Powered By Blogger

segunda-feira, 5 de outubro de 2026

DIABETES: Palmas (TO) inicia entrega de sensor de glicose no SUS para crianças e adolescentes com diabetes tipo 1

 


Sensor de glicose pode facilitar o acompanhamento da glicemia de crianças com diabetes tipo 1.


Município é o primeiro da Região Norte a oferecer a tecnologia pelo SUS e prevê o fornecimento de dois sensores de glicose por mês para cada beneficiário.


A Prefeitura de Palmas, no Tocantins, realizou a primeira entrega de sensores de monitoramento contínuo de glicose para crianças e adolescentes com diabetes tipo 1. Segundo o município, a iniciativa torna Palmas a primeira cidade da Região Norte a disponibilizar esse tipo de dispositivo pelo SUS e amplia as opções de acompanhamento da glicose para famílias atendidas pela rede municipal de saúde.

A medida contempla crianças e adolescentes de 4 anos até menores de 18 anos, insulinodependentes, que moram em Palmas e estão matriculados em instituições de ensino públicas ou privadas do município. Cada paciente poderá receber dois sensores por mês, com duração aproximada de 14 dias cada.

Como funciona o sensor de glicose

Diferentemente da medição tradicional, que exige uma pequena perfuração no dedo para obter uma amostra de sangue, o sensor de monitoramento contínuo acompanha a glicose por meio de um dispositivo colocado no corpo.

Os dados podem ser visualizados em um leitor ou aplicativo compatível e permitem acompanhar não apenas um valor isolado, mas também a tendência da glicose ao longo do tempo. Dependendo do dispositivo, também é possível receber alertas quando os níveis estão muito altos ou baixos.

Para crianças com diabetes tipo 1, esse acompanhamento pode facilitar a observação das oscilações ao longo do dia e ajudar os responsáveis a tomar decisões de acordo com as orientações da equipe de saúde.

A Diretriz da Sociedade Brasileira de Diabetes de 2026 recomenda a monitorização intensiva da glicose para pessoas com diabetes tipo 1 em todas as idades. Segundo a entidade, esse acompanhamento está associado a uma maior probabilidade de atingir as metas glicêmicas, além de melhora do controle da glicose e menor risco de cetoacidose diabética.

Tecnologia pode fazer diferença na rotina escolar

Um dos pontos destacados pela Prefeitura de Palmas é justamente a possibilidade de acompanhar a glicose durante o período escolar. Na prática, o sensor permite que os responsáveis acompanhem as informações mesmo quando não estão fisicamente ao lado da criança. Essa possibilidade foi relatada por familiares durante a primeira entrega realizada pelo município.

A professora Liliane dos Santos Faria, mãe de Manoel Farias Corado, de sete anos, contou à Prefeitura que precisava buscar formas de trabalhar perto da escola do filho para conseguir acompanhar a alimentação e a aplicação de insulina durante o dia. Com o sensor, ela poderá consultar as informações pelo celular mesmo quando estiver distante.

Outro caso apresentado pelo município foi o de Gustavo Medeiros, de nove anos, diagnosticado com diabetes tipo 1 aos cinco anos. Segundo a mãe, Luanna Medeiros, o monitoramento com sensor já havia ajudado a identificar alterações na glicose durante a madrugada.

O que é o sensor de glicose e como ele revolucionou o tratamento do diabetes? | DiabetesCast #6

Quem pode receber o sensor em Palmas?

O programa municipal de fornecimento do sensor é destinado a crianças e adolescentes de 4 até menores de 18 anos que atendam aos seguintes critérios:

  • ter diagnóstico de Diabetes Mellitus tipo 1 (DM1);
  • ser insulinodependente;
  • ser morador de Palmas;
  • estar matriculado na rede pública ou privada de ensino do município.

Para solicitar o dispositivo, pais ou responsáveis devem procurar a Unidade de Saúde da Família (USF) de referência. Entre os documentos exigidos estão o Cartão SUS, RG e CPF do paciente e dos responsáveis, comprovante de endereço, comprovante de matrícula e frequência escolar, além de laudo médico atualizado com o diagnóstico de diabetes tipo 1 e a indicação de insulinoterapia e uso de sensor de glicose. Também são exigidos termos de consentimento e responsabilidade.

