24/05/2022 ÀS 16:07
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por Eduardo Lapa
04 anos atrás
1- Tabagismo é a principal causa de morte prevenível no mundo.
2- Mais de 6 milhões de pessoas morrem por ano no mundo devido ao tabagismo. Seria algo como a população da cidade do Rio de Janeiro!
3- A expectativa de vida de um fumante é ao menos 10 anos menor do que a de um indivíduo não fumante!!!
4- Qualquer consumo de tabaco já aumenta o risco cardiovascular. Há dados mostrando que o consumo de apenas um cigarro por dia já aumenta o risco de acidente vascular cerebral (AVC). Ou seja, não há uma quantidade “segura” e o ideal é que pacientes que fumam parem completamente com o hábito.
5- Tabagismo causa hipertensão? Não. Apesar de causar aumentos agudos na pressão arterial durante o consumo, a longo prazo não parece aumentar os níveis de PA. Contudo, o tabagismo aumenta o risco de surgirem complicações em pacientes hipertensos.
6- Tabagismo aumenta o risco de arritmias? Sim! O risco de fibrilação atrial (FA) aumenta em até 2x em pacientes tabagistas.
7- Tabagismo passivo (pessoa que não fuma mas convive com fumante) aumenta o risco de AVC em 25% e de coronariopatia em 31%.
8- Apesar de os dados ainda serem controversos, cigarros eletrônicos parecem aumentar também o risco de doenças cardiovasculares, apesar do risco ser menor do que em consumidores de cigarros convencionais.
9- A fumaça do cigarro contém 69 substâncias carcinogênicas (ou seja, que aumentam o risco de câncer).
10- Nicotina é a substância mais lembrada quando se pensa em cigarro. Ela é responsável pela dependência ao cigarro e também causa as alterações hemodinâmicas ligadas ao tabagismo, como a mencionada no item 5. Já os maiores males ligados ao tabagismo como o aumento da incidência de câncer, aumento da formação de placas ateroscleróticas entre outros são causados majoritariamente pelas outras substâncias tóxicas contidas no cigarro (ex: as citadas no item 9).
Editor-chefe do site Cardiopapers
Especialista em Cardiologia e Ecocardiografia pela SBC
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24 DE MAIO 18:00
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OBS. REFERENTE AOS TUMORES CEREBRAIS EM CRIANÇAS TEM POSTAGEM NO MÊS DE MAIO/2021 COM TODA EXPLICAÇÃO, COMO NÃO HOUVE NENHUMA ALTERAÇÃO COLOCAREI ATUALIDADES NESTE POST.
GRATIDÃO
Pesquisas sobre tumores cerebrais e do sistema nervoso central estão em
desenvolvimento em diversos centros médicos no mundo inteiro, promovendo
grandes avanços em prevenção, detecção precoce e tratamentos:
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O risco de recidiva vai depender de alguns fatores como:
Características importantes para o risco de recidiva do câncer do cérebro:
Atualização: Dra. Camilla Akemi Felizardo Yamada – CRM: 118.900
Oncologista Clínica da BP – A Beneficência Portuguesa de São Paulo
Apoio: Dra. Jéssica Ribeiro Gomes – CRM: 159784
Oncologista Clínica da BP – A Beneficência Portuguesa de São Paulo
Fevereiro 2022
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19/05/2022 ÀS 10:10
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Astrocitoma pilocítico ou grau 1
O tratamento é cirúrgico, com altas chances de cura.
Opções de tratamento para o astrocitoma pilocítico.
O tratamento inicial também é cirúrgico. Diferentemente dos tumores de grau 1, no entanto, os de grau 2 são infiltrativos e podem formar depósitos microscópicos, além dos limites visíveis ao neurocirurgião.
O neurocirurgião deve ser experiente para ressecar o máximo possível de tumor, sem perder de vista a preservação das áreas vitais para as funções neurológicas. Algumas vezes, para diminuir os riscos de sequelas, a cirurgia é realizada com o paciente acordado (porém sem sentir dor) ou monitorado, com o objetivo de mapear e preservar as áreas nobres.
A principal limitação da cirurgia é que muitas vezes não é possível distinguir os limites entre o tumor e o tecido cerebral normal. Em algumas situações, nas quais as lesões se localizam em áreas muito delicadas do cérebro, a cirurgia se limita a colher um fragmento apenas para o diagnóstico.
