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sábado, 25 de julho de 2026

Quem tem diabetes deve tirar o miolo do pão? Nutricionista responde

 

Um hábito comum na hora do café da manhã pode não ter o efeito que muita gente imagina sobre a glicemia



Logo após o diagnóstico de diabetes, muitas pessoas mudam a alimentação de um dia para o outro. Entre as primeiras atitudes está retirar o miolo do pão francês na tentativa de evitar o aumento da glicose. A estratégia é comum, mas, sozinha, não resolve o problema. Segundo a nutricionista e educadora em diabetes Tarcila Campos, membro do Departamento de Nutrição da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD), o resultado depende do conjunto da refeição.

Tirar o miolo do pão reduz carboidratos, mas não transforma o alimento

Durante participação no DiabetesCast, Tarcila explicou que retirar o miolo pode diminuir um pouco a quantidade de carboidrato consumida. No entanto, isso não faz o pão deixar de ser uma fonte de carboidrato nem elimina seu impacto sobre a glicemia.



Segundo a especialista, o pão francês pode continuar fazendo parte da alimentação de quem tem diabetes, desde que seja consumido em uma porção adequada e acompanhado de outros alimentos que ajudem a equilibrar a refeição.

“O que talvez eu falaria é: continua com o seu pãozinho, põe um ovinho mexido junto e vamos ver o que acontece”, afirmou.

Ela explica que, no café da manhã, a resistência à insulina costuma ser maior para muitas pessoas com diabetes tipo 2. Por isso, consumir apenas um alimento rico em carboidratos pode favorecer uma elevação mais rápida da glicose.

O que colocar junto com o pão pode fazer mais diferença

Para Tarcila, a principal estratégia não é retirar alimentos, mas aprender a combiná-los.

Adicionar uma fonte de proteína, como ovos, queijo ou iogurte natural, pode ajudar a tornar a absorção do carboidrato mais lenta. Além disso, a nutricionista recomenda evitar concentrar muitos alimentos ricos em carboidratos na mesma refeição.


Um exemplo citado por ela é o hábito de consumir pão e fruta ao mesmo tempo. Nesse caso, uma alternativa pode ser manter o pão no café da manhã e deixar a fruta para outro horário do dia.

Segundo a especialista, essa organização costuma trazer mais benefícios do que simplesmente eliminar o miolo do pão.

O diagnóstico não significa abandonar alimentos

Outro ponto destacado por Tarcila é que muitas pessoas recebem o diagnóstico acreditando que nunca mais poderão comer pão, arroz ou outros alimentos presentes na rotina.

Ela afirma que essa percepção não corresponde ao tratamento nutricional atual do diabetes tipo 2.

Em vez de criar listas de alimentos proibidos, o foco deve estar na quantidade consumida e na composição das refeições. O planejamento alimentar também precisa considerar a realidade de cada pessoa, incluindo cultura, acesso aos alimentos e hábitos familiares.

“A gente precisa organizar a forma e, muitas vezes, a quantidade daquele alimento”, explicou.

Cada pessoa pode responder de forma diferente

A nutricionista também ressalta que não existe uma regra que funcione da mesma maneira para todos.

Algumas pessoas conseguem manter determinado alimento na rotina sem grandes alterações na glicose. Outras apresentam respostas diferentes ao consumir exatamente o mesmo alimento.

Segundo Tarcila, conhecer essa resposta individual pode ajudar na construção de um plano alimentar mais adequado. Quando possível, a monitorização da glicose, seja com glicosímetro ou sensor, permite identificar como cada refeição interfere nos níveis de glicose ao longo do dia.

Essas informações ajudam profissionais de saúde a ajustar quantidades, horários e combinações dos alimentos de acordo com a resposta de cada organismo.

Dicas para incluir o pão na alimentação de quem tem diabetes

  • Consuma o pão em uma porção adequada para a sua necessidade.

  • Prefira combinar o pão com uma fonte de proteína, como ovo, queijo ou iogurte natural.
  • Evite consumir vários alimentos ricos em carboidratos na mesma refeição, como pão e grandes porções de frutas ao mesmo tempo.

  • Acrescente fibras à refeição, incluindo frutas na quantidade orientada ou vegetais quando possível.

  • Lembre-se de que retirar o miolo do pão reduz apenas uma pequena quantidade de carboidrato e, sozinho, não controla a glicemia.

  • Sempre que possível, monitore a glicose para entender como o seu organismo responde ao pão e às diferentes combinações de alimentos.

  • Não exclua o pão da alimentação apenas por causa do diagnóstico. O planejamento da refeição costuma ser mais importante do que eliminar um alimento específico.









 FONTE:  https://umdiabetico.com.br/










obs. conteúdo meramente informativo procure seu médico

abs

Carla



⚕️ Aviso médico: As informações deste artigo têm caráter exclusivamente educativo e não substituem a consulta com médico e/ou nutricionista. Cada pessoa tem necessidades individuais busque sempre orientação profissional antes de

Tratamento

O que faz diferença no jantar de quem tem diabetes? Nutricionista explica

 

Entenda quais hábitos no jantar podem fazer diferença para quem busca controlar a glicose no dia a dia




Depois de um dia de trabalho, muitas pessoas recorrem a uma sopa, um prato de macarrão ou um lanche rápido para o jantar. Para quem convive com diabetes, essa escolha pode influenciar o controle da glicemia, mas não apenas pelo alimento servido.


Segundo a nutricionista e educadora em diabetes Tarcila Campos, membro do Departamento de Nutrição da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD), o erro mais comum está na composição da refeição e na quantidade de carboidratos consumidos de uma só vez.


