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quinta-feira, 7 de maio de 2026

Diabetes: como guardar a insulina do jeito certo para não estragar? Entenda

 






Temperatura, luz, geladeira e viagem fazem diferença. Saiba o que protege e o que compromete a eficácia da sua insulina


A insulina estava na porta da geladeira há semanas. A glicemia não baixava como antes, mesmo com a dose correta. Esse cenário, relatado com frequência por pessoas com diabetes que usam insulinoterapia, tem uma causa silenciosa: o armazenamento inadequado compromete a estabilidade do medicamento e nem sempre de forma visível.

A insulina é uma proteína sensível. Pequenas variações de temperatura, exposição à luz ou local errado na geladeira podem alterar sua estrutura e reduzir o efeito. Por isso, entender como guardar, por quanto tempo e como transportar faz parte do tratamento.


Insulina lacrada: geladeira sim, mas não em qualquer lugar

Antes de ser aberta, a insulina deve ser mantida refrigerada, entre 2°C e 8°C. No entanto, o local dentro da geladeira importa mais do que parece.

A prateleira interna inferior é a mais indicada já que é a zona de temperatura mais estável do aparelho. A porta, por outro lado, sofre variação a cada abertura: esse movimento constante já é suficiente para comprometer a integridade do medicamento ao longo do tempo. O compartimento de congelamento é contraindicado em qualquer circunstância, pois a insulina congelada perde o efeito de forma irreversível.

No inverno, vale atenção redobrada: geladeiras mal calibradas podem atingir temperaturas próximas ao ponto de congelamento nas prateleiras superiores. Verificar a regulagem do aparelho nessa época do ano é uma precaução simples e importante.

Insulina aberta: as regras mudam, e o prazo também

Depois de aberta, a insulina em uso segue outra lógica. Frascos e canetas descartáveis podem ser mantidos na geladeira ou em temperatura ambiente de até 30°C, desde que longe de fontes de calor, como fogão, micro-ondas e televisão, e protegidos da luz solar direta.

A caneta recarregável, porém, não deve retornar à geladeira após o início do uso. Ela permanece em temperatura ambiente enquanto estiver em utilização. Em todos os casos, o prazo máximo após a abertura é de 4 a 6 semanas, conforme orientação do fabricante, independentemente da data impressa na embalagem.

Esse detalhe é um dos erros mais comuns: a embalagem pode indicar validade para daqui a dois anos, mas a insulina aberta há mais de seis semanas já não oferece a mesma garantia de eficácia.

Preparo antes da aplicação: temperatura e homogeneização

Retirar a insulina da geladeira cerca de 30 minutos antes da aplicação reduz o desconforto e contribui para uma absorção mais regular. Além disso, insulinas com aspecto leitoso, como a NPH, exigem homogeneização antes do uso.

O procedimento correto é rolar o frasco suavemente entre as palmas das mãos por pelo menos 20 vezes, até que o líquido fique uniforme. Agitar com força cria bolhas e pode interferir na dose aspirada. Insulinas de aspecto transparente, como regular, análogos ultrarrápidos, glargina e detemir, dispensam esse processo.

Transporte: bagagem de mão, sem exceção

Durante viagens, a insulina fica exposta a condições que podem comprometê-la rapidamente. Calor dentro do carro, variação de temperatura no bagageiro e exposição à luz são riscos concretos. Por isso, a insulina deve ser transportada na bagagem de mão (em bolsa, pochete ou mochila) e não em porta-luvas, painel ou bagageiro.

Frascos lacrados que precisam de refrigeração devem ser acondicionados em bolsa térmica com gel de resfriamento, sem contato direto com o gelo. Em viagens aéreas, o porão do avião pode atingir temperaturas extremas, tanto pelo frio quanto pelo calor no solo. Despachar a insulina representa um risco desnecessário.

Como saber se ela estragou?

Além das condições de armazenamento, vale observar a aparência do medicamento antes de cada aplicação. Insulina com grumos, cristais visíveis, coloração alterada ou aspecto diferente do habitual não deve ser usada. Nesse caso, o indicado é consultar o profissional de saúde ou a farmácia antes de continuar com aquele frasco.




Insulinas têm prazo de validade? | Tom Bueno
Fontes consultadas

Centro Integrado de Diabetes (CID) — Hospital Universitário Dr. Miguel Riet Corrêa Jr. (HU-FURG/EBSERH) | Cuidados com o armazenamento, preparo e administração de insulina com seringa

Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD) | Diretrizes 2019–2020





Gerente de Conteúdo e Redes Sociais - Jornalista mineira, natural de Uberlândia, Laura é descolada, sensível e criativa. Traz para o projeto uma visão estratégica e conectada com as tendências digitais. É responsável pela distribuição dos conteúdos nas redes sociais, escreve reportagens especiais para o portal e atua na produção audiovisual. Desde que abraçou a causa do diabetes, há três anos, mergulhou no universo do Um Diabético com dedicação e empatia. Está constantemente se atualizando para potencializar o alcance e o impacto do nosso conteúdo.



Fundador & CEO | Jornalista e Criador de Conteúdo - Tom é jornalista experiente, com mais de 17 anos de carreira em televisão, tendo atuado como repórter e apresentador nas principais emissoras do país. Diagnosticado com diabetes tipo 1 aos 22 anos, transformou sua trajetória pessoal em uma missão profissional. Além de liderar o Um Diabético, também realiza documentários e curtas com foco em saúde e impacto social. É reconhecido como um dos principais porta-vozes do diabetes no Brasil, dando voz e visibilidade a milhares de pessoas que convivem com a condição.

