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quarta-feira, 15 de julho de 2026

Câncer ginecológico: saiba quais são os tipos, diagnóstico e tratamento

 De acordo com Instituto Nacional de Câncer, a cada ano cerca de 30 mil mulheres brasileiras recebem algum diagnósticos da doença, sendo mais de 16 mil de colo uterino


Karina Marques
14/10/2022 09h59

 No Brasil, os principais cânceres ginecológicos, em ordem de incidência, são os de colo uterino, ovário, corpo uterino/endométrio, vagina e vulva. De acordo com Instituto Nacional de Câncer (INCA), a cada ano, cerca de 30 mil mulheres brasileiras recebem algum desses diagnósticos, sendo 16.710 casos no colo uterino, o que representa um risco considerado de 15,38 casos a cada 100 mil mulheres.

Atrás dos cânceres de mama e de cólon e reto, o câncer do colo do útero é o terceiro tipo com mais incidentes entre as mulheres. Na análise regional, o câncer do colo do útero é o primeiro mais incidente na região Norte (26,24/100 mil) e o segundo nas regiões Nordeste (16,10/100 mil) e Centro-Oeste (12,35/100 mil). Já na região Sul (12,60/100 mil) ocupa a quarta posição e, na região Sudeste (8,61/100 mil), a quinta.

Em entrevista à TV Cultura, a médica membro da Sociedade Brasileira de Patologia e professora adjunta da Universidade Federal de São Paulo Karla Kabbach relata que os sintomas do colo uterino, normalmente, são dores na relação sexual, sangramento após a relação, pode ter corrimento mais esverdeado com odor fétido, dor em região pélvica.

“Para o corpo uterino temos o mesmo sintomas mas o que mais chama atenção é o sangramento fora do período menstrual ou depois que a mulher já está na menopausa. Ocorreu esse sangramento, já é bom procurar um ginecologista”, orienta a médica.

O câncer de ovário é o mais silencioso pois só é identificado pela paciente quando o órgão já está muito grande, o que dá uma sensação de peso no pé da barriga e aumenta o volume da barriga.

"Mesmo que a mulher procure um ginecologista, enquanto o ovário estiver pequeno e o câncer for inicial, o profissional não consegue apalpar. Então, só vai saber que tem a doença, quando estiver em um estágio mais avançado”, explica.

O câncer do colo uterino costuma ser mais comum em mulheres em torno dos 40 anos porque elas se infectam com o HPV em torno dos 20 anos, quando há mais atividade sexual. Esse vírus permanece na vagina e no colo uterino, e demora de 15 a 20 anos para virar o câncer.

Como prevenir

A doutora explica que para o câncer do colo uterino, da vagina e da vulva, o principal fator de risco é a infecção pelo vírus HPV, que é um vírus transmitido sexualmente, então a principal forma de prevenção é usar camisinha.

O câncer do colo uterino costuma ser mais comum em mulheres em torno dos 40 anos porque elas se infectam com o HPV em torno dos 20 anos, quando há mais atividade sexual. Esse vírus permanece na vagina e no colo uterino, e demora de 15 a 20 anos para desenvolver o câncer caso ninguém identifique e não seja feito o tratamento.

O câncer no corpo uterino e o ovário costumam aparecer em mulheres acima dos 50 anos, após a menopausa e está relacionada com o estilo de vida, tendo como fator de risco, por exemplo, a obesidade e o diabetes.

Além disso, a mutação genética pode ter risco maior de ter o câncer no ovário. Se a mulher tem um gene que é defeituoso, ele pode transformar essas células em malignas e desenvolver a doença oncologica.

A médica explica que o câncer na vagina e vulva são mais raros, mais comuns nas mulheres que têm o HPV. “Se a mulher tem o vírus do colo do útero, muito eventualmente ela tem na vagina e na vulva”.

Diagnóstico

O papanicolau é o principal exame de rastreamento para identificar as lesões que antecedem o câncer ou a doença já desenvolvida.

“Se o papanicolau vier positivo, essa paciente será encaminhada pelo ginecologista para fazer uma biópsia, que são os patologistas que olham, e a gente analisa no microscópio para saber se é benigno, maligno, se ainda está no caminho para desenvolver o câncer”, explica a profissional.

