Será Natal???

Ei, você, aonde vai com tanta pressa?
Eu sei que você tem pouco tempo...
Mas, será que poderia me dar uns minutos da sua
atenção?
Percebo que há muita gente nas ruas, correndo como você. Há uma correria generalizada...
Entendo que você tenha pouco tempo.
Percebo, também, luzes enfeitando vitrines, ruas, casas, árvores...
Mas, confesso que vejo pouco brilho nos olhares...
Poucos sorrisos afáveis, pouca paciência para uma conversa fraternal...
É bonito ver luzes, cores, fartura...
Mas seria tão belo ver sorrisos francos...
Apertos de mãos demorados...
Abraços de ternura...
Mais gratidão...
Mais carinho...
Mais compaixão...
Que familiares e pessoas que  se odeiam, sem a mínima disposição para a reconciliação se reconciliem.
Mas, porque você me emprestou uns minutos do seu precioso tempo, gostaria de lhe perguntar novamente: Para que tanta correria?
Em meio à agitação, sentado no meio-fio, um mendigo, ébrio, grita bem alto: Viva Jesus. Feliz Natal!
E os sóbrios comentam: É louco!
E a cidade se prepara... Será Natal.
Mas, para você que ainda tem tempo de meditar sobre o verdadeiro significado do Natal, ouso dizer:
O Natal não é apenas uma data festiva, é um modo de viver.
O Natal é a expressão da caridade...
Natal é fraternidade...
Mas o Natal também é união...
Que este Natal seja, para você, mais que festas e troca de presentes...
Que possa ser um marco definitivo no seu modo de viver, conforme o modelo trazido pelo notável Mestre, cuja passagem na Terra deu origem ao Natal...
E, finalmente, o Natal é pura expressão de amor...
Gratidão!!!
abs.fraternos
Carla




segunda-feira, 22 de julho de 2013

Agente poderosa! Cientistas americanos descobrem partícula que mata linfoma sem quimioterapia

Agente poderosa! Cientistas americanos descobrem partícula que mata linfoma sem quimioterapia




Célula cancerígena: a iniciativa faz parte da política pública municipal Unidos pela Cura destinada a promover o diagnóstico precoce do câncer infantojuvenil  
 
Um grupo de cientistas norte-americanos descobriu uma forma de tratar o linfoma não – Hodgkin, tipo de câncer do sistema linfático. O tratamento é com uma nanopartícula “dourada”, que se liga às células cancerígenas e as mata de fome. De acordo com os cientistas da Universidade de Northwestern, em Chicago, as células que provocam linfoma morrem se forem privadas do seu alimento preferido: o colesterol HDL.


A equipe desvendou então uma nova nanopartícula, capaz de funcionar como um agente duplo: para a célula cancerígena aparenta ser uma partícula de HDL mas é apenas um disfarce; quando se liga à ela, a nanopartícula tapa a célula e bloqueia a entrada do colesterol.


O estudo desenvolvido pelos coordenadores da pesquisa indica que as nanopartículas de HDL não parecem ser tóxicas para outras células humanas normalmente atingidas pelo HDL e para os linfócitos humanos saudáveis. No entanto, como todos os candidatos a novo medicamento, a nanopartícula de HDL terá de ser sujeita a mais testes e ainda não há prazo definido para a introdução do tratamento no combate à doença.


Fonte: Revista ABRALE


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Mais doadores | Novos bancos de sangue de cordão umbilical espalham-se por todo país


Sangue do cordão umbilical é usado em transplante de medula óssea para pacientes com câncer | Foto: Reprodução InternetSangue do cordão umbilical é usado em transplante de medula óssea para pacientes com câncer
Foto: Reprodução Internet

A rede de bancos públicos de sangue de cordão umbilical vai se expandir para aumentar as chances de pacientes encontrarem um doador compatível para transplante de medula no país.

Criada em 2004, a rede é coordenada pelo INCA (Instituto Nacional de Câncer) e armazena material retirado do cordão umbilical de recém-nascidos. As células – tronco do sangue do cordão são usadas em transplantes de medula em pessoas com doenças como a leucemia, quando há compatibilidade.

