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sexta-feira, 17 de abril de 2026

DIABETES: Whey Protein aumenta a glicose de quem tem diabetes? Entenda o que diz especialista

 

Especialista explica que suplemento não é exclusivo para quem tem diabetes e uso depende de avaliação individual e função renal


O uso de whey protein por pessoas com diabetes aparece na rotina de quem busca suporte nutricional ou prática de exercício. A palavra-chave whey protein no diabetes envolve dúvidas sobre segurança, impacto na glicose e necessidade real do suplemento. Nesse contexto, a orientação passa por avaliação individual e não por proibição.

Segundo a nutricionista e Membro do Departamento de Nutrição da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD), Maristela Strufaldi, não existe whey protein específico para quem convive com diabetes. No entanto, o suplemento pode ser utilizado, desde que haja indicação e acompanhamento.


Whey protein no diabetes não é exclusivo, mas pode ser utilizado

O whey protein no diabetes não possui formulação própria para essa condição. Segundo Maristela Strufaldi, pessoas com diabetes podem usar o suplemento, desde que a função renal esteja preservada.

Além disso, a nutricionista explica que há estudos que consideram o whey protein como suporte proteico, com ou sem associação ao exercício. Portanto, o uso depende do objetivo alimentar e da rotina da pessoa.

Por outro lado, a decisão de incluir o suplemento deve considerar o contexto clínico. Enquanto isso, o acompanhamento profissional ajuda a ajustar quantidade e momento de consumo.

Impacto do whey protein na glicose depende do contexto

O impacto do whey protein no diabetes não segue uma regra única. Segundo as orientações discutidas, a glicose responde a vários fatores, e a alimentação é apenas um deles.


Além disso, a proteína não atua da mesma forma que o carboidrato. Enquanto o carboidrato se converte em glicose de forma direta, a proteína pode ter um efeito mais tardio.

Nesse contexto, o consumo isolado ou combinado com outros alimentos pode gerar respostas diferentes. Portanto, avaliar a glicose antes e depois do consumo ajuda a entender o efeito individual.

Controle glicêmico envolve mais do que suplementação

Ao abordar dúvidas sobre alimentação, Maristela Strufaldi destaca que o controle glicêmico não depende apenas de um alimento ou suplemento. Segundo ela, existem mais de 40 fatores que influenciam a glicose.

Entre esses fatores estão qualidade do sono, presença de infecção, prática de atividade física e esquema de medicação. Nesse sentido, atribuir alterações glicêmicas apenas ao whey protein pode limitar a análise.

Além disso, a organização da alimentação ao longo do dia interfere na resposta do organismo. Portanto, o suplemento não substitui uma estratégia alimentar estruturada.

Suplemento não substitui alimentação equilibrada

O whey protein no diabetes pode ser utilizado como complemento, mas não substitui a alimentação. Segundo a especialista, a base da rotina alimentar deve considerar quantidade de carboidrato, proteína e gordura.

Além disso, a combinação de alimentos altera a resposta glicêmica. Por exemplo, associar proteína a fontes de carboidrato pode modificar a velocidade de absorção.

Enquanto isso, a ausência de planejamento pode levar a consumo inadequado, mesmo quando o alimento ou suplemento não é restrito.

Avaliação profissional é necessária antes do uso

O uso de whey protein no diabetes exige avaliação de saúde. Segundo Maristela Strufaldi, a função renal deve estar preservada antes de incluir o suplemento.

Além disso, a orientação profissional define a necessidade real de uso. Nesse contexto, nem toda pessoa precisa de suplementação, mesmo com prática de atividade física.

Por outro lado, o consumo sem orientação pode levar a escolhas inadequadas. Portanto, o acompanhamento permite ajustar dose, horário e objetivo do uso.

Diferença entre whey protein e outros suplementos

Durante a discussão sobre suplementação, também surge a dúvida sobre termogênicos. Segundo a nutricionista, esses produtos não devem ser utilizados sem avaliação.

