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sexta-feira, 31 de maio de 2024

OMS premia médicas e organizações de cinco países latino-americanos por suas contribuições ao controle do tabaco

 

25 Maio 2023
Tabaco não

Washington D.C., 25 de maio de 2023 (OPAS) – Profissionais de saúde, pesquisadores, funcionários, órgãos públicos e organizações da sociedade civil do Brasil, Colômbia, México, Panamá e Uruguai foram homenageados com prêmios do Dia Mundial Sem Tabaco 2023, promovido pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

A cada ano, a OMS homenageia pessoas ou organizações que contribuíram notavelmente para o avanço das políticas e medidas incluídas na Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco da OMS (FCTC) em cada uma de suas seis regiões. Os vencedores são escolhidos a partir de indicações enviadas após uma chamada pública mundial e no máximo seis prêmios são concedidos por região, dois dos quais podem receber reconhecimento especial.

Reina Roa, do Panamá, recebeu o Prêmio de Reconhecimento Especial do diretor-geral da OMS por seus 20 anos de trabalho dedicados à erradicação do tabagismo. Roa é responsável pelo controle do tabaco no Ministério da Saúde do Panamá e é vice-presidenta da Mesa de Reunião das Partes do Protocolo para a Eliminação do Comércio Ilícito de Produtos do Tabaco, representando as Américas. A médica desempenhou um papel fundamental na ratificação da FCTC pelo Panamá, o segundo país das Américas a atingir esse marco.

As ações empenhadas por Roa também contribuíram para reduzir a taxa de prevalência do tabagismo entre maiores de 15 anos no Panamá para 5,1% em 2020, a mais baixa da região. A médica panamenha receberá o reconhecimento neste 27 de maio em Genebra, Suíça, durante a Assembleia Mundial da Saúde.

A ACT Promoção da Saúde e o Centro de Estudos sobre Tabaco e Saúde (CETAB), da Fundação Oswaldo Cruz, no Brasil, receberam um prêmio conjunto por terem contribuído significativamente para as conquistas no controle do tabaco no Brasil e para a compreensão do impacto socioambiental do cultivo e produção de tabaco.

Blanca Llorente Carreño e Luz Reynales Shigematsu, da Colômbia e do México, respectivamente, receberam um prêmio conjunto em reconhecimento às contribuições de longo prazo para a pesquisa e defesa do controle do tabaco em seus países, na região e além. Llorente, professora universitária e diretora de Pesquisa da Fundación Anáas, desempenhou um papel fundamental na promoção da agenda tributária do tabaco na Colômbia e na América Latina. Por sua vez, Reynales, que é chefe do Departamento de Controle e Prevenção do Tabaco do Instituto Nacional de Saúde Pública do México, coordenou o curso de verão da instituição sobre controle do tabaco por mais de 10 anos, treinando muitos latino-americanos defensores, pesquisadores e tomadores de decisão, entre outras ações.

As organizações mexicanas Salud Justa Mx, Polithink, Coalición México Salud-Hable, Códice SC (Comunicación, Diálogo y Conciencia SC) e Refleacciona con Responsabilidad AC receberam um prêmio conjunto por seus esforços incansáveis ​​e perseverança por mais de uma década defendendo a implementação de medidas efetivas de controle do tabaco em seu país, de acordo com a FCTC. O México é o 24º Estado Membro da OPAS a ter locais públicos, de trabalho e transporte público 100% livres do tabaco; e o nono a proibir totalmente a publicidade, promoção e patrocínio do tabaco.

​​O Centro de Pesquisa para a Epidemia do Tabagismo (CIET) do Uruguai e a Sociedade Uruguaia de Tabacologia (SUT) foram reconhecidos com um prêmio conjunto por proteger a aplicação de embalagens neutras para produtos de tabaco em seu país, política adotada em 2019. Em 2022, após um decreto que enfraqueceu essa medida, ambas as organizações se coordenaram com parceiros regionais para alertar sobre o potencial risco de debilitar a regulamentação de embalagens neutras. A SUT ajuizou ação de amparo pedindo a suspensão do decreto e, mais recentemente, exigiu sua anulação.

O tabaco mata mais de 8 milhões de pessoas por ano no mundo, um milhão delas nas Américas. O Dia Mundial Sem Tabaco foi criado pelos Estados Membros da OMS em 1987 e é comemorado em 31 de maio. Seu objetivo é conscientizar sobre os malefícios do uso do tabaco e da exposição à sua fumaça.

