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domingo, 21 de junho de 2026

CÂNCER: O diagnóstico da leucemia aguda

 


- Anemia;
- Fraqueza;
- Cansaço;
- Sangramento;
- Dor nos ossos;
- Febre.
O diagnóstico da leucemia aguda pode ser feito através do hemograma ou, também, através do mielograma – avaliação da medula óssea. Além disso, exames que avaliam o perfil genético das células da leucemia também podem ser utilizados. Porém, em casos de resultado positivo, essa doença apresenta alguns sinais de alerta que podem ser identificados previamente, como a anemia, fraqueza, cansaço, febre, sangramento sem causa definida, palidez, dores nos ossos e articulações etc. Por isso, é importante manter seus exames em dia.
Dr. Natalício Kern Filho - Médico Hematologista, Hemoterapeuta RQE10.418 | RQE 10.419, Medicina Interna | RQE 10.403. Preceptor Sírio Libanês CRM RS18819
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FONTE: https://www.facebook.com/Dr.NatalicioKernFilho?__cft__[0]=AZZ12Im83AmDkYXVFiC1JwX3SDZQiA7aVdHelb_EKhGOa354mlIRSDBVBVGaXrTFYkzuNAzpWhMMtE4WcKy8BxzzZT_kI-1im2Cp19KWXB3pzisLY3NjOBxmBXAMxgw3W2ZBsHDVqwq1Tt3JP9Q-q_n-xjNysdeL67v7xq2amKH6dg6N47KtpCZVEt2wxZAOcPM&__tn__=-UC%2CP-R





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⚕️ Aviso médico: As informações deste artigo têm caráter exclusivamente educativo e não substituem a consulta com médico e/ou nutricionista. Cada pessoa tem necessidades individuais busque sempre orientação profissional antes de

Tratamento

21.06 – Dia Nacional de Controle da Asma

 

 

 

Você sabia que a asma é uma das doenças respiratórias mais comuns do mundo e afeta milhões de brasileiros? Apesar disso, ainda há muita desinformação e mitos sobre o que realmente significa viver com essa condição. E é justamente por isso que, nesta semana especial — de 16 a 21 de junho — vamos dedicar nossas publicações à conscientização sobre a asma, em apoio ao Dia Nacional de Controle da Asma, que acontece em 21 de junho, data que também marca o início do inverno, uma estação especialmente desafiadora para quem convive com a doença.
Mas afinal, o que é a asma?
A asma é uma doença inflamatória crônica dos pulmões que atinge as vias aéreas, dificultando a passagem do ar e provocando sintomas como falta de ar, tosse, chiado no peito e sensação de aperto. Ela pode surgir na infância ou em qualquer fase da vida, e apesar de não ter cura, é possível conviver com ela de forma segura e saudável, desde que se tenha informação, acolhimento e cuidados adequados.
Mais do que uma condição médica, a asma é parte da realidade de milhões de pessoas que muitas vezes sofrem em silêncio por medo de julgamento ou por não compreenderem sua própria condição.
Vamos mudar isso juntos? Ao longo dos próximos dias, vamos falar de forma clara e acolhedora sobre o que é viver com asma.
Você sabia que a asma é uma das doenças respiratórias mais comuns do mundo e afeta milhões de brasileiros? Apesar disso, ainda há muita desinformação e mitos sobre o que realmente significa viver com essa condição. E é justamente por isso que, nesta semana especial — de 16 a 21 de junho — vamos dedicar nossas publicações à conscientização sobre a asma, em apoio ao Dia Nacional de Controle da Asma, que acontece em 21 de junho, data que também marca o início do inverno, uma estação especialmente desafiadora para quem convive com a doença.
Mas afinal, o que é a asma?
A asma é uma doença inflamatória crônica dos pulmões que atinge as vias aéreas, dificultando a passagem do ar e provocando sintomas como falta de ar, tosse, chiado no peito e sensação de aperto. Ela pode surgir na infância ou em qualquer fase da vida, e apesar de não ter cura, é possível conviver com ela de forma segura e saudável, desde que se tenha informação, acolhimento e cuidados adequados.
Mais do que uma condição médica, a asma é parte da realidade de milhões de pessoas que muitas vezes sofrem em silêncio por medo de julgamento ou por não compreenderem sua própria condição.
Vamos mudar isso juntos? Ao longo dos próximos dias, vamos falar de forma clara e acolhedora sobre o que é viver com asma.

