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sábado, 7 de fevereiro de 2026

DIABETES: Hipoglicemia: nutricionista revela por que o achocolatado não é indicado para tratar glicose baixa

 

 

 

 Especialista explica por que a bebida não entrega glicose rápida em episódios de hipoglicemia infantil

 

A hipoglicemia em crianças com diabetes exige resposta imediata, já que a queda da glicose pode evoluir rapidamente. No entanto, práticas comuns no dia a dia nem sempre atendem a essa urgência.

Em vídeos e relatos compartilhados por famílias, o leite com achocolatado aparece como uma tentativa frequente de corrigir a hipoglicemia. No entanto, especialistas alertam que essa escolha pode atrasar a recuperação.

 

Por que a hipoglicemia exige rapidez

A principal emergência da hipoglicemia está na velocidade de correção. Nesse contexto, o organismo precisa de glicose circulando no sangue o mais rápido possível para interromper os sintomas.

Quando isso não acontece, podem surgir confusão mental, perda de consciência e, em casos extremos, convulsões. Portanto, a escolha do alimento interfere diretamente na segurança da criança.

Leite com achocolatado não entrega açúcar rápido

Segundo a nutricionista Tarcila Campos, o problema do leite com achocolatado não está na ausência de açúcar, mas na sua composição. “Leite tem proteína, leite tem gordura, ele tem a lactose, que é o açúcar do leite, mas ele está junto com tudo isso”, explica.

Embora seja líquido, o leite contém gordura e proteína, que retardam o esvaziamento gástrico. Ou seja, o estômago demora mais para liberar o conteúdo no intestino, onde ocorre a absorção da glicose.

 

 

 

 

 

 

 

 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Referências

Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD) – Diretrizes de tratamento da hipoglicemia

https://diabetes.org.br

American Diabetes Association (ADA) – Standards of Care in Diabetes
https://diabetesjournals.org

International Society for Pediatric and Adolescent Diabetes (ISPAD) – Clinical Practice Consensus Guidelines
https://www.ispad.org

 
 
 
 

Gerente de Conteúdo e Redes Sociais - Jornalista mineira, natural de Uberlândia, Laura é descolada, sensível e criativa. Traz para o projeto uma visão estratégica e conectada com as tendências digitais. É responsável pela distribuição dos conteúdos nas redes sociais, escreve reportagens especiais para o portal e atua na produção audiovisual. Desde que abraçou a causa do diabetes, há três anos, mergulhou no universo do Um Diabético com dedicação e empatia. Está constantemente se atualizando para potencializar o alcance e o impacto do nosso conteúdo.

 
 

Fundador & CEO | Jornalista e Criador de Conteúdo - Tom é jornalista experiente, com mais de 17 anos de carreira em televisão, tendo atuado como repórter e apresentador nas principais emissoras do país. Diagnosticado com diabetes tipo 1 aos 22 anos, transformou sua trajetória pessoal em uma missão profissional. Além de liderar o Um Diabético, também realiza documentários e curtas com foco em saúde e impacto social. É reconhecido como um dos principais porta-vozes do diabetes no Brasil, dando voz e visibilidade a milhares de pessoas que convivem com a condição.

 

 

 

 

FONTE:  https://umdiabetico.com.br/2026/

 

 

 

 

obs. conteúdo meramente informativo procure seu médico

abs.

Carla

 

Farmácia Popular oferece gratuitamente medicamentos para diabetes; confira a lista e saiba como ter direito

 

 

 

 Saiba quais são os medicamentos para diabetes oferecidos na Farmácia Popular e quais documentos apresentar para retirada gratuita.

 

 

 

Acesso ao tratamento ainda é uma dúvida comum

Para quem convive com diabetes, manter o tratamento de forma contínua é tão importante quanto o diagnóstico correto. Ainda assim, muitas pessoas enfrentam dificuldades para retirar medicamentos todos os meses, seja por falta pontual na rede pública, seja por barreiras logísticas. Nesse cenário, a Farmácia Popular assume um papel estratégico ao ampliar os pontos de acesso aos remédios essenciais.

