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quinta-feira, 31 de outubro de 2024

OUTUBRO ROSA Mais Acesso a Especialistas oferece cuidado integrado a pessoas com câncer

 Ministério da Saúde

 

Publicado em 24/10/2024 18h29 Atualizado em 24/10/2024 19h37

 

 Programa garante que esses pacientes tenham o agendamento de consulta, exames e retorno médico em uma única fila em até 30 dias, a partir da primeira consulta

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Foto: Jeronimo Gonzales/MS

O Ministério da Saúde tem cumprido seu papel de fortalecer o Sistema Único de Saúde (SUS) em todas as esferas, incluindo a atenção especializada,  que abriga o Programa Mais Acesso a Especialistas (PMAE). Lançado pela Portaria nº 3.492, de 8 de abril de 2024, o programa tem como foco tornar o acesso do paciente às consultas e aos exames especializados o mais rápido possível e com menos burocracia, a partir do encaminhamento realizado pelas equipes de atenção primária. Uma iniciativa que vai contribuir para agilizar os exames preventivos, o diagnóstico e o tratamento do câncer de mama, por exemplo. 

“Atualmente, esse cuidado se dá de maneira fragmentada. Uma mulher vai até uma unidade de saúde da atenção primária, na qual recebe indicação para a realização de mamografia. A mamografia é realizada em um serviço especializado, onde o médico pode solicitar exames mais específicos para o diagnóstico. Disso, caso os exames diagnósticos forem sugestivos de câncer, ela será encaminhada para o tratamento em um hospital especializado conveniado ao SUS. Esses procedimentos são feitos em tempos diferentes, em lugares diferentes, o que leva, dependendo do estado e município, um tempo maior para que a mulher tenha seu diagnóstico comprovado ”, explica Thais Alessa Leite, assessora técnica especializada do Ministério da Saúde.

Já no contexto do Mais Acesso a Especialistas, segundo Thaís, o profissional de atenção básica realizará o agendamento de um pacote de serviços, chamados de Oferta de Cuidados Integrados (OCIs). “Quando o paciente precisar de mais de uma consulta ou exame especializado, ele não será colocado em várias filas para atendimento. Ele será encaminhado a um serviço de saúde que realiza todas, ou a maioria das consultas e exames de que precisa”, explica.  As secretarias de saúde estaduais e municipais deverão supervisionar o serviço para garantir que tudo seja realizado dentro do prazo.

Uma boa notícia para Rita de Cássia Borges, de 56 anos, que faz tratamento oncológico no Hospital Regional de Taguatinga (HRT), no DF. Ela está terminando as sessões de quimioterapia e está na lista de espera para a realização da cirurgia e sessões de radioterapia. “O processo do tratamento é muito difícil. É uma doença desconhecida. Quando soube, chorei muito, entrei em choque. Graças a Deus procurei atendimento rápido e sou muito bem acompanhada pelo pessoal do hospital. Agora é ter fé e focar no tratamento”, afirma Rita.

 

Adesão 

A adesão por parte de estados e municípios pode ser realizada a qualquer momento pelo sistema eletrônico InvestSUS. Após aderir, os gestores deverão enviar os seus respectivos Planos de Ação Regional para a implementação do programa. 

O Ministério da Saúde irá apoiar as secretarias de saúde  com normas, manuais e cursos, além de recursos financeiros, com objetivo de promover a efetivação das ações do Mais Acesso a Especialistas. 

Mais policlínicas 

Além disso, com um investimento de R$ 1,65 bilhão, o Ministério da Saúde construirá 55 policlínicas em 24 estados, beneficiando mais de 19 milhões de brasileiros e brasileiras. Os recursos são oriundos do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC) e permitirão o surgimento de estruturas mais modernas e equipadas para uso da população.

