Powered By Blogger

quarta-feira, 9 de setembro de 2026

Nefrologia/ Urologia,>Quando falamos em alimentação na DRC, é comum pensar imediatamente no potássio. Mas a carambola é um....

 Tati Nutri Renal


Quando falamos em alimentação na DRC, é comum pensar imediatamente no potássio.
Mas a carambola é um exemplo importante de que nem sempre a preocupação está apenas nos minerais. Arraste para o lado e veja porque a carambola e uma outra fruta da mesma família são proibidas
⚠️
E atenção: não é uma questão de simplesmente “comer pouco”. É não consumir!
Salve para consultar depois e compartilhe com quem precisa dessa informação!
















Fonte: https://www.facebook.com/tatianakruger.nutricaorenal?__tn__=-UC*F




informativo procure seu médico

abs

Carla



  • ⚕️ Aviso médico: As informações deste artigo têm caráter exclusivamente educativo e não substituem a consulta com médico e/ou nutricionista. Cada pessoa tem necessidades individuais , busque sempre orientação profissional antes de Tratamento

MELHOR IDADE: DICAS: O QUE FAZER? ONTEM CONVERSAMOS NORMALMENTE. HOJE ELA NÃO RECONHECE A CASA ONDE MORA. O QUE FAZER?

 

Mentes e Demências

Berna Almeida II




Isso pode acontecer com uma pessoa com demência, em alguns momentos, ela pode olhar para a própria casa e sentir que aquele lugar é estranho. Pode dizer que quer “ir para casa”, mesmo estando dentro dela, ficar assustada ou insistir que nunca morou ali.
O que fazer naquele momento?
• Não discuta nem tente provar que aquela é a casa dela.
• Evite frases como: “Você mora aqui há 20 anos, como não lembra?”
• Fale devagar e transmita segurança: “Está tudo bem. Você está segura aqui comigo.”
• Leve-a para um ambiente tranquilo e familiar. Fotografias, objetos conhecidos ou uma atividade de que ela goste podem ajudar.
• Se ela disser que quer ir embora, não confronte imediatamente. Tente acolher o sentimento e mudar o foco da conversa.
• Observe como ela está se comportando e se existem outros sintomas.
ATENÇÃO À MUDANÇA REPENTINA
Se ontem ela estava como de costume e hoje surgiu uma confusão muito diferente do habitual, não atribua automaticamente tudo à demência.
Uma piora súbita da orientação pode ocorrer em situações como infecção, desidratação, dor, constipação, retenção urinária, alterações metabólicas ou efeito de medicamentos, entre outras causas.
Se a mudança foi abrupta, persiste ou vem acompanhada de febre, sonolência excessiva, fraqueza, agitação incomum, alteração da urina, dificuldade para falar ou movimentar um lado do corpo, procure avaliação de saúde.
Na demência, acolher é importante. Mas perceber quando alguma coisa mudou de repente também é cuidar.
Instituto Berna Almeida (@institutobernalmeida)
Página e Grupo de Apoio Online: 1 Sujeito Chamado Alzheimer.
Você conhece alguém com Demência, precisando de ajuda? Diga como nos encontrar.

 















Fonte: https://www.facebook.com/groups/356844134420305/?__cft__[0]=AZiwMPAnam_xVxlORO_ldCfusfNk1U1El7K_GtR6Z9npJIXKt52kP5ZSLMFBpDW_7tgRE7raHVy9OZkzK6yceB3r8kR2q2hJcgGJJ2Ug_AKrHkdepHFi1ATRoLpWGC2tl-c35GI_5lAZDaS_Z-hmGLUp2Jkqptx4jnjQl5-IPDav-CPN69gqCxaPmsb5VdcKw3s15N15NA&__tn__=-UC%2CP-R




informativo procure seu médico

abs

Carla



  • ⚕️ Aviso médico: As informações deste artigo têm caráter exclusivamente educativo e não substituem a consulta com médico e/ou nutricionista. Cada pessoa tem necessidades individuais , busque sempre orientação profissional antes de Tratamento

DIABETES: Comeu lasanha e a glicose subiu muito depois? O que pode explicar a curva

 

Refeições como a lasanha combinam diferentes nutrientes e podem provocar alterações na glicose após o consumo.



Massa, gordura e proteína podem influenciar o comportamento da glicose nas horas seguintes à refeição.


Você termina de comer a lasanha do almoço e a glicose parece tranquila. Uma hora passa. Depois, duas. Mais tarde, a curva começa a subir.

Esse comportamento pode aparecer depois de refeições que combinam carboidratos com quantidades maiores de gordura e proteína. A lasanha é um exemplo porque reúne massa, queijo, carne, molho e, dependendo da receita, outros ingredientes que aumentam o teor de gordura.

Por isso, olhar apenas para a glicemia logo depois da refeição pode não mostrar toda a resposta do organismo.

A primeira hora não conta toda a história

A massa da lasanha fornece carboidratos, que têm papel importante na elevação da glicose após a refeição.

Mas o prato não é composto apenas pela massa.

Queijo, carne, molhos e outros ingredientes acrescentam proteínas e gorduras. A presença desses nutrientes pode modificar o ritmo da digestão e retardar o aparecimento de parte da glicose na circulação.

