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domingo, 21 de junho de 2026

21/06 – Dia Nacional de Luta Contra a Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA).

 

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21 de junho, data escolhida para a celebração do Dia Mundial de Conscientização sobre a Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA) marca o início do verão no hemisfério norte (solstício) – um ponto de virada – e a cada ano a comunidade ELA realiza uma série de atividades para expressar sua esperança de que este dia seja um ponto de virada na busca pela causa, pelo tratamento e pela cura para a doença.

ELA é uma doença relativamente rara, com base na sua prevalência. Há aproximadamente 140.000 novos casos diagnosticados em todo o mundo a cada ano – 384 novos casos todos os dias.

No Brasil, a Lei nº 13.471/2017 instituiu o Dia Nacional de Luta Contra a Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA), também comemorado em 21/6. A data objetiva levar conhecimento e sensibilizar governantes, profissionais de saúde e população sobre a existência e os cuidados com as pessoas acometidas pela doença, bem como buscar apoio aos pacientes, além do incentivo às pesquisas para melhorar o tratamento.

Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA) é uma doença que afeta o sistema nervoso de forma degenerativa e progressiva, acarretando paralisia motora irreversível. Não se conhece a causa específica ainda, mas sabe-se que é provocada pela degeneração progressiva no primeiro neurônio motor superior no cérebro e no segundo neurônio motor inferior na medula espinhal. Esses neurônios são células nervosas especializadas que, ao perderem a capacidade de transmitir os impulsos nervosos, dão origem à doença.

Pacientes com ELA sofrem paralisia gradual e morte precoce como resultado da perda de capacidades cruciais, como falar, movimentar-se, engolir e respirar.

Parece que a utilização excessiva da musculatura favorece o mecanismo de degeneração da via motora, por isso os atletas representam a população de maior risco. Outra causa provável é que dieta rica em glutamato seja responsável pelo aparecimento da doença em pessoas predispostas. Isso aconteceu com os chamorros, habitantes da ilha de Guan no Pacífico, onde o número de casos é cem vezes maior do que no resto do mundo.

Estudos recentes em ratos indicam que a ausência de uma proteína chamada parvalbumina pode estar relacionada com a falência celular característica da doença.

Sintomas:

O principal sintoma é a fraqueza muscular, acompanhada de endurecimento dos músculos (esclerose), inicialmente num dos lados do corpo (lateral) e atrofia muscular (amiotrófica), mas existem outros: câimbras, tremor muscular, reflexos vivos, espasmos e perda da sensibilidade.

Os sintomas normalmente começam a aparecer após os 50 anos, mas também podem surgir em pessoas mais novas. Entre outros sinais e sintomas, pessoas com ELA têm:

– perda gradual de força e coordenação muscular;
– incapacidade de realizar tarefas rotineiras, como subir escadas, andar e levantar;
– dificuldades para respirar e engolir;
– engasgar com facilidade;
– babar;
– gagueira (disfemia);
– cabeça caída;
– cãibras e contrações musculares;
– problemas de dicção, como um padrão de fala lento ou anormal (arrastando as palavras);
– alterações da voz, rouquidão;
– perda de peso.

A doença não afeta os sentidos (visão, olfato, paladar, audição e tato) e raramente atinge o funcionamento da bexiga, dos intestinos ou a capacidade de pensamento e raciocínio.

Tratamento:

O tratamento é multidisciplinar, utiliza medicamentos para reduzir a velocidade de progressão da doença e prolongar a vida do paciente.

Fisioterapia, reabilitação, uso de órteses,  cadeira de rodas ou outras medidas ortopédicas podem ser necessárias para maximizar a função muscular e o estado de saúde geral, conforme cada caso e de acordo com a evolução da doença.

A participação de um nutricionista é muito importante, pois os pacientes com ELA tendem a perder peso. A própria doença aumenta a necessidade de ingestão de alimentos e calorias. Ao mesmo tempo, os problemas de deglutição podem fazer com que seja difícil comer o suficiente. Os dispositivos respiratórios incluem máquinas usadas somente durante a noite e ventilação mecânica constante.

Possíveis complicações:

Em algum momento, de acordo com a evolução da doença, a Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA) trará complicações, que podem ocorrer de forma isolada ou somadas:

– aspiração de comida ou líquido;
– perda da capacidade de cuidar de si mesmo;
– insuficiência pulmonar;
– pneumonia;
– escaras (úlceras de pressão);
– perda de peso acentuada;
– incapacidade de respirar sozinho;
– incapacidade de engolir;
– incapacidade de falar;
– morte.

Prevenção:

Não existem fatores de risco ou comportamentos de risco conhecidos que possam provocar a Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA). No entanto, sabe-se que parentes próximos de alguém que tenha a doença têm chances de adquiri-la também, tendo em vista fatores genéticos/hereditários.

 

Fontes:

Amigos Múltiplos pela Esclerose
Dr. Dráuzio Varella
International Alliance of ALS/MND Associations
Ministério da Saúde
Prefeitura Municipal de Carag

 

ELA ou Esclerose Lateral Amiotrófica é uma doença que afeta o sistema nervoso de forma degenerativa e progressiva e acarreta paralisia motora irreversível. Pacientes com a doença sofrem paralisia gradual e morte precoce como resultado da perda de capacidades cruciais, como falar, movimentar, engolir e respirar.

Não se conhece a causa específica para a esclerose lateral amiotrófica. Parece que a utilização excessiva da musculatura favorece o mecanismo de degeneração da via motora, por isso os atletas representam a população de maior risco.

