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quinta-feira, 19 de março de 2026

O combate ao câncer colorretal e ao câncer renal.

 O combate ao câncer colorretal e ao câncer renal.

 

Câncer Colorretal

O câncer colorretal abrange tumores malignos do intestino grosso (cólon e reto). No Brasil, existem cerca de 150 mil novos casos ao ano. Desses casos, 65% são curáveis, dependendo principalmente do estadiamento da doença ao diagnóstico. É um tipo de câncer mais comum em homens do que em mulheres.

A maioria deles surgem em pólipos: lesões inicialmente benignas que podem crescer na parede interna do intestino grosso. A maior parte dos tumores do cólon e do reto deve-se à idade avançada e a fatores de risco relacionados com o estilo de vida. Entre os fatores de risco estão uma dieta inadequada, obesidade, tabagismo, sedentarismo, consumo de: carne vermelha, alimentos processados e bebidas alcoólicas. Outro fator de risco é a presença de doenças inflamatórias intestinais, como Doença de Crohn e colite ulcerativa.

Alguns dos distúrbios genéticos hereditários que podem causar cancro colorretal incluem polipose adenomatosa e câncer colorretal sem polipose. No entanto, estes correspondem a apenas 5% dos casos.

Os sinais e sintomas são muitos amplos e inespecíficos. Pode haver anemia de origem indeterminada, mudança no hábito intestinal (diarreia ou prisão de ventre), desconforto abdominal com gases ou cólicas, sangramento nas fezes, sangramento anal, sensação de que o intestino não se esvaziou totalmente após a evacuação, perda de peso sem razão aparente, cansaço, fezes pastosas, náuseas, vômitos e sensação dolorida na região anal com esforço ineficaz para evacuar.

Pessoas com os sintomas descritos acima e/ou com mais de 50 anos com suspeita de perda de peso crônica devem fazer o exame de colonoscopia. Durante a colonoscopia, se detectados pólipos, estes serão retirados para a análise histopatológica.

Se for diagnosticado o câncer, a escolha do tratamento ideal deve ser realizada juntamente com o médico. Esse tratamento pode incluir ressecção local, ressecção do segmento intestinal e demais órgãos afetados, assim como quimioterapia e/ou radioterapia.

Texto escrito pela médica patologista do Grupo Diagnose, Dra. Suzana Lamonatto - CRM 35846.

Atenção: A informação existente neste conteúdo pretende apoiar e não substituir a consulta médica. Procure sempre uma avaliação pessoal com um médico da sua confiança.

 

Câncer de Rim

Para que servem os rins?
Os rins são órgãos em pares, com formato de feijão, responsáveis pelo equilíbrio de água e sais do corpo, além de exercer uma função importante na eliminação de substâncias metabolizadas pelo organismo (as impurezas). Além disso, têm importante função no equilíbrio fisiológico da pressão arterial, no controle de íons orgânicos e possuem atividade endócrina no controle da anemia. Para isso, cada rim é composto de um milhão de pequenas estruturas chamadas de néfrons.

O que é câncer de rim?
O câncer de rim é o terceiro mais frequente do aparelho geniturinário e representa aproximadamente 3% das doenças malignas do adulto. Também podendo acometer crianças.
Existem vários tipos de câncer de rim, mas, o mais comum deles é uma consequência da transformação das células dos túbulos que formam os néfrons. Essas passam a se proliferarem de forma anormal e ganham a capacidade de invadir o órgão e até, em alguns casos, circular pelo corpo e produzir tumores em outras partes do corpo (chamado de metástase).

Qual é a frequência do câncer de rim?
O câncer de rim representa 3% das doenças malignas que acometem adultos em todo o mundo.
O câncer de rim geralmente acomete indivíduos entre os 50 e 70 anos de idade, sendo duas vezes mais frequente nos homens que nas mulheres.
Idosos tabagistas do sexo masculino representam um grupo com maior risco para desenvolvimento do câncer renal.
O tipo histológico mais frequente é o carcinoma de células claras (85%).