As policlínicas fazem parte do PMAE, que tem como ponto de partida a necessidade de tornar o acesso do paciente, aos exames especializados e às consultas, o mais rápido possível e com menos burocracia, a partir do encaminhamento realizado pela Equipe de Saúde da Família (eSF)

Com o novo projeto, as policlínicas se tornarão um centro integrado de cuidado e resolução que contemplará núcleos de atenção integral ao homem, mulher, crianças e outros públicos que requerem acompanhamento especial.  Espaços de reabilitação para pacientes com sequelas de Acidente Vascular Cerebral (AVC) e doenças respiratórias também estão no projeto. 

Serão oferecidos nas novas unidades a realização de exames gráficos e de imagem como ressonância magnética, tomografia e eletrocardiograma; consulta clínica de apoio ao diagnóstico com médicos de diversas especialidades como angiologia, cardiologia, oftalmologia e neurologia; mamografia, endoscopia, colonoscopia e pequenos procedimentos como vasectomia, cauterização e biópsias em centro cirúrgico de baixa complexidade.

 

Saiba mais sobre o Programa Mais Acesso a Especialistas 

 

LINK:  👇👇👇

https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/saes/pmae


Vanessa Rodrigues
Ministério da Saúde

Saúde e Vigilância Sanitária

 

 

 

 

 

 

FONTE:https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2024/outubro/mais-acesso-a-especialistas-oferece-cuidado-integrado-a-pessoas-com-cancer

 

 

 

 

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Carla

Ecodoppler de artérias carótidas: o que é e para que serve?

Nome complicado é o que mais vemos nos exames, não é mesmo? Mas o Ecodoppler de artérias carótidas é algo mais simples do que parece. Esse exame estuda as artérias que são responsáveis pelo fluxo de sangue ao cérebro.
Mas para que eu preciso fazer o Ecodoppler das carótidas?
Esse exame é indicado como prevenção para pacientes com fatores de risco cardíacos, com diagnóstico prévio de doença cardiovascular, aqueles que já operaram esses vasos, ou com suspeita de obstruções das artérias, com sintomas que podem incluir tonturas, cegueira súbita ou derrame (AVC).
Diversos estudos comprovaram que metade dos pacientes que sofreram infarto tinham placas obstruindo os vasos do coração.
Esse exame é indicado como prevenção para pacientes com fatores de risco cardíacos
Como é feito o exame?
A ecografia é feita no pescoço e analisa em tempo real a anatomia e circulação nas artérias carótidas e vertebrais, que levam sangue para o cérebro.
Normalmente, os locais de maior obstrução são na origem da artéria vertebral e no bulbo carotídeo, bifurcação das carótidas internas e externas, ambas se localizam no pescoço.
O ecodoppler das carótidas avalia a qualidade das possíveis placas quanto à predominância de gordura, fibrose ou calcificação e complicações como úlcera e trombose.
Esse exame também utilizado para avaliar se há um espessamento do revestimento interno destas artérias, ou seja, se as artérias estão “engrossando”. Essa é uma evidência inicial de aterosclerose. Pacientes com espessamento médio-intimal são considerados de maior risco para o derrame cerebral.
O ecodoppler das carótidas avalia a qualidade das possíveis placas de gordura
Além desse problema, existem diversas outras complicações que o ecodoppler das carótidas pode ajudar a diagnosticar, como a trombose, as embolias, que são o deslocamento de coágulos ou vegetações que se desprendem do coração e obstruem as artérias, aneurismas, são dilatações anormais das artérias e até para descobrir malformações congênitas.

 

 

 

 

 

 

FONTE: https://ecografiamultimagem.com.br/ecodoppler-de-arterias-carotidas-o-que-e-e-para-que-serve/


 

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Carla

 

diabetes: Fabricante confirma caso de canetas de Ozempic falsificadas e emite nota à população

 

Fabricante alerta aspectos para facilitar a identificação do medicamento, para saber se é original ou falso.                                                                 

Momento Diabetes | 30/10/2024

 

Por Priscila Horvat*

Após a internação de uma mulher de 46 anos, no Rio de Janeiro, por ter usado uma caneta de Ozempic® falsificada, a Novo Nordisk, fabricante do medicamento, se pronunciou na última terça-feira (22/10/2024). Ozempic® é a marca comercial do medicamento cujo princípio ativo é a semaglutida, usado no tratamento do diabetes tipo 2 para controle da hiperglicemia. O medicamento é disponibilizado em uma caneta de aplicação semanal na cor azul.

