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terça-feira, 17 de fevereiro de 2026

DIABETES: live! Quinta-feira, dia 19, às 16h *Diabetes no Dia a Dia - No Instagram @adjdiabetesbrasil

 

 

 Não perca nossa próxima live! Quinta-feira, dia 19, às 16h *Diabetes no Dia a Dia - Como tomar decisões sem neura* No Instagram @adjdiabetesbrasil - Com a nutricionista e educadora em diabetes, Carolina Rodrigues e a jornalista, Debora Leoni. Programe-se!!! 🖥️📱⏰

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@carol_nutri_azul @debora_leoni 

A imagem é um cartaz de divulgação com fundo branco e elementos azul claro. Aplicação de ilustração de teste de ponta de dedo, bomba de insulina, insulina e diário de anotações, além de logo ADJ.

 

 

 

 

Não perca nossa próxima live! Quinta-feira, dia 19, às 16h 

*Diabetes no Dia a Dia - Como tomar decisões sem neura* No 

Instagram @adjdiabetesbrasil - Com a nutricionista e 

 educadora em diabetes, Carolina Rodrigues e a jornalista, 

Debora Leoni. Programe-se!!! 🖥️📱⏰

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FONTE: https://www.instagram.com/adjdiabetesbrasil/?e=0c0ce742-e24a-477a-b5b4-376544708930&g=5


 

 

 

obs. conteúdo meramente informativo procure seu médico

abs.

Carla

 

 

CÂNCER: Como diagnosticar uma leucemia silenciosa

 ABRALE – Associação Brasileira de Câncer do Sangue

 

 Última atualização em 13 de junho de 2025

 

 

Alguns sintomas de leucemia, como a fadiga, podem ser confundidos com cansaços do dia a dia

Escrito por: Juliana Matias

Cansaço extremo, ou fadiga, é um dos sintomas de leucemia que pode passar despercebido ou ser confundido, por muitas pessoas, com cansaço do dia a dia. Porém, algumas leucemias podem ser silenciosas. Saiba como é feito o diagnóstico quando esse tipo de câncer do sangue é assintomático. 

Entenda o que causa o sintoma

Leucemias agudas, como a leucemia mieloide aguda (LMA) e a leucemia linfoide aguda (LLA), são cânceres do sangue que, na maioria das vezes, apresentam sintomas evidentes. 

Monika Conchon, sócia do laboratório de imagem Alelys e membro do Grupo Brasileiro de Leucemia Mieloide Crônica e Mieloproliferações, explica que isso acontece porque, nesse tipo de doença, a produção de células saudáveis é alterada ou bloqueada pelas células cancerígenas, o que faz com que o sangue não realize sua função normalmente. 

Segundo a hematologista, alguns dos principais sintomas das leucemias são: febre, suores noturnos, sangramentos, fraquezas, aumento do volume abdominal, entre outros fatores. A palidez acontece porque a pessoa com leucemia passa por uma queda na produção de glóbulos vermelhos, o que pode levar a uma anemia. 

 

 

Já os sangramentos podem acontecer devido à baixa produção de plaquetas, conforme conta Conchon. O aumento do volume abdominal é causado pela superprodução de células alteradas pela medula óssea.

Leucemias silenciosas

Antes do diagnóstico, esses sinais podem passar despercebidos ou ser confundidos com cansaço do dia a dia. Porém, leucemias crônicas, como a leucemia mieloide crônica (LMC) e a leucemia linfoide crônica (LLC), podem não apresentar sintomas.

Conchon conta que isso acontece porque as “leucemias crônicas podem evoluir por muito tempo, às vezes até por anos, pois a produção de células leucêmicas aumenta, mas suas funções podem ser mantidas. Ao longo do tempo, manifestações como aumento do baço, do fígado e o cansaço vão ficando mais evidentes”, afirma. 

