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domingo, 1 de novembro de 2026

DIABETES: Nutricionista ensina técnica com as mãos para estimar carboidratos sem balança para pessoas com diabetes; saiba como fazer

 

Método utiliza as mãos e colheres caseiras para estimar porções de alimentos no dia a dia


A nutricionista Juliana Baptista ensina uma técnica para estimar a quantidade de carboidratos dos alimentos sem depender de balança ou calculadora. O método utiliza as mãos, colheres caseiras e a comparação visual entre porções para facilitar a contagem no dia a dia de quem vive com diabetes.

A estratégia foi apresentada em um episódio do DiabetesCast, com a participação da endocrinologista Denise Franco. Durante a conversa, as profissionais explicaram como estimar porções de alimentos como arroz, feijão, macarrão, pão e frutas, além de abordar os limites desse tipo de cálculo.

A contagem de carboidratos permite estimar quanto desse nutriente está presente nas refeições. Para pessoas que usam insulina nas refeições, essa informação pode ajudar a calcular a dose necessária, conforme a relação entre insulina e carboidratos definida para cada paciente.

Como funciona a técnica das mãos

Juliana Baptista desenvolveu a estratégia para ajudar pacientes a estimar porções mesmo quando não têm acesso a uma balança, a tabelas nutricionais ou a aplicativos. A proposta é treinar o olhar para reconhecer quantidades aproximadas de alimentos em diferentes situações.

“Eu gosto muito de ensinar para o paciente essa técnica”, explicou a nutricionista durante o episódio.

Segundo ela, o método surgiu da própria experiência ao estimar porções na rotina, sem precisar pesar todos os alimentos.

Uma das referências utilizadas é a colher de sopa. Juliana demonstra como observar o volume de alimentos colocados na colher e comparar essa quantidade com o que está servido no prato.

A profissional também orienta que o paciente pratique em casa e desenvolva a capacidade de reconhecer porções. No consultório, ela acompanha esse processo e pode pedir fotografias das refeições para avaliar se as estimativas estão próximas das quantidades consumidas.

A técnica não substitui a avaliação nutricional nem fornece medidas exatas. O tamanho das mãos, das colheres e das porções varia, assim como a composição dos alimentos e a quantidade de água presente no preparo.

Contagem de carboidratos: como calcular de forma simples no dia a dia do diabetes | DiabetesCast #26

Quantos carboidratos cabem em uma colher?

Durante o episódio, Juliana apresentou valores aproximados para ajudar a visualizar a quantidade de carboidratos em diferentes alimentos. Na técnica demonstrada, uma colher de sopa de alimentos cozidos, como arroz, macarrão e alguns grãos, é utilizada como referência de cerca de 5 gramas de carboidratos.

Já alimentos como farinhas de mandioca e de milho e tapioca exigem outra estimativa. Segundo a nutricionista, uma colher de sopa desses ingredientes pode representar aproximadamente 10 gramas de carboidratos, dependendo do alimento e da quantidade utilizada.

A diferença ocorre porque alimentos secos e concentrados podem reunir mais carboidratos no mesmo volume do que preparações cozidas, que contêm água.

Juliana também explica que alimentos com ingredientes variados, como purês e bolos, precisam de estimativas próprias. A quantidade de farinha, açúcar, leite, gordura e outros componentes interfere na composição nutricional da preparação.

Esses valores são referências apresentadas pela nutricionista no episódio, e não medidas universais. Para calcular a quantidade de carboidratos com maior precisão, é necessário considerar a receita, o tamanho da porção e as informações nutricionais disponíveis.

Como estimar carboidratos no pão e nas frutas

Para alimentos que não se encaixam bem na medida da colher, Juliana propõe outra estratégia: comparar o tamanho das porções.

No caso do pão, a nutricionista utiliza o pão francês como referência visual. Durante a demonstração, o apresentador Tom Bueno menciona cerca de 28 gramas de carboidratos em uma unidade, enquanto Juliana sugere arredondar para 30 gramas para facilitar a estimativa.

