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terça-feira, 1 de setembro de 2026

CÂNCER: Entenda o que é a Leucemia Linfoide Crônica

 

 

Entenda o que é a Leucemia Linfoide Crônica

Mais frequente em países ocidentais, e considerada rara na Ásia, a leucemia linfoide crônica (LLC) pode ser bem diferente dos outros tipos de leucemia, já que – por mais estranho que pareça – em alguns casos não será necessário realizar o tratamento. É importante ressaltar que esta é uma decisão atribuída ao médico especialista.

Tudo acontece quando os linfócitos, por conta de um erro genético, passam a se desenvolver de forma descontrolada e param de realizar suas funções. A leucemia linfóide é considerada crônica porque essa alteração provoca o crescimento desordenado de linfócitos B que, geralmente, não impede a produção das células normais. Ou seja, ao mesmo tempo em que há uma produção de células com problemas, causando acúmulo na medula óssea, por outro lado o processo de fabricação e maturação das células saudáveis continua acontecendo.

É importante salientar que a LLC é uma doença adquirida e não hereditária. Ainda não se sabe o motivo para o seu surgimento, mas, na maior parte dos casos, ela atinge pessoas com mais de 50 anos. Não há registros de crianças que tenham sido diagnosticadas com a doença.


Possíveis causas e fatores de risco da LLC

  • Poucos fatores têm sido associados a um aumento no risco de desenvolvimento da LLC. Cientistas estudam continuamente as possíveis relações com o estilo de vida ou com fatores ambientais, mas ainda não foram alcançadas conclusões sólidas. Isso sugere que vários fatores podem estar envolvidos no desenvolvimento da leucemia.

 

 

 

Manual informativo : LINK> https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/05/Manual-de-LLC-Abrale-web.pdf

 


 

informativo procure seu médico

abs

Carla



  • ⚕️ Aviso médico: As informações deste artigo têm caráter exclusivamente educativo e não substituem a consulta com médico e/ou nutricionista. Cada pessoa tem necessidades individuais busque sempre orientação profissional antes de Tratamento

 

 

CÂNCER: 01/09 - DIA MUNDIAL DA LEUCEMIA LINFOCÍTICA CRÔNICA

 Dia Mundial da Leucemia Linfocítica Crônica (LLC)​

​Hoje é dia de ampliar a conscientização sobre a Leucemia Linfocítica Crônica (LLC), um tipo de leucemia que afeta principalmente adultos e que pode apresentar diferentes características e evoluções.​

​O diagnóstico adequado e o acompanhamento especializado são fundamentais para definir a melhor estratégia de cuidado para cada paciente. ​

​Neste Dia Mundial da LLC, a ABHH reforça a importância da informação, do diagnóstico preciso, do acesso ao tratamento e do acompanhamento especializado. ​

​#ABHH #LLC #LeucemiaLinfocíticaCrônica #Hematologia #Leucemias

 

 

Foto do perfil de abhhoficial
Dia Mundial da Leucemia Linfocítica Crônica (LLC)​

​Hoje é dia de ampliar a conscientização sobre a Leucemia Linfocítica Crônica (LLC), um tipo de leucemia que afeta principalmente adultos e que pode apresentar diferentes características e evoluções.​

​O diagnóstico adequado e o acompanhamento especializado são fundamentais para definir a melhor estratégia de cuidado para cada paciente. ​

​Neste Dia Mundial da LLC, a ABHH reforça a importância da informação, do diagnóstico preciso, do acesso ao tratamento e do acompanhamento especializado. ​

#ABHH #LLC #LeucemiaLinfocíticaCrônica #Hematologia #Leucemias

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


 




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  • ⚕️ Aviso médico: As informações deste artigo têm caráter exclusivamente educativo e não substituem a consulta com médico e/ou nutricionista. Cada pessoa tem necessidades individuais busque sempre orientação profissional antes de Tratamento

 

 

segunda-feira, 31 de agosto de 2026

MELHOR IDADE: ORIENTAÇÃO AO CUIDADOR “MEU PAI TEM ALZHEIMER E USA PRÓTESE DENTÁRIA. DEVO DEIXÁ-LA NA BOCA O DIA TODO E TAMBÉM PARA DORMIR?”

 

Berna Almeida

 

ORIENTAÇÃO AO CUIDADOR

“MEU PAI TEM ALZHEIMER E USA PRÓTESE DENTÁRIA. DEVO DEIXÁ-LA NA BOCA O DIA TODO E TAMBÉM PARA DORMIR?”

