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segunda-feira, 21 de setembro de 2026

MELHOR IDADE: Alzheimer e grupos em maior risco

 

Alzheimer e grupos em maior risco

A Doença de Alzheimer não afeta todos os grupos populacionais da mesma maneira. Pesquisas apontam que mulheres, pessoas negras e a população LGBTQIA+ apresentam riscos específicos, influenciados por fatores biológicos, sociais e pelas barreiras no acesso a cuidados de saúde. No caso das mulheres, há dados consistentes sobre maior prevalência e gravidade da doença, mas ainda falta integrar essa realidade às políticas e práticas de saúde. Além disso, o cuidado, desempenhado majoritariamente por mulheres, segue invisibilizado e imposto como obrigação. Já nas populações negra e LGBTQIA+, os estudos são escassos, mas as informações disponíveis já revelam desigualdades importantes.


Mulheres

  • Dois terços das pessoas diagnosticadas com Alzheimer são mulheres.
  • Aos 65 anos, o risco estimado é de 1 em cada 5 mulheres, contra 1 em cada 10 homens.
  • Além da maior expectativa de vida, fatores hormonais, como a redução dos níveis de estrogênio após a menopausa, podem contribuir para a suscetibilidade.
  • Em estágios avançados, as mulheres tendem a apresentar sintomas clínicos mais graves do que os homens.
  • A depressão, que duplica o risco de demência, é duas vezes mais frequente em mulheres.
  • A inatividade física, outro fator de risco, também atinge mais mulheres do que homens.
  • Entre 80% e 90% dos cuidadores de pessoas que vivem com Alzheimer são mulheres, que enfrentam sobrecarga física, emocional e cognitiva.














População negra

  • Nos Estados Unidos, 19% dos adultos negros com 65 anos ou mais têm Alzheimer, contra 10% dos adultos brancos mais velhos.
  • O risco é cerca de duas vezes maior, segundo levantamentos populacionais.
  • Fatores genéticos não explicam essa diferença; ela está ligada a desigualdades sociais, experiências de vida e condições de saúde mais prevalentes na população negra, como doenças cardiovasculares e diabetes.
  • Apesar da vulnerabilidade, pessoas negras continuam sub-representadas em pesquisas científicas sobre Alzheimer, o que limita a precisão de diagnósticos e tratamentos.











População LGBTQIA+

  • Estudos específicos ainda são recentes e limitados, mas apontam experiências comuns nesse grupo que podem aumentar o risco de demência.
  • Idosos LGBTQIA+ relatam mais problemas de memória e raciocínio.
  • Apresentam taxas mais altas de fatores de risco cardiovascular, uso de álcool e tabaco e obesidade, em comparação à população não LGBTQIA+.
  • Entre pessoas trans idosas nos EUA, a prevalência de demência varia de 18% a 21%, contra 12% a 13% entre pessoas cisgênero.
  • Barreiras no atendimento, como atitudes discriminatórias em ambientes de saúde, contribuem para o diagnóstico tardio e o menor acesso a cuidados preventivos.












Referências

  1. Universidade de São Paulo. Diferenças de gênero na Doença de Alzheimer: prevalência, progressão e fatores associados. Disponível em: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5137/tde-22092022-170233/en.php
  2. Periódico REASE. Diferenças epidemiológicas e sociais entre homens e mulheres com Doença de Alzheimer. Disponível em: https://periodicorease.pro.br/rease/article/view/11034/4774
  3. Marques et al. (2022); Dias et al. (2023). Impactos do cuidado informal na saúde e qualidade de vida de mulheres cuidadoras. Research, Society and Development, 11(8), e48805138296. Disponível em: https://rsdjournal.org/rsd/article/view/48805/38296
  4. Racial and ethnic representation in Alzheimer’s Disease neuroimaging research in the United States. Alzheimer’s & Dementia, 2023. Disponível em: https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC10368705/

Alzheimer’s Association. 2024 Alzheimer’s Disease Facts and Figures. Disponível em: https://www.alz.org/alzheimers-



















