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quarta-feira, 9 de setembro de 2026

MELHOR IDADE: DICAS: O QUE FAZER? ONTEM CONVERSAMOS NORMALMENTE. HOJE ELA NÃO RECONHECE A CASA ONDE MORA. O QUE FAZER?

 

Mentes e Demências

Berna Almeida II




Isso pode acontecer com uma pessoa com demência, em alguns momentos, ela pode olhar para a própria casa e sentir que aquele lugar é estranho. Pode dizer que quer “ir para casa”, mesmo estando dentro dela, ficar assustada ou insistir que nunca morou ali.
O que fazer naquele momento?
• Não discuta nem tente provar que aquela é a casa dela.
• Evite frases como: “Você mora aqui há 20 anos, como não lembra?”
• Fale devagar e transmita segurança: “Está tudo bem. Você está segura aqui comigo.”
• Leve-a para um ambiente tranquilo e familiar. Fotografias, objetos conhecidos ou uma atividade de que ela goste podem ajudar.
• Se ela disser que quer ir embora, não confronte imediatamente. Tente acolher o sentimento e mudar o foco da conversa.
• Observe como ela está se comportando e se existem outros sintomas.
ATENÇÃO À MUDANÇA REPENTINA
Se ontem ela estava como de costume e hoje surgiu uma confusão muito diferente do habitual, não atribua automaticamente tudo à demência.
Uma piora súbita da orientação pode ocorrer em situações como infecção, desidratação, dor, constipação, retenção urinária, alterações metabólicas ou efeito de medicamentos, entre outras causas.
Se a mudança foi abrupta, persiste ou vem acompanhada de febre, sonolência excessiva, fraqueza, agitação incomum, alteração da urina, dificuldade para falar ou movimentar um lado do corpo, procure avaliação de saúde.
Na demência, acolher é importante. Mas perceber quando alguma coisa mudou de repente também é cuidar.
Instituto Berna Almeida (@institutobernalmeida)
Página e Grupo de Apoio Online: 1 Sujeito Chamado Alzheimer.
Você conhece alguém com Demência, precisando de ajuda? Diga como nos encontrar.

 















Fonte: https://www.facebook.com/groups/356844134420305/?__cft__[0]=AZiwMPAnam_xVxlORO_ldCfusfNk1U1El7K_GtR6Z9npJIXKt52kP5ZSLMFBpDW_7tgRE7raHVy9OZkzK6yceB3r8kR2q2hJcgGJJ2Ug_AKrHkdepHFi1ATRoLpWGC2tl-c35GI_5lAZDaS_Z-hmGLUp2Jkqptx4jnjQl5-IPDav-CPN69gqCxaPmsb5VdcKw3s15N15NA&__tn__=-UC%2CP-R




informativo procure seu médico

abs

Carla



  • ⚕️ Aviso médico: As informações deste artigo têm caráter exclusivamente educativo e não substituem a consulta com médico e/ou nutricionista. Cada pessoa tem necessidades individuais , busque sempre orientação profissional antes de Tratamento

DIABETES: Comeu lasanha e a glicose subiu muito depois? O que pode explicar a curva

 

Refeições como a lasanha combinam diferentes nutrientes e podem provocar alterações na glicose após o consumo.



Massa, gordura e proteína podem influenciar o comportamento da glicose nas horas seguintes à refeição.


Você termina de comer a lasanha do almoço e a glicose parece tranquila. Uma hora passa. Depois, duas. Mais tarde, a curva começa a subir.

Esse comportamento pode aparecer depois de refeições que combinam carboidratos com quantidades maiores de gordura e proteína. A lasanha é um exemplo porque reúne massa, queijo, carne, molho e, dependendo da receita, outros ingredientes que aumentam o teor de gordura.

Por isso, olhar apenas para a glicemia logo depois da refeição pode não mostrar toda a resposta do organismo.

A primeira hora não conta toda a história

A massa da lasanha fornece carboidratos, que têm papel importante na elevação da glicose após a refeição.

Mas o prato não é composto apenas pela massa.

Queijo, carne, molhos e outros ingredientes acrescentam proteínas e gorduras. A presença desses nutrientes pode modificar o ritmo da digestão e retardar o aparecimento de parte da glicose na circulação.

A diretriz da Sociedade Brasileira de Diabetes para diabetes tipo 1 descreve que a gordura pode reduzir a resposta glicêmica nas primeiras duas a três horas, atrasar o pico de glicose e aumentar o risco de hiperglicemia tardia a partir de três a cinco horas. A resposta, porém, é individual.

É uma possível explicação para aquela curva que parecia tranquila e começa a subir mais tarde.

