A inflamação que detona as artérias e leva ao infarto precoce não aparece nos exames básicos. Ela é SILENCIOSA, mas DEIXA RASTROS.
CHEGA DE “PARECER SAUDÁVEL”: OS EXAMES QUE VOCÊ PRECISA CONHECER!
Como médico, meu trabalho é ir além do superficial e buscar as raízes do problema. Para enxergar a inflamação invisível e o real estado das suas artérias, precisamos de uma investigação mais profunda:
1. Homocisteína: Um aminoácido que, elevado, é um marcador de risco independente para doenças cardiovasculares.
2. PCR-ultrassensível (PCR-us): Detecta inflamação de baixo grau em seu corpo, mesmo que você não sinta nada. É um sinal de alerta precoce!
3. Lipoproteína (a) - Lp(a): Um tipo de colesterol que não responde a dietas ou exercícios e é um forte preditor de doenças cardíacas herdadas.
4. Avaliação da Função Endotelial: Exames específicos podem medir a saúde do seu “revestimento” arterial, vendo se ele está protegido ou sofrendo microagressões.
5. Glicemia, Insulina e HOMA-IR: Para investigar resistência à insulina, um grande gatilho para inflamação e doenças cardíacas.
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Carla
Aviso médico: As informações deste artigo têm caráter exclusivamente educativo e não substituem a consulta com médico e/ou nutricionista. Cada pessoa tem necessidades individuais , busque sempre orientação profissional antes de
(...) Ela gostava de ficar um pouco recostada quando estava acordada e dormia de lado. Eu alternava: um dia do lado direito, no outro do lado esquerdo, para aliviar a pressão sobre a pele.
Apesar de muitos profissionais orientarem o uso de travesseiros entre os braços e nas mãos, minha mãe não aceitava. Ela sempre dormia com as mãos embaixo do travesseiro. Aprendi que, sempre que possível, devemos adaptar os cuidados ao conforto da pessoa.
Eu também usava muito o colchão tipo casca de ovo, que ajudava a distribuir melhor a pressão.
Em vez de usar apenas lençóis ou toalhas dobradas, colocava toalhas macias entre as pernas e sob os pés para mantê-los levemente elevados. Quando começou a aparecer uma pequena área de pressão na orelha, também adaptei o travesseiro para protegê-la.
Outra rotina que nunca deixava de fazer era hidratar a pele com óleo hidratante, principalmente nas regiões de maior pressão, ajudando na prevenção das escaras.
Como posicionar corretamente na cama
Deitada de costas
* Coloque um travesseiro fino sob a cabeça, mantendo o pescoço alinhado com a coluna.
* Coloque um travesseiro ou toalha dobrada sob as pernas para aliviar a pressão dos calcanhares.
* Mantenha os braços confortáveis ao lado do corpo.
* Apoie os pés para evitar que fiquem caídos.
Deitada de lado
* A cabeça deve permanecer alinhada com a coluna.
* Coloque um travesseiro nas costas para dar apoio.
* Coloque outro entre os braços.
* A perna de cima deve ficar levemente dobrada e apoiada sobre um travesseiro.
* Proteja os tornozelos para que não fiquem pressionados contra o colchão.
Deitada de bruços
Essa posição deve ser utilizada apenas quando houver orientação profissional e se a pessoa tolerar bem. É necessário apoiar a cabeça, o peito, o abdômen e os pés com travesseiros ou toalhas para evitar pontos de pressão.
Atenção especial
Pessoas que tiveram AVC ou possuem um braço ou perna com pouca movimentação precisam de ainda mais cuidado no posicionamento para evitar deformidades e feridas.
Se a pessoa consegue ficar em pé, mesmo com ajuda e por poucos minutos, incentive esse momento sempre que possível. Isso melhora a circulação e ajuda a prevenir lesões por pressão.
Nunca se esqueça
Quem permanece muito tempo na cama ou na cadeira de rodas deve mudar de posição, em geral, a cada 2 horas, salvo orientação diferente da equipe de saúde.
As escaras costumam surgir nas regiões onde os ossos fazem mais pressão sobre a pele, como:
• Calcanhares
• Quadris
• Final da coluna (sacro)
• Cotovelos
• Orelhas
• Ombros
• Parte de trás da cabeça
Cada pessoa com Alzheimer é única. Observe sempre o conforto do seu familiar e adapte os cuidados às necessidades dele, sem deixar de proteger a pele e prevenir feridas.
Cuidar também é observar, adaptar e respeitar o que a pessoa consegue tolerar.
