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terça-feira, 26 de maio de 2026

A hemoglobinúria paroxística noturna (HPN) é uma doença rara que se desenvolve nas células-tronco devido a uma mutação genética.

 




A hemoglobinúria paroxística noturna (HPN) é uma doença rara que se desenvolve nas células-tronco devido a uma mutação genética. Essa alteração faz com que os glóbulos vermelhos do sangue sejam destruídos mais facilmente, enquanto o corpo tem dificuldade em repô-los.
Na maioria das vezes, a HPN ocorre em pessoas entre 30 e 50 anos, afetando homens e mulheres na mesma proporção. Os glóbulos vermelhos, responsáveis pelo transporte de oxigênio, tornam-se frágeis e se rompem precocemente, sem reposição adequada.
Por que o nome é enganoso?
Apesar do nome, a hemoglobinúria não é necessariamente paroxística (ocorrendo em crises) nem noturna. Ela pode acontecer a qualquer momento, levando a sintomas como:
Fadiga intensa (devido à anemia).
Urina escura (por liberação de hemoglobina).
Tromboses inexplicadas (uma complicação grave).
Como é feito o diagnóstico?
O teste mais usado é a citometria de fluxo (analisando as proteínas CD55 e CD59 no sangue periférico), que detecta a falta dessas moléculas protetoras nas células sanguíneas.
Existe tratamento?
Sim! No Brasil, há opções eficazes, como:
Eculizumabe (Soliris®): bloqueia a destruição das células sanguíneas.
Ravulizumabe (Ultomiris®): similar, mas com aplicação menos frequente.
Transplante de medula óssea: em casos graves, especialmente se houver falência medular associada.
Quando suspeitar de HPN?
Investigo essa doença em qualquer caso de citopenia inexplicada ou trombose sem causa aparente. O diagnóstico precoce é essencial para evitar complicações.
Apesar de rara, a HPN tem tratamento – e quem convive com ela pode ter uma vida mais estável com o acompanhamento adequado.
Dr. Natalício Kern Filho - Médico Hematologista, Hemoterapeuta RQE10.418 | RQE 10.419, Medicina Interna | RQE 10.403. Preceptor Sírio Libanês CRM RS18819
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FONTE:  https://www.facebook.com/Dr.NatalicioKernFilho?__cft__[0]=AZYkKi9pwbs7vYP_k-a_4GxbPnUEW-njd7chL3x0ZxvAJWdjs4PDxV1kYdsqY2wvC0GzqEyKPf2zYK1MzwLR04P-fvXkprEfdXFWZzkzx6x5_pd8Rt9eOZ1Op7VQURRiK5kfHHdCzfv1jgJQ3CIscoIXbgzYAPsUS05ABUza9zF7B7iPHg-AzRthUgoO9G1AJYpWRuaKi1mjeh-3Q8QimjBcbb6R7y7MmpHtxTvZJDS8_g&__tn__=-UC%2CP-y-R


                                      


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abs

Carla

CÂNCER: Maio Cinza é o mês de conscientização sobre tumores cerebrais> live acontece dia 26/05 ⏰ 19h 📍 No Instagram do Oncoguia: https://www.instagram.com/oncoguia/

 

Oncoguia 


Sentindo falta das lives do Oncoguia?
📝 Então já anote na agenda: amanhã temos um encontro especial para conversar e aprender mais sobre o câncer cerebral!
Maio Cinza é o mês de conscientização sobre tumores cerebrais e nada melhor do que falar sobre esse assunto para espalhar informação sobre sobre um tema que ainda é cercado de dúvidas e medo.
Para esse bate-papo, nossa vice-presidente, Evelin Scarelli (@evelinscarelli), recebe a Dra. Caroline Chaul (@carolinechaul), neuro-oncologista do Hospital Sírio-Libanês.
📅 Nossa live acontece dia 26 de maio (terça-feira)
⏰ A partir das 19h
📍 No Instagram do Oncoguia: https://www.instagram.com/oncoguia/
Aproveite para deixar sua pergunta nos comentários e compartilhe este post para convidar mais pessoas para essa conversa tão importante!
Vamos juntos ampliar a conscientização sobre os tumores cerebrais?
Até amanhã! 🩶















FONTE: https://www.facebook.com/oncoguia?__cft__[0]=AZZqMxi8jeUbXlSDGlloxSRHsr3Tn66rCH8WdKTWD98JwdFx7v6uIyJWJ5tkOggL7VFNL4l4gbm_-GdtZ9cMVx_q9Bc06g9xphCkkpkAYF7ZegcTjwGLqKKktikQuZQk0aFdHoNmStDrs_Oqd6_SBErF_Dqv0rxQA5a4r9z4fKmuC2UavRveiT4IEBIlmlZ3sAA&__tn__=-UC%2CP-R


                                      


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ABS,

CARLA


⚕️ Aviso médico: As informações deste artigo têm caráter exclusivamente educativo e não substituem a consulta com médico e/ou nutricionista. Cada pessoa com diabetes tem necessidades individuais busque sempre orientação profissional antes de alterar sua dieta ou tratamento.

MELLHOR IDADE: Nem toda demência começa com “esquecimento”. E esse detalhe muda tudo.

 










Nem toda demência começa com “esquecimento”. E esse detalhe muda tudo.

Confundir Alzheimer com qualquer quadro de declínio cognitivo atrasa diagnóstico, manejo e orientação familiar.
Cada demência tem um padrão clínico que merece atenção:

Diagnóstico diferencial não é preciosismo acadêmico — impacta prognóstico, conduta, segurança, uso de medicamentos e suporte ao cuidador.









FONTE: https://www.instagram.com/drdanielvicentini/?e=63b44f37-a7f3-4cf9-a9d1-636f5280751f&g=5



                                      


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