quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

Feliz 2015!!!!!!!


Obrigada a você que visitou este blog. Desejo a você e seus entes tudo acima nesta árvore todos os dias de sua vida!!!

abs. abraços fraternos,
Carla

Pré-diabetes sempre vira diabetes?

Pré-diabetes sempre vira diabetes?


Nem todo mundo que é diagnosticado com pré-diabetes fica diabético. Estudos internacionais têm mostrado que mudanças no estilo de vida, com perda de peso, alimentação saudável e prática de atividades físicas estão conseguindo preservar a função do pâncreas e evitar ou retardar a evolução para o diabetes. O essencial, defende o professor livre docente da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP), Antônio Carlos Lerário, é ter acompanhamento profissional para manter a programação saudável.

Starbem – O que caracteriza o pré-diabetes?

Antônio Carlos Lerário - O diabetes tipo 2, que acomete principalmente indivíduos maduros, acima dos 40 a 50 anos, tem característica progressiva: o pâncreas vai perdendo gradativamente a capacidade de produzir insulina. Estima-se que, ao ser diagnosticada, a pessoa já perdeu cerca de 50% da capacidade de produção de insulina pelo pâncreas.

Define-se que alguém tem diabetes quando sua glicemia de jejum apresenta nível superior a 126 mg/dL. A partir de 100 mg/dL, a classificação é de pré-diabetes. Sem tratamento, a tendência é que o pré-diabético evolua gradativamente para o diabetes.

 
Starbem – O pré-diabetes sempre evolui para diabetes?

Antônio Carlos Lerário - Alguns grandes estudos científicos internacionais vêm demonstrando que é possível retardar - ou até evitar - essa evolução. O estudo norte-americano Diabetes Prevention Programme, por exemplo, acompanhou 4 mil indivíduos e chegou a essa conclusão. Os participantes foram divididos em dois grupos, sendo o primeiro apenas instruído sobre a necessidade de mudança de vida. O segundo grupo foi acompanhado por profissionais de saúde durante 10 anos, período em que recebeu apoio psicológico, nutricional e médico. Esse grupo teve 60% menos casos de pré-diabéticos que se tornaram diabéticos do que aquele que não teve acompanhamento. É possível até que eles não venham a desenvolver a doença no futuro, mas precisamos de mais tempo para chegar a essa conclusão.

 
Starbem – O que é possível fazer para evitar essa evolução?

Antônio Carlos Lerário - O que essa e outras análises mostram é que para evitar ou retardar o surgimento da doença o pré-diabético precisa do acompanhamento profissional, porque a tendência é que, sozinho, ele não adote ou não mantenha as mudanças de estilo de vida necessárias e que são até mais importantes para se evitar diabetes do que o uso de medicamentos isoladamente.


obs. conteúdo meramente informativo procure seu médico
abs,
Carla
extraído: http://www.starbem.com.br/Novidades/Especialista/4

Diabetes - Como está o seu nível de A1C?

Como está o seu nível de A1C?


Menos de 19% das pessoas com diabetes tipo 1 apresentam glicemia bem controlada, exibindo resultados do exame A1C – de hemoglobina glicada – abaixo de 7%. A conclusão é de pesquisa inédita realizada no Brasil com 3.591 pacientes, todos acompanhados em seu tratamento por endocrinologistas e com acesso a medicamentos e equipamentos para medição da glicemia, relata a coordenadora do estudo, a endocrinologista Marília Brito Gomes, da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ).

Starbem – Como foi realizada esta pesquisa?
Marília Brito Gomes – Ela foi aplicada em 28 serviços de 20 cidades de todas as regiões do País. Participaram do estudo as instituições FAPERJ – Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro, SBD – Sociedade Brasileira de Diabetes, CNPq – Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico e Fiocruz – Fundação Oswaldo Cruz.

Starbem – Quais são os principais resultados?
Marília Brito Gomes - Os índices apontados na pesquisa colocam o Brasil em desvantagem em relação a outros países; se aqui apenas 18,4% dos pacientes têm A1C menor que 7%, a média em países europeus é de 25%. Verificamos também que 47,5% dos pacientes apresentaram A1C acima de 9%, índice que na Suécia, por exemplo, é de apenas 18%. Os dados mostraram ainda que um número significativo de pacientes não realiza exames para detectar a ocorrência de complicações do diabetes, como nefropatia ou retinopatia diabéticas.

Starbem – Que fatores são responsáveis por esses resultados, já que todos os pacientes tinham acompanhamento médico e acesso à medicação?
Marília Brito Gomes – O principal fator é a condição socioeconômica, o que revela a necessidade de investir na educação em diabetes como principal instrumento para o melhor controle.

Starbem – Qual seria o caminho para melhorar esse quadro?
Marília Brito Gomes – É preciso desenvolver novas ferramentas de educação em diabetes que sejam mais apropriadas, de fácil manuseio e que facilitem a interação com o usuário e, nesse sentido, um grupo de estudos deverá dedicar-se ao tema durante o próximo Congresso Brasileiro de Diabetes. Ao mesmo tempo, é aconselhável oferecer mais informações em linguagem adequada para difundir a necessidade de acompanhamento e verificação das complicações do diabetes.


