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sexta-feira, 22 de maio de 2026

A embolia pulmonar e a trombose das veias das pernas são as mais comuns, mais faladas e também estudadas.

 


Dr. Natalício Kern Filho

A embolia pulmonar e a trombose das veias das pernas são as mais comuns, mais faladas e também estudadas. Menos comumente, a trombose pode ocorrer em locais pouco comuns, como braços, órgãos abdominais (fígado, baço, intestino), cérebro e retina.
As manifestações dessas tromboses podem variar de acordo com o órgão que é afetado. Da mesma forma, o diagnóstico de cada uma delas também vai variar de acordo com o local, podendo ser indicado exame de ultrassom com Doppler, tomografia ou ressonância magnética.
Também as causas dessas tromboses podem ser diferentes de acordo com o local acometido. Por isso, é importante também uma avaliação com médico hematologista para investigar a causa da trombose.
Isso porque em muitos casos essas tromboses em locais chamados de “não usuais”, podem estar associados a alguma outra doença ou condição predisponente como doenças próprias do sangue (doenças hematológicas), trombofilias, doenças autoimunes ou câncer.
Além da investigação da causa, um hematologista pode realizar o controle do tratamento com anticoagulante e também a definição do tempo de tratamento.
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Dr. Natalício Kern Filho - Médico Hematologista, Hemoterapeuta RQE10.418 | RQE 10.419, Medicina Interna | RQE 10.403. Preceptor Sírio Libanês CRM RS18819
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FONTE: https://www.facebook.com/Dr.NatalicioKernFilho?__cft__[0]=AZY2jJ_cJ-sC0fi2pzTG2E1VxRvnxClplJrKJBd038NjVUri1Orx0Sy8sZVSfNq0rcMw12NXxfeyPRmsOLpX9fcPQzmuoMtTN2jJO5RWsbRcDSSWEVE7qky4ojK9NI8JfYaPtpriAJJH1fMUYT82KyFzc5FjhuLeYPnz7Ik2qEUKsJVMda_VeYDhBQbW5a6dbLS9oG32ZqKah5rFVPrc931X&__tn__=-UC%2CP-R


                                      


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Carla

A Doença Renal Crônica não tem cura, mas o diagnóstico precoce e o tratamento adequado podem fazer toda a diferença.

 

Sociedade Brasileira de Nefrologia - SBN


A Doença Renal Crônica não tem cura, mas o diagnóstico precoce e o tratamento adequado podem fazer toda a diferença.
Muitas pessoas convivem com a doença sem apresentar sintomas, o que reforça a importância dos exames de rotina e do acompanhamento médico, especialmente para quem tem fatores de risco como diabetes, hipertensão e obesidade.
Com cuidado contínuo, é possível desacelerar a progressão da doença, preservar a função dos rins e manter qualidade de vida.
Seus rins podem pedir ajuda em silêncio. Não espere os sinais aparecerem.
















Gerente de Conteúdo e Redes Sociais - Jornalista mineira, natural de Uberlândia, Laura é descolada, sensível e criativa. Traz para o projeto uma visão estratégica e conectada com as tendências digitais. É responsável pela distribuição dos conteúdos nas redes sociais, escreve reportagens especiais para o portal e atua na produção audiovisual. Desde que abraçou a causa do diabetes, há três anos, mergulhou no universo do Um Diabético com dedicação e empatia. Está constantemente se atualizando para potencializar o alcance e o impacto do nosso conteúdo.






FONTE: https://www.facebook.com/sociedade.brasileira.nefrologia?__tn__=-UC*F


                                      


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Carla

Enfermeira e educadora em diabetes explica o que acontece com a agulha da insulina após várias aplicações

 


Enfermeira Gisele Filgueiras explica o que acontece com a agulha após várias aplicações de insulina no diabetes


A reutilização da agulha da caneta de insulina ainda faz parte da rotina de muitas pessoas com diabetes. No entanto, o hábito pode interferir na aplicação da insulina e aumentar riscos no local da aplicação.

A orientação foi reforçada pela enfermeira e educadora em diabetes Gisele Filgueiras em um vídeo publicado nas redes sociais. Segundo ela, o ideal é trocar a agulha a cada uso da caneta.


De acordo com Gisele, descartar a agulha logo após a aplicação ajuda a evitar esquecimentos e reduz problemas durante o uso da caneta na próxima dose.