Hoje há 12 bancos públicos no país, seis deles no Sudeste. A expansão da rede BrasilCord (gerenciada pela Fundação do Câncer) para Norte, Nordeste e Centro-Oeste quer completar o perfil genético do brasileiro e aumentar as chances de pessoas de todas as regiões encontrarem um doador.

Quatro cidades terão bancos até 2016. Manaus e Campo Grande foram escolhidas, uma vez que têm diversidade genética proveniente dos indígenas. Já São Luiz recebeu negros do Benin e, Salvador, da Nigéria. Por isso, têm materiais genéticos muito diferentes.

A escolha dos novos bancos foi feita após análise das características do Redome (Registro Nacional de Doadores de Medula) e dos pacientes que buscam um doador, para saber que grupos estavam sem cobertura.

No Brasil, as chances de encontrar um doador fora da família são os 30%. Hoje, 1050 pessoas estão à procura de um doador compatível.

Fonte: Revista ABRALE

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Paciente ensina dicas de beleza para quem faz quimioterapia

Foto: Facebook/ Quimioterapia e BelezaFoto: Facebook/ Quimioterapia e Beleza

O diagnóstico de uma doença grave nunca é recebido de forma leve. Num primeiro momento o paciente se desespera, chora, acha que vai morrer.

Mais calmo, se alia à equipe médica e recorre aos tratamentos que, mesmo agressivos, podem livrá-lo da doença. E durante esse processo, a vida não pode parar.

Pensando dessa forma, Flávia Flores, de 35 anos, de Florianópolis (SC), que atualmente faz quimioterapia para se curar de um câncer de mama, aproveitou seu amplo conhecimento em moda para montar uma fanpage que dá dicas de beleza para quem está passando por essa situação. A “Quimioterapia e Beleza” tem mais de 28.000 curtidores.

Em outubro de 2012, Flávia descobriu que tinha câncer de mama. Sentiu um caroço ao fazer exame de toque e procurou um médico. Como uma de suas próteses de silicone havia se rompido também, fez a troca e aproveitou para retirar o caroço, que foi mandado para avaliação. “Dez dias depois o médico me chamou para conversar. Eu nem me lembrava do caroço. Como faço meus exames regularmente e não tenho histórico na família, não me preocupei. Mas era câncer. E de um tipo bem agressivo”, lembra.

A empresária chorou durante 10 dias. Ficou agressiva e os amigos se afastaram. Contou apenas com o carinho dos pais e do filho de 20 anos. Depois do susto, Flávia que sempre trabalhou com moda – começou a modelar aos 14 anos e depois foi representante de marketing de várias marcas famosas – decidiu se antecipar. Antes mesmo de começar a quimioterapia, procurou na internet dicas de beleza para disfarçar a aparência de doente e formas diferentes de amarrar lenços, já que o cabelo iria cair. Mas não achou nada de muito consistente.

Assim, decidiu montar a fanpage. “Foi uma forma de compartilhar meu conhecimento em moda com as pessoas e também de dizer para os meus parentes e amigos que eu estava bem, como era meu dia a dia. Inclusive as postagens fizeram meus amigos se reaproximarem de mim”, conta.

Algumas mulheres que estão na mesma situação de Flávia viam as fotos dela e pediam dicas. Foi aí que começaram os vídeos de como se maquiar, amarrar lenços na cabeça e se arrumar para uma festa de casamento. “Eu também me preocupei em não engordar. Procurei uma nutricionista para me ajudar a manter a forma, porque os remédios costumam inchar”, explica Flávia. “Também gosto de patinar, é uma forma de fazer exercícios físicos.”