Quais são os fatores de risco para desenvolver o câncer de rim?
• Tabagismo;
• Hipertensão arterial sistêmica;
• Obesidade;
• História familiar da doença;
• Insuficiência renal crônica em uso de hemodiálise;
• Mulheres em uso de diuréticos são consideradas um grupo de risco para tumores renais;
• Uso prolongado de analgésicos não esteroides;
• Exposição ocupacional a agentes como asbestos, cádmio e derivados do petróleo;
Síndromes genéticas raras também aumentam o risco de desenvolver câncer de rim, por exemplo:
• Esclerose tuberculosa ou complexo esclerose tuberculosa (TSC);
• Doença de Von Hippel-Lindau;
• Doença de Birt Hogg- Dubé;
• Leiomiomatose familiar

Quais são os sinais e sintomas?
• Sangue na urina (hematúria);
• Dor abdominal;
• Dor lombar;
• Massa abdominal palpável
O tumor renal possui manifestações diversas chamadas síndromes paraneoplásicas, causadas pela produção de substâncias semelhantes a hormônios e enzimas do corpo humano. As quais podem se manifestar como:
• Hipertensão arterial sistêmica;
• Alterações do fígado;
• Elevação dos níveis cálcio sanguíneo;
• Aumento do volume/tamanho das mamas;
• Alterações hormonais

Síndrome de Cushing: essa síndrome é caracterizada pelo excesso da cortisona (um dos hormônios produzidos pela glândula suprarrenal), tendo sintomas como insônia, sede e fome exagerada, pele fina, gordura depositada no rosto, atrás do pescoço e no tronco.

Como é o diagnóstico do câncer de rim?
Os tumores renais, quando são assintomáticos, em geral são diagnosticados através de exames de imagem, como: ultrassonografia, tomografia ou ressonância magnética – realizadas também para outros problemas – e menos frequentemente por sintomas como dor, sangramento ou tumor palpável.
A forma mais frequente de diagnóstico são os achados incidentais em exames de rotina como a ultrassonografia (ecografia) do abdômen.
A maioria dos tumores renais, cerca de 54%, são diagnosticados em fase inicial, quando ainda estão confinados ao rim, o que aumenta as possibilidades de cura.

Cerca de 20% são localmente avançados (acometem linfonodos - gânglios regionais próximos ao rim) e 25% apresentam metástases para outros órgãos, principalmente para os pulmões, fígado e ossos.
O diagnóstico presuntivo do câncer renal é realizado através de exames de imagem como ultrassonografia abdominal, tomografia computadorizada ou ressonância nuclear magnética após suspeita clínica.

Ultrassom: o diagnóstico de ultrassom é realizado através de exames de imagem do abdômen. Na presença de nódulo ou massa renal visualizados ao ultrassom, é importante a realização de uma tomografia computadorizada. Essa técnica é bastante útil para sugerir se o tumor é maligno ou benigno.
A tomografia, além de fazer o diagnóstico da doença, é bastante útil no seu estadiamento (verificação da extensão para outros órgãos) e no planejamento da terapêutica mais adequada.
A radiografia de tórax serve para avaliar o acometimento dos pulmões, sendo que em alguns casos ela pode ser utilizada para uma avaliação mais minuciosa.
A ressonância nuclear magnética é raramente utilizada na avaliação destes tumores, e só é realizada para verificar alterações vasculares e cistos renais complexos, por exemplo.
A biópsia renal pré-operatória normalmente não é realizada, e só é necessária em situações excepcionais, a fim de se diferenciar lesões malignas de benignas, as quais não necessitariam de tratamento.

Qual é o papel do patologista?
O diagnóstico histológico definitivo ocorre após a abordagem cirúrgica da lesão.
O médico patologista relata informações importantes que serão úteis para definir tratamento e prognóstico. Entre estas informações estão: processo neoplásico ou não, sendo neoplásico é benigno ou maligno, sendo maligno tipo histológico, grau histológico, tamanho do tumor, presença de necrose, que estruturas invade, margens cirúrgicas, entre outras.
Em algumas situações o exame imuno-histoquímico poderá ser necessário para auxiliar na definição do diagnóstico.

