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quarta-feira, 8 de julho de 2026

Guia da mala perfeita para quem tem diabetes

 Por 

16/02/2023


Vai viajar e se deu conta de que são muitos itens que não podem faltar na sua mala? Então você chegou ao lugar certo! Preparei o guia da mala perfeita para quem tem diabetes! Vou ajudar você a não deixar nada pra trás, sem sofrer com aquela lista mental que aparece imediatamente quando colocamos o pé na estrada!

Eu sei que toda viagem gera certa ansiedade na hora de arrumar a mala, e para diabéticos esse momento demanda ainda mais atenção. Preparar a mala ideal para quem tem diabetes requer alguns cuidados, além de contar os insumos necessários e levá-los com você. Mas se você não tem diabetes, continua comigo porque esse post é pra você também!

Então, para iniciar esse guia, vou começar pela escolha da mala, pra que a gente não carregue nada além do necessário. Vou partir de informações como duração da viagem, estação do destino (consultar a previsão do tempo mais perto da data) e franquia da companhia aérea. Assim, vou saber exatamente o tamanho disponível, pensando na otimização do espaço.

Vamos então ao passo-a-passo para a mala perfeita para quem tem diabetes!

Documentação principal

Passaporte

Primeiramente checo a data de validade do passaporte. Atualmente os passaportes brasileiros são emitidos com validade de 10 anos, entretanto, as exigências quanto ao prazo mínimo para o vencimento, considerando a data da sua viagem, pode variar conforme o país de destino. De forma geral, vale a recomendação de não embarcar com um prazo mínimo inferior a 6 meses para o fim da validade.

Visto

Além disso, confiro também se o destino exige emissão de visto. Para alguns países, é necessário ir ao consulado no Brasil,  outros possuem o processo de emissão pela internet, a partir do preenchimento de formulário eletrônico. Há também aqueles que emitem no momento do desembarque, no aeroporto mesmo, como é o caso do Egito – e você também deve confirmar se a taxa precisa ser paga na moeda local, para não ter imprevistos logo na chegada.

Os critérios exigidos para entrada e permanência em um determinado país (cada nação é soberana nesse aspecto), podem variar a depender do motivo da viagem – o que vai definir o tipo de visto solicitado. Além disso, fico atenta também às regras aplicadas pelo país de trânsito, em caso de conexões. Para consultas relacionadas às exigências vigentes, recomendo visita à página do Ministério das Relações Exteriores (https://www.gov.br/mre/pt-br/assuntos/Embaixadas-Consulados-Missoes/de-outros-paises-no-brasil).

Certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia

Para a mala perfeita não podemos esquecer da exigência do comprovante de vacinação no caso de alguns países. O Certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia (CIVP) comprova a vacinação de febre amarela. A OMS (Organização Mundial de Saúde) atualiza regularmente a lista dos países que exigem o certificado, e há também uma lista simplificada desses países no site da ANVISA.

Atualmente o processo de solicitação é totalmente eletrônico, mas recomendo antecedência para garantir sua emissão a tempo.  Após tomar a vacina, você pode solicitar o Certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia (CIVP) diretamente no site da ANVISA (https://www.gov.br/anvisa/pt-br/assuntos/paf/certificado-internacional-de-vacinacao), fazendo o envio do seu documento de identidade e comprovante de vacinação. Caso a sua vacina tenha ocorrido após 29/12/2022, o seu certificado pode estar disponível no ConectSus.

Como mencionei, os países possuem soberania para definir as exigências de entrada e permanência no país, porém, em escala mundial pode-se considerar que a vacina da Febre Amarela é a mais importante.  A validade do CIVP de  febre amarela inicia-se 10 dias após a data de vacinação. O seu certificado será disponibilizado em formato eletrônico, com QR Code ao final do documento para conferência de autenticidade, e é valido por toda a vida.

Quanto à exigência do CIVP, deve ser observada também a regra do país de trânsito.

Documentação auxiliar

Reservas

Por mais que hoje tudo esteja disponível no celular, nunca dispenso o bom e velho papel. Portanto, recomendo ter sempre com você suas reservas de hotel, reserva de locação do carro ou transfer, caso você tenha contratado, e voucher dos passeios. Importante que esses documentos estejam de fácil acesso, caso você precise mostrar ao agente da imigração. Para a entrada em alguns países que são mais rígidos nessa verificação, é bom que tenhamos também as reservas das passagens de retorno ao país de origem.

