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terça-feira, 3 de novembro de 2026

Câncer de Pulmão - A importância dos biomarcadores.

 




O carcinoma pulmonar de células não pequenas (NSCLC) é um tipo de câncer de pulmão que possui características bastante agressivas e uma baixa taxa de sobrevida quando diagnosticado de forma tardia.

Por esse motivo, a evolução de novos métodos diagnósticos é importantíssima para garantir resultados mais rápidos e precisos, algo fundamental para melhorar o prognóstico e qualidade de vida de pacientes diagnosticados com a doença.

Biomarcadores como ferramentas para diagnóstico

O câncer é uma doença silenciosa e o diagnóstico precoce constitui uma estratégia essencial para o tratamento do paciente. E nesse ponto, o desenvolvimento de bons biomarcadores para a identificação da doença é crucial.

Mas o que são esses biomarcadores?

Biomarcadores ou marcadores biológicos são indicadores que podem ser mensurados na amostra e que podem indicar se o funcionamento do organismo está normal ou não. Podem ainda sinalizar a presença de uma determinada condição patológica ou uma resposta a um medicamento.

Existem diferentes tipos de biomarcadores, que podem ser genes, moléculas, células específicas ou ainda hormônios. Em geral, eles são utilizados na prática clínica para o diagnóstico ou para identificar riscos de ocorrência de uma doença. Além disso, os biomarcadores podem ser usados para acompanhamento da evolução da doença, prever um prognóstico ou ainda para monitoramento de um tratamento.

Biomarcadores para o câncer de pulmão

Cada vez mais, a ciência avança no entendimento da biologia molecular do câncer pulmonar, especialmente do NSCLC. Isso levou a identificação de uma série de biomarcadores importantes para diagnóstico e para tratamento dos pacientes.

Dentre estes biomarcadores, a quinase de linfoma anaplásico (ALK) é uma importante proteína utilizada para estes fins. A ALK é uma proteína receptora naturalmente presente em nosso organismo que exerce funções fisiológicas relacionadas ao crescimento celular, especialmente em fases embrionárias. No entanto, mutações específicas no gene da ALK podem levar a formação de uma proteína que possui função constitutiva. Em outras palavras, isso quer dizer que essas mutações gênicas levam a formação de uma proteína ALK com atividade acima do normal, levando ao crescimento celular exagerado e proliferação maligna (câncer).

A mutação ALK1-positiva possui associação com o câncer de pulmão do tipo NSCLC, especialmente em contextos clínicos específicos, como em pacientes mais jovens e sem histórico de tabagismo. Por isso, mutações no gene ALK1 são utilizadas como biomarcadores preditivos da doença, para direcionamento de tratamentos e também para fins de diagnóstico. As abordagens diagnósticas atuais utilizam para detecção de mutações no gene ALK1, metodologias como a hibridização in situ fluorescente (FISH) e a imuno-histoquímica (IHC). Tanto a FISH como a IHC foram estabelecidas em ensaios clínicos como métodos padrão para confirmação desta alteração genética.

Outro biomarcador de destaque é o gene ROS1. Este gene contém as instruções necessárias para a formação de uma proteína importante envolvida na diferenciação de células epiteliais em diversos órgãos e tecidos. De forma semelhante à ALK1, mutações específicas nesse gene também estão relacionadas ao desenvolvimento de câncer de pulmão do tipo NSCLC. Geralmente, esta mutação genética está em associação com outras, como nos gene ALK e EGFR, e, atualmente, o método mais indicado para a identificação da mutação ROS1 é a FISH.

Vale destacar também o biomarcador referente à mutação no gene EGFR, que apresenta grande correlação com o desenvolvimento de NSCLC. Em nossa matéria anterior, explicamos com mais detalhes a respeito deste gene e sua importância no diagnóstico de câncer de pulmão (não deixe de conferir!).