Como pode ser o tratamento?
A cirurgia é a modalidade de tratamento curativo de escolha para o câncer de rim. O planejamento do tratamento depende das condições clinicas do paciente (performance status) do tamanho da lesão, da extensão da doença (estadiamento), do tipo histológico e de alguns critérios prognósticos. Dentre as opções de tratamento para a doença restrita ao rim, temos a nefrectomia parcial (aberta ou laparoscópica), a nefrectomia total ou ainda terapias ablativas focais em algumas situações.

Carcinoma renal de células claras, HE

 

Texto escrito pelo médico patologista do Grupo Diagnose, Dr. Isnard Elman Litvin - CRM 21366 e repostado a partir dos conteúdos dos arquivos do Grupo Diagnose.

Atenção: A informação existente neste conteúdo pretende apoiar e não substituir a consulta médica. Procure sempre uma avaliação pessoal com um médico da sua confiança.

 

 

 

 

 

FONTE: https://www.grupodiagnose.com.br/noticias/

 

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Carla

 

Câncer de Colo do Útero

 

O câncer de colo do útero é o terceiro tumor mais frequente na população feminina e a quarta causa de morte de mulheres no Brasil. Todo ano, 5 mil mulheres morrem vítimas do câncer de colo do útero no Brasil.

A principal causa de câncer de colo do útero é a infecção pelo HPV, responsável por praticamente 100% dos casos de câncer de colo de útero. A infecção por este vírus é uma doença sexualmente transmissível, que acomete grande número de adultos em algum momento de suas vidas. A persistência do HPV por longos períodos de tempo, estimula o surgimento de alterações no DNA das células, podendo ser responsável pelo aparecimento do câncer.

Diagnóstico

Os seguintes testes podem ser utilizados:

  1. Exame pélvico e história clínica: exame da vagina, colo do útero, útero, ovário e reto através de avaliação com espéculo, Papanicolau, toque vaginal e toque retal.
  2. Exame Preventivo (Papanicolau)
  3. Colposcopia – exame que permite visualizar a vagina e o colo de útero com um aparelho chamado colposcópio, capaz de detectar lesões anormais nessas regiões (exame feito com auxílio de um colposcópio que amplia o órgão de 4 a 50 vezes, com o objetivo de procurar alterações no epitélio que recobre a vulva, vagina e o colo do útero)
  4. Biópsia – se células anormais são detectadas no exame preventivo (Papanicolau), é necessário realizar uma biópsia, com a retirada de pequena amostra de tecido para análise no microscópio por um médico patologista.

Detecção Precoce

A detecção precoce do câncer é uma estratégia para encontrar um tumor numa fase inicial e, assim, possibilitar maior chance de tratamento.

A detecção pode ser feita por meio da investigação com exames clínicos, laboratoriais ou radiológicos, de pessoas com sinais e sintomas sugestivos da doença (diagnóstico precoce), ou com o uso de exames periódicos em pessoas sem sinais ou sintomas (rastreamento) mas pertencentes a grupos com maior chance de ter a doença.

Existe uma fase pré-clínica (sem sintomas) do câncer do colo do útero, em que a detecção de lesões precursoras (que antecedem o aparecimento da doença) pode ser feita através do exame preventivo (Papanicolaou). Quando diagnosticado na fase inicial, as chances de cura do câncer cervical são de 100%. A doença é silenciosa em seu início e sinais e sintomas como sangramento vaginal, corrimento e dor aparecem em fases mais avançadas da doença

Sinais e Sintomas

O câncer do colo do útero é uma doença de desenvolvimento lento, que pode não apresentar sintomas em fase inicial. Nos casos mais avançados, pode evoluir para sangramento vaginal intermitente (que vai e volta) ou após a relação sexual, secreção vaginal anormal e dor abdominal associada a queixas urinárias ou intestinais.

