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terça-feira, 3 de novembro de 2026

Novembro e Novembrinho Azul – Mês de conscientização sobre a saúde do homem e de meninos de até 15 anos de idade

 Novembro Azul é uma campanha destinada a sensibilizar homens, gestores e profissionais de saúde sobre o autocuidado e cuidado integral da saúde, considerando os fatores socioculturais relacionados à masculinidade e ao adoecimento.

O movimento chama a atenção para o fato de que a saúde masculina vai muito além da prevenção do câncer de próstata. Cuidar do corpo e da mente é essencial em todas as fases da vida. Além de consultas médicas e exames de rotina, adotar hábitos saudáveis faz diferença no bem-estar e na prevenção de diversas doenças. Algumas escolhas ajudam a manter a saúde em dia:

– Não fumar;
– Manter uma alimentação equilibrada;
– Praticar atividade física regularmente;
– Reduzir o consumo de bebidas alcoólicas;
– Controlar o peso e evitar o sedentarismo;
– Dormir bem e gerenciar o estresse;
– Manter a caderneta de vacinação atualizada;
– Procurar acompanhamento médico periódico.

O cuidado também envolve falar abertamente sobre saúde, superar preconceitos e buscar ajuda sempre que algo parecer fora do comum. Pequenas atitudes no presente fazem grande diferença no futuro!


O Brasil é o único país da América Latina com uma política de saúde específica para a população masculina: a Política Nacional de Atenção Integral à Saúde do Homem (PNAISH), cujo objetivo é promover a melhoria das condições de saúde da população masculina brasileira, contribuindo, de modo efetivo, para a redução da morbidade e da mortalidade desse grupo, abordando de maneira extensiva os fatores de risco e vulnerabilidades associados. Através da promoção do acesso a serviços de saúde abrangentes e ações preventivas, a política busca também reconhecer e respeitar as diversas manifestações de masculinidade.

Para alcançar seu objetivo, a PNAISH deve ser desenvolvida a partir de cinco eixos temáticos:

Acesso e acolhimento: objetiva reorganizar as ações de saúde, por meio de uma proposta inclusiva, na qual os homens considerem os serviços de saúde também como espaços masculinos e, por sua vez, os serviços os reconheçam como sujeitos que necessitam de cuidados e acesso à saúde;

Saúde sexual e reprodutiva: promove a abordagem às questões sobre a sexualidade masculina, nos campos psicológico, biológico e social. Busca respeitar o direito e a vontade do indivíduo de planejar, ou não, ter filhos;

Paternidade e cuidado: busca sensibilizar gestores (as), profissionais de saúde e a sociedade em geral sobre os benefícios da participação ativa dos homens no exercício da paternidade em todas as fases da gestação e nas ações de cuidado com seus (suas) filhos (as), destacando como este envolvimento pode contribuir a saúde, bem-estar e fortalecimento de vínculos saudáveis entre crianças, homens e suas (seus) parceiras (os);

Prevenção de violências e acidentes: visa a conscientização sobre a relação significativa entre a população masculina e violências e acidentes. Propõe estratégias preventivas na saúde, envolvendo profissionais e gestores da área e toda a comunidade.

Doenças prevalentes na população masculina: reforça a importância da atenção primária no cuidado à saúde dos homens, facilitando e garantindo o acesso e a qualidade dos cuidados necessários para lidar com fatores de risco de doenças e agravos à saúde mais prevalentes na população masculina, tais como:

– Doenças cardiovasculares como hipertensão, aterosclerose e acidente vascular cerebral (AVC);
– Doenças hepáticas: problemas no fígado, muitas vezes associados ao consumo excessivo de álcool e a esteatose (gordura no fígado);
– Alguns tipos de câncer, como próstata e pulmão;
– Diabetes;
– Transtornos mentais e emocionais;


