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segunda-feira, 12 de outubro de 2026

Hipertensão/ Cardio> Angioplastia: o procedimento que desobstrui a artéria e salva uma vida em minutos




Por: Rede D'Or

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Geralmente associada apenas ao tratamento de emergência do infarto, a angioplastia também pode ser programada para prevenir complicações na saúde do coração. Conheça melhor este procedimento, considerado um dos grandes avanços da cardiologia moderna


A angioplastia é um procedimento minimamente invasivo utilizado para desobstruir artérias que tiveram seu fluxo sanguíneo reduzido ou interrompido, geralmente pelo acúmulo de placas de gordura, processo conhecido como aterosclerose. É uma das principais formas de tratamento da doença arterial coronariana, condição que pode levar ao infarto quando uma artéria do coração fica completamente bloqueada.

Diferente de uma cirurgia aberta tradicional, a angioplastia é realizada por meio de um cateter, inserido geralmente por uma artéria do braço ou da perna, o que costuma resultar em recuperação mais rápida. O procedimento pode ser feito em caráter de urgência, durante um infarto em andamento, ou de forma programada, quando exames identificam uma obstrução significativa antes que ela cause um evento agudo.

  • Segundo o Ministério da Saúde, o infarto agudo do miocárdio é a maior causa de mortes no país, com estimativa de 300 mil a 400 mil casos anuais de infarto no Brasil, sendo que a cada 5 a 7 casos ocorre um óbito. O atendimento de urgência nos primeiros minutos é apontado como fundamental para salvar vidas.
  • De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), as doenças cardiovasculares são a principal causa de morte no mundo, responsáveis por cerca de 19,8 milhões de mortes em 2022, o equivalente a 32% de todos os óbitos globais, reforçando a importância de tratamentos como a angioplastia na redução dessas mortes.
  • Cerca de 400 mil pessoas morrem por ano no Brasil por doenças cardiovasculares, segundo a Sociedade Brasileira de Cardiologia, que aponta que 80% desses casos poderiam ser evitados com prevenção e diagnóstico precoce.

Para que serve a angioplastia?

A angioplastia é indicada principalmente para tratar obstruções nas artérias coronárias, que irrigam o coração, mas também pode ser utilizada em outras regiões do corpo, como artérias das pernas, do pescoço (carótidas) e dos rins. O objetivo é sempre o mesmo: restabelecer o fluxo sanguíneo normal em uma artéria estreitada ou obstruída.

Em situações de infarto agudo, a angioplastia realizada rapidamente pode limitar os danos ao músculo cardíaco e reduzir significativamente o risco de complicações graves. Já em casos não emergenciais, ela costuma ser indicada quando exames apontam uma obstrução relevante, mesmo na ausência de um evento agudo, como forma de prevenir que essa obstrução evolua para um infarto.

A decisão de realizar a angioplastia é sempre feita pelo cardiologista, com base na avaliação clínica e nos exames de imagem, que mostram a localização e a gravidade da obstrução arterial.

Qual é a diferença entre angioplastia e cateterismo?

É comum confundir a angioplastia e o cateterismo, mas eles se referem a etapas diferentes do mesmo processo. O cateterismo cardíaco tem finalidade diagnóstica, enquanto a angioplastia é o procedimento de tratamento propriamente dito. Na prática, a angioplastia sempre é precedida pelo cateterismo.

O cateterismo consiste na inserção de um cateter fino e flexível em uma artéria, geralmente do punho, da coxa ou da virilha, permitindo a visualização detalhada das artérias coronárias por meio de contraste e imagens de raio-X. É considerado o método padrão-ouro para diagnosticar a doença arterial coronariana.

Se, durante o cateterismo, for identificada uma obstrução significativa, o médico pode optar por realizar a angioplastia no mesmo momento, sem a necessidade de um segundo procedimento. Ou seja, o cateterismo mostra o problema, e a angioplastia é o que resolve.

Quais são os tipos de angioplastia?

Os principais tipos de angioplastia variam de acordo com a localização da obstrução e a técnica utilizada. A angioplastia com balão é feita inflando um pequeno balão na ponta do cateter, com o objetivo de comprimir a placa de gordura contra a parede da artéria e restabelecer o fluxo sanguíneo.

Na maioria dos casos, após a angioplastia com balão, o médico posiciona um stent, uma pequena estrutura em formato de mola, para manter a artéria aberta e reduzir o risco de nova obstrução no mesmo local. Além da angioplastia coronária, que trata as artérias do coração, existem também a angioplastia periférica, para artérias das pernas e braços, a angioplastia de carótida, e a angioplastia renal, cada uma indicada conforme a região do corpo afetada pela obstrução.

