Powered By Blogger

sexta-feira, 31 de julho de 2026

DIABETES: 3 dicas para comer manga se você tem diabetes; especialista explica

 



A manga costuma aparecer com frequência na mesa dos brasileiros, principalmente na época da safra. Para muitas pessoas que convivem com diabetes tipo 2, porém, a fruta acaba sendo retirada da alimentação logo após o diagnóstico.

Segundo a nutricionista e educadora em diabetes Tarcila Campos, membro do Departamento de Nutrição da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD), essa decisão nem sempre é necessária. O ponto principal está na quantidade consumida e na forma como a fruta é incluída na refeição.

Manga não está na lista de alimentos proibidos

Durante participação no Diabetes Cast, Tarcila explicou que não existe uma fruta proibida para quem tem diabetes. Segundo ela, a orientação deve considerar o contexto de cada pessoa, seus hábitos alimentares e a resposta do organismo.

A nutricionista afirma que muitas pessoas chegam ao consultório acreditando que precisam eliminar alimentos que gostam. No entanto, o objetivo do tratamento nutricional não é criar uma lista de proibições, mas organizar a alimentação para favorecer o controle da glicemia.

Ela também destaca que não existe uma fruta considerada ideal para todas as pessoas. O mais importante é escolher frutas que façam parte da rotina, sejam acessíveis e possam ser consumidas na quantidade indicada para cada caso.

1. Controle a quantidade da manga

A primeira orientação é prestar atenção na porção.

Segundo Tarcila, frutas são alimentos in natura e fazem parte de uma alimentação saudável. Ainda assim, elas contêm carboidratos, que influenciam os níveis de glicose no sangue.

Por isso, quem convive com diabetes tipo 2 deve evitar exageros. Como referência inicial, a nutricionista orienta começar com uma porção equivalente ao tamanho da palma da mão e ajustar essa quantidade conforme a orientação do profissional de saúde e a resposta individual do organismo.

2. Evite comer a manga sozinha

Outra estratégia é combinar a fruta com uma fonte de proteína ou outro alimento que ajude a reduzir a velocidade de absorção dos carboidratos.

Durante a conversa, Tarcila explicou que uma fruta consumida junto com alimentos como iogurte natural pode provocar uma resposta glicêmica diferente daquela observada quando ela é ingerida sozinha.

Segundo ela, essa combinação faz parte da personalização do tratamento nutricional e pode contribuir para um controle glicêmico mais estável.

3. Conheça a resposta do seu organismo

A terceira dica envolve o monitoramento da glicose.

Tarcila explica que cada organismo reage de forma diferente aos alimentos. Algumas pessoas conseguem consumir determinada fruta sem alterações importantes na glicemia, enquanto outras apresentam respostas diferentes.

Por isso, ela afirma que a monitorização da glicose, seja por meio da ponta de dedo ou do sensor, quando disponível, permite entender como cada alimento interfere nos níveis de glicose e ajuda a ajustar a alimentação de forma individualizada.

Segundo a nutricionista, essa informação oferece mais segurança para montar um plano alimentar sem retirar alimentos desnecessariamente.

O foco não deve ser apenas a manga

Durante o episódio, Tarcila reforçou que um dos erros mais comuns após o diagnóstico é procurar um alimento “vilão” ou um alimento “milagroso”.

Ela explica que o impacto da alimentação depende do conjunto da refeição. A presença de verduras, legumes, proteínas e fibras pode modificar a velocidade de absorção dos carboidratos e favorecer o controle da glicemia.

Por isso, a orientação nutricional vai além de decidir se uma pessoa pode ou não comer manga. O objetivo é organizar a alimentação de forma que ela seja compatível com a rotina, os hábitos e as necessidades individuais.





Gerente de Conteúdo e Redes Sociais - Jornalista mineira, natural de Uberlândia, Laura é descolada, sensível e criativa. Traz para o projeto uma visão estratégica e conectada com as tendências digitais. É responsável pela distribuição dos conteúdos nas redes sociais, escreve reportagens especiais para o portal e atua na produção audiovisual. Desde que abraçou a causa do diabetes, há três anos, mergulhou no universo do Um Diabético com dedicação e empatia. Está constantemente se atualizando para potencializar o alcance e o impacto do nosso conteúdo.




FONTE: https://umdiabetico.com.br/







obs. conteúdo meramente informativo procure seu médico

abs

Carla



  • ⚕️ Aviso médico: As informações deste artigo têm caráter exclusivamente educativo e não substituem a consulta com médico e/ou nutricionista. Cada pessoa tem necessidades individuais busque sempre orientação profissional antes de Tratamento

MELHOR IDADE: GUIBA – PARALISIA SUPRANUCLEAR PROGRESSIVA (PSP): POR QUE A PESSOA PARA DE ANDAR?

