(veja a figura 1). Existem cinco tipos de cadeias pesadas e a cada
tipo corresponde uma letra específica. Estes cinco tipos são abreviados
como IgG, IgA, IgM, IgD, e IgE.
Existem dois tipos de cadeias leves e nos referimos a elas como kappa (κ) e lambda (λ ou L). Cada plasmócito produz apenas um tipo de cadeia pesada e um tipo de cadeia leve. Ao todo existem 10 subtipos de imunoglobulinas normais (veja a tabela 1).
As cadeias pesadas e leves são produzidas separadamente dentro do
plasmócito e se juntam para formar uma imunoglobulina completa
(“intacta”). Quando as cadeias leves se unem às cadeias pesadas, as
cadeias leves são denominadas cadeias leves unidas. Entretanto quando as
cadeias leves não se unem às cadeias pesadas, se denominam cadeias
leves livres. Por razões desconhecidas os plasmócitos produzem
tipicamente mais cadeias leves do que são necessárias para criar as
imunoglubulinas completas ou as Proteínas Monoclonais.
O excesso de cadeias leves passam ao sangue periférico como cadeias leves livres (isto é, não unidas às cadeias pesadas).
Assim, tanto em situações normais como em indivíduos com mieloma e
doenças relacionadas como a gamopatia monoclonal de significado
indeterminado (GMSI) o excesso de cadeias leves passam ao sangue
periférico como cadeias leves livres. A quantidade de cadeias leves
livres produzidas está relacionada com a atividade do mieloma ou
proliferação de plasmócitos.
Fonte: International Myeloma Foundation / Fundação Internacional do Mieloma
obs. conteúdo meramente informativo procure seu médico
abs
Carla
http://www.mielomamultiplo.org/o-que-sao-cadeias-leves-livres/
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