 

 

 

Pode ser uma imagem de 1 pessoa e texto que diz "ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE DEASMÁTICOS O QUE É A ASMA? #DiaNacionaldeControledaAsma Parceria: sanofi"

 

 

 

 

 

FONTE: https://web.facebook.com/www.abrasaopaulo.org?__cft__[0]=AZWPaCFBGGn59PZrCVURMVggWzVNbBuRqb9xI0_K2a5hPDYaDhlaAcx3nYeqR_BeB_x39FI1-_WTeQnWDzPDdmcOUs1dyGD_lefs-b1T-fYTprSw0MoUqYIImyXWY6Tuzr0_XKevQZO0QDmAZZCnHMbfnns-piL81Gf7t6_gomjGHtxyqAxRffeHE8yQ1iG-aMwslctbpCvbBDe51UZR5r6BCMbdFljZk-CPr55aZqxjlQ&__tn__=-UC%2CP-R

 









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21/6 – Dia Mundial de Conscientização sobre as Doenças do Neurônio Motor (DNM) 2025

 







 

Todos os anos, em 21 de junho, as comunidades ligadas à Doença do Neurônio Motor (DNM) se unem em todo o mundo para celebrar o Dia Mundial de Conscientização sobre a DNM — uma data para homenagear todos os afetados pela condição.

Este ano, a campanha destaca as realidades ocultas de viver com DNM – uma enfermidade brutal que priva as pessoas da capacidade de se mover, falar, engolir e, eventualmente, respirar. Não há cura, poucos tratamentos são eficazes e pouca compreensão de por que isso acontece. São os fatos. Mas, e o cotidiano? O prático? O emocional? Essas são as realidades ocultas!

Um diagnóstico de DNM pode trazer medo, frustração e impotência para a pessoa diagnosticada e para aqueles próximos a ela, pois gradualmente suas capacidades físicas são diminuídas. Mas isso não define essas pessoas. O que as define é a maneira como lidam com as realidades ocultas da doença. Com coragem, determinação e esperança. A maneira como encontram novas formas de se comunicar, de encontrar prazer em coisas diferentes. A maneira como o amor interior transparece.

 

Doença do Neurônio Motor é o nome dado a um grupo de doenças nas quais as células nervosas que controlam os músculos sofrem degeneração e morrem. Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA), Atrofia Muscular Progressiva (AMP), Paralisia Bulbar Progressiva (PBP) e Esclerose Lateral Primária (ELP) são subtipos de DNM.

A Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA) é a forma mais comum de DNM e com base na sua prevalência é considerada relativamente rara. Há aproximadamente 140.000 novos casos diagnosticados em todo o mundo a cada ano – 384 novos casos todos os dias.

Estima-se que existam 12 mil brasileiros diagnosticados com ELA. É mais prevalente entre os 55 e 75 anos de idade e o modo como afeta e progride varia de pessoa para pessoa. Cerca de 20% dos portadores vivem cerca de 5 anos ou mais, e até 10% vivem mais de 10 anos. Infelizmente, a maioria não vive mais que 3 a 5 anos após o início dos sintomas.

 

A ELA afeta o sistema nervoso de forma degenerativa e progressiva e acarreta paralisia motora irreversível. Esclerose significa endurecimento; lateral, porque a doença começa geralmente em um dos lados do corpo e amiotrófica, porque resulta na atrofia dos músculos.