Sintomas:

O principal sintoma é a fraqueza muscular, acompanhada de endurecimento dos músculos (esclerose), inicialmente num dos lados do corpo (lateral) e atrofia muscular (amiotrófica), mas existem outros: cãimbras, tremor muscular, reflexos vivos, espasmos e perda da sensibilidade.

A Esclerose Lateral Amiotrófica não afeta os sentidos (visão, olfato, paladar, audição e tato) e raramente atinge o funcionamento da bexiga, dos intestinos ou a capacidade de pensamento e raciocínio.

Tratamento:

O tratamento é multidisciplinar e o medicamento utilizado reduz a velocidade de progressão da doença e prolonga a vida do paciente.

Fisioterapia, reabilitação, uso de órteses, de uma cadeira de rodas ou outras medidas ortopédicas podem ser necessárias para maximizar a função muscular e o estado de saúde geral, conforme cada caso e de acordo com a evolução da doença.

A participação de um nutricionista é muito importante, pois os pacientes com ELA tendem a perder peso. A própria doença aumenta a necessidade de ingestão de alimentos e calorias. Ao mesmo tempo, os problemas de deglutição podem fazer com que seja difícil comer o suficiente. Os dispositivos respiratórios incluem máquinas usadas somente durante a noite e ventilação mecânica constante.

Possíveis complicações:

Em algum momento, de acordo com a evolução da doença, a Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA) trará complicações, que podem ocorrer de forma isolada ou somadas:

– aspiração de comida ou líquido;
– perda da capacidade de cuidar de si mesmo;
– insuficiência pulmonar;
– pneumonia;
– escaras (úlceras de pressão);
– perda de peso acentuada;
– incapacidade de respirar sozinho;
– incapacidade de engolir;
– incapacidade de falar;
– morte.

Fontes:

Dr. Dráuzio Varella

Ministério da Saúde

 

 

 

 

FONTE: https://bvsms.saude.gov.br






FONTE:  






RIM PELE  


obs.:CONTEÚDO MERAMENTE INFORMATIVO

ABS,

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⚕️ Aviso médico: As informações deste artigo têm caráter exclusivamente educativo e não substituem a consulta com médico e/ou nutricionista. Cada pessoa com diabetes tem necessidades individuais busque sempre orientação profissional antes de alterar sua dieta ou tratamento.

sábado, 20 de junho de 2026

CÂNCER:🩸 A Leucemia Linfoblástica Aguda (LLA) é um tipo de câncer que afeta os glóbulos brancos do sangue e merece nossa atenção.

 







🩸
A Leucemia Linfoblástica Aguda (LLA) é um tipo de câncer que afeta os glóbulos brancos do sangue e merece nossa atenção. Como médico hematologista, estou aqui para compartilhar alguns dos sintomas mais comuns dessa doença para que possamos reconhecê-la precocemente.
1️⃣
Fadiga persistente: Sentir-se constantemente cansado, mesmo após o descanso adequado, pode ser um sinal de alerta.
2️⃣
Palidez: A falta de glóbulos vermelhos saudáveis pode resultar em palidez na pele.
3️⃣
Febre inexplicada: Febre recorrente sem motivo aparente pode indicar uma resposta do corpo à leucemia.
4️⃣
Hematomas ou sangramentos frequentes: Baixa contagem de plaquetas pode levar a hematomas ou sangramentos anormais.
5️⃣
Infecções frequentes: Diminuição dos glóbulos brancos pode aumentar o risco de infecções.
✋
Reconhecer esses sinais precocemente é crucial para um diagnóstico e tratamento eficazes. Se você ou alguém que você conhece está experimentando esses sintomas, não hesite em procurar ajuda médica.
Como hematologista, estou aqui para oferecer apoio e orientação a quem enfrenta essa condição.
Dr. Natalício Kern Filho - Médico Hematologista, Hemoterapeuta RQE10.418 | RQE 10.419, Medicina Interna | RQE 10.403. Preceptor Sírio Libanês CRM RS18819
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CÂNCER: Como hematologista, é crucial estar ciente dos sinais que podem indicar leucemia aguda,

 




Como hematologista, é crucial estar ciente dos sinais que podem indicar leucemia aguda, uma condição séria que requer atenção médica imediata. Aqui estão alguns sinais para ficar atento:
1️⃣ Fadiga extrema e fraqueza persistente.
2️⃣ Infecções frequentes e de longa duração.
3️⃣ Sangramento fácil ou hematomas inexplicáveis.
4️⃣ Dor óssea ou nas articulações.
5️⃣ Febre recorrente sem causa aparente.
6️⃣ Perda de peso inexplicada.
7️⃣ Inchaço dos gânglios linfáticos.
8️⃣ Palidez excessiva da pele.
9️⃣ Suores noturnos frequentes.
Se você ou alguém que você conhece está apresentando esses sintomas, é crucial procurar um médico hematologista o mais rápido possível. Um diagnóstico precoce pode fazer toda a diferença no tratamento e no prognóstico da leucemia aguda. Estou aqui para ajudar e fornecer orientações especializadas. Não hesite em buscar ajuda! 💪
Dr. Natalício Kern Filho - Médico Hematologista, Hemoterapeuta RQE10.418 | RQE 10.419, Medicina Interna | RQE 10.403. Preceptor Sírio Libanês CRM RS18819
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