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sexta-feira, 16 de outubro de 2026

CÂNCER: A imunidade após o Transplante de Medula Óssea (TMO): o papel da revacinação.

 Dr. Natalício Kern Filho


A imunidade após o Transplante de Medula Óssea (TMO): o papel da revacinação.
Após a realização do TMO, o sistema imunológico passa por um processo gradual de recomposição. Nesse período, as defesas e a memória imunológica desenvolvidas anteriormente diminuem, tornando necessária a aplicação de um novo esquema vacinal guiado pelo hematologista.
A revacinação ocorre por etapas. As vacinas inativadas iniciam-se nos primeiros meses pós-transplante, enquanto as vacinas de vírus vivos atenuados exigem prazos maiores e avaliação individualizada quanto ao status de imunossupressão ou presença de DECH.
Além do paciente, familiares e cuidadores próximos desempenham papel relevante ao manterem seus cartões de vacina atualizados.
Consulte sempre sua equipe médica para planejar cada etapa com segurança.
Dr. Natalício Kern Filho - Médico Hematologista, Oncohematologista e Hemoterapeuta RQE10.418 | RQE 10.419, Medicina Interna | RQE 10.403. Preceptor Sírio Libanês CRM RS18819













FONTE:  https://www.facebook.com/Dr.NatalicioKernFilho


 

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informativo procure seu médico

abs

Carla



  • ⚕️ Aviso médico: As informações deste artigo têm caráter exclusivamente educativo e não substituem a consulta com médico e/ou nutricionista. Cada pessoa tem necessidades individuais , busque sempre orientação profissional antes de Tratamento

quinta-feira, 15 de outubro de 2026

A trombose é uma condição que exige atenção contínua. Mesmo após o primeiro episódio, existe risco de recorrência.

 Dr. Natalício Kern Filho


Sim. E esse é um ponto que muita gente acaba subestimando.
A trombose é uma condição que exige atenção contínua. Mesmo após o primeiro episódio, existe risco de recorrência.
📊
Estudos mostram que até 30% das pessoas podem ter um novo episódio de trombose ao longo de 10 anos.
👉
A boa notícia?
Na maioria dos casos, esse risco pode ser reduzido com o acompanhamento correto.
👩‍⚕️👨‍⚕️
O seguimento médico é essencial para avaliar seu risco individual e definir estratégias de prevenção a longo prazo, como medicação adequada, mudanças no estilo de vida e controle de fatores de risco.
⚠️
Não ignore sinais e sintomas.
💬
Converse com seu médico e siga sempre as orientações.
Cuidar hoje é evitar problemas amanhã. Estratégia, prevenção e saúde caminham juntas.
Dr. Natalício Kern Filho - Médico Hematologista, Hemoterapeuta RQE10.418 | RQE 10.419, Medicina Interna | RQE 10.403. Preceptor Sírio Libanês CRM RS18819


















FONTE:  https://www.facebook.com/Dr.NatalicioKernFilho


 

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MELHOR IDADE: Vestir minha mãe(PAI) com Alzheimer

 

Alzheimer - Minha mãe tem - ANA'S


Vestir minha mãe com Alzheimer
Minha mãe nunca deu muito trabalho para se vestir. Teve uma fase em que ela queria colocar o vestido por cima da camisola. Eu deixava. Não ia trazer problema nenhum.
Com o tempo, fui aprendendo a facilitar. Comprava roupas sempre um pouco mais largas, todas com elástico na cintura — calças, saias, tudo.
Criei um jeito que funcionava pra nós duas:
Com ela sempre sentada, para evitar quedas, eu colocava primeiro a blusa pela cabeça. Depois, para os braços, eu colocava minha mão por dentro da manga, pegava a mão dela e puxava com carinho. Um braço de cada vez. Fazia a mesma coisa com a calça.
Só depois que as pernas já estavam passadas, eu a colocava em pé para terminar de ajeitar.
E quando ela ficava pronta para ir para a sala, vinha a parte mais importante: a gente elogiava muito. Ela ficava feliz e eu também.
O que aprendi e que pode te ajudar:
A dificuldade para escolher e colocar a roupa é muito comum na demência. A pessoa pode não lembrar a ordem das peças, ficar sobrecarregada com muitas opções ou simplesmente não perceber mais o que é adequado. Para ela, está tudo certo. É que, aos poucos, ela vai perdendo a crítica e o julgamento.
1. Simplifique as escolhas. Deixe o armário leve, sem excesso. Em vez de dizer "se veste", ofereça duas opções: "Você quer a blusa azul ou a branca hoje?" Isso dá a ela a sensação de independência e evita pânico.
2. Organize o processo. Entregue uma peça por vez, na ordem em que deve ser vestida. Use comandos curtos e simples: "Agora vamos colocar a camisa".
3. Facilite a roupa. Prefira tecidos macios e elásticos, roupas folgadas no quadril e na cintura, com botões na frente, velcro no lugar de zíper. Sapatos confortáveis e antiderrapantes.
4. Seja flexível. Se ela quiser usar várias camadas de roupa, tudo bem, só verifique se não está com calor. Se quiser repetir a mesma roupa todos os dias, tenha duas iguais ou parecidas. Se a combinação não ficou ideal, não critique.
5. Informe toda a família. É fundamental que todos saibam o que está acontecendo, principalmente os netos. Sem entender, eles podem, sem querer, causar constrangimento, irritação ou tristeza na pessoa com Alzheimer.
6. Segurança e paciência sempre. Estimular que ela se vista sozinha é ótimo, mas prevenir acidentes é indispensável. Faça com ela sentada, sem pressa. A pressa gera ansiedade e frustração para os dois.
No final, elogie. Sempre. O vestir deixa de ser só uma tarefa e vira um momento de cuidado e de autoestima para ela.
@superfãs










FONTE:  https://www.facebook.com/alzheimer.annaizabel?__cft__[0]=AZg6rhgEyOQomAc9EvjbLc7vKN8CaP8rvimgmfaVgIS5Be0tHemm5u3kx5VU3MIHAQCXWY1oXrYOKdCWpWBJjjMHhfx88UmMb_LHLCmBmxMCSjczSl2YLfW0erRBpnDwTZYXrQi9tmeXZIc7rXauMnu9Xc0F0upksuhf79VinJGQOo8_A1jkDyUdzQMKexwnN-KO2dW6b4s1aY7YnjOB&__tn__=-UC%2CP-y-R


 

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