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terça-feira, 15 de setembro de 2026

CÂNCER: Na maioria dos casos, o linfoma não "se transforma" em leucemia. O que pode acontecer é que algumas células do linfoma passem a circular pelo sangue

 Dr. Natalício Kern Filho


Na maioria dos casos, o linfoma não "se transforma" em leucemia. O que pode acontecer é que algumas células do linfoma passem a circular pelo sangue ou alcancem a medula óssea. Quando isso ocorre, muitas pessoas acreditam que a doença "virou leucemia", mas, na realidade, continua sendo o mesmo tipo de câncer.
A principal diferença está no local onde a doença se manifesta:
Linfoma começa, geralmente, nos linfonodos e no sistema linfático.
Leucemia tem origem na medula óssea e afeta principalmente as células do sangue.
Em alguns subtipos, como o linfoma de zona marginal, é relativamente comum encontrar células do linfoma circulando no sangue. Isso não significa que surgiu uma nova doença nem, necessariamente, que o prognóstico seja pior.
Hoje, existem tratamentos cada vez mais eficazes, capazes de controlar a doença por muitos anos e proporcionar excelente qualidade de vida para muitos pacientes.
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Se você recebeu o diagnóstico de linfoma e ouviu falar em "fase leucêmica", converse com um hematologista. Entender exatamente o que está acontecendo é essencial para evitar interpretações equivocadas e tomar decisões baseadas em informação de qualidade.
Salve este conteúdo e compartilhe com alguém que também pode ter essa dúvida.
Dr. Natalício Kern Filho - Médico Hematologista, Oncohematologista e Hemoterapeuta RQE10.418 | RQE 10.419, Medicina Interna | RQE 10.403. Preceptor Sírio Libanês CRM RS18819
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Fonte: https://web.facebook.com/Dr.NatalicioKernFilho?__tn__=-UC*F




informativo procure seu médico

abs

Carla



  • ⚕️ Aviso médico: As informações deste artigo têm caráter exclusivamente educativo e não substituem a consulta com médico e/ou nutricionista. Cada pessoa tem necessidades individuais , busque sempre orientação profissional antes de Tratamento

CÂNCER> Linfoma e mieloma são dois tipos de câncer do sangue, mas afetam o organismo de maneiras diferentes.

 Dr. Natalício Kern Filho


Linfoma e mieloma são dois tipos de câncer do sangue, mas afetam o organismo de maneiras diferentes.
O linfoma é um câncer que atinge os linfócitos, células do sistema imunológico, e pode se manifestar nos gânglios linfáticos, baço e outros órgãos. Existem dois principais tipos: Linfoma de Hodgkin e Linfoma Não-Hodgkin.
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Já o mieloma múltiplo afeta as células plasmáticas, que são responsáveis pela produção de anticorpos. Esse câncer geralmente se desenvolve na medula óssea e pode causar fraqueza óssea, anemia, entre outros problemas.
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Ambas as condições têm tratamentos específicos e o diagnóstico precoce é fundamental para um melhor prognóstico. Se você tem sintomas ou suspeitas, é essencial procurar um hematologista para uma avaliação detalhada.
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Fonte: https://web.facebook.com/Dr.NatalicioKernFilho?__tn__=-UC*F




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Os linfomas de Hodgkin e não-Hodgkin compartilham a mesma origem — o sistema linfático —, mas representam doenças com comportamentos e características bastante distintos

 

Dr. Natalício Kern Filho

Os linfomas de Hodgkin e não-Hodgkin compartilham a mesma origem — o sistema linfático —, mas representam doenças com comportamentos e características bastante distintos. A principal diferença reside no tipo celular identificado no exame anatomo-patológico: o linfoma de Hodgkin é marcado pela presença da célula característica de Reed-Sternberg e costuma se espalhar de maneira ordenada, progredindo sequencialmente de um grupo de linfonodos para o outro, apresentando em geral excelente resposta aos tratamentos convencionais.
Por outro lado, o linfoma não-Hodgkin engloba um grupo mais amplo e heterogêneo com mais de 80 subtipos conhecidos, variando desde formas indolentes (de crescimento lento) até agressivas (de crescimento rápido). Sua disseminação não segue uma ordem previsível, podendo surgir em qualquer tecido linfático do corpo.
Apesar de exames de sangue e exames de imagem ajudarem a levantar a suspeita diagnóstica, a biópsia do linfonodo é o único procedimento capaz de diferenciar com precisão os dois tipos e classificar o subtipo exato. Por isso, não existe um protocolo único para o tratamento dos linfomas; a conduta é estritamente individualizada e definida com base no subtipo, no estágio da doença e nas condições específicas do paciente, podendo envolver quimioterapia, imunoterapia, radioterapia ou a combinação dessas modalidades.
Dr. Natalício Kern Filho - Médico Hematologista, Oncohematologista e Hemoterapeuta RQE10.418 | RQE 10.419, Medicina Interna | RQE 10.403. Preceptor Sírio Libanês CRM RS18819







Fonte: 

https://www.facebook.com/Dr.NatalicioKernFilho



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