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sábado, 23 de maio de 2026

As trombofilias hereditárias não apresentam o mesmo risco trombótico, sendo classificadas como

 






Dr. Natalício Kern Filho

As trombofilias hereditárias não apresentam o mesmo risco trombótico, sendo classificadas como trombofilias de baixo e alto risco, conforme a chance maior ou não de desencadear uma trombose. 🧑‍🦰
🟡 As tromboflias hereditárias mais comuns e consideradas de baixo risco, com chance menor de causar uma primeira trombose espontânea, são: Fator V Leiden em heterozigose e a mutação G20210A do gene da protrombina em heterozigose.
🔴 Já as de alto risco, como a deficiência de antitrombina, relacionadas a um risco muito mais elevado de formar trombos espontaneamente, são: Fator V Leiden em homozigose, mutação da protrombina em homozigose.
🧑‍🦰 Ainda que o tipo de trombofilia impacte no risco trombótico, vale lembrar que trombose é uma condição multifatorial, tornando fundamental a avaliação de risco personalizada.
Dr. Natalício Kern Filho - Médico Hematologista, Hemoterapeuta RQE10.418 | RQE 10.419, Medicina Interna | RQE 10.403. Preceptor Sírio Libanês CRM RS18819
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FONTE: https://www.facebook.com/Dr.NatalicioKernFilho?__cft__[0]=AZY2jJ_cJ-sC0fi2pzTG2E1VxRvnxClplJrKJBd038NjVUri1Orx0Sy8sZVSfNq0rcMw12NXxfeyPRmsOLpX9fcPQzmuoMtTN2jJO5RWsbRcDSSWEVE7qky4ojK9NI8JfYaPtpriAJJH1fMUYT82KyFzc5FjhuLeYPnz7Ik2qEUKsJVMda_VeYDhBQbW5a6dbLS9oG32ZqKah5rFVPrc931X&__tn__=-UC%2CP-R


                                      


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abs

Carla

sexta-feira, 22 de maio de 2026

A embolia pulmonar e a trombose das veias das pernas são as mais comuns, mais faladas e também estudadas.

 


Dr. Natalício Kern Filho

A embolia pulmonar e a trombose das veias das pernas são as mais comuns, mais faladas e também estudadas. Menos comumente, a trombose pode ocorrer em locais pouco comuns, como braços, órgãos abdominais (fígado, baço, intestino), cérebro e retina.
As manifestações dessas tromboses podem variar de acordo com o órgão que é afetado. Da mesma forma, o diagnóstico de cada uma delas também vai variar de acordo com o local, podendo ser indicado exame de ultrassom com Doppler, tomografia ou ressonância magnética.
Também as causas dessas tromboses podem ser diferentes de acordo com o local acometido. Por isso, é importante também uma avaliação com médico hematologista para investigar a causa da trombose.
Isso porque em muitos casos essas tromboses em locais chamados de “não usuais”, podem estar associados a alguma outra doença ou condição predisponente como doenças próprias do sangue (doenças hematológicas), trombofilias, doenças autoimunes ou câncer.
Além da investigação da causa, um hematologista pode realizar o controle do tratamento com anticoagulante e também a definição do tempo de tratamento.
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Dr. Natalício Kern Filho - Médico Hematologista, Hemoterapeuta RQE10.418 | RQE 10.419, Medicina Interna | RQE 10.403. Preceptor Sírio Libanês CRM RS18819
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FONTE: https://www.facebook.com/Dr.NatalicioKernFilho?__cft__[0]=AZY2jJ_cJ-sC0fi2pzTG2E1VxRvnxClplJrKJBd038NjVUri1Orx0Sy8sZVSfNq0rcMw12NXxfeyPRmsOLpX9fcPQzmuoMtTN2jJO5RWsbRcDSSWEVE7qky4ojK9NI8JfYaPtpriAJJH1fMUYT82KyFzc5FjhuLeYPnz7Ik2qEUKsJVMda_VeYDhBQbW5a6dbLS9oG32ZqKah5rFVPrc931X&__tn__=-UC%2CP-R


                                      


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abs

Carla

A Doença Renal Crônica não tem cura, mas o diagnóstico precoce e o tratamento adequado podem fazer toda a diferença.

 

Sociedade Brasileira de Nefrologia - SBN


A Doença Renal Crônica não tem cura, mas o diagnóstico precoce e o tratamento adequado podem fazer toda a diferença.
Muitas pessoas convivem com a doença sem apresentar sintomas, o que reforça a importância dos exames de rotina e do acompanhamento médico, especialmente para quem tem fatores de risco como diabetes, hipertensão e obesidade.
Com cuidado contínuo, é possível desacelerar a progressão da doença, preservar a função dos rins e manter qualidade de vida.
Seus rins podem pedir ajuda em silêncio. Não espere os sinais aparecerem.
















Gerente de Conteúdo e Redes Sociais - Jornalista mineira, natural de Uberlândia, Laura é descolada, sensível e criativa. Traz para o projeto uma visão estratégica e conectada com as tendências digitais. É responsável pela distribuição dos conteúdos nas redes sociais, escreve reportagens especiais para o portal e atua na produção audiovisual. Desde que abraçou a causa do diabetes, há três anos, mergulhou no universo do Um Diabético com dedicação e empatia. Está constantemente se atualizando para potencializar o alcance e o impacto do nosso conteúdo.






FONTE: https://www.facebook.com/sociedade.brasileira.nefrologia?__tn__=-UC*F


                                      


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Carla