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sexta-feira, 4 de setembro de 2026

CÂNCER: Quando pensamos em leucemia, é comum lembrarmos dos tipos mais conhecidos, como a leucemia linfoide aguda ou a mieloide crônica. (PEDIDO)

 

Dr. Natalício Kern Filho

Quando pensamos em leucemia, é comum lembrarmos dos tipos mais conhecidos, como a leucemia linfoide aguda ou a mieloide crônica. Mas você sabia que existe uma forma rara e peculiar chamada Leucemia das Células Cabeludas (Tricoleucemia)?
Trata-se de um tipo de evolução lenta que afeta os linfócitos B. Seu nome curioso vem da estrutura das células doentes, que apresentam projeções finas semelhantes a fios de cabelo ao serem analisadas no microscópio.
Por evoluir devagar, muitos pacientes passam meses convivendo com sintomas sutis antes de buscar ajuda médica, como cansaço extremo, infecções frequentes, facilidade para sangramentos e sensação de peso no abdômen.
A boa notícia é que o prognóstico é bom quando diagnosticada e tratada corretamente. O esquema terapêutico é bem específico e consiste na aplicação de um ciclo curto (apenas 5 dias seguidos) de um medicamento chamado Cladribina.
Sentiu sintomas persistentes e sem causa aparente? Não adie sua consulta. O diagnóstico precoce faz toda a diferença!
Dr. Natalício Kern Filho - Médico Hematologista, Oncohematologista e Hemoterapeuta RQE10.418 | RQE 10.419, Medicina Interna | RQE 10.403. Preceptor Sírio Libanês CRM RS18819































Fonte:  https://www.facebook.com/Dr.NatalicioKernFilho



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  • ⚕️ Aviso médico: As informações deste artigo têm caráter exclusivamente educativo e não substituem a consulta com médico e/ou nutricionista. Cada pessoa tem necessidades individuais , busque sempre orientação profissional antes de Tratamento

CÂNCER: CÂNCER: Dia Mundial da Leucemia (4/09);


Por Camaleão 03 de Setembro | 2021

A leucemia é um câncer que tem início nas células-tronco da medula óssea, local de fabricação das células sanguíneas que ocupa a cavidade dos ossos. Com o objetivo de alertar para a importância do diagnóstico precoce e tratamento da doença, no dia 4 de setembro é celebrado o Dia Mundial da Leucemia, uma campanha global anual iniciada pela Leukemia Care, instituição inglesa em colaboração com grupos de pacientes em todo o mundo. 

Atenta à data, a ONG Projeto Camaleão desenvolve ao longo do mês campanha digital educativa “Leucemia não é tudo igual”  buscando explicar os diferentes tipos da doença.

Doença maligna dos glóbulos brancos, geralmente, de origem desconhecida, ela tem como principal característica o acúmulo de células doentes na medula óssea, que substituem as células sanguíneas normais. Na leucemia, explica o Instituto Nacional de Câncer (INCA), uma célula sanguínea que ainda não atingiu a maturidade sofre uma mutação genética que a transforma em uma célula cancerosa. Essa célula anormal não funciona de forma adequada, multiplica-se mais rápido e morre menos do que as células normais. Dessa forma, as células sanguíneas saudáveis da medula óssea vão sendo substituídas por células anormais cancerosas.

Existem mais de 12 tipos de leucemia, sendo que os quatro mais frequentes são leucemia mieloide aguda (LMA), leucemia mieloide crônica (LMC), leucemia linfocítica aguda (LLA) e leucemia linfocítica crônica (CLL).

 

Detecção precoce

De acordo com o INCA, a detecção precoce do câncer é uma estratégia para encontrar um tumor em fase inicial e possibilitar maior chance de tratamento. A identificação pode ser feita por meio da investigação com exames clínicos, laboratoriais ou radiológicos, de pessoas com sinais e sintomas sugestivos da doença ( exames de diagnóstico), ou com o uso de exames periódicos em pessoas sem sinais ou sintomas (exames de rastreamento), mas pertencentes a grupos com maior chance de ter a doença.

Já o diagnóstico precoce desse tipo de câncer possibilita melhores resultados em seu tratamento e deve ser buscado com a investigação de sinais e sintomas como:

# Palidez, cansaço e febre;

# Aumento de gânglios;

# Infecções persistentes ou recorrentes;

# Hematomas, petéquias e sangramentos inexplicados;

# Aumento do baço e do fígado.

Na maior parte das vezes esses sintomas não são causados por câncer, mas é importante que sejam investigados por um médico.

 

Diagnóstico

Diante da suspeita de um quadro de leucemia, o paciente deverá realizar exames de sangue e deverá ser referenciado para um hematologista, para avaliação médica específica.

O principal exame de sangue para confirmação da suspeita de leucemia é o hemograma. Em caso positivo, o hemograma estará alterado, mostrando na maioria das vezes um aumento do número de leucócitos (na minoria das vezes o número estará diminuído), associado ou não à diminuição das hemácias e plaquetas.  Outras análises laboratoriais devem ser realizadas, como exames de bioquímica e da coagulação, e poderão estar alteradas.

A confirmação diagnóstica é feita com o exame da medula óssea (mielograma). Nesse exame, retira-se uma pequena quantidade de sangue, proveniente do material esponjoso de dentro do osso, para análise citológica (avaliação da forma das células), citogenética (avaliação dos cromossomos das células), molecular (avaliação de mutações genéticas) e imunofenotípica (avaliação do fenótipo das células).

Algumas vezes pode ser necessária a realização da biópsia da medula óssea. Nesse caso, um pequeno pedaço do osso da bacia é enviado para análise por um patologista.

