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domingo, 8 de fevereiro de 2026

DIABETES: Insulina Glargina ´é.....

 A insulina glargina é um análogo de insulina humana de ação longa e basal, indicada para diabetes tipo 1 e 2, que proporciona controle glicêmico contínuo por 24 horas, geralmente sem picos de ação. Comercializada com nomes como Lantus, Basaglar, Toujeo ou Glargilin, é aplicada via subcutânea uma vez ao dia, sendo estável e de longa duração.

 

Principais Características e Benefício
  • Sem Picos de Ação: Diferente da insulina NPH, a glargina (geralmente
    100 U/ml100 U/ml
    ) forma micro-precipitados no tecido subcutâneo que liberam insulina de forma constante.
  • Duração: Dura cerca de 24 horas, oferecendo maior estabilidade e menor risco de hipoglicemia.
  • Transparência:
    É uma solução clara, não exigindo homogeneização antes do uso
    .
  • Disponibilidade: Disponível no SUS e em farmácias, com opções de canetas descartáveis (solostar, kwikpen) e frascos
Como Usar e Cuidados:
  • Aplicação: Deve ser aplicada via subcutânea, preferencialmente no mesmo horário todos os dias.
  • Conservação: Manter sob refrigeração (
    2C2 raised to the composed with power C
    a
    8C8 raised to the composed with power C
    ). Após aberto, pode ser mantido em temperatura ambiente (abaixo de
    30C30 raised to the composed with power C
    ) por até 28 dias.
  • Restrições: Não deve ser misturada com outras insulinas na mesma seringa.
  • Atenção: A insulina Toujeo (
    300 U/ml300 U/ml
    ) tem maior concentração e duração (cerca de 27h), exigindo cuidado na troca.
A insulina glargina é considerada uma evolução em relação à insulina humana, proporcionando melhor qualidade de vida. Sempre utilize sob prescrição médica.

 

 

Esse texto é apenas para fins informativos. Para orientação ou diagnóstico médico, consulte um profissional. As respostas da IA podem conter erros.

 

 

 

FONTE:  https://www.google.com/search?q=insulina+glargina&rlz=1C1_____pt-BRBR1113BR1114&oq=INSULINA&aqs=chrome.2.69i57j0i433i512l5j0i512j0i433i512.14039j0j15&sourceid=chrome&ie=UTF-8

 

 

 

 

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Carla

 

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FONTE: https://www.facebook.com/groups/2915263918727620

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Carla

 

DIABETES: Ministério da Saúde inicia transição de tratamento de diabetes no SUS com ampliação do uso de insulina mais moderna

 Publicado em 06/02/2026 13h17 Atualizado em 06/02/2026 

17h32

 

 A substituição da insulina NPH para a glargina começa em quatro estados, priorizando crianças, adolescentes e idosos acima de 80 anos. Novo medicamento tem aplicação única e ação prolongada

 

 insulina.png

 

Foto: Rafael Nascimento/MS

OMinistério da Saúde iniciou o processo de transição do uso da insulina humana (NPH) para a insulina análoga de ação prolongada, a glargina, no SUS. A iniciativa representa um avanço histórico para o cuidado de pessoas que vivem com Diabete Melito no Brasil e amplia as opções terapêuticas na rede pública de saúde. É um medicamento mais moderno, de ação prolongada, que facilita a rotina dos pacientes.  

O projeto-piloto será realizado inicialmente no Amapá, Paraná, Paraíba e Distrito Federal, contemplando crianças e adolescentes de até 17 anos que vivem com diabetes tipo 1, e idosos com 80 anos ou mais com diabetes tipo 1 ou 2. A estimativa é que mais de 50 mil pessoas sejam contempladas nessa primeira fase.

“A expansão da oferta de tratamentos para diabetes no SUS é um exemplo concreto da importância do fortalecimento do nosso complexo industrial. Isso é parte de uma política do governo federal, do presidente Lula, de usar o poder de compra do SUS para aumentar o desenvolvimento industrial brasileiro a fim de garantir medicamentos gratuitos e assistência farmacêutica à população”, destaca o ministro da Saúde, Alexandre Padilha. “Depois de duas décadas, o Brasil voltou a produzir insulina no país. Isso traz garantia e segurança para os pacientes”, reforça. 