O tipo de angioplastia mais adequado para cada pessoa é definido pelo cardiologista, considerando a localização, a extensão da obstrução e as características clínicas do paciente.

Como é feita a angioplastia?

A angioplastia é realizada em uma sala de hemodinâmica, geralmente sob anestesia local e sedação leve. O médico introduz o cateter por uma artéria do punho ou da virilha e o guia, com auxílio de imagens de raio-X em tempo real, até o local da obstrução.

Ao chegar à área obstruída, o balão na ponta do cateter é inflado para comprimir a placa de gordura e reabrir a artéria. Quando indicado, o stent é posicionado nesse momento, permanecendo no local para manter a artéria aberta de forma permanente. Todo o procedimento costuma ser acompanhado de perto, com monitoramento contínuo dos sinais vitais do paciente.

Antes da realização da angioplastia programada, exames como a angiotomografia computadorizada coronariana podem ser solicitados para avaliar previamente a extensão e a localização da obstrução, auxiliando no planejamento do procedimento.

Como é a recuperação após a angioplastia?

O tempo de repouso após a angioplastia varia de pessoa para pessoa, dependendo do tipo de procedimento realizado, da via de acesso utilizada e do estado clínico geral do paciente. Em muitos casos, a alta hospitalar pode ocorrer em poucos dias, mas essa decisão é sempre individualizada pela equipe médica.

Após o procedimento, é comum que o paciente utilize medicação prescrita pelo médico para reduzir o risco de formação de coágulos na região tratada, além de manter o acompanhamento regular com o cardiologista. Mudanças no estilo de vida, como alimentação equilibrada, atividade física orientada e controle de fatores de risco como pressão alta e colesterol, também fazem parte do cuidado contínuo após a angioplastia.

Embora seja considerada um procedimento seguro, a angioplastia, como qualquer intervenção médica, pode apresentar complicações em uma pequena parcela dos casos. Por isso, o acompanhamento médico próximo, tanto antes quanto depois do procedimento, é essencial para garantir os melhores resultados possíveis.



FONTE:  https://www.rededorsaoluiz.com.br/noticias/artigo/

 

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CÂNCER: Outubro Rosa: quando o cuidado começa antes do sintoma, o câncer de mama tem mais chance de cura

 


Por: Rede D'Or

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Mais do que um laço cor-de-rosa, a campanha deste ano chama atenção para o cuidado contínuo com a saúde da mulher. Entender quando iniciar o rastreamento, reconhecer os sinais e não adiar a consulta são atitudes que mudam o desfecho da doença


odo mês de outubro, prédios se iluminam de rosa e as conversas sobre a saúde dos seios ganham espaço. Mas a mensagem central do Outubro Rosa vai muito além do simbolismo: a campanha existe para lembrar que o câncer de mama é o tumor mais frequente entre as mulheres no Brasil e que, quando descoberto no início, apresenta chances de cura consideravelmente maiores.

O que muda o desfecho dessa doença não é apenas o tratamento, mas o momento em que ela é encontrada. Tumores identificados em estágios iniciais costumam permitir abordagens menos agressivas, com maior preservação da mama e melhores resultados a longo prazo. Por isso, manter o acompanhamento com mastologista ou ginecologista, realizar os exames de rastreio na periodicidade indicada e investigar qualquer alteração percebida são os pilares desta campanha.

  • A campanha de 2026 da Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM) tem como tema “A vida nos une. O cuidado nos move”, e destaca que o câncer de mama representa cerca de 30% de todos os cânceres diagnosticados em mulheres brasileiras.
  • Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), a estimativa é de 78.610 novos casos de câncer de mama por ano no triênio 2026-2028, o equivalente a um risco de 71,57 casos a cada 100 mil mulheres, o que o mantém como o tumor mais incidente na população feminina, excluídos os de pele não melanoma.
  • De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), em 2024 cerca de 2,4 milhões de mulheres foram diagnosticadas com câncer de mama no mundo, e entre elas ocorreram 694 mil mortes. A entidade ressalta que aproximadamente 80% dos casos ocorrem em mulheres sem qualquer fator de risco conhecido além do sexo e da idade.

Qual é o tema do Outubro Rosa em 2026 para a conscientização sobre o câncer de mama?

A campanha deste ano, conduzida pela Sociedade Brasileira de Mastologia, traz como tema “A vida nos une. O cuidado nos move”. A proposta desloca o foco do medo para o vínculo: o cuidado como algo contínuo, construído na relação entre a mulher, sua família e a equipe de saúde, e não como uma lembrança pontual que aparece apenas uma vez por ano.