 1 Sujeito chamado Alzheimer


Quando alguém recebe o diagnóstico de Paralisia Supranuclear Progressiva (PSP), uma das primeiras perguntas da família costuma ser:
"Ela vai voltar a andar?"
Infelizmente, essa é uma doença neurodegenerativa progressiva. Isso significa que, com o passar dos anos, algumas funções do cérebro vão sendo comprometidas.
A PSP faz parte do grupo das chamadas síndromes parkinsonianas atípicas e pode evoluir também com comprometimento cognitivo, sendo considerada uma das causas de síndrome demencial.
Ao contrário da Doença de Alzheimer, na PSP a dificuldade para caminhar e manter o equilíbrio costuma aparecer muito cedo.
É comum que a pessoa:
• caia para trás sem conseguir se proteger;
• tenha muita rigidez no corpo;
• caminhe lentamente, com passos curtos;
• apresente dificuldade para iniciar os movimentos;
• tenha dificuldade para olhar para cima e, principalmente, para baixo;
• passe a depender cada vez mais de ajuda para caminhar.
Com a evolução da doença, muitas pessoas acabam necessitando de cadeira de rodas.
Isso acontece porque o cérebro perde, gradualmente, a capacidade de coordenar os movimentos, o equilíbrio e a postura.
Mas é importante entender uma coisa:
Parar de andar não significa que não exista mais o que fazer.
A fisioterapia continua sendo uma das maiores aliadas para preservar a mobilidade pelo maior tempo possível, reduzir complicações, prevenir contraturas, orientar transferências seguras e melhorar a qualidade de vida.
A terapia ocupacional ajuda na adaptação das atividades do dia a dia.
A fonoaudiologia torna-se essencial quando começam as dificuldades para falar e engolir.
O acompanhamento nutricional também ganha importância conforme surgem alterações da deglutição.
Embora ainda não exista cura para a PSP, existem muitos cuidados capazes de proporcionar mais conforto, segurança e dignidade.
Cada pessoa evolui de forma diferente, por isso, comparações entre pacientes costumam gerar ansiedade desnecessária, o mais importante é adaptar o cuidado às necessidades de cada fase, sempre buscando preservar a autonomia possível e oferecendo um ambiente seguro e acolhedor.
Cuidar de alguém com PSP exige também conhecimento, paciência e muito amor.
📍
Instituto Berna Almeida (@institutobernalmeida)
Página e Grupo de Apoio Online: 1 Sujeito Chamado Alzheimer
Você conhece alguém com Demência precisando de ajuda? Diga como nos encontrar.











FONTE: https://www.facebook.com/groups/307004436047308/user/100092170643767/?__cft__[0]=AZbA_GWjvQQZMYi6w_t09zN-X_gEnOsX_8to9U9xMx2DEWWQCIWsSkDhx3aQFnaeIPR845FMmQYMikbz24ab9u8avHPCRLFSekBlmdnjT_YL2glqlGVEqgvPuyqZOzaiLUtWses_88kvPaNXhUQVuJaUhBLakmT_UgSy_KV9dbh8yZKtoJ-fz1ttVz9mSut8k4qVYq0dbz9o_gBgsHnMJoko&__tn__=-UC%2CP-R







obs. conteúdo meramente informativo procure seu médico

abs

Carla



  • ⚕️ Aviso médico: As informações deste artigo têm caráter exclusivamente educativo e não substituem a consulta com médico e/ou nutricionista. Cada pessoa tem necessidades individuais busque sempre orientação profissional antes de Tratamento

quinta-feira, 30 de julho de 2026

MELHOR IDADE: qual é a diferença entre Alzheimer e DFT(Demência Frontotemporal)?"

 

1 Sujeito chamado Alzheimer


Doença de Alzheimer e Demência Frontotemporal: Compreendendo as Diferenças

Embora ambas pertençam ao grupo das síndromes neurodegenerativas que afetam as funções cognitivas e a autonomia, a Doença de Alzheimer e a Demência Frontotemporal (DFT) manifestam-se de maneiras distintas, com patologias e impactos comportamentais próprios.
Principais Diferenças
Área Afetada e Início:
Alzheimer: Os danos iniciam-se tipicamente nas regiões do cérebro responsáveis pela memória recente (como o hipocampo), o sintoma inicial mais comum é a dificuldade em reter novas informações.
Demência Frontotemporal: A degeneração concentra-se nos lobos frontal e temporal, áreas que governam a personalidade, o comportamento social, o julgamento e a linguagem. As alterações de conduta costumam surgir muito antes de qualquer falha de memória.
Alterações de Comportamento e Personalidade:
Alzheimer: Mudanças de humor e apatia podem ocorrer, mas geralmente surgem em fases mais avançadas da condição.
Demência Frontotemporal: Mudanças drásticas na personalidade e na conduta social são marcantes desde o início. Podem incluir desinibição, perda de empatia, comportamentos repetitivos ou impulsivos e alterações nos hábitos alimentares.
Linguagem e Comunicação:
Alzheimer: O esquecimento de palavras e a repetição de perguntas são frequentes, mas a compreensão costuma ser preservada por mais tempo.
Demência Frontotemporal: É comum o aparecimento de variantes que afetam diretamente a fluência verbal, com dificuldade para nomear objetos ou compreender o significado das palavras (afasia progressiva primária).
Capacidades Motoras:
Alzheimer: Sintomas motores costumam aparecer nas etapas mais tardias.
Demência Frontotemporal: Pode vir acompanhada de distúrbios motores semelhantes aos da Doença de Parkinson ou de fraqueza muscular associada à esclerose lateral amiotrófica, dependendo do subtipo.
Nota Técnica: O diagnóstico diferencial exige uma avaliação médica rigorosa, envolvendo exames neurológicos, neuroimagem e testes neuropsicológicos para direcionar o suporte adequado a cada quadro.
Siga-nos
Facebook:
Página e Grupo de Apoio Online: 1 Sujeito chamado Alzheimer









FONTE: https://www.facebook.com/groups/307004436047308









obs. conteúdo meramente informativo procure seu médico

abs

Carla



⚕️ Aviso médico: As informações deste artigo têm caráter exclusivamente educativo e não substituem a consulta com médico e/ou nutricionista. Cada pessoa tem necessidades individuais busque sempre orientação profissional antes de

Tratamento