Powered By Blogger

quarta-feira, 7 de janeiro de 2026

DIABETES: O que fazer quando a glicemia está alterada: especialistas explicam as causas mais comuns

 

 


 glicemia alterada

 

 

Quando a glicemia está alterada, muitas pessoas que convivem com diabetes ficam em dúvida sobre o que fazer e quais fatores podem estar por trás dessa oscilação. Na prática, a glicemia alterada nem sempre está ligada apenas à alimentação e pode refletir mudanças no tratamento, no corpo ou na rotina.

Durante o programa educativo Juntos por Você, a médica endocrinologista pediátrica Mônica Gabbay, da Escola Paulista de Medicina, explicou que existem mais de 20 fatores conhecidos capazes de interferir na glicemia.
Nesse contexto, compreender essas causas ajuda a reduzir culpa, ansiedade e erros de manejo.

Alimentação influencia a glicemia, mas não age sozinha

A alimentação interfere diretamente na glicose porque quase todos os alimentos se transformam em glicose após a digestão.
No entanto, o impacto varia conforme o tipo de alimento, a quantidade consumida e a medicação utilizada.

Segundo a nutricionista Tarcila de Campos, mestre em diabetes, os carboidratos costumam ser os principais responsáveis por elevações rápidas da glicemia.
Ainda assim, proteínas e gorduras também influenciam, especialmente de forma tardia.

Portanto, o controle não depende de “cortar alimentos”, mas de alinhar a alimentação com a insulina ou com a medicação utilizada.
Não existe uma dieta única para quem tem diabetes, e sim um plano alimentar individualizado.

Atividade física pode baixar ou subir a glicose

O exercício físico melhora a sensibilidade à insulina e, em geral, reduz a necessidade de doses maiores.
Segundo a endocrinologista Mônica Gabbay, músculos ativos captam glicose com mais eficiência, o que facilita o controle.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

T

Fundador & CEO | Jornalista e Criador de Conteúdo - Tom é jornalista experiente, com mais de 17 anos de carreira em televisão, tendo atuado como repórter e apresentador nas principais emissoras do país. Diagnosticado com diabetes tipo 1 aos 22 anos, transformou sua trajetória pessoal em uma missão profissional. Além de liderar o Um Diabético, também realiza documentários e curtas com foco em saúde e impacto social. É reconhecido como um dos principais porta-vozes do diabetes no Brasil, dando voz e visibilidade a milhares de pessoas que convivem com a condição.

FONTE :https://umdiabetico.com.br/2026/

 

Câncer de Cólo de Útero

 


 

obs. conteúdo meramente informativo procure seu médico

abs

Carla

 

Pão francês no diabetes: nutricionista explica os riscos e como consumir sem descontrole da glicose

 

 

 Alimento comum na mesa do brasileiro, o pão francês exige atenção à quantidade, às combinações e ao horário de consumo no diabetes.

 

pão francês no diabetes   

O pão francês faz parte da rotina de milhões de brasileiros. No entanto, para quem convive com diabetes, ele costuma gerar dúvidas, receios e até proibições automáticas após o diagnóstico. Nesse contexto, entender como esse alimento impacta a glicose é fundamental para fazer escolhas mais seguras e realistas no dia a dia.

A boa notícia é que o pão francês não precisa ser encarado como um vilão absoluto. Ainda assim, seu consumo exige informação, planejamento e alguns cuidados específicos.

 

 

Por que o pão francês eleva a glicose rapidamente?

O principal fator está na composição do pão francês. Produzido basicamente com farinha branca, ele apresenta alto índice glicêmico, o que significa rápida absorção do carboidrato pelo organismo.

Na prática, isso faz com que a glicose suba de forma acelerada após o consumo. Além disso, uma unidade média de cerca de 50 gramas contém aproximadamente 28 gramas de carboidrato, quantidade relevante para quem faz controle glicêmico ou uso de insulina.

Atualmente, esse cuidado se torna ainda mais importante porque o tamanho dos pães varia bastante nas padarias, o que pode elevar ainda mais a carga de carboidratos sem que a pessoa perceba.

 

 link: https://youtu.be/82ils8Yyahs

 


 

Pão francês integral é uma opção melhor?