O recheio também entra nessa conta

Nem toda lasanha tem a mesma composição.

Uma receita com molho de tomate, carne e uma quantidade moderada de queijo é diferente de outra feita com molho branco, vários tipos de queijo, creme e embutidos.

A quantidade consumida também muda a história.

Quanto maior a porção, maior tende a ser a quantidade total de carboidratos, além de outros nutrientes presentes na receita.

Por isso, não existe uma resposta única para a pergunta “quanto a lasanha vai subir minha glicose?”.

A receita, a porção, o tratamento e a resposta individual precisam ser considerados.

A gordura não apaga o carboidrato

Esse é um ponto importante.

Quando uma refeição é rica em gordura, pode acontecer de a glicose subir mais lentamente no início. Isso não significa que os carboidratos da massa deixaram de existir.

A diretriz da SBD destaca que o carboidrato é o nutriente com maior influência na variabilidade glicêmica após as refeições, mas gordura e proteína também podem afetar esse perfil.

Na prática, uma refeição com muita gordura pode apresentar uma curva diferente daquela observada após o consumo de uma quantidade semelhante de carboidratos em uma refeição com menor teor de gordura.

Uma fatia não é igual a três

O tamanho da porção é outro ponto que pode passar despercebido.

Uma fatia pequena de lasanha e um prato cheio com duas ou três porções representam quantidades muito diferentes de massa, queijo e recheio.

Para quem tem diabetes, esse aspecto é especialmente importante porque a quantidade de carboidratos consumida em cada refeição precisa ser considerada dentro do planejamento alimentar.

A SBD recomenda individualizar a quantidade de carboidratos e, no diabetes tipo 1, utiliza a contagem de carboidratos como uma das estratégias para o manejo da alimentação.

E trocar pela massa integral?

Pode aumentar a quantidade de fibras da preparação, dependendo do produto escolhido.

A SBD recomenda priorizar alimentos minimamente processados e fontes de carboidratos ricas em fibras. No diabetes tipo 2, a entidade recomenda pelo menos 25 gramas de fibras por dia para adultos, dentro de uma alimentação individualizada.

Mas a troca da massa não transforma sozinha a receita.

Uma lasanha integral ainda pode levar bastante queijo, creme, molho branco e outros ingredientes ricos em gordura.

A qualidade da massa é apenas uma parte da composição.

O sensor pode mostrar a elevação mais tarde

Para quem usa monitorização contínua da glicose, uma refeição como a lasanha pode revelar uma curva diferente daquela esperada.

Em vez de uma elevação concentrada logo depois de comer, pode haver uma resposta mais prolongada, especialmente quando a refeição contém bastante gordura.

Esse comportamento não significa que toda pessoa terá o mesmo resultado.

Também não deve ser usado como motivo para alterar doses de insulina por conta própria.

A SBD destaca que a resposta à gordura e à proteína é individual e que não existe uma fórmula única que possa ser aplicada de maneira automática a todas as pessoas.

O acompanhamento das curvas pode, entretanto, fornecer informações úteis para serem discutidas com a equipe de saúde.

O que muda quando a receita é mais simples?

A composição da lasanha pode ser modificada sem transformar o prato em outra comida.

É possível controlar a quantidade de queijo, escolher um molho com menos gordura, usar uma porção adequada de massa e incluir vegetais na refeição.

Isso não elimina os carboidratos nem garante uma resposta glicêmica específica.

A ideia é apenas tornar a refeição mais compatível com uma alimentação equilibrada e com as necessidades de cada pessoa.

A glicose depois da refeição também depende do contexto

A resposta não depende apenas da lasanha.

Atividade física, horário da refeição, quantidade consumida, tratamento, níveis de glicose antes de comer e diversos outros fatores também podem interferir na curva.

É por isso que duas pessoas podem comer pratos semelhantes e apresentar respostas diferentes.

Até a mesma pessoa pode perceber comportamentos diferentes em ocasiões distintas.

O que a lasanha ensina sobre glicemia

A principal questão não é decidir se lasanha é um alimento permitido ou proibido.

É entender que uma refeição pode ter efeitos que aparecem em momentos diferentes.

A massa fornece carboidratos. A gordura e a proteína podem modificar o ritmo da resposta. A quantidade consumida interfere na carga total da refeição. E cada organismo responde de uma maneira.

Por isso, aquela glicemia aparentemente tranquila logo depois do jantar não necessariamente encerra a história.

Em refeições como a lasanha, acompanhar o que acontece algumas horas depois pode revelar uma parte da resposta glicêmica que não aparece no primeiro olhar.