A partir dessa comparação, é possível avaliar quantas fatias de outro pão teriam um volume semelhante ao de um pão francês. A profissional ressalta, porém, que o resultado depende do tamanho e da espessura das fatias.

Para as frutas, a proposta é observar o tamanho do alimento em relação à mão da pessoa. Juliana explica que a referência precisa ser adaptada individualmente, já que as mãos têm tamanhos diferentes.

A nutricionista também destaca que as frutas contêm carboidratos e precisam ser consideradas na contagem quando essa estratégia faz parte do tratamento. A quantidade depende do tipo de fruta e do tamanho da porção consumida.


Gerente de Conteúdo e Redes Sociais - Jornalista mineira, natural de Uberlândia, Laura é descolada, sensível e criativa. Traz para o projeto uma visão estratégica e conectada com as tendências digitais. É responsável pela distribuição dos conteúdos nas redes sociais, escreve reportagens especiais para o portal e atua na produção audiovisual. Desde que abraçou a causa do diabetes, há três anos, mergulhou no universo do Um Diabético com dedicação e empatia. Está constantemente se atualizando para potencializar o alcance e o impacto do nosso conteúdo.













FONTE:https://umdiabetico.com.br/

   

                               



            


                       
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  • ⚕️ Aviso médico: As informações deste artigo têm caráter exclusivamente educativo e não substituem a consulta com médico e/ou nutricionista. Cada pessoa tem necessidades individuais , busque sempre orientação profissional antes de Tratamento

Novembro é...

 Novembro Azul – Mês de conscientização sobre a saúde do homem  e  Dia Mundial do Diabetes

23/11 – Dia Nacional de Combate ao Câncer Infantil.

27/11 -Dia Nacional de Combate ao Câncer
– Dia Nacional de Luta Contra o Câncer de Mama.

Novembrinho Azul: proteção e promoção da saúde de meninos de até 15 anos de idade. Data instituída pela Lei nº 14.694/2023

1 a 7 – Semana Nacional de Prevenção do Câncer Bucal. Data instituída pela Lei nº 13.230/2015
3 – Dia Mundial e Nacional da Saúde Única. Data instituída pela Lei nº 14.792/2024
6 – Dia da Malária nas Américas
8 – Dia Nacional do Médico Radiologista. Data instituída pela Lei nº 13.118/2015
10 – Dia Mundial do Ceratocone
10 – Dia Mundial do HTLV
10 – Dia Nacional de Prevenção e Combate à Surdez. Data instituída pela Portaria de Consolidação MS nº 1/2017, art. 527
10 – Dia Nacional do Intensivista. Data instituída pela Lei nº 13.119/2015
12 – Dia Mundial da Pneumonia
12 – Dia Nacional da Pessoa com Surdocegueira. Data instituída pela Lei nº 14.605/2023
12 – Dia Nacional de Prevenção das Arritmias Cardíacas e Morte Súbita
14 – Dia Mundial do Diabetes
15 – Dia Mundial da Prematuridade
16 – Dia Nacional dos Ostomizados. Data instituída pela Lei nº 11.506/2007
16 – Dia Nacional de Atenção à Dislexia. Data instituída pela Lei nº 13.085/2015
17 – Dia Mundial de Ação para a Eliminação do Câncer do Colo do Útero 
17 – Dia Nacional de Combate à Tuberculose

18 a 24 – Semana Mundial de Conscientização sobre Resistência a  Antimicrobianos
3ª Quarta-feira do mês – Dia Mundial da Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica – DPOC
20 – Dia do Biomédico. Data instituída pela Lei nº 11.339/2006
20 – Dia Mundial da Criança
21 – Dia Nacional da Homeopatia
Penúltimo sábado do mês de novembro – Dia Nacional de Combate à Dengue. Data instituída pela Lei  nº 12.235/2010
23 – Dia Nacional de Combate ao Câncer Infantil. Data instituída pela Lei nº 11.650/2008
25 – Dia Nacional do Doador Voluntário de Sangue. Data instituída pelo Decreto nº 53.988/1964
25 – Dia Internacional para a Eliminação da Violência Contra as Mulheres
27 – Dia Nacional de Combate ao Câncer
27 – Dia Nacional de Luta Contra o Câncer de Mama. Data instituída pela Lei nº 12.116/2009