Fonte:  https://setembrolilas.org.br





informativo procure seu médico

abs

Carla



  • ⚕️ Aviso médico: As informações deste artigo têm caráter exclusivamente educativo e não substituem a consulta com médico e/ou nutricionista. Cada pessoa tem necessidades individuais , busque sempre orientação profissional antes de Tratamento

21/09 - Dia Mundial da Doença de Alzheimer e Dia Nacional de Conscientização da Doença de Alzheimer.> Alzheimer: o diagnóstico importa

 

Alzheimer: o diagnóstico importa

Quanto mais cedo você souber, mais poderá fazer.

O diagnóstico da doença de Alzheimer precisa chegar mais cedo, porque saber o que está acontecendo pode abrir caminhos para tratamento, cuidado, planejamento e qualidade de vida.

Ainda hoje, muitas pessoas deixam de buscar ajuda por medo ou por acreditarem que mudanças de memória e outras capacidades cognitivas fazem parte do envelhecimento normal.

Não fazem.

Quando os sinais são ignorados, o diagnóstico atrasa e adia também o acesso à orientação, ao tratamento, à reabilitação, ao apoio à família, ao planejamento do futuro e o acesso a direitos.

O diagnóstico não elimina todos os desafios. Mas permite agir mais cedo, tomar decisões, organizar o cuidado e buscar caminhos para viver melhor por mais tempo.

Diagnóstico não é o fim.

É o ponto de partida para o cuidado adequado e digno.


Não é envelhecimento normal

Perda de memória e outras mudanças cognitivas não devem ser tratadas como parte natural da idade.


Medo não pode atrasar cuidado

Evitar o diagnóstico pode adiar orientação, apoio, tratamento e planejamento.


A ciência está avançando

Novas terapias, exames e pesquisas reforçam a importância de identificar a doença nos estágios iniciais.


Saber no início, muda o caminho

Quanto mais cedo a doença é identificada, maiores são as possibilidades de cuidado e qualidade de vida.






















Diagnóstico abre possibilidades

Tratamento, reabilitação, apoio psicossocial. Tudo começa pelo reconhecimento da condição.
























Fonte:  https://setembrolilas.org.br





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domingo, 20 de setembro de 2026

MELHOR IDADE: DIVIDINDO CUIDADOS ENTRE IRMÃOS SEM BRIGAR....

 



Conflitos familiares surgem quando um cuida

mais que outros. Técnicas de comunicação não-

violenta e divisão justa de responsabilidades que

preservam relacionamentos. ===

"Minha irmã não faz NADA, só eu cuido da mãe" 😔

Se você já sentiu isso, respira fundo. Vou te

ensinar a dividir os cuidados sem destruir a

família. 👇

💔 A sobrecarga de UM filho enquanto outros "somem" desgasta todo mundo

🗣️ Mas brigar não resolve. Comunicação sim.

✨ Marquem aquela reunião familiar (mesmo

virtual). Coloquem NA MESA: quem pode fazer o

quê, quando e como.


📋 Um filho mora longe? Ele paga medicamentos.

Outro tem carro? Leva nas consultas. Você cozinha

bem? Organiza a alimentação.

💬 Use frases sem acusar: "Eu preciso de ajuda

com..." ao invés de "Você nunca faz nada!"

Quando dividimos com respeito e clareza, todo

mundo ganha. Principalmente quem está sendo

cuidado. ❤️


**Me conta aqui nos comentários: na sua família,

como vocês dividem os cuidados? Alguém precisa

ver esse post? Marca aqui! 👇**

Salva esse post pra consultar antes da próxima reunião familiar! 📌

#idosos #cuidadocomidosos #primaveradosidosos #cuidadordeidosos #cuidadordepaisefilhos #familiaunida #envelhecimento #gerontologia #saudemental #comunicacaonaoviolenta #relacionamentosfamiliares #longevidade





























Fonte:  https://www.instagram.com/primaveradosidosos/





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