Essa parece uma questão simples, mas merece atenção pois quando uma pessoa com Alzheimer usa prótese dentária, não basta pensar apenas nos dentes, precisamos observar a boca, a capacidade de mastigar e engolir, o estado da prótese e, principalmente, se aquela pessoa ainda consegue utilizá-la com segurança, e existe um detalhe importante...
 
 
Uma prótese que foi perfeitamente segura durante muitos anos pode deixar de ser segura conforme a pessoa envelhece e a demência progride.
 
DURANTE O DIA, ELE PODE USAR A PRÓTESE?
 
Em geral, uma prótese bem adaptada pode ser utilizada durante o período em que a pessoa está acordada, especialmente nas refeições, quando ela contribui para a mastigação, fala e conforto, mas o cuidador precisa observar:
 
Ela está firme?
Está machucando?
A pessoa mastiga normalmente?
Fica tentando retirá-la?
A prótese se movimenta quando ela fala ou come?
Há dificuldade para engolir?
A pessoa consegue compreender que aquilo está dentro da boca?
Essas perguntas tornam-se particularmente importantes na demência.
 
E PARA DORMIR?
 
De modo geral, não é recomendado dormir continuamente com próteses dentárias removíveis, salvo alguma orientação específica do dentista para aquele paciente. Retirá-las durante o sono permite descanso dos tecidos que ficam em contato com a prótese e facilita a higiene da boca e do próprio aparelho.
 
O uso noturno contínuo também está associado a problemas na mucosa e pode favorecer condições como a estomatite relacionada à prótese.
 
Portanto, não devemos pensar:
 
“Se ele usa durante o dia, pode ficar com ela 24 horas.”
A boca também precisa de um período sem a prótese.
 
MAS NO ALZHEIMER EXISTE OUTRA QUESTÃO...
 
Conforme a doença progride, a pessoa pode perder a capacidade de cuidar sozinha da prótese, ela pode esquecer de retirá-la, pode retirar e guardar em lugares improváveis, pode não permitir que alguém mexa em sua boca.
 
Pode não compreender por que aquele objeto precisa ser colocado ou retirado, pode até deixar de reconhecer a prótese como algo que lhe pertence e é por isso que o cuidado odontológico precisa acompanhar as mudanças cognitivas e funcionais.
 
“ELE SEMPRE USOU ESSA PRÓTESE E AGORA NÃO QUER MAIS. É TEIMOSIA?”
Não conclua isso antes de examinar a boca pois uma pessoa com Alzheimer pode ter dificuldade crescente para comunicar dor e desconforto e ela talvez não consiga dizer:
 
“Minha gengiva está machucada.”
“Isso está apertando.”
“Dói quando eu mastigo.”
“A prótese está solta.”
Em vez disso, pode simplesmente tirar a prótese, cuspir, recusar alimentos, ficar irritada durante a refeição ou afastar a mão de quem tenta colocá-la.
 
O comportamento pode ser a maneira que aquela pessoa encontrou para comunicar desconforto.
A PRÓTESE PODE DEIXAR DE SERVIR?
Sim, a boca não permanece igual durante toda a vida, alterações dos tecidos de suporte, perda óssea, condições bucais e mudanças corporais podem modificar o encaixe da prótese. 
 
Em idosos frágeis, inclusive, mudanças importantes de peso podem acompanhar alterações que merecem avaliação, e uma prótese que antes estava firme pode começar a movimentar-se.
 
E aí surge um problema que não deve ser ignorado.
 
PRÓTESE FROUXA EM UMA PESSOA COM DEMÊNCIA MERECE AVALIAÇÃO
 
Se a prótese está muito instável, desloca-se durante a alimentação ou a pessoa já apresenta alterações importantes de mastigação ou deglutição, não é adequado simplesmente continuar colocando-a porque “ele sempre usou”.
 
A segurança precisa ser reavaliada.
 
Em pessoas com demência avançada ou disfagia, a decisão sobre continuar utilizando determinada prótese deve ser individualizada com avaliação odontológica e, quando necessário, da equipe responsável pela deglutição.
 
E SE ELE TENTAR ENGOLIR A PRÓTESE?
Uma prótese removível solta ou quebrada pode representar risco de deslocamento, aspiração ou ingestão, embora esses eventos não ocorram com todas as pessoas.
 