O tema do Dia Mundial Sem Tabaco 2023 é Cultivemos alimentos, não tabaco. A campanha pretende incentivar governos a acabar com os subsídios ao cultivo do tabaco e usar os recursos economizados para ajudar os agricultores a mudar para culturas mais sustentáveis, ​​que melhorem a segurança alimentar e nutricional da população mundial.

 

 

 FONTE:
https://www.paho.org/pt/noticias/25-5-2023-oms-premia-medicas-e-organizacoes-cinco-paises-latino-americanos-por-suas



 

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Carla

 

31/05 – Dia Mundial Sem Tabaco:Cigarro destrói DNA, dizem pesquisadores

 

 

 

Pequeno e danoso, este produto contém uma vasta gama de agentes químicos, incluindo substâncias cancerígenas. Seus ingredientes elevam o risco de uma série de doenças, problemas cardiovasculares e respiratórios. Trata-se do cigarro. Além dos conhecidos efeitos colaterais estampados na embalagem, ele causa profundos danos ao material genético. E cientistas alertam: usar a versão eletrônica, conhecida como vape, também provoca mudanças no DNA.

Um estudo liderado pela University College London (UCL), na Inglaterra, e pela Universidade de Innsbruck, na Áustria, revelou que os usuários de cigarros eletrônicos apresentam alterações no código genético semelhantes às observadas em fumantes tradicionais. Chiara Herzog, cientista das duas instituições e autora principal, afirma que essa é a primeira pesquisa a investigar o impacto do tabagismo e do vape em diferentes tipos de células, em vez de apenas no sangue. "Também nos esforçamos para considerar as implicações à saúde do uso de cigarros eletrônicos a longo prazo."

Publicado na revista Cancer Research, o artigo evidenciou os efeitos epigenéticos do hábito utilizando mais de 3,5 mil amostras coletadas em humanos. A análise verificou o impacto em células diretamente expostas à substância, como as da boca, e naquelas indiretamente submetidas à fumaça, como as do sangue e das estruturas cervicais.

Células 

O epigenoma, que controla como os genes são ativados ou desativados, foi o foco da pesquisa. O estudo observou mudanças significativas nas células epiteliais da boca, especialmente em fumantes, sugerindo um possível risco aumentado de câncer de pulmão, já que essas alterações estão associadas ao desenvolvimento de pré-tumores.

O grupo notou que usuários de vapes que, no passado, também fumaram ao menos 100 cigarros tradicionais exibiam mudanças similares. O resultado levanta preocupações sobre os potenciais riscos a longo prazo do uso desse tipo de equipamento.

"Não podemos dizer que os cigarros eletrônicos causam câncer com base no nosso estudo", destaca Herzog. "Mas observamos que os usuários apresentam algumas alterações epigenéticas nas células bucais semelhantes às dos fumantes tradicionais, e essas modificações estão associadas ao futuro desenvolvimento de tumor no pulmão em fumantes."

Cynthia Saad, curadora da Pneumologia na plataforma de saúde integral Conexa, destaca que o conhecimento das mudanças epigenéticas influenciará na prática clínica, sobretudo em três pilares. "Maior precisão diagnóstica, com a criação de biomarcadores para identificar indivíduos com chances de doenças pulmonares relacionadas ao tabaco. Triagem de risco, para saber quem tem maior probabilidade de apresentar problemas de saúde. E, por fim, novos tratamentos, pois compreender as mudanças no DNA induzidas pelo fumo viabiliza novas terapêuticas."

Os pesquisadores enfatizam a importância de abordar os riscos associados aos vapes e planejam investigar melhor como a epigenética poderá ser usada para identificar indivíduos com maior risco de desenvolver câncer.

Resposta

Nos Estados Unidos, cientistas da Universidade de Chicago avaliaram os efeitos do tabagismo em mais de 900 amostras de nove tipos de tecidos humanos. Os pesquisadores exploraram dados epigenéticos, indicando que essas mudanças podem ser uma resposta do organismo para se proteger dos danos causados pelo tabaco.

Detalhado na revista American Journal of Human Genetics, o ensaio utilizou amostras de uma variedade de órgãos, como pulmão, cólon, ovário, próstata, entre outros. A abordagem multitecidual permitiu uma compreensão mais abrangente das consequências do tabagismo para além de exames sanguíneos.

Os resultados revelaram diferenças entre o DNA de fumantes atuais, ex-fumantes e pessoas que não têm esse hábito, especialmente em tecidos pulmonares e do cólon. Para os cientistas, isso ressalta a importância de estudar diversos órgãos para entender plenamente os impactos de exposições ambientais, como o tabagismo. "Cada tecido é exposto ao fumo de uma forma diferente. O pulmão é muito mais direto através da inalação, enquanto o cólon vem depois. É uma natureza diferente de exposição, e podemos capturar os efeitos dessa diferença", frisa, em nota, Niyati Jain, coautor e estudante de doutorado no Comitê de Genética, Genômica e Biologia de Sistemas da universidade.

