a qualidade nutricional da alimentação.

As gorduras insaturadas também estão relacionadas à saúde cardiovascular, um ponto de atenção para pessoas com diabetes tipo 2. Ainda assim, o tipo de oleaginosa escolhido e a quantidade consumida fazem diferença.

Diferenças entre as oleaginosas: por que vale variar os tipos

As oleaginosas mais consumidas apresentam perfis nutricionais diferentes entre si.

A cada 100 gramas, a amêndoa reúne:

  • 579 calorias
  • 21,2 gramas de proteína
  • 21,6 gramas de carboidrato
  • 12,5 gramas de fibras

A gordura da amêndoa é predominantemente monoinsaturada.

Já a castanha-de-caju, na mesma quantidade, apresenta:

  • 553 calorias
  • 18 gramas de proteína
  • 30 gramas de carboidrato
  • Cerca de 3 gramas de fibras

A comparação por 100 gramas ajuda a entender a composição de cada alimento. No entanto, essa quantidade é muito superior à porção normalmente consumida no dia a dia.

Por isso, não é necessário buscar uma única castanha como sendo a mais indicada.

“A mensagem mais importante não é buscar a castanha ideal. Amêndoas, nozes, pistache, castanha-de-caju, castanha-do-pará e avelãs oferecem perfis nutricionais diferentes entre si. Por isso, variar os tipos ao longo da semana também contribui para uma alimentação equilibrada.”

Martha Amodio, nutricionista especialista em diabetes

Castanha-do-pará exige atenção à quantidade

A castanha-do-pará se diferencia pela concentração de selênio, mineral importante para o organismo.

Uma única unidade pode fornecer uma quantidade expressiva do mineral. A concentração, porém, varia conforme a origem da castanha e as características do solo onde ela foi cultivada.

A recomendação diária de selênio para adultos é de aproximadamente 55 microgramas. A castanha-do-pará está entre os alimentos com maior concentração desse mineral.

Por isso, não é necessário consumir várias unidades para atingir a necessidade diária. A atenção deve ser maior para quem come castanha-do-pará com frequência ou também utiliza suplementos que contêm selênio.

Nessas situações, a quantidade adequada deve ser avaliada individualmente com um profissional de saúde.

Qual é a quantidade de castanhas indicada?

Para quem tem dificuldade em visualizar o tamanho de uma porção, a nutricionista Martha Amodio utiliza uma referência prática: a palma da mão fechada.

A medida funciona como uma estimativa para visualizar a quantidade de oleaginosas que pode ser consumida no dia a dia.

“Qualidade e quantidade caminham juntas. Um alimento nutricionalmente interessante também precisa entrar na alimentação em uma porção adequada às necessidades de cada pessoa.”

Martha Amodio, nutricionista especialista em diabetes

A quantidade, no entanto, não é igual para todas as pessoas. O tamanho da porção pode variar de acordo com o objetivo alimentar, o gasto energético e o restante da alimentação.

Castanhas engordam?

As oleaginosas apresentam alta densidade energética, o que torna o tamanho da porção relevante principalmente para quem busca emagrecimento.

Isso não significa que as castanhas precisem ser retiradas da alimentação.

Segundo Amodio, a avaliação deve considerar não apenas as calorias, mas também a presença de fibras, proteínas, gorduras insaturadas, a capacidade de promover saciedade e, principalmente, qual alimento está sendo substituído.

O contexto da alimentação é importante porque o consumo de um alimento isoladamente não determina o resultado do controle do peso ou da glicemia.

No diabetes tipo 2, a perda de peso pode contribuir para a melhora de parâmetros glicêmicos. Diretrizes da Sociedade Brasileira de Diabetes destacam a importância do manejo do peso como parte do cuidado da condição.

Quais são os melhores momentos para comer castanhas?

As oleaginosas podem ser incluídas nos lanches entre as refeições principais, mas não precisam ficar restritas a esse momento.

Elas também podem acompanhar:

  • Frutas
  • Iogurtes
  • Saladas
  • Café da manhã
  • Preparações culinárias

A combinação com frutas, por exemplo, acrescenta gorduras insaturadas, fibras e proteínas à refeição. Esses componentes podem aumentar a saciedade e influenciar a resposta glicêmica do conjunto da refeição.

