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domingo, 5 de julho de 2026

MELHOR IDAD3E: GUIBA - QUANDO O CORPO IMITA UM PROBLEMA DO CEREBRO

 

1 Sujeito chamado Alzheimer


Nem toda confusão mental, alteração de comportamento ou perda de memória é sinal de demência ou Alzheimer, ás vezes, o cérebro está apenas reagindo a um problema que começou em outro lugar do corpo.
Quando uma mudança rápida envolve agitação, desorientação ou esquecimento, o corpo pode estar tentando avisar que algo não vai bem.
Condições que imitam a demência:
• Infecção Urinária (ITU): Especialmente em idosos, pode causar confusão mental, agitação e alucinações. Muitas vezes esses sinais aparecem antes dos sintomas urinários surgirem.
• Desidratação: A falta de água provoca fraqueza, tontura, sonolência e dificuldade de concentração.
• Alterações na Tireoide: Tanto o hipo quanto o hipertireoidismo geram lentidão de raciocínio, esquecimentos e oscilações de humor.
• Deficiência de Vitamina B12: Causa falhas de memória, confusão mental e fraqueza.
• Distúrbios do Sono: Apneia ou noites mal dormidas afetam diretamente a atenção, a memória e a tomada de decisões.
• Efeitos de Medicamentos: Mudanças recentes na medicação podem causar sonolência excessiva, desorientação e risco de quedas.
E se a pessoa já tem demência?
Mesmo em pacientes diagnosticados, uma piora súbita não deve ser vista como evolução natural da doença. Infecções, dor, desidratação e constipação podem agravar temporariamente os sintomas.
O que é o Delirium? É uma alteração aguda e repentina das funções cerebrais causada por um problema físico, como uma infecção. É uma emergência médica reversível e não uma demência definitiva.
Quando procurar ajuda médica imediatamente?
• Confusão mental ou sonolência excessiva que surgiram de forma rápida.
• Mudança repentina de comportamento ou alucinações inéditas.
• Piora abrupta no funcionamento habitual do idoso.
Lembre-se: Investigar a causa real antes de assumir que é da idade pode devolver a qualidade de vida ao paciente e tranquilizar a família.
Instituto Berna Almeida (@institutobernaalmeida)
Página e Grupo de Apoio Online: Um Sujeito Chamado Alzheimer
















FONTE: https://www.facebook.com/groups/307004436047308/








obs. conteúdo meramente informativo procure seu médico

abs

Carla



⚕️ Aviso médico: As informações deste artigo têm caráter exclusivamente educativo e não substituem a consulta com médico e/ou nutricionista. Cada pessoa tem necessidades individuais busque sempre orientação profissional antes de

Tratamento

MELHOR IDADE: GUIA IBA - QUANDO O CÉREBRO DEIXA DE OUVIR: A SURDEZ NEUROLÓGICA NAS DEMÊNCIAS AVANÇADAS

 Berna Almeida II



O avanço das síndromes demenciais impõe desafios que vão muito além do comprometimento da memória, um dos fenômenos mais complexos e menos compreendidos no ambiente doméstico é a progressiva dificuldade de comunicação, que frequentemente se assemelha a uma perda auditiva. Na fase avançada da doença, é comum que o familiar pareça não escutar os chamados ou ignore as orientações verbais.
No entanto, na maioria dos casos, o que ocorre não é uma falência do aparelho auditivo, mas sim uma alteração cognitiva profunda conhecida como surdez neurológica ou central.
A recepção física do som permanece intacta, o que significa que o ouvido capta as ondas sonoras normalmente. O comprometimento real ocorre nas áreas corticais do cérebro responsáveis por processar, decodificar e traduzir esses estímulos sonoros em informações compreensíveis, tecnicamente chamada de Agnosia Auditiva, essa condição faz com que as palavras percam o significado, transformando o idioma nativo em um conjunto de sons incompreensíveis para o paciente.
Essa perda do processamento central manifesta-se de maneiras específicas na rotina diária:
  • A incapacidade de diferenciar a voz humana de ruídos do ambiente, como o som de televisores ou eletrodomésticos, gerando sobrecarga sensorial.
  • A perda da atenção sustentada, impedindo que o familiar fixe o foco em frases longas ou explicações complexas.
  • Reações de isolamento ou apatia, decorrentes da exaustão neurológica ao tentar decifrar os estímulos ao redor.
  • Respostas paradoxais, em que o familiar se assusta com a aproximação verbal por não compreender a intenção da fala.
Compreender que esse comportamento é um sintoma neurológico e não uma recusa deliberada ou teimosia redefine completamente a abordagem do cuidador familiar.
Métodos convencionais como elevar o tom de voz ou gritar são ineficazes e contraproducentes, o cérebro comprometido pela demência interpreta volumes altos ou sons agudos como uma ameaça iminente, o que costuma deflagrar crises de agitação, ansiedade ou agressividade defensiva.
O manejo técnico adequado exige a adaptação dos canais de comunicação, priorizando a linguagem não verbal.
Para estabelecer um contato efetivo, o cuidador deve reduzir os ruídos de fundo antes de iniciar o diálogo, a aproximação deve ser sempre frontal, posicionando-se estritamente na linha do olhar do familiar, as mensagens verbais precisam ser simplificadas, utilizando frases curtas, pausadas e de comando único.
Acima de tudo, o toque afetivo seguro e a expressividade facial devem anteceder a fala, fornecendo ao paciente a previsibilidade e a segurança necessárias para que ele se sinta conectado, mesmo quando as palavras já não fazem sentido.
Instituto Berna Almeida – Orientação Técnica e Apoio aos Cuidadores Familiares
Siga o nosso perfil oficial: @institutobernalmeida















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5 de julho — Dia Nacional de Conscientização e Enfrentamento da Dor Crônica.


5 de julho — Dia Nacional de Conscientização e Enfrentamento da Dor Crônica.
Esta data representa um marco para milhões de pessoas que convivem com uma dor que muitas vezes não aparece no rosto, não aparece nos exames, mas muda profundamente a rotina, o sono, o trabalho, os vínculos e a qualidade de vida.
A dor crônica não é exagero.
Não é fraqueza.
Não é “coisa da cabeça”.
Ela pode estar presente em condições como fibromialgia, doenças reumáticas, dor neuropática, dor lombar crônica, dores pós-cirúrgicas, doenças inflamatórias, autoimunes e degenerativas.
A Lei nº 15.422/2026 instituiu o Dia Nacional de Conscientização e Enfrentamento da Dor Crônica e reconhece a importância do atendimento integral às pessoas com dor crônica pelo SUS.
Para a SUPERANDO, esta data é sobre acolhimento, informação, orientação e advocacy.
Porque quem sente dor precisa ser ouvido.
Quem convive com dor precisa ser cuidado.
E quem vive com dor crônica precisa ter seus direitos respeitados.
Dor crônica é real.
Cuidar também é acreditar.
Antes da doença existe um ser.
SUPERANDO | @superandoolupus
#DiaNacionalDaDorCrônica #DorCrônica #DorCronicaÉReal #Fibromialgia #DoençasReumáticas DoençasAutoimunes DorNeuropática SaúdeComRespeito Superando AntesDaDoençaExisteUmSer






















FONTE:  https://www.facebook.com/superandoolupus?__tn__=-UC*F

 








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