FONTE: https://bvsms.saude.gov.br/datas-da-saude/


Datas Comemorativas de Novembro de 2026


  • 1 Dom
    Início do Novembro Azul | Câncer de Próstata (de 1 a 30)
  • 1 Dom
    Início do Novembro Azul | Diabetes (de 1 a 30)
  • 1 Dom
    Início do Novembro Roxo | Prematuridade (de 1 a 30)
9 Seg
Dia Internacional contra o Fascismo e o Antissemitismo
  • 10 Ter
    Dia Nacional de Prevenção e Combate à Surdez
  • 10 Ter
    Dia Mundial do Ceratocone
  • 10 Ter
    Dia Nacional do Intensivista
12 Qui
  • 12 Qui
    Dia Nacional de Prevenção das Arritmias Cardíacas e Morte Súbita
  • 13 Sex
    Dia Mundial da Gentileza
  • 16 Seg
    Dia Nacional dos Ostomizados
  • 16 Seg
    Dia Nacional de Atenção à Dislexia
  • 16 Seg
    Dia Nacional da Amazônia Azul
  • 16 Seg
    Dia do Não Fumar
  • 17 Ter
    Dia Mundial da Prematuridade
  • 17 Ter
    Dia Nacional de Combate à Tuberculose
  • 17 Ter
    Dia Mundial de Combate ao Câncer de Próstata



FONTE: https://www.calendarr.com/brasil/calendario-novembro-2026/








   

                               



            


                       
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sábado, 31 de outubro de 2026

Mortadela pode fazer parte do café da manhã de quem tem diabetes? Descubra a verdade

 


Nutricionista explica quais características desse embutido merecem atenção na alimentação de quem convive com diabetes


A mortadela pode aparecer no café da manhã de pessoas com diabetes, mas sua composição exige atenção à quantidade e à frequência de consumo. O alimento contém pouco carboidrato, porém fornece sódio e gordura, nutrientes que também precisam ser considerados no planejamento alimentar.

A nutricionista Carol Netto, consultada sobre o tema, explica que a mortadela é um alimento processado e industrializado e que seu consumo diário não é recomendado. A avaliação não deve considerar apenas o efeito imediato do alimento sobre a glicemia.

As diretrizes da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD) recomendam uma alimentação variada, equilibrada e adaptada às necessidades individuais. A entidade também orienta priorizar alimentos in natura ou minimamente processados, em vez de concentrar as escolhas em produtos industrializados.

Como a mortadela pode afetar a glicemia

Os carboidratos são os nutrientes que exercem maior influência sobre a variação da glicose no sangue após as refeições. Como a mortadela contém pouco carboidrato, seu consumo isolado tende a provocar uma resposta glicêmica menor do que a de alimentos ricos nesse nutriente.

Isso não significa que o embutido possa ser consumido sem considerar outros aspectos nutricionais. A quantidade de sódio e gordura também faz parte da avaliação, principalmente quando o alimento aparece com frequência nas refeições.

A SBD destaca, em suas diretrizes de terapia nutricional, que a alimentação de quem tem diabetes deve considerar o padrão alimentar como um todo, e não apenas nutrientes ou alimentos isolados. A recomendação também prevê a individualização das escolhas, de acordo com as necessidades clínicas, as preferências e as condições de cada pessoa.

A gordura presente na mortadela também pode interferir na resposta glicêmica após a refeição. Quando o alimento é consumido com pão, por exemplo, o carboidrato do pão e a composição do recheio precisam ser considerados em conjunto.

Em algumas situações, refeições com maior quantidade de gordura e proteína podem alterar o perfil glicêmico horas depois do consumo. Esse efeito merece atenção especialmente para pessoas com diabetes tipo 1 que utilizam insulina, conforme o plano de tratamento estabelecido com a equipe de saúde.