Metilação 

Igor Morbeck, membro do Comitê Científico do Instituto Lado a Lado pela Vida e oncologista da Oncoclínicas Brasília, reforça que os ensaios mostram a necessidade de olhar os danos dos cigarros além do que é visto em testes de sangue. "As análises apresentam alterações profundas no DNA, chamadas metilação. Isso, muitas vezes, causa desequilíbrio no processo de reprodução celular. Existem vários tumores que procuramos por metilação, pois podem estar relacionado a prognósticos ruins. Esse mecanismo mostra que o cigarro causa danos profundos, eventualmente irreversíveis."

O artigo norte-americano destacou a possibilidade de aplicar essa técnica para compreender os efeitos de outras substâncias. "Com base no epigenoma de uma pessoa, podemos dizer se ela foi exposta a um tipo específico de contaminante", afirmou Brandon Pierce, professor de Ciências de Saúde Pública e Genética Humana, e autor sênior do trabalho.

Marcel Sandrini, cardiologista e cirurgião torácico do Hospital Edmundo Vasconcelos, em São Paulo, detalha outras consequências do tabagismo, além do câncer. "Algo extremamente prevalente é o enfisema pulmonar, a destruição dos alvéolos evolui de forma irreversível. O cigarro não escolhe qual doença, mas faz vários estragos em todo o corpo. No caso do vape, uma das condições mais famosas é a doença pulmonar intersticial, levando à necessidade de intubação. Ele causa lesão pulmonar aguda, de difícil recuperação."

Fumo aumenta gordura visceral

A preocupação com peso é uma desculpa frequente entre fumantes para justificar o hábito. Um estudo recente, divulgado na revista Addiction, revelou que o tabagismo pode, na verdade, resultar no acúmulo de gordura abdominal, especialmente a visceral — aquela que se aloja profundamente no abdômen e está associada ao risco de doenças cardíacas, diabetes, derrames e demência.

Tabagistas tendem a apresentar um peso corporal mais baixo que os não fumantes. No entanto, eles também têm maior quantidade de gordura na região da barriga. Esse acúmulo, muitas vezes invisível, pode estar presente mesmo em pessoas com abdômen aparentemente plano.

Utilizando uma abordagem estatística, pesquisadores do Centro NNF de Pesquisa Metabólica Básica da Universidade de Copenhague, na Dinamarca, combinaram informações genéticas de estudos anteriores, com mais de 2 milhões de pessoas, sobre a predisposição ao tabagismo e medidas de distribuição de gordura corporal, como a relação cintura-quadril. Os cientistas identificaram os genes associados ao fumo e à distribuição de tecido adiposo. Em seguida, usaram essas informações para ver se indivíduos com essas proteínas tendiam a apresentar composições diferentes de massa gorda, o que foi confirmado.

Cynthia Valério, diretora da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e Síndrome Metabólica (Abeso) e diretora de Departamento de Dislipidemia e Aterosclerose da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (Sbem), afirma que os resultados do trabalho são poderosos. "Essa é uma informação valiosa, pensando no número de pessoas que terão dias de trabalho e anos de vida perdidos por conta da exposição ao cigarro. É uma conta que tem que estar no planejamento de políticas públicas e de estratégias de prevenção." 

Fonte: Correio Braziliense

 

 

 

 

 

 

FONTE:https://www.oncoguia.org.br/conteudo/


 

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Carla

 

Saiba mais sobre o câncer de cérebro

Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica - SBOC

 20/05/2024

 

Todos os anos, cerca de 11.500 pessoas desenvolvem câncer de cérebro no Brasil, o que torna esse tipo de tumor o 11º mais frequente no país. No #MaioCinza, mês de conscientização sobre o câncer de cérebro, a SBOC volta a divulgar o seu novo infográfico sobre a doença, chamando a atenção para o principal fator de risco e os sinais mais comuns encontrados nos pacientes. Diante de qualquer sinal ou sintoma suspeito, busque atendimento médico. Saiba mais sobre o câncer de cérebro em  

 LINK: 👇👇👇


https://sboc.org.br/prevencao/item/3315-cancer-de-cerebro

 

 

 



 


 


 

 