Confira alguns vídeos de Flávia Flores:

Como colar cílios postiços

Dicas de maquiagem

Amarrações de lenço

A quimioterapia começou no dia 05 de dezembro. No dia 20, o cabelo começou a cair. No dia seguinte, 21, ela decidiu raspar tudo. Primeiro com maquininha, depois com gilete. “Eu não gostava da careca, dormia até de peruca. Mas hoje já superei. Uso apenas lenços e me sinto uma diva. Até recebo cantadas na rua. E como alguns fios já começaram a crescer, já consigo sair na rua sem nada na cabeça”, comemora.

Flávia não imaginava essa repercussão. Mas agora não quer mais parar. “Estou em busca de patrocínio, porque tenho planos de montar uma série de 20 capítulos sobre quimioterapia e beleza. Mando cerca de 200 e-mails por dia. Ainda não obtive resposta, mas continuo na luta”, comenta. “Quero também escrever um livro, um manual de quimioterapia e beleza”, completa.


Mudança de vida

Formada em Administração de empresas, Flávia Flores queria sair do mundo da moda, mas não conseguia. Chegou a fazer curso de piloto particular nos Estados Unidos, mas para se manter por lá o único emprego que conseguiu por lá foi de figurinista. “Trabalhei sete anos em São Paulo com moda. Decidi que não queria mais ficar aqui. Estava longe da minha família, tinha me separado e estava começando a cair em depressão”, conta.

Foi para Florianópolis, mas não se adaptou. Conseguiu novamente um emprego em São Paulo e pediu para voltar para o sul com o intuito de fazer a troca da prótese de silicone e alguns exames antes de tocar de vez o novo projeto. “Fui, fiz os exames e descobri o câncer. Não voltei mais pra São Paulo. Mas hoje eu entendo porque não saí do mundo da moda. Eu precisava ajudar outras mulheres que fazem quimioterapia e se arrumar, a levantar a autoestima”.

A primeira medida do médico foi retirar toda a mama, mas ele não queria colocar uma prótese antes do tratamento terminar. Flávia não concordou e procurou outra médica que decidiu tirar não um, mas os dois seios e reconstruir imediatamente. “Ela achou melhor tirar os dois para deixar tudo simétrico. Foi a melhor coisa, pois quando ela tirou viu que havia mais quatro caroços no mesmo seio onde foi detectado o câncer e um no outro”, lembra.


Para quem está passando por essa fase difícil, Flávia orienta: “Eu estou doente, mas o problema é do meu médico, ele tem que me curar. Eu tenho que fazer o tratamento e buscar alegria de viver. A mulher não pode se privar das coisas – comprar algo para ela, sair – achando que vai morrer. Tem que sair na rua de cabeça erguida”, diz.

Por Juliana Falcão (MBPress)

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domingo, 21 de julho de 2013

Especialista esclarece dúvidas sobre o câncer de ovário

Na maioria dos casos, tumor só se manifesta em estágio avançado

Embora menos frequente que outros tumores como mama, pele, pulmão, entre outros, o câncer de ovário tem um agravante: ele costuma se manifestar em estágio avançado (75% dos casos). Confira entrevista com o médico oncologista Israel Gonçalves sobre o assunto e esclareça as principais dúvidas:



O que é o câncer de ovário?

É um tipo de câncer ginecológico, que se origina nos órgãos reprodutores femininos (ovários). Existem diversos tipos de tumores de ovários, de benignos a malignos, com graus de agressividade diferentes. Pode ocorrer em qualquer faixa etária, mas acomete, principalmente, mulheres acima de 40 anos.


É um tipo de câncer comum?

É um tumor relativamente raro, menos frequente que os cânceres de mama, colo uterino, intestino, pulmão e estômago.


Quais os principais sintomas?

A maioria dos tumores malignos do ovário só se manifesta em estágio avançado (75% dos casos). Na fase inicial, não causa sintomas específicos, o que dificulta o diagnóstico precoce. À medida que o tumor cresce, pode comprimir outros órgãos e estruturas e produzir sintomas, como aumento do volume abdominal, constipação intestinal ou diarréia, dores difusas, massa abdominal palpável.


Como é diagnosticado?

