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quarta-feira, 6 de maio de 2026

Infarto antes dos 40 cresce no Brasil e risco é ainda maior em pessoas com diabetes

 

Doença do coração pode evoluir em silêncio. Sintomas fora do padrão clássico, especialmente em jovens, mulheres e pessoas com diabetes, não devem ser ignorados. Na dúvida, procurar atendimento pode fazer a diferença entre um susto e uma emergência.

Momento Diabetes | 09/04/2026








Por redação*

O infarto deixou de ser um evento associado apenas ao envelhecimento e passou a preocupar também adultos jovens. Dados do Ministério da Saúde e análises recentes com base em registros do Sistema Único de Saúde (SUS) indicam aumento das internações por infarto em pessoas com menos de 40 anos nas últimas décadas, refletindo uma mudança no padrão da doença cardiovascular no país.

O alerta ganha força em abril, mês marcado por duas datas centrais para a saúde: o Dia Mundial da Saúde, em 7 de abril, e o Dia Nacional de Prevenção e Combate à Hipertensão Arterial, em 26 de abril, condição que segue entre os principais fatores de risco para infarto, muitas vezes sem diagnóstico.

“Hoje vemos pacientes mais jovens chegando com fatores de risco acumulados. O infarto deixou de ser algo distante dessa faixa etária. Ele está acontecendo antes e, muitas vezes, de forma silenciosa até se tornar um quadro grave”, afirma a Dra. Bianca Prezepiorski, médica cardiologista do Hospital Cardiológico Costantini.

Segundo a especialista, a mudança está diretamente ligada ao estilo de vida. Alimentação baseada em ultraprocessados, sedentarismo, ganho de peso, consumo de álcool, uso de cigarro, incluindo dispositivos eletrônicos, além de estresse crônico e privação de sono, vêm antecipando o desgaste do sistema cardiovascular.

“A soma desses fatores acelera processos inflamatórios, altera a pressão arterial e sobrecarrega o coração. O organismo compensa por um tempo, mas essa conta chega e, muitas vezes, chega cedo”, explica.

Diabetes aumenta o risco de infarto precoce

Além dos fatores comportamentais, o diabetes tem papel central e preocupante nesse cenário, especialmente entre os mais jovens. “Pacientes diabéticos apresentam risco significativamente aumentado de infarto agudo do miocárdio (IAM) antes dos 40 anos. O diabetes de início precoce (diagnosticado antes dos 40 anos) está associado a um risco 14 vezes maior de IAM comparado a indivíduos sem diabetes da mesma idade, enquanto o diabetes de início tardio confere um risco apenas 2-4 vezes maior”, afirma a cardiologista.

“A evidência confirma que há, de fato, um aumento na incidência de IAM em adultos jovens nas últimas décadas, e o diabetes é um dos principais fatores de risco modificáveis nesta população”, explica a profissional. A associação entre diabetes e hipertensão torna o quadro ainda mais preocupante.

“A combinação de hipertensão e diabetes em pacientes jovens (antes dos 40 anos) confere um risco cardiovascular sinérgico e substancialmente elevado para IAM. Estudos recentes demonstram que a hipertensão de início precoce em pacientes diabéticos está associada a um risco maior de doença cardiovascular, comparado a pacientes com hipertensão de início tardio”.

Segundo a médica, dados reforçam esse cenário. “A prevalência de hipertensão e diabetes em adultos jovens que sofrem IAM é extremamente alta e está aumentando. Entre pacientes de 18-44 anos com primeiro IAM, 49,8% apresentavam hipertensão e 22,6% tinham diabetes – taxas substancialmente superiores às da população geral da mesma idade”.



Além dos fatores comportamentais, o diabetes tem papel central e preocupante no índice de infarto, especialmente entre os mais jovens. Foto: Freepik

Doença silenciosa e sintomas ignorados

hipertensão arterial, frequentemente chamada de “doença silenciosa”, tem papel central nesse cenário. Por não apresentar sintomas evidentes na maioria dos casos, pode evoluir sem diagnóstico por anos, comprometendo vasos sanguíneos e aumentando significativamente o risco de infarto e AVC.

“O jovem dificilmente mede a pressão com regularidade. Quando descobre que há um problema, muitas vezes já existe algum grau de comprometimento. Isso reforça a importância do acompanhamento preventivo, mesmo sem sintomas”, alerta a Dra. Bianca.

Outro desafio é o reconhecimento dos sinais de alerta. Diferentemente do imaginário popular, o infarto nem sempre começa com dor intensa no peito.

“Em muitos casos, especialmente entre jovens, os sintomas são mais sutis e acabam sendo ignorados ou atribuídos ao estresse, ansiedade ou cansaço”, diz a cardiologista. Entre os sinais de alerta estão:

  • Cansaço fora do habitual;
  • Falta de ar em atividades simples;
  • Palpitações;
  • Desconforto torácico leve ou intermitente;
  • Tontura e mal-estar persistente.

