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quinta-feira, 4 de junho de 2026

CÂNCER NO INTESTINO E ANEMIA

 






O câncer de intestino atinge mais de 45 mil brasileiros por ano, de acordo com o Instituto Nacional do Câncer (Inca).
E, talvez você não saiba, mas esse tipo de câncer e a anemia têm relação próxima, sendo uma consequência da outra. Explico:
Os cânceres colorretais podem, muitas vezes, causar sangramento no trato digestivo. Em alguns casos, o sangue pode ser visto nas fezes, e podem até deixá-las mais escuras. Eventualmente, em casos mais preocupantes, o sangramento acontece sem deixar sinais.
Com o tempo, a perda de sangue pode ser acumulativa provocando anemia. Ou seja, com sangramento crônico do tumor, que pode ou não ser visível nas fezes, o paciente com câncer de intestino pode acabar desenvolvendo anemia.
Mas, é preciso ressaltar dois pontos importantes: 1 nem todo câncer colorretal causa anemia; 2 a anemia tem outras causas além de doenças oncológicas.
Por isso, faça consultas periódicas ao seu médico de confiança, mantendo os exames de rotina sempre atualizados.
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Dr. Natalício Kern Filho - Médico Hematologista, Hemoterapeuta RQE10.418 | RQE 10.419, Medicina Interna | RQE 10.403. Preceptor Sírio Libanês CRM RS18819
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FONTE: https://www.facebook.com/Dr.NatalicioKernFilho?__cft__[0]=AZamRNWf-iS1tfCCP3qZR7aM8JoVBCIklbvV-TjaYXEYfa2yEO4XkSivL3MDPgnDf70ROjXYksp5J0lIZMgp265uExmtRMpmtPnqEY3GmADZxMPjiyNU3KBT9i1s_2xL-StWXGBd7qjExqiRQVMAtIHK5i0fvYdlRibtNPeS4cPxV3-tJuwX8p6U9UK8ZbSjyU8UEEcH9VflqasX7Ebx3HgUn7ljAkir-RGb9qNnIxo1Mw&__tn__=-UC%2CP-y-R







RIM PELE  


obs.:CONTEÚDO MERAMENTE INFORMATIVO

ABS,

CARLA


⚕️ Aviso médico: As informações deste artigo têm caráter exclusivamente educativo e não substituem a consulta com médico e/ou nutricionista. Cada pessoa com diabetes tem necessidades individuais busque sempre orientação profissional antes de alterar sua dieta ou tratamento.

MELHOR IDADE: GUIBA – NEM TODA INFLAMAÇÃO NA GTT É NORMAL>O que observar quando há pus, febre e secreção na Gastrostomia

 





Berna Almeida II


GUIBA – NEM TODA INFLAMAÇÃO NA GTT É NORMAL

O que observar quando há pus, febre e secreção na Gastrostomia

Gastrostomia costuma surgir na vida de muitas famílias como uma tentativa de garantir nutrição, hidratação e administração de medicamentos em pessoas que já não conseguem se alimentar adequadamente pela boca.
Com o tempo, ela passa a fazer parte da rotina:
A limpeza, a dieta, os cuidados, as trocas, os curativos e justamente por se tornar algo tão frequente no dia a dia, muitos sinais acabam sendo normalizados sem percebermos:
Uma vermelhidão pequena, uma secreção leve, um vazamento discreto, uma irritação ao redor da sonda.
Muitas vezes, no início, realmente podem existir pequenas alterações relacionadas ao uso contínuo da Gastrostomia, mas existe uma diferença importante entre uma irritação passageira e um processo inflamatório ou infeccioso que não melhora e é justamente aí que mora o perigo.
Quando começam a surgir sinais como pus, febre, cheiro forte, dor ao toque, secreção amarelada ou uma ferida que permanece inflamada por semanas, o corpo pode estar tentando avisar que algo não está bem, principalmente em idosos fragilizados e pessoas com demência avançada.
Em muitos casos, a pessoa já não consegue mais dizer que sente dor, ela não consegue explicar o desconforto, não consegue relatar ardência, não consegue avisar que algo está errado.
Então o corpo passa a “falar” de outras formas:
Através da febre, da prostração, da agitação, da sonolência excessiva, da piora respiratória, da mudança no olhar, do aumento das secreções, da pele avermelhada, do pus e um dos maiores riscos é quando a família começa a ouvir frases como:
“Isso é normal.”
“GTT inflama mesmo.”
“É só passar pomada.”
“Depois melhora.”
Nem toda inflamação persistente é simples, nem toda secreção é apenas irritação da pele e quando o problema permanece por semanas ou meses, mesmo com medicações, curativos e acompanhamento, é fundamental investigar mais profundamente.
Às vezes, o antibiótico utilizado não está funcionando para aquela bactéria, em outros casos, pode existir fungo associado.
Também pode haver vazamento constante da dieta irritando a pele.
Granulomas inflamados.
Pressão inadequada da haste.
Infecções mais profundas.
Ou até necessidade de reavaliar a própria sonda.
Outro ponto importante é que pacientes muito debilitados nem sempre apresentam febres altas, às vezes, pequenas mudanças já indicam um quadro importante.
Por isso, alguns sinais merecem atenção:
• pus amarelado ou esverdeado
• cheiro forte
• vermelhidão intensa
• pele quente ao redor da GTT
• febre
• vazamento frequente
• aumento da secreção
• endurecimento da pele
• piora do estado geral
• sonolência além do habitual
• queda de saturação
• desconforto durante o manuseio
Cuidar de alguém com Gastrostomia exige atenção constante e perceber que “algo não está evoluindo bem” também faz parte do cuidado.
Muitas vezes, é o olhar atento do Cuidador que impede que uma infecção silenciosa, se torne algo ainda mais grave.
📍 Instituto Berna Almeida (@institutobernalmeida)
Página e Grupo de Apoio Online: 1 Sujeito Chamado Alzheimer









FONTE: https://www.facebook.com/groups/356844134420305/?__cft__[0]=AZasbo_8SEU-uEFSZEHU2gLLhmFTwJ8RFcO5xN0SuuizX7o8MMkmuXPQRFOArXlxRTiL400LRaFNV4iB0cKinpMoBmtRz49DeJ6u0QkSFF5E1VZNiu9laJKN1ky-ntynnJyRKUpNf6IjTrV7QrE5ZHSHI2ee2qMLZQA57rO0Pvn1xNEEcu99TVb5OuUB4hEXUe_hztky7_IxHWt8ZDy6zaJQ&__tn__=-UC%2CP-R







RIM PELE  


obs.:CONTEÚDO MERAMENTE INFORMATIVO

ABS,

CARLA


⚕️ Aviso médico: As informações deste artigo têm caráter exclusivamente educativo e não substituem a consulta com médico e/ou nutricionista. Cada pessoa com diabetes tem necessidades individuais busque sempre orientação profissional antes de alterar sua dieta ou tratamento.