O que muda para as famílias

Para quem cuida de uma criança com diabetes tipo 1, o monitoramento da glicose envolve muito mais do que acompanhar números. É preciso observar alimentação, atividade física, aplicação de insulina, sintomas de hipoglicemia e hiperglicemia e as mudanças que podem acontecer ao longo do dia.

Nesse contexto, o sensor pode reduzir a necessidade de algumas medições por punção no dedo e oferecer uma visão mais ampla do comportamento da glicose. A tecnologia, porém, não substitui o acompanhamento médico nem elimina a necessidade de conhecer os sinais de alterações glicêmicas e seguir as orientações da equipe de saúde.

A experiência de Palmas agora começa a ser acompanhada pelas famílias que receberam os primeiros dispositivos e pode ajudar a mostrar, na prática, os desafios e os efeitos da oferta contínua dessa tecnologia dentro da rede pública municipal




FONTE: https://umdiabetico.com.br/

 DislexiaMT

 

 


informativo procure seu médico

abs

Carla



  • ⚕️ Aviso médico: As informações deste artigo têm caráter exclusivamente educativo e não substituem a consulta com médico e/ou nutricionista. Cada pessoa tem necessidades individuais , busque sempre orientação profissional antes de Tratamento

VOCÊ CONHECE A PRINCIPAL DIFERENÇA ENTRE TROMBOSE E EMBOLIA:

 



A trombose acontece pela formação do trombo, ou seja, o coágulo em um vaso sanguíneo, sendo mais comum em membros inferiores. Ela é conhecida como Trombose Venosa Profunda.
👩‍⚕️
Agora a embolia acontece quando o coágulo se desprende, se movimentando na corrente sanguínea, isso pode fazer com que algum vaso pode ser obstruído e também o fluxo de sangue para o órgão. Onde o tipo mais comum é a embolia pulmonar.
🫁
Ficou com alguma dúvida? Deixe aqui nos comentários.
👇
Dr. Natalício Kern Filho - Médico Hematologista, Hemoterapeuta RQE10.418 | RQE 10.419, Medicina Interna | RQE 10.403. Preceptor Sírio Libanês CRM RS18819
.





FONTE: https://web.facebook.com/Dr.NatalicioKernFilho?_rdc=1&_rdr#

 DislexiaMT

 

 


informativo procure seu médico

abs

Carla



  • ⚕️ Aviso médico: As informações deste artigo têm caráter exclusivamente educativo e não substituem a consulta com médico e/ou nutricionista. Cada pessoa tem necessidades individuais , busque sempre orientação profissional antes de Tratamento

05/10 – Dia Mundial da Meningite

 


    

O Dia Mundial da Meningite acontece anualmente no dia 5 de outubro. As ações originaram-se com a realização de eventos pelos membros da Confederation of Meningitis Organisations (CoMO) em cinco países, desde 2009. Atualmente, a CoMO faz parte da Meningitis Research Foundation e a campanha transformou-se em um movimento global, com milhões de pessoas de 126 países se unindo para aumentar a conscientização que salva vidas e garantir que ninguém fique sabendo do problema quando estiver gravemente doente no hospital com a doença.

A meningite pode afetar qualquer pessoa, em qualquer lugar, a qualquer hora. É uma condição devastadora e debilitante, que se desenvolve rapidamente, deixando o paciente com pouco tempo para buscar o tratamento de que precisa para sobreviver. Pode matar em poucas horas, frequentemente tem implicações de saúde para toda a vida para os que sobrevivem e sérias consequências sociais e econômicas.

Todos os anos, mais de 2,5 milhões de casos ocorrem no mundo, com uma morte a cada 10 pessoas e, tragicamente, cerca de metade dessas mortes ocorre em crianças menores de 5 anos. Um em cada 5 sobreviventes viverá com deficiências para o resto da vida, incluindo perda auditiva, danos cerebrais, perda de membros e epilepsia.

Apesar do progresso significativo alcançado nas últimas décadas, a meningite continua sendo uma doença muito temida em todo o mundo, com uma alta taxa de letalidade e propensão de causar epidemias que representam um grande desafio para os sistemas de saúde, economias e sociedade.

