29/01
PARA QUEM CUIDA DE ALGUÉM QUE NÃO PODE MAIS SE DEFENDER SOZINHO
Estar em um hospital não é simples.
Para o cuidador familiar, muitas vezes, é estar em estado de alerta constante.
Para o cuidador familiar, muitas vezes, é estar em estado de alerta constante.
Quando o ente querido tem demência, deficiência ou limitação cognitiva, o cuidador não está ali apenas para acompanhar.
Ele é ponte, voz, memória e proteção.
Ele é ponte, voz, memória e proteção.
Este guia existe para lembrar algo essencial:
O cuidador tem direitos.
O cuidador tem direitos.
O cuidador é o representante do cuidado
Quando o paciente não compreende totalmente o que está acontecendo, as informações devem ser direcionadas ao cuidador.
O profissional não deve:
– transferir decisões para a pessoa com demência
– esperar que ela lembre de chamar a enfermagem
– perguntar sobre consentimentos que ela não tem mais condição de avaliar
– transferir decisões para a pessoa com demência
– esperar que ela lembre de chamar a enfermagem
– perguntar sobre consentimentos que ela não tem mais condição de avaliar
Nesses casos, a comunicação precisa ser feita com o cuidador.
O cuidador tem direito à informação
O cuidador pode e deve saber:
- quais medicações estão sendo administradas
- para que servem
- em quais horários
- se houve mudança de conduta
- se algo foi suspenso ou incluído
Informação não é desconfiança, é cuidado responsável.
O cuidador tem direito de acessar o prontuário
O prontuário pertence ao paciente.
Quando o paciente não consegue compreender, o cuidador tem o direito de ler, acompanhar e solicitar esclarecimentos.
Quando o paciente não consegue compreender, o cuidador tem o direito de ler, acompanhar e solicitar esclarecimentos.
Isso inclui:
- evoluções médicas
- registros de enfermagem
- prescrições
- observações relevantes
Dificultar esse acesso não é ética, não é cuidado e não é correto.
O cuidador tem direito de ser ouvido
O cuidador conhece:
- os horários habituais
- os sinais de desconforto
- as reações a medicamentos
- os limites emocionais e cognitivos
Ignorar o cuidador é ignorar informações valiosas para o cuidado.
Vigilância não é afronta
Perguntar, acompanhar, observar e registrar não é criar problema.
É proteger quem já não consegue mais se proteger.
A maioria dos profissionais cuida com ética e humanidade.
Mas sistemas sobrecarregados exigem atenção redobrada.
Mas sistemas sobrecarregados exigem atenção redobrada.
Cuidar também é vigiar com amor.
Conheça nossa página e nosso grupo de apoio online: 1 Sujeito chamado Alzheimer

FONTE: https://web.facebook.com/groups/mentesedemencias

obs. conteúdo meramente informativo procure seu médico
abs.
Carla







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