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domingo, 28 de junho de 2026

MELHOR IDADE: VAMOS TESTAR NOSSA MENTE...

 













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⚕️ Aviso médico: As informações deste artigo têm caráter exclusivamente educativo e não substituem a consulta com médico e/ou nutricionista. Cada pessoa tem necessidades individuais busque sempre orientação profissional antes de

Tratamento

Em um momento em que a medicina dispõe de recursos cada vez mais sofisticados para prolongar a vida, uma pergunta se torna inevitável: estamos garantindo mais tempo ou mais qualidade nos momentos finais?

 






Revista Brasileira de Geriatria e Gerontologia / UNATI - UERJ

08/06/2026


Em um momento em que a medicina dispõe de recursos cada vez mais sofisticados para prolongar a vida, uma pergunta se torna inevitável: estamos garantindo mais tempo ou mais qualidade nos momentos finais?
Um estudo publicado no Journal of the American Geriatrics Society sugere que as diretivas antecipadas de vontade, o chamado testamento vital, podem fazer diferença significativa nessa escolha. A análise de 2.850 idosos mostrou que aqueles que registraram previamente seus desejos em prontuários eletrônicos tiveram 25% menos probabilidade de serem submetidos a cuidados potencialmente desgastantes no fim da vida e 31% menos chances de morrer no hospital.
Os resultados reforçam que o debate sobre o envelhecimento não se limita à longevidade, mas também à autonomia e ao direito de decidir como viver a própria finitude. A reflexão ganha ainda mais relevância diante das discussões propostas pela gerontóloga Terezinha Monteiro Martinez em seu novo guia sobre cuidados familiares, que alerta para práticas excessivamente controladoras e convida famílias e cuidadores a se colocarem, de fato, no lugar da pessoa idosa.
Fontes: AGS disponível em https://doi.org/10.1111/jgs.70458 e G1.








FONTE:  https://web.facebook.com/RevistaBGG?__cft__[0]=AZYuxwP4wSRmVguZltI9EeANkEV7oeN_Wosl9pZ-unqNX2U28xUyAfA3VezBRhEJVFfxmc4riXwkX3_FZRfcFGj_EIPq4niSVJNBVxwDm3u421vz5ywaqz_Th6lj-ONTiaQm2695xMVNUIHzji13eNVM5XjFpr8n6myE3egVM8uU29F75e-pSND1U2Vsu9KV_ytI0CTTDohxHHTah5Puzuhvrnrk8z8GDy5OXKlQI3Jl_Q&__tn__=-UC%2CP-y-R







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MELHOR IDADE: O Dia Internacional do Orgulho LGBTQIAPN+ é celebrado dia 28 de junho, uma data que evidencia uma contradição persistente entre a ampliação da visibilidade da diversidade

 




O Dia Internacional do Orgulho LGBTQIAPN+ é celebrado dia 28 de junho, uma data que evidencia uma contradição persistente entre a ampliação da visibilidade da diversidade e a invisibilidade que ainda marca a velhice de pessoas LGBTQIAPN+.
Em um país que envelhece rapidamente, esse grupo segue pouco contemplado por políticas públicas, estatísticas oficiais e serviços de saúde, apesar de enfrentar, ao longo da vida, trajetórias atravessadas por discriminação, violência e exclusão social. Esses fatores se somam a desafios como solidão, abandono familiar e dificuldade de acesso a cuidados adequados, levantando uma questão central para a saúde pública: como assegurar envelhecimento digno a populações historicamente discriminadas?
Do ponto de vista científico, evidências apontam que o estigma e a exclusão social estão associados a maiores riscos de depressão, ansiedade, doenças cardiovasculares e mortalidade precoce entre pessoas idosas LGBTQIAPN+. A vulnerabilidade é ainda mais acentuada entre pessoas trans e travestis, que frequentemente enfrentam barreiras adicionais nos serviços de saúde e na construção de redes de apoio. Embora existam diretrizes voltadas à atenção integral à população LGBTQIAPN+, especialistas destacam que sua aplicação ainda é limitada e desigual. Soma-se a isso a fragilidade das políticas de cuidado de longo prazo, que pouco consideram as chamadas “famílias escolhidas” e redes afetivas não tradicionais, fundamentais para esse grupo.
Nesse cenário, permanece um desafio estrutural: quem cuidará de uma população que, em grande parte, envelhece fora dos modelos convencionais de apoio familiar e institucional?







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