Prevenção

O uso de preservativo durante a relação sexual, a vacinação contra HPV, em conjunto com os exames preventivos (como o Papanicolaou e a colposcopia) são importantes ferramentas na prevenção do câncer de colo do útero. Todas as mulheres, mesmo as vacinadas, devem fazer o exame preventivo periodicamente (a partir do início da vida sexual), pois a vacina não protege contra todos os tipos de HPV.

Hoje, também contamos com a vacina contra o HPV para prevenir o câncer de colo uterino.

Para obter um melhor resultado, a vacina deve ser usada em meninas e meninos dos 9 aos 14 anos de idade, fase em que o sistema imunológico produz uma maior quantidade de anticorpos, quando estimulado pela vacina. São pessoas desta idade que são beneficiadas pela imunização gratuita fornecida pelo Ministério da Saúde no PNI (Programa Nacional de Imunização).  A vacina também é eficaz em adultos, mesmo naqueles que já se infectaram pelo HPV no passado, visando prevenir recorrência de lesões. Em adultos, a vacina para HPV está indicada para mulheres até os 45 anos e para homens até os 26 anos.

Pelo sistema público, a vacina está disponível gratuitamente também para pessoas que convivem com HIV, dos 9 aos 26 anos.

Em todos as situações, é importante seguir as recomendações médicas, por isso consulte seu médico ginecologista regularmente.

Atenção: A informação existente neste conteúdo pretende apoiar e não substituir a consulta médica. Procure sempre uma avaliação pessoal com um médico da sua confiança.

Fonte: INCA, Grupo Diagnose

 


 


FONTE: https://www.grupodiagnose.com.br/noticias/cancer-de-colo-do-utero

 

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Carla

 

quarta-feira, 18 de março de 2026

DIABETES: O que a glicose alta pode fazer com o coração de quem tem diabetes? Especialista detalha impacto nas artérias

 

Entenda como a glicose alta afeta o coração e aumenta o risco cardiovascular no diabetes, segundo a endocrinologista Denise Franco
 

 

 Modelo de coração ao lado de açúcar representando o impacto da glicose alta no coração no diabetes

 Glicose alta pode afetar as artérias e o funcionamento do coração no diabetes

 

A glicose alta no diabetes afeta diretamente o coração e os vasos sanguíneos, com impacto no fluxo de sangue e no funcionamento do músculo cardíaco. Segundo a endocrinologista Denise Franco, o processo envolve inflamação nos vasos e aumento do risco de doenças cardiovasculares.

Nesse contexto, o coração está entre os órgãos mais afetados no diabetes. No entanto, o risco não se limita a um único mecanismo, já que envolve tanto as artérias quanto o próprio músculo cardíaco.

 

Inflamação nos vasos é ponto central da lesão cardiovascular

De acordo com Denise Franco, o diabetes está relacionado a um processo inflamatório que atinge vasos de diferentes calibres. No caso do coração, o impacto ocorre principalmente nos grandes vasos.

Além disso, essa inflamação favorece o depósito de gordura nas paredes das artérias. Com o tempo, esse acúmulo pode sofrer alterações, endurecer e levar ao estreitamento do vaso.

Portanto, o fluxo sanguíneo passa a encontrar resistência. Em fases iniciais, o sangue ainda circula, mas com dificuldade. Enquanto isso, em estágios mais avançados, pode ocorrer obstrução parcial ou total.

Ainda assim, esse processo não acontece de forma isolada. Ele está associado a fatores como colesterol elevado e pressão arterial descontrolada.

 

 

Estreitamento das artérias compromete a nutrição do coração

As artérias que levam sangue ao coração são chamadas coronárias. Segundo Denise Franco, quando essas artérias sofrem inflamação e acúmulo de gordura, o sangue não consegue chegar de forma adequada ao músculo cardíaco.

Nesse cenário, o transporte de oxigênio também fica prejudicado. Como resultado, o coração pode não receber os nutrientes necessários para funcionar corretamente.

Além disso, a redução do fluxo pode ocorrer de forma progressiva. Isso significa que, muitas vezes, o problema se desenvolve sem sintomas evidentes no início.

Por outro lado, sinais indiretos podem surgir em avaliações clínicas. A médica explica que a análise da circulação em outras regiões do corpo pode indicar alterações nos vasos.