Nas mulheres, os sintomas podem ser ainda menos típicos, incluindo fadiga intensa, náusea e dores nas costas, pescoço ou mandíbula.

Estilo de vida sob pressão: do burnout ao cigarro eletrônico

Especialistas também chamam atenção para o impacto do estilo de vida contemporâneo. O estresse contínuo, associado a jornadas intensas, sono irregular e alta demanda emocional, tem efeitos diretos no organismo.

“O estresse crônico não é apenas uma questão emocional. Ele desencadeia respostas hormonais e inflamatórias que impactam diretamente o sistema cardiovascular”, explica a médica.

Outro ponto de preocupação é o uso de cigarros eletrônicos e narguilé, frequentemente associados a uma falsa percepção de menor risco. “Esses dispositivos não são inofensivos. Eles também provocam alterações no sistema cardiovascular e contribuem para o aumento do risco ao longo do tempo”, reforça.

Prevenção deve começar cedo

Diante do avanço dos casos em jovens, especialistas reforçam que a prevenção precisa começar antes mesmo dos sintomas.

Monitorar a pressão arterial, manter uma alimentação equilibrada, praticar atividade física, evitar o tabagismo em todas as formas, reduzir o consumo de álcool, cuidar do sono e do estresse e realizar check-ups periódicos são medidas fundamentais.

“O maior erro é esperar um sintoma mais evidente para agir. A doença cardiovascular costuma evoluir de forma silenciosa. Quando o corpo dá sinais, mesmo que discretos, é preciso investigar”, orienta a profissional.

Sinais de alerta: saiba quando procurar ajuda

Procure atendimento imediato se houver:

  • Dor, pressão ou desconforto no peito (mesmo leve ou intermitente);
  • Falta de ar sem causa aparente;
  • Palpitações frequentes ou sensação de coração acelerado;
  • Suor frio, tontura ou desmaio;
  • Náusea ou mal-estar persistente;
  • Dor que irradia para braço, costas, pescoço ou mandíbula;
  • Cansaço extremo e repentino, fora do habitual.

Para reduzir o risco:

  • Meça a pressão arterial regularmente;
  • Evite cigarro, vape e narguilé;
  • Reduza o consumo de álcool;
  • Diminua alimentos ultraprocessados, sal e açúcar;
  • Pratique atividade física com regularidade;
  • Durma melhor e controle o estresse;
  • Faça check-ups periódicos, mesmo sem sintomas;
  • Atenção ao histórico familiar de doenças cardíacas.

Atenção final

Doença do coração pode evoluir em silêncio. Sintomas fora do padrão clássico, especialmente em jovens, mulheres e pessoas com diabetes, não devem ser ignorados. Na dúvida, procurar atendimento pode fazer a diferença entre um susto e uma emergência.


* Com informações da assessoria de imprensa da Hospital Cardiológico Costantini.







FONTE: https://www.momentodiabetes.com.br/infarto-antes-40-risco-maior-diabetes/?fbclid=IwY2xjawRJBzVleHRuA2FlbQIxMABicmlkETFsSDg5R012eTE1Z1BsU1lXc3J0YwZhcHBfaWQQMjIyMDM5MTc4ODIwMDg5MgABHhwqBmh3yMwcZArHJ50rTAnjj1mBFBD_qFAgikQTjmjO6JtO7bxFKHYHhdCc_aem_Mdkx0jOS6VsroZpgR1cWtg

                                      


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Carla

terça-feira, 5 de maio de 2026

DIABETES: Quantos brigadeiros quem tem diabetes pode comer? Nutricionista explica

 

Nutricionista explica como calcular carboidratos do brigadeiro e ajustar consumo no diabetes sem descontrole glicêmico


Domingo pede um docinho após o almoço, né? Que tal um brigadeiro, sobremesa fácil de fazer, para fechar com chave de ouro a refeição? Pois é, mas se você tem diabetes, talvez essa escolha precisa ser tomada com mais cautela. Mas para te ajudar nessa vontade de ‘algo doce’, trouxemos informações valiosas para comer o brigadeiro e manter os níveis de glicose na faixa.

O brigadeiro leva leite condensado, chocolate e manteiga na preparação. Esses ingredientes fornecem carboidratos, gordura e proteína. A quantidade de carboidrato varia conforme o tamanho da unidade.


De acordo com a nutricionista e educadora em diabetes Carol Netto, o brigadeiro pequeno, típico de festa, tem cerca de 5 gramas de carboidrato. O brigadeiro maior, comum em padarias, pode chegar a 15 gramas de carboidrato por unidade.

O tamanho interfere diretamente no impacto na glicose. A ingestão de várias unidades aumenta a carga de carboidratos consumida na refeição.


