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sábado, 24 de outubro de 2026

ADJ> Participe!!! Café com Doutor Obesidade - Novos olhares, novos tratamentos: a obesidade além da balança - 28/10 - 19h > Presencial (na SEDE ADJ/SP) e On Line - transmissão ao vivo pelo Youtube e Instagram ADJ Diabetes Brasil.

 ADJ Diabetes Brasil


Participe!!! Café com Doutor Obesidade - Novos olhares, novos tratamentos: a obesidade além da balança - 28/10 - quarta-feira - 19h - Com o médico endocrinologista, Dr. Pedro Barreto e com a nutricionista, Tarcila Ferraz de Campos.
Presencial (na Rua Padre Antonio Tomas, 213 - Água Branca - São Paulo) e On Line - transmissão ao vivo pelo Youtube e Instagram ADJ Diabetes Brasil.
Inscrições Gratuitas:
Presencial pelo WhatsApp 11 97148-0465
Realização: ADJ Diabetes Brasil
Patrocínio: Lilly @lilly_brasil
Divulgação com logo do projeto, da ADJ e do patrocinador, fotos dos palestrantes e de mesa de café, letras em azul e vermelho
















FONTE: https://www.facebook.com/ADJDiabetesBrasil



 

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  • ⚕️ Aviso médico: As informações deste artigo têm caráter exclusivamente educativo e não substituem a consulta com médico e/ou nutricionista. Cada pessoa tem necessidades individuais , busque sempre orientação profissional antes de Tratamento

DIABETES: Pizza à noite pode dificultar o controle da glicose? Entenda por quê

 


A quantidade de carboidratos, a presença de gordura e o horário do jantar podem influenciar o controle da glicose

A pizza costuma reunir dois componentes que exigem atenção no planejamento alimentar de quem vive com diabetes: carboidratos e gorduras. Quando consumida à noite, a refeição pode trazer desafios adicionais para o acompanhamento da glicose, especialmente quando a resposta glicêmica se prolonga durante a madrugada.

A nutricionista Martha Amodio, consultora nutricional do Portal Um Diabético, abordou essa relação em entrevista ao DiabetesCast. Segundo ela, a composição da refeição e o horário em que os alimentos são consumidos precisam ser considerados no manejo da glicemia.

O tema envolve não apenas os ingredientes da pizza, mas também a resposta do organismo à alimentação, o funcionamento do metabolismo e os hábitos que influenciam a qualidade do sono.

Como a pizza interfere na glicose

A pizza contém carboidratos, presentes principalmente na massa, e pode ter quantidades elevadas de gordura, dependendo dos ingredientes e do preparo. Essa combinação precisa ser considerada por quem acompanha a glicemia após as refeições.

Durante o DiabetesCast, Martha explicou que refeições com carboidratos e gorduras podem dificultar o controle glicêmico, com efeitos que se estendem por várias horas.

O comportamento da glicose, porém, não é igual para todas as pessoas. A quantidade consumida, os ingredientes, o tratamento utilizado e a resposta individual influenciam o resultado.

Por isso, observar a glicemia após comer pode ajudar a identificar padrões e fornecer informações para discutir ajustes no tratamento com a equipe de saúde.

Por que o horário da refeição importa

O organismo apresenta variações metabólicas ao longo do dia, e a sensibilidade à insulina pode mudar conforme o horário. Isso significa que uma mesma refeição pode provocar respostas glicêmicas diferentes dependendo das circunstâncias.

Martha destacou, durante a entrevista, que o corpo funciona em um ritmo relacionado aos períodos de claridade e escuridão. Segundo a nutricionista, os hábitos modernos, como comer tarde e permanecer diante de telas durante a noite, podem interferir na rotina de sono e alimentação.

A especialista também relatou a experiência com a filha, que tem diabetes tipo 1. Durante a adolescência, a jovem passou a ficar acordada durante a madrugada e apresentou elevações da glicose mesmo sem comer nesse período.

O relato ilustra como o sono e o metabolismo precisam ser considerados no acompanhamento do diabetes, embora a experiência individual não determine o que acontecerá com todas as pessoas.

O que acontece quando a glicose permanece elevada

Uma refeição com grande quantidade de carboidratos e gorduras pode exigir atenção prolongada à glicemia. Em algumas situações, a elevação não ocorre apenas logo após comer, e o acompanhamento precisa considerar o comportamento da glicose nas horas seguintes.

Esse aspecto merece atenção de quem utiliza insulina, pois o planejamento do tratamento precisa levar em conta tanto a refeição quanto a resposta individual. Pessoas que usam bomba de insulina ou outros esquemas de tratamento devem seguir as orientações da equipe responsável pelo acompanhamento.

