Existe uma ideia de que a imunoterapia, por usar as defesas do próprio corpo, é um tratamento sem efeitos colaterais ou "muito mais leve" que a quimioterapia. Mas a realidade é que não existe um tratamento universalmente mais seguro que o outro — o que existem são mecanismos e perfis de ação completamente diferentes.
Enquanto a quimioterapia atua diretamente na multiplicação celular, a imunoterapia ensina o sistema imunológico a combater a doença. Por isso, as reações do corpo também mudam bastante: a queda de cabelo, por exemplo, é bem menos comum na imunoterapia, mas podem surgir inflamações na pele, alterações hormonais na tireoide e outros sintomas autoimunes que exigem atenção.
Entender o que esperar de cada medicação, sem mitos, é o que te dá autonomia e segurança de verdade durante o processo. E lembre-se: a sua maior aliada é a comunicação rápida com a equipe de saúde ao menor sinal de mudança no seu organismo.
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Importante: Cada caso é único e a escolha do tratamento cabe exclusivamente à sua equipe médica. Este conteúdo tem caráter informativo e de acolhimento.
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Você já conhecia essas diferenças entre a imunoterapia e a quimioterapia? Conte aqui nos comentários!
Dr. Natalício Kern Filho - Médico Hematologista, Oncohematologista e Hemoterapeuta RQE10.418 | RQE 10.419, Medicina Interna | RQE 10.403. Preceptor Sírio Libanês CRM RS18819
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