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quarta-feira, 17 de junho de 2026

DIABETES: Frio e diabetes: 5 dicas para manter a glicose sob controle

 


 

 

 Quando a temperatura cai, o cuidado com o diabetes precisa subir. O frio afeta o corpo de diversas formas e, por isso, quem vive com diabetes precisa redobrar a atenção. Veja como proteger sua saúde durante os meses gelados com atitudes simples e eficazes.

 

 Imagem mostra medidor de glicose com taxa de pessoa com diabetes estabilizada durante o frio. 

O período de mais frio, como o outono e o inverno não trazem apenas cobertores e chocolate quente. Além disso, ele representa um período que exige ainda mais atenção de quem convive com diabetes. Isso porque, à medida que as temperaturas caem, surgem novos desafios para manter a glicose sob controle. Por exemplo, com os dias de outono mais amenos em boa parte do Brasil, com termômetros que dificilmente passam dos 22 °C, o corpo passa a gastar mais energia para se manter aquecido. Como resultado, os níveis de glicose podem variar mais frequentemente. Por isso, entender essas mudanças e agir com planejamento faz toda a diferença.

E isso pode causar variações nos níveis de glicose. Além disso, o frio pode diminuir a circulação sanguínea, dificultar a prática de atividades físicas e aumentar a vontade de consumir alimentos mais calóricos. Tudo isso somado eleva o risco de glicose alta e possíveis complicações.

 

 

Pensando nisso, separamos 5 dicas que vão te ajudar a manter o controle da diabetes durante o inverno.

1. Monitore a glicose com mais frequência

Durante o frio, o corpo passa por mudanças que podem afetar diretamente os níveis de açúcar no sangue. Segundo a American Diabetes Association (ADA), as baixas temperaturas podem reduzir a sensibilidade à insulina, o que prejudica o controle glicêmico. Por isso, monitore a glicose com mais frequência e anote os resultados para entender melhor o comportamento do seu corpo.

Dica prática: Guarde seu medidor em um local seco e aquecido. O frio pode interferir no funcionamento do aparelho.

2. Mantenha o corpo ativo

É comum sentir mais preguiça para se movimentar no inverno. No entanto, deixar o sedentarismo tomar conta pode dificultar o controle do diabetes. A revista Diabetes Care reforça que os exercícios físicos regulares aumentam a sensibilidade à insulina e ajudam a manter a glicose sob controle.

 

Dica prática: Se sair de casa estiver difícil, escolha atividades dentro de casa, como ioga, pilates, dança ou treinos com peso corporal. O importante é manter o corpo em movimento.

3. Não descuide da hidratação

No frio, sentimos menos sede. Ainda assim, o corpo continua precisando de água. A desidratação pode elevar os níveis de glicose, como mostra o Journal of Clinical Endocrinology & Metabolism. Além disso, a pele tende a ressecar, aumentando o risco de rachaduras e infecções, especialmente nos pés e mãos.

Dica prática: Beba água ao longo do dia, mesmo sem sede. Use hidratantes específicos para evitar o ressecamento, principalmente nas extremidade

 

 LINK: https://youtu.be/-MG8GgZiCLU

 

 


 

4. Alimente-se bem

Durante os meses frios, muita gente busca conforto na comida, geralmente em pratos mais calóricos e ricos em carboidratos. Embora isso seja compreensível, exagerar pode dificultar o controle da glicose. Felizmente, é possível adaptar a alimentação sem abrir mão do sabor. O periódico Nutrition & Diabetes destaca que alimentos ricos em fibras e proteínas ajudam a manter a saciedade e estabilizar os níveis de açúcar no sangue.

Dica prática: Aposte em sopas nutritivas com legumes e proteínas magras. Dê preferência para grãos integrais e evite alimentos processados e cheios de açúcar.

5. Proteja as extremidades do corpo

Com o frio, o sangue circula menos nas extremidades, o que aumenta o risco de lesões, úlceras e infecções, problemas sérios para quem tem diabetes. Por isso, manter os pés bem cuidados e aquecidos deve virar prioridade. A organização Diabetes UK recomenda atenção diária para evitar complicações.

Dica prática: Use meias térmicas e sapatos confortáveis. Examine os pés todos os dias em busca de rachaduras, feridas ou áreas com mudança de cor.