A maioria das pacientes com câncer de ovário inicial não apresentam nenhum sintoma. O exame ginecológico de rotina associado à ultrassonografia podem mostrar achados suspeitos, motivando a investigação com novos examescomplementares. A partir destes resultados é indicado um procedimento invasivo (cirurgia) para diagnóstico, estadiamento (estágio da doença) e tratamento.


É um tipo de câncer hereditário?

Assim como outros tumores, o câncer de ovário também apresenta como fator de risco a história familiar. Aproximadamente 5 a 10% dos tumores de ovário são causados por mutações genéticas hereditárias, como as mutações nos genes BRCA1 e BRCA2, que também aumentam o risco para o câncer de mama. As mulheres que têm um parente de primeiro grau (mãe, filha, irmã) ou um parente de primeiro grau e um de segundo grau (avó ou tia) têm um risco aumentado para o desenvolvimento da doença.


Quando existe esse risco familiar é necessário retirar os ovários?

A retirada dos ovários em pacientes com risco familiar elevado ou a confirmação de uma determinada mutação genética é um procedimento que pode trazer benefícios em casos selecionados. Esta conduta deve ser individualizada e discutida com o médico assistente, ginecologista ou oncologista.


Como é o tratamento do câncer de ovário?

O tratamento depende basicamente do tipo do tumor, do estadiamento (se inicial ou avançado), da idade e das condições de saúde da paciente. A cirurgia constitui a principal modalidade terapêutica. A quimioterapia e a radioterapia podem ser necessárias.

Que dicas você daria para as pessoas evitarem esse tipo de câncer?

Consultas regulares com o ginecologista, controle de peso, hábitos de vida saudáveis. Se tiver parente de primeiro grau com câncer de ovário e/ou mama , fazer um controle mais rigoroso. É importante ter em mente que o prognóstico é sempre melhor quando a doença é diagnosticada precocemente.

Fonte: Jornal Zero Hora

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Novas descobertas promissoras na luta contra neuroblastoma

Dois anticorpos monoclonais, designados por anti 4-1BB e anti CD40, estão a ser desenvolvidos por investigadores da Universidade de Southampton, no Reino Unido, a fim de gerarem potenciais tratamentos na luta contra um tipo de cancro pediátrico, o neuroblastoma – tumor que cresce a partir de tecido não desenvolvido do sistema nervoso, avança o PIPOP – Portal de Informação Português de Oncologia Pediátrica, citando o Eurekalert.

Além dos dois anticorpos, a equipa de cientistas está ainda a investigar um terceiro, o anti CTLA-4. A pesquisa visa a criação de compostos capazes de impulsionarem a resposta imunitária do organismo na luta contra o cancro, através da activação de diferentes moléculas.

Num artigo publicado na edição deste mês da revista Clinical Cancer Research, os cientistas relatam que os primeiros resultados em laboratório dão conta de uma redução dos tumores na ordem dos 40% a 60%, além de um aumento significativo nas taxas de sobrevivência a longo prazo.

Juliet Gray, professora de Oncologia Pediátrica e cientista da Cancer Research UK, ressalva que a pesquisa está ainda numa fase pré-clínica, pelo que serão necessários mais estudos para perceber de que forma estes anticorpos actuam, a fim de desenvolver um tratamento imunoterápico contra o neuroblastoma.

A especialista recorda que os tratamentos de imunoterapia podem vir a tornar-se uma nova opção de tratamento vital para as crianças que não respondem bem à quimioterapia convencional.

Martin Glennie, chefe do Departamento de Ciências Oncológicas da Universidade de Southampton, e co-autor do estudo, sublinha que o trabalho está agora focado nestes primeiros resultados, que poderão ajudar a desenvolver um tratamento imunoterápico pioneiro para o cancro infantil.

“A próxima etapa do nosso trabalho passa por avaliar se o tratamento é eficaz e seguro para crianças e também procurar entender de que forma estes anticorpos podem ser utilizados em combinação com outros tratamentos para maximizar o seu efeito”, sublinha Martin Gleenie.