Desde fevereiro de 2025, o programa passou a oferecer gratuitamente 100% dos medicamentos do seu elenco, incluindo aqueles usados no tratamento do diabetes. Com isso, o custo deixou de ser um obstáculo para parte significativa da população, desde que os critérios de acesso sejam respeitados.

 

 

Programa Farmácia Popular do Brasil foi criado para complementar a assistência farmacêutica do Sistema Único de Saúde, especialmente em locais onde o acesso às unidades públicas é mais limitado. O programa funciona em farmácias privadas credenciadas e segue regras próprias de dispensação.

Segundo a Sociedade Brasileira de Diabetes, a Farmácia Popular não substitui o SUS. Ainda assim, ela reduz o risco de interrupções no tratamento, o que é fundamental em uma doença crônica como o diabetes, na qual a adesão terapêutica influencia diretamente o controle glicêmico e a prevenção de complicações.

De acordo com a Diretriz SBD 2025 – Dispensação de medicamentos e insumos para o tratamento do diabetes mellitus no SUS, os seguintes medicamentos estão disponíveis gratuitamente no âmbito da Farmácia Popular.

Medicamentos orais para diabetes tipo 2

  • Cloridrato de metformina 500 mg e 850 mg
  • Cloridrato de metformina 500 mg de ação prolongada
  • Glibenclamida 5 mg

Esses medicamentos fazem parte da base do tratamento do diabetes tipo 2 no Brasil. A metformina costuma ser a primeira escolha terapêutica, pois atua reduzindo a produção de glicose pelo fígado e melhorando a sensibilidade à insulina. Por outro lado, a glibenclamida estimula a liberação de insulina pelo pâncreas e exige acompanhamento mais próximo devido ao risco de hipoglicemia.

 

 

Insulinas humanas

  • Insulina humana NPH 100 UI/mL, em frasco ou refil de 3 mL
  • Insulina humana regular 100 UI/mL, em frasco ou refil de 3 mL

Essas insulinas atendem pessoas com diabetes tipo 1 e tipo 2 que necessitam de insulinoterapia. Nesse contexto, a diretriz da SBD reforça que as insulinas humanas continuam sendo eficazes e seguras quando bem indicadas e monitoradas pela equipe de saúde.

Dapagliflozina 10 mg

A dapagliflozina foi incorporada ao Programa Farmácia Popular e passou a ser oferecida gratuitamente a partir de 2025. No entanto, a Diretriz SBD 2025 deixa claro que a indicação do medicamento segue critérios clínicos específicos. O uso é direcionado, principalmente, a pessoas com diabetes tipo 2 associada a doença cardiovascular ou renal, conforme avaliação médica.

Quem tem direito a retirar os medicamentos

Um ponto importante destacado pela SBD é que o direito ao medicamento não depende do local onde a pessoa se trata. Pessoas atendidas na rede pública, privada ou suplementar podem acessar a Farmácia Popular, desde que apresentem a documentação exigida.

Portanto, o vínculo com o SUS não é obrigatório para a retirada dos medicamentos no programa.

O que é preciso apresentar na farmácia

Para retirar os medicamentos gratuitos para diabetes, o usuário deve apresentar:

  • CPF do paciente
  • Documento oficial com foto
  • Receita médica válida, emitida por médico da rede pública ou privada

A receita precisa estar legível e conter o nome do medicamento pelo princípio ativo, a dosagem, a forma de uso, a data, a assinatura e o número do CRM do médico. Em geral, a validade da receita é de 120 dias, permitindo retiradas mensais nesse período.

Além disso, terceiros podem retirar os medicamentos em nome do paciente, desde que apresentem a documentação exigida pelo programa.

Onde os medicamentos são dispensados

A Farmácia Popular funciona exclusivamente em farmácias e drogarias privadas credenciadas, identificadas pela placa “Aqui Tem Farmácia Popular”Enquanto isso, nem todos os estabelecimentos participam do programa. Por essa razão, vale confirmar o credenciamento antes de se deslocar até o local.