Na maioria dos casos, é indicado radioterapia complementar à cirurgia, principalmente quando a retirada de toda a massa tumoral não é possível ou quando ocorre recidiva. A técnica mais utilizada é a radioterapia externa conformacional. O tratamento tem a duração aproximada de seis semanas, com sessões de segunda a sexta-feira, uma vez ao dia, que duram aproximadamente 15 a 20 minutos. As técnicas evoluíram bastante na última década. Hoje é possível direcionar os raios com mais precisão, poupando os tecidos cerebrais saudáveis.
Outra técnica utilizada, porém, em situações excepcionais, é a radioterapia estereotáxica, que difere da anterior, porque a dose total é administrada de uma única vez ou em poucas sessões.
Essa forma de tratamento tem sido cada vez mais utilizada nos tumores de baixo grau, em particular quando a cirurgia não conseguiu eliminar a doença completamente e/ou em pacientes acima de 40 anos, devido a maior agressividade dos tumores a partir desta idade. Pode ser realizada com drogas de administração oral exclusiva (temozolomida) ou intravenosa associada a medicações orais (PCV – procarbazina, lomustina e vincristina), associadas ou não à radioterapia. Apesar dos tratamentos quimioterápicos serem relativamente bem tolerados, efeitos colaterais como diminuição da imunidade, anemia, diminuição das plaquetas, fadiga, alteração dos nervos, constipação intestinal e alteração do paladar podem ocorrer.
Opções de tratamento para o astrocitoma de baixo grau (grau 2) ou oligodendroglioma de baixo grau (grau 2).
O tratamento inicial também é cirúrgico, como o descrito para os tumores de baixo grau. Tem por finalidade não só remover a maior quantidade possível de massa tumoral, mas também aliviar a pressão intracraniana causada pelo edema ao redor do tumor. Como esses tumores são difusos, ou seja, as células tumorais se infiltram entre o tecido cerebral normal, dificilmente a cirurgia consegue remover completamente a massa tumoral. Para complementar o tratamento nesses casos, há necessidade de radioterapia e quimioterapia. Quando os tumores se localizam em áreas muito delicadas do cérebro, a cirurgia se limita à biópsia.
A radioterapia externa está indicada após cirurgia nestes casos, devido ao comportamento mais agressivo desses tumores. O tratamento é feito nos moldes descritos para os tumores de baixo grau, porém com uma maior dose, durante um período de três a seis semanas. A quimioterapia em geral é administrada em conjunto com a radioterapia.
Nos pacientes com tumores de alto grau, em particular os astrocitomas, o tratamento cirúrgico deve ser complementado com radioterapia externa e quimioterapia, com um medicamento chamado temozolomida. Essa combinação é o tratamento pós-cirúrgico (adjuvante) mais indicado. Deve ser iniciada poucos dias depois da cirurgia inicial.
A temozolomida é administrada por via oral, concomitantemente à radioterapia. É uma droga geralmente bem tolerada. Os efeitos colaterais são cansaço, náusea e prisão de ventre. Para pacientes com intolerância a temozolomida oral, pode-se usar a formulação intravenosa.
Nos pacientes que apresentaram boa resposta à radioterapia associada à temozolomida, a quimioterapia prossegue em ciclos de cinco dias, seguidos de 23 dias de intervalo, geralmente de 6 a 12 ciclos. O acompanhamento é feito com ressonâncias magnéticas periódicas.
Nos pacientes com oligodendrogliomas grau 3, o esquema mais utilizado de quimioterapia é uma combinação de medicações feitas por via endovenosa em associação a remédios orais (PCV – procarbazina, lomustina, e vincristina).
Quando o tumor desenvolve resistência à radioterapia e à temozolomida, podemos utilizar outras medicações. As estratégias mais promissoras são as que empregam agentes capazes de bloquear a formação de novos vasos sanguíneos, impedindo que as células tumorais recebam nutrientes e oxigênio através da circulação.
Pertence a essa categoria o bevacizumabe, droga geralmente administrada em combinação com o quimioterápico lomustina (via oral).
Alterações nos genes BRAF e NTRK (chamadas de mutações) são raras em tumores cerebrais, mas, quando presentes, tratamentos específicos podem ser indicados, com altas taxas de resposta e controle de doença.
Opções de tratamento para o astrocitoma grau 3 ou glioblastoma multiforme ou oligodendroglioma grau 3.
Atualização: Dra. Camilla Akemi Felizardo Yamada – CRM: 118.900
Oncologista Clínica da BP – A Beneficência Portuguesa de São Paulo
Apoio: Dra. Jéssica Ribeiro Gomes – CRM: 159784
Oncologista Clínica da BP – A Beneficência Portuguesa de São Paulo
Fevereiro 2022
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