Não existe um único padrão de resposta que possa ser aplicado a todas as pessoas com diabetes. A monitorização ajuda a identificar como cada organismo reage e se há necessidade de reavaliar a estratégia terapêutica com os profissionais de saúde.

O que considerar ao comer pizza à noite

A entrevista também abordou a importância de avaliar os hábitos alimentares ao longo do dia. Segundo Martha, uma alimentação pouco distribuída durante as primeiras refeições pode contribuir para o aumento da fome no período noturno.

A nutricionista explicou que o organismo precisa receber os nutrientes necessários ao longo do dia e que o planejamento alimentar deve considerar a rotina e as necessidades individuais.

No caso da pizza, vale observar a quantidade consumida, os ingredientes escolhidos e o comportamento da glicose após a refeição. Essas informações podem ajudar a compreender a resposta individual sem transformar um alimento específico em algo proibido para todas as pessoas com diabetes.

A necessidade de ajustes deve ser avaliada individualmente. Alterações nas doses ou nos horários da insulina não devem ser feitas sem orientação da equipe de saúde.

Sono e diabetes também estão relacionados

A relação entre alimentação e sono foi outro ponto discutido por Martha Amodio no DiabetesCast. A nutricionista explicou que dormir mal pode afetar a sensibilidade à insulina e contribuir para alterações no controle glicêmico.

A falta de sono também pode influenciar a fome e as escolhas alimentares no dia seguinte. Por isso, a avaliação da rotina de quem vive com diabetes precisa considerar fatores que vão além de uma refeição isolada.

No episódio, Martha ressaltou a importância de não tratar o sono ruim como algo com que a pessoa precisa simplesmente se acostumar. Dificuldades persistentes para dormir merecem avaliação profissional, assim como alterações frequentes da glicemia durante a noite.


REDAÇÃO








FONTE:https://umdiabetico.com.br/


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sexta-feira, 23 de outubro de 2026

DIABETES: Comer salada antes do almoço pode mudar sua glicose? Entenda o que acontece

 

Começar o almoço pela salada pode ajudar a reduzir os picos de glicemia em pessoas com diabetes.


Começar o almoço pelos vegetais pode ajudar a reduzir os picos de glicemia após a refeição. Entenda o papel das fibras e por que essa mudança pode fazer diferença para quem tem diabetes.

Na hora do almoço, é comum colocar arroz, feijão, carne e salada no mesmo prato e comer tudo junto. Mas um detalhe que muitas vezes passa despercebido pode influenciar o controle da glicemia: a ordem em que esses alimentos são consumidos.

Pesquisas indicam que começar a refeição pelos vegetais e salada, antes de consumir alimentos ricos em carboidratos, pode ajudar a reduzir a elevação da glicose no sangue após comer. Para pessoas com diabetes tipo 2, essa estratégia pode ser uma aliada no dia a dia, sem exigir a retirada do arroz, da batata ou do macarrão do cardápio.

Conhecida como sequência alimentar, a prática consiste em organizar a ordem dos alimentos durante a refeição, influenciando a maneira como o organismo digere e absorve os carboidratos.

Por que comer salada antes do almoço pode ajudar na glicemia?

Quando uma pessoa consome alimentos ricos em carboidratos, como arroz, batata e macarrão, parte desses nutrientes é transformada em glicose durante a digestão, provocando uma elevação da glicemia.

As fibras presentes nas verduras e nos legumes podem ajudar a tornar esse processo mais gradual. Algumas fibras solúveis formam uma espécie de gel no intestino, contribuindo para retardar a absorção dos carboidratos.

Entretanto, nem todos os vegetais apresentam quantidades expressivas dessas fibras. O possível benefício da sequência alimentar também está relacionado à combinação de vegetais e proteínas antes dos carboidratos, que pode influenciar o esvaziamento do estômago e a resposta hormonal à refeição.

Na prática, isso pode resultar em uma elevação menos acentuada da glicose após o almoço. O efeito, porém, depende da composição do prato, das quantidades consumidas e das características individuais.

Os vegetais têm carboidratos? Entenda por que são importantes

Uma dúvida comum entre pessoas com diabetes é se os vegetais podem aumentar a glicose no sangue.

Verduras e legumes como alface, rúcula, pepino, abobrinha e brócolis geralmente apresentam pequenas quantidades de carboidratos disponíveis por porção, além de fornecer fibras e água.

Já alimentos como batata, mandioca e milho possuem maior quantidade de carboidratos e precisam ser considerados no planejamento alimentar.

