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domingo, 15 de fevereiro de 2026

Brasil ocupa 6º lugar mundial em casos de diabetes e registra crescimento de 135% nas capitais

 

Vânia Vaccari13 de fevereiro de 2026

 

 Um em cada dez brasileiros tem a doença; nas capitais, prevalência saltou de 5,5% para 12,9% desde 2006

 

O Brasil ocupa a sexta posição no ranking mundial de países com mais pessoas diagnosticadas com diabetes. Segundo o Atlas Mundial de Diabetes 2025, divulgado durante o Congresso Mundial de Diabetes, em Bangkok, Tailândia, entre 16,6 e 20 milhões de adultos brasileiros vivem com a doença. Assim, o país fica atrás apenas de China, Índia, Estados Unidos, Paquistão e Indonésia.

Além disso, dados recentes do Ministério da Saúde, por meio do inquérito Vigitel 2024, mostram um cenário ainda mais preocupante. A prevalência de diabetes autorreferida entre adultos das capitais brasileiras chegou a 12,9%. Portanto, houve um aumento de 135% nos últimos 18 anos. Em 2006, quando o levantamento começou, apenas 5,5% da população adulta das capitais tinha a doença.

 

 

 

Consequentemente, o crescimento acelerado coloca o diabetes entre os principais desafios de saúde pública no Brasil. A doença é a sexta causa de morte no país e figura entre os principais motivos de internações hospitalares. Além disso, os custos anuais com tratamento e manejo das complicações chegam a cerca de 45 bilhões de dólares.

Distribuição geográfica da diabetes no Brasil

A análise da distribuição geográfica revela grandes disparidades regionais. Estudos baseados na Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) e em inquéritos epidemiológicos indicam que a prevalência da diabetes tipo 2 varia de 6,3% na região Norte a 12,8% no Sudeste.

Entre os estados, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte e Rio Grande do Sul apresentam os índices mais altos. A concentração reflete fatores socioeconômicos, demográficos e de estilo de vida. Porto Alegre merece atenção especial. A capital gaúcha registra índices superiores à média nacional, com 12% da população adulta diagnosticada. Isso coloca a cidade entre as mais afetadas do país.

Por que algumas regiões concentram mais casos?

O aumento de casos no Sudeste e Sul está relacionado a múltiplos fatores. Primeiro, o envelhecimento populacional. O diabetes é mais comum em pessoas com idade avançada, e essas regiões têm maior proporção de idosos.

 

 

Além disso, o alto grau de urbanização influencia diretamente. A vida urbana moderna combina hábitos alimentares inadequados, sedentarismo e estresse elevado, criando condições favoráveis para o desenvolvimento do diabetes tipo 2, que representa mais de 90% de todos os casos.

Outro fator determinante é a epidemia de obesidade. O Vigitel aponta que a obesidade mais que dobrou entre 2006 e 2024. Esse aumento acompanha o crescimento dos casos de diabetes. O consumo de alimentos ultraprocessados e a redução da atividade física alimentam esse ciclo.

Perfil dos afetados e desigualdades sociais

O Vigitel revela que o diabetes afeta mais mulheres (5,7%) do que homens (3,5%), embora números variem conforme a metodologia. Além disso, a escolaridade influencia a prevalência. Pessoas com menor nível educacional apresentam taxas mais altas da doença. Esse dado evidencia como o diabetes está ligado às desigualdades sociais e ao acesso desigual à informação sobre saúde, alimentação e cuidados preventivos.

Milhões de brasileiros não sabem que têm diabetes

O dado mais alarmante é que cerca de 5,3 milhões de brasileiros não sabem que têm diabetes. Isso representa 32% dos casos no país, ou seja, um em cada três diabéticos desconhece sua condição.

Enquanto não descobrem a doença, essas pessoas continuam suas rotinas, mas o diabetes age silenciosamente. Sem tratamento, a doença pode causar cegueira, problemas nos rins, amputações e doenças cardiovasculares. Muitos desses danos poderiam ser evitados ou controlados se a condição fosse detectada a tempo.

O Atlas Mundial de Diabetes 2025 confirma essa realidade: 31,9% dos brasileiros com diabetes não sabem que são diabéticos. Sem diagnóstico, a glicose elevada prejudica o organismo dia após dia, sem orientação médica ou tratamento adequado.

EU NÃO SABIA QUE ERAM SINAIS DE DIABETES! | Tom Bueno
 
 
 LINK: https://youtu.be/NQlHxaw2Uc8?si=b4hwhyxVcZT_n6RF
 
 
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Vânia Vaccari

Jornalista com quase 30 anos de experiência em televisão no interior de São Paulo, atuando como coordenadora de conteúdo e responsável por produção de pautas. Atualmente é produtora executiva na TB Content.