 Cuide-se bem e aproveite o inverno com saúde

Como você viu, é possível sim aproveitar os dias frios sem prejudicar a saúde. Basta adotar hábitos simples e prestar atenção aos sinais do corpo. Portanto, siga essas dicas, mantenha o acompanhamento médico em dia e, sempre que tiver dúvidas, converse com seu endocrinologista ou nutricionista.

Lembre-se: cada escolha conta, e pequenas atitudes fazem grande diferença no controle do diabetes.

 

Editor-Chefe e Supervisor de Comunicação - Jovem, antenado e questionador, Marcelo convive com diabetes tipo 1 desde os 5 anos de idade. Natural de Nova Friburgo, no Rio de Janeiro, é jornalista e está sempre em busca de novos aprendizados. Atua na produção e edição de reportagens, roteiros e conteúdos que unem informação, sensibilidade e relevância. Também supervisiona a comunicação institucional do Um Diabético e contribui ativamente para o diálogo com a comunidade. Sua vivência com o diabetes traz ainda mais autenticidade e empatia para o conteúdo que produz.

 

 

 

FONTE:https://umdiabetico.com.br/2025









FONTE:  https://umdiabetico.com.br/frio-e-diabetes






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⚕️ Aviso médico: As informações deste artigo têm caráter exclusivamente educativo e não substituem a consulta com médico e/ou nutricionista. Cada pessoa tem necessidades individuais busque sempre orientação profissional antes de alterar sua dieta ou tratamento.

Frio e diabetes: os cuidados que fazem diferença quando a temperatura cai

 





As baixas temperaturas alteram a glicemia, afetam a circulação e pedem atenção redobrada com pés, hidratação e armazenamento da insulina


O inverno e o frio exige atenção especial de quem convive com diabetes. Quando a temperatura cai, o organismo trabalha mais para manter o calor corporal, e esse esforço extra pode elevar a glicemia, alterar a resposta à insulina e aumentar o risco de complicações.

Além disso, hábitos que mudam no frio, como comer mais alimentos calóricos, beber menos água e praticar menos exercícios, contribuem para desestabilizar o controle glicêmico. Por isso, alguns cuidados simples fazem diferença significativa nessa época do ano.


Por que o frio afeta a glicemia

No frio, o corpo aciona mecanismos de adaptação para manter a temperatura interna estável. Esse processo aumenta o consumo de energia e pode elevar a resistência à insulina, dificultando o controle do açúcar no sangue. Além disso, o estresse fisiológico causado pelo frio estimula a liberação de hormônios como o cortisol e a adrenalina, que também contribuem para elevar a glicemia.

Nesse contexto, a Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD) orienta que pessoas com diabetes aumentem a frequência de monitoramento da glicose durante os meses mais frios. Variações inesperadas são mais comuns nesse período, e identificá-las cedo é o que permite agir antes que o descontrole se instale.

Outro ponto importante é que a vasoconstrição causada pelo frio pode reduzir o fluxo sanguíneo nos locais de aplicação da insulina, como o abdômen e os braços. Nesse caso, a absorção do hormônio pode ser mais lenta ou irregular, o que também interfere no controle glicêmico.

Atenção redobrada com os pés

O frio intensifica um dos principais fatores de risco para complicações nos pés: a má circulação sanguínea nas extremidades. Com menos fluxo de sangue, a pele dos pés resseca mais facilmente, e pequenas rachaduras ou ferimentos passam despercebidos, especialmente em quem já apresenta perda de sensibilidade pela neuropatia diabética.

Por isso, durante o inverno, os cuidados com os pés precisam ser ainda mais rigorosos. A inspeção diária de toda a região, incluindo sola e entre os dedos, deve ser mantida. O uso de meias quentes ajuda a preservar a temperatura e a circulação local, mas elas devem ser trocadas diariamente e não devem comprimir o pé.

A hidratação da pele também é essencial nesse período, já que o ar mais seco contribui para o ressecamento. No entanto, vale lembrar que o hidratante não deve ser aplicado entre os dedos, pois o excesso de umidade nessa área favorece infecções.

Ao identificar qualquer alteração, como vermelhidão, bolha, ferimento ou mudança de temperatura, é fundamental buscar avaliação com profissional especializado sem demora.