O pão francês integral costuma gerar a sensação de ser uma escolha mais segura. De fato, a presença de fibras ajuda a retardar um pouco a absorção da glicose. No entanto, o impacto prático nem sempre é tão diferente do pão tradicional.

 

 

Isso acontece porque a base da receita continua sendo farinha refinada. Portanto, embora possa subir a glicemia de forma um pouco mais lenta, o pão integral também exige atenção à quantidade e ao contexto da refeição.

Pão torrado ou fresco: existe diferença para a glicemia?

Existe, e ela costuma surpreender. Ao contrário do que muitos imaginam, torrar o pão não reduz o impacto glicêmico. Pelo contrário, o processo de aquecimento favorece uma absorção ainda mais rápida do carboidrato.

Nesse sentido, o pão torrado ou em forma de torrada pode provocar picos glicêmicos semelhantes ou até mais intensos do que o pão fresco.

O horário de consumo influencia o controle do diabetes?

Sim, e esse é um ponto frequentemente ignorado. Pela manhã, o organismo apresenta maior resistência à insulina, fenômeno conhecido como fenômeno do amanhecer. Nesse período, o corpo precisa de mais insulina para lidar com a mesma quantidade de carboidrato.

Por esse motivo, consumir pão francês no café da manhã costuma exigir mais ajustes no tratamento do que em outros horários do dia. Ainda assim, isso não significa proibição, mas sim planejamento.

Combinar o pão com outros alimentos ajuda a reduzir o impacto?

Essa é uma das estratégias mais importantes para quem não abre mão do pão francês. Quando o carboidrato é consumido junto com proteínas ou gorduras, a digestão se torna mais lenta, o que reduz a velocidade de subida da glicose.

Boas combinações incluem:
– pão com manteiga, em pequena quantidade
– pão com queijo
– pão com ovo

Nesse cenário, a quantidade de carboidrato permanece a mesma. No entanto, a absorção acontece de forma mais gradual, o que facilita o controle glicêmico.

Manteiga ou margarina: qual a melhor escolha?

Apesar de muitas controvérsias, a manteiga costuma ser uma opção mais adequada do que a margarina. Isso ocorre porque a margarina passa por processos industriais que podem gerar gorduras trans, associadas a maior risco cardiovascular.

Ainda assim, a recomendação é clara: moderação. O ideal é usar pequenas quantidades, lembrando sempre que a proposta é pão com manteiga, e não manteiga com pão.

Quem usa insulina precisa redobrar a atenção?

Para quem utiliza insulina, especialmente as de ação rápida ou ultrarrápida, o momento da aplicação faz toda a diferença. Como o pão francês eleva a glicose rapidamente, aplicar a insulina com antecedência pode ajudar a evitar picos.

No entanto, esse ajuste deve sempre considerar a glicemia do momento e as orientações da equipe de saúde. Em situações de hipoglicemia, por exemplo, a prioridade deve ser a correção antes de qualquer aplicação.

Afinal, quem tem diabetes pode comer pão francês?

Sim, pode. O ponto central não é a proibição, mas o equilíbrio. Atenção à porção, ao horário, às combinações e ao tratamento transforma o pão francês em um alimento possível dentro de uma rotina bem conduzida.

Informação de qualidade não serve para impor restrições extremas, mas para apoiar decisões conscientes e sustentáveis ao longo da vida com diabetes.

 

 

 

 

 

 

T

Fundador & CEO | Jornalista e Criador de Conteúdo - Tom é jornalista experiente, com mais de 17 anos de carreira em televisão, tendo atuado como repórter e apresentador nas principais emissoras do país. Diagnosticado com diabetes tipo 1 aos 22 anos, transformou sua trajetória pessoal em uma missão profissional. Além de liderar o Um Diabético, também realiza documentários e curtas com foco em saúde e impacto social. É reconhecido como um dos principais porta-vozes do diabetes no Brasil, dando voz e visibilidade a milhares de pessoas que convivem com a condição.