Mesmo sendo uma doença amplamente prevenível por meio da vacinação, o progresso na luta contra ela está atrás de outros agravos preveníveis por vacinas.

Em novembro de 2020, a 73ª sessão da Assembleia Mundial da Saúde aprovou o roteiro global para derrotar a meningite até 2030, trazendo uma visão abrangente: “Rumo a um mundo livre de meningite”, com três objetivos:

– Eliminação de epidemias de meningite bacteriana;
– Redução de casos de meningite bacteriana prevenível por vacinação em 50% e de mortes em 70%;
– Redução das incapacidades e melhoria da qualidade de vida após meningite por qualquer causa.

Estabelece, ainda, um caminho para atingir os objetivos, por meio de ações concentradas em cinco pilares interligados:

– Prevenção e controle de epidemias focados no desenvolvimento de novas vacinas acessíveis, obtenção de alta cobertura de imunização, melhoria das estratégias de prevenção e resposta a epidemias;
– Diagnóstico e tratamento, focados na rápida confirmação da meningite e no seu manejo ideal;
– Vigilância em saúde para orientar a prevenção e o controle da meningite;
– Cuidados e apoio às pessoas afetadas, com foco no reconhecimento precoce e na melhoria do acesso aos cuidados e apoio às sequelas da doença;
– Engajamento para garantir alta conscientização sobre meningite, contemplação da doença nos planos nacionais de saúde dos países e aumento do direito à prevenção, cuidados e serviços de pós-tratamento.

Embora o roteiro aborde todas os tipos de meningite, independentemente da causa, ele se concentra nas principais causas da forma bacteriana aguda (meningococo, pneumococo, Haemophilus influenzae e estreptococo do grupo B), que foram responsáveis ​​por mais de 50% das mortes por meningite por todas as causas em 2019 e causam outras doenças invasivas, como sepse e pneumonia, contra as quais vacinas eficazes estão disponíveis (ou estarão em um futuro próximo).

A OMS disponibiliza um resumo executivo do Defeating meningitis by 2030: a global road map.

No Brasil, entre os anos de 2007 e 2020, foram notificados 393.941 casos suspeitos de meningite. Destes, foram confirmados 265.644 casos de várias etiologias, sendo a meningite viral a mais frequente (121.955 casos), seguida pela etiologia bacteriana (87.993 casos).

A meningite é uma inflamação das meninges (tecido que reveste o cérebro e a medula espinhal). Apesar de ser habitualmente causada por microrganismos, a meningite também pode ter origem em processos inflamatórios, como câncer (metástases para meninges), lúpus, reação a algumas drogas, traumatismo craniano e cirurgias cerebrais.

A infecção é geralmente causada por:

Bactérias: Neisseria meningitidis (meningococo); Streptococcus pneumoniae (pneumococo); Haemophilus influenzae; Mycobacterium tuberculosis; Streptococcus sp., especialmente os do grupo B; Listeria monocytogenes; Escherichia coli; Treponema pallidum, entre outras.

Vírus: Enterovírus não pólio (tais como o vírus Coxsackie e Echovírus); Herpes simplex; Varicela zoster; Epstein-Barr; Citomegalovírus; Arbovírus (Dengue, Zika, Chikungunya, Febre Amarela, Febre do Nilo Ocidental); Sarampo; Caxumba; Rubéola; Adenovírus, entre outros.

Fungos: Cryptococcus neoformans; Cryptococcus gatti; Candida albicans; Candida tropicalis; Histoplasma capsulatum; Paracoccidioides brasiliensis; Aspergillus fumigatus.

Protozoários: Toxoplasma gondii; Plasmodium sp.; Trypanosoma cruzi.

Helmintos: Infecção larvária de Taenia solium; Cysticercus cellulosae (Cisticercose); Angyostrongylus cantonesis.

A doença meningocócica (DM) causada pela bactéria N. meningitidis, caracteriza-se por uma ou mais síndromes clínicas, sendo a meningite meningocócica a mais frequente delas e a meningococcemia a forma mais grave. As crianças, os adolescentes e os adultos jovens têm o risco de adoecimento aumentado em surtos. Os maiores coeficientes de incidência da doença são observados em lactentes, no primeiro ano de vida.