Gordura dos alimentos faz mal pra quem tem diabetes? A resposta pode te surpreender DiabetesCast #65




Fonte: https://umdiabetico.com.br/




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Carla



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DIABETES: Niterói (RJ) usa inteligência artificial para prevenir complicações nos pés de pessoas com diabetes

 


https://saude.niteroi.rj.gov.br/saude-usa-ia-para-prevenir-complicacoes-em-pessoas-com-diabetes/


Programa piloto combina imagens dos pés e informações clínicas para apoiar a identificação precoce de pessoas com maior risco de complicações.


Durante uma consulta, o profissional de saúde avalia os pés através da inteligência artificial e registra imagens pelo celular.

Esses dados são reunidos em uma plataforma de inteligência artificial que ajuda a gerar uma avaliação de risco e a identificar pessoas que podem precisar de maior atenção.

Esse é o caminho adotado agora pela rede pública de saúde de Niterói, no Rio de Janeiro. A cidade lançou, em 24 de agosto, o Programa PASSO, iniciativa voltada à prevenção de complicações nos pés de pessoas com diabetes e à identificação precoce de situações que podem evoluir para quadros mais graves.

O projeto começou como piloto em quatro unidades da Atenção Primária: UBS Barreto, UBS Santa Bárbara, Módulo Médico de Família Maruí e Módulo Médico de Família Ititioca. A proposta da Prefeitura é ampliar gradualmente a iniciativa para toda a rede municipal.

Por trás do programa está a plataforma AFoot, desenvolvida pela empresa brasileira LookInside e registrada na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A tecnologia utiliza inteligência artificial como ferramenta de apoio à avaliação dos profissionais de saúde e à identificação do risco de complicações nos pés. O projeto foi implantado por meio de parceria entre a Secretaria Municipal de Saúde e a empresa responsável pela plataforma.

Como funciona o Programa PASSO

A proposta não é substituir o exame realizado pelo profissional por uma fotografia do pé. A tecnologia entra como mais uma ferramenta dentro da avaliação com a inteligência artificial.

Durante o atendimento, são reunidas informações sobre a saúde da pessoa com diabetes, além da avaliação física dos pés e do registro de imagens pelo smartphone. A plataforma utiliza esses dados para auxiliar na identificação e classificação do risco de complicações com o auxílio da inteligência artificial.

A intenção é dar às equipes de saúde mais informações para reconhecer pacientes que precisam de atenção antes que uma alteração evolua para uma ferida ou outro problema mais grave.

É justamente essa identificação antecipada que está no centro da proposta. O desafio é reconhecer quem apresenta fatores de risco antes do aparecimento de uma lesão.

Segundo a Prefeitura de Niterói, o Programa PASSO foi criado para apoiar a identificação precoce de pessoas com maior risco e direcionar o cuidado necessário para evitar o agravamento das complicações.

Por que os pés exigem tanta atenção no diabetes?

Uma pequena ferida pode ter consequências diferentes para quem convive com diabetes, especialmente quando há alterações na sensibilidade ou na circulação.

A neuropatia diabética, por exemplo, pode comprometer a percepção de estímulos nos pés e dificultar a identificação de pequenas lesões. Uma bolha causada pelo sapato, um corte ou uma rachadura podem passar despercebidos e evoluir sem que a pessoa perceba imediatamente.

A doença arterial periférica também pode aumentar o risco de complicações nos pés. Quando existem alterações nos nervos, na circulação ou na estrutura dos pés, a possibilidade de desenvolvimento de úlceras pode ser maior.

A Diretriz da Sociedade Brasileira de Diabetes de 2026 aponta a neuropatia diabética como a complicação mais comum do diabetes. A entidade recomenda que todas as pessoas com diabetes, com ou sem sintomas neuropáticos, sejam examinadas anualmente para identificar a presença da neuropatia periférica.

A SBD também destaca a perda da sensibilidade protetora, a doença arterial periférica e as deformidades dos pés entre os principais fatores associados ao risco de úlceras. O exame periódico dos pés permite reconhecer essas condições antes que uma lesão apareça.

aplicativo com ia para previnir complicacoes
Imagem: Bom dia Rio/Globo.

A tecnologia com inteligência artificial entra antes da complicação

É justamente nesse ponto que está o principal interesse do projeto de Niterói.

A inteligência artificial não trata uma ferida e não substitui o acompanhamento médico. Sua função, neste caso, é ajudar a identificar características que podem indicar maior risco, oferecendo mais informações para a tomada de decisão da equipe de saúde.

Na prática, isso pode contribuir para que pessoas com maior necessidade de acompanhamento sejam reconhecidas mais cedo.