 
 

 

 

FONTE/

 https://umdiabetico.com.br/

 

 

 

     

 

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Carla

 

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Marcadores: Diabetes

15/02 Dia Internacional do Câncer na Infância: Cuidar do emocional da criança com câncer auxilia no tratamento

 

Cuidar do emocional da criança com câncer auxilia no tratamento

 30 de janeiro de 2024

 

 

Emocional Da Criança Com Câncer

 

Contar com o apoio psicólogo é fundamental para que os jovens com câncer consigam processar a notícia e possam lidar e expressar o que estão sentindo

Escrito por:

Natália Mancini

O emocional da criança com câncer, em meio a tratamentos, procedimentos médicos e mudanças na rotina, deve ser uma prioridade. Acontecem diversas transformações, tanto físicas, quanto mentais, e oferecer um espaço acolhedor e seguro pode impactar diretamente a forma que elas enfrentam este momento. É preciso olhar com atenção e levar a sério a saúde mental dos pequenos.

O primeiro ponto para cuidar do emocional das crianças com câncer é contar a elas, abertamente, sobre o diagnóstico e os procedimentos pelos quais ela irá passar. 

“Sempre devemos comunicar à criança sobre sua condição e o que irá acontecer, apesar de não ser uma tarefa nada fácil. Ao manter uma comunicação clara, permitimos que a criança compreenda o que está acontecendo com ela e evitamos que ela crie ou fantasie situações que poderão potencializar angústia”, fala Roberta Medeiros, membro do Núcleo de Atenção ao Paciente  Psicóloga do Instituto do Câncer Infantil.

Roberta ainda destaca que, ao fazer isso, os pais e a equipe médica mostram que a criança pode confiar neles, além de ensinar que é possível enfrentar as situações.

Não há um passo a passo definido sobre como ter essa conversa, mas é fundamental que seja um espaço seguro e acolhedor e, preferencialmente, que alguém próximo ao paciente dê a notícia. Também é importante que, quem for dar a notícia, esteja o mais calmo possível e aberto a responder as dúvidas que a criança possa ter. 

“A linguagem utilizada precisa ser simples e clara, evitar termos técnicos e, se for necessário, pode-se utilizar recursos lúdicos, como bonecos, por exemplo. É muito importante validar e nomear os sentimentos das crianças, pois nesse momento é natural que ela sinta medo, insegurança, raiva”, Roberta aconselha.

Questões emocionais que podem aparecer nas crianças com câncer

Taliah Barros de Paula, psicóloga do Hospital Itaci e especialista em Psicologia da Saúde com ênfase em Oncologia pediátrica pela Unifesp, descreve que os pequenos costumam passar por questões relacionadas à autoestima, às mudanças no corpo e às limitações no correr, brincar e socializar.

Criança Fazendo Terapia Infantil

“Eles também passam por um impacto emocional, como os medos dos procedimentos invasivos, a ansiedade pelo término do tratamento, a insegurança e o medo de não conseguir mais ter a vida que se tinha antes, a dificuldade em fazer planos, o medo dos efeitos do tratamento e o próprio medo da morte (causador de grande angústia na maioria das pessoas)”, Taliah complementa. 

Vale saber que essas questões podem aparecer em diferentes momentos do tratamento, indo desde o diagnóstico, passando pela duração dos procedimentos e após o término das terapias. 

Por isso, é muito importante que os pais/responsáveis pelo paciente estejam atentos a forma que ele age e aos sentimentos que expressa. 

“O importante é observar como a criança ou adolescente vem lidando com esse momento, estabelecer um diálogo, dentro da linguagem de cada família, sobre a doença e tratamento, estando atento ao que o paciente demonstra querer saber e oferecendo um espaço para escutá-lo. Não só a família, como a equipe também pode identificar a necessidade de um acompanhamento psicológico e procurar ajuda”, a psico-oncologista infantil diz.

 

Benefícios do acompanhamento psicológico para crianças com câncer

A psicologia infantil desempenha um papel crucial na redução de traumas emocionais associados ao tratamento do câncer. Contar com um profissional da área, permite que a criança entenda o que ela está sentindo, consiga nomear esses sentimentos e os expresse, auxiliando no reconhecimento e compreensão de si mesmos e tornando-os mais ativos.

Criança Sentada No Chão Preocupada E Com Depressão Infantil

“Essa abertura para essas questões é importante para que a criança ou adolescente formule a sua compreensão da doença, expresse os seus medos, dúvidas e inseguranças, além dos outros sentimentos que a doença e tratamento podem gerar”, Taliah explica.

Ela também comenta que ainda existe um grande tabu sobre a saúde mental, ainda mais quando se trata de crianças e adolescentes. Por exemplo, há uma crença que a depressão infantil não existe, porém isso não é verdade, inclusive, essa crença torna mais difícil diagnosticar e tratar o quadro. Além disso, o silêncio faz com que os pacientes jovens tenham mais dificuldade e angústia por não terem com quem conversar sobre seus sentimentos e emoções.

“Cada vez mais se mostra importante falar sobre esse assunto, criar espaços para essa comunicação, essas trocas entre eles, inclusive como uma medida preventiva de transtornos mentais mais graves”, a psicóloga alerta. 

Em alguns casos, um psiquiatra pode indicar o uso de medicações para oferecer suporte a episódios depressivos e também de ansiedade que podem surgir ao longo da jornada.