Todos esses biomarcadores são muito importantes, pois a identificação dos mesmos pode influenciar diretamente na conduta médica. A presença destas mutações pode indicar um maior pré-disposição ao desenvolvimento do câncer, assim com definir o diagnóstico, monitorar o desenvolvimento da doença e também direcionar as melhores tomadas de decisão pelo médico quanto à terapia utilizada.


(...)

Nós, do Grupo Diagnose, assumimos o compromisso de deixá-los sempre bem-informados e atualizados, trazendo conteúdos relevantes e de qualidade para você.

 Referência:

Eunhee, S. Y., Boland, J. M., Maleszewski, J. J., Roden, A. C., Oliveira, A. M., Aubry, M. C., ... & Yang, P. (2011). Correlation of IHC and FISH for ALK gene rearrangement in non-small cell lung carcinoma: IHC score algorithm for FISH. Journal of Thoracic Oncology.

Gridelli, C., Rossi, A., Carbone, D. et al. (2015). Non-small-cell lung cancer. Nat Rev Dis Primers.

INCA – Instituto Nacional de Câncer. Câncer de Pulmão. (2021). Disponível em: https://www.inca.gov.br/tipos-de-cancer/cancer-de-pulmao

Jin, R., Peng, L., Shou, J., Wang, J., Jin, Y., Liang, F., ... & Xia, Y. (2021). EGFR-Mutated Squamous Cell Lung Cancer and Its Association With Outcomes. Frontiers in Oncology.

Villalobos, P., & Wistuba, I. I. (2017). Lung Cancer Biomarkers. Hematology/oncology clinics of North America.








FONTE: https://www.grupodiagnose.com.br/noticias/



 


   

                               



            


                       
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Câncer de Próstata: conheça a importância do diagnóstico molecular

 


Um dos maiores problemas de saúde que aflige homens é o câncer de próstata. Estima-se que a cada ano, 1,3 milhão de novos casos desse tipo de câncer são diagnosticados no mundo. No Brasil, segundo dados do Instituto Nacional do Câncer (INCA), cerca de 30% da população masculina é impactada pela doença. Por esse motivo, foi estabelecido o novembro Azul, mês dedicado para a conscientização da prevenção e tratamento precoce do câncer de próstata.

A próstata é uma glândula presente no sistema reprodutor masculino, localizada na frente do reto e próxima da bexiga urinária. Ela possui tamanho pequeno quando comparada a outros órgãos e estruturas do corpo, pesando em torno de 20 gramas em um homem adulto. No entanto, com o passar dos anos, a próstata pode aumentar de tamanho e gerar problemas que comprometem a qualidade de vida de homens mais velhos.

Sua função é produzir e armazenar o líquido prostático que, junto com o líquido seminal e os espermatozoides, compõem o sêmen. O líquido prostático é muito importante para o sêmen, pois contém substâncias importantes que protegem e nutrem os espermatozoides. Além disso, devido ao seu pH alcalino, o líquido prostático ajuda a neutralizar a acidez da vagina, prolongando o tempo de vida dos espermatozoides.

Afinal, o que é o câncer de próstata?

O câncer, de maneira geral, é uma doença bastante conhecida, mas que ainda gera diversas dúvidas na população. Quando pensamos nesse tipo de patologia, devemos ter em mente uma característica básica e comum a quase todas as células do corpo humano: a capacidade de se multiplicar de forma controlada, substituindo outras que já estão no fim de sua vida, fenômeno esse chamado ciclo celular. Ou seja, toda célula presente em nosso organismo irá morrer em algum momento e será substituída por outra recém-formada.

O grande problema é quando o ciclo celular, por algum motivo, apresenta falhas. Nesse cenário, as células começam a se multiplicar de forma desordenada e exagerada, perdendo o controle do ciclo. O resultado é o crescimento de uma massa celular (ou tumor) no órgão ou tecido afetado chamada neoplasia.

