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quarta-feira, 23 de março de 2016

Consumo excessivo de carboidratos pode estar conectado a epidemia de Diabetes e Obesidade





O diabetes representa hoje um importante problema de saúde individual e populacional, não apenas pelo aumento global de sua frequência, em proporções epidêmicas, mas também pelas complicações debilitantes que pode desencadear, entre elas cegueira, insuficiência renal, amputações não traumáticas e doenças cardiovasculares. No Brasil, cresce a cada ano o número de pacientes e conforme indica dados divulgados pelo Ministério da Saúde, atualmente 13 milhões de pessoas têm diabetes no país.
Acompanhando este índice, o excesso de peso e obesidade também alcançam patamares alarmantes mundialmente. Além dos hábitos de vida e fatores genéticos, o que poucas pessoas sabem é que a alimentação desempenha um papel significativo tanto para reverter o sobrepeso, quanto para tratar e prevenir o diabetes. Em estudo publicado pelo Grupo Finlandês de Prevenção do Diabetes, pesquisadores demonstraram que a instalação do diabetes no adulto pode ser retardada, ou até mesmo evitada, através de mudanças alimentares e aumento de atividade física.
Consumo excessivo de carboidratos pode estar conectado a epidemia de diabetes e obesidadeEspecialistas explicam que o consumo excessivo de carboidratos e industrializados e a gradativa redução de gorduras saudáveis, proteinas, verduras e frutas do cardápio são alguns dos principais equívocos. Os produtos derivados do trigo, são os principais alvos do debate. Amplamente consumidos, segundo pesquisadores, esses alimentos são repletos de um açúcar chamado amilopectina, que eleva a glicose no sangue mais do que o açúcar comum. Essas elevações do açúcar no sangue, com o passar do tempo, leva a chamada resistência à insulina, condição inflamatória que predispõe a doenças como obesidade, diabetes tipo 2, pressão alta e triglicerídeos elevados.
Para o Presidente do Instituto Nacional de Estudos da Obesidade e Doenças Crônicas (INEODOC), o médico Patrick Rocha, a abordagem atual da medicina e nutrição para o diabético é muito problemática, pois foca no tratamento medicamentoso e ignora os estudos e evidências científicas mais atuais que tratam sobre hábitos que comprometem o tratamento. Segundo ele, o aspecto mais importante, tanto para a prevenção, quanto para o tratamento da doença é a alimentação.
"Pratica-se no Brasil uma alimentação de cinco décadas de atraso, com falta de orientação as pessoas sobre todos os aspectos que envolvem a saúde do diabético e pré-diabético. O tratamento de pacientes com diabetes não se trata apenas de prescrever medicamentos, mas também de uma educação alimentar e buscar ações preventivas. Muitos pacientes tem seus casos agravados por falta de informação, o que os leva a aumentar cada vez mais a dosagem das medicações e a sofrer de diversas complicações", destaca Dr. Patrick Rocha.
De acordo com a Associação de Diabetes Juvenil são cerca de um milhão de crianças diabéticas no Brasil, e provavelmente, o que já aponta para o risco de uma epidemia de sobrepeso e obesidade em crianças. Até alguns anos atrás, crianças e adolescentes apresentavam apenas Diabetes tipo 1, e nos últimos anos cresceu consideravelmente o número de casos de crianças e adolescentes que apresentam os dois tipos de diabetes.
Segundo Dr.Rocha, os primeiros passos para quem deseja abandonar o consumo de trigo e não é diabético pode começar usando a tapioca (massa fina) no lugar do trigo. Mas o ideal é retirar tudo que houver trigo e focar nas gorduras saudáveis e proteínas de alto valor biológico (ovos, óleo de coco, carnes de animais que pastam, abacate, etc). "Os carboidratos fibrosos também são importantes para a saúde, como as hortaliças em geral. As omeletes recheadas de queijo, carne, brócolis e outros legumes são uma excelente opção", completa o médico.
Saiba mais: O médico Patrick Rocha (CRM-CE 8561) é palestrante, pesquisador e apaixonado por saúde e nutrição. Dr. Rocha é Presidente do Instituto Nacional de Estudos da Obesidade e Doenças Crônicas (INEODOC) e autor dos treinamentos "Emagreça com o Dr Rocha" e "Programa Diabetes Controlada".Visite o site: www.drrocha.com.br
obs. conteúdo meramente informativo procure seu médico
abs
Carla
http://www.segs.com.br/saude/5874-consumo-excessivo-de-carboidratos-pode-estar-conectado-a-epidemia-de-diabetes-e-obesidade.html

terça-feira, 22 de março de 2016

Tratamento para o Câncer pode trazer efeitos colaterais, como problemas Cardíacos

Tratamento para o câncer pode trazer efeitos colaterais, como problemas cardíacos