Além disso, alguns termogênicos podem conter substâncias que alteram pressão arterial ou ritmo cardíaco. Portanto, a orientação médica é necessária antes do uso.

Enquanto isso, o whey protein se diferencia por ser fonte de proteína. Ainda assim, o uso deve considerar o contexto de saúde e não apenas o objetivo estético.



Gerente de Conteúdo e Redes Sociais - Jornalista mineira, natural de Uberlândia, Laura é descolada, sensível e criativa. Traz para o projeto uma visão estratégica e conectada com as tendências digitais. É responsável pela distribuição dos conteúdos nas redes sociais, escreve reportagens especiais para o portal e atua na produção audiovisual. Desde que abraçou a causa do diabetes, há três anos, mergulhou no universo do Um Diabético com dedicação e empatia. Está constantemente se atualizando para potencializar o alcance e o impacto do nosso conteúdo.





FONTE: https://umdiabetico.com.br/whey-protein-aumenta-a-glicose-de-quem-tem-diabetes-entenda-o-que-diz-especialista/


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Carla

17/04 – Dia Mundial da Hemofilia

 Também conhecido como o Dia Mundial da Hemofilia, o Dia Mundial do Hemofílico foi criado para divulgar melhor a hemofilia e as suas implicações para quem sofre da doença, aumentado a conscientização da população em geral, reduzindo preconceitos e facilitando a luta pelos direitos dos hemofílicos.

A data de 17 de Abril foi escolhida como homenagem a Frank Shnabel, fundador da Federação Mundial de Hemofilia, que nasceu nesse dia.

O Dia Mundial do Hemofílico é comemorado atualmente em mais de 100 países em todo o mundo.

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O tema do Dia Mundial da Hemofilia em 2020 é “Envolva-se”. É um plano de ação para que todos possam ajudar a impulsionar a visão da World Federation of Hemophilia de “Tratamento para Todos” na comunidade e em nível global. 

Todos podem colaborar – desde pacientes, familiares e prestadores de cuidados, até parceiros corporativos e voluntários dos centros de tratamento. 

O objetivo é incentivar todos a se envolverem para ajudar a aumentar a conscientização sobre os distúrbios hemorrágicos herdados e a necessidade de tornar possível o acesso a cuidados adequados em todo o mundo.

Hemofilia é uma doença genético-hereditária que se caracteriza por desordem no mecanismo de coagulação do sangue e manifesta-se quase exclusivamente no sexo masculino. 

A mutação que causa a hemofilia localiza-se no cromossoma X. Em geral, as mulheres não desenvolvem a doença, mas são portadoras do defeito.

Existem dois tipos de hemofilia: a hemofilia A, que ocorre por deficiência do fator VIII de coagulação do sangue e a hemofilia B, por deficiência do fator IX.

A doença pode ser classificada, ainda, segundo a quantidade do fator deficitário, em três categorias: grave (fator menor do que 1%), moderada (de 1% a 5%) e leve, acima de 5%. Neste caso, às vezes, a enfermidade passa despercebida até a idade adulta.

Sintomas:

Nos quadros graves e moderados, os sangramentos repetem-se espontaneamente. Em geral, são hemorragias intramusculares e intra-articulares que, primeiro, desgastam as cartilagens e depois provocam lesões ósseas. 

Os principais sintomas são dor forte, aumento da temperatura e restrição de movimento. As articulações mais comprometidas costumam ser joelhos, tornozelos e cotovelos.

Os episódios de sangramento podem ocorrer logo no primeiro ano de vida do paciente sob a forma de equimoses (manchas roxas), que se tornam mais evidentes quando a criança começa a andar e a cair. No entanto, quando acometem a musculatura das costas, não costumam exteriorizar-se.

Nos quadros leves, o sangramento ocorre em situações como cirurgias, extração de dentes e traumas.