A prevenção de complicações nos pés depende de diferentes fatores, entre eles a identificação do risco, o acompanhamento regular e o tratamento adequado das alterações encontradas. A identificação precoce de uma situação de risco permite que a equipe avalie a necessidade de intensificar o acompanhamento e adote medidas preventivas.

Por isso, o uso da tecnologia chama atenção não apenas pelo recurso de inteligência artificial, mas pelo momento em que ela é inserida no cuidado.

Em vez de aparecer apenas diante de uma complicação já instalada, a proposta é utilizar a ferramenta como parte de uma estratégia de prevenção.

Da consulta à prevenção: por que levar essa tecnologia para a rede pública importa

O Programa PASSO também chama atenção pelo local onde começou a ser implantado: a Atenção Primária à Saúde.

É nas unidades básicas e nos serviços de saúde da família que grande parte das pessoas com diabetes realiza o acompanhamento contínuo. É nesses espaços que alterações podem ser identificadas e acompanhadas antes da necessidade de intervenções mais complexas.

A incorporação de uma ferramenta tecnológica de inteligência artificial nesse nível de atendimento pode ampliar os recursos disponíveis para as equipes que acompanham esses pacientes no dia a dia.

O projeto ainda está em sua fase piloto e, portanto, será preciso acompanhar seus resultados para entender o impacto da tecnologia na rotina da rede e na prevenção de complicações. A expectativa do município é expandir a iniciativa para outras unidades após essa primeira etapa, com previsão de alcançar toda a rede municipal de Atenção Primária.

O modelo também coloca em discussão um caminho que deve ganhar espaço na saúde: o uso de ferramentas digitais não para substituir profissionais, mas para apoiar decisões e organizar melhor a identificação de riscos.

O desafio de encontrar o problema antes que ele apareça

As complicações nos pés podem estar relacionadas a alterações nos nervos e na circulação associadas ao diabetes. O Ministério da Saúde explica que essas alterações podem contribuir para o surgimento de feridas que, quando não identificadas e tratadas adequadamente, podem evoluir para infecções e, nos casos mais graves, amputações.

Mas o pé diabético não começa necessariamente com uma ferida visível.

Antes dela, podem existir perda de sensibilidade, alterações na circulação, deformidades, calosidades ou outros fatores que aumentam a vulnerabilidade dos pés. Identificar essas condições faz parte da prevenção.

As diretrizes da Sociedade Brasileira de Diabetes reforçam que a prevenção de úlceras envolve a identificação das pessoas em risco, o exame regular dos pés, orientação e o tratamento dos fatores que podem contribuir para o surgimento das lesões.

É justamente nessa etapa, antes do aparecimento de uma ferida, que ferramentas com uso de inteligência artificial trazem apoio à avaliação de risco podem ser utilizadas como parte da estratégia de prevenção.

A inteligência artificial pode ajudar a reunir e analisar informações que passam pela consulta, mas o cuidado continua dependendo da avaliação clínica e das decisões tomadas pela equipe de saúde.

O avanço está no apoio ao cuidado

O lançamento do Programa PASSO não significa que a inteligência artificial seja capaz de prever sozinha uma amputação. A proposta é mais específica: usar a tecnologia para apoiar a identificação de riscos e ajudar os profissionais a agir diante de situações que merecem atenção.

Essa diferença é importante, principalmente em uma área da saúde em que ferramentas baseadas em inteligência artificial começam a ganhar espaço.

O avanço não está apenas em utilizar um algoritmo ou registrar imagens pelo celular. Está na possibilidade de incorporar novas informações à rotina de acompanhamento de pessoas que convivem com uma condição crônica e precisam de cuidados contínuos.

Para o paciente, a tecnologia pode ser praticamente invisível. O que muda é o processo por trás da consulta: informações clínicas, avaliação dos pés e imagens passam a contar com uma ferramenta adicional de análise.

O resultado esperado é um cuidado mais atento aos riscos que podem passar despercebidos.

Ainda será necessário acompanhar a experiência de Niterói para entender os resultados do projeto piloto e o impacto da tecnologia na prevenção de complicações. Até o momento, o que está confirmado é a implantação da iniciativa em quatro unidades, com previsão de expansão para toda a rede municipal de Atenção Primária.

No diabetes, algumas alterações nos pés podem se desenvolver sem sintomas perceptíveis. Por isso, identificar fatores de risco antes que uma ferida apareça continua sendo uma etapa importante da prevenção.

Em Niterói, a aposta é que a inteligência artificial possa ajudar justamente nesse momento: não para substituir quem cuida, mas para oferecer mais informações antes que o problema avance.





Fonte: https://umdiabetico.com.br/niteroi-inteligencia-artificial-para-prevenir/




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