Esse recorte dialoga com um dos maiores desafios no enfrentamento da doença no Brasil, que é o tempo entre a percepção de uma alteração e o início efetivo do tratamento. Quanto mais curto for esse intervalo, maiores tendem a ser as chances de sucesso terapêutico, o que torna o acesso rápido à consulta, ao exame e ao resultado tão importante quanto a própria tecnologia disponível.

O Outubro Rosa também faz um trabalho de desmistificação. Muitas mulheres adiam a mamografia por medo do resultado, por receio da dor durante o exame ou por acreditarem que, sem histórico familiar, não precisam se preocupar. Informar que a maioria dos casos ocorre em mulheres sem fatores de risco conhecidos é, por si só, uma forma de cuidado.

Quais são os sintomas do câncer de mama?

O sinal mais característico do câncer de mama é o surgimento de um nódulo na mama, geralmente endurecido, fixo e indolor. Justamente por não doer, ele pode passar despercebido ou ser considerado pouco importante, o que atrasa a busca por avaliação médica.

Outras alterações que merecem investigação incluem mudanças na pele da mama, que pode ficar avermelhada, retraída ou com aspecto semelhante ao de uma casca de laranja, modificações no formato do mamilo, saída espontânea de líquido pelo bico do peito, especialmente quando sanguinolento, e o aparecimento de nódulos palpáveis na axila ou na região do pescoço.

É importante reforçar que, nas fases iniciais, o câncer de mama costuma não provocar sintoma algum, e é exatamente por isso que o rastreamento por imagem tem papel central. Nenhuma alteração persistente deve ser considerada algo benigno sem avaliação do mastologista, já que apenas o exame clínico e os exames complementares podem esclarecer o quadro.

Quando começar a fazer mamografia para o rastreio do câncer de mama?

A mamografia é o principal exame de rastreamento do câncer de mama, capaz de identificar lesões muito pequenas, antes que possam ser percebidas pelo toque. Trata-se de um exame de imagem realizado em um aparelho de raios-X específico, chamado mamógrafo, com duração curta e sem necessidade de preparo complexo.

De forma geral, a mamografia costuma ser indicada periodicamente a partir dos 40 anos de idade, mas a idade de início e o intervalo entre os exames podem variar conforme o histórico de cada paciente. O histórico familiar de câncer de mama, histórico pessoal de outros tumores ou alterações genéticas identificadas podem indicar a necessidade de um acompanhamento mais cedo e exames adicionais, sempre conforme orientação médica individualizada.

Quanto ao desconforto, é comum que o exame cause certa sensibilidade, já que a mama precisa ser comprimida para a obtenção das imagens, mas isso não costuma configurar dor intensa. Uma estratégia simples é evitar realizar o exame durante o período menstrual ou nos dias que o antecedem, quando as mamas tendem a estar mais sensíveis.

Quais exames ajudam no diagnóstico do câncer de mama?

Além da mamografia, a ultrassonografia de mamas é frequentemente solicitada como exame complementar, principalmente em mulheres mais jovens ou com mamas densas, situações em que a avaliação apenas pela mamografia pode ser mais limitada. O ultrassom também auxilia a diferenciar nódulos sólidos de cistos preenchidos por líquido.

Em casos selecionados, pode ser indicada a ressonância magnética das mamas, exame utilizado principalmente no rastreamento de pacientes com alto risco para câncer de mama, na avaliação de próteses mamárias, no planejamento do tratamento e quando há dúvida diante de achados discordantes nos demais exames de imagem.

Quando uma alteração suspeita é identificada, o passo seguinte costuma ser a biópsia, procedimento em que se retira uma pequena amostra de tecido para análise laboratorial. É essa análise que confirma ou descarta a presença de células malignas e, em caso de confirmação, identifica as características do tumor, informação essencial para definir a estratégia de tratamento mais adequada.


Como é feito o tratamento do câncer de mama?

O tratamento do câncer de mama é definido de forma individualizada e costuma envolver uma equipe multidisciplinar, com mastologistas, cirurgiões, oncologistas e radioterapeutas. As principais abordagens incluem cirurgia, radioterapia, quimioterapia, hormonioterapia e terapias-alvo, que podem ser combinadas conforme o estágio da doença e as características biológicas do tumor.

Nem todo câncer de mama se comporta da mesma maneira. Alguns subtipos respondem bem a tratamentos hormonais, enquanto outros, como o câncer de mama triplo negativo, não apresentam os receptores que permitem esse tipo de abordagem e exigem estratégias terapêuticas específicas. Por isso, a avaliação detalhada do tumor conduzida pela equipe de oncologia é determinante para o planejamento do cuidado.

O suporte emocional também faz parte do tratamento. O diagnóstico de câncer costuma trazer impactos significativos na vida de cada paciente e de sua família, e o acompanhamento com psicologia pode auxiliar no enfrentamento de cada etapa, da investigação diagnóstica à recuperação, contribuindo para a adesão ao tratamento e para a qualidade de vida ao longo de todo o processo.