As neoplasias podem ser benignas ou malignas (câncer) e algumas características específicas de cada uma precisam ser observadas para diferenciá-las. Neoplasias malignas surgem a partir do crescimento desordenado de células, enquanto as benignas apresentam um crescimento mais organizado, embora excessivo. Além disso, as neoplasias malignas podem se espalhar para outras partes do corpo (metástases), afetando outros órgãos e tecidos.

No câncer de próstata a dinâmica é a mesma. Neste tipo de câncer, são as células da próstata que são afetadas, gerando um crescimento exagerado da glândula, perda de função da mesma, além de, potencialmente, poder se espalhar para outros órgãos, comprometendo todo o organismo.

Quais as causas para esse tipo de câncer?

O câncer é considerado uma doença multifatorial, ou seja, vários fatores podem influenciar o seu desenvolvimento, como a obesidade, o tabagismo e o sedentarismo. Apesar disso, cientistas continuam investigando possíveis gatilhos que possam desencadear a doença, sempre visando oferecer melhores tratamentos e prevenção.

No entanto, dois fatores exercem uma influência decisiva para o câncer de próstata: a idade e a genética. Dados epidemiológicos indicam que a prevalência da doença é significativamente maior em homens com idade acima de 50 anos. Já em homens mais jovens (inferior a 40 anos), o desenvolvimento do câncer de próstata é mais raro.

A influência de nossos genes no desenvolvimento da maioria dos cânceres não é exatamente uma novidade. Diversas pesquisas demonstram que mutações em genes específicos em nosso DNA são grandes influenciadoras no desencadeamento da doença. A grande questão é que estes genes “defeituosos” podem ser transmitidos por gerações dentro de sua família, tornado o câncer um problema de origem hereditária.

O histórico familiar configura um dos principais fatores de risco para desenvolvimento do câncer de próstata. A incidência da doença em parentes próximos, com pais e irmãos, pode aumentar até três vezes a chance de ter a doença. Além disso, estima-se que entre 5% a 10% dos casos de câncer de próstata estejam relacionados a fatores genéticos herdados, como mutações em genes que levam a uma maior suscetibilidade em desenvolver tumores.

Benefícios do diagnóstico molecular

Felizmente, cada vez mais tecnologias estão sendo desenvolvidas para garantir exames que tragam maior segurança e precisão em diagnósticos das mais diversas doenças. O Grupo Grupo Diagnose representa o que há de mais moderno e especializado no universo de diagnósticos moleculares, dispondo de painéis genéticos para variados tipos de câncer.

Os painéis genéticos são testes que conseguem detectar variações específicas no código genético associado a um maior risco de desenvolvimento de câncer de próstata hereditário. Por meio do método de sequenciamento de nova geração (NGS), o Grupo Diagnose analisa o DNA para identificar uma gama de mutações gênicas específicas. A presença de genes do tipo BRCA1, BRCA2 e PALB2, por exemplo, podem ser preditivas de uma maior predisposição ao desenvolvimento de câncer de próstata.

No entanto, vale ressaltar que a presença das variações gênicas não deve ser interpretada como uma certeza de desenvolvimento de câncer no futuro. Além disso, o exame de painel genético serve como auxiliar no diagnóstico do câncer de próstata, sendo necessária a realização de outros exames histopatológicos confirmatórios.

Os exames histopatológicos são feitos por meio de amostras obtidas por biópsia do tecido da próstata do paciente. Neste exame, o patologista analisa por meio de diferentes técnicas as alterações celulares no tecido afetado, estabelecendo o diagnóstico. Este tipo de exame também pode ser realizado no Grupo Diagnose, pois contamos com uma equipe especializada para garantir um diagnóstico preciso, com rapidez e responsabilidade.

O câncer de próstata é uma doença silenciosa!

Durante as fases iniciais, esse tipo de câncer pode não apresentar sintomas, o que torna o seu diagnóstico precoce um desafio. Por isso, a prevenção é a chave para garantir a sua saúde!