Seguro Viagem

Outro documento importante que eu sempre levo é a apólice do Seguro Viagem. Esse seguro cobre despesas médicas relacionadas a lesões ou doenças súbitas que ocorram durante a viagem internacional segurada. Entre as coberturas estão morte acidental, invalidez permanente total ou parcial, despesas médicas, hospitalares e/ou odontológicas, traslado médico, regresso sanitário, entre outras (algumas dessas consideradas obrigatórias pela Susep – Superintendência de Seguros Privados).

Assim como checar a exigência de visto, é importante verificar também se o país a ser visitado vai exigir o seguro, e além disso, pode haver ainda um valor de cobertura mínima para despesas médico-hospitalares, como é o caso da Europa. Mas, independente da exigência, ninguém quer ter imprevistos e arcar com altos custos de saúde durante a viagem.

Além de adquirir o seguro viagem no mercado, é possível também que esse produto seja oferecido pelo seu cartão de crédito. Para conferir, consulte no site os benefícios oferecidos pela sua bandeira, e variante – pois há diferença entre as categorias. Confirmando esse benefício, basta comprar a passagem com o cartão de crédito, entrar no site do cartão e emitir seu bilhete de seguro.

O bilhete emitido vai informar o valor limite de cada cobertura, riscos excluídos, canais de atendimento e os procedimentos que devem ser adotados em caso de sinistro. Os seguros costumam cobrir também atraso e extravio de bagagem, cancelamento e atraso de voo. Portanto, fique atento aos seus benefícios!

E por falar em saúde, a mala perfeita para quem tem diabetes precisa de atenção especial nesse item que vou destacar agora!

Documentação e itens de saúde

Receita

Na mala perfeita para quem tem diabetes, você deve levar receita médica contendo a prescrição dos remédios que você utiliza, acompanhada preferencialmente da sua tradução em inglês. Essa receita não é válida para a compra de medicamentos fora do Brasil. Para esse fim, você irá precisar passar por um médico e obter receita local – caso exigida prescrição.

Insumos para diabetes

  • Insulina

Recomendo que você leve sempre uma quantidade extra à necessária para o período da viagem, afinal de contas falando de insulina, que é um medicamento que se sujeito à certas variações de temperatura, pode ser comprometido, é melhor não arriscar ficar sem sua dose diária de vida. Se vou precisar de uma caneta, levo duas!

Tenho sempre uma bolsa térmica para proteger a insulina de grandes variações de temperatura. O cuidado vale também pra que ela não fique gelada demais, o que posteriormente pode comprometer o seu uso, quando retornar ao calor. Escolho sempre um gelo reutilizável pequeno e não o deixo diretamente em contato com o medicamento – a função aqui é só garantir que ele não esquente, já que a caneta em uso pode ser mantida em temperatura ambiente.

  • Insumos em geral

A quantidade extra vale para os insumos em geral, como agulhas, fitas de glicemia e sensor. Mesmo utilizando o monitoramento contínuo através do sensor, tenho sempre comigo o medidor de glicemia capilar, caneta lancetadora e fitas, caso tenha algum problema com o sensor e seja necessária a checagem através da glicemia no sangue.

Já estive com sensor em situações de frio e calor extremo, e o mesmo não apresentou problema no funcionamento, mas vale a pena se prevenir e curtir sua viagem com mais tranquilidade. Além disso, podemos perder o sensor acidentalmente por descolamento.

  • Demais medicamentos

Medicamentos comuns e que não são de uso contínuo, como remédios para enjoo e dores de cabeça, devem ser levados em sua embalagem original, visto que podem ser objeto de checagem pelas autoridades aeroportuárias. Além disso, alguns medicamentos comercializados no Brasil podem ser proibidos em outros destinos, e para não ter surpresa, vale dar aquela conferida!

  • Glicose 

Não esqueça de levar um item super importante, glicose! Eu faço uso de carboidratos de absorção rápida, em gel, que costumam ter 18 gramas de carboidrato. Para qualquer emergência, seja qual for o produto que você mais se adapte, tenha ele sempre em mãos. Em períodos de viagem, é comum andarmos mais e portanto ficarmos sujeitos a hipoglicemias com maior frequência.