Fonte: Portal de Oncologia Português

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sábado, 20 de julho de 2013

Mal de parkinson, doença degenerativa que causa tremores e lentidão





Foto: Sigrid Gombert/cultura/Corbis

Dados da Organização Mundial de Saúde (OMS) mostram que 1% da população mundial com idade superior a 65 anos tem mal de Parkinson, doença degenerativa neurológica que pode agir de maneira silenciosa. Só no Brasil, estima-se que cerca de 200 mil pessoas sofram com o problema. A cura ainda não foi alcançada, mas há estudos em nível experimental sobre o tratamento com células tronco.



A doença é causada pela deterioração de neurônios dopaminérgicos da substância negra cerebral e também pelo comprometimento de outras regiões, como o núcleo dorsal do vago, sistema olfatório e alguns neurônios periféricos. Fatores genéticos também devem ser considerados, principalmente em casos precoces (antes dos 50 anos), que são mais raros.



O corpo fala – A neurologista e neurogeriatra do Hospital Federal da Lagoa (HFL), Tamara Checcacci, diz que o mal de Parkinson é caracterizado basicamente por tremor de repouso, tremor nas extremidades, instabilidade postural, rigidez de articulações e lentidão nos movimentos. “Há também outros sintomas não motores, como a diminuição do olfato, distúrbios do sono, alteração do ritmo intestinal e depressão”, explica.



Para diagnosticar o problema, é preciso estar atento. “A doença pode iniciar entre 10 e 15 anos antes dos sintomas se evidenciarem”, explica a médica. Quem apresenta tremores deve procurar ajuda médica, pois eles também podem ser causados por outros motivos e por efeito colateral de alguns medicamentos. A constatação do problema é feita por exames neurológicos e pela avaliação do histórico do pacientes. Inicialmente, a ressonância magnética e a tomografia podem ser realizadas com o intuito de descartar outras doenças. Feito isso, é hora de partir para os radiotraçadores PET e SPECT, que avaliam a função dos neurônios dopaminérgicos.



Pensando em qualidade de vida – Caso a doença seja constatada, o tratamento deve ser feito à base de medicamentos. Mas para Tamara, o paciente deve se atentar também a alternativas. “Atividade física, fisioterapia, tratamento fonoaudiológico, suporte psicológico e familiar são essenciais”. Quando o parksoniano não responde bem aos remédios prescritos, outra solução é a cirurgia. Tratamentos com estimuladores cerebrais profundos também têm sido promissores, segundo a neurologista.



Fonte: Larissa Domingues / Comunicação Interna do Ministério da Saúde

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extraído:www.blog.saude.gov.br

Estudo liga alimentos ricos em gordura e açúcar a risco de câncer de intestino

Para pesquisadores escoceses, além de fatores genéticos, dieta pode ter relação com maior incidência do tumor

Produtos ricos em açúcar podem estar ligados a casos de câncer intestinal Foto: Getty Images
Produtos ricos em açúcar podem estar ligados a casos de câncer intestinal Foto: Getty Images

Um estudo escocês sugere que refrigerantes, bolos, biscoitos doces e sobremesas podem aumentar os riscos de câncer de intestino. Os cientistas, das universidades de Aberdeen e Edimburgo, analisaram fatores como dieta, prática de exercícios físicos e consumo de cigarros entre 2 mil pacientes de câncer de intestino na Escócia.

Eles identificaram fatores de risco já conhecidos pela literatura médica, como histórico familiar, fumo e sedentarismo. Além disso, apontaram outros, como o consumo de alimentos ricos em açúcar e gordura. Na pesquisa, eles analisaram as dietas dos pacientes de câncer, boa parte delas com alto consumo de produtos calóricos, e as compararam com os hábitos alimentares de um outro grupo do mesmo tamanho que seguia uma dieta considerada saudável.

Foram analisados mais de 170 tipos de comida, incluindo frutas, legumes, verduras, peixes, carnes, além de produtos calóricos, como chocolates, nozes e sucos de frutas. Os pesquisadores concluíram que o grupo que seguia uma dieta saudável, rica em frutas e legumes, tinha menos riscos de desenvolver câncer de intestino do que o outro grupo, seguidor do que foi denominado de “dieta ocidental”: rica em carnes, gordura e açúcar.