De acordo com Taliah, “os cuidados com essas medicações são os mesmos que para qualquer outra, principalmente a supervisão de um adulto para sua administração, lembrando que mesmo os adolescentes necessitam desse suporte para qualquer medicamento. Também é importante que se estabeleça uma comunicação com a criança ou adolescente sobre o medicamento, sua necessidade e seus efeitos, contribuindo para torná-los mais ativos no seu tratamento.”

 

 

Papel dos pais/responsáveis no cuidado do emocional da criança com câncer

No acompanhamento psicológico, a interação ocorre, principalmente, com o paciente, que, neste caso, é a criança ou adolescente. Mas, geralmente, em especial nas primeiras sessões, os pais/responsáveis também estão presentes e isso acontece por alguns motivos.

O primeiro deles é para que os adultos possam compartilhar com o psicólogo quais são as questões que os preocupam. Ou seja, se estão percebendo a criança triste, ansiosa, com dificuldades por conta da autoestima etc. 

Pai E Mãe Participando De Uma Sessão De Terapia Infantil

O segundo motivo é para que o profissional, ao identificar as questões trazidas pelos pais/responsáveis, consiga separar quais as demandas vêm deles e quais são as preocupações que a criança, de fato, tem. 

Já a terceira razão é porque, especialmente quando se trata de crianças mais novas, a forma que os pais/responsáveis enxergam o diagnóstico e o tratamento pode influenciar diretamente na forma que o paciente irá enxergar. Então, os medos e preocupações dos adultos podem se tornar os medos e preocupações da criança.

“Os pais são figuras extremamente importantes no tratamento dos filhos, porque também são narradores para as crianças do que se passa com ela e a ajudam a construir a narrativa sobre a doença e o tratamento. Sendo que essa realidade também os atravessa e, para o acompanhamento psicológico da criança, é necessário compreender a posição de cada um deles nesse momento, como o diagnóstico e tratamento afetou a dinâmica familiar e consequentemente a relação deles com o filho”, a psico-oncologista infantil afirma.

E por último, justamente por ser um momento que pode gerar medo e angústia para os pais/responsáveis, essa também pode ser uma oportunidade para que eles sejam encaminhados para um acompanhamento psicológico. 

“Dependendo do caso, faz-se necessário um acolhimento dessas demandas dos pais para posterior encaminhamento deles para a psicoterapia, uma vez que também podem encontrar-se em um momento de extrema angústia”, Taliah Barros de Paula finaliza.

 

 

 

FONTE: https://revista.abrale.org.br/saude/2024/02/o-que-acontece-quando-a-leucemia-atinge-outros-orgaos/

 

 

 

 

     

 

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Marcadores: Câncer

15/02- Dia Internacional do Câncer na Infância: Orientações Para Cuidadores de Crianças e Adolescentes com Câncer

 

 31 de maio de 202

 por filipesoares

 

Orienta sobre medicação, principais exames e procedimentos clínicos, além de dicas para uma alimentação saudável e para a garantia de direitos sociais.


A ideia de construir coletivamente esta cartilha surgiu no 2º Fórum de Oncologia Pediátrica, em 2013, com o objetivo de oferecer a mesma orientação a pais e pacientes com câncer atendidos em diferentes hospitais. Assim, profissionais com diversas formações e ampla experiência no tratamento de crianças e adolescentes com câncer trabalharam com base nas dúvidas mais frequentes e selecionaram as principais informações para quem, como você, está iniciando esta jornada.

 

 


Orientações Para Cuidadores de Crianças e Adolescentes com Câncer.

Aqui, você encontrará orientações importantes sobre medicação, principais exames e procedimentos clínicos, além de dicas para uma alimentação saudável e para a garantia de direitos sociais. No fim dos capítulos, nós respondemos às perguntas mais comuns sobre cada tema.

A decisão de usar uma linguagem acessível e imagens ilustrativas foi tomada com o intuito de facilitar o entendimento das situações que você poderá vivenciar durante o tratamento. Este material pode ser usado pelos profissionais a fim de esclarecer dúvidas e consultado no dia a dia pelas famílias.

Com a necessidade de distribuir novas cartilhas, entendemos que este seria também o momento de revisar e atualizar a primeira edição, publicada em 2015. Esta nova edição traz orientações sobre a saúde bucal e reforça a importância dos cuidados, como o uso de máscaras e a higienização das mãos. Outro tema que ganha destaque nesta cartilha são as atividades diárias e a relevância do brincar e da escola no cotidiano de crianças e adolescentes.

Sabemos que o início do tratamento é um período de muitas dúvidas. Esperamos que este material possa ajudá-lo a esclarecê-las e a lhe servir de apoio durante este período. Nosso compromisso é dar assistência de qualidade, buscando sempre manter o bem-estar do paciente e de sua família.

 

 

Download do Arquivo:👇👇👇

 

https://biblioteca.cofen.gov.br/wp-content/uploads/2021/05/orientacoes-cuidadores-criancas-adolescentes-cancer.pdf

 

 

 Tags: bem-estar, câncer, Crianças e adolescentes, cuidadores de família, Cuidados hospitalares, Saúde da criança

 

 

 

FONTE: https://biblioteca.cofen.gov.br/


 

 

 

     

 

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