FONTE :https://web.facebook.com/sociedadebrasileiradeoncologiaclinica?__cft__[0]=AZU5aDFeCE-RO77TOllyekEH33jliRpfaI-mqYX8anWjUp_gIBzP2IJDfiSihMbfAMDLdxTtQQl1IzZxTnOZN5up6V8KIHkOHXIexLjUAa-5kBceX324piFoRcu6wKfaDdjzXAA6QtqKVEmn0zLBy8dKwqUJ_LWIrp65eAM2MSQXttmDB3RA2pOZFfukGqzWZw5FJa-Ky0dgw9YbeJfEHEEz&__tn__=-UC%2CP-R

https://sboc.org.br/prevencao/item/3315-cancer-de-cerebro 

 


 

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Carla

 

Tabagismo responde por 80% das mortes por câncer de pulmão no Brasil

 

 

 

 

Estudo feito por pesquisadores da Fundação do Câncer aponta que o tabagismo responde por 80% das mortes por câncer de pulmão em homens e mulheres no Brasil. O trabalho foi apresentado nesta quinta-feira (16) pela fundação no 48º encontro do Group for Cancer Epidemiology and Registration in Latin Language Countries Annual Meeting (GRELL 2024, na sigla em inglês), na Suíça.

Em entrevista à Agência Brasil, o epidemiologista Alfredo Scaff, consultor médico da Fundação do Câncer, disse que o estudo visa a apresentar para a sociedade dados que possibilitem ações de prevenção da doença. “O câncer de pulmão tem uma relação direta com o hábito do tabagismo. A gente pode dizer que, tecnicamente, é o responsável hoje pela grande maioria dos cânceres que a gente tem no mundo, e no Brasil, em particular.”

Cigarro eletrônico

Alfredo Scaff acredita que o cigarro eletrônico poderá contribuir para aumentar ainda mais o percentual de óbitos do câncer de pulmão provocados pelo tabagismo. “O cigarro eletrônico é uma forma de introduzir a juventude no hábito de fumar.” O epidemiologista lembrou que a nicotina é, dentre as drogas lícitas, a mais viciante. O consultor da Fundação do Câncer destacou que a ideia de usar cigarro eletrônico para parar de fumar é muito controvertida porque, na maioria dos casos, acaba levando ao vício de fumar. “E vai levar, sem dúvida, ao desenvolvimento de cânceres e de outras doenças que a gente nem tinha.”

O cigarro eletrônico causa uma doença pulmonar grave e aguda, denominada Evali, que pode levar a óbito, além de ter outro problema adicional: a bateria desse cigarro explode e tem causado queimaduras graves em muitos fumantes. “Ele é um produto que veio para piorar toda a situação que a gente tem em relação ao tabagismo.”

Gastos

O estudo indica que o câncer de pulmão representa gastos de cerca de R$ 9 bilhões por ano, que envolvem custos diretos com tratamento, perda de produtividade e cuidados com os pacientes. Já a indústria do tabaco cobre apenas 10% dos custos totais com todas as doenças relacionadas ao câncer de pulmão no Brasil, da ordem de R$ 125 bilhões anuais.

“O tabagismo não causa só o câncer de pulmão, mas leva à destruição dos dentes, lesões de orofaringe, enfisema [doença pulmonar obstrutiva crônica], hipertensão arterial, infarto agudo do miocárdio, acidente vascular cerebral [AVC] ou derrame. Ele causa uma quantidade enorme de outras doenças que elevam esses valores significativos de gastos do setor público diretamente, tratando as pessoas, e indiretos, como perda de produtividade, de previdência, com aposentadorias precoces por conta disso, e assim por diante”, afirmou Alfredo Scaff.

Para este ano, o Instituto Nacional de Câncer (Inca) estima o surgimento no Brasil de 14 mil casos em mulheres e 18 mil em homens. Dados mundiais da International Agency for Research on Cancer (IARC), analisados por pesquisadores da Fundação do Câncer, apontam que, se o padrão de comportamento do tabagismo se mantiver, haverá aumento de mais de 65% na incidência da doença e 74% na mortalidade por câncer de pulmão até 2040, em comparação com 2022.

O trabalho revela também que muitos pacientes, quando procuram tratamento, já apresentam estágio avançado da doença. Isso ocorre tanto na população masculina (63,1%), como na feminina (63,9%). Esse padrão se repete em todas as regiões brasileiras.

Sul

O estudo constatou que na Região Sul o hábito de fumar é muito intenso. O Sul brasileiro apresenta maior incidência para o câncer de pulmão, tanto em homens (24,14 casos novos a cada 100 mil) quanto em mulheres (15,54 casos novos a cada 100 mil), superando a média nacional de 12,73 casos entre homens e 9,26 entre mulheres. “Você tem, culturalmente, um relacionamento forte com o tabagismo no Sul do país, o que eleva o consumo do tabaco na região levando aí, consequentemente, a mais doenças causadas pelo tabagismo e mais câncer de pulmão”, observou Scaff.