Informações epidemiológicas

– Apesar do aumento da expectativa de vida entre 2000 e 2018, os homens ainda vivem 7,1 anos a menos que as mulheres;
– Os homens morrem mais do que as mulheres, na maioria das causas de óbitos e em todas as faixas etárias até 80 anos;
– O risco de homens morrerem por doenças crônicas não-transmissíveis, principalmente por doenças cardiovasculares e doenças respiratórias crônicas, é 40% a 50% maior em relação às mulheres;
– Ainda para as doenças cardiovasculares e respiratórias crônicas, esse risco é aumentado entre os homens que fazem uso prejudicial de álcool, possuem dieta e estilo de vida pouco saudáveis, com pressão alta e/ou alto índice de massa corporal, conforme a pesquisa Vigitel 2020;
– De acordo com Sociedade Brasileira de Urologia, a cada semana, nove homens têm o pênis amputado no país, em decorrência de câncer de pênis, que poderia ser evitado de forma muito simples: água, sabão e lavagem adequada;
– A vacina do HPV, que deve ser aplicada entre os 9 e 14 anos de idade, é a única capaz de prevenir diferentes tipos de câncer, mas o Brasil ainda enfrenta níveis muito baixos de cobertura vacinal, principalmente no público masculino: apenas 36% dos meninos e 55% das meninas completaram o esquema de duas doses, enquanto o índice ideal seria acima de 90%;
– Seis em cada dez homens só procuram um médico quando os sintomas são insuportáveis.


Mudança de hábitos e de valores culturais

Apesar da melhoria no acesso a informação, muitos homens ainda negligenciam a saúde e realizam menos consultas médicas e ações de autocuidado. Um levantamento do Centro de Referência em Saúde do Homem de São Paulo mostra que 70% das pessoas do sexo masculino que procuram um consultório médico tiveram a influência da companheira ou dos filhos. O estudo também revela que mais da metade desses pacientes adiaram a ida ao médico e já chegaram com doenças em estágio avançado.

Culturalmente, há uma crença de que os cuidados estão vinculados às mulheres, de que seria um papel feminino elas cuidarem de si como de outras pessoas da família. Neste caso, há poucos homens que se cuidam e que cuidam de outras pessoas. Há, ainda, a ideia de que o homem deve ser sempre forte, não demonstrar fragilidades e que as doenças são vistas como sinal de fraqueza e, portanto, devem ser negadas.

Mudar valores e crenças é importante e necessário para auxiliar os homens a terem espaço para refletir sobre a própria saúde, tanto nos aspectos físicos como mentais.


Novembrinho azul

Em 2023, a Lei nº 14.694 instituiu no país uma campanha complementar voltada para a saúde de meninos de até 15 anos, com ações que incluem: a conscientização sobre o HPV (papilomavírus humano), a investigação precoce de dores testiculares e aumento de volume da bolsa escrotal, diagnóstico e tratamento precoce de condições que sejam fatores de risco para doenças na vida adulta e o incentivo à capacitação de profissionais do Sistema Único de Saúde (SUS) para atender a essa faixa etária.

Cuidar da saúde deve começar cedo. Educar os meninos a procurar ajuda médica e a ter o hábito de se consultar é uma tarefa complexa. Porém, felizmente, esse costume vem mudando nos últimos anos, com homens e meninos mais conscientes da importância dos diagnósticos precoces. Movimentos como o Novembro e o Novembrinho Azul são pontos de apoio importantes para que a saúde do homem seja acompanhada com toda a atenção, desde a infância e a adolescência.


Fontes:

Hospital Sírio-Libanês
Hospital Vera Cruz (Campinas / SP)
Imagem: Casa Militar / Governo do Estado do Ceará
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais (IFMG)
Ministério da Saúde
Saúde Naval













FONTE: https://bvsms.saude.gov.br/



 


   

                               



            


                       
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  • ⚕️ Aviso médico: As informações deste artigo têm caráter exclusivamente educativo e não substituem a consulta com médico e/ou nutricionista. Cada pessoa tem necessidades individuais , busque sempre orientação profissional antes de Tratamento

03/11 – Dia Mundial e Nacional da Saúde Única 2026

 O Dia Mundial da Saúde Única, celebrado anualmente em 3 de novembro desde 2016, é promovido pela One Health Commission e pela One Health Initiative.

