Como enfrentar tanta tentação para quem tem filho (a) diabético (a)?
























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TATI NUTRI
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O Dia da Saúde e da Nutrição, comemorado neste 31/3, é uma oportunidade para debater e avaliar práticas nutricionais e a importância de políticas públicas realistas e preventivas, tais como a redução de sal e açúcar no consumo doméstico e mudanças na rotulagem dos alimentos.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda, por meio da Estratégia Global para a Promoção da Alimentação Saudável, Atividade Física e Saúde, que os governos formulem e atualizem periodicamente diretrizes nacionais sobre alimentação e nutrição, levando em conta mudanças nos hábitos alimentares e nas condições de saúde da população e o progresso no conhecimento científico. Essas diretrizes têm como propósito apoiar a educação alimentar e nutricional e subsidiar políticas e programas nacionais de alimentação e nutrição.
A prática da boa alimentação começa desde cedo, ao nascimento, com o aleitamento materno exclusivo até os 6 meses de vida. Após essa fase, a amamentação poderá ser feita de maneira complementar até os 2 anos. Em cada fase da vida (criança, adolescente, adulto ou idoso), o ser humano possui diferentes necessidades nutricionais.
Muitos adultos obesos foram crianças obesas e por essa razão é importante ter um olhar mais cuidadoso para com a alimentação, pois neste inicio da vida há formação, crescimento e desenvolvimento celular, e as informações genéticas são gerenciadas. O excesso de peso do individuo pode provocar problemas de saúde como diabetes, hipertensão, doenças cardiovasculares e obesidade mórbida.
A alimentação adequada e saudável é um direito humano básico que envolve a garantia ao acesso permanente e regular, de forma socialmente justa, a uma prática alimentar adequada aos aspectos biológicos e sociais do indivíduo e que deve estar em acordo com as necessidades alimentares especiais; ser referenciada pela cultura alimentar e pelas dimensões de gênero, raça e etnia; acessível do ponto de vista físico e financeiro; harmônica em quantidade e qualidade, atendendo aos princípios da variedade, equilíbrio, moderação e prazer; e baseada em práticas produtivas adequadas e sustentáveis.
No escopo das ações do governo brasileiro para a promoção da saúde e da segurança alimentar e nutricional, o Ministério da Saúde publicou o Guia Alimentar para a População Brasileira – Promovendo a Alimentação Saudável, com as primeiras diretrizes alimentares oficiais para a nossa população. O Guia se constituiu em um marco de referência para indivíduos e famílias, governos e profissionais de saúde sobre a promoção da alimentação adequada e saudável.
Para uma boa nutrição é necessário ter uma dieta regular e equilibrada, buscando fornecer a quantidade e a variedade adequadas de nutrientes para o organismo.
Confira algumas dicas e atitudes que podem fazer a diferença na sua alimentação, refletindo diretamente na sua saúde:
– Evite o consumo de alimentos ricos em calorias e industrializados, gordurosos e salgados;
– Aumente o consumo de frutas, verduras e legumes, cereais integrais e feijões;
– Beba bastante água;
– Reduza ou evite o consumo de bebidas alcoólicas e o uso do cigarro;
– Faça exames preventivos e consulte sempre o seu médico;
– Faça exercícios físicos regulares, diariamente ou pelo menos três vezes por semana, após avaliação médica;
– Durma pelo menos 8h num período de 24h.
Fontes:
Associação Brasileira de Nutrição
Engemed
Ministério da Saúde. Guia Alimentar para a População Brasileira
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Carla
https://bvsms.saude.gov.br/
Entre a incidência de tipos de câncer, o de próstata ainda lidera entre os homens, enquanto os de colo do útero e mama lideram entre as mulheres
A mortalidade prematura por câncer no Brasil deve cair no período de 2026 até 2030. Essa é a previsão feita por pesquisadores do Instituto Nacional de Câncer (Inca), com base na mortalidade prematura observada no período anterior, de 2011 a 2015, para a faixa etária de 30 a 69 anos, a partir de dados do Sistema Nacional de Informações sobre Mortalidade (SIM). O estudo, intitulado Os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável para o câncer podem ser cumpridos no Brasil? e publicado no início de janeiro, indica desigualdades entre tipos de câncer e incidência de acordo com as regiões do País.
Mesmo que a previsão seja de diminuição da mortalidade prematura, há ainda o aumento de casos de câncer e, em alguns casos, até mesmo o aumento da mortalidade. Isso ainda é piorado de acordo com o sexo e a região: mulheres são as mais afetadas, com uma redução geral de 4,6%, frente aos 12% dos homens, enquanto o Nordeste apresenta as maiores taxas de mortalidade. Esse aumento está diretamente relacionado às mudanças de hábitos alimentares, sedentarismo, envelhecimento da população e aos padrões de vida devido ao aumento da urbanização.
O estudo foi motivado pela Meta 3.4 dos
Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Organização das Nações
Unidas (ONU), que visa a “até 2030 reduzir em um terço a mortalidade
prematura por doenças crônicas não transmissíveis via prevenção e
tratamento e promover a saúde mental e o bem-estar”.
Expectativa de vida
As pessoas atingidas por essas mortes prematuras estão na faixa etária mais produtiva. Isso é também muito motivado graças ao aumento da expectativa de vida, nas quais há um aumento das doenças crônicas não transmissíveis. É esperado que essas pessoas estejam vivas até os 70 anos de idade. A redução prevista para o Brasil, porém, está muito aquém dessa meta de 30%.
