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domingo, 15 de março de 2026

GUIA IBA: A Demência com Corpos de Lewy e seus efeitos colaterais

 

1 Sujeito chamado Alzheimer

 

 

A Demência com Corpos de Lewy (DCL) é uma condição complexa que afeta o cérebro através do acúmulo de proteínas. Ela se situa em um "meio de campo" entre o Alzheimer e o Parkinson, mas possui características únicas que exigem atenção especial.
Diferente de outras demências, a DCL não começa necessariamente com a perda de memória. Seus pilares são:
Flutuação Cognitiva: O paciente alterna entre momentos de clareza total e episódios de confusão profunda ou sonolência excessiva durante o dia.
Alucinações Visuais: Ver figuras detalhadas (pessoas, crianças ou animais) que não estão presentes. Ocorre de forma precoce na doença.
Sintomas de Parkinsonismo: Rigidez muscular, lentidão de movimentos e instabilidade ao caminhar.
Distúrbio do Sono REM: O paciente "encena" os sonhos, gritando ou dando socos/chutes enquanto dorme.
BEM-ESTAR (Efeitos colaterais e impactos no dia a dia)
A doença traz efeitos secundários que afetam diretamente a qualidade de vida e o sistema nervoso autônomo:
Instabilidade da Pressão: Quedas bruscas de pressão ao levantar, que podem causar desmaios e quedas.
Hipersensibilidade a Medicamentos: Alerta Crítico! Muitos remédios para psicose ou agitação (antipsicóticos comuns) podem causar reações graves e permanentes em quem tem DCL.
Dificuldades Digestivas: Constipação severa e, em estágios avançados, dificuldade para engolir (disfagia).
Incontinência: Perda do controle urinário mais cedo do que no Alzheimer.
3. Como lidar e apoiar?
O manejo da DCL exige paciência e adaptações ambientais:
Validação, não Confronto: Se a alucinação não for perigosa, não tente convencer o paciente de que "não há nada ali". Redirecione a atenção com calma.
Iluminação Estratégica: Evite sombras em corredores e quartos, pois o cérebro com DCL interpreta sombras como figuras ou invasores.
Aproveite as "Janelas": Realize atividades importantes (banho, alimentação, conversas sérias) nos momentos de maior lucidez (pico da flutuação).
Segurança Física: Remova tapetes e instale barras de apoio, pois o risco de quedas é o maior efeito colateral físico desta demência.
Nota Importante: O diagnóstico correto é a chave para evitar medicamentos que podem piorar os sintomas motores e mentais. Sempre consulte um neurologista especializado.
📍 Instituto Berna Almeida (@institutobernalmeida)
Página e Grupo de Apoio Online: 1 Sujeito Chamado Alzheimer

 

 

 

 
 

Fundador & CEO | Jornalista e Criador de Conteúdo - Tom é jornalista experiente, com mais de 17 anos de carreira em televisão, tendo atuado como repórter e apresentador nas principais emissoras do país. Diagnosticado com diabetes tipo 1 aos 22 anos, transformou sua trajetória pessoal em uma missão profissional. Além de liderar o Um Diabético, também realiza documentários e curtas com foco em saúde e impacto social. É reconhecido como um dos principais porta-vozes do diabetes no Brasil, dando voz e visibilidade a milhares de pessoas que convivem com a condição.

 

 

 

FONTE: https://umdiabetico.com.br/



 

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abs.fraternos

Carla

 

DIABETES> Especialista revela qual o melhor horário para se exercitar e controlar a glicemia; entenda

 Pessoa fazendo exercício físico ao ar livre no fim da tarde, estratégia que pode ajudar no controle da glicemia em pessoas com diabetes

 Exercícios no fim da tarde podem melhorar a sensibilidade à insulina e ajudar no controle da glicose.

Pesquisas indicam que o horário do treino pode influenciar diretamente a forma como o corpo utiliza a glicose ao longo do dia

 

 

Imagine que você já pratica exercícios regularmente, controla a alimentação e ainda assim percebe que a glicemia não responde como gostaria. E se a questão não fosse apenas o tipo de treino, mas o horário em que você o realiza? Essa possibilidade, antes pouco discutida, vem ganhando espaço nas pesquisas sobre diabetes e atividade física e pode fazer diferença no dia a dia de quem busca um controle glicêmico mais eficiente.