Reutilizar agulha da insulina pode aumentar entrada de ar

Segundo Gisele Filgueiras, manter a agulha acoplada na caneta pode favorecer a entrada de ar no dispositivo. Nesse contexto, a pessoa pode precisar retirar mais unidades de insulina durante o teste da gota.

Ela explica que o teste serve para retirar o ar antes da aplicação. No entanto, quando existe bolha de ar na caneta, pode ocorrer desperdício maior de insulina.

“Usei agora, apliquei, já descarta a sua agulha e guarda a sua caneta”, orienta a educadora em diabetes.

Além disso, ela afirma que a reutilização altera a estrutura da agulha com o passar das aplicações.


LINK:https://www.tiktok.com/@umdiabeticooficial/video/7642123489025084673?referer_url=umdiabetico.com.br%2Fo-que-acontece-agulha-insulina-apos-aplicacoes%2F&refer=embed&embed_source=121374463%2C121468991%2C121439635%2C121749182%2C121433650%2C121404359%2C121497414%2C122349556%2C122221973%2C122122240%2C121351166%2C121811500%2C121960941%2C122122244%2C122122243%2C122122242%2C121487028%2C122258714%2C121331973%2C120811592%2C120810756%2C121885509%3Bnull%3Bembed_blank&referer_video_id=7642123489025084673


Agulha perde lubrificação após várias aplicações

Segundo Gisele, a agulha possui uma camada de lubrificação que facilita a entrada na pele durante a aplicação da insulina. No entanto, essa proteção diminui após usos repetidos.

Com isso, a ponta da agulha pode sofrer deformações. Ainda segundo ela, a estrutura passa a ficar “esgarçada”, o que pode causar desconforto e dificultar a aplicação.

Nesse contexto, a reutilização também pode aumentar o risco de entrada de ar e provocar dor no local.

Além disso, Gisele cita o risco de lipodistrofia, alteração que afeta o tecido abaixo da pele e pode prejudicar a absorção da insulina.

Quantas vezes a mesma agulha pode ser usada?

Gisele Filgueiras explica que não existe uma quantidade máxima universal para reutilização. No entanto, ela afirma que os danos na agulha costumam aumentar após três ou quatro aplicações.

Ainda assim, ela reconhece que muitas pessoas enfrentam dificuldade de acesso às agulhas no tratamento do diabetes.

Por outro lado, a educadora reforça que a agulha não é reutilizável e orienta reduzir ao máximo o número de reaproveitamentos quando não houver outra opção.

“Se você precisar reutilizar, tenta reutilizar numa quantidade menor”, afirma.

Ela também sugere que cada pessoa estabeleça um limite reduzido de reutilização, como quatro ou cinco usos no máximo.

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O que a Sociedade Brasileira de Diabetes orienta sobre aplicação de insulina

Sociedade Brasileira de Diabetes orienta que a aplicação correta da insulina faz parte do controle do diabetes e ajuda a evitar complicações relacionadas ao tratamento.

Segundo a entidade, o rodízio dos locais de aplicação também reduz o risco de lipodistrofia. Além disso, alterações na pele podem interferir na absorção da insulina e impactar a glicemia.

A SBD também destaca que materiais utilizados na aplicação precisam seguir orientações de uso e descarte para diminuir riscos de lesões e problemas durante o tratamento.

Reutilização da agulha ainda faz parte da rotina de quem vive com diabetes

O reaproveitamento de agulhas costuma acontecer por diferentes motivos. Entre eles estão custo, dificuldade de acesso aos insumos e tentativas de prolongar o material disponível em casa.

Enquanto isso, profissionais de saúde alertam que mudanças simples na rotina de aplicação podem ajudar a reduzir dores, falhas na aplicação e alterações na pele.

No caso das canetas de insulina, retirar e descartar a agulha após cada uso também ajuda a evitar a entrada de ar no sistema e reduz riscos relacionados à reutilização.








Gerente de Conteúdo e Redes Sociais - Jornalista mineira, natural de Uberlândia, Laura é descolada, sensível e criativa. Traz para o projeto uma visão estratégica e conectada com as tendências digitais. É responsável pela distribuição dos conteúdos nas redes sociais, escreve reportagens especiais para o portal e atua na produção audiovisual. Desde que abraçou a causa do diabetes, há três anos, mergulhou no universo do Um Diabético com dedicação e empatia. Está constantemente se atualizando para potencializar o alcance e o impacto do nosso conteúdo.






FONTE: https://umdiabetico.com.br/

                                      


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