Apenas as regiões Norte (10,72) e Nordeste (11,26) ficam abaixo da média brasileira no caso dos homens. Já em mulheres, as regiões Norte, Nordeste e Sudeste ficam abaixo da média brasileira com 8,27 casos em cada 100 mil pessoas; 8,46; e 8,92, respectivamente.

O Sul também é a região do país com maior índice de mortalidade entre homens nas três faixas etárias observadas pelo estudo: 0,36 óbito em cada 100 mil habitantes até 39 anos; 16,03, na faixa de 40 a 59 anos; e 132,26, considerando maiores de 60 anos. Entre as mulheres, a Região Sul desponta nas faixas de 40 a 59 anos (13,82 óbitos em cada 100 mil) e acima dos 60 anos (81,98 em cada 100 mil) e fica abaixo da média nacional (0,28) entre mulheres com menos de 39 anos: 0,26 a cada 100 mil, mesmo índice detectado no Centro-Oeste, revela o estudo.

Em ternos de escolaridade, o trabalho revelou que, independentemente da região, a maioria dos pacientes com câncer de pulmão tinha nível fundamental (77% para homens e 74% para mulheres). A faixa etária de 40 a 59 anos de idade concentra o maior percentual de pacientes com câncer de pulmão: 74% no caso dos homens e 65% entre as mulheres.

Embora as mulheres apresentem taxas mais baixas de incidência e de mortalidade do que os homens, a expectativa é que mulheres com 55 anos ou menos experimentem diminuição na mortalidade por câncer de pulmão somente a partir de 2026. Já para aquelas mulheres com idade igual ou superior a 75 anos, a taxa de mortalidade deve continuar aumentando até o período 2036-2040.

Fonte: Agência Brasil

 

 

 

 

FONTE:https://www.oncoguia.org.br/conteudo/tabagismo-responde-por-80-das-mortes-por-cancer-de-pulmao-no-brasil/17151/7/


 

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Carla

 

Deixar de fumar reduz risco de diabetes, revela a OMS

 diabeteseucuido.com.br

 

 

O cigarro prejudica sua saúde mais do que você imagina e deixar de fumar afasta a chance de desenvolver diabetes.

Pouca gente sabe que o tabaco provoca uma reação especifica no corpo e é ela que pode deixar você doente.

Então saiba que abandonar esse vício não é benéfico apenas ao coração e ao pulmão.

Descubra por que o cigarro é um atalho rumo ao diabetes.

 

Estudo revela que parar de fumar é uma prevenção importante

Deixar de fumar é tão importante que diminui inclusive o risco de a pessoa desenvolver diabetes. Essa é a conclusão do relatório que a Organização Mundial da Saúde (OMS) produziu em conjunto com outras entidades. A Federação Internacional de Diabetes e a Universidade de Newcastle, no Reino Unido, também participaram do estudo. A informação é do jornal O Globo.

De acordo com o estudo que o grupo realizou, fumar eleva não apenas a chance de a pessoa ter problemas vasculares, como também de desenvolver diabetes tipo 2. Isso porque o cigarro amenta a resistência à insulina, uma das causas dessa doença. Para quem é fumante e diabético, a situação é ainda mais grave porque o vício potencializa os males dessa doença.

Os pesquisadores estimam que ex-fumantes consigam diminuir entre 30% e 40% o risco de se tornarem diabéticos. Eles chegam a esse ganho de saúde no período de cinco a dez anos após largarem o cigarro. Na opinião de Alexandra Manfredini, diretora do Programa Diabetes, eu cuido, não existe nenhuma vantagem em fumar só de vez em quando. “É preciso parar totalmente, diz.

Segundo a OMS, o diabetes está em nono lugar no ranking de doenças que mais matam no mundo. Portanto, prevenir-se dessa enfermidade é crucial não apenas para manter a qualidade de vida com facilidade, mas também deixar bem longe as comorbidades.

Parar de fumar certamente é a iniciativa mais importante. Praticar exercícios físicos regularmente e manter uma dieta equilibrada são orientações que complementam os cuidados para quem quer ter uma vida longa. É muito importante criar hábitos positivos.

Veja mais ligações que existem entre cigarro e diabetes, além de outras vantagens em parar de fumar.