O objetivo da data é envolver o maior número possível de pessoas, das mais diversas áreas de atuação, em eventos de educação e sensibilização para a Saúde Única, reunindo um conjunto inspirador de projetos em todo o mundo, chamando a atenção para a necessidade da colaboração transdisciplinar e intersetorial e construindo o movimento cultural necessário para a mudança na forma de trabalhar os novos desafios em saúde.


No Brasil, em 2024, a Lei nº 14.792 instituiu, também em 3 de novembro, o Dia Nacional da Saúde Única.


O termo Saúde Única, também conhecido como Uma só Saúde, refere-se a uma abordagem integrada que reconhece a conexão entre a saúde humana, animal, vegetal e ambiental. Esta abordagem propõe e incentiva a comunicação, a cooperação, a coordenação e a colaboração entre diferentes disciplinas, profissionais, instituições e setores para fornecer soluções de maneira mais abrangente e efetiva, desde o nível local até o nível global, para enfrentar os desafios emergentes e reemergentes, como pandemias, resistência antimicrobiana, mudanças climáticas e outras ameaças à saúde.

Assim, a estratégia Uma Só Saúde transcende fronteiras disciplinares, setoriais e geográficas, buscando soluções sustentáveis e integradas para promover a saúde dos seres humanos, animais domésticos e silvestres, vegetais e o ambiente mais amplo (incluindo ecossistemas).


Vivendo em um mundo globalizado, em rápida mudança e cada vez mais conectado, enfrenta-se novas ameaças à saúde, impulsionadas por fatores como a contínua expansão populacional, urbanização, comércio, transporte, modelos insustentáveis de produção e consumo, mudanças no uso da terra, mudanças climáticas, intensificação dos sistemas alimentares e perda de biodiversidade e habitat. Essas ameaças estão aumentando significativamente em frequência e gravidade ao longo do tempo, com tremendos impactos a longo prazo.

Nesse contexto, a abordagem Saúde Única oferece possibilidades para elaborar e implementar programas, políticas públicas, legislações e pesquisas, nos quais diversos setores e disciplinas colaboram para o alcance de melhores resultados nas estratégias de saúde humana, animal, vegetal e ambiental.

Ao atuar na implementação de respostas conjuntas aos problemas de saúde, esta abordagem possibilita realizar e aprimorar ações integradas que contribuem coletivamente para:

– Vigilância, prevenção e controle de zoonoses e doenças tropicais negligenciadas e doenças transmitidas por vetores;
– Qualificação da prevenção, preparação e resposta frente a epidemias e pandemias;
– Promoção da segurança alimentar e transformação dos sistemas agroalimentares;
– Combate à resistência aos antimicrobianos;
– Controle de contaminantes químicos, biológicos e físicos, entre outras temáticas;
– Proteção da biodiversidade e melhoria do gerenciamento dos ecossistemas;
– Enfrentamento e adaptação às mudanças climáticas;
– Conscientização sobre as relações entre saúde humana, animal, vegetal e ambiental.

Assim, qualquer cidadão pode adotar práticas baseadas na perspectiva de Uma Só Saúde, incorporando ações saudáveis e sustentáveis em seu cotidiano.


As discussões sobre esta temática surgiram no início dos anos 2000. No entanto, a percepção de que há uma estreita relação entre a saúde humana, animal e ambiental vem de civilizações antigas. Na América Latina, por exemplo, o entendimento da saúde em humanos, animais e ambiente, bem como o reconhecimento de sua interconexão, podem ser atribuídos ao conhecimento tradicional de povos indígenas.