Diabetes também pode afetar o músculo do coração

O impacto da glicose alta não se limita às artérias. Denise Franco destaca que o próprio músculo cardíaco pode ser afetado no diabetes.

Nesse caso, o problema está relacionado à capacidade do coração de bombear o sangue. O músculo pode perder força e flexibilidade, o que compromete sua função.

Como consequência, existe risco de insuficiência cardíaca. Isso ocorre quando o coração não consegue manter o fluxo adequado para o restante do corpo.

Enquanto isso, o comprometimento pode evoluir de forma gradual. Por isso, a avaliação periódica se torna parte do acompanhamento

 

 LINK: https://youtu.be/hh1dN2M46RQ

DIABETES AFETA O CORAÇÃO? | Tom Bueno

Avaliação do coração deve fazer parte da rotina

Segundo Denise Franco, pessoas com diabetes precisam avaliar o coração regularmente. A recomendação inclui exames ao menos uma vez por ano.

Entre os exames utilizados estão eletrocardiograma, ecocardiograma e teste de esforço. Além disso, exames com contraste podem ajudar a visualizar as artérias coronárias com mais detalhe.

Nesse contexto, a escolha do exame depende da avaliação clínica de cada pessoa. Ainda assim, o objetivo é identificar alterações antes do surgimento de complicações mais graves.

Controle da glicose influencia risco cardiovascular

O controle da glicose é um dos fatores centrais na redução do risco cardiovascular no diabetes. De acordo com Denise Franco, manter a hemoglobina glicada abaixo de 7% está associado a menor risco de complicações.

Além disso, o tempo no alvo entre 70 e 180 mg/dL também entra como parâmetro de controle. Quando esse tempo supera 70%, há impacto na redução de complicações.

No entanto, o controle não envolve apenas a glicemia. A médica ressalta que é necessário atuar também sobre colesterol e pressão arterial.

Portanto, o risco cardiovascular depende de um conjunto de fatores. Enquanto isso, a prática de atividade física contribui para melhorar o controle metabólico e vascular.

Redução de risco cardiovascular existe, mas é menor que em outros órgãos

Os dados apresentados por Denise Franco indicam que o controle do diabetes reduz o risco de doença cardiovascular entre 15% e 42%.

Por outro lado, essa redução é menor quando comparada a outras complicações, como as que afetam olhos e rins. Isso ocorre porque o coração sofre influência de múltiplos fatores.

Além disso, doenças cardiovasculares são a principal causa de morte na população geral, com ou sem diabetes. Nesse cenário, o diabetes atua como um fator adicional de risco.

O que muda na rotina de quem tem diabetes

O impacto da glicose alta no coração exige acompanhamento contínuo. Isso inclui exames regulares, controle de parâmetros metabólicos e atenção aos sinais clínicos.

Além disso, a avaliação da circulação em diferentes partes do corpo pode ajudar a identificar alterações precoces. Enquanto isso, o tratamento precisa considerar o risco cardiovascular de forma integrada.

Segundo Denise Franco, o manejo do diabetes envolve controle glicêmico, pressão arterial e colesterol, além da prática de atividade física.

O que a glicose alta pode fazer nos órgãos? Saiba o segredo para se proteger | DiabetesCast #27

 

 

 LINK: https://youtu.be/cf_CtQhLSSo

 

 

 

 

Fundador & CEO | Jornalista e Criador de Conteúdo - Tom é jornalista experiente, com mais de 17 anos de carreira em televisão, tendo atuado como repórter e apresentador nas principais emissoras do país. Diagnosticado com diabetes tipo 1 aos 22 anos, transformou sua trajetória pessoal em uma missão profissional. Além de liderar o Um Diabético, também realiza documentários e curtas com foco em saúde e impacto social. É reconhecido como um dos principais porta-vozes do diabetes no Brasil, dando voz e visibilidade a milhares de pessoas que convivem com a condição.

 

 

 

 

 

 

 


FONTE: https://umdiabetico.com.br/

 

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abs.fraternos

Carla