Na meningite pneumocócica (causada pela bactéria S. pneumoniae) idosos e indivíduos portadores de quadros crônicos ou de doenças imunossupressoras também apresentam maior risco de adoecimento.

Transmissão:

Geralmente, as bactérias que causam meningite bacteriana se espalham de uma pessoa para outra por meio das vias respiratórias, por gotículas e secreções do nariz e da garganta. Já outras bactérias podem se espalhar por meio dos alimentos, como é o caso da Listeria monocytogenes e da Escherichia coli.

As meningites virais podem ser transmitidas de diversas maneiras a depender do vírus causador da doença.

A meningite fúngica não é transmitida de pessoa para pessoa. Geralmente os fungos são adquiridos por meio da inalação dos esporos (pequenos pedaços de fungos) que entram nos pulmões e podem chegar até as meninges. Alguns fungos encontram-se em solos ou ambientes contaminados com excrementos de pássaros ou morcegos. Um outro fungo, chamado Candida, geralmente é adquirido em ambiente hospitalar.

As pessoas também são infectadas pela ingestão de produtos ou alimentos contaminados que tenham a forma ou a fase infecciosa de parasitas.

Sintomas:

Os sintomas da meningite começam, normalmente, com mal-estar geral, febre, dor de cabeça, náuseas e vômitos, falta de apetite, rigidez no pescoço, dificuldade de encostar o queixo no peito. Em crianças pequenas, há também o inchaço da moleira (topo da cabeça). Após o início da febre e dor na garganta, surgem dores nas articulações e nos músculos. Entre o primeiro e o segundo dia de doença, surgem lesões hemorrágicas com rápida disseminação por toda a pele.

Tratamento:

Devido à gravidade do quadro clínico, pacientes com suspeita de meningite devem sempre ser hospitalizados. Assim, ao suspeitar de um caso, é urgente a procura por um pronto-socorro hospitalar para avaliação médica. De acordo com o tipo de agente causador da doença, será estabelecido o tratamento adequado.

Prevenção:

A meningite é uma síndrome que pode ser causada por diferentes agentes infecciosos. Para alguns destes, existem medidas de prevenção primária, tais como vacinas e quimioprofilaxia. As vacinas estão disponíveis para a prevenção das principais causas de meningite bacteriana. O calendário de vacinação da criança do Programa Nacional de Imunização dispõe das seguintes vacinas:

– Vacina meningocócica C (Conjugada): protege contra a doença meningocócica causada pelo sorogrupo C.

– Vacina pneumocócica 10-valente (conjugada): protege contra as doenças invasivas causadas pelo Streptococcus pneumoniae, incluindo meningite.

– Pentavalente: protege contra as doenças invasivas causadas pelo Haemophilus influenzae sorotipo B, como meningite, e também contra a difteria, tétano, coqueluche e hepatite B.

– Meningocócica ACWY (Conjugada): protege contra a doença meningocócica causada pelos sorogrupos A, C, W e Y.

O Ministério da Saúde lançou, nesta quinta-feira (3/10), as diretrizes do “Plano Nacional para o Enfrentamento às Meningites até 2030”. O Brasil caminha para ser o primeiro país da região das Américas a estruturar um plano estratégico com tal finalidade. O documento afirma o compromisso brasileiro com o Roteiro Global da Organização Mundial da Saúde (OMS), firmado em 2021, para derrotar as epidemias que ocorrem no mundo e reduzir em 70% as mortes provocadas por elas até 2030.

Fontes:

Confederation of Meningitis Organisations (CoMO)
Fundação Oswaldo Cruz
Ministério da Saúde
Organização Mundial da Saúde (OMS)



Publicado: Thursday, 01 de January de 1970


 

 

 

 

 


 

 

FONTE: https://bvsms.saude.gov.br/05-10-dia-mundial-da-meningite-2/

 



 DislexiaMT

 

 


informativo procure seu médico

abs

Carla



  • ⚕️ Aviso médico: As informações deste artigo têm caráter exclusivamente educativo e não substituem a consulta com médico e/ou nutricionista. Cada pessoa tem necessidades individuais , busque sempre orientação profissional antes de Tratamento