FONTE :https://umdiabetico.com.br/2026/

 

Câncer de Cólo de Útero

 

 



 

obs. conteúdo meramente informativo procure seu médico

abs

Carla

 

 

Alimentos que aumentam a glicose e exigem mais cuidado no diabetes

 

 alimentos que aumentam a glicose


 

 Entenda quais alimentos elevam a glicose, por que isso acontece e como evitar descompensações no dia a dia

 

 

Alimentos que aumentam a glicose fazem parte do dia a dia de quem convive com diabetes e nem sempre envolvem açúcar ou doces. No entanto, muitos desses alimentos provocam elevações rápidas ou tardias da glicemia, o que pode dificultar o controle do diabetes.


Nesse contexto, entender como esses alimentos atuam no organismo é essencial para fazer escolhas mais seguras, sem culpa e sem restrições extremas.

 

 

Açúcares e carboidratos refinados elevam a glicose de forma rápida

Alimentos como refrigerantes, doces, bolos, biscoitos, pães brancos e massas refinadas provocam elevação rápida da glicose no sangue. Isso ocorre porque esses produtos têm baixo teor de fibras e alta velocidade de absorção.

Segundo a nutricionista Carol Neto, o problema não está apenas na quantidade consumida, mas na forma como o alimento chega à corrente sanguínea.

“Quando o carboidrato entra rápido demais, o organismo não consegue responder de forma eficiente, o que gera picos glicêmicos difíceis de corrigir.”

Além disso, esse padrão aumenta o risco de hiperglicemia seguida de queda brusca, especialmente em quem usa insulina.

Combinação de carboidrato com gordura causa picos tardios de glicose

Pizza, lasanha, salgados fritos, chocolates recheados e fast food representam um desafio adicional. Embora a glicose possa não subir imediatamente, o excesso de gordura atrasa a digestão e provoca elevação tardia.

Nesse cenário, muitas pessoas acreditam que “não deu nada” após a refeição. No entanto, horas depois, a glicose sobe de forma persistente, especialmente durante a madrugada.

A nutricionista e educadora em diabetes Tarsila de Campos alerta que esse é um dos erros mais comuns no dia a dia.

“A gordura não impede o aumento da glicose. Ela apenas posterga esse efeito, o que dificulta o ajuste do tratamento.”

Alimentos ultraprocessados “disfarçados de saudáveis” confundem o paciente

Produtos rotulados como integrais, fitness, light ou diet costumam transmitir uma falsa sensação de segurança. No entanto, muitos deles continuam ricos em carboidratos, gorduras e aditivos.

Pães integrais em excesso, granolas adoçadas, barras de cereal e biscoitos “sem açúcar” podem elevar a glicose de forma significativa, principalmente quando consumidos sem atenção à porção.

Nesse contexto, o rótulo se torna uma ferramenta essencial para quem convive com diabetes.

Diet não significa livre de impacto glicêmico

Alimentos diet geralmente não contêm açúcar, mas isso não significa ausência de carboidratos ou calorias. Em muitos casos, a retirada do açúcar é compensada por gordura ou outros ingredientes.

Por isso, o consumo exagerado de produtos diet pode levar à descompensação glicêmica e ao ganho de peso, especialmente em pessoas com diabetes tipo 2.

Restrição excessiva também prejudica o controle do diabetes

Eliminar grupos alimentares inteiros, como ocorre em dietas extremamente restritivas, pode gerar frustração, compulsão alimentar e abandono do tratamento.

Além disso, estratégias radicais dificultam a adesão a longo prazo, algo incompatível com uma condição crônica como o diabetes.

Informação é mais eficaz do que proibição

Compreender os piores alimentos para quem tem diabetes permite fazer escolhas mais conscientes, sem medo e sem culpa. O foco deve estar na estratégia, não na exclusão absoluta.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

T

Fundador & CEO | Jornalista e Criador de Conteúdo - Tom é jornalista experiente, com mais de 17 anos de carreira em televisão, tendo atuado como repórter e apresentador nas principais emissoras do país. Diagnosticado com diabetes tipo 1 aos 22 anos, transformou sua trajetória pessoal em uma missão profissional. Além de liderar o Um Diabético, também realiza documentários e curtas com foco em saúde e impacto social. É reconhecido como um dos principais porta-vozes do diabetes no Brasil, dando voz e visibilidade a milhares de pessoas que convivem com a condição.

FONTE :https://umdiabetico.com.br/2026/

 

Câncer de Cólo de Útero

 


 

obs. conteúdo meramente informativo procure seu médico

abs

Carla