Saiba como se prevenir
Os tratamentos quimioterápico e radioterápico são, na maioria das vezes, os procedimentos mais efetivos para a cura do câncer em um paciente. É por meio deles que as células cancerosas têm maior possibilidade de serem destruídas, proporcionando a recuperação do enfermo, dependendo do estágio da doença e da resposta ao tratamento.
Mas, embora alguns tipos de quimioterapia sejam destinados a atingir o tecido tumoral, o procedimento também pode danificar tecidos saudáveis e trazer efeitos colaterais, como náuseas, vômitos e queda de cabelo. Dependendo da extensão do câncer e da quantidade de medicação necessária, esses efeitos podem se tornar mais sérios e provocar problemas no coração, principalmente quando as lesões acontecem no músculo cardíaco, no pericárdio, que é a membrana que envolve o coração, ou nos vasos sanguíneos.
Os efeitos adversos no coração também podem ser ocasionados pela radioterapia, principalmente quando a radiação for direcionada à região torácica, como nos casos de câncer de mama.
Mas nem todo medicamento utilizado contra o câncer é cardiotóxico, ou seja, causa danos ao coração, e nem todo paciente submetido aos procedimentos desenvolverá algum problema cardíaco. Dados da Organização Mundial de Saúde (OMS) apontam que o problema atinge até 10% dos pacientes.
Para preparar os profissionais da oncologia a usarem a quimioterapia de forma mais eficaz e com riscos menores, foi criada, em 2011, a Primeira Diretriz Brasileira de Cardiologia pela Sociedade Brasileira de Cardiologia, em parceria com a Sociedade Brasileira de Oncologia. Entre as orientações aos médicos está a disseminação de recomendações práticas para a monitorização da função cardiovascular.
Segundo o oncologista do Instituto de Câncer de Brasília (ICB), Dr. Douglas Manfroi, hoje é possível prevenir os efeitos colaterais mais severos, que podem atingir o coração do paciente. “Hoje a medicina está mais evoluída, e os tratamentos quimioterápicos também. Além disso é possível monitorar o órgão e saber precocemente se houve qualquer alteração cardiopática no paciente durante o tratamento e corrigi-la. Para isso, o paciente precisa confiar no tratamento que está sendo passado pelo médico e seguir à risca todas as recomendações”, aconselha.
Para evitar a cardiotoxicidade, o paciente deve revelar ao oncologista, detalhadamente, todo o histórico de doença, pessoal e familiar, para saber de que forma o tratamento pode ser menos prejudicial, principalmente para quem já apresenta problemas como hipertensão, diabetes, obesidade, entre outros. Além disso, é importante monitorar, por meio de exames de rotina, possíveis danos ao coração durante o tratamento, como exames físicos, eletrocardiograma e ecocardiografia.
O diálogo entre médico e paciente também é de extrema importância, por isso, o enfermo deve se sentir à vontade para perguntar ao especialista quais são as chances de o tratamento desencadear um efeito colateral e quais são as formas de evitá-lo.
obs. conteúdo meramente informativo procure seu médico
abs
Carla
http://www.segs.com.br/saude/7306-tratamento-para-o-cancer-pode-trazer-efeitos-colaterais-como-problemas-cardiacos.html

Nova Patente Para Medir Glicose Pela Saliva Pode Dar Fim A Exames De Sangue

A nova tecnologia foi desenvolvida nos laboratórios da Universidade Estadual do Arizona nos EUA
A nova tecnologia foi desenvolvida nos laboratórios da Universidade Estadual do Arizona nos EUA
Nova tecnologia de testes de glicose poderia substituir os tradicionais exames de sangue para quem sofre de diabetes.
A Tekcapital adquiriu a licença exclusiva de um pedido de patente inovadora para a tecnologia de teste de glicose não-invasivo, o que poderia revolucionar a maneira que sofrem de diabetes monitorar seus níveis de açúcar no sangue.
O novo pedido de patente feito nos EUA feito pela Arizona State University é em relação às medições dos níveis de glicose usando tiras de biossensores descartáveis ​​para recolher uma amostra de saliva de humanos ou mesmo dos animais domésticos.
O dispositivo verifica as amostras de líquido através de uma análise eletroquímica.
Quase 350 milhões de pessoas no mundo sofrem da doença crônica, que ocorre quando o quando o pâncreas não produz insulina suficiente, um hormônio que regula o açúcar no sangue, ou quando o corpo não pode usar eficazmente a insulina que produz.
Tekcapital acredita que a tecnologia inovadora irá se tornar um sucesso comercial, e que poderia substituir a necessidade de exames de sangue invasivos tomados, pelo menos, quatro vezes ao dia por pessoas com diabetes.
Atualmente, o método padrão usado por pessoas que sofrem de diabetes em todo o mundo é o de retirar uma amostra de sangue e colocá-la sobre uma tira para inserção dentro de um dispositivo médico, que determina a concentração aproximada de glicose no sangue, chamado de glicosímetro.
Além da dor e desconforto, este método pode causar infecções transmissíveis pelo sangue.
O presidente executivo da Tekcapital, Dr. Clifford Gross, disse: “Este é um passo adiante para um método não-invasivo para a medição de glicose. Se comercializado com sucesso, esta nova tecnologia poderá encorajar os pacientes e donos de animais a medirem os níveis de açúcar no sangue com mais freqüência e sem desconforto”.
Como o número de pessoas com a diabetes aumenta e a população global envelhece, pesquisa recente previu que o mercado para o diagnóstico de diabetes pode chegar a até US $ 14.2 bilhões em 2019.
obs. conteúdo meramente informativo procure seu médico
abs.
Carla