Desde seu surgimento, e principalmente após o contexto da pandemia de covid-19, a abordagem de Uma Só Saúde vem sendo evidenciada, discutida, difundida e incorporada em diversas iniciativas e por diversas instituições no mundo todo.


Fontes:





FONTE: https://bvsms.saude.gov.br/3-11-dia-mundial-e-nacional-da-saude-unica-2026/

 


   

                               



            


                       
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CÂNCER: 1º a 7/11 – Semana Nacional de Prevenção do Câncer Bucal 2026

 


Celebrada anualmente no período de 1º a 7 de novembro, a Semana Nacional de Prevenção do Câncer Bucal foi instituída pela Lei nº 13.230/2015.

De acordo com a referida legislação, são objetivos da campanha:

– Estimular ações preventivas e campanhas educativas relacionadas ao câncer bucal;
– Promover debates e outros eventos sobre as políticas públicas de atenção integral aos portadores de câncer bucal;
– Apoiar as atividades organizadas e desenvolvidas pela sociedade civil em prol do controle do câncer bucal;
– Difundir os avanços técnico-científicos relacionados ao câncer bucal.


Câncer é um termo que abrange mais de 100 diferentes tipos de doenças malignas que têm em comum o crescimento desordenado de células que podem invadir tecidos adjacentes ou órgãos a distância. Dividindo-se rapidamente, estas células tendem a ser muito agressivas e incontroláveis, determinando a formação de tumores, que podem espalhar-se para outras regiões do corpo.

Os diferentes tipos de câncer correspondem aos vários tipos de células do corpo. Quando começam em tecidos epiteliais, como pele ou mucosas, são denominados carcinomas. Se o ponto de partida são os tecidos conjuntivos, como osso, músculo ou cartilagem, são chamados sarcomas.

Câncer de boca, também conhecido como câncer de lábio e de cavidade oral, é um tumor maligno que se desenvolve na estrutura bucal, composta por gengivas, bochechas, palato (céu da boca), língua (principalmente as bordas) e a região embaixo da língua (assoalho da boca).

É o quinto tumor mais frequente em homens no Brasil e, infelizmente, a maioria dos casos é diagnosticada em estágios avançados.

De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), a estimativa de novos casos no país para cada ano do triênio 2026 a 2028 é de 17.190 novos casos. O número de mortes, conforme o Atlas de Mortalidade por Câncer – SIM, 2024, é de 7.156, sendo 5.430 homens e 1.726 mulheres.


Fatores de risco:

– Tabagismo:  quem fuma cigarro ou utiliza outros produtos derivados do tabaco, como cigarro de palha, de Bali, de cravo ou kreteks, fumo de rolo, tabaco mascado, rapé, charutos, cachimbos e narguilé, entre outros, têm risco muito maior de desenvolver câncer de boca e de orofaringe do que não fumantes. Quanto maior o número de cigarros fumados, maior o risco de câncer.
– Consumo de bebidas alcoólicas: o consumo combinado de bebidas alcoólicas e de tabaco aumenta ainda mais o risco de desenvolver câncer de boca.
– Idade: na medida em que se envelhece, o risco de desenvolver câncer aumenta. O câncer de boca é mais frequente em pessoas com mais de 50 anos.
– Exposição ao sol sem proteção representa risco importante para o câncer de lábios.
– Excesso de gordura corporal (sobrepeso e obesidade) aumenta o risco de câncer de boca.
– Infecção pelo vírus HPV está relacionada a alguns casos de câncer de orofaringe.

Fatores de risco relacionados a atividade laboral:

– Exposição direta ao sol, comum em trabalhadores rurais, da construção civil e outros que atuam ao ar livre, e o contato com betume/asfalto, usado em obras de pavimentação e telhados.
– Também há risco para quem trabalha com radioiodos, como o iodo-131, especialmente em serviços de saúde, como medicina nuclear e serviços de radioproteção.
– A exposição ao papilomavírus humano (HPV) tipo 16 e/ou 18 no ambiente de trabalho (ocupações em saúde), também deve ser considerada.