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De acordo com Instituto Nacional de Câncer, a cada ano cerca de 30 mil mulheres brasileiras recebem algum diagnósticos da doença, sendo mais de 16 mil de colo uterino
Karina Marques 14/10/2022 09h59
No Brasil, os principais cânceres ginecológicos, em ordem de incidência, são os decolo uterino, ovário, corpo uterino/endométrio, vagina e vulva. De acordo comInstituto Nacional de Câncer(INCA), a cada ano, cerca de 30 mil mulheres brasileiras recebem algum desses diagnósticos, sendo 16.710 casos no colo uterino, o que representa um risco considerado de 15,38 casos a cada 100 mil mulheres.
Atrás dos cânceres de mama e de cólon e reto, o câncer do colo do útero é o terceiro tipo com mais incidentes entre as mulheres. Na análise regional, o câncer do colo do útero é o primeiro mais incidente na região Norte (26,24/100 mil) e o segundo nas regiões Nordeste (16,10/100 mil) e Centro-Oeste (12,35/100 mil). Já na região Sul (12,60/100 mil) ocupa a quarta posição e, na região Sudeste (8,61/100 mil), a quinta.
Em entrevista à TV Cultura, a médica membro da Sociedade Brasileira de Patologia e professora adjunta da Universidade Federal de São Paulo Karla Kabbach relata que os sintomas do colo uterino, normalmente, são dores na relação sexual, sangramento após a relação, pode ter corrimento mais esverdeado com odor fétido, dor em região pélvica.
“Para o corpo uterino temos o mesmo sintomas mas o que mais chama atenção é o sangramento fora do período menstrual ou depois que a mulher já está na menopausa. Ocorreu esse sangramento, já é bom procurar um ginecologista”, orienta a médica.
O câncer de ovário é o mais silencioso pois só é identificado pela paciente quando o órgão já está muito grande, o que dá uma sensação de peso no pé da barriga e aumenta o volume da barriga.
"Mesmo que a mulher procure um ginecologista, enquanto o ovário estiver pequeno e o câncer for inicial, o profissional não consegue apalpar. Então, só vai saber que tem a doença, quando estiver em um estágio mais avançado”, explica.
O câncer do colo uterino costuma ser mais comum em mulheres em torno dos 40 anos porque elas se infectam com o HPV em torno dos 20 anos, quando há mais atividade sexual. Esse vírus permanece na vagina e no colo uterino, e demora de 15 a 20 anos para virar o câncer.
Como prevenir
A doutora explica que para o câncer do colo uterino, da vagina e da vulva, o principal fator de risco é ainfecção pelo vírus HPV, que é um vírus transmitido sexualmente, então a principal forma de prevenção é usar camisinha.
O câncer do colo uterino costuma ser mais comum em mulheres em torno dos 40 anos porque elas se infectam com o HPV em torno dos 20 anos, quando há mais atividade sexual. Esse vírus permanece na vagina e no colo uterino, e demora de 15 a 20 anos para desenvolver o câncer caso ninguém identifique e não seja feito o tratamento.
O câncer no corpo uterino e o ovário costumam aparecer em mulheres acima dos 50 anos, após a menopausa e está relacionada com o estilo de vida, tendo como fator de risco, por exemplo, a obesidade e o diabetes.
Além disso, a mutação genética pode ter risco maior de ter o câncer no ovário. Se a mulher tem um gene que é defeituoso, ele pode transformar essas células em malignas e desenvolver a doença oncologica.
A médica explica que o câncer na vagina e vulva são mais raros, mais comuns nas mulheres que têm o HPV. “Se a mulher tem o vírus do colo do útero, muito eventualmente ela tem na vagina e na vulva”.
Diagnóstico
O papanicolau é o principal exame de rastreamento para identificar as lesões que antecedem o câncer ou a doença já desenvolvida.
“Se o papanicolau vier positivo, essa paciente será encaminhada pelo ginecologista para fazer uma biópsia, que são os patologistas que olham, e a gente analisa no microscópio para saber se é benigno, maligno, se ainda está no caminho para desenvolver o câncer”, explica a profissional.
Tratamento
O tratamento depende de qual estágio o câncer está. “A gente tem o estadiamento tumoral, então, por exemplo, se ele estiver localizado apenas no colo uterino e em um tamanho menor, provavelmente, será feito uma retirada menor do colo uterino. Se o câncer estiver se espalhando, será uma cirurgia mais radical”, relata a patologista.
A profissional explica que as cirurgias de corpo uterino e de ovário já são mais radicais porque tem que retirar os órgão e grande parte do tratamento é cirúrgico, após ainda pode ser feito quimioterapia e radioterapia.
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