Além disso, o tema vai além da simples escolha entre manhã ou tarde: envolve o relógio biológico do corpo, a sensibilidade à insulina e o modo como o organismo processa a glicemia

 

ao longo das horas. A seguir, a endocrinologista Dra. Denise Franco e o Fisiologista do exercício William Komatsu, explicam o que a ciência diz e como aplicar isso na prática.

Por que o horário do treino influencia o açúcar no sangue?

O corpo humano não é igual ao longo do dia. Ele opera segundo um relógio biológico interno — chamado de ritmo circadiano — que regula desde a temperatura corporal até a forma como as células processam a glicemia. No período da tarde, a sensibilidade à insulina tende a ser naturalmente mais alta em muitas pessoas com diabetes tipo 2.

Nesse contexto, exercitar-se quando o organismo já está mais receptivo à insulina pode potencializar o uso da glicemia como fonte de energia. O resultado, segundo os especialistas, é um controle glicêmico mais eficiente, tanto durante o treino quanto nas horas seguintes.

 “O horário do treino pode influenciar diretamente a maneira como o corpo processa a glicose. Para quem tem diabetes ou pré-diabetes, essa é uma variável que vale ser considerada, especialmente quando se busca otimizar a rotina com ajustes simples.” Dra Denise Franco | Endocrinologista – Especialista em tecnologia no tratamento do diabetes

Quais são as principais evidências científicas sobre o exercício à tarde?

Um estudo publicado na revista Diabetologia examinou a influência do horário do exercício em homens com diabetes tipo 2 e mostrou que treinos de alta intensidade à tarde reduzem mais a glicose do que pela manhã. Esse efeito parece estar ligado à maior sensibilidade à insulina e ao melhor aproveitamento da glicose nesse período do dia.

Os pesquisadores observaram ainda que o exercício matinal, em alguns casos, aumentava temporariamente a glicose, enquanto o treino vespertino melhorava os níveis tanto durante a noite quanto no dia seguinte. Outros estudos têm apontado resultados semelhantes, reforçando o papel do fim da tarde como um horário potencialmente vantajoso para treinos em pessoas com resistência à insulina.

“Treinos entre 15h e 19h podem otimizar o controle glicêmico em pessoas com resistência à insulina. No entanto, a regularidade da prática é mais importante que o horário exato. O melhor exercício é aquele que cabe na sua rotina e você consegue manter.” Prof. William Komatsu | Fisiologista do Exercício

Quais são os melhores tipos de exercício para reduzir a glicemia

Diversos tipos de atividade física ajudam a utilizar a glicose circulante e melhorar a sensibilidade à insulina, podendo ser combinados em uma rotina equilibrada. A escolha deve considerar a condição de saúde, o nível de treinamento e, sempre que possível, a orientação de um profissional.

Tipo de ExercícioComo FuncionaBenefício Principal
Caminhada pós-refeiçãoAtividade leve realizada após as refeições.Ajuda o corpo a evitar picos de glicose logo após comer.
Fortalecimento muscularExercícios resistidos que aumentam a massa muscular como musculação, faixas elásticas e etcFacilitam a absorção da glicose pelas células pós exercícios
Ciclismo e nataçãoAtividades aeróbias com menor impacto nas articulações.Melhoram a saúde cardiovascular e auxiliam no controle da glicose.
Treino intervaladoSessões curtas alternando períodos de maior intensidade e descanso.Podem manter ou elevar os níveis de glicose no sangue momentaneamente.

Além disso, caminhadas de 15 a 30 minutos após as refeições são uma estratégia acessível e eficaz para reduzir picos de glicose, e podem ser feitas em qualquer horário do dia. Ainda assim, a intensidade e o tipo de exercício devem ser adaptados à condição clínica de cada pessoa.

Portanto, combinar exercícios aeróbios (que aumentam a frequência cardíaca e a respiração) com fortalecimento muscular pode melhorar ainda mais o controle da glicose, segundo os especialistas.

Como adaptar o horário do treino à rotina diária?

