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segunda-feira, 6 de abril de 2026

DIABETES: Técnica de enfermagem do SAMU orienta familiares de pessoas com diabetes sobre como agir em casos de hipoglicemia severa; vídeo viraliza

 Profissional explica sinais e medidas imediatas antes da chegada do socorro




A hipoglicemia em pessoas com diabetes, dependendo dos níves de glicose, pode levar à perda de consciência e exige resposta imediata. Nesse contexto, a técnica de enfermagem do SAMU, Haniele Aragão, orienta familiares sobre como agir diante de uma emergência envolvendo queda acentuada da glicose.

A profissional chama atenção para a necessidade de reconhecer sinais e acionar o atendimento especializado. Além disso, ela explica quais medidas podem ser realizadas antes da chegada da equipe.



O que é hipoglicemia severa no diabetes e quando ela ocorre

A hipoglicemia severa no diabetes ocorre quando os níveis de glicose no sangue caem a ponto de impedir que a pessoa se trate sozinha. Nesses casos, o paciente pode apresentar alteração de consciência ou incapacidade de ingerir alimentos.

Glicosímetro mostrando hipoglicemia durante exercício físico em pessoa com diabetes
Monitorização da glicemia é essencial para evitar quadros graves de hipoglicemia – Imagem: FreePik

Esse tipo de quadro pode acontecer durante o tratamento, principalmente em pessoas que utilizam insulina. Além disso, situações como atraso alimentar, erro de dose ou atividade física sem ajuste podem contribuir.

Nesse contexto, o risco aumenta quando não há identificação rápida dos sintomas. Portanto, familiares precisam estar atentos ao comportamento e às mudanças físicas.

Sinais de hipoglicemia severa que indicam emergência

Segundo a técnica do SAMU, alguns sinais indicam agravamento do quadro e exigem ação imediata. Entre eles estão palidez, pele fria e pegajosa, tremores, palpitações, sudorese e fraqueza.



No entanto, em casos severos, o paciente pode evoluir com confusão mental, dificuldade de resposta e até perda de consciência. Enquanto isso, a progressão pode ocorrer em poucos minutos.

Por isso, reconhecer esses sinais permite agir rapidamente e acionar o socorro adequado.

Quando acionar o SAMU em casos de hipoglicemia severa

Diante de qualquer suspeita de hipoglicemia severa no diabetes, a orientação é acionar o SAMU pelo número 192. Ainda assim, essa decisão não deve ser adiada diante da presença de sintomas.

A profissional reforça que a hipoglicemia pode estar associada a outras condições clínicas. Portanto, a avaliação da equipe de emergência é necessária para confirmar o quadro e iniciar o protocolo adequado.

Enquanto isso, familiares devem manter a calma e seguir as orientações básicas até a chegada do atendimento.

O que fazer antes da chegada do socorro em quadros graves

Antes da chegada da equipe, algumas medidas podem ser realizadas, dependendo do estado do paciente. Se a pessoa estiver consciente, a orientação é oferecer cerca de 15 gramas de carboidrato de rápida absorção.

Entre as opções estão açúcar, mel ou suco. Após isso, é necessário reavaliar em cerca de 15 minutos. No entanto, essa conduta não substitui o acionamento do SAMU.

Por outro lado, se o paciente estiver inconsciente ou com dificuldade para engolir, não se deve oferecer alimentos ou líquidos. Nesses casos, há risco de aspiração.

Cuidados durante uma hipoglicemia severa em casa

Durante o atendimento inicial, a orientação é manter o paciente deitado e preferencialmente lateralizado. Essa posição ajuda a manter a via aérea livre e reduz riscos.

Além disso, é importante observar a cavidade oral. A presença de alimentos ou próteses pode causar obstrução, portanto, a retirada desses itens pode ser necessária.

Enquanto isso, o paciente deve permanecer sob observação até a chegada da equipe de emergência.

Impactos da hipoglicemia severa na rotina de quem tem diabetes

A hipoglicemia severa no diabetes interfere diretamente na rotina de pacientes e familiares. Episódios podem ocorrer de forma inesperada e exigem preparo para resposta rápida.

Além disso, o medo de novas crises pode influenciar decisões sobre alimentação e uso de insulina. Nesse contexto, o acesso à informação contribui para maior segurança no manejo do quadro.

Ainda assim, o acompanhamento profissional continua sendo essencial para ajustar o tratamento e reduzir riscos de novos episódios.

Hipoglicemia: tudo o que você precisa saber e entender se convive com diabetes | DiabetesCast #28






FONTE: https://umdiabetico.com.br/


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Carla

DIABETES: : ADJ: ADJ 50+ Conectando saberes e práticas - Para adultos com diabetes - 8/abril - - 10h - SEDE

 






ADJ 50+ Conectando saberes e práticas - Para adultos com diabetes - 8/abril - quarta-feira - 10h - Usando a tecnologia a nosso favor - Com enfermeira, psicóloga e nutricionista - Inscrições Gratuitas pelo fone 11 3675-3266 ou pelo whatsapp 11 97148-0465.
Imagem de divulgação do evento com fundo branco quadriculado, elementos decorativos amarelos, letras em fonte preta e azul, imagem de glicosímetro e aparelho de celular, logo ADJ 50 + e logo ADJ.