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abs,
Carla
extraído: http://www.starbem.com.br/Novidades/Especialista/Menos-de-19-mantem-A1C-controlada

terça-feira, 30 de dezembro de 2014

O que fazer se a glicemia resseca a pele?

O que fazer se a glicemia resseca a pele?

Você já notou que em algumas ocasiões sua pele fica ressecada? Atenção! Esse pode ser um sinal de que sua glicemia está alterada. Segundo o dermatologista João Carlos Lopes Simão, da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (USP), taxas elevadas de glicemia podem provocar ressecamento da pele, a chamada xerose cutânea.

Starbem – Glicemia alta pode alterar a pele?
João Carlos Lopes Simão - A hiperglicemia provoca alterações nas características biofísicas da pele, causando espessamento de suas camadas mais superficiais, o que a torna mais áspera e rígida. Há maior perda de água da pele, o que causa o ressecamento, e, como resultado, podem surgir fissuras e rachaduras. Outra consequência é que essas rachaduras são uma porta de entrada para fungos e bactérias que podem provocar processos infecciosos.

Starbem - O que é possível fazer para prevenir?
João Carlos Lopes Simão - Para prevenir todo esse ciclo de incômodos, a primeira dica, é claro, é buscar melhor controle da glicemia, com a adoção de alimentação saudável, prática de exercícios físicos e uso dos medicamentos de forma correta, conforme receitados pelo médico.

Starbem – Devem-se tomar medidas específicas para a pele ressecada?
João Carlos Lopes Simão – Sem dúvida. É aconselhável aplicar um hidratante no máximo 15 minutos após o banho, porque nesse período ainda há água na camada superficial e o hidratante vai retê-la. Quando já houver fissuras e feridas, é necessário passar um produto específico apenas nessas regiões, para facilitar a cicatrização. Aconselho consultar um dermatologista para verificar qual é o mais adequado.

Starbem – Água quente prejudica a hidratação da pele?
João Carlos Lopes Simão - Sim. Deve-se tomar banho com a água em temperatura morna, sem uso de buchas. Banhos quentes e demorados e o uso de buchas removem o manto natural protetor da pele, favorecendo a desidratação.

Starbem – Deve-se dar atenção especial aos pés?
João Carlos Lopes Simão – Os pés merecem cuidados específicos, principalmente na época do frio que, somado à baixa umidade do ar, aumenta a perda de água da pele para o meio ambiente. Nessa estação do ano, pode ocorrer maior ressecamento na planta dos pés com consequentes fissuras e infecções secundárias. Existem produtos específicos para essa área, que devem ser receitados pelo médico. O hidratante também deve ser passado nos pés, com atenção para não deixar o produto na região entre os dedos e evitar, assim, o surgimento de micoses. O uso de meias ajuda a manter o hidratante em contato com a pele e a umidade no local, mas elas devem ser preferencialmente de algodão ou lã, evitando-se o uso de meias feitas com fios sintéticos.

CRM-SP 94214


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abs,
Carla
extraído: http://www.starbem.com.br/Novidades/Especialista/o_que_fazer_se_a_glicemia_resseca_a_pele#542

Demência é relacionada a hipoglicemia em idosos

A hipoglicemia em idosos que têm diabetes pode estar relacionada à maior ocorrência de casos de demência, segundo estudo divulgado pela Harvard Medical School. O estudo, publicado no site da instituição, envolveu 783 pessoas com diabetes, com idade em volta dos 70 anos e que não apresentavam quadro de demência. Eles foram acompanhados durante 12 anos e, nesse período, cerca de 8% tiveram hipoglicemia pelo menos uma vez. Cerca de 20% desenvolveram demência e o risco de ter o problema foi duas vezes maior em pessoas que tiveram hipoglicemia.

Controlar a glicemia é o principal alvo a ser alcançado por quem tem diabetes e, para isso, é necessário manter alimentação equilibrada, praticar atividades físicas e seguir as recomendações médicas. Podem ocorrer quedas pronunciadas das taxas de glicose no sangue, principalmente se a pessoa com diabetes não se alimentar corretamente.

Para os pesquisadores, a ocorrência de hipoglicemia em idosos acontece porque eles frequentemente pulam refeições e podem não estar realizando o tratamento de forma adequada. 


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Carla
extraído: http://www.starbem.com.br/Novidades/FatosRelevantes/demencia_e_relacionada_a_hipoglicemia_em_idosos




Receitas Saudáveis para sua Festa !!!


Arroz à jardineira



Arroz à jardineira

Ingredientes

    2 xícaras (chá) de arroz cozido
    2 colheres (sopa) de margarina light
    1 tablete de caldo de carne
    ½ xícara (chá) de pimentão vermelho em cubos pequenos
    ½ xícara (chá) de pimentão verde em cubos pequenos
    ½ xícara (chá) de pimentão amarelo em cubos pequenos
    ½ xícara (chá) de cenoura em cubos pequenos
    ½ xícara (chá) de ervilhas frescas
    ½ xícara (chá) de milho em conserva
    ½ xícara (chá) de abobrinha em cubos pequenos
    ½ xícara (chá) de cheiro verde picado

Modo de Preparo

    Em uma panela derreta a margarina, dissolva o caldo de carne e acrescente todos os legumes, refogue até amaciar, porém devem ficar crocantes. Junte o arroz já cozido e mexa bem para misturar todos os ingredientes.

