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sábado, 25 de julho de 2026

Nefrologia/ Urologia,> Reconhecer quando é hora de procurar um urologista é

 Hospital Alemão Oswaldo Cruz 

Alguns sinais do corpo podem parecer simples à primeira vista, mas merecem atenção e avaliação especializada.
Reconhecer quando é hora de procurar um urologista é importante para investigar sintomas, esclarecer dúvidas e receber o cuidado adequado no momento certo. Nas imagens, reunimos algumas das principais situações que indicam a necessidade de consultar esse especialista.
Lembre-se sempre: no nosso Centro Especializado em Urologia, você encontra uma equipe preparada para oferecer um acompanhamento completo, com excelência assistencial e cuidado centrado em cada paciente.
Quando o assunto é saúde urológica, você é a nossa primeira escolha.
💙
#ParaTodosVerem: as imagens possuem texto alternativo.






















 FONTE:  https://www.facebook.com/HospitalAlemaoOswaldoCruz?__cft__[0]=AZZ89iNVdRrtTvO_h14f3QQj7br9doGMhyaD5HduEz7q9e1x0lVK7gVSEvvF4Mrf-MeDy6dSPSebinFXV3tXhQ1MaAdLNq4NYoPhXBjFGEk8OtHS5O4xY8PttX89OtK1yAYQu7RNve-M485hy0S36xn1VWPzzTUEdYHr9QXDHE8rw8YvMGbCH_TwHykP7OhEfZo&__tn__=-UC%2CP-y-R









obs. conteúdo meramente informativo procure seu médico

abs

Carla



⚕️ Aviso médico: As informações deste artigo têm caráter exclusivamente educativo e não substituem a consulta com médico e/ou nutricionista. Cada pessoa tem necessidades individuais busque sempre orientação profissional antes de Tratamento

CÂNCER: O sarcoma é um tumor complexo e com dezenas de variações diferentes. Para se cuidar, o primeiro passo é dar atenção aos seguintes sinais:

 





O sarcoma é um tumor complexo e com dezenas de variações diferentes. Para se cuidar, o primeiro passo é dar atenção aos seguintes sinais:
Nos ossos - Dor persistente que não passa com o repouso, inchaços ou fraturas espontâneas (sem quedas ou traumas).
Nas partes moles (músculos e tecidos) - Caroço ou massa visível que cresce rápido (geralmente sem dor no início) e inchaços insistentes nos braços, pernas ou abdômen.
Diante de uma suspeita, o olhar de uma equipe especializada faz a diferença. E o A.C.Camargo está na linha de frente por diagnósticos rápidos e tratamentos eficientes.
A Dra Maria Leticia Gobo Silva, Líder do Centro de Referência em Sarcomas e Tumores Ósseos do A.C.Camargo, contou que nossos pesquisadores estão participando de estudos globais pioneiros, como o estudo CHONQUER (uma pesquisa clínica internacional focada em determinados tipos de condrossarcoma), além de ensaios internacionais sobre sarcomas ultra-raros e sobre o papel da radioterapia nos sarcomas de retroperitônio recidivado.
“Essa união entre o cuidado com o paciente e a ciência de ponta é o que nos permite transformar vidas todos os dias.”, disse a Dra Maria Leticia.
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Compartilhe este post para espalhar esse alerta essencial e celebrar a ciência brasileira!












 FONTE:  https://www.facebook.com/accamargocancercenter?__cft__[0]=AZYTgaqNQcIqZ-w9DH3uiDQJ6Fg0Fxv3GIT_xD_GpPScJW5adcOWo-mavGYg6MAhyPv2GGq-BsPKDCGWF7EOTZr4eSIer8wwF99fhGaJ9nWUlCgpLGzvTvmURU4hSTudOtoZj2mjfkOVD-00FgN4HejXTLgpyze2KhxStyEF7pDINIemRXbRt9aq9WRIdu4L2ko&__tn__=-UC%2CP-y-R








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Quem tem diabetes deve tirar o miolo do pão? Nutricionista responde

 

Um hábito comum na hora do café da manhã pode não ter o efeito que muita gente imagina sobre a glicemia



Logo após o diagnóstico de diabetes, muitas pessoas mudam a alimentação de um dia para o outro. Entre as primeiras atitudes está retirar o miolo do pão francês na tentativa de evitar o aumento da glicose. A estratégia é comum, mas, sozinha, não resolve o problema. Segundo a nutricionista e educadora em diabetes Tarcila Campos, membro do Departamento de Nutrição da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD), o resultado depende do conjunto da refeição.