 

Deixar de fumar ajuda a controlar o nível de glicose do diabético

A ligação entre cigarro e diabetes é ainda maior porque o ato de fumar também leva a pessoa a desenvolver um quadro inflamatório. Esse diagnóstico pode se tornar crônico e aumentar ainda mais a resistência à insulina.

Além disso, esse vício favorece o estresse oxidativo, que se trata do desequilíbrio entre radicais livres e antioxidantes existentes no organismo. Tal estresse danifica as células do pâncreas e dessa forma afeta a produção de insulina.

Pesquisas mostram que fumantes, quando descobrem ter diabetes, encontram mais dificuldade de controlar a doença. Isso ocorre porque o vício afeta diretamente as iniciativas para manter o controle glicêmico, por causa das razões citadas até agora.

Ficou claro que parar de fumar não apenas reduz a chance de desenvolver diabetes, mas também ajuda a manter sob controle o nível de glicemia no sangue de quem já foi diagnosticado. Portanto, o metabolismo do paciente que eliminou o tabaco começa funcionar de maneira equilibrada.

 

Veja o caminho das pedras para largar o cigarro e ficar bem

Deixar de fumar é um dos passos mais importantes não apenas para evitar o desenvolvimento do diabetes, mas também para evitar complicações ao paciente.

Nem todas as pessoas conseguem fazer isso sozinhas ou de uma vez só. Existem várias estratégias para largar esse vício e a partir de agora você verá quais são as principais.

Uso de adesivos
Esse recurso libera pequenas doses de nicotina no corpo; isso faz com que a pessoa sinta menos ansiedade e menor vontade de fumar. O adesivo também reduz o efeito da abstinência, facilitando o processo de lagar o cigarro.

Abandono lento
Reduza de forma gradual o número de cigarros que fuma por dia. Estabeleça uma meta para a primeira semana e aumente seu objetivo nas seguintes. Veja quanto cigarros acende por mês e repita o processo até parar de fumar.

Redução do prazer ao fumar 
Pare de fumar (ou reduza a frequência) nos locais onde é mais confortável ou com amigos. O elo que existe entre o cigarro e outras fontes de prazer torna mais difícil vencer essa tentação. Fumar deve se tornar um sacrifício.

Substituição da ação
Em vez de acender um cigarro, faça outra coisa para eliminar a vontade de dar uns tragos ou, no mínimo, faça você fumar menos. Algumas dicas são: mascar chiclete, comer frutas ou beber água. A ideia é distrair o cérebro para acabar com esse desejo.

Redes de apoio
Se estiver difícil, procure ajuda médica ou psicológica. Você verá que não é única pessoa nessa situação e se identificará com quem enfrenta as mesmas situações que você. Todos ali estão no mesmo barco; ninguém rema sozinho.

 

Deixar de fumar pode ser um processo lento. Porém, é a melhor atitude para evitar que você desenvolva inclusive o diabetes. Conte nas nossas redes sociais se você sabia disso.

 

 

 

 

 

FONTE:  https://diabeteseucuido.com.br/blog/

https://web.facebook.com/nucleodediabetes?__cft__[0]=AZWV5pA55bvEydvcYGT94Hm0t8LsfqeEMaR5CjpNkgLvWA_i_fhp5SxLOoXieCbJ016wNGcUcnl8oSZIZ2PSV7IzyNby2ZPTq9vwT2AJThcgyS5hFL7h5_hkLbktDKMUWZhyoCK_C-n53gyU3jUOuLKcoIvzIWrbRG4aWYsCQu2xDUnBkV2PMq_Ic7NNwHhDdpJctmFMqOMD4GJ8FL9r5GzUqAZm3UWZLo4NSNkON75gwQ&__cft__[1]=AZWV5pA55bvEydvcYGT94Hm0t8LsfqeEMaR5CjpNkgLvWA_i_fhp5SxLOoXieCbJ016wNGcUcnl8oSZIZ2PSV7IzyNby2ZPTq9vwT2AJThcgyS5hFL7h5_hkLbktDKMUWZhyoCK_C-n53gyU3jUOuLKcoIvzIWrbRG4aWYsCQu2xDUnBkV2PMq_Ic7NNwHhDdpJctmFMqOMD4GJ8FL9r5GzUqAZm3UWZLo4NSNkON75gwQ&__tn__=-]H-R



 

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quinta-feira, 30 de maio de 2024


 

 

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Doenças cardiovasculares mais comuns no inverno

06/07/2022 

 

 

O inverno está associado ao aumento dos casos de doenças cardiovasculares e da mortalidade cardiovascular. O risco de infarto, por exemplo, pode ser até 30% maior nessa época do ano. A cada diminuição de 10 °C na temperatura mínima, as chances de ter um infarto aumentam em 7%. Saiba o que o frio pode provocar à saúde cardiovascular, principalmente no caso de idosos, quais são os principais problemas cardíacos nessa época do ano e como redobrar a atenção com as medidas de prevenção. 