Isso, porém, não elimina o carboidrato presente na fruta.

Castanha natural ou salgada: qual escolher?

A forma de preparo também deve ser observada.

No mercado, é possível encontrar oleaginosas:

  • Naturais
  • Torradas
  • Salgadas
  • Caramelizadas
  • Cobertas com mel
  • Cobertas com chocolate

Por isso, vale verificar a lista de ingredientes e a tabela nutricional antes da compra.

Uma castanha simplesmente torrada é diferente de um produto que contém açúcar, xaropes, óleos ou outros ingredientes adicionados.

No caso dos mixes prontos, também é importante observar a quantidade de sal e a presença de outros ingredientes.

Como montar um mix de castanhas em casa

Uma alternativa para facilitar o consumo é preparar o próprio mix de oleaginosas.

É possível combinar pequenas quantidades de:

  • Amêndoas
  • Nozes
  • Pistache
  • Castanha-de-caju
  • Castanha-do-pará

Separar as porções em potes ou recipientes individuais pode ajudar a visualizar a quantidade consumida e evitar que o alimento seja ingerido diretamente de uma embalagem maior. A estratégia também permite variar os tipos ao longo da semana.

O que é importante entender

Não existe uma única oleaginosa mais indicada para todas as pessoas com diabetes tipo 2.

Amêndoas, castanha-de-caju, castanha-do-pará, nozes, pistache e outras opções apresentam diferentes combinações de nutrientes e podem fazer parte de uma alimentação equilibrada.

Mais do que escolher uma “castanha ideal”, é importante variar os tipos, observar a composição do produto e adequar a quantidade às necessidades individuais.

O acompanhamento com nutricionista ou endocrinologista pode ajudar a definir a porção e a melhor forma de incluir as oleaginosas na rotina alimentar.


Jornalista com quase 30 anos de experiência em televisão no interior de São Paulo, atuando como coordenadora de conteúdo e responsável por produção de pautas. Atualmente é produtora executiva na TB Content.






Fonte:  https://umdiabetico.com.br/






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abs

Carla



  • ⚕️ Aviso médico: As informações deste artigo têm caráter exclusivamente educativo e não substituem a consulta com médico e/ou nutricionista. Cada pessoa tem necessidades individuais , busque sempre orientação profissional antes de Tratamento

17/09 Dia Mundial da Segurança do Paciente 2026

 “Cuidados seguros durante toda a vida!”

O tema da campanha de 2026 são as doenças não transmissíveis (DNTs) que acometem bilhões de pessoas e causam 74% das mortes em todo o mundo. As DNTs são afecções crônicas, como as doenças cardiovasculares, os cânceres, o diabetes e as doenças respiratórias crônicas, que podem afetar pessoas de todas as idades e muitas vezes demandam cuidados contínuos durante toda a vida. 

Na Região das Américas, as DNTs causam aproximadamente 6 milhões de mortes todos os anos e são a principal causa de mortalidade e deficiência. Mais de 240 milhões de pessoas vivem com pelo menos uma DNT, o que torna a prestação de cuidados seguros, de qualidade e centrados na pessoa uma prioridade fundamental de saúde pública.

Em nível mundial, estima-se que 1 em cada 10 pacientes sofra algum tipo de dano durante a atenção à saúde e que cerca de metade desses eventos poderia ser evitada. As pessoas com DNTs são particularmente vulneráveis a sofrer danos, devido ao caráter crônico dessas doenças, à necessidade de tratamento contínuo e à interação frequente com os sistemas de saúde. Essa exposição recorrente, com o tempo, aumenta probabilidade de ocorrência de danos. No caso de algumas doenças, como o câncer, até 1 em cada 3 pacientes apresenta eventos adversos ao receber cuidados. Além disso, como muitas pessoas têm várias afecções crônicas concomitantes, o risco de danos é ainda maior.

O Dia Mundial da Segurança do Paciente 2026 destaca a importância de uma atenção segura para as doenças não transmissíveis, com o lema “Cuidados seguros durante toda a vida!”. Assim, todos os setores e atores envolvidos são convidados a adotar medidas para que ninguém sofra danos ao receber cuidados para uma DNT.