A regularidade da prática é mais importante que o horário exato, embora pequenas adaptações possam maximizar os benefícios metabólicos.  

Pessoas que utilizam insulina ou medicamentos que reduzem a glicose devem ter atenção redobrada ao combinar essas terapias com exercícios com longa duração, devido ao risco de hipoglicemia. Consultar um profissional de saúde antes de ajustar o horário ou a intensidade do treino é fundamental para garantir uma transição segura.

“Quem usa insulina precisa de acompanhamento próximo ao mudar a rotina de exercícios. A hipoglicemia durante ou após o treino é um risco real e pode ser evitada com monitoramento adequado e orientação médica.” Dra Denise Franco | Endocrinologista – Especialista em Tecnologia no tratamento do diabetes

Nesse contexto, monitorar a glicemia antes, durante e após a atividade física é uma prática fundamental. Além disso, conversar com o endocrinologista sobre possíveis ajustes na dose de insulina pode fazer toda a diferença na segurança do treino.

O que você pode fazer a partir de hoje

  • Se possível, programe treinos mais intensos entre 15h e 19h — horário de maior sensibilidade à insulina para muitas pessoas com diabetes tipo 2.
  • Inclua caminhadas de 15 a 30 minutos após as refeições principais para reduzir picos de glicose.
  • Combine exercícios aeróbios (caminhada, natação, ciclismo) com fortalecimento muscular para potencializar o controle glicêmico.
  • Monitore a glicemia antes, durante e após o treino, especialmente se usar insulina ou medicamentos hipoglicemiantes.
  • Não interrompa a prática por não conseguir treinar no horário ideal. Lembre-se: qualquer exercício regular é melhor do que nenhum.

Consulte seu endocrinologista e um Profissional de Educação Física especializado antes de alterar a intensidade ou o horário do treino.

 LINK: https://youtu.be/RJWkDyNX1Wc

 

 


 

 
 

 
 

Fundador & CEO | Jornalista e Criador de Conteúdo - Tom é jornalista experiente, com mais de 17 anos de carreira em televisão, tendo atuado como repórter e apresentador nas principais emissoras do país. Diagnosticado com diabetes tipo 1 aos 22 anos, transformou sua trajetória pessoal em uma missão profissional. Além de liderar o Um Diabético, também realiza documentários e curtas com foco em saúde e impacto social. É reconhecido como um dos principais porta-vozes do diabetes no Brasil, dando voz e visibilidade a milhares de pessoas que convivem com a condição.

 

 

 

FONTE: https://umdiabetico.com.br/



 

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Carla

 

Como a pipoca impacta a glicose de quem tem diabetes? Nutricionista revela

 

 Tigela de pipoca natural ao lado de medidor de glicose, ilustrando consumo de pipoca por pessoas com diabetes.

 Pipoca feita de forma simples pode ser consumida por pessoas com diabetes quando há controle da porção e da gordura. 

 

Dicas de preparo e porção ajudam a manter a glicemia estável ao consumir pipoca

 

 

Pipoca e diabetes parecem uma combinação improvável, mas a ciência e a orientação nutricional contam uma história diferente. Fim de semana começou e o Portal Um Diabético ouviu especialistas para responder à pergunta que muita gente faz na fila do cinema ou no sofá de casa: posso comer pipoca?

A resposta é sim. Mas saber como consumi-la faz toda a diferença para aproveitar esse lanche sem comprometer o controle glicêmico.


 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
  • É fonte de fibras: um saquinho de 20 g fornece cerca de 3 g de fibras, que ajudam a reduzir o pico glicêmico, melhoram a saúde digestiva e prolongam a saciedade.
  • Contém polifenóis, antioxidantes que combatem o estresse oxidativo.
  • Não possui gordura trans nem colesterol na versão natural.
  • 2 saquinhos médios de 20 g (total 40 g) equivalem a 1 fatia de pão — contendo cerca de 28 g de carboidratos e 180 kcal.
 
A pipoca feita em casa, na panela, é a melhor opção para quem tem diabetes. Essa versão permite controlar a quantidade de gordura utilizada, tornando-a menos prejudicial para o controle da glicose. Existem até técnicas para estourar pipoca com água, eliminando o uso de gordura.” Nutricionista Carol Netto, especialista em nutrição clínica

Qual pipoca o diabético pode comer?