Como reduzir o risco de câncer de mama e quando procurar uma consulta médica?

Embora não seja possível evitar todos os casos, hábitos de vida saudáveis estão associados à redução do risco de desenvolver a doença. As medidas reconhecidas como protetoras são manter o peso adequado, praticar atividade física regularmente, limitar o consumo de bebidas alcoólicas e não fumar. Além disso, para quem está no puerpério, na fase de lactação, é importante amamentar sempre que possível.

Ainda assim, como a maior parte dos casos ocorre em pessoas sem fatores de risco identificáveis, a prevenção isolada não substitui o rastreamento. Iniciar consultas frequentes a partir dos 40 anos de idade, manter os exames de rastreio em dia, mesmo na ausência de qualquer sintoma, sob orientação médica, continua sendo a estratégia mais eficaz para diagnosticar a doença na fase inicial.

Diante de qualquer nódulo, alteração na pele ou no mamilo, secreção pelo bico do peito ou caroço na axila, a orientação é buscar avaliação médica imediatamente – qualquer mês que seja, sem esperar a próxima campanha de outubro. O cuidado com a saúde das mamas acontece o ano inteiro, e procurar o mastologista diante da primeira dúvida é o gesto que mais contribui para um desfecho favorável.






FONTE:  https://www.rededorsaoluiz.com.br/noticias/artigo/

 

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12/10 – Dia Mundial da Artrite

 



O Dia Mundial da Artrite é uma campanha global iniciada em 1996 com o objetivo de aumentar a conscientização, mundialmente e para todos os públicos, sobre a existência e o impacto debilitante das doenças reumáticas e musculoesqueléticas (DRMs).

As DRMs estão entre as doenças não transmissíveis mais prevalentes, incapacitantes e onerosas, porém, permanecem amplamente desconhecidas e não abordadas, apesar de sua gravidade e prevalência.

 

Artrite é uma doença de natureza inflamatória, crônica e progressiva, que acomete cerca de dois milhões de brasileiros, em especial mulheres. Se não tratada, pode provocar dor, rigidez e inchaço nas articulações, deformidades nos pés e mãos e desgaste nas cartilagens e nos ossos.

O diagnóstico precoce e o tratamento adequado podem fazer a diferença para que os pacientes tenham uma vida produtiva e com qualidade.

As causas da artrite reumatoide não são totalmente conhecidas, mas acredita-se que fatores genéticos e ambientais podem desempenhar papel importante em seu surgimento. Atinge mais mulheres do que homens e geralmente é diagnosticada por volta dos 40 anos, quando a/o paciente está no auge de sua fase produtiva, o que impõe várias limitações para suas atividades diárias.

Os sintomas mais comuns incluem dor e inchaço nas juntas, começando, geralmente, pelas pequenas articulações das mãos e pés. Com o passar do tempo, pode acometer as articulações maiores, de joelhos, quadris, tornozelos. Considerada doença sistêmica, pode afetar outros órgãos, incluindo coração, pulmão, pele e vasos sanguíneos.

Embora não tenha cura, a artrite reumatoide tem tratamento e pode ser controlada (com minimização e remissão dos sintomas), por meio de medicamentos de uso contínuo, que reduzem a atividade inflamatória característica da doença. A terapia medicamentosa pode ser complementada por dieta nutricional equilibrada, exercícios físicos e fisioterapia.

A fisioterapia e a terapia ocupacional contribuem para que o paciente possa continuar a exercer as atividades da vida diária.

A proteção articular deve garantir o fortalecimento da musculatura periarticular e adequado programa de flexibilidade, evitando o excesso de movimento.  O condicionamento físico, envolvendo atividade aeróbica, exercícios resistidos, alongamento e relaxamento, deve ser estimulado, observando-se os critérios de tolerância de cada paciente.

 

Neste 12 de outubro de 2022, 19:00-20:15 CEST / 18:00-19:15 BST, a European Alliance of Associations for Rheumatology (EULAR), entidade responsável pelas atividades da campanha, convida para o Webinar do Dia Mundial da Artrite, intitulado ‘Reumatologia invisível – Por que estamos enfrentando escassez e atrasos e como podemos mudar isso?’

O evento visa analisar a situação atual dos cuidados reumatológicos e discutir sobre estratégias que mostrem aos principais tomadores de decisão que a reumatologia é um campo interessante e essencial da medicina.


 

Fontes:

European Alliance of Associations for Rheumatology (EULAR)
Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos/Fiocruz (BioManguinhos)
Sociedade Brasileira de Reumatologia

 

 

 

FONTE: https://bvsms.saude.gov.br




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