FONTE: https://web.facebook.com/ADJDiabetesBrasil?__cft__[0]=AZaMxjWEM6ots7jWxoP1TTDkPoqc9qSfZWlz9N95rKD6xD8bVw8ENJryq2yXK41SjfTUvfcOEEpVqc9uTNybxDZddeEcJQO_drnKVckDu1RStYu2ZlTaDtnhKXknl4uiuzEtuj9cUvV7lxXMWFwZlkRqIYmzcaVi4F2BCysnUPUBoCduzbD4F4HFwgEfMYKYbRg&__tn__=-UC%2CP-R


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Carla

5 cuidados com os olhos que toda pessoa com diabetes precisa ter para não perder a visão

 

Especialista explica sinais, exames e medidas para prevenir complicações oculares em quem vive com diabetes



A perda de visão é uma das complicações associadas ao diabetes e pode ocorrer de forma silenciosa. A oftalmologista Letícia Rubman, especialista em retina, explica que alterações oculares podem surgir sem sintomas e reforça a importância do acompanhamento regular.

Retinopatia diabética pode evoluir sem sintomas

retinopatia diabética é uma alteração microvascular causada pelo diabetes. Segundo Letícia Rubman, essas mudanças atingem os vasos sanguíneos da retina e podem surgir sem sinais percebidos pelo paciente.

Além disso, pequenas lesões, como microaneurismas, não são visíveis a olho nu. No entanto, elas indicam que a circulação na retina está comprometida. Nesse contexto, o exame de fundo de olho permite identificar alterações precoces.

Por outro lado, quando surgem sintomas como visão embaçada, manchas ou perda de foco, o quadro pode já estar em estágio mais avançado. Portanto, esperar sinais visíveis pode atrasar o diagnóstico.

Exame de fundo de olho deve fazer parte da rotina

O exame de fundo de olho é considerado parte da avaliação oftalmológica de rotina, mesmo para quem não tem diabetes. Ainda assim, pessoas com a condição precisam de acompanhamento mais estruturado.



Exame oftalmológico permite detectar alterações na retina causadas pelo diabetes antes dos sintomas aparecerem


No diabetes tipo 1, a orientação é iniciar o acompanhamento cinco anos após o diagnóstico ou na puberdade. Já no diabetes tipo 2, o exame deve ocorrer no momento da descoberta da doença.



Além disso, a frequência varia conforme o resultado inicial. Pacientes sem retinopatia podem realizar avaliação anual. Enquanto isso, casos com alterações exigem acompanhamento mais frequente.

Alterações na glicemia podem afetar a visão no dia a dia

A variação da glicemia também impacta a visão. Segundo a especialista, níveis acima de 200 mg/dL podem causar visão embaçada temporária.

Nesse cenário, o sintoma tende a melhorar após a correção da glicose. Ainda assim, a oscilação frequente pode indicar necessidade de ajuste no tratamento.

Por outro lado, episódios de hipoglicemia também podem provocar alterações visuais. Portanto, monitorar a glicemia diante de mudanças na visão é uma medida prática no dia a dia.



Tratamento depende do estágio da retinopatia

O tratamento da retinopatia diabética varia conforme a fase da doença. Em estágios iniciais, o controle da glicemia é a principal estratégia.

No entanto, em fases mais avançadas, pode ser necessário realizar fotocoagulação a laser. Segundo Letícia Rubman, o procedimento atua como proteção para evitar progressão do quadro.

Além disso, casos com edema macular podem exigir aplicação de medicações intraoculares. Em situações mais graves, a cirurgia pode ser indicada.

Acesso ao tratamento existe, mas depende do diagnóstico

O Sistema Único de Saúde oferece tratamento para complicações oculares do diabetes, incluindo medicamentos de alto custo. No entanto, o acesso depende do diagnóstico e encaminhamento adequado.

Nesse contexto, a especialista aponta que ainda há necessidade de ampliar centros especializados. Enquanto isso, muitos pacientes chegam ao atendimento em estágios avançados da doença.

5 dicas para cuidar dos olhos e prevenir perda de visão

Close em olho humano representando cuidados com a visão em pessoas com diabetes
Manter o acompanhamento da visão é essencial para quem vive com diabetes
  1. Faça exame de fundo de olho regularmente
    Mesmo sem sintomas, o exame identifica alterações precoces.
  2. Controle a glicemia diariamente
    Manter níveis estáveis reduz o risco de complicações oculares.
  3. Observe mudanças na visão
    Visão embaçada ou manchas podem indicar alterações na glicose ou na retina.
  4. Mantenha acompanhamento com oftalmologista
    O especialista deve fazer parte da rotina de quem tem diabetes.
  5. Integre o cuidado com a equipe de saúde
    O controle do diabetes envolve endocrinologista, clínico e outros profissionais.

Nesse contexto, a prevenção depende da combinação entre monitoramento, exames e acompanhamento contínuo. A retinopatia pode evoluir sem sintomas, mas pode ser identificada e tratada quando diagnosticada precocemente.

LINK: https://www.youtube.com/watch?v=MYvCyHJUG9Q&t=17s








Gerente de Conteúdo e Redes Sociais - Jornalista mineira, natural de Uberlândia, Laura é descolada, sensível e criativa. Traz para o projeto uma visão estratégica e conectada com as tendências digitais. É responsável pela distribuição dos conteúdos nas redes sociais, escreve reportagens especiais para o portal e atua na produção audiovisual. Desde que abraçou a causa do diabetes, há três anos, mergulhou no universo do Um Diabético com dedicação e empatia. Está constantemente se atualizando para potencializar o alcance e o impacto do nosso conteúdo.


Fundador & CEO | Jornalista e Criador de Conteúdo - Tom é jornalista experiente, com mais de 17 anos de carreira em televisão, tendo atuado como repórter e apresentador nas principais emissoras do país. Diagnosticado com diabetes tipo 1 aos 22 anos, transformou sua trajetória pessoal em uma missão profissional. Além de liderar o Um Diabético, também realiza documentários e curtas com foco em saúde e impacto social. É reconhecido como um dos principais porta-vozes do diabetes no Brasil, dando voz e visibilidade a milhares de pessoas que convivem com a condição.



FONTE: https://umdiabetico.com.br/

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