Tratamento:

O tratamento da hemofilia consiste, basicamente, na reposição do fator anti-hemofílico. Paciente com hemofilia A recebe a molécula do fator VIII, e com hemofilia B, a molécula do fator IX. Os hemocentros distribuem gratuitamente essa medicação que é fornecida pelo Ministério da Saúde.

Quanto mais precoce for o início do tratamento, menores serão as sequelas deixadas pelos sangramentos. O paciente e seus cuidadores devem ser treinados para fazer a aplicação do fator em casa.

Recomendações:

– os pais devem procurar assistência médica se o filho apresentar sangramentos frequentes e desproporcionais ao tamanho do trauma;
– manchas roxas que aparecem no bebê, quando bate nas grades do berço, podem ser um sinal de alerta para diagnóstico da hemofilia;
– os pais precisam ser orientados para saber como lidar com o filho hemofílico e devem estimular a criança a crescer normalmente;
– a prática regular de exercícios que fortaleçam a musculatura é fundamental para os hemofílicos. No entanto, esportes como judô, rúgbi e futebol são desaconselhados;
– episódios de sangramento devem receber tratamento o mais depressa possível para evitar as sequelas musculares e articulares.

 Para tanto, o paciente deve procurar atendimento em centros de referências em hemofilia para conhecer e receber a terapia mais indicada para cada caso.

Neste 17 de abril, envolva-se e celebre, virtualmente, com a comunidade e com a sua família!

 

Fontes:

Dr. Dráuzio Varella
World Federation of Hemophilia

 

 

 

FONTE: https://bvsms.saude.gov.br/17-4-dia-internacional-da-hemofilia-envolva-se/







FONTE: 

https://www.facebook.com/oncoguia?__cft__[0]=AZYP_TjbqSgDIw7c0Z_IbaS_agxsYTvvq-HzTt2CK4UQyU7-Wbi25XJ0z1h_nxqwNNH9wcme2drvqU8CYSMbfoThra96nmaruWS3DfTUFk2a8dFUKzSdxCQndClgXKG8FzHyJoMj0btO7L2kgxEpQ-K2QQXyM0nmEll4pVwcipiq326w-cC9nIgNmOB9DSqXfahXYENTlmoH-lMc1qtLvmHY&__tn__=-UC%2CP-R


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Carla

CÂNCER: ENTENDA A DIFERENÇA ENTRE CUIDADOS PALIATIVOS E CUIDADOS DE FIM DE VIDA.....

 

ONCOGUIA- 14/05/2025

... Momentos como esse nos lembram da importância de falar, com clareza e sensibilidade, sobre o que são os cuidados paliativos, afinal, muitas pessoas acabam acreditando que eles só são indicados para pacientes em fase terminal. Mas não é bem assim!

Por isso, preparamos este carrossel super especial com todas as explicações necessárias para entender esse processo.
Porque viver com mais conforto, dignidade e acolhimento é um direito de todos os pacientes, em qualquer fase da doença. 💚
🚨 Vale saber!
Segundo o INCA, o câncer de esôfago é o sexto tipo de tumor mais comum entre os homens brasileiros. A principal característica da doença é a dificuldade de engolir, entretanto, na maioria das vezes, ela só aparece quando o câncer já está em estágio avançado. Com isso, também é comum apresentar sintomas como dor no peito, tosse ou rouquidão, perda de peso não intencional, náuseas, azia, indigestão e falta de apetite.






















FONTE: 

https://www.facebook.com/oncoguia?__cft__[0]=AZYP_TjbqSgDIw7c0Z_IbaS_agxsYTvvq-HzTt2CK4UQyU7-Wbi25XJ0z1h_nxqwNNH9wcme2drvqU8CYSMbfoThra96nmaruWS3DfTUFk2a8dFUKzSdxCQndClgXKG8FzHyJoMj0btO7L2kgxEpQ-K2QQXyM0nmEll4pVwcipiq326w-cC9nIgNmOB9DSqXfahXYENTlmoH-lMc1qtLvmHY&__tn__=-UC%2CP-R


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