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quarta-feira, 4 de novembro de 2026

MELHOR IDADE: Hábitos de vida impactam a saúde cerebral no envelhecimento

 





Diversos hábitos de vida desempenham um papel crucial na saúde cerebral durante o envelhecimento, principalmente ao contribuírem para a construção da reserva cognitiva, que permite ao cérebro manter seu funcionamento mesmo diante de mudanças ou danos relacionados à idade.

Os hábitos de maior impacto mencionados são:

  • Atividade Física: Existe evidência convincente de que o exercício protege contra o declínio cognitivo. Intervenções baseadas em caminhadas, por exemplo, demonstraram aumentar o tamanho do hipocampo em idosos sedentários. Além disso, a atividade física melhora a função cognitiva em adultos acima de 50 anos, independentemente de ser exercício aeróbico ou de resistência, ajudando também na redução da depressão e do risco de quedas. Quem mergulha neste universo da atividade física no envelhecimento pode encontrar várias evidências e relação com as variadas atividades físicas. O importante é se mexer!
  • Alimentação Saudável: Dietas como a Mediterrânea e a MIND (uma combinação da Mediterrânea com a DASH) são destacadas como métodos eficazes para reduzir o risco de demência. O consumo de legumes, azeite de oliva, peixes e grãos integrais promove mecanismos antioxidantes, a neuroplasticidade e a saúde cardiovascular. Estudos indicam que até uma adesão moderada à dieta MIND pode reduzir o risco de desenvolver a doença de Alzheimer.
  • Higiene do Sono: O sono é um alvo terapêutico vital, pois deficiências crônicas são consideradas impulsionadoras de processos neuropatológicos ligados à demência, possivelmente por interferirem na limpeza de resíduos cerebrais (sistema glinfático).
  • Conexão Social e Propósito de Vida: A interação social fornece estímulo mental essencial e promove a neuroplasticidade. Por outro lado, o isolamento social e a solidão são associados a um desempenho cognitivo inferior, podendo causar inflamação induzida pelo estresse e disfunção cerebral.
  • Atividades Intelectuais e Educação: O nível educacional e o engajamento contínuo em atividades mentalmente desafiadoras ao longo da vida aumentam a resiliência cognitiva. O princípio do “use-o ou perca-o” sugere que uma vida cognitivamente sedentária pode acelerar a atrofia em várias estruturas cerebrais.
  • Estimulação Mental Específica: Intervenções como treinamento cognitivo (exercícios de memória e raciocínio), treinamento musical e práticas de mindfulness mostram benefícios em domínios específicos como atenção e memória episódica, embora a literatura ainda debata a capacidade desses ganhos serem transferidos para a função cognitiva global.

As fontes também ressaltam que o envelhecimento é uma experiência heterogênea; a teoria “Orchid and Dandelion”, por exemplo, sugere que alguns indivíduos são naturalmente mais resilientes (como dentes-de-leão) aos fatores negativos do estilo de vida, enquanto outros (orquídeas) são mais suscetíveis e dependentes de um ambiente e hábitos saudáveis para manter sua função cognitiva. Além disso, a saúde cerebral é modificada pela interconexão entre esses comportamentos, a personalidade e a saúde psicológica.

Fonte: Prince JB, Davis HL, Tan J, Muller-Townsend K, Markovic S, Lewis DMG, Hastie B, Thompson MB, Drummond PD, Fujiyama H, Sohrabi HR. Cognitive and neuroscientific perspectives of healthy ageing. Neurosci Biobehav Rev. 2024 Jun;161:105649. doi: 10.1016/j.neubiorev.2024.105649. Epub 2024 Apr 4. PMID: 38579902.








Sou terapeuta ocupacional de formação, comunicadora por dom e experiência ao longo dos 10 anos frente ao reab.me; empresária que aposta na produção de produtos e conteúdos significativos e com propósito para ajudar as pessoas que precisam dos cuidado da reabilitação. Editora-chefe do Reab.me. Terapeuta Ocupacional (UFPE) com especialização em Tecnologia Assistiva (UNICAP). Mestre em Design (UFPE). Sou autora de 4 livros de exercícios para estimulação cognitiva que servem como material de apoio em contextos terapêuticos que visam a manutenção ou melhora de disfunções cognitivas. Sendo eles: - 50 exercícios para estimulação cognitiva: o cotidiano em evidência; - 50 exercícios para estimulação cognitiva: a culinária em evidência; - 50 exercícios para estimulação cognitiva: a família em evidência; - 50 exercícios para estimulação cognitiva de crianças com dificuldades de aprendizagem. No mais, sou Ana, esposa de Fábio, mãe de Olga e Inácio. Praticante de meditação e yoga














FONTE: https://www.reab.me/


 


   

                               



            