Causa e consequência
Evropi Theodoratou, da Universidade de Edimburgo, disse que os resultados são muito interessantes e que merecem mais investigações utilizando uma amostragem maior da população.

“Ao mesmo tempo em que identificamos associações entre dieta e câncer, ainda seria prematuro tratar o assunto como causa e consequência. É importante levar esses fatores em consideração, principalmente porque as pessoas nos países industrializados consomem cada vez mais este tipo de comida.”

Estima-se que o estudo, publicado na revista científica European Journal of Cancer Prevention, seja a primeira investigação a estabelecer uma ligação entre câncer de intestino e uma dieta rica em gordura e açúcar.

Fonte: BBC Brasil

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Saiba quando o paciente é considerado diabético

17/6/2013 - Primeira Edição

Para o diagnóstico laboratorial, o indivíduo é diabético quando sua glicemia em jejum for igual ou superior a 126mg/dl. 

Quando os níveis de glicemia ficam entre 100 e 125mg/dl significam glicemia de jejum alterada.

Nesta situação os pacientes devem ser submetidos a um teste oral de tolerância à glicose, que pode confirmar o diagnóstico de diabetes ou de intolerância à glicose. A intolerância significa tendência a diabetes ou pré-diabetes.

Para a prevenção, o mais importante é a perda de peso, pois 80% das pessoas portadoras de diabetes tipo II estão acima do peso. Então uma dieta balanceada e exercício físico são os principais meios de prevenção do diabetes tipo II.

 "A obesidade é o principal fator de risco para o desenvolvimento do diabetes, principalmente a obesidade abdominal, pois provoca no indivíduo o que chamamos de resistência à insulina", explicou Thaís Mendonça, lembrando que a obesidade abdominal é aquela porção de gordura que se instala na região do abdômen, muito comum entre homens e mulheres atualmente.

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sexta-feira, 19 de julho de 2013

Câncer de tireoide não é motivo para pânico

Na frente do espelho, levante o queixo e apalpe a região da tireoide, no pescoço
Na frente do espelho, levante o queixo e apalpe a região da tireoide, no pescoço
Os casos da doença aumentaram bastante nos últimos anos, mas com 95% de chances de cura
Os casos de câncer de tireoide têm aumentado muito nos últimos anos. Segundo informações do Inca (Instituto Nacional de Câncer), calcula-se, para 2013, mais de 10 mil novos casos de câncer de tireoide. No entanto, o número de mortes relacionada ao tumor permanecem estáveis e muito baixos, por isso, especialistas associam o crescimento à melhora da precisão diagnóstica. A doença, que  atinge cinco vezes mais mulheres do que homens, é bastante tratável e tem uma sobrevida altíssima.
“Não é uma doença simples, mas é uma doença tratável. Cerca de 95% dos casos de câncer na tireoide são curáveis, pois a evolução da doença costuma ser lenta”, explica Gilberto de Castro Junior, oncologista clínico do Icesp (Instituto do Câncer do Estado de São Paulo) e do Hospital Sírio-Libanês. Laura Sterian Ward, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia de São Paulo, assegura que ter um nódulo não significa necessariamente ter um câncer. “A maioria dos nódulos no pescoço são benignos e, mesmo quando são cancerosos, menos de 16% significam algum risco para a saúde. Muitas vezes as pessoas fazem exame de ultrassom e biópsia sem nenhuma necessidade”, afirma Laura, que aconselha: “Se achar um caroço no pescoço, procure um especialista. Só parta para os exames  invasivos se ele achar necessário”.
Com tratamento cirúrgico associado à terapia com iodo radioativo, a sobrevida dos pacientes é altíssima, mas Laura explica  que muitas das cirurgias feitas são desnecessárias. “Mesmo se o médico assegurar que o tumor não apresenta riscos para a saúde, as pessoas geralmente querem operar.”