Qual a relação entre doenças cardiovasculares e inverno?

Devido à queda da temperatura no inverno, chega-se menos sangue ao coração, pois o clima frio tira o calor do corpo, forçando o coração a trabalhar mais para mantê-lo aquecido. Os vasos sanguíneos vão se contraindo para que o coração possa se concentrar em bombear sangue para o cérebro e outros órgãos importantes, e essa diminuição da circulação sanguínea pode gerar dor no peito, chamada de angina, que é causada pelo estreitamento das artérias que conduzem sangue ao coração, ou até mesmo um infarto.

Essas reações do organismo sobrecarregam o sistema cardiovascular, que passa a trabalhar mais para manter a temperatura corporal equilibrada. Elas incluem:

  • Constrição (espasmos) dos vasos sanguíneos para impedir a perda do calor;

  • Respiração superficial pela boca;

  • Aumento da pressão arterial;

  • Aumento da frequência cardíaca;

  • Maior consumo de oxigênio pelo coração.

No inverno, também há maior incidência de doenças respiratórias, que aumentam o risco de descontrole de problemas cardíacos já existentes. O frio e a presença de uma infecção podem tornar uma placa de gordura instável ou mesmo piorar a falta de ar de uma pessoa com insuficiência cardíaca estável.

Além disso, algumas pessoas deixam de praticar exercícios físicos nessa época do ano e passam a comer alimentos mais calóricos, devido à sensação de bem-estar e aquecimento corporal que proporcionam. No entanto, isso não faz bem à saúde do coração.

Quais doenças cardiovasculares são mais comuns no inverno?

A época mais fria do ano pode desencadear doenças do coração, como:

  • Infarto;

  • Acidente vascular cerebral (AVC);

  • Angina (tipo de dor no peito);

  • Isquemia no coração (falta de circulação nas artérias coronárias);

  • Arritmias cardíacas.

Tais condições podem provocar dores no peito, falta de ar, coração acelerado, náuseas e tonturas, por exemplo. Apresentar um ou mais desses sintomas não significa, necessariamente, um infarto ou outra doença cardiovascular. Mas é importante buscar a orientação de um médico ou ir à emergência de um hospital para avaliar o caso. Não espere os sinais e sintomas piorarem. 

Quais são os principais fatores de risco para doenças cardiovasculares?

As chances de desenvolver doenças do coração aumentam para as pessoas que já têm predisposição a distúrbios cardíacos ou que apresentam algum problema no coração. Porém, existem algumas condições que são fatores de risco para problemas cardíacos, independentemente do frio. Veja quais são:

  • Sedentarismo;

  • Obesidade;

  • Estresse;

  • Tabagismo;

  • Colesterol alto;

  • Hipertensão arterial;

  • Diabetes. 

Pessoas com uma ou mais das condições acima, especialmente idosas, precisam se cuidar e manter sob controle doenças crônicas, como diabetes e hipertensão arterial, principalmente em épocas de temperaturas mais baixas.

Como reforçar a prevenção de doenças cardiovasculares durante o inverno?

É comum as pessoas mudarem os hábitos alimentares durante o inverno e deixarem de praticar exercícios físicos, o que pode levar ao aumento de peso. Comer alimentos mais gordurosos e calóricos pode gerar alterações no perfil metabólico e ser prejudicial à saúde cardiovascular. Portanto, por mais que a época mais fria do ano não seja tão convidativa para alguns hábitos, é importante intensificar as medidas de prevenção de doenças do coração, como:

  • Ter uma alimentação balanceada;

  • Praticar exercícios físicos;

  • Manter o peso sob controle;

  • Evitar fumar e ingerir quantidades excessivas de álcool (aumentam o risco de hipertensão arterial e ataque cardíaco).

Além disso, esteja em dia com a vacina contra a gripe. Vacinar-se contra a gripe no outono diminui o risco de ter um infarto no inverno, especialmente entre os idosos. Isso porque uma infecção deixa o organismo em estado maior de inflamação, que aumenta as chances de romper placas de gordura, cálcio e outras substâncias (placas de aterosclerose) nas artérias e ter um infarto. A vacinação também contribui para a redução do risco de morte por doenças cardiovasculares e AVC.