As fibras também pertencem ao grupo dos carboidratos, mas não são digeridas e absorvidas como os açúcares e o amido. Por isso, não provocam o mesmo efeito direto sobre a glicemia.

Além de favorecerem a saúde intestinal, os vegetais fornecem vitaminas, minerais e compostos antioxidantes. Seu consumo regular faz parte de um padrão alimentar associado à proteção da saúde cardiovascular, especialmente importante para quem tem diabetes.

O que os estudos mostram sobre a ordem dos alimentos?

Uma pesquisa publicada em 2015 na revista científica Diabetes Care investigou como a sequência dos alimentos influencia a glicemia de pessoas com diabetes tipo 2.

O estudo acompanhou 11 adultos que consumiram refeições com os mesmos alimentos, mas em ordens diferentes. Quando os participantes comeram vegetais e proteínas antes dos carboidratos, os níveis de glicose após a refeição foram menores do que quando começaram pelos carboidratos.

Outras pesquisas também encontraram resultados favoráveis, mas muitos estudos envolveram poucos participantes ou avaliaram períodos curtos. Por isso, ainda são necessárias mais evidências sobre os benefícios dessa estratégia no controle do diabetes a longo prazo.

Nutricionista orienta começar pela salada

A nutricionista Tarcila Campos destaca a importância de prestar atenção à composição das refeições, especialmente quando a pessoa vai almoçar fora de casa.

Ao abordar escolhas alimentares em restaurantes, ela recomenda considerar uma entrada mais leve antes do prato principal.

“A gente pode tentar pedir uma entrada um pouquinho mais leve, às vezes tentar preferir salada, ou tentar entradas que já sejam à base de proteína.”

A orientação também pode ser aplicada ao almoço tradicional brasileiro. Em uma refeição com arroz, feijão, carne e salada, por exemplo, uma alternativa é começar pelos vegetais e depois consumir os demais alimentos.

A nutricionista também menciona a possibilidade de escolher entradas que combinem vegetais e proteínas antes de pratos como massas ou risotos. Isso permite organizar melhor a refeição sem precisar excluir esses alimentos.

Comer salada primeiro também pode ajudar a controlar a fome

Outro possível benefício de começar o almoço pelos vegetais está relacionado à saciedade.

Alimentos como alface, tomate, pepino, cenoura e brócolis acrescentam fibras, água e volume à refeição. Dependendo da preparação, também exigem mais mastigação, o que pode ajudar na percepção da saciedade.

Essa estratégia pode ser útil para quem costuma chegar ao horário do almoço com muita fome e acaba comendo rapidamente ou servindo porções maiores do que o necessário.

Entretanto, comer salada primeiro não elimina o impacto dos carboidratos sobre a glicemia. A quantidade total consumida continua sendo importante para o controle do diabetes.

Qual é a melhor ordem para comer os alimentos no almoço?

Para quem deseja experimentar a sequência alimentar, uma possibilidade é começar pelos vegetais, consumir as fontes de proteína em seguida e deixar os alimentos mais ricos em carboidratos para a parte final da refeição.

O almoço pode começar com uma salada de folhas, tomate e pepino ou com legumes cozidos, como brócolis, abobrinha e couve-flor.

Depois, a pessoa pode consumir frango, peixe, carne ou ovos. Na sequência, entram alimentos como arroz, batata, mandioca ou macarrão.

Isso não significa que seja necessário separar rigidamente todos os alimentos. O tradicional arroz com feijão pode continuar fazendo parte da alimentação, já que o feijão fornece fibras, proteínas vegetais e carboidratos.

O mais importante é manter um prato equilibrado, com variedade de vegetais e porções adequadas às necessidades individuais.

A estratégia funciona para todas as pessoas com diabetes?

Embora os resultados sejam promissores, comer salada antes do almoço não garante a mesma resposta glicêmica para todas as pessoas.

O efeito depende de fatores como o tipo de diabetes, os medicamentos utilizados, a quantidade de carboidratos consumida e as características individuais.

Pessoas que utilizam insulina ou medicamentos capazes de provocar hipoglicemia precisam considerar mudanças na alimentação dentro do planejamento orientado pela equipe de saúde, principalmente se também reduzirem as porções de carboidratos.

O acompanhamento da glicemia pode ajudar a observar como o organismo responde a diferentes refeições.

Começar o almoço pela salada pode contribuir para o controle glicêmico, mas não substitui o tratamento médico e os demais cuidados necessários para viver bem com diabetes.








FONTE:https://umdiabetico.com.br/


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