Sempre que possível, opte por levar esses itens na bagagem de mão, para que você não corra o risco que sejam extraviados junto com a mala. Além disso, durante o voo a bagagem pode ficar exposta a temperaturas que causem danos aos medicamentos.

Sobre todos esses itens relacionadas ao diabetes, nunca tive problemas em aeroportos, seja pelo uso do sensor ou por portar insulinas e insumos. Ainda que já tenha sido questionada, ao explicar que sou diabética, todas as abordagens foram encerradas brevemente.   

Roupas e itens relacionados

Para diminuir a quantidade de roupas necessárias para a mala ideal, eu penso nos looks previamente. Tirar fotos antes ajuda muito pra que você não leve combinações que não vai curtir usar (você vai preferir descobrir isso antes). Incluir acessórios, além de valorizar suas composições, vai dar aquele refresh sem que você precise trocar todas as peças.

Roupas curingas, as famosas “uma peça, vários looks”, podem ser repetidas em outras propostas. Para a quantidade de roupa íntima necessária, eu recomendo que caso você queira economizar espaço com esse item, opte por lavá-la durante a viagem. Há ainda a opção de utilizar roupa íntima descartável.

Para o frio, sempre incluo na mala luvas, gorro, cachecol e roupas térmicas (calça, blusa e uma boa meia vão bem). Em caso de contato com a neve, indico que leve roupas e sapatos impermeáveis. Sigo a ideia de vestir em camadas, assim, com variações de temperatura é possível se ajustar e ainda se manter confortável.

Para o verão inclua roupas leves. Peças únicas como vestidos, ocupam menos espaço na mala. Além disso, se o seu destino for praia, não esqueça as roupas de banho, bolsa de praia e chapéu. Ainda assim, não deixe de levar um casaco leve, que pode servir em caso de baixa temperatura no aeroporto e na cabine do avião.

Independente da estação, levo sempre óculos de sol, filtro solar, creme hidratante para as mãos e protetor labial – esses dois últimos podem ser necessários já durante o voo, visto que o ar do avião promove um ressecamento da pele, o que durante uma viagem longa pode se tornar incômodo.

Acessórios

Para concluir sua mala ideal, não deixe para trás o seu carregador de celular, uma tomada adaptável, doleira para que você guarde a moeda local de forma mais segura e balança digital para conferir o peso da mala (atente-se a franquia de bagagem, como mencionei no início, ou você deverá pagar uma taxa extra à companhia aérea).

Dicas extras

Lembre de habilitar seu cartão de crédito para compras internacionais durante o período de sua viagem;

Adquira um plano de dados internacional para uso de internet. Eu uso Simpremium – chip físico ou virtual, que você pode adquirir usando o cupom do blog “insulinanamala” ou clicando nesse link (https://www.simpremium.com.br/ref/insulinanamala), com 20% de desconto;

Leve moeda local, mesmo que em pequena quantidade, caso tenha despesas iniciais assim que desembarcar no país (como táxi ou taxa de visto);

Utilize plataforma para transferência internacional de recursos, como a Wise, e converta para a moeda local no momento que desejar, de forma online;

Tenha sempre itens importantes em sua mala de mão, e algumas roupas em caso de extravio de bagagem;

Faça uma consulta próxima à data da sua viagem e se oriente com seu médico a respeito da viagem e como será sua rotina lá;

Cheque seu roteiro, pra que você não perca nada e curta cada detalhe que programou.

Esse foi o guia da mala perfeita para quem tem diabetes, e com ele você pode embarcar sem preocupações! E você, costuma esquecer alguma coisa importante? Já teve problemas por conta disso? Conta aqui pra gente!

Até logo, e boa viagem!





FONTE: https://insulinanamala.com.br/guia-mala-perfeita-diabetes/










obs. conteúdo meramente informativo procure seu médico

abs

Carla



⚕️ Aviso médico: As informações deste artigo têm caráter exclusivamente educativo e não substituem a consulta com médico e/ou nutricionista. Cada pessoa tem necessidades individuais busque sempre orientação profissional antes de

Tratamento

DIABETES: Como planejar sua viagem

 Por 

20/04/2024


Se você curte viajar, mas já desanima quando pensa em planejar sua viagem, pode ficar tranquilo porque nesse post eu vou deixar um passo a passo bem detalhado do que você precisa fazer pra que fique tudo preparado, e sem erros.