Tirar o miolo do pão reduz carboidratos, mas não transforma o alimento

Durante participação no DiabetesCast, Tarcila explicou que retirar o miolo pode diminuir um pouco a quantidade de carboidrato consumida. No entanto, isso não faz o pão deixar de ser uma fonte de carboidrato nem elimina seu impacto sobre a glicemia.



Segundo a especialista, o pão francês pode continuar fazendo parte da alimentação de quem tem diabetes, desde que seja consumido em uma porção adequada e acompanhado de outros alimentos que ajudem a equilibrar a refeição.

“O que talvez eu falaria é: continua com o seu pãozinho, põe um ovinho mexido junto e vamos ver o que acontece”, afirmou.

Ela explica que, no café da manhã, a resistência à insulina costuma ser maior para muitas pessoas com diabetes tipo 2. Por isso, consumir apenas um alimento rico em carboidratos pode favorecer uma elevação mais rápida da glicose.

O que colocar junto com o pão pode fazer mais diferença

Para Tarcila, a principal estratégia não é retirar alimentos, mas aprender a combiná-los.

Adicionar uma fonte de proteína, como ovos, queijo ou iogurte natural, pode ajudar a tornar a absorção do carboidrato mais lenta. Além disso, a nutricionista recomenda evitar concentrar muitos alimentos ricos em carboidratos na mesma refeição.


Um exemplo citado por ela é o hábito de consumir pão e fruta ao mesmo tempo. Nesse caso, uma alternativa pode ser manter o pão no café da manhã e deixar a fruta para outro horário do dia.

Segundo a especialista, essa organização costuma trazer mais benefícios do que simplesmente eliminar o miolo do pão.

O diagnóstico não significa abandonar alimentos

Outro ponto destacado por Tarcila é que muitas pessoas recebem o diagnóstico acreditando que nunca mais poderão comer pão, arroz ou outros alimentos presentes na rotina.

Ela afirma que essa percepção não corresponde ao tratamento nutricional atual do diabetes tipo 2.

Em vez de criar listas de alimentos proibidos, o foco deve estar na quantidade consumida e na composição das refeições. O planejamento alimentar também precisa considerar a realidade de cada pessoa, incluindo cultura, acesso aos alimentos e hábitos familiares.

“A gente precisa organizar a forma e, muitas vezes, a quantidade daquele alimento”, explicou.

Cada pessoa pode responder de forma diferente

A nutricionista também ressalta que não existe uma regra que funcione da mesma maneira para todos.

Algumas pessoas conseguem manter determinado alimento na rotina sem grandes alterações na glicose. Outras apresentam respostas diferentes ao consumir exatamente o mesmo alimento.

Segundo Tarcila, conhecer essa resposta individual pode ajudar na construção de um plano alimentar mais adequado. Quando possível, a monitorização da glicose, seja com glicosímetro ou sensor, permite identificar como cada refeição interfere nos níveis de glicose ao longo do dia.

Essas informações ajudam profissionais de saúde a ajustar quantidades, horários e combinações dos alimentos de acordo com a resposta de cada organismo.

Dicas para incluir o pão na alimentação de quem tem diabetes

  • Consuma o pão em uma porção adequada para a sua necessidade.

  • Prefira combinar o pão com uma fonte de proteína, como ovo, queijo ou iogurte natural.
  • Evite consumir vários alimentos ricos em carboidratos na mesma refeição, como pão e grandes porções de frutas ao mesmo tempo.

  • Acrescente fibras à refeição, incluindo frutas na quantidade orientada ou vegetais quando possível.

  • Lembre-se de que retirar o miolo do pão reduz apenas uma pequena quantidade de carboidrato e, sozinho, não controla a glicemia.

  • Sempre que possível, monitore a glicose para entender como o seu organismo responde ao pão e às diferentes combinações de alimentos.

  • Não exclua o pão da alimentação apenas por causa do diagnóstico. O planejamento da refeição costuma ser mais importante do que eliminar um alimento específico.









 FONTE:  https://umdiabetico.com.br/










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