O que aumenta o risco?

Muitos estudos examinaram o papel dos fatores de risco em leucemia mielóide aguda e leucemia linfocítica aguda. A radiação ionizante e o benzeno são os fatores ambientais que até agora foram comprovadamente associados à leucemia aguda. Há outros fatores ambientais menos ligados a esse tipo de leucemia.

As causas da leucemia ainda não estão definidas, mas, faz-se a associação entre determinados fatores com o risco aumentado de desenvolver alguns tipos específicos da doença:

  • Tabagismo: leucemia mieloide aguda.
  • Benzeno (encontrado na gasolina e largamente usado na indústria química): leucemia mieloide aguda e crônica, leucemia linfóide aguda.
  • Radiação ionizante (raios X e gama) proveniente de procedimentos médicos (radioterapia). O grau de risco depende da idade, da dose de radiação e da exposição: leucemia mieloide aguda e crônica e leucemia linfóide aguda;
  • Quimioterapia (algumas classes de medicamentos usados no tratamento do câncer e doenças auto-imunes): leucemia mieloide aguda e leucemia linfóide aguda;
  • Formaldeído, por exposição ocupacional em indústrias (química, têxtil, entre outras), área biomédica/saúde (hospitais e laboratórios: antisséptico, desinfetante, fixador histológico e solvente), além do uso não autorizado pela Anvisa desta substância em alguns salões de beleza (procedimento de alisamento capilar): leucemia mieloide
  • Produção de borracha: leucemias;
  • Síndrome de Down e outras doenças hereditárias: leucemia mieloide aguda;
  • Síndrome mielodisplásica e outras desordens sanguíneas: leucemia mieloide aguda;
  • História familiar: Leucemia mieloide aguda e leucemia linfóide crônica.
  • Idade: quanto maior a idade maior o risco de desenvolver leucemia. Exceto a leucemia linfoide aguda, que é mais comum em crianças. Todas as outras formas são mais comuns em idosos.
  • Exposição a agrotóxicos, solventes, diesel, poeiras, infecção por vírus de hepatite B e C: leucemias

 

Você sabia?

# Segundo dados do INCA, em 2021, são esperados 10.810 novos casos de Leucemia no Brasil, sendo que 54,7% deles diagnosticados em homens, e 45,3% em mulheres. 

 

# De acordo com o Atlas de Mortalidade por Câncer, referente ao ano de 2019, 7.370 perderam a vida em razão da doença (54,5% do sexo masculino; e 45,5%, feminino).

 

# A leucemia é o 13º câncer mais comum do mundo, de acordo com o site ‘Leukemia Care’. Mais de 437.000 pessoas são diagnosticadas anualmente, ou seja, mais de 1.000 por dia. O número de mortes é superior a 300.000 em todo o globo.

 

Apoio ao Paciente: 

O Projeto Camaleão apoia pessoas com qualquer tipo de câncer. Se você está enfrentando a leucemia, saiba que pode contar conosco, participando de nossas atividades online gratuitas  para pacientes, familiares e cuidadores! Saiba mais em www.projetocamaleao.com ou pelo whatsApp 51 99684-7450.

Categorias: Blog, Leucemia

 

 

 

 

 

 

 

FONTE : https://institutocamaleao.org/blog/dia-da-leucemia

 






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CÂNCER: Saiba mais sobre câncer de pâncreas - Laço do Mês de Setembro

 


Raro antes dos 30 anos de idade, o câncer de pâncreas mais comum é do tipo adenocarcinoma que se origina nos ductos pancreáticos.

Torna-se mais comum com o avançar da idade (preferencialmente em homens) respondendo por cerca de 4% de todos os tipos de câncer no Brasil e por 2% da mortalidade por esta doença.

Os fatores de risco mais importantes são: o tabagismo (fumo); a obesidade; o consumo de álcool; o gênero (mais frequente nos homens); a raça (mais frequente em negros) e fatores dietéticos como o alto consumo de carnes vermelhas. Existem também várias síndromes genéticas que podem predispor o desenvolvimento do câncer de pâncreas isoladamente ou em conjunto com canceres de outros órgãos.

Não existem testes que façam a prevenção ou detecção precoce do câncer de pâncreas.

A detecção do câncer de pâncreas é difícil principalmente pela sua localização anatômica. Fazendo com que, na maioria dos casos, o diagnóstico seja realizado em fases avançadas da doença levando a uma alta taxa de mortalidade.

A localização mais frequente é na cabeça do pâncreas (junto ao duodeno). Isso faz com que um dos sinais da doença seja a icterícia (pele e mucosas amareladas) pela obstrução dos ductos biliares. Outros sinais e sintomas são: dor na região dorsal (costas) e aumento da glicose no sangue.

O diagnóstico é realizado principalmente por exames de imagem da região (ecografia; tomografia; ressonância) e confirmado por exame anatomopatológico da biópsia do tumor.

Existe chance de cura se o tumor for detectado em fase inicial.

O tratamento de escolha é a cirurgia (retirada do tumor). A radioterapia e/ou a quimioterapia podem ser utilizados (juntamente com a cirurgia) para redução do tamanho do tumor ou para tratamento de tumores em estágio avançado.

Atenção: A informação existente neste conteúdo pretende apoiar e não substituir a consulta médica. Procure sempre uma avaliação pessoal com um médico da sua confiança. 


TEXTO ESCRITO PELO DR. EDUARDO PRETTO SERAFINI, MÉDICO PATOLOGISTA DO GRUPO DIAGNOSE.




 

 

FONTE : https://www.grupodiagnose.com.br/noticias/saiba-mais-sobre-laco-do-mes-de-setembro















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