O comunicado da fabricante revelou que foram reportados casos em Brasília (DF) e no Rio de Janeiro (RJ). Em nota, a empresa afirmou que há indícios de que canetas de insulina Fiasp FlexTouch® foram readesivadas com rótulos de Ozempic do lote NP5K174, possivelmente retirados indevidamente de canetas originais. A empresa não pode garantir que etiquetas de Ozempic de outros lotes não tenham sido utilizadas em casos semelhantes de falsificação.

Embora a Novo Nordisk já tenha identificado a falsificação, só conseguiu confirmar os dados do incidente na terça-feira (22/10/2024). A empresa se colocou à disposição dos consumidores para esclarecer dúvidas e afirmou que continua atenta a possíveis complicações. Amostras do produto foram coletadas para análise e a Anvisa foi notificada sobre as falsificações. “A companhia reconhece a gravidade da situação e está colaborando com as autoridades competentes para investigar os fatos”, destacou a nota.

Sociedades médicas também se manifestam

A Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (Sbem), a Associação para o Estudo da Obesidade e Síndrome Metabólica (Abeso) e a Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD) também publicaram comunicados alertando para os riscos do uso de medicamentos falsificados e orientando os pacientes a redobrarem os cuidados na compra de remédios.

“O uso de medicamentos falsificados pode resultar em graves danos à saúde, incluindo reações adversas inesperadas, e exposição a substâncias perigosas que não passaram por controle de qualidade. Outra ameaça é a da ineficácia do tratamento e, nesse sentido, remédios falsificados comprometem o manejo adequado de doenças crônicas como o diabetes, colocando a vida dos pacientes em risco”, disse o comunicado da SBD.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) também alertou sobre lotes identificados como falsos desde 2023, como MP5C960 e LP6F832. A investigação da Polícia Civil do Rio de Janeiro continua ativa, e os outros exemplares do lote já foram retirados das farmácias.

A paciente que deu entrada no hospital com hipoglicemia severa já está estável e recebeu alta nessa segunda-feira (21/10/2024).

Entre as recomendações para identificar a caneta correta estão:

  • A caneta de Ozempic é de cor azul clara com botão de aplicação cinza, enquanto a caneta de insulina Fiasp é azul escura com botão laranja;
  • Atenção ao comprar em canais não licenciados pela Anvisa, que não têm autorização para usar o nome e produtos da marca;
  • Verifique se a embalagem do medicamento está violada ou rasurada, ou se apresenta informações em idiomas estrangeiros e aparência divergente. As canetas de Ozempic são vendidas apenas pré-preenchidas;
  • Desconfie de preços muito baixos, pois os produtos seguem a tabela da CMED, um órgão que regulamenta os preços dos medicamentos no Brasil;
  • Atenção a adesivos com a informação de “nova fórmula”: o laboratório não altera a produção desde 2019;
  • As canetas de Ozempic 1 mg não possuem numerações diferentes de 0 mg e 1 mg no seletor de doses.

*Priscila Horvat é jornalista com foco em saúde e integra a equipe da Momento Diabetes.

 

 

 

 

FONTE: https://www.momentodiabetes.com.br/fabricante-confirma-casos-de-ozempic-falsificados/


 

  

 
23 DE NOVEMBRO CANCER INFANTO JUVENIL de www.sbp.com.br

 

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Carla

 

Associação Mineira do AVC AMAVC > Avc infantil

 

 Associação Mineira do AVC

 


 

 

 O AVC infantil ocorre em crianças de 1 a 18 anos de vida. Porém, crianças abaixo de um ano também podem sofrer o AVC, especialmente bebês que estão nascendo e enfrentam algum quadro de complicação no parto, como algum distúrbio que cause uma falta de sangue no cérebro da criança.
Atenção: dor de cabeça em crianças também pode ser um sinal de alerta para os pais e que precisa de acompanhamento médico rápido.