 Rendimento: 4 porções

 Calorias: 197 kcal
Proteínas: 4g
Carboidratos: 31g
Gorduras: 6g

Chester recheado

Ingredientes

    1 chester de aprox. 4 kg
    suco de seis laranjas
    1 pão italiano
    6 dentes de alho
    2 colheres de azeite

Modo de Preparo

    Rale o pão italiano no ralo grosso, frite o alho no azeite e misture o pão ralado. Recheie o chester com a farofa de pão italiano, regue com o suco de laranja e ponha para assar, seguindo as instruções da embalagem. 
     
  • Rendimento: 10 porções
    Calorias: 198,62 Kcal
    Carboidratos: 170,58g
    Proteínas: 212,48g
    Lipídeos: 50,74g 

Salada com manjericão

IngredientesSalada com manjericão

    100 g de vagens finas, cozidas e cortadas ao meio
    2 abobrinhas cozidas e picadas em cubos
    1 colher (sopa) de azeite
    sal e pimenta a gosto
    folhas de manjericão fresco
    1 alface rasgada
    1 cebola média cortada em fatias finas
    1 pepino cortado em tiras
    12 tomates cereja
    vinagre a gosto

Modo de Preparo

    Cozinhe os legumes al dente na água com sal. Pique-os e reserve. À parte, pegue uma saladeira, arrume-os e decore com a alface, o pepino, tomates cereja e a cebola. Tempere com sal, vinagre, azeite e pimenta. 
     
  • Rendimento: 6 porções

Calorias: 37 kcal
Carboidratos: 5g
Proteínas: 1g
Gorduras: 1g

     
Rendimento: 10 porções

Ingredientes
  • 3 envelopes de gelatina em pó dietética (sabores de sua preferência)
  • 1 envelope de gelatina em pó incolor e sem sabor
  • 1 xícara (chá) de água
  • 1/2 xícara (chá) de creme de leite light
  • 1 pote de iogurte natural desnatado
  • 1 lata de pêssegos em calda dietéticos

Preparo
Prepare as gelatinas conforme a embalagem, mas considere 1 xícara de água para cada sabor. Depois que estiverem firmes, corte em quadradinhos. Dissolva a gelatina sem sabor na água e aqueça em banho-maria. Bata com o creme de leite, o iogurte e a calda do pêssego no liquidificador. Coloque as gelatinas e os pêssegos picados em um refratário e cubra com o creme. Leve para gelar.

Informações nutricionais 

1 Porção = 1 Fatia 70 g
Calorias 92
Proteínas  8,9 g
Gorduras totais 1,5 g
Carboidratos  4,1 g
Fibras  0,3 g
Sódio 36 mg
Gorduras saturadas   1 g
Colesterol 7 mg



Rendimento: 8 unidades
Ingredientes
  • 1 tablete de fermento biológico fresco (15 g)
  • 1 chuchu cozido com casca
  • 1 ovo
  • 2 colheres (sopa) de óleo de canola
  • 1 colheres (sopa) de adoçante dietético em pó, próprio para forno e fogão
  • 1/2 xícara (chá) de semente de linhaça dourada batida no liquidificador
  • 1 colher (chá) de sal
  • 2 e 1/2 xícaras (chá) de farinha de trigo

Para pincelar
  • 1 gema
  • 2 colheres (sopa) de leite desnatado

Preparo
Coloque o fermento em uma tigela e amasse bem. Passe o chuchu pelo processador e adicione ao fermento. Junte o ovo, o óleo, o adoçante, a linhaça e o sal. Aos poucos, acrescente a farinha de trigo até obter uma massa firme que desgrude das mãos. Deixe descansar por 20 minutos em uma tigela untada com azeite e tampada. Abra a massa em uma mesa enfarinhada e corte-a em 8 triângulos. Enrole, começando da parte mais grossa para a mais fina, formando os croissants. Coloque os pães em uma assadeira antiaderente, mas deixe espaço entre eles. Deixe crescer por mais 30 minutos. Misture a gema e o leite e pincele os pães. Leve ao forno médio (180 ºC), preaquecido, por cerca de 30 minutos. Retire e sirva.

Informações nutricionais
1 Porção = 1 Fatia 50 g
Calorias 152
Proteínas  5,4 g
Gorduras totais 3,9 g
Carboidratos  23,9 g
Fibras  1 g
Sódio 49 mg
Gorduras saturadas   0,4 g
Colesterol 37 mg

 

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abs,
Carla

extraído: http://www.diabetes.org.br/receitas/
http://www.starbem.com.br/NutricaoExercicios/Receitas

segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

Carteirinha do Diabético

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Laticínios podem evitar Diabetes Tipo 2