A glargina é uma insulina de ação prolongada – de até 24 horas, facilitando a manutenção dos níveis de glicose – e de aplicação única no dia. A transição será feita de forma gradual, a partir da avaliação de cada paciente. Nos quatro estados, o Ministério da Saúde está promovendo treinamento para auxiliar os profissionais de saúde da Atenção Primária. Após os primeiros meses, será feita uma avaliação dos resultados para construção de um cronograma de expansão para os demais estados do país.

O tratamento com insulina glargina pode custar até R$ 250, para dois meses, na rede privada. A ampliação da sua oferta no SUS está alinhada às melhores práticas internacionais.

Desenvolvimento tecnológico e autonomia do SUS

A expansão do uso da insulina glargina no SUS é resultado de Parceria para o Desenvolvimento Produtivo (PDP) envolvendo o laboratório público Bio-Manguinhos, da Fiocruz, com a empresa brasileira de biotecnologia Biomm e a chinesa Gan & Lee. A iniciativa prevê a transferência desta tecnologia para o Brasil, reforçando o compromisso do atual governo com o fortalecimento da soberania nacional na produção de medicamentos, vacinas e demais insumos de saúde.

Em 2025, por meio desta parceria, foram entregues mais de 6 milhões de unidades do medicamento, com investimento de R$ 131 milhões. A previsão é chegar ao final de 2026 com capacidade de produção de até 36 milhões de tubetes para o abastecimento do SUS.

A autonomia na produção de insulina é fundamental diante de cenário de escassez global deste insumo. Além da parceria para produção de insulina glargina, o Ministério da Saúde promoveu também parceria para a fabricação nacional da insulina NPH e regular, em frascos e tubetes. A parceria envolve a farmacêutica indiana Wockhardt, o laboratório público Fundação Ezequiel Dias (Funed) e a Biomm. A transferência de tecnologia entre as empresas já teve início, com contrato que prevê a produção e entrega de 8 milhões de unidades até 2026. Dessas, quase 2 milhões já foram entregues, com investimento de R$ 142 milhões do governo federal.

Monitoramento contínuo na rede pública

A transição é resultado do Grupo de Trabalho da Insulina, implementado pelo Ministério da Saúde em novembro de 2025, que realizou diversos estudos para oferecer mudanças e melhorias na insulinoterapia do SUS, considerando o cenário de restrição global na produção de insulina NPH e regular.

A escolha dos territórios considerou critérios de representatividade regional e capacidade de implementação, permitindo a avaliação de diferentes realidades do país.

Todo o processo de transição será acompanhado pelo Ministério da Saúde por meio de monitoramento contínuo de dados e capacitações das equipes das Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde. As formações iniciais, realizadas em parceria com a Fiocruz e a Biomm, abordam o uso adequado das canetas aplicadoras de insulina e a administração correta do medicamento.

Os treinamentos iniciaram no dia 27 de janeiro e devem encerrar até meados de fevereiro. Ao final deste ciclo, as equipes de saúde, diretamente envolvidas na condução da transição, estarão aptas para iniciar o processo em seus territórios.

SUS oferta tratamento integral aos pacientes com diabetes 

O SUS garante assistência integral às pessoas com diabetes, desde o diagnóstico, e monitoramento até o tratamento, conforme o quadro clínico de cada paciente. A Atenção Primária à Saúde é a porta de entrada e o responsável pelo acompanhamento contínuo realizado por equipes multiprofissionais. Atualmente, são ofertados quatro tipos de insulina: humanas NPH e Regular, e análogas de ação rápida e prolongada, além de medicamentos orais para o tratamento do diabetes mellitus. 

Vicente Ramos
Ministério da Saúde 

Saúde e Vigilância Sanitária

 

 

 

 

FONTE: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2026/fevereiro/ministerio-da-saude-inicia-transicao-de-tratamento-de-diabetes-no-sus-com-ampliacao-do-uso-de-insulina-mais-moderna

 

 

 

 

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