Se uma prótese desaparecer e houver possibilidade de ela ter sido engolida ou aspirada, especialmente se surgirem tosse súbita, engasgo, dificuldade para respirar, dor ou dificuldade para engolir, procure atendimento imediatamente.
 
Dificuldade respiratória ou suspeita de obstrução das vias aéreas é uma emergência.
RETIRAR A PRÓTESE SIGNIFICA QUE NÃO PRECISA MAIS HIGIENIZAR A BOCA?
Não, esse é um erro importante, mesmo uma pessoa sem dentes naturais precisa de higiene bucal.
 
Gengivas, língua, céu da boca e demais tecidos da boca acumulam resíduos e precisam ser observados e higienizados adequadamente, e se ainda houver dentes naturais, eles continuam precisando de escovação.
 
Prótese limpa em uma boca sem higiene não significa boa saúde bucal.
E A PRÓTESE TAMBÉM PRECISA SER LIMPA
 
A prótese deve ser retirada e higienizada regularmente, conforme orientação odontológica, não basta enxaguá-la rapidamente, resíduos de alimentos e biofilme podem permanecer aderidos à superfície.
 
Também é importante ter cuidado durante a limpeza para não deixá-la cair e quebrar. Uma estratégia simples é realizar a higienização sobre uma pia protegida ou recipiente adequado, reduzindo o impacto caso ela escape das mãos.
E atenção aos produtos utilizados.
 
Não improvise com substâncias abrasivas, água muito quente ou produtos que não sejam apropriados para aquele tipo de prótese, pois ela pode ser danificada ou deformada.
 
O dentista pode orientar a melhor forma de higienização e armazenamento de acordo com o material da prótese.
 
OLHE A BOCA TODOS OS DIAS
Quando retirar a prótese, aproveite para observar:
• vermelhidão persistente;
• feridas;
• sangramento;
• áreas esbranquiçadas ou avermelhadas;
• inchaço;
• mau odor persistente;
• dor ou reação de desconforto ao tocar;
• prótese quebrada, rachada ou com partes cortantes;
• dificuldade nova para mastigar ou engolir.
Uma lesão que persiste precisa ser examinada e não tente simplesmente resolver colocando mais adesivo na prótese ou deixando de retirá-la.
 
“MAS ELE NÃO DEIXA EU TIRAR A PRÓTESE.”
 
Não transforme a higiene da boca em uma disputa, para algumas pessoas com Alzheimer, alguém aproximar a mão de sua boca pode ser interpretado como ameaça.
 
Tente realizar o cuidado em um momento tranquilo, explique com frases curtas, mostre o que será feito e dê tempo para que a pessoa processe a informação.
 
Quando possível, preserve a participação dela.
Às vezes, entregar a escova e demonstrar o movimento funciona melhor do que tentar fazer tudo por ela imediatamente.
 
Se houver resistência persistente, dor, agressividade ou impossibilidade de realizar a higiene, converse com o dentista e com a equipe que acompanha a pessoa para adaptar a abordagem.
 
ENTÃO, QUAL É A REGRA?
 
Não existe uma única regra que sirva para todas as fases do Alzheimer
A pergunta não deve ser somente:
 
“Ele ainda tem prótese?”
A pergunta precisa ser:
“Ele ainda consegue usar essa prótese com conforto e segurança?”
Enquanto estiver bem adaptada, funcional e segura, ela pode continuar sendo muito útil, mas conforme a doença progride, o cuidado precisa acompanhar a pessoa.
 
O que funcionava há cinco anos pode não funcionar hoje, o que era seguro na fase inicial pode precisar ser reavaliado na fase avançada e retirar uma prótese que deixou de ser segura não significa abandonar o cuidado com a boca, muito pelo contrário, significa adaptar o cuidado à condição atual daquela pessoa.
 
Por isso, a pessoa com Alzheimer também precisa de acompanhamento odontológico, inclusive quando já não consegue reclamar de dor, porque chega um momento em que ela talvez não consiga dizer:
 
“Minha boca está doendo.”
E caberá ao cuidador perceber o que o comportamento, a alimentação e a própria boca estão tentando mostrar.
 
📍 Instituto Berna Almeida (@institutobernalmeida)

Página e Grupo de Apoio Online: 1 Sujeito Chamado Alzheimer
 



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