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quarta-feira, 29 de abril de 2026

CÂNCER: RISCO DE LINFOMAS: AUMENTA COM A IDADE

 




Linfoma é o nome de um conjunto de cânceres que atacam o sistema responsável por ajudar a combater infecções, o sistema linfático. Ele, por sua vez, é composto por órgãos, vasos, tecidos linfáticos e pelos linfonodos, que se distribuem em posições estratégicas do corpo para ajudar na defesa contra infecções. Esse sistema produz e transporta os glóbulos brancos, células que combatem as infecções e participam do sistema imunológico.
Existem dois tipos de linfoma: linfoma de Hodgkin (LH) e linfoma não-Hodgkin (LNH). O LH se caracteriza pela presença de células grandes e facilmente identificáveis no linfonodo acometido, conhecidas como células de Reed-Sternberg. É uma doença adquirida, e não hereditária. Compreende cerca de 20% dos casos da doença e pode ocorrer em qualquer idade, no entanto, é mais comum aparecer entre os jovens de 25 a 30 anos.
Já o LNH não tem um tipo celular característico. Trata-se de um grupo complexo de tipos diferentes da doença. Após o diagnóstico, ele se classifica de acordo com o tipo de linfoma e o estágio em que se encontra. Ele pode surgir em diferentes partes do corpo e representa 80% dos casos de linfoma, pode ocorrer em qualquer idade sendo mais comum em pessoas acima dos 60 anos.
A incidência da doença tende a aumentar com a idade. Portanto, um diagnóstico precoce e a conscientização são essenciais para um envelhecimento saudável. Além disso, com o envelhecimento da população mundial, é muito importante abordar a relação entre os linfomas e o grupo dos 60 anos ou mais. Isso porque, de acordo com Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia (Abrale), nos últimos 25 anos, o número de novos casos de linfoma não-Hodgkin duplicou, em especial em pessoas acima dos 60 anos de idade.
Fonte: Abrale Oficial
Dr. Natalício Kern Filho - Médico Hematologista, Hemoterapeuta RQE10.418 | RQE 10.419, Medicina Interna | RQE 10.403. Preceptor Sírio Libanês CRM RS18819
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FONTE: https://web.facebook.com/Dr.NatalicioKernFilho?__cft__[0]=AZZ-fhpzbD0RQnTVcFtUBzxQZMpUkG7QlMl4p_a8Upr38B110w4UWC-9Fn-VVRffmp6wUFjBui62NHNH1n--swBnAp9r1IkgvtM0aM1o6NT9aua9CIxWcY-1ubG9kPvfcnDDPy0Zcagg25wGK16syyRBkxXbTEyz4O7yDsLjLq2HM88sGS-yyTr5dNqxwYh87zTYkeBndDNJwZPnKylFr1e9ApdERv1js4W-9F-AdcR4yA&__tn__=-UC%2CP-y-R

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Carla

Diabetes Tipo 1 é uma doença oculta.

 



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Carla

terça-feira, 28 de abril de 2026

Hambúrguer e diabetes: 7 cuidados práticos para evitar picos da glicose no domingo à noite

 





Hambúrguer com batata frita à noite pode favorecer picos de glicose horas depois, exigindo atenção nas escolhas

Entenda por que o hambúrguer no domingo à noite pode elevar a glicose horas depois e veja 7 cuidados para evitar picos e manter o controle


Poucos alimentos concentram tantas dúvidas no diabetes quanto o hambúrguer. Para alguns, ele representa descontrole imediato da glicose. Para outros, virou sinônimo de restrição total. Entre esses dois extremos, existe um ponto pouco explorado: o que realmente determina o impacto dessa refeição no organismo.

A resposta não está apenas no hambúrguer. Está na combinação de escolhas que o acompanham. Por isso, separamos 7 cuidados práticos que vão te ajudar ao comer um hambúrguer no seu domingo à noite.


1. O tipo de pão define a velocidade da glicose

O pão costuma ser o principal responsável pela subida rápida da glicose. Versões como pão branco ou brioche têm pouca fibra e são absorvidas muito rápido pelo organismo.

Quando esse tipo de pão é consumido, a glicose sobe de forma mais intensa. Por outro lado, escolher pão integral de verdade, com grãos, ou reduzir a quantidade já ajuda a diminuir esse impacto. Em alguns casos, trocar o pão por folhas, como alface, pode ser uma alternativa prática.

Segundo a nutricionista Carol Netto, doutora pela Unicamp, “a velocidade com que o carboidrato entra no sangue muda completamente a resposta da glicose”.