Antes de tudo…

Pra gente começar do início de verdade, vou te contar que o planejamento da viagem começa lá atrás, quando você tem uma ideia dos lugares que deseja conhecer. Com a sua wish list (ou lista dos desejos), o primeiro passo vai ser consultar o preço do aéreo para esses destinos, já que ele representa um custo considerável no valor total gasto em uma viagem.

Primeiro passo concluído! Agora você tem uma referência do quanto custa em real, ou ainda melhor, em milhas, pra chegar e retornar desse destino. Essa referência vai servir para um outro momento que eu já vou retomar.

Vamos focar aqui nas milhas ok? E aí vem um outro passo necessário para planejar sua viagem: estar inscrito em algum programa de fidelidade (Smiles, TudoAzul, Latam Pass). Consulte os benefícios de cada um, regras de acúmulo, preço médio cobrado na compra de milhas e valores de resgate de trechos que te interessam.

Com o programa definido, você vai fazer sua adesão e acompanhar as datas que costumam acontecer as melhores promoções, como aniversário do programa, aniversário da companhia aérea e de grandes bancos, Black Friday, dia do consumidor, e deixar pra transferir os pontos do seu cartão em datas com transferência bonificada, como essas.

Assim, seus pontos viram mais milhas, você acumula mais rápido e o destino dos sonhos fica cada vez mais perto! Seja apenas para transferência de pontos ou para compra de milhas, sempre aproveite as melhores oportunidades!

E como não perder nenhuma delas?

Baixe aplicativos que notificam das ofertas de viagem (que podem incluir além de passagens, hospedagem, seguro saúde, aluguel de carros), assim você não perde tempo procurando em vários lugares, ou corre risco de ficar de fora. Eu uso o app do site Melhores Destinos.

LINK: 👇👇

https://www.melhoresdestinos.com.br/

Retomando a referência de valores que consultamos para cada destino que elegemos, chegando a data de alguma boa oportunidade para emissão do aéreo, consulte novamente os valores atuais – em milhas ou reais, e adquira sua passagem aérea.

Agora vai…

Com a passagem emitida agora sim temos um destino certo! É hora de partir para os próximos passos e começar a pensar na realização desse sonho, que está bem perto de acontecer! E te confesso que a partir desse momento, planejar sua viagem já vai te trazer ótimas sensações!

Nós gostamos de logo em seguida abrir um grupo no whatsapp com o nome do nosso destino. O grupo fica sendo um canal para colocarmos referências e sugestões, e com o passar do tempo vai ser o local onde estarão os arquivos digitais da viagem (como reservas e apólice de seguro). Isso vai facilitar o acesso ao que precisamos de documentação.

Além disso, criamos uma planilha no Google colocando uma aba só para o roteiro dia por dia, e uma outra aba, com dados de voos, traslados, passeios e hospedagem, com custo de cada um e detalhes sobre a forma de pagamento.

Nessa planilha você faz o acompanhamento dos custos, além de permitir o compartilhamento on-line com quem vai viajar com você, e também que editem o arquivo ao mesmo tempo. Assim, podem dividir as tarefas, e até programar uma vídeo chamada enquanto trabalham juntos.

Nesse arquivo também deixamos momentaneamente sites com dicas que gostamos para consultar posteriormente, informações da moeda local, aplicativos que precisamos baixar ou link para preenchimento de formulários necessários na data da viagem.

Um pouco de pesquisa…

Destino e período da viagem definidos, é hora de consultar as informações do local. Verifique as recomendações de localização para então pesquisar a hospedagem. Sugiro que após definida a região, use o filtro de melhores avaliações, respeitando o que você define como prioridade ou melhor relação custo x benefício. Sempre leio algumas avaliações antes de escolher onde irei ficar!

Já em relação ao período da sua viagem, alguns destinos oferecem experiências bem diferentes conforme a estação que você escolhe para visitar.

Essas informações podem trazer disponibilidade de passeios diferentes (a depender do clima à época da viagem ou período de baixa temporada – onde alguns podem não estar disponíveis), assim como datas de feriados locais que podem interferir no planejamento do roteiro , além de influenciar na sua mala de viagem.