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Objetivos da campanha
  • Aumentar a conscientização mundial sobre os problemas de segurança do paciente associados às DNTs ao longo de todo o percurso assistencial, por meio de uma abordagem centrada na atenção primária que leve em consideração fatores relacionados à doença, deficiências do sistema de saúde e determinantes da saúde que possam aumentar o risco de danos.
  • Promover a participação significativa das pessoas com DNTs e da comunidade na identificação de riscos à segurança do paciente e na formulação de soluções, em colaboração com profissionais de saúde, líderes de organizações e formuladores de políticas.
  • Incentivar as partes interessadas a incorporar os princípios de segurança do paciente à legislação, às políticas, às estratégias e aos programas de DNTs, com o objetivo de fortalecer os sistemas de saúde baseados na atenção primária.
  • Apoiar os trabalhadores da saúde para reforçar as práticas de segurança do paciente, como diagnóstico mais seguro, segurança no uso de medicamentos e uma participação significativa dos pacientes.



Pessoas com DNTs têm um risco maior de sofrer danos durante a atenção à saúde

Esse risco decorre do caráter crônico e complexo das DNTs, dos problemas existentes nos sistemas de saúde (como a fragmentação da atenção) e de outros fatores, como pobreza e discriminação, que comprometem o acesso a uma atenção segura.


Para garantir uma atenção segura, é fundamental contar com sistemas de saúde sólidos e integrados e com uma força de trabalho em saúde fortalecida

Para reduzir a ocorrência de danos, é necessário fortalecer a atenção primária à saúde, apoiar os trabalhadores da saúde e implementar ações multissetoriais para enfrentar as barreiras de acesso a cuidados seguros.


Os riscos devem ser abordados no processo contínuo de atenção e na vida diária

Os riscos à segurança do paciente podem surgir em qualquer etapa do processo de atenção, desde a prevenção, a detecção precoce e o diagnóstico até o tratamento e o acompanhamento de longo prazo, tanto nos serviços de saúde quanto no domicílio e na comunidade.


As pessoas com DNTs devem ter participação ativa na atenção segura

A participação significativa dos pacientes, o aprendizado entre pessoas com vivências semelhantes e o reforço do letramento em saúde reduzem o risco de danos e propiciam cuidados mais seguros e de melhor qualidade.























Fonte: https://www.paho.org/pt/campanhas/dia-mundial-da-seguranca-do-paciente-2026 




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Carla



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17/09 – Dia Mundial do Doador de Medula Óssea: Ministério da Saúde altera idade limite para cadastro de doadores de medula

 

Doação de medula óssea

Ministério da Saúde altera idade limite para cadastro de doadores de medula

Cadastramento de candidatos à doação passa a ser limitado a pessoas com até 35 anos de idade

 

 

Publicado em 08/07/2021 15h47 Atualizado em 20/05/2022 14h20

O Ministério da Saúde editou a  Portaria nº 685, de 16 de junho de 2021, que alterou a idade limite para o cadastramento de candidatos à doação de medula óssea passou a ser de 35 anos – antes era de  55. A Portaria está em vigor desde o dia 18 de junho.

As demais condições para o cadastramento não sofreram alteração: ter entre 18 e 35 anos, boa saúde e não apresentar doenças como as infecciosas ou as hematológicas; apresentar documento oficial de identidade, com foto; preencher os formulários de identificação do candidato à doação de medula e de termo de consentimento; colher amostra de sangue com 5ml para testes destinados ao exame HLA (Antígenos Leucocitários Humanos) que irá determinar as características genéticas necessárias para a compatibilidade entre o doador e o paciente. O tipo de HLA será cadastrado no Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (Redome).

Os cadastrados no Redome permanecem no banco de doadores até os 60 anos: sejam os que se cadastraram com até 55 anos, ou os que vão se cadastrar a partir de agora segundo o novo critério  de 35 anos de idade.

Além do cadastro, é fundamental atualizar os dados do candidato à doação de medula óssea no Redome.  
 

Saúde e Vigilância Sanitária

 

 

fonte: https://www.gov.br/inca/pt-br/assuntos/noticias/2021/ministerio-da-saude-altera-idade-limite-para-cadastro-de-doadores-de-medula

https://accamargo.org.br/

















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