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Receber o diagnóstico de Demência Precoce por Múltiplos Infartos aos 49 anos é algo que abala profundamente. O choque, o medo do futuro e a sensação de injustiça são reações naturais. É importante começar com clareza e acolhimento: isso não define o fim da história da pessoa, mas indica que o cérebro sofreu lesões vasculares e agora precisa de cuidado sério, contínuo e bem direcionado.
A Demência Precoce por Múltiplos Infartos acontece quando o cérebro é atingido por pequenos ou grandes eventos vasculares, muitas vezes silenciosos ao longo do tempo. Cada infarto cerebral compromete uma área específica, e o conjunto dessas lesões passa a interferir no funcionamento global do cérebro. Por isso, os sintomas variam conforme as regiões afetadas.
Em pessoas mais jovens, podem surgir tonturas persistentes, dificuldades para engolir, alterações cognitivas, lentificação do raciocínio, mudanças no equilíbrio, na coordenação e no controle emocional. Esses sinais não são psicológicos nem exagero. Eles refletem alterações reais no cérebro e precisam ser levados a sério.
Quem essa pessoa deve procurar
O acompanhamento da Demência Precoce por Múltiplos Infartos precisa ser multidisciplinar:
– Neurologista, preferencialmente com experiência em demências vasculares e casos precoces
– Cardiologista ou angiologista, para avaliar a circulação, pressão arterial, arritmias e risco de novos eventos
– Fonoaudiólogo, especialmente diante da dificuldade de engolir, para prevenir engasgos e aspiração
– Fisioterapeuta, se houver tonturas, desequilíbrio ou risco de quedas
– Nutricionista, para adaptar a alimentação à segurança da deglutição
– Psicólogo ou psiquiatra, para apoio emocional diante do impacto do diagnóstico
– Cardiologista ou angiologista, para avaliar a circulação, pressão arterial, arritmias e risco de novos eventos
– Fonoaudiólogo, especialmente diante da dificuldade de engolir, para prevenir engasgos e aspiração
– Fisioterapeuta, se houver tonturas, desequilíbrio ou risco de quedas
– Nutricionista, para adaptar a alimentação à segurança da deglutição
– Psicólogo ou psiquiatra, para apoio emocional diante do impacto do diagnóstico
O que precisa ser rigorosamente controlado
Na Demência Precoce por Múltiplos Infartos, o controle dos fatores de risco é essencial:
– Pressão arterial
– Diabetes
– Colesterol
– Tabagismo
– Uso de álcool
– Ritmo cardíaco
– Histórico familiar de AVC ou doenças vasculares
– Diabetes
– Colesterol
– Tabagismo
– Uso de álcool
– Ritmo cardíaco
– Histórico familiar de AVC ou doenças vasculares
Controlar esses fatores não reverte as lesões já existentes, mas é fundamental para evitar novos infartos cerebrais e retardar a progressão da doença.
Um ponto fundamental
A Demência Precoce por Múltiplos Infartos não evolui da mesma forma para todas as pessoas. Em muitos casos, quando os fatores de risco estão bem controlados, o quadro pode permanecer estável por longos períodos. A evolução costuma acontecer em “degraus”, geralmente após novos eventos vasculares. Por isso, acompanhamento contínuo faz diferença real.
PARA QUEM RECEBEU ESSE DIAGNÓSTICO
O diagnóstico não apaga quem a pessoa é.
Há medo, mas também há caminhos. Informação, cuidado e apoio ajudam a diminuir o desespero e a reconstruir algum chão quando tudo parece desabar.
Há medo, mas também há caminhos. Informação, cuidado e apoio ajudam a diminuir o desespero e a reconstruir algum chão quando tudo parece desabar.
Conheça nossa página e nosso grupo de apoio online: 1 Sujeito chamado Alzheimer
FONTE: https://web.facebook.com/groups/mentesedemencias

obs. conteúdo meramente informativo procure seu médico
abs.
Carla








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