Hora de definir o tipo de experiência que queremos ter no local conforme o destino que escolhemos. Para mim essa é a melhor parte de planejar a viagem! É nesse passo que entendemos melhor tudo que tem pra conhecer e as várias possibilidades para encaixar dentro dos dias que reservamos.

Esse passo do planejamento vai exigir que você faça pesquisas no google e passe um tempo visitando os blogs de viagem, buscando as melhores dicas de como aproveitar sua viagem e viver uma experiência completa.

Algumas pessoas preferem deixar essa etapa por conta de empresas que organizam roteiros, ou entram em contato com receptivos e contratam o que sempre é ofertado. Isso vai economizar seu tempo e, na primeira opção, vai representar um custo adicional a sua viagem. Além disso, você pode correr o risco de deixar de conhecer coisas legais das quais não terá informação.

Definindo o roteiro…

Vamos preencher os dias com as experiências que mais nos agradam e combinam com nosso objetivo de viagem, seja para turistar – conhecendo o que é mais procurado, ou para buscar uma experiência mais autêntica ao olhar dos locais. De uma forma ou de outra, tudo será válido!

Na fase de programação do roteiro, além de escolher os passeios que serão feitos dia a dia, você pode também colocar os restaurantes que deseja conhecer, assim como indicações do que experimentar no local – e aproveitar também uma experiência gastronômica.

Planejar sua viagem inclui ainda consultar sobre como é o deslocamento no seu destino (qual aplicativo é utilizado por lá, ou táxi – não recomendado em alguns lugares, pesquise antes). No caso de aplicativo já baixe e deixe seu cartão de crédito cadastrado, ou para táxi pode ser necessário ter a moeda local.

Não se esqueça de checar se os passeios contratados incluem transporte saindo e retornando à sua hospedagem! Veja também opções de contratação de traslado, principalmente no trecho entre aeroporto e hospedagem. Contratar antecipadamente pode poupar tempo, e até sair mais barato!

Check list final

Lembre de liberar seu cartão de crédito no caso de viagens internacionais, e também pesquisar se ele te dá acesso a sala vip, e outros benefícios! Não perca por falta de conhecimento hein?

Outro passo importante é contratar um seguro viagem para cobrir eventual necessidade de atendimento médico, no caso de viagens internacionais. Basta você informar o local, período da viagem e selecionar as coberturas para simular a contratação e adquirir conforme valores que você queira.

Também é importante que você planeje quanto de moeda irá precisar levar na sua viagem. Alguns destinos tem grande aceitação para pagamento em cartões, e hoje com as plataformas digitais multimoedas, como Wise, ficou muito fácil ter valor disponível para uso na função débito em várias moedas. Assim, você não paga iof (cobrado nos cartões de crédito), e nem precisa sair levando a moeda para todos os lugares.

Não se esqueça de adquirir também um chip com pacote de internet pra que você garanta sua conexão de onde estiver. Há opções de chip virtual, onde você não precisa remover o seu chip original, e consegue ativar o plano.

Verifique também as opções ofertadas por sua operadora de celular. Algumas costumam oferecer planos bem interessantes, inclusive vigentes pelo período de um ano, bom pra quem for fazer outras viagens.

Seguindo essas dicas, só irá faltar que você arrume a mala, separe a documentação necessária (   https://insulinanamala.com.br/guia-mala-perfeita-diabetes/) e os medicamentos – específicos para a viagem e aqueles de uso contínuo. Tem alguma dúvida sobre isso? Confere o post Guia da Mala Perfeita!

LINK👇👇👇

https://insulinanamala.com.br/guia-mala-perfeita-diabetes/

Sua viagem já começa aqui! Planejando com antecedência, você conseguirá fazer cada etapa com calma e deixar tudo do seu jeito! Aproveite e até a próxima!




FONTE: https://insulinanamala.com.br/guia-mala-perfeita-diabetes/
https://www.melhoresdestinos.com.br/


terça-feira, 7 de julho de 2026

MELHOR IDADE: GUIBA – A VACINAÇÃO NOS IDOSOS

 

Berna Almeida II


A vacinação na terceira idade é um dos pilares mais importantes para garantir um envelhecimento saudável, ativo e protegido contra complicações graves de doenças infecciosas. Com o passar dos anos, o sistema imunológico passa por um processo natural de enfraquecimento, o que torna o organismo mais vulnerável.
As principais vacinas recomendadas para os idosos (a partir dos 60 anos), o momento correto de aplicação e os seus respectivos efeitos colaterais estão detalhados a seguir, conforme as diretrizes do Programa Nacional de Imunizações (PNI) e da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm).