FONTE: https://umdiabetico.com.br/

                                      


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abs

Carla

A imunoterapia está revolucionando a oncologia, trazendo novos horizontes no combate ao câncer.

 








30/04/2026
A imunoterapia está revolucionando a oncologia, trazendo novos horizontes no combate ao câncer.
Diferente dos tratamentos tradicionais, ela usa o próprio sistema imunológico do paciente para identificar e destruir as células cancerígenas.
Como Funciona?
O câncer muitas vezes “enganha” o sistema imunológico, fazendo com que ele não reconheça as células doentes.

A imunoterapia reativa as defesas naturais do corpo, ajudando-o a lutar contra a doença de forma mais eficaz.
Quais Cânceres Podem Ser Tratados?
Já é utilizada com sucesso em vários tipos de tumores, como:
✔
Câncer de pulmão
✔
Melanoma (pele)
✔
Bexiga, rins e mama
✔
Endométrio e colo uterino
E muitos outros estão em estudo!
Substitui a Quimioterapia?
Nem sempre.

Pode ser usada sozinha ou em combinação com quimio, radioterapia e outras terapias, dependendo do tipo de câncer, estágio e perfil do paciente.
Efeitos Colaterais
São diferentes da quimioterapia e, geralmente, mais leves:
🔸
Cansaço
🔸
Coceira
🔸
Diarreia
🔸
Inflamações no corpo
Limitações
Ainda não é eficaz para todos os casos – apenas alguns tumores respondem bem.

Cada paciente precisa ser avaliado individualmente.
A imunoterapia não é uma cura mágica, mas está transformando histórias, oferecendo mais qualidade de vida e esperança.

A medicina avança, e com ela, novas chances de vencer essa batalha.

💜
Dr. Natalício Kern Filho - Médico Hematologista, Hemoterapeuta RQE10.418 | RQE 10.419, Medicina Interna | RQE 10.403. Preceptor Sírio Libanês CRM RS18819








FONTE: https://www.facebook.com/Dr.NatalicioKernFilho?__cft__[0]=AZbxLtzMDaJgK6UU8D28lNMwMixTmudw0DnEuCXqqSE9zucGHbb-bPaZ2NIOiKwc6IdOC-OAsoY7lV0HG_n1Wgkl5J6IXmqk3aHtCvj95m59VRBVTrGzjMj1tjP45sv0tiZZtkx5mc1fU6lFBuDQ6JtVr6MX0mpj61LBhxI2AfWDWrPoDgfwMxFW6nc0xoh-wgGkvkbicWGTus7L0tOlFFHRaI_p82EX_n3xAxOn8xG1mg&__tn__=-UC%2CP-y-R

                                      


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Carla

CÂNCER: 🚨 ATENÇÃO: O cigarro pode aumentar o risco de linfomas! 🚨

 Dr. Natalício Kern Filho




ATENÇÃO: O cigarro pode aumentar o risco de linfomas! 🚨
Você já sabe que fumar faz mal para o pulmão… mas o que muita gente não sabe é que o tabagismo também pode afetar diretamente o sistema imunológico e aumentar o risco de doenças hematológicas, como o linfoma.
O sistema linfático é responsável pela defesa do nosso corpo. Quando exposto às substâncias tóxicas do cigarro, pode sofrer alterações que favorecem o surgimento de cânceres — especialmente o linfoma não Hodgkin, que tem associação com o tabagismo em diversos estudos.
🧬 Por que isso acontece?
O cigarro contém milhares de substâncias químicas que:
• Enfraquecem o sistema imunológico
• Provocam inflamação crônica
• Causam mutações nas células de defesa
• Alteram o funcionamento da medula óssea
⚠️ Sinais de alerta que não devem ser ignorados:
• Caroços (linfonodos aumentados) no pescoço, axilas ou virilha
• Febre persistente
• Suor noturno intenso
• Perda de peso sem causa aparente
• Cansaço excessivo
• Coceira no corpo sem explicação
🚭 Parar de fumar é uma decisão que salva vidas!
Mesmo após anos de tabagismo, o corpo começa a se recuperar quando o cigarro é interrompido, reduzindo riscos ao longo do tempo.
💬 Importante: Nem todo linfonodo aumentado é câncer, mas qualquer alteração persistente deve ser avaliada por um médico — especialmente um hematologista.
📢 Informação e prevenção caminham juntas. Cuide da sua saúde hoje para evitar problemas no futuro!
👨‍⚕️ Dr. Natalício Kern Filho
CRM/RS 18819
RQE 10403 | 10418 | 10419
Oncohematologia • Medicina Interna















FONTE: https://www.facebook.com/Dr.NatalicioKernFilho?__cft__[0]=AZbxLtzMDaJgK6UU8D28lNMwMixTmudw0DnEuCXqqSE9zucGHbb-bPaZ2NIOiKwc6IdOC-OAsoY7lV0HG_n1Wgkl5J6IXmqk3aHtCvj95m59VRBVTrGzjMj1tjP45sv0tiZZtkx5mc1fU6lFBuDQ6JtVr6MX0mpj61LBhxI2AfWDWrPoDgfwMxFW6nc0xoh-wgGkvkbicWGTus7L0tOlFFHRaI_p82EX_n3xAxOn8xG1mg&__tn__=-UC%2CP-y-R

                                      


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