DIABÉTICO PODE COMER MORTADELA? | Tom Bueno

Sódio e gordura também entram na conta

O teor de sódio é outro ponto a considerar. O consumo excessivo desse nutriente pode contribuir para o aumento da pressão arterial, especialmente em pessoas com hipertensão.

Em conteúdo publicado em seu site, a Sociedade Brasileira de Diabetes recomenda reduzir o consumo de alimentos processados industrialmente, incluindo embutidos, como parte das medidas para diminuir a ingestão de sódio.

A orientação tem relevância para pessoas que convivem com diabetes e hipertensão, já que o controle da pressão arterial também faz parte do acompanhamento dessas condições. A quantidade de sódio consumida ao longo do dia depende de todos os alimentos e preparações da dieta, e não apenas da mortadela.

A gordura também deve ser considerada na escolha dos alimentos. Nas recomendações para pessoas com diabetes tipo 2, a SBD orienta priorizar fontes de gorduras monoinsaturadas e poli-insaturadas em vez de gorduras saturadas, associadas a menor risco cardiovascular quando substituem as saturadas na alimentação.

Isso não significa que uma porção isolada de mortadela determine o controle do diabetes. A frequência de consumo, o tamanho da porção e a composição das demais refeições fazem parte da avaliação nutricional.

O que escolher para acompanhar o pão

Para variar os recheios do café da manhã, ovo preparado em casa e frango desfiado são alternativas que podem fazer parte da alimentação. Essas opções permitem variar as fontes de proteína sem depender exclusivamente de embutidos.

O pão também precisa ser considerado no planejamento da refeição. A quantidade consumida e o tipo escolhido influenciam a ingestão de carboidratos, enquanto outros alimentos podem contribuir com fibras e diferentes nutrientes.

A SBD recomenda priorizar fontes de carboidratos que forneçam fibras e sejam minimamente processadas, como parte de um padrão alimentar equilibrado. A escolha deve ser adaptada às necessidades individuais, sem estabelecer uma única combinação de alimentos para todas as pessoas com diabetes.

O Guia Alimentar para a População Brasileira, elaborado pelo Ministério da Saúde, também orienta limitar alimentos processados e priorizar alimentos in natura ou minimamente processados. O documento considera o grau de processamento dos produtos, além da composição nutricional.

Como consultar o rótulo da mortadela

A embalagem fornece informações que ajudam a comparar produtos. A tabela nutricional permite verificar a quantidade de sódio, gorduras totais, gorduras saturadas e outros nutrientes por porção e por 100 gramas.

A Sociedade Brasileira de Diabetes explica que a rotulagem nutricional frontal utiliza o símbolo de lupa para indicar quando um alimento apresenta alto teor de sódio, gordura saturada ou açúcar adicionado, conforme os critérios regulatórios.

A presença desse aviso ajuda a identificar produtos com concentração elevada desses nutrientes, mas a avaliação também deve considerar a quantidade consumida. Comparar produtos da mesma categoria pode ajudar na escolha, embora não transforme um embutido em substituto equivalente de alimentos in natura.

Cinco dicas para consumir mortadela com atenção

1. Observe a frequência. Evite transformar a mortadela em um recheio diário. Varie as opções ao longo da semana, incluindo ovos preparados em casa e frango desfiado.

2. Considere a quantidade. Uma porção menor fornece menos sódio e gordura do que uma porção maior. A quantidade adequada depende das necessidades e do planejamento alimentar de cada pessoa.

3. Leia a tabela nutricional. Compare o teor de sódio e de gorduras saturadas entre as marcas. Verifique também se a embalagem apresenta o aviso frontal de alto teor desses nutrientes.

4. Avalie a refeição completa. Considere o tipo e a quantidade de pão, o recheio e os demais alimentos consumidos. A glicemia após a refeição depende de fatores que vão além de um único ingrediente.

5. Siga seu planejamento alimentar. Quem utiliza insulina ou precisa ajustar a alimentação para controlar a glicemia deve seguir as orientações da equipe de saúde. A resposta glicêmica e as necessidades nutricionais variam de pessoa para pessoa.


REDAÇÃO






FONTE:https://umdiabetico.com.br/


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