Tratamento

O tratamento depende de qual estágio o câncer está. “A gente tem o estadiamento tumoral, então, por exemplo, se ele estiver localizado apenas no colo uterino e em um tamanho menor, provavelmente, será feito uma retirada menor do colo uterino. Se o câncer estiver se espalhando, será uma cirurgia mais radical”, relata a patologista.

A profissional explica que as cirurgias de corpo uterino e de ovário já são mais radicais porque tem que retirar os órgão e grande parte do tratamento é cirúrgico, após ainda pode ser feito quimioterapia e radioterapia.




Reprodução/ Instituto Nacional de Câncer


 FONTE: https://cultura.uol.com.br/noticias/52999_cancer-ginecologico-saiba-quais-sao-os-tipos-os-diagnostico-e-tratamento.html

 

 







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⚕️ Aviso médico: As informações deste artigo têm caráter exclusivamente educativo e não substituem a consulta com médico e/ou nutricionista. Cada pessoa tem necessidades individuais busque sempre orientação profissional antes de

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COMO SE CLASSIFICA A INSUFICIÊNCIA CARDÍACA?

 

É importante classificar a insuficiência cardíaca quando tiver uma consulta com o seu médico, uma vez que as duas escalas abaixo baseiam-se em como se sente e nos seus sintomas. O seu médico ou enfermeiro irão querer saber como se tem sentido desde a última consulta e podem dizer-lhe em que classe se encontra nessas duas escalas. Por exemplo, poderá verificar que está na Classe NYHA II durante quatro dias por semana e estar mais na Classe NYHA III nos restantes três dias da semana. Estas escalas também podem ajudá-lo no dia-a-dia na gestão diária da doença e pode informar o seu médico ou enfermeiro sobre isso na próxima consulta. O seu médico em conjunto consigo classificará a insuficiência cardíaca quando for diagnosticado pela primeira vez e novamente nas consultas posteriores. Existem dois sistemas utilizados para classificar a insuficiência cardíaca e é provável que o seu médico utilize uma combinação de ambos.

CLASSES NEW YORK HEART ASSOCIATION (NYHA)

Este sistema é utilizado para classificar a gravidade da doença com base nos sintomas.

Classe I (ausência de sintomas)Não apresenta sintomas e consegue realizar as atividades diárias sem se sentir cansado ou com falta de ar.
Classe II (sintomas ligeiros)Sente-se bem em repouso, mas a atividade moderada causa cansaço ou falta de ar.
Classe III (sintomas moderados)Sente-se bem em repouso, mas mesmo uma atividade física reduzida causa cansaço ou falta de ar.
Classe IV (sintomas graves)Não consegue realizar nenhuma atividade física sem desconforto e tem alguns sintomas em repouso.

DIRETRIZES DA AMERICAN HEART ASSOCIATION/AMERICAN COLLEGE OF CARDIOLOGY)

Este sistema aceita que a insuficiência cardíaca pode estar presente antes de ser sintomática.

Fase AYou don’t have heart failure.
Corre um risco elevado de ter a doença, devido a outro problema de saúde que pode causar insuficiência cardíaca, como pressão arterial elevada, diabetes, obesidade ou doença das artérias coronárias.
Fase BO coração sofreu lesões devido a outros problemas de saúde ou outros fatores, mas ainda não tem sintomas.
Fase CO coração tem lesões e tem sintomas de insuficiência cardíaca.
Fase DSofre de insuficiência cardíaca grave que requer cuidados especializados, para além do tratamento.




FONTE: https://www.heartfailurematters.org/pt-br/










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INSUFICIÊNCIA CARDÍACA EM JOVENS

 

INSUFICIÊNCIA CARDÍACA EM JOVENS

A insuficiência cardíaca afeta sobretudo idosos. No entanto, os jovens também podem sofrer de insuficiência cardíaca. As informações disponíveis no site heartfailurematters.org aplicam-se a pessoas de todas as idades. No entanto, alguns dos exemplos utilizados poderão não se aplicar ao seu caso enquanto jovem e poderá estar numa situação específica que exige informações adicionais.

Se tiver mais perguntas ou preocupações, recomendamos que contacte os seus profissionais de cuidados de saúde.