A especialista explica que não existe um alimento proibido para o jantar. O que faz diferença é como os alimentos são combinados e se a refeição atende às necessidades de cada pessoa.

O problema nem sempre está no alimento

De acordo com Tarcila, muitas pessoas recebem o diagnóstico de diabetes tipo 2 acreditando que precisarão abandonar alimentos que fazem parte da rotina. No entanto, ela afirma que essa não costuma ser a melhor estratégia.


Segundo a nutricionista, retirar completamente arroz, macarrão, batata ou pão não resolve 

o problema se a alimentação continuar desorganizada. O foco deve ser o equilíbrio entre carboidratos, proteínas e vegetais, além do controle das porções.


Ela explica que o diabetes tipo 2 está relacionado à resistência à insulina. Por isso, consumir grandes quantidades de carboidratos em uma única refeição pode dificultar ainda mais o controle da glicose.



Sopas podem aumentar a glicemia em algumas pessoas

Entre os alimentos mais consumidos à noite, a sopa costuma ser vista como uma opção leve. No entanto, Tarcila alerta que algumas preparações podem provocar um aumento mais rápido da glicose no jantar.

Segundo ela, refeições líquidas tendem a ser absorvidas mais rapidamente pelo organismo do que refeições sólidas, mesmo quando possuem ingredientes semelhantes.

Uma sopa preparada apenas com mandioquinha, por exemplo, concentra carboidratos e pode elevar a glicemia com mais facilidade. Além disso, muitas pessoas acabam repetindo o prato, aumentando ainda mais a quantidade consumida.

A nutricionista orienta que a sopa contenha todos os grupos alimentares, incluindo legumes, uma fonte de proteína, como carne desfiada ou ovos, e uma porção adequada de carboidratos. Outra estratégia é consumir uma salada antes da sopa para aumentar a ingestão de fibras.

Quantidade faz diferença no diabetes tipo 2

Segundo Tarcila, no diabetes tipo 2, a quantidade no jantar costuma ser um fator mais importante do que muitas pessoas imaginam.

Ela explica que a resistência à insulina reduz a capacidade do organismo de utilizar grandes quantidades de carboidratos ao mesmo tempo. Por isso, distribuir melhor esse nutriente ao longo do dia pode facilitar o controle da glicemia.

A especialista compara esse processo a uma porta parcialmente fechada. Se muitas pessoas tentam passar ao mesmo tempo, parte delas fica do lado de fora. Da mesma forma, quando há excesso de carboidrato em uma refeição, o organismo pode ter mais dificuldade para utilizá-lo.

Nesse contexto, reduzir as porções não significa eliminar alimentos tradicionais da alimentação brasileira. Arroz, batata, mandioca, macarrão e cuscuz podem fazer parte do jantar quando aparecem em quantidades adequadas e acompanhados de proteínas e vegetais.

Como montar um jantar para quem tem diabetes

Segundo a nutricionista, uma estratégia simples é dividir o prato em três partes.

Metade deve ser composta por verduras e legumes. Um quarto pode conter uma fonte de carboidrato, como arroz, batata, mandioca ou macarrão. O outro quarto deve incluir uma proteína, como frango, carne, peixe ou ovos.

Ela destaca que essa organização também pode ser aplicada em outras refeições do dia e ajuda a reduzir a velocidade de absorção dos carboidratos.

Monitorar a glicose ajuda a entender a resposta do organismo

Tarcila afirma que cada organismo responde de forma diferente aos alimentos. Enquanto uma refeição pode funcionar bem para uma pessoa, outra pode apresentar aumento maior da glicemia.

Por esse motivo, ela considera que a monitorização da glicose pode contribuir para personalizar a alimentação. Quem utiliza glicosímetro ou sensor consegue observar como determinadas refeições influenciam os níveis de glicose e, junto com a equipe de saúde, fazer ajustes quando necessário.

Segundo a nutricionista, esse acompanhamento permite adaptar o planejamento alimentar sem excluir alimentos que fazem parte da rotina da pessoa




 FONTE:  https://umdiabetico.com.br/erro-jantar-glicemia-diabetes/










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O sangramento nasal, também conhecido como epistaxe, é um problema comum que pode ocorrer por diversas razões.

O sangramento nasal, também conhecido como epistaxe, é um problema comum que pode ocorrer por diversas razões. Embora na maioria das vezes não seja motivo de preocupação, é importante estar atento, pois pode ser um sinal de condições hematológicas mais sérias.
Se você ou alguém que você conhece está enfrentando sangramentos nasais frequentes ou intensos, é fundamental procurar um hematologista para uma avaliação detalhada. A prevenção e o diagnóstico precoce são essenciais para um tratamento eficaz.
Dr. Natalício Kern Filho - Médico Hematologista, Hemoterapeuta RQE10.418 | RQE 10.419, Medicina Interna | RQE 10.403. Preceptor Sírio Libanês CRM RS18819



















 FONTE:  https://web.facebook.com/Dr.NatalicioKernFilho?__cft__[0]=AZYMHw6jOw942-fdz28PFC35rHnQ47PrwtpRh774bzB4vHRzv5E5OmPzZOrBqShMRmLaS-GPkp-OyY0-95OgRqt_J23MwRRgjPBKn7o_F8cOdBpTMoLR_O_iUpdUKFgwhFbmmraupE8eq8rKyxktMU4t9COY-eei67c2OklfqolMtf6Sawjk2dww0gTUrjFOPNfx6HpvjkpDlUWk9WIO-iQoy0joZs27zQkgkqJ3OB55Pg&__tn__=-UC%2CP-y-R









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