Apesar da ampliação da gratuidade, a Farmácia Popular não inclui todos os medicamentos e tecnologias usados no tratamento do diabetes. Insulinas análogas, sistemas de infusão contínua de insulina e monitorização contínua da glicose seguem critérios próprios no SUS, geralmente vinculados ao Componente Especializado da Assistência Farmacêutica.

Nesse sentido, a orientação da equipe de saúde permanece essencial para definir qual é o melhor caminho de acesso em cada situação clínica.

Impacto prático para quem vive com diabetes

Ao facilitar o acesso contínuo aos medicamentos, a Farmácia Popular contribui para reduzir falhas no tratamento e, consequentemente, o risco de complicações. Além disso, a medida traz mais previsibilidade financeira para quem convive com uma condição crônica e depende de uso contínuo de medicamentos.

Ainda assim, a Diretriz SBD 2025 reforça que o acesso ao remédio é apenas uma parte do cuidado. A adesão correta, o acompanhamento regular e os ajustes individualizados continuam sendo determinantes para um bom controle do diabetes.

Referência:

 LINK: https://diretriz.diabetes.org.br/dispensacao-de-medicamentos-e-insumos-para-o-tratamento-do-diabetes-mellitus-no-sus-2/

 

Fundador & CEO | Jornalista e Criador de Conteúdo - Tom é jornalista experiente, com mais de 17 anos de carreira em televisão, tendo atuado como repórter e apresentador nas principais emissoras do país. Diagnosticado com diabetes tipo 1 aos 22 anos, transformou sua trajetória pessoal em uma missão profissional. Além de liderar o Um Diabético, também realiza documentários e curtas com foco em saúde e impacto social. É reconhecido como um dos principais porta-vozes do diabetes no Brasil, dando voz e visibilidade a milhares de pessoas que convivem com a condição.

 

 

 

 

FONTE:  https://umdiabetico.com.br/2026/

 

 

 

 

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Carla

 

 

DIABETES: Adesivo que mede a glicose pelo suor viraliza no Brasil, mas Samsung não confirma a informação

 patch de pele para medir glicose

 

 

 Posts citam patch de pele para medir glicose sem picada, mas apuração do Um Diabético mostra que não há confirmação nem evidência científica publicada.

 

 

Para quem convive com diabetes, a ideia de medir a glicose sem furar o dedo chama atenção imediata. Nos últimos dias, dezenas de posts nas redes sociais brasileiras passaram a divulgar um adesivo que mede a glicose pelo suor, atribuindo a tecnologia à Samsung e sugerindo que o dispositivo estaria próximo de chegar ao mercado. A informação, no entanto, não foi confirmada pela empresa e não há, até o momento, estudos clínicos públicos que sustentem as promessas divulgadas.

Como a notícia se espalhou nas redes e chegou a sites de notícias

O conteúdo começou a circular em perfis voltados à tecnologia e saúde digital, em formatos variados, como vídeos curtos, cards informativos e textos explicativos. Em pouco tempo, o tema ultrapassou as redes sociais e passou a ser mencionado também em sites de notícias e blogs, quase sempre sem indicação clara de fonte científica, estudo clínico ou comunicado oficial.

 

Em geral, os posts descrevem um suposto patch flexível, baseado em sensores de grafeno, capaz de analisar o suor em tempo real, enviar dados ao celular e, assim, reduzir ou até eliminar as tradicionais picadas no dedo. Além disso, citam uma precisão de 97,3% e programas de uso em larga escala fora do Brasil.

O que diz a Samsung oficialmente?

Diante da repercussão, o Portal Um Diabético procurou a Samsung para esclarecimentos. Em resposta enviada pela assessoria de imprensa, a empresa foi direta:

“Por ora, a notícia foi identificada como um rumor. A Samsung não comenta sobre rumores e não fala sobre produtos futuros.”

Além disso, a equipe de reportagem verificou comunicados oficiais da empresa no exterior e não encontrou nenhuma nota pública, anúncio institucional ou apresentação técnica que confirme o desenvolvimento, os testes clínicos ou a aplicação do dispositivo citado nos posts.