Pessoas com diabetes podem consumir brigadeiro

A orientação apresentada por Carol Netto indica que pessoas com diabetes podem consumir brigadeiro. O consumo depende do controle da quantidade e do acompanhamento da glicose.

O brigadeiro não deve fazer parte da rotina diária. O consumo se encaixa em momentos específicos, com planejamento.

O monitoramento da glicose permite avaliar o impacto do alimento no organismo. A resposta glicêmica pode variar entre indivíduos.

Quantidade recomendada depende do tipo de brigadeiro

A recomendação para brigadeiros pequenos gira entre três e cinco unidades, com contagem de carboidratos. Esse cálculo permite ajustar a alimentação ao longo do dia.

O brigadeiro maior exige cuidado adicional. Uma única unidade pode concentrar quantidade relevante de carboidrato. O consumo precisa considerar essa diferença.

A contagem de carboidratos orienta decisões sobre alimentação e tratamento. Esse método ajuda a evitar elevação acentuada da glicose.



Estratégia muda conforme o tipo de diabetes

Pessoas com diabetes tipo 1 utilizam insulina para cobrir a ingestão de carboidratos. A dose precisa acompanhar a quantidade consumida no momento.

Pessoas com diabetes tipo 2 podem não utilizar insulina em todos os casos. A estratégia envolve substituição de carboidratos na refeição. A redução de outros alimentos com carboidrato evita sobrecarga glicêmica.

A escolha exige atenção ao volume total ingerido. A soma dos carboidratos influencia o comportamento da glicose no sangue.

Monitoramento da glicose orienta decisões

A medição da glicose antes e após o consumo do brigadeiro permite observar a resposta do organismo. Esse acompanhamento contribui para ajustes futuros.

A variação glicêmica depende de fatores como quantidade ingerida, composição da refeição e tratamento em uso. O registro desses dados ajuda na tomada de decisão.

O planejamento inclui avaliar o contexto da refeição. O consumo isolado pode gerar resposta diferente de quando o alimento aparece junto de outros nutrientes.

Consumo ocasional exige planejamento alimentar

O brigadeiro pode ser incluído em ocasiões específicas. O controle depende da organização da alimentação no dia.

A redução de carboidratos em outras refeições evita picos glicêmicos. A estratégia precisa ser individualizada.

O consumo consciente não elimina a necessidade de acompanhamento profissional. A orientação de nutricionistas e equipe de saúde direciona escolhas seguras.

Informação ajuda na tomada de decisão

A análise dos ingredientes e da quantidade de carboidrato fornece base para escolhas no dia a dia. O conhecimento permite ajustar consumo sem comprometer o controle glicêmico.

O brigadeiro se aproxima do chocolate ao leite em composição. Essa referência ajuda na estimativa do impacto na glicose.

A decisão de consumir envolve cálculo, monitoramento e adaptação da rotina alimentar. O controle depende da soma desses fatores.




Gerente de Conteúdo e Redes Sociais - Jornalista mineira, natural de Uberlândia, Laura é descolada, sensível e criativa. Traz para o projeto uma visão estratégica e conectada com as tendências digitais. É responsável pela distribuição dos conteúdos nas redes sociais, escreve reportagens especiais para o portal e atua na produção audiovisual. Desde que abraçou a causa do diabetes, há três anos, mergulhou no universo do Um Diabético com dedicação e empatia. Está constantemente se atualizando para potencializar o alca





FONTE:  https://umdiabetico.com.br/



                                      


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abs

Carla



Glicose alta causa cárie? Dentista explica o que acontece na boca de quem tem diabetes

 

Dentista explica por que a rotina de quem tem diabetes pode aumentar o risco de cárie



O diabetes e cárie aparecem com frequência na mesma conversa, mas a relação não ocorre de forma direta, segundo explicação da dentista Bruna Ricci durante o DiabetesCast.

A dúvida sobre diabetes e cárie costuma partir da associação entre açúcar no sangue e problemas bucais. No entanto, a dentista afirma que a glicose alta não aumenta, por si só, a chance de cárie. O processo envolve outros fatores.

Segundo Bruna Ricci, a cárie é uma desmineralização do dente. Esse processo ocorre quando bactérias produzem um ambiente ácido na boca. Esse pH mais baixo favorece a perda de mineral do dente e leva à formação de cavidades.

A presença de açúcar na boca, seja de alimentos doces ou de carboidratos, alimenta essas bactérias. Isso altera o equilíbrio da região e contribui para o desenvolvimento da cárie.

Estilo de vida no diabetes influencia risco de cárie

O diabetes pode alterar fatores que aumentam o risco de cárie. A dentista explica que pessoas com diabetes podem ter menor produção de saliva. Isso reduz a capacidade de regular o pH da boca.