 

 

 

 

FONTE: https://amavc.com.br/

https://www.redebrasilavc.org.br/pacientes/

 

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Carla


 

 

 Pode ser uma imagem de coração e texto

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

FONTE:https://web.facebook.com/Oficialcarinhodeanjo/photos_by

 

 

 

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AMAVC _ Associação Mineira do AVC >

 

Associação Mineira do AVC- AMAVC

 3 de setembro de 2020

 


 

 

 

 

FONTE: https://amavc.com.br/direitos-dos-avecistas/

https://www.redebrasilavc.org.br/pacientes/

 

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quarta-feira, 30 de outubro de 2024

AMAVC- Associação Mineira do AVC>Ultrassonografia das carótidas pode prevenir o AVC

 

 - Associação Mineira do AVC

 

 

O AVC  mata mais de 100 mil pessoas por ano, entre crianças, jovens e idosos.

A cada seis segundos uma pessoa morre em consequência de Acidente Vascular Cerebral (AVC), popularmente conhecido como derrame. Ele  mata mais por ano do que a Aids, a malária e a tuberculose juntas, e é a segunda razão de morte em pessoas maiores de 60 anos e a quinta na faixa entre 15 e 59 anos.

Mas, o que fazer para resolver o problema? Prevenção é a unica opção. Prevenir o problema por meio de hábitos saudáveis de vida e de um exame simples. Estamos falando da ultrassonografia das carótidas, artéria por onde passa o fluxo sanguíneo do coração ao cérebro e inclusive a outros órgãos, como a visão.

A ultrassom das carótidas é um procedimento não invasivo, não ionizante, de baixo custo e de execução rápida (20 a 30 minutos), onde se busca identificar se há ou não a obstrução da artéria assim como a anatomia e a circulação do fluxo sanguíneo nesse vaso arterial. De acordo com o nível de interrupção do fluxo carotídeo, o paciente pode vir apresentar, por exemplo, o derrame cerebral.

“No AVC do tipo isquêmico a obstrução da carótida reduz o suprimento de sangue e oxigênio a uma parte do cérebro, provocando danos ou até mesmo à morte das células cerebrais, o que resulta, neste último caso, no estado de coma”, explicou a cardiologista Janiffer Lacet Machado. Ela é uma das quatro ultrassonografistas que realizam especificamente este tipo de exame na Santa Casa de Maceió.

A recomendação é que homens e mulheres após os 30 aos devem incluir a ultrassom das carótidas em seu check-up anual, assim como periodicamente as mulheres vão ao ginecologista e os homens fazem hemogramas. Os males da vida moderna, como a má alimentação e o sedentarismo, têm exposto adultos jovens ao risco do AVC cada vez mais cedo.

Até recentemente a ultrassom das carótidas era indicada predominantemente aos pacientes cardíacos no pré-operatório ou que já tenham sofrido o AVC. Agora, preocupados com a prevenção, os médicos recomendam que pacientes com dislipidemia (alta taxa de colesterol no sangue) também façam o exame.

Há também casos que podem ou não ser sinais de AVC, como tontura repentina, perda momentânea da visão, desmaios sem explicação, pacientes tabagistas e, por incrível que pareça, até mesmo pacientes assintomáticos podem ter placas de gordura ou calcificações na artéria e nem saber disso pela pura falta de sintomas.

(Fonte: http://tribunahoje.com)

 

 

 Ecodoppler de artérias carótidas: o que é e para que serve? – Ecografia  Multimagem – Exames

 

 

 

FONTE: https://amavc.com.br/

https://ecografiamultimagem.com.br/ecodoppler-de-arterias-carotidas-o-que-e-e-para-que-serve/

https://www.redebrasilavc.org.br/pacientes/

 

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