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terça-feira, 18 de agosto de 2026

CÂNCER: Muitas pessoas acreditam que, depois do transplante de medula óssea, a parte mais difícil ficou para trás.

 

Dr. Natalício Kern Filho


Muitas pessoas acreditam que, depois do transplante de medula óssea, a parte mais difícil ficou para trás. Mas existe um período que exige atenção redobrada: a reconstrução do sistema imunológico.
Nos primeiros dias e meses após o procedimento, o organismo ainda está formando suas novas células de defesa. Até que essa recuperação aconteça, bactérias, vírus e fungos podem causar infecções que, em outras pessoas, seriam facilmente controladas.
As infecções bacterianas costumam ser mais frequentes no primeiro mês. Já vírus como herpes-zóster, citomegalovírus (CMV) e influenza podem surgir ou ser reativados ao longo da recuperação. Além disso, fungos como Candida e Aspergillus também representam um risco importante em pacientes com imunidade reduzida.
Por isso, o acompanhamento após o transplante é tão importante quanto o próprio procedimento.
Medidas simples, como higienizar as mãos, evitar contato com pessoas doentes, seguir corretamente os medicamentos prescritos, manter a vacinação conforme orientação médica e comparecer às consultas de acompanhamento fazem parte do tratamento e ajudam a reduzir significativamente o risco de complicações.
O transplante de medula óssea não termina na alta hospitalar. A recuperação continua, e cada cuidado é essencial para que o novo sistema imunológico se fortaleça da forma mais segura possível.
Dr. Natalício Kern Filho - Médico Hematologista, Oncohematologista e Hemoterapeuta RQE10.418 | RQE 10.419, Medicina Interna | RQE 10.403. Preceptor Sírio Libanês CRM RS18819





















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Carla



  • ⚕️ Aviso médico: As informações deste artigo têm caráter exclusivamente educativo e não substituem a consulta com médico e/ou nutricionista. Cada pessoa tem necessidades individuais busque sempre orientação profissional antes de Tratamento

O Lupus é uma doença de origem auto imune, crônica, que pode acometer muitos sistemas no nosso organismo. ⁣

 


O Lupus é uma doença de origem auto imune, crônica, que pode acometer muitos sistemas no nosso organismo. ⁣
📍
TENHO HEMATOMAS NO CORPO, PODE SER DO LUPUS? ⁣
Sim, pode ter petequias, púrpuras (são lesões diminutas em decorrencia de plaquetopenia). Além disso, o corticoide deixa os vasos sanguíneos mais frágeis! ⁣
📍
O QUE PODE ACONTECER COM O SANGUE?⁣
-Anemia - principal manifestação.Afeta mais da metade dos pacientes ⁣
-Leucopenia (queda nos leucócitos)⁣
-Plaquetopenia (queda nas plaquetas)⁣
*podem estar presente isoladas ou em associação. ⁣
-Pancitopenia (quando as três séries estão baixas). Acontece na síndrome de ativação macrofagica, toxicidade medular por medicação, infecção, neoplasia hematológica ⁣
📍
QUAIS AS CAUSAS DE ANEMIA NO LUPUS?⁣
-Anemia por inflamação - essa é a principal causa!⁣
-Deficiência de ferro e vitB12⁣
-Efeito colateral de medicamentos⁣
-Anemia auto-imune ⁣
-Anemia por Insuficiência renal ⁣
*os pacientes podem ter associação desses fatores⁣
📍
LEUCOPENIA⁣
-Acomete mais de 50% dos pacientes lupicos ⁣
-Pode estar associado a atividade de doença⁣
-Pode ser constitucional (tem pacientes que tem padrão mais leucopenico)!⁣
-Outras causas de leucócitos baixos no Lupus: infecções virais, medicamentos⁣
⚠️
Envolvimento neuropsiquiátrico!!!!! ⁣
📍
PLAQUETOPENIA⁣
Mecanismos: autoimunidade, medicamentos, síndrome anticorpo antifosfolipide⁣
📍
TRATAMENTO: ⁣
-Confie na sua Reumatologista! Ela sabe o melhor tratamento para você! ⁣
-Em geral no contexto de inflamação crônica e def de ferro, reposição ferro endovenosa ⁣
-Hidroxicloroquina tem efeito benéfico nas manifestações mais leves. ⁣
-Outras opções: Rituximabe, Azatioprina, micofenolato, ciclosporina, metotrexato, danazol⁣
-Em casos mais graves: pulsoterapia com corticoide, imunoglobulina endovenosa. Transfusão de plaquetas ou esplenectomia⁣
-LEUCOPENIA: Conduta expectante. Linfocitopenia, avaliar caso a caso ⁣
-Pancitopenia: Quando leve podemos tratar a doença de base e observar evolução




















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CÂNCER: Agosto Verde-Claro | Linfoma (de 1 a 31)> O diagnóstico da hemato-oncologia moderna é minucioso — e nos Linfomas T, isso é ainda mais evidente! 🩸🔍

 

Dr. Natalício Kern Filho


O diagnóstico da hemato-oncologia moderna é minucioso — e nos Linfomas T, isso é ainda mais evidente!
🩸🔍
Por serem doenças raras e muito variadas, não basta apenas dizer "é um linfoma". Precisamos descobrir exatamente qual é o subtipo correto.
Graças aos avanços das classificações da OMS (WHO-HAEM5) e da ICC, hoje combinamos a biópsia detalhada, exames genéticos e marcadores moleculares para dar um "nome e sobrenome" à doença.
Essa precisão é o que nos permite:
✅
Escolher o melhor tratamento logo no início;
✅
Indicar terapias mais direcionadas e eficazes;
✅
Avaliar a necessidade de transplante de medula óssea.
Em oncologia hematológica, o tratamento correto começa com um diagnóstico impecável.
💡
Dr. Natalício Kern Filho - Médico Hematologista, Oncohematologista e Hemoterapeuta RQE10.418 | RQE 10.419, Medicina Interna | RQE 10.403. Preceptor Sírio Libanês CRM RS18819





















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