Para se proteger do frio e evitar o desencadeamento de alguma doença cardíaca, principalmente idosos e pessoas com doenças crônicas, veja o que fazer: 

  • Mantenha a casa aquecida e evite sair em dias muito frios;

  • Mantenha-se ativo em ambientes fechados para elevar a temperatura corporal e melhorar seu sistema imunológico. Faça um alongamento, por exemplo;

  • Caso precise sair, se agasalhe bem. Use luvas nas mãos e cubra o rosto quando a temperatura estiver abaixo de 15°C e, principalmente, se estiver ventando.

Referências

PP-UNP-BRA-0366

 

 

FONTE: https://www.pfizer.com.br/noticias/ 

 
      

 

FONTE: 

https://bvsms.saude.gov.br/



 

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Carla

30/5 – Dia Mundial da Esclerose Múltipla: “Conexões”

 

 

O tema da campanha do Dia Mundial da Esclerose Múltipla (EM) para o período 2020-2023 é “Conexões”. A temática tem a ver com a construção de conexão com a comunidade, auto conexão e conexões para atendimento de qualidade.

Estamos desafiando as barreiras sociais que deixam as pessoas afetadas pela EM sentindo-se solitárias e socialmente isoladas. Juntos, defendemos melhores serviços, celebramos as redes de apoio e defendemos o autocuidado. Mude o futuro, encontre sua conexão!

A esclerose múltipla (EM) é uma das doenças mais comuns do sistema nervoso central, afetando o cérebro e a medula espinhal. Hoje, 2,8 milhões de pessoas em todo o mundo têm EM. Estima-se que no Brasil, cerca de 40 mil pessoas vivam com a doença.

É um transtorno neurológico, crônico e autoimune, ou seja, as células de defesa do organismo atacam o próprio sistema nervoso central, provocando danos à mielina – material gorduroso que isola os nervos, afetando a maneira como os impulsos elétricos são enviados de e para o cérebro.

A maioria das pessoas com EM é diagnosticada entre as idades de 20 e 40 anos, com ocorrência duas a três vezes maior em mulheres do que em homens.

Os sintomas mais comuns incluem:

– Fadiga intensa: é um dos sintomas mais comuns e mais incapacitantes da EM. Manifesta-se por um cansaço intenso e momentaneamente incapacitante. Muito comum quando o paciente se expõe ao calor ou realiza um esforço físico intenso.
– Alterações ligadas à fala e deglutição: fala lenificada, palavras arrastadas, voz trêmula, disartrias, pronúncia hesitante das palavras ou sílabas, bem como dificuldade para engolir líquidos, pastosos ou sólidos.
– Transtornos visuais: visão embaçada; visão dupla.
– Problemas de equilíbrio e coordenação: perda de equilíbrio; tremores; instabilidade ao caminhar; vertigens e náuseas; falta de coordenação; debilidade nas pernas e ao caminhar; fraqueza geral.
– Espasticidade: aumento da contração muscular com rigidez de membros ao movimentar-se, principalmente, inferiores; sensação de queimação ou formigamento em partes do corpo.
– Transtornos cognitivos: processamento da memória e execução de tarefas.
– Transtornos emocionais: depressão; ansiedade; alterações de humor; irritação; transtorno bipolar.
– Transtornos sexuais: disfunção erétil nos homens; diminuição de lubrificação vaginal nas mulheres.

Tratamento:

Os tratamentos medicamentosos disponíveis para Esclerose Múltipla buscam reduzir a atividade inflamatória e os surtos* ao longo dos anos, contribuindo para a redução do acúmulo de incapacidades durante a vida do paciente. Não há cura, mas os tratamentos disponíveis podem modificar o curso da doença.

Aliado ao tratamento medicamentoso, a neurorreabilitação é fundamental para reduzir a espasticidade, os espasmos, a fadiga e a depressão, dentre diversos outros sintomas.

Terapias complementares e de apoio promovem aos pacientes harmonia física e emocional, auxiliando na melhora da capacidade de realizar atividades do dia a dia, contribuindo com melhorias no aspecto psicológico, como na autoestima, na autoconfiança e na aceitação de sua condição. No aspecto físico, ajudam a aliviar dores, melhoram a força e a flexibilidade.

* Os surtos da doença são crises inflamatórias que, ao agredirem a bainha de mielina, provocam os sintomas. Essa inflamação normalmente dura algumas semanas, desaparecendo depois.


Fontes
:

Associação Brasileira de Esclerose Múltipla
Dr. Dráuzio Varella
Multiple Sclerosis International Federation

 

 

Fontes:https://bvsms.saude.gov.br/

 

 



 

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abs

Carla