Diagnóstico de uma leucemia silenciosa

Mesmo sem os sintomas, as leucemias podem ser diagnosticadas por exames de sangue de rotina, como o hemograma. Por isso, é importante realizá-los periodicamente para possibilitar um diagnóstico precoce. Caso uma pessoa tenha sintomas de leucemia, a hematologista recomenda procurar atendimento médico para que ela seja encaminhada a um especialista.


 

 

 

 

FONTE: https://revista.abrale.org.br/


 

 

 

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abs.

Carla

 

 

Câncer: A leucemia e o linfoma podem causar meningite? Saiba mais

 ABRALE – Associação Brasileira de Câncer do Sangue

16 de julho de 2025

 

Última atualização em 1 de outubro de 2025

A meningite é uma doença que pode ser evitada por meio da vacinação, porém a meningite leucêmica ou a linfomatosa escapam da prevenção

Escrito por: Juliana Matias

Atualmente, a meningite é uma doença que pode ser prevenida por meio de cuidados higiênicos e, principalmente, pela vacinação. Porém, um dos subtipos de meningite que pode atingir pessoas com cânceres do sangue não pode ser prevenida pela vacinação: a meningite leucêmica ou linfomatosa. Entenda o que é a doença e o que ela causa.

O que é a meningite leucêmica ou linfomatosa?

A meningite leucêmica ou linfomatosa acontece quando as células cancerígenas passam a circular no sistema nervoso central. Guilherme Perini, hematologista do Hospital Israelita Albert Einstein, explica que essa meningite pode ser identificada por meio de um exame de líquor, que analisa o líquido que envolve o sistema nervoso central e a medula espinhal.

 

Quais pessoas são mais suscetíveis a uma meningite leucêmica ou linfomatosa?

Segundo o hematologista, alguns subtipos de leucemia e de linfoma são mais suscetíveis à infiltração do câncer no sistema nervoso central.

No linfoma, “os locais em que o tumor aparece estão relacionados com um maior risco de infiltração do sistema nervoso central. Por exemplo, um linfoma difuso que acomete o testículo, rim ou adrenal, tem um maior risco de infiltração do sistema nervoso central”, conta o médico.

 

 

Já na leucemia, Perini informa que a meningite leucêmica é mais comum na leucemia linfoblástica aguda (LLA). 

É possível prevenir a meningite leucêmica ou linfomatosa?

O especialista conta que não existe um consenso sobre a prevenção da infiltração do câncer no sistema nervoso central. “Os dados ainda não são cristalinos para sabermos se realmente conseguimos evitar a infiltração”, ressalta.

Segundo Perini, existem apenas recomendações sobre o tratamento dessas doenças. Porém, controlar bem o linfoma ou a leucemia diminui as chances do câncer infiltrar o sistema nervoso central. “Fazer tratamentos eficazes para a doença sistêmica estão relativamente relacionados com menor risco de infiltrar”, conta.

Qual é o tratamento para essa meningite?

Para tratar a meningite leucêmica, a recomendação é a quimioterapia intratecal ou as radioterapias, segundo o hematologista. Já para a meningite linfomatosa, é necessário “fazer terapias direcionadas ao sistema nervosa central, com metotrexato em altas doses, por exemplo, e depois, muito provavelmente, consolidar com um transplante autólogo, utilizando terapias baseadas em tiotepa”, relata Perini.

Qual é a chance de cura de uma pessoa que tem essa meningite?

Segundo o hematologista, a chance de cura de uma pessoa com meningite leucêmica ou linfomatosa existe, porém, ela pode exigir mais tempo e tratamentos específicos. “A infiltração do sistema nervoso central não exclui a cura de um paciente, mas ela faz esse caminho um pouco mais longo e um pouco mais conturbado”, explica.

Isso porque pode ser necessário mais medicamentos quimioterápicos e até mesmo um transplante, nos casos em que a pessoa tenha boas condições para a realização.

 

 

 

 

FONTE: https://revista.abrale.org.br/


 

 

 

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