Como armazenar insulina e equipamentos no frio

Um cuidado que muitas vezes passa despercebido no inverno é o armazenamento correto da insulina e dos equipamentos de monitoramento. A insulina não pode congelar: temperaturas abaixo de 0°C destroem a estrutura da proteína e tornam o produto ineficaz, mesmo que o frasco não apresente sinais visíveis de dano.

As tiras de teste dos glicosímetros também são sensíveis às variações extremas de temperatura e umidade. Por isso, em dias muito frios, é importante manter esses itens em locais protegidos, como dentro de bolsas junto ao corpo ou em estojos térmicos. As recomendações do fabricante de cada produto devem ser seguidas, pois os limites de temperatura variam conforme o tipo de insulina e o modelo do equipamento.

Além disso, quem usa bomba de insulina ou sensor de glicose contínuo deve verificar se esses dispositivos possuem especificações de temperatura que exijam cuidado adicional no inverno.

Alimentação e hidratação no inverno

No frio, a tendência natural é buscar alimentos mais calóricos e reconfortantes como massas, pães, sopas cremosas e doces. Esse comportamento é compreensível, mas exige atenção de quem precisa manter o controle glicêmico. Portanto, a estratégia não é proibir esses alimentos, mas equilibrá-los com escolhas ricas em fibras e proteínas, que promovem mais saciedade sem gerar picos de glicose.

Sopas com vegetais, leguminosas como feijão e lentilha, e proteínas magras são opções nutritivas e compatíveis com o controle do diabetes. Além disso, incluir verduras no início da refeição, antes do carboidrato, já ajuda a reduzir o impacto glicêmico do prato como um todo.

A hidratação merece atenção especial no inverno, porque a sensação de sede diminui com o frio. No entanto, a desidratação prejudica a função renal e o controle da glicose. A recomendação geral é de 30 a 50 ml de água por quilograma de peso ao dia, considerando fatores como nível de atividade física, idade e clima local. Nesse cenário, criar o hábito de beber água regularmente, mesmo sem sentir sede, é uma estratégia importante.

Exercícios: o sedentarismo é o maior inimigo

O frio reduz a disposição para atividades físicas, mas o sedentarismo é um dos principais fatores que desestabilizam a glicemia. Manter a rotina de exercícios durante o inverno, ainda que adaptada ao clima, contribui diretamente para o controle do açúcar no sangue, para a sensibilidade à insulina e para o bem-estar geral.

Nesse período, atividades indoors são uma alternativa prática: caminhadas em corredores cobertos, exercícios de alongamento, yoga, musculação e dança são opções que independem do clima externo. Para quem prefere se exercitar ao ar livre, o ideal é aguardar as horas mais quentes do dia e usar camadas de roupa adequadas para manter o corpo aquecido durante a atividade.

Por outro lado, vale observar que o frio também pode mascarar sintomas de hipoglicemia durante o exercício. Por isso, monitorar a glicemia antes, durante e depois da atividade física é uma precaução importante, especialmente no inverno.

DIABÉTICO PODE COMER SOPA? | Tom Bueno





Jornalista com quase 30 anos de experiência em televisão no interior de São Paulo, atuando como coordenadora de conteúdo e responsável por produção de pautas. Atualmente é produtora executiva na TB Content.



FONTE:  https://umdiabetico.com.br/frio-e-diabetes-os-cuidados-que-fazem-diferenca-quando-a-temperatura-cai/







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⚕️ Aviso médico: As informações deste artigo têm caráter exclusivamente educativo e não substituem a consulta com médico e/ou nutricionista. Cada pessoa tem necessidades individuais busque sempre orientação profissional antes de alterar sua dieta ou tratamento.

CÂNCER: Quando o assunto é câncer, é comum surgirem dúvidas sobre alimentos “milagrosos” ou dietas específicas.

 



Quando o assunto é câncer, é comum surgirem dúvidas sobre alimentos “milagrosos” ou dietas específicas.
Mas é importante lembrar: não existe um único alimento capaz de prevenir ou curar a doença sozinho!
💚
O que realmente faz diferença é manter hábitos saudáveis ao longo da vida, com uma alimentação equilibrada, variada e acompanhada por profissionais quando necessário.
Cuidar da alimentação também é uma forma de promover bem-estar, fortalecer o organismo e investir na saúde de forma integral
✨














FONTE:  https://www.facebook.com/oncologiameridional?__tn__=-UC*F






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