Caracteriza-se por fraqueza e atrofia nos membros, rigidez muscular e cãibras. Normalmente é percebida pelo paciente ao tropeçar quando caminha ou ao deixar cair objetos.

A doença provoca paralisia gradual e morte precoce como resultado da perda de capacidades cruciais, como falar, movimentar-se, engolir e respirar.

Até o momento não se conhece sua causa específica, mas é possível que vários fatores estejam envolvidos, como, componente genético, idade e algumas substâncias do meio ambiente. Porém, a princípio, não se conhece nenhum fator que predisponha à ELA, nem como prevenir o seu desenvolvimento.

Os fatores de risco, com efeito cumulativo (quanto mais características, maior a probabilidade) são: pertencer ao sexo masculino, desempenhar atividade física intensa, ter sofrido algum tipo de trauma mecânico, ter sido vítima de choque elétrico.

Estudos genéticos revelam que a ELA provavelmente não é uma doença única, mas um conglomerado ou combinação de várias doenças relacionadas. Talvez esse seja o motivo da dificuldade de se encontrar um tratamento que seja eficaz para todos os pacientes.

 

Sintomas:

A Esclerose Lateral Amiotrófica não afeta os sentidos (visão, olfato, paladar, audição e tato) e raramente atinge o funcionamento da bexiga, dos intestinos ou a capacidade de pensamento e raciocínio. São sintomas:

– Perda gradual de força e da coordenação muscular;
– Incapacidade de realizar tarefas rotineiras, como subir escadas, andar e levantar-se;
– Dificuldades para respirar e engolir;
– Engasgar com facilidade;
– Babar;
– Gaguejar;
– Cabeça caída;
– Cãibras musculares;
– Contrações musculares;
– Problemas de dicção, como um padrão de fala lento ou anormal (arrastando as palavras);
– Alterações da voz, rouquidão;
– Perda de peso.

 

Tratamento:

O tratamento é multidisciplinar com uso de medicamentos para reduzir a velocidade de progressão da doença e prolongar a vida do paciente. Fisioterapia, reabilitação, uso de órteses, de cadeira de rodas ou outras medidas ortopédicas podem ser necessárias para maximizar a função muscular e o estado de saúde geral, conforme cada caso e de acordo com a evolução da doença.

É importante o acompanhamento por nutricionista, pois os pacientes com ELA tendem a perder peso. A própria doença aumenta a necessidade de ingestão de alimentos e calorias. Ao mesmo tempo, os problemas de deglutição podem fazer com que seja difícil comer o suficiente.

Pode ser necessário utilizar dispositivos respiratórios durante a noite e ventilação mecânica constante.

 

Em algum momento, de acordo com a evolução da doença, a Esclerose Lateral Amiotrófica trará complicações, que podem ocorrer de forma isolada ou somadas:

– Aspiração de alimento ou líquido;
– Perda da capacidade de cuidar de si mesmo;
– Insuficiência pulmonar;
– Pneumonia;
– Escaras (úlceras de pressão);
– Perda de peso acentuada;
– Incapacidade de respirar sozinho;
– Incapacidade de engolir;
– Incapacidade de falar;
– Morte.

 

O Dia Nacional de Luta Contra a Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA), também comemorado em 21/6 no Brasil, foi instituído pela Lei nº 13.471/2017 com o objetivo de levar conhecimento e sensibilizar governantes, profissionais de saúde e população sobre a enfermidade, bem como informar sobre os cuidados com as pessoas acometidas, além chamar a atenção para a necessidade de apoio aos pacientes e do incentivo às pesquisas para melhorar o tratamento.

 

Fontes:

Dr. Dráuzio Varella
Ministério da Saúde
Motor Neurone Disease Association
Muitos Somos Raros

 

 

 

 

 

 

 

FONTE: https://bvsms.saude.gov.br
















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