2. Molhos podem esconder açúcar sem você perceber

Molhos como ketchup e barbecue costumam ter açúcar na composição. Mesmo em pequenas quantidades, eles contribuem para elevar a glicose.


Além disso, o uso combinado de diferentes molhos aumenta ainda mais esse efeito. Nesse cenário, optar por mostarda ou versões sem açúcar é uma estratégia simples que ajuda no controle.

3. Alface, rúcula e vegetais ajudam a segurar a glicose

Adicionar alface, rúcula, tomate e cebola não é apenas um complemento. Esses alimentos têm fibras que ajudam a desacelerar a absorção do açúcar no sangue.

Como resultado, a glicose sobe de forma mais gradual. Além disso, aumentam a saciedade e ajudam a evitar exageros, algo comum em refeições de domingo à noite.

4. O combo é o maior erro nesse contexto

O hambúrguer no domingo à noite raramente vem sozinho. Batata frita e refrigerante fazem parte da escolha mais comum.

A batata tem carboidrato que vira açúcar rapidamente. O refrigerante tem açúcar líquido, que entra no sangue ainda mais rápido. Essa combinação favorece picos glicêmicos mais altos e prolongados.

Por outro lado, trocar por água, bebida sem açúcar ou uma salada reduz bastante esse impacto.



5. A qualidade da carne também influencia

Hambúrgueres industrializados costumam ter mais gordura saturada, sal e aditivos. Isso não contribui para o controle do diabetes.

Já versões artesanais ou preparadas em casa tendem a ter melhor qualidade e promovem maior saciedade. No entanto, o equilíbrio da refeição continua sendo essencial.

6. Comer tarde aumenta o risco de glicose alta durante a noite

O horário da refeição faz diferença direta, especialmente no domingo à noite. Comer perto de dormir pode dificultar o controle da glicose.

A endocrinologista Denise Franco explica que esse efeito pode ser tardio. “Em relação ao horário, normalmente a glicose tende a subir até cinco horas ou mais depois da refeição. Por isso, é importante comer mais cedo e evitar comer próximo de dormir”.

Além disso, dormir com a glicose elevada mantém níveis altos por mais tempo, o que pode impactar o dia seguinte.

7. Monitorar a glicose e ajustar com a equipe evita erros

Medir a glicose antes e depois da refeição é fundamental para entender como o corpo reage, principalmente em situações fora da rotina, como o domingo à noite.

Esse acompanhamento ajuda a evitar decisões no impulso e permite ajustes mais precisos. De acordo com a Sociedade Brasileira de Diabetes, o monitoramento é essencial para um controle individualizado.

Para quem usa insulina, a estratégia pode precisar de adaptação. Denise Franco orienta que isso deve ser discutido com a equipe de saúde. “Vale avaliar com o médico a possibilidade de fracionar a insulina de ação rápida. Em vez de aplicar tudo antes da refeição, em alguns casos é possível fazer uma nova aplicação horas depois para cobrir essa subida tardia da glicose”.

O que acontece no corpo após comer hambúrguer à noite

Quando há consumo de carboidratos de rápida absorção, a glicose sobe no sangue. Em pessoas com diabetes, a ação da insulina é insuficiente ou menos eficiente.

Além disso, a gordura presente no hambúrguer pode retardar a digestão. Isso faz com que a glicose permaneça elevada por mais tempo, especialmente durante a noite.

Nesse contexto, o corpo permanece com níveis altos de glicose enquanto a pessoa dorme, o que dificulta o controle metabólico.

Importante lembrar

O hambúrguer pode fazer parte da rotina de quem tem diabetes, inclusive no domingo à noite. No entanto, exige estratégia.

Escolher melhor o pão, reduzir molhos com açúcar, incluir alface e rúcula, evitar o combo, cuidar da qualidade da carne, antecipar o horário da refeição e monitorar a glicose são atitudes que fazem diferença concreta.

Na prática, 


Fundador & CEO | Jornalista e Criador de Conteúdo - Tom é jornalista experiente, com mais de 17 anos de carreira em televisão, tendo atuado como repórter e apresentador nas principais emissoras do país. Diagnosticado com diabetes tipo 1 aos 22 anos, transformou sua trajetória pessoal em uma missão profissional. Além de liderar o Um Diabético, também realiza documentários e curtas com foco em saúde e impacto social. É reconhecido como um dos principais porta-vozes do diabetes no Brasil, dando voz e visibilidade a milhares de pessoas que convivem com a condição.


FONTE: https://umdiabetico.com.br/

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