A diretriz da Sociedade Brasileira de Diabetes para diabetes tipo 1 descreve que a gordura pode reduzir a resposta glicêmica nas primeiras duas a três horas, atrasar o pico de glicose e aumentar o risco de hiperglicemia tardia a partir de três a cinco horas. A resposta, porém, é individual.

É uma possível explicação para aquela curva que parecia tranquila e começa a subir mais tarde.

O recheio também entra nessa conta

Nem toda lasanha tem a mesma composição.

Uma receita com molho de tomate, carne e uma quantidade moderada de queijo é diferente de outra feita com molho branco, vários tipos de queijo, creme e embutidos.

A quantidade consumida também muda a história.

Quanto maior a porção, maior tende a ser a quantidade total de carboidratos, além de outros nutrientes presentes na receita.

Por isso, não existe uma resposta única para a pergunta “quanto a lasanha vai subir minha glicose?”.

A receita, a porção, o tratamento e a resposta individual precisam ser considerados.

A gordura não apaga o carboidrato

Esse é um ponto importante.

Quando uma refeição é rica em gordura, pode acontecer de a glicose subir mais lentamente no início. Isso não significa que os carboidratos da massa deixaram de existir.

A diretriz da SBD destaca que o carboidrato é o nutriente com maior influência na variabilidade glicêmica após as refeições, mas gordura e proteína também podem afetar esse perfil.

Na prática, uma refeição com muita gordura pode apresentar uma curva diferente daquela observada após o consumo de uma quantidade semelhante de carboidratos em uma refeição com menor teor de gordura.

Uma fatia não é igual a três

O tamanho da porção é outro ponto que pode passar despercebido.

Uma fatia pequena de lasanha e um prato cheio com duas ou três porções representam quantidades muito diferentes de massa, queijo e recheio.

Para quem tem diabetes, esse aspecto é especialmente importante porque a quantidade de carboidratos consumida em cada refeição precisa ser considerada dentro do planejamento alimentar.

A SBD recomenda individualizar a quantidade de carboidratos e, no diabetes tipo 1, utiliza a contagem de carboidratos como uma das estratégias para o manejo da alimentação.

E trocar pela massa integral?

Pode aumentar a quantidade de fibras da preparação, dependendo do produto escolhido.

A SBD recomenda priorizar alimentos minimamente processados e fontes de carboidratos ricas em fibras. No diabetes tipo 2, a entidade recomenda pelo menos 25 gramas de fibras por dia para adultos, dentro de uma alimentação individualizada.

Mas a troca da massa não transforma sozinha a receita.

Uma lasanha integral ainda pode levar bastante queijo, creme, molho branco e outros ingredientes ricos em gordura.

A qualidade da massa é apenas uma parte da composição.

O sensor pode mostrar a elevação mais tarde

Para quem usa monitorização contínua da glicose, uma refeição como a lasanha pode revelar uma curva diferente daquela esperada.

Em vez de uma elevação concentrada logo depois de comer, pode haver uma resposta mais prolongada, especialmente quando a refeição contém bastante gordura.

Esse comportamento não significa que toda pessoa terá o mesmo resultado.

Também não deve ser usado como motivo para alterar doses de insulina por conta própria.

A SBD destaca que a resposta à gordura e à proteína é individual e que não existe uma fórmula única que possa ser aplicada de maneira automática a todas as pessoas.

O acompanhamento das curvas pode, entretanto, fornecer informações úteis para serem discutidas com a equipe de saúde.

O que muda quando a receita é mais simples?

A composição da lasanha pode ser modificada sem transformar o prato em outra comida.

É possível controlar a quantidade de queijo, escolher um molho com menos gordura, usar uma porção adequada de massa e incluir vegetais na refeição.

Isso não elimina os carboidratos nem garante uma resposta glicêmica específica.

A ideia é apenas tornar a refeição mais compatível com uma alimentação equilibrada e com as necessidades de cada pessoa.

A glicose depois da refeição também depende do contexto

A resposta não depende apenas da lasanha.

Atividade física, horário da refeição, quantidade consumida, tratamento, níveis de glicose antes de comer e diversos outros fatores também podem interferir na curva.

É por isso que duas pessoas podem comer pratos semelhantes e apresentar respostas diferentes.

Até a mesma pessoa pode perceber comportamentos diferentes em ocasiões distintas.

O que a lasanha ensina sobre glicemia

A principal questão não é decidir se lasanha é um alimento permitido ou proibido.

É entender que uma refeição pode ter efeitos que aparecem em momentos diferentes.

A massa fornece carboidratos. A gordura e a proteína podem modificar o ritmo da resposta. A quantidade consumida interfere na carga total da refeição. E cada organismo responde de uma maneira.

Por isso, aquela glicemia aparentemente tranquila logo depois do jantar não necessariamente encerra a história.

Em refeições como a lasanha, acompanhar o que acontece algumas horas depois pode revelar uma parte da resposta glicêmica que não aparece no primeiro olhar.

Gordura dos alimentos faz mal pra quem tem diabetes? A resposta pode te surpreender DiabetesCast #65




Fonte: https://umdiabetico.com.br/




informativo procure seu médico

abs

Carla



  • ⚕️ Aviso médico: As informações deste artigo têm caráter exclusivamente educativo e não substituem a consulta com médico e/ou nutricionista. Cada pessoa tem necessidades individuais , busque sempre orientação profissional antes de Tratamento