Publicado em por CIF
O projecto GlucoWise, desenvolvido por
uma startup (empresas que estão a iniciar actividade com base num
produto inovador) sedeada no Reino Unido, é um dos quatro finalistas no
concurso Building Global Innovators, ou BGI, uma iniciativa do ISCTE –
Instituto Universitário de Lisboa, que tem a colaboração do programa MIT
Portugal e da Caixa Capital.
Esta tecnologia inovadora na área da saúde foi hoje escolhida como exemplo para apresentar num encontro com jornalistas para anunciar a cerimónia que vai dar a conhecer o vencedor da edição deste ano.
O responsável pela GlucoWise, Quinton Fivelman, de origem sul-africana, que falava a partir de Londres, avançou que procuram financiamento para produzir um protótipo mais pequeno e entrar no mercado, o que deverá acontecer “dentro de poucos anos”.
A diabetes é uma doença sem cura, mas que pode ser controlada, o que exige a medição precisa dos níveis de glicose no sangue.
O dispositivo GlucoWise é de pequenas dimensões, não invasivo, e mede os níveis de açúcar a partir de sensores que podem estar no lóbulo da orelha, na mão, entre os dedos polegar e indicador, ou no pé, explicou Quinton Fivelman.
A monitorização dos níveis de glicose pode ser contínua e os resultados das medições são exibidos no próprio dispositivo ou transmitidos para um smartphone ou tablet.
Quenton Fivelmen disse que também é possível enviar os dados para um sistema de cloud (nuvem), que poderá estar disponível para o médico que segue o diabético.
Além deste projeto, entre os finalistas, que receberam já 100 mil euros cada, estão a Watgrid, na área das cidades inteligentes, a Cucco, na área da web, e a MeshApp, do sector de produtos e serviços de consumo.
O concurso BGI, que vai na sua quarta edição, atribui anualmente apoios até um milhão de euros, distribuídos pelas startups, à medida que o processo de operacionalização e comercialização dos produtos se desenvolve
Fonte: Jornal médico
obs. conteúdo meramente informativo procure seu médico
abs
Carla
https://cifph.wordpress.com/2015/04/14/novo-sensor-na-orelha-mede-acucar-no-sangue-e-envia-dados-para-tablet/
Esta tecnologia inovadora na área da saúde foi hoje escolhida como exemplo para apresentar num encontro com jornalistas para anunciar a cerimónia que vai dar a conhecer o vencedor da edição deste ano.
O responsável pela GlucoWise, Quinton Fivelman, de origem sul-africana, que falava a partir de Londres, avançou que procuram financiamento para produzir um protótipo mais pequeno e entrar no mercado, o que deverá acontecer “dentro de poucos anos”.
A diabetes é uma doença sem cura, mas que pode ser controlada, o que exige a medição precisa dos níveis de glicose no sangue.
O dispositivo GlucoWise é de pequenas dimensões, não invasivo, e mede os níveis de açúcar a partir de sensores que podem estar no lóbulo da orelha, na mão, entre os dedos polegar e indicador, ou no pé, explicou Quinton Fivelman.
A monitorização dos níveis de glicose pode ser contínua e os resultados das medições são exibidos no próprio dispositivo ou transmitidos para um smartphone ou tablet.
Quenton Fivelmen disse que também é possível enviar os dados para um sistema de cloud (nuvem), que poderá estar disponível para o médico que segue o diabético.
Além deste projeto, entre os finalistas, que receberam já 100 mil euros cada, estão a Watgrid, na área das cidades inteligentes, a Cucco, na área da web, e a MeshApp, do sector de produtos e serviços de consumo.
O concurso BGI, que vai na sua quarta edição, atribui anualmente apoios até um milhão de euros, distribuídos pelas startups, à medida que o processo de operacionalização e comercialização dos produtos se desenvolve
Fonte: Jornal médico
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