Nem toda pipoca é igual. A escolha do preparo é determinante para quem precisa manter a glicemia sob controle.

Versões mais indicadas

 
 
  • Pipoca feita em casa na panela, com pouco óleo ou preparada na água (sem gordura).
  • Pipoca air-popped (estouro a ar quente), sem adição de manteiga ou sal excessivo.
  • Temperada com ervas secas, canela, cacau em pó ou outros temperos com baixo impacto glicêmico.

Versões que exigem atenção redobrada

  • Pipocas doces ou gourmet (com caramelo, leite condensado, leite ninho, chocolate): ricas em açúcar e gordura, exigem ajuste no plano alimentar e, para quem usa insulina, cálculo cuidadoso da dose.
  • Pipoca de micro-ondas industrializada: pode conter gordura em excesso, sódio elevado e aditivos.
  • Balde de pipoca no cinema: porção difícil de estimar, atenção especial à quantidade consumida.

Como fazer a contagem de carboidratos

Para quem realiza a contagem de carboidratos, a pipoca exige treinamento — especialmente no cinema, onde as porções são imprecisas e frequentemente compartilhadas.

“Para quem tem diabetes e faz contagem de carboidratos, esse é um dos alimentos em que é preciso treinar bem o tamanho da porção para não errar muito na estimativa de quantidade de carboidratos e insulina, principalmente se tratando de cinema e um balde de pipocas compartilhado.” Nutricionista Débora Bohnen — @debora_bohnen | Membro do Departamento de Nutrição da SBD

A regra prática sugerida pela especialista é simples:

Peso da pipocaCarboidratos estimados
20 g14 g de carboidratos
40 g28 g de carboidratos

Atenção: os cinemas estão isentos da obrigatoriedade de exibir tabela nutricional, pois manipulam e fraccionam alimentos para consumo imediato. Por isso, o treinamento em casa — separando a porção em um bowl e pesando na balança — é a estratégia mais eficaz para estimar com segurança a quantidade no cinema.

Passo a passo: pipoca saudável em casa

A nutricionista Carol Netto indica a pipoca na panela como a versão mais controlável. Veja como preparar:

Ingredientes:

  • 30 g de milho para pipoca (rende cerca de 2 porções)
  • 1 fio de azeite ou óleo de coco (ou nada, para versão com água)
  • Sal a gosto, canela, cacau em pó ou ervas secas para temperar

Modo de preparo:

  • Aqueça a panela em fogo médio. Se usar gordura, adicione apenas um fio.
  • Acrescente os grãos, tampe e aguarde estourar, chacoalhando a panela ocasionalmente.
  • Quando os estouros diminuírem, desligue o fogo.
  • Transfira para um bowl, pese a sua porção e tempere a gosto.

Versão sem gordura: substitua o óleo por 2 colheres de sopa de água — funciona!

Resumo: o que você precisa saber

  • Prefira a pipoca feita em casa na panela ou air-popped.
  • Controle o uso de gordura: óleo mínimo ou estoure com água.
  • Evite versões doces ou gourmets no dia a dia; consuma com moderação e ajuste a insulina, se necessário.
  • Treine porções em casa usando balança: 20 g = 14 g de carboidratos.
  • No cinema, estime com base no treinamento feito em casa.
  • Consuma dentro da sua meta de carboidratos por refeição.

Consulte sempre seu nutricionista ou endocrinologista para ajuste do plano alimentar.

 
 
 
 
 
 
 
 

Gerente de Conteúdo e Redes Sociais - Jornalista mineira, natural de Uberlândia, Laura é descolada, sensível e criativa. Traz para o projeto uma visão estratégica e conectada com as tendências digitais. É responsável pela distribuição dos conteúdos nas redes sociais, escreve reportagens especiais para o portal e atua na produção audiovisual. Desde que abraçou a causa do diabetes, há três anos, mergulhou no universo do Um Diabético com dedicação e empatia. Está constantemente se atualizando para potencializar o alcance e o impacto do nosso conteúdo.

 
 
 
 

 

FONTE: https://umdiabetico.com.br/



 

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