Além dos exames moleculares, esteja sempre em dia com os exames preventivos, como o exame de toque retal, que deve ser realizado anualmente após os 45 anos de idade. Assim você garante a saúde da sua próstata e uma vida longa e saudável.

Lembrete: Somente realize exames após avaliação e indicação médica.

 

Nós, do Grupo Diagnose, assumimos o compromisso de deixá-los sempre bem-informados e atualizados, trazendo conteúdos relevantes e de qualidade para você.

Referências:

Chesnut, G.T., Tin, A.L., Fleshner, K.A. et al. (2021). Estimating patient health in prostate cancer treatment counseling. Prostate Cancer Prostatic Dis. doi: 10.1038/s41391-021-00467-5

Ilic, D., Djulbegovic, M., Jung, J. H., Hwang, E. C., Zhou, Q., Cleves, A., ... & Dahm, P. (2018). Prostate cancer screening with prostate-specific antigen (PSA) test: a systematic review and meta-analysis. Bmj. doi: 10.1136/bmj.k3519

Sandhu, S., Moore, C. M., Chiong, E., Beltran, H., Bristow, R. G., & Williams, S. G. (2021). Prostate cancer. The Lancet. doi: 10.1016/s0140-6736(21)00950-8 






Atenção: A informação existente neste conteúdo pretende apoiar e não substituir a consulta médica. Procure sempre uma avaliação pessoal com um médico da sua confiança.

 

 



FONTE: https://www.grupodiagnose.com.br/noticias/cancer-de-prostata-conheca-a-importancia-do-diagnostico-molecular-257



 


   

                               



            


                       
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segunda-feira, 2 de novembro de 2026

Novembro Azul > ... tem como objetivo promover um mês inteiro de mobilizações focado na saúde do homem, não somente voltado ao câncer de próstata, mas sim na saúde integral.

 


Novembro Azul

O movimento Novembro Azul tem como objetivo promover um mês inteiro de mobilizações focado na saúde do homem, não somente voltado ao câncer de próstata, mas sim na saúde integral. É por meio da informação, dos cuidados com a saúde e mudança de hábitos que as doenças podem ser prevenidas ou diagnosticadas precocemente.

A matéria principal deste mês é sobre biópsia de próstata com informações gerais deste procedimento.

 

OBTENÇÃO E ENVIO DO MATERIAL DE PUNÇÃO-BIÓPSIA DE PRÓSTATA

O que é uma biópsia? 

A biópsia é um procedimento comum na prática médica, mas que ainda é pouco entendido pela maioria da população.

O termo biópsia é utilizado para todo procedimento médico no qual uma pequena amostra de um tecido (conjunto de células) é retirada de um órgão de um ser vivo para avaliação microscópica pelo médico patologista à procura de doenças.

A biópsia da próstata é feita, portanto, retirando-se uma pequena amostra da próstata para posterior avaliação em um microscópio óptico por um médico patologista à procura de alterações como por exemplo de um câncer de próstata

Quais são as indicações para a realização de uma biópsia de próstata?

Habitualmente, a biópsia da próstata é indicada quando o médico urologista suspeita da presença de um câncer da próstata após uma avaliação clínica, laboratorial e radiológica inicial.

Os principais dados que levam o médico urologista a indicar uma biópsia são um exame do antígeno prostático específico (PSA) alterado, um exame físico que identifique tumoração ou irregularidades da próstata e/ou um exame de imagem (ultrassonografia ou ressonância magnética) que detecte uma alteração suspeita.

Qual é o tamanho de uma biópsia da próstata?

Os fragmentos cilíndricos obtidos numa biópsia têm um comprimento máximo de 2,0cm e, recomenda-se, que não sejam, inferiores a 1,0cm de comprimento.

O que é a biópsia sextante?

A biópsia é dita sextante, pois se divide a próstata em seis regiões, das quais serão retirados os fragmentos da biópsia.