                       
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  • ⚕️ Aviso médico: As informações deste artigo têm caráter exclusivamente educativo e não substituem a consulta com médico e/ou nutricionista. Cada pessoa tem necessidades individuais , busque sempre orientação profissional antes de Tratamento

MELHOR IDADE: Cuidados com os pés diabéticos de pessoas idosas

 


Por

Ana Leite

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O pé da pessoa idosa, nunca deve ser negligenciado, em especial quando cuidamos ou falamos de uma pessoa idosa. O “pé diabético” é uma complicação relacionada ao diabetes mellitus, que causa neuropatias e perda de sensibilidade nos pés. Sendo assim, uma condição que requer muita atenção dos profissionais, familiares, cuidadores que acompanham a pessoa idosa; seja, apoiando a pessoa idosa, que necessita, de apoio neste monitoramento do cuidado, seja naqueles dependentes.

Dentre as orientações de cuidado com o pé diabético, estão:

  • Inspeção diária dos pés e calçados: É fundamental realizar uma inspeção visual todos os dias para identificar calosidades, lesões ou objetos estranhos dentro dos sapatos.
  • Uso de calçados adequados: Nunca andar descalço, mesmo em casa. Deve-se usar calçados fechados e adequados.
  • Higiene e Hidratação: Manter os pés limpos e bem hidratados, sem exagerar na quantidade de creme entre os dedos para evitar quedas por deslizamento.
  • Cuidado com as unhas: O corte das unhas deve ser feito com cuidado para evitar traumas.
  • Uso de meias adequadas: Recomenda-se o uso de meias sem costura para evitar atritos que possam causar lesões.
  • Triagem profissional: A realização de exames físicos, como o teste do monofilamento de 10g para avaliar a sensibilidade protetora, deve ser feita por profissionais de saúde pelo menos uma vez ao ano.

Um destaque especial será dado aqui à atenção ao calçado: pacientes com diabetes não devem usar calçados abertos, como chinelos ou sandálias, para evitar que pedrinhas ou outros objetos estranhos entrem no calçado e causem lesões na pele, devido à perda de sensibilidade. Além do risco de quedas, que aumenta, quando a pessoa idosa, usa calçados inadequados como sandálias.

De acordo com o Dr. Humberto Alexandre Amadori no podcast #43 da SBGG Nacional, a triagem deve ser realizada pelo menos uma vez ao ano para todos os pacientes com diabetes. No entanto, para pacientes classificados como sendo de maior risco, a avaliação profissional deve ser feita a cada três meses. Como em todo processo de cuidado, é necessário uma personalização, ou seja, converse com o médico responsável e entenda quais as necessidades individuais.



Sou terapeuta ocupacional de formação, comunicadora por dom e experiência ao longo dos 10 anos frente ao reab.me; empresária que aposta na produção de produtos e conteúdos significativos e com propósito para ajudar as pessoas que precisam dos cuidado da reabilitação. Editora-chefe do Reab.me. Terapeuta Ocupacional (UFPE) com especialização em Tecnologia Assistiva (UNICAP). Mestre em Design (UFPE). Sou autora de 4 livros de exercícios para estimulação cognitiva que servem como material de apoio em contextos terapêuticos que visam a manutenção ou melhora de disfunções cognitivas. Sendo eles: - 50 exercícios para estimulação cognitiva: o cotidiano em evidência; - 50 exercícios para estimulação cognitiva: a culinária em evidência; - 50 exercícios para estimulação cognitiva: a família em evidência; - 50 exercícios para estimulação cognitiva de crianças com dificuldades de aprendizagem. No mais, sou Ana, esposa de Fábio, mãe de Olga e Inácio. Praticante de meditação e yoga














FONTE: https://www.reab.me/cuidados-com-os-pes-diabeticos-de-pessoas-idosas/


 


   

                               



            


                       
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CÂNCER É SEMPRE HEREDITÁRIO?

 



O histórico familiar é importante, mas não é o único fator que merece atenção quando falamos sobre câncer.
Envelhecimento, hábitos de vida e exposições ambientais também podem influenciar o desenvolvimento da doença.
Por isso, conhecer seu histórico de saúde, manter hábitos saudáveis e conversar com seu médico sobre seus riscos individuais são atitudes importantes para o cuidado e a prevenção.













FONTE: https://www.facebook.com/oncologiameridional?__cft__[0]=AZiFxG29bNBuz9-KiCzjs_HgzhlKtKQjZ9h4gAEf8rNyhYrjS0TZ9IDs0uvOH_Bv2_Z00WDLCsQLQxmVv-zeZrrhg2vjutvCkd4f1bCJZ4eqVnHDtT14qy0ky_oZgdqH6zx4F0rm2AzpSwYR_owaByClNM3HRdkyAVM9BMePIzd-HDjk6NgyAA3g6wucyZ544diDrSNQuR8jG0FNu07_&__tn__=-UC%2CP-y-R


 


   

                               



            


                       
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