Além disso, a rotina de quem convive com a condição inclui situações específicas. Entre elas estão os lanches frequentes e o uso de açúcar para tratar hipoglicemia.

Durante o episódio, Bruna Ricci afirma que esses comportamentos aumentam a exposição dos dentes ao açúcar. Isso cria um ambiente mais favorável para a ação das bactérias.

Hipoglicemia noturna e falta de escovação aumentam risco

A correção da hipoglicemia durante a madrugada aparece como um ponto relevante. Pessoas com diabetes tipo 1 ou em uso de insulina costumam ingerir açúcar nesse momento.

Após a correção, muitos não escovam os dentes. A dentista relata que realizou uma enquete com pacientes e todos afirmaram que não fazem a escovação após episódios noturnos.

Esse hábito mantém resíduos de açúcar na boca por mais tempo. Isso favorece a atividade bacteriana e aumenta o risco de cárie.

Escovação exige técnica e não deve ser excessiva

A escovação aparece como principal forma de controle da placa bacteriana. A dentista orienta que o ideal é escovar os dentes três vezes ao dia.

Ela explica que a placa bacteriana pode se formar em até 24 horas. No entanto, a recomendação de três escovações considera falhas comuns na técnica.

Bruna Ricci afirma que muitas pessoas não realizam a escovação de forma adequada. Por isso, a repetição ajuda a reduzir a presença de bactérias.

Ela também alerta que escovar os dentes em excesso pode causar desgaste dental. O problema ocorre quando há perda da estrutura do dente devido à escovação intensa.

O tempo recomendado para escovação é de dois minutos. Esse período deve ser dividido em quatro partes de 30 segundos.

CUIDADOS PARA NÃO PERDER OS DENTES  POR CAUSA DA DIABETES | Tom Bueno





Alimentação e tipo de carboidrato influenciam

A alimentação tem impacto direto no risco de cárie. A dentista afirma que o tipo de alimento consumido altera esse risco.

Mesmo pessoas que evitam açúcar podem desenvolver cárie. Isso ocorre porque carboidratos também servem como fonte para bactérias.

O momento de consumo também interfere. A forma como o alimento entra na rotina deve ser considerada no cuidado com a saúde bucal.

Fatores individuais também influenciam

A chance de desenvolver cárie varia entre pessoas. A dentista explica que o tipo de bactéria presente na boca influencia esse risco.

Além disso, fatores como escovação e salivação interferem na formação da doença. Pacientes com maior risco precisam de cuidados específicos.

A cárie também pode aparecer mais de uma vez no mesmo dente. Isso pode ocorrer por infiltração em restaurações ou em áreas diferentes.

Controle do diabetes interfere no tratamento odontológico

O controle glicêmico impacta diretamente o tratamento dentário. A dentista relata que procedimentos como implantes exigem níveis adequados de glicose.

Pacientes com glicemia elevada podem apresentar dificuldade de cicatrização. Isso compromete o resultado de tratamentos mais complexos.

Nesses casos, o paciente deve ser encaminhado para acompanhamento médico. O controle do diabetes precisa ocorrer antes de procedimentos eletivos.

Diagnóstico e cuidado ainda não são associados

A dentista aponta que muitos pacientes não relacionam diabetes e saúde bucal. Esse entendimento costuma surgir apenas durante atendimento odontológico.

Ela destaca que o cuidado com a boca faz parte da saúde geral. A avaliação odontológica pode contribuir para identificar problemas sistêmicos.

Enxaguante bucal não substitui escovação

O uso de enxaguante bucal não substitui a escovação. A dentista afirma que esses produtos não removem a placa bacteriana.

A limpeza depende do uso conjunto de escova e fio dental. O fio deve ser utilizado ao menos uma vez por dia.

Os enxaguantes podem ter indicação específica. Entre elas estão tratamentos periodontais, cirurgias ou estímulo de salivação.

O uso sem orientação pode gerar falsa sensação de limpeza. O hálito refrescante não indica remoção de bactérias




LINK: https://youtu.be/Jct7rBI7tgo?si=WPK5KRBUHv_m06l2











Gerente de Conteúdo e Redes Sociais - Jornalista mineira, natural de Uberlândia, Laura é descolada, sensível e criativa. Traz para o projeto uma visão estratégica e conectada com as tendências digitais. É responsável pela distribuição dos conteúdos nas redes sociais, escreve reportagens especiais para o portal e atua na produção audiovisual. Desde que abraçou a causa do diabetes, há três anos, mergulhou no universo do Um Diabético com dedicação e empatia. Está constantemente se atualizando para potencializar o alcance e o impacto do nosso conteúdo



FONTE:  https://umdiabetico.com.br/glicose-alta-causa-carie-dentista-explica-o-que-acontece-na-boca-de-quem-tem-diabetes/

 



   



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