“Ela está longe dos 30% de redução. Acho que é um dado importante, é uma boa notícia nós pensarmos que pode haver uma redução, mas não vai ser possível 30% de redução. A expectativa é que alcance alguma coisa da ordem de grandeza de 12%”, explica Maria Del Pilar Estevez Diz, médica oncologista e diretora do Corpo Clínico do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo.
Entre a incidência de tipos de câncer, o de próstata ainda lidera entre os homens, enquanto os de colo do útero e mama lideram entre as mulheres. No cenário geral, os cânceres de pulmão, estômago e intestino são os mais diagnosticados na população geral. Este último, inclusive, é o que deve apresentar maior aumento de risco de óbitos prematuros, cerca de 10%. O estudo ainda estima que cerca de 46 mil novos casos de câncer de intestino sejam diagnosticados a cada ano entre 2023 e 2025.
Em comparação, o câncer de pulmão apresenta dados alarmantes. Ele tem uma altíssima mortalidade por uma dificuldade de tratamento e diagnóstico. A redução esperada entre os homens é de quase 30%, enquanto para as mulheres há a previsão de um aumento da morte prematura de 1,1%. Isso evidencia o sucesso do trabalho – de décadas – feito para a redução do tabagismo, no qual os homens aderiram mais que as mulheres.
“Isso mostra a necessidade de campanhas específicas para as mulheres. Para ver essa redução nas próximas décadas, nós vamos precisar desestimular o tabagismo entre as meninas e as mulheres”, diz Maria. Ela ainda complementa que é necessário “mudar um pouquinho a campanha, a gente tem que trabalhar para sensibilizar essa população para que ela não seja exposta ao cigarro”.
Prevenção
“Está prevista uma redução na ordem de grandeza de pelo menos 20% do câncer de próstata”, diz a médica. Na maior parte das regiões, essa redução é notada, o que é muito positivo. Isso se dá a partir de uma maior busca dos homens pelo diagnóstico e à procura pelo tratamento. O câncer de próstata, ainda o de maior incidência entre homens, é passível de cura desde que diagnosticado precocemente.
Já no caso do câncer de mama, o cenário é bastante diverso. As projeções indicam queda no Sudeste, estabilidade na região Sul e, na contramão, um aumento nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste. Esse aumento é decorrente do fato de as mulheres escolherem engravidar mais tarde e motivadas por hábitos alimentares e sedentarismo. “Nós temos uma quase estabilidade na mortalidade pelo câncer de mama nessas próximas décadas, uma redução de pouco mais de 10%. Nas regiões Norte e Nordeste, a gente não tem essa redução, enquanto na região Sudeste a gente tem uma redução de cerca de 20%”, explica a médica.
Esse tipo de câncer possui estratégias de prevenção. Como explica Maria, a detecção precoce do câncer de mama depende da adesão da população à mamografia, a ida regular ao ginecologista, mas também uma certa rapidez no diagnóstico. “Não basta a mulher ir ao médico, ela precisa ter acesso ao exame no momento certo, acesso ao médico quando tem alguma coisa, quando perceber algo anormal. A gente vê essa disparidade importante no Brasil”, explica. “Estimular a população a procurar o exame e, uma vez feito o diagnóstico, o acesso ao tratamento mais rápido possível”, complementa.
A médica ainda chama atenção para o câncer de colo uterino. Esse tipo de câncer é totalmente prevenível, desde que descoberto precocemente. A ideia é ter esse câncer erradicado. Porém, ainda apresenta uma desigualdade muito grande entre as regiões: enquanto a redução nacional é esperada, a região Norte tem uma mortalidade muito elevada e fora da média nacional. Em 2015, morreram 28 pessoas por 100 mil, sendo que a previsão é de diminuição para 24 pessoas por 100 mil. A média nacional é de 11 óbitos por 100 mil.
Aumento dos casos
O câncer de intestino deve ter um aumento de cerca de 10%, em homens e mulheres, até 2030. A médica lembra que isso tem a ver com a transição epidemiológica pelo qual o País passa, ou seja, estamos assumindo um perfil de morte por câncer parecido com o dos países desenvolvidos.
Uma dieta pobre em fibras influencia o aparecimento do câncer de intestino também. A má notícia é que a prevenção é menos estruturada no País. São necessários exame de fezes anualmente, ou exames menos acessíveis, como a retossigmoidoscopia e a colonoscopia. Maria lembra que não há uma rede estruturada nacionalmente para a realização desses exames, além de um preconceito em relação a eles.
“Infelizmente, a gente vê, sim, um aumento, tanto em homens quanto mulheres, da mortalidade pelo câncer colorretal. Na verdade, quando a gente vai olhar o Brasil como um todo, é o único câncer que está esperado um aumento até o final da década”, diz Maria. Novamente, o Nordeste lidera um aumento de 52% dos casos para os homens e 38% para as mulheres. Para efeito de comparação, o aumento é de 4,5% para os homens e 7,3% para as mulheres no Sudeste. “Aponta para a necessidade de uma política muito específica e urgente”, diz a oncologista.
Esse é um tipo de câncer prevenível, com mudanças de hábitos, mas também com exames e a retirada da lesão pré-maligna ou por meio do diagnóstico precoce. “A população precisa ser esclarecida sobre o risco e o Ministério da Saúde precisa estar desenvolvendo uma campanha específica para isso. Sabemos hoje que pelo menos 75% da população é atendida pela rede pública de saúde, então, para mudar esse quadro, são necessárias políticas públicas de saúde efetivas”, finaliza.
Fonte: Jornal da USPno Ar
Foto destaque de Pixabay
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