ATIVIDADES, TRABALHO, VIAJAR E DESPORTO

Como pode ler na secção Viver com insuficiência cardíaca, é importante manter-se ativo, mas também adaptar as suas atividades à sua situação específica. Isto é relevante para os doentes de insuficiência cardíaca de todas as idades. Como jovem, poderá considerar diferentes atividades como um jogging lento ou andar de bicicleta. Se estiver a considerar praticar desportos mais intensos, como esqui ou alpinismo, deverá consultar o seu cardiologista.

Também poderá ter de fazer preparativos específicos para viajar (consultar a secção Viajar), incluindo o risco de doença de altitude em altitudes elevadas, certificar-se que tem acompanhamento médico em caso de emergência e considerar precauções para infeções ou exaustão. Por exemplo, quando viajar com um grupo de familiares ou amigos para um parque de diversões, poderá precisar de saber o tipo de atracões que pode anda com uma doença cardíaca, se não precisa de esperar em filas longas e se existem lugares específicos onde possa descansar caso precise

Quando se é jovem com insuficiência cardíaca, existem desafios específicos em encontrar um emprego futuro. Ter um emprego ou uma carreira, mesmo se for a tempo parcial ou algumas horas por semana, pode ser muito benéfico para dar sentido à vida e manter a autoestima. Um emprego ajuda a manter-se ativo, socializar e ter uma vida “normal”. Em conjunto com um prestador de cuidados de saúde ou um orientador de carreiras, é importante que considere o que pode fazer e as suas futuras expetativas. Por exemplo, uma carreira que envolve trabalho pesado ou um elevado esforço físico não é realista.

CONTACTO E RELAÇÕES SOCIAIS

Ter insuficiência cardíaca poderá afetar a capacidade de participar em atividades sociais ou conhecer pessoas e alguns jovens sentem-se inseguros em criar relações. Algumas pessoas preferem socializar com outros jovens com limitações físicas, enquanto outras não querem sentir-se “especiais” ou partilhar as respetivas preocupações e dúvidas com os amigos. Siga os seus sentimentos e considere o que é melhor para si.

Se estiver numa relação e quiser falar sobre a sua doença, poderá explorar este website em conjunto com o seu parceiro ou familiar e falar sobre o que significa para si.

Em caso de preocupações a nível sexual ou contraceção, fale com o seu médico ou enfermeiro para saber qual é a melhor opção para o seu caso.

Se estiver a planear ter um filho, deverá falar sobre isto com o seu médico ou enfermeiro. Não deverá pensar que ter insuficiência cardíaca significa que não pode engravidar ou levar a gravidez a termo. Isto é frequentemente possível, mas a gravidez terá de ser gerida e monitorizada com cuidado.

TER INSUFICIÊNCIA CARDÍACA NUMA FAMÍLIA COM FILHOS PEQUENOS

Ter filhos pequenos poderá ser um desafio adicional quando se tem insuficiência cardíaca. A privação de sono, pegar ao colo e brincar com crianças cheias de energia poderão aumentar a fadiga com que uma pessoa com insuficiência cardíaca já tem de lidar. Poderá ser necessária a ajuda adicional de familiares e amigos para levantar pesos e pegar. Além disso, poderá precisar de encontrar sugestões e truques para conservar a sua energia e ser mais criativo em encontrar desportos e atividades para os seus filhos para que eles possam brincar livremente sem que tenha de desempenhar um papel ativo (por exemplo, trampolins, desportos de equipa e brincar no parque da sua área).

ADULTOS COM DOENÇA CARDÍACA CONGÉNITA

Alguns doentes poderão desenvolver insuficiência cardíaca pouco tempo depois do nascimento. Isto deve-se frequentemente a uma doença cardíaca congénita, que poderá envolver ligações anormais entre o lado esquerdo e o lado direito do coração, por vezes juntamente com anormalidades nas válvulas. Esses doentes poderão requerer cirurgia cardíaca na fase inicial da vida e necessitar de tratamentos especiais. Esses doentes com necessidades especiais são frequentemente designados por “Adultos com doença cardíaca congénita (ADCC)”. As informações incluídas neste site também se aplicam a estes doentes.






FONTE: https://www.heartfailurematters.org/pt-br/o-que-e-a-insuficiencia-cardiaca/insuficiencia-cardiaca-em-jovens/










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