Entender os riscos inerentes ao trabalho ajuda profissionais e empregadores a adotarem medidas de segurança, como uso adequado de equipamentos de proteção individual (EPI), redução da exposição ao sol e cuidados específicos em ambientes que utilizam materiais radioativos.


Principais sinais e sintomas:

– Lesões (feridas/úlceras) na cavidade oral ou nos lábios, que não cicatrizam, por mais de 15 dias. Essas lesões podem apresentar sangramento e aumentar de tamanho.
– Manchas/placas vermelhas ou esbranquiçadas na língua, gengivas, céu da boca ou bochechas.
– Nódulos (caroços) nos lábios, boca ou pescoço.
– Rouquidão persistente.

Nos casos mais avançados, observa-se:

– Dificuldade para mastigar e/ou engolir.
– Dificuldade para falar.
– Sensação de que há algo preso na garganta.
– Dificuldade para movimentar a língua.
– Perda de peso.

É preciso ter atenção para esses sinais e a qualquer mudança na coloração ou aspecto da boca. Ao notar alguma anormalidade, deve-se procurar um profissional de saúde para investigação diagnóstica. Esses sinais podem ser causados também por outras doenças e não significa necessariamente que seja câncer.


Tratamento:

Na grande maioria das vezes o tratamento é cirúrgico, tanto para lesões menores, com cirurgias mais simples, como para tumores maiores. O cirurgião de Cabeça e Pescoço é o profissional que vai avaliar o estágio da doença. Essa avaliação, associada a exames complementares determinará o tratamento mais indicado. A radioterapia e a quimioterapia exclusivas são indicadas em alguns casos específicos.

A cirurgia normalmente consiste na retirada da área afetada pelo tumor associada à remoção dos linfonodos do pescoço e reconstrução, quando necessário. Nas lesões mais simples, muitas vezes é necessário apenas a retirada da lesão. Nos casos mais complexos, além do tratamento cirúrgico, é necessária a realização de radioterapia para complementar o tratamento. Em todas as etapas da terapia é importante o aspecto interdisciplinar (com a participação de vários profissionais de saúde) visando a prevenir complicações e sequelas.


Prevenção:

– Não usar produtos de tabaco, fumado ou não. Se já usa, é importante parar. O Sistema Único de Saúde (SUS) oferece tratamento para o tabagismo.
– Evitar o consumo de bebidas alcoólicas.
– Manter o peso corporal adequado.
– Manter boa higiene bucal.
– Usar preservativo (camisinha) na prática do sexo oral.
– Conversar sempre com um dentista ou médico sobre a saúde bucal.


Importância da detecção precoce:

O câncer de boca pode ser detectado em fase inicial, quando o tratamento é mais efetivo, aumentando as chances de cura. Para isso, é importante estar atento a qualquer alteração na boca, desde mudanças na coloração até o surgimento de lesões parecidas com aftas, que não cicatrizem em até 15 dias. Nesses casos, deve-se procurar imediatamente a unidade de saúde para ser examinado por um dentista ou médico.

Quando uma lesão suspeita é identificada, a biópsia (remoção de um pequeno pedaço da lesão para exame laboratorial) deve ser realizada para avaliação. Se confirmado o câncer, o paciente deve ser encaminhado imediatamente para tratamento especializado.

Fumantes e pessoas que consomem bebidas alcóolicas frequentemente têm maior risco de desenvolver câncer de boca e por isso devem estar especialmente atentas a sinais e sintomas suspeitos.

Aproveitar as consultas com o dentista ou o médico para tirar dúvidas e, principalmente, relatar qualquer sinal ou sintoma diferente.


Fontes:






FONTE: https://bvsms.saude.gov.br/1o-a-7-11-semana-nacional-de-prevencao-do-cancer-bucal-2026/



 


   

                               



            


                       
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