As regiões são:

  1. Basal direita
  2. Basal esquerda
  3. Mediana direita
  4. Mediana esquerda
  5. Apical direita
  6. Apical esquerda

Como deve ser enviado o material de biópsia para o laboratório de patologia?

A biópsia de cada região deve ser enviada em um frasco separado contendo formol para preservação do material. Cada frasco deve ser devidamente identificado de acordo com o local biopsiado (ver pergunta 4) e o nome completo do paciente. Em algumas situações, é enviado em um frasco separado, a biópsia da região suspeita de ter o câncer.

Quanto tempo para o resultado ficar pronto?

O resultado costuma ficar pronto em média dentro de uma semana.

Por que o resultado não fica pronto no mesmo dia da entrega do material? 

Todo diagnóstico anatomopatológico tem, por trás de si, um processo quase artesanal. Para emitir seu laudo, o médico patologista precisa analisar as amostras minuciosamente no microscópio.

 Longe de ser um diagnóstico automatizado impresso rapidamente por uma máquina, ele leva tempo e envolve etapas como: exame da amostra a olho nu (exame macroscópico); processos químicos para preservação do material (técnicas de fixação e de inclusão em parafina); o corte do bloco de parafina e o procedimento de coloração dos tecidos para que as lâminas fiquem prontas para serem analisadas pelo médico patologista.

Depois disso o especialista utiliza anos de experiência e estudo para comparar as imagens obtidas e poder emitir seu parecer. Só assim ele consegue indicar qual é a doença em questão, seu grau histológico quando indicado e a melhor conduta que a equipe médica deve considerar.

O que faz o médico patologista?

Esse profissional determinará a presença ou ausência de malignidade (exemplo: adenocarcinoma) nas amostras que recebeu, assim como outras alterações comuns como por exemplo: prostatite, atrofia, neoplasia intraepitelial da próstata (PIN/NIP) e adenose.

Nos casos de câncer o médico patologista fornecerá informações importantes para auxiliar nas decisões terapêuticas e no prognóstico, como por exemplo: tamanho do carcinoma e graduação histológica.

Outra alteração é a proliferação de ácinos atípicos suspeitos, mas não diagnósticos de adenocarcinoma. Esta situação demanda uma estratégia personalizada, como por exemplo o estudo imuno-histoquímico.

O médico patologista e o médico assistente conversam entre si?

Isto é fundamental para o diagnóstico, pois a biópsia sozinha, muitas vezes, não é o suficiente para diagnosticar o tipo de câncer e fornecer seu prognóstico.

O exame histológico de uma amostra de tecido é parte importante da investigação clínica de uma doença. Ainda assim, a investigação completa inclui o exame clínico, além de exames de sangue, imagem e até outras biópsias, sempre que houver necessidade para o esclarecimento do diagnóstico e do prognóstico.

O que deve constar nas informações clínicas enviadas ao médico patologista?

Nas informações clínicas, devem constar a idade do paciente, níveis de antígeno prostático específico (PSA), achados do exame físico e do exame de imagem, eventual irradiação prévia e vigência de terapêutica hormonal. Estas duas últimas informações são críticas para a interpretação adequada das lesões.

Exame microscópico de biópsia da próstata:

             

Adenocarcinoma da próstata, HE, 100x                        Adenocarcinoma da próstata, AMACR, 100x

 



TEXTO ESCRITO PELO DR. ISNARD ELMAN LITVIN, MÉDICO PATOLOGISTA DO GRUPO DIAGNOSE.


Atenção: A informação existente neste conteúdo pretende apoiar e não substituir a consulta médica. Procure sempre uma avaliação pessoal com um médico da sua confiança.

 

 

Fonte:  http://www2.inca.gov.br/wps/wcm/connect/inca/portal/home







FONTE: https://www.grupodiagnose.com.br/noticias/cancer-de-prostata



 


   

                               



            


                       
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