Principais Vacinas para Idosos

1. Vacina contra a Influenza (Gripe)
  • Idade recomendada: A partir dos 60 anos (ou antes, se houver comorbidades).
  • Quando tomar: Uma dose anualmente, de preferência antes do início do inverno (durante as campanhas nacionais).
  • Efeitos colaterais comuns: Dor, vermelhidão e leve endurecimento no local da aplicação. Sintomas gerais como febre baixa, mal-estar e dor de cabeça podem surgir nas primeiras 48 horas, sendo leves e passageiros.
2. Vacina contra a Covid-19
  • Idade recomendada: A partir dos 60 anos de idade.
  • Quando tomar: Doses de reforço periódicas (anuais ou semestrais, a depender da condição de saúde e das cepas variantes em circulação).
  • Efeitos colaterais comuns: Dor no braço, cansaço, dor de cabeça, calafrios e febre baixa por um ou dois dias.
3. Vacinas Pneumocócicas (Prevenção de Pneumonia, Meningite e Sinusite)
  • Idade recomendada: Rotina a partir dos 60 ou 65 anos (também indicada para idosos institucionalizados ou com doenças crônicas cardíacas e pulmonares).
  • Nomes e esquemas: Costuma-se iniciar com a vacina conjugada (VPC13, VPC15 ou a dose única VPC20) e complementar, conforme orientação médica, com a vacina polissacarídica (VPP23) após alguns meses.
  • Efeitos colaterais comuns: Reações locais leves, como dor, vermelhidão e inchaço no local da injeção. Febre moderada pode ocorrer em uma pequena parcela dos vacinados.
4. Vacina Triplice Bacteriana Adulto (dTpa) ou Dupla Adulto (dT)
  • O que previne: Difteria, Tétano e Coqueluche.
  • Idade recomendada: Idosos que nunca completaram o esquema básico ou que precisam de reforço.
  • Quando tomar: Um reforço a cada 10 anos. A SBIm recomenda dar preferência para a vacina dTpa (que inclui a proteção contra a coqueluche) em vez da dT tradicional.
  • Efeitos colaterais comuns: Dor local, enduração e, raramente, um cansaço discreto.
5. Vacina contra o Herpes Zóster (Cobreiro)
  • Idade recomendada: Recomendada de rotina a partir dos 50 anos de idade.
  • Quando tomar: O esquema com a vacina inativada (VZR) é composto por duas doses, com intervalo de dois meses entre elas.
  • Efeitos colaterais comuns: Dor local de intensidade leve a moderada, fadiga, dor muscular e dor de cabeça que costumam desaparecer em até três dias.
6. Vacina contra a Hepatite B
  • Idade recomendada: Para todos os idosos que não foram vacinados previamente.
  • Quando tomar: Três doses, aplicadas no esquema de tempo de 0, 1 e 6 meses.
  • Efeitos colaterais comuns: Dor local e sensação de calor na região da aplicação.
7. Vacina contra a Febre Amarela
  • Idade recomendada: Idosos que vivem ou vão viajar para áreas de recomendação de vacina e que nunca foram imunizados.
  • Quando tomar: Dose única. Contudo, a aplicação em pessoas com mais de 60 anos exige uma avaliação médica prévia criteriosa, para ponderar o risco da doença e as condições de saúde do paciente.
  • Efeitos colaterais comuns: Dor de cabeça, dor muscular e febre baixa entre o quinto e o décimo dia após a aplicação.
Recomendação Importante: Manter a caderneta de vacinação atualizada e passar por uma avaliação com o médico de confiança ou geriatra ajuda a definir o melhor cronograma individual, garantindo a proteção e o bem-estar ao longo de toda a terceira idade.
📍
 Instituto Berna Almeida (@institutobernalmeida)
Página e Grupo de Apoio Online: 1 Sujeito Chamado Alzheimer











FONTE: https://www.facebook.com/groups/307004436047308/








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abs

Carla



⚕️ Aviso médico: As informações deste artigo têm caráter exclusivamente educativo e não substituem a consulta com médico e/ou nutricionista. Cada pessoa tem necessidades individuais busque sempre orientação profissional antes de

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