O que a apuração do Um Diabético não encontrou

Como parte do processo de checagem, a reportagem buscou informações em bases científicas internacionais, como PubMed e Google Scholar, além de registros públicos de patentes e apresentações recentes ligadas à área biomédica da Samsung.

 

Até o momento:

  • Não há estudos clínicos publicados sobre esse patch
  • Não há dados apresentados em revistas científicas
  • Não há registro em agências regulatórias
  • Não há confirmação de distribuição em sistemas públicos de saúde

Portanto, não existem vestígios técnicos ou científicos públicos que sustentem as afirmações feitas nas redes.

A suposta precisão de 97,3% é compatível com o que a ciência conhece?

Um dos pontos mais chamativos dos posts é a alegação de precisão de 97,3% na medição da glicose a partir do suor. No entanto, a literatura científica atual mostra que esse ainda é um dos principais desafios dessa tecnologia.

Revisões publicadas na Nature Biomedical Engineering indicam que a concentração de glicose no suor não se correlaciona de forma direta e estável com a glicemia sanguínea. Fatores como hidratação, temperatura ambiente, atividade física e estresse alteram significativamente a composição do suor, dificultando medições confiáveis.

Já artigos da revista Diabetes Technology & Therapeutics reforçam que sensores baseados exclusivamente no suor permanecem, até agora, no campo experimental, sem desempenho suficiente para substituir medições sanguíneas ou sensores de glicose intersticial já aprovados.

O que isso significa para quem vive com diabetes

Na prática, a mensagem mais importante é a cautela. Embora a busca por métodos menos invasivos seja legítima e necessária, não existe hoje um patch de suor aprovado para uso clínico no tratamento do diabetes.

Sensores contínuos de glicose disponíveis atualmente passaram por anos de estudos, validação clínica e aprovação regulatória. Já tecnologias atribuídas apenas a rumores, mesmo quando associadas a grandes empresas, não devem orientar decisões de tratamento.

Por que rumores desse tipo ganham tanta força

Tecnologias em saúde despertam forte interesse emocional, especialmente quando prometem aliviar dores reais do dia a dia. Termos como “grafeno”, “inteligência artificial” e “alta precisão” criam uma narrativa de avanço iminente, mesmo sem comprovação.

Nesse contexto, o papel do jornalismo em saúde é justamente separar expectativa de evidência, oferecendo informação clara, responsável e baseada em fatos verificáveis.

Importante dizer

A ideia de medir glicose sem picadas continua sendo um objetivo da ciência moderna. No entanto, no caso do patch de pele atribuído à Samsung, estamos diante de um rumor, não de um produto confirmado ou validado. Para quem convive com diabetes, a melhor estratégia segue sendo informação confiável, acompanhamento médico e uso de tecnologias aprovadas.

 

 

Gerente de Conteúdo e Redes Sociais - Jornalista mineira, natural de Uberlândia, Laura é descolada, sensível e criativa. Traz para o projeto uma visão estratégica e conectada com as tendências digitais. É responsável pela distribuição dos conteúdos nas redes sociais, escreve reportagens especiais para o portal e atua na produção audiovisual. Desde que abraçou a causa do diabetes, há três anos, mergulhou no universo do Um Diabético com dedicação e empatia. Está constantemente se atualizando para potencializar o alcance e o impacto do nosso conteúdo.

Fundador & CEO | Jornalista e Criador de Conteúdo - Tom é jornalista experiente, com mais de 17 anos de carreira em televisão, tendo atuado como repórter e apresentador nas principais emissoras do país. Diagnosticado com diabetes tipo 1 aos 22 anos, transformou sua trajetória pessoal em uma missão profissional. Além de liderar o Um Diabético, também realiza documentários e curtas com foco em saúde e impacto social. É reconhecido como um dos principais porta-vozes do diabetes no Brasil, dando voz e visibilidade a milhares de pessoas que convivem com a condição.

 

 

 

FONTE:  https://umdiabetico.com.br/2026/

 

 

 

 

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Carla