Fonte: Rede Bom Dia


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Palestra dia 27/07/2013 - Fibromialgia, a doença que causa dores constantes

Dia 27 de Julho haverá palestra no HC/PR -...
Abrafibro Assoc Bras Dos Fibromiálgicos 7 de julho de 2013 12:54
Dia 27 de Julho haverá palestra no HC/PR - Curitiba para conscientização a respeito da Fibromialgia, através do Grupo FibroCuritiba.
Fibromialgia, a doença que causa dores constantes - Paraná-Online - Paranaense como você
www.parana-online.com.br
Imagine passar meses ou até anos sentindo dores pelo corpo inteiro, tão intensas que mesmo um abraço.
 
fonte: https://www.facebook.com/groups/ABRAFIBRO/permalink/535121209886339/

Fundação Internacional do Mieloma irá promover seminário para pacientes, familiares e profissionais da saúde em São Paulo

logo_imf

Data: 03 de agosto (sábado)
Horário: das 08h às 14h
Local: Renaissance Hotel (Teatro)
Endereço: Alameda Santos, 2233 – próximo a estação de Metrô da linha Verde – Consolação

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fonte: http://www.myeloma.org.br/conteudo_detalhes.php?conteudo=eventos&id_conteudo=239&pagina=1

quinta-feira, 18 de julho de 2013

Anemia na Insuficiência Renal




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O que é peso seco?




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Diagnóstico Precoce de Câncer de Bexiga Ajuda Acelerar Tratamento

70% dos homens e 40% das mulheres com tumores de bexiga apresentam histórico de tabagismo

Um levantamento do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp), aponta que 70% dos casos de tumores de bexiga atendidos na unidade são diagnosticados em fase inicial. A doença atinge três vezes mais os homens, a partir dos 65 anos, e está relacionada com o tabagismo.
Os tumores que atingem o órgão evoluem rapidamente, em cerca de três meses. O diagnóstico precoce realizado por meio de exames de urina e ultrassom aumenta as chances de cura, permitindo que o tratamento cirúrgico seja menos invasivo.
A bexiga é responsável por armazenar a urina produzida pelos rins até que seja eliminada pela contração da musculatura. “Quando descoberto tardiamente, a taxa de cura do tratamento cai entre 30% e 40%. O tumor pode se espalhar pelo corpo e o paciente precisa ser submetido à cirurgia para retirada da bexiga, o que diminui sua qualidade de vida”, alerta o urologista Cláudio Murta, do Icesp.
Sintomas
O câncer de bexiga costuma apresentar sintomas. O principal alerta é a presença de sangue na urina e desconfortos como ardência ao urinar e sensação de não esvaziamento.
“São sinais que podem confundir o quadro com uma infecção do trato urinário. Portanto não devem ser ignorados pelos pacientes, uma vez que os tumores são agressivos e podem evoluir em um curto prazo. É fundamental procurar ajuda médica imediatamente”, destaca o especialista.
A prevenção de tumores deve começar na mesa. Uma dieta equilibrada ajuda as defesas naturais do corpo a destruírem os agentes cancerígenos antes que eles causem danos graves às células.
Cigarro, o principal vilão
Uma pesquisa anterior realizada no Icesp mostrou que 70% dos homens e 40% das mulheres com tumores de bexiga apresentavam histórico de tabagismo.
Os profissionais da saúde sempre frisam que a fumaça do cigarro contém muitas substâncias químicas que são absorvidas e eliminadas pelo organismo através da urina, elevando o risco de desenvolvimento de tumores no sistema genito-urinário.
Patrícia Santos
Da reportagem local
Fonte: O Regional


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quarta-feira, 17 de julho de 2013

Alunos acompanham luta contra o câncer em hospital de Barretos, SP

Concurso levou cinco estudantes a conhecer tratamento e pesquisas. Objetivo é mostrar importância da prevenção e do diagnóstico precoce.



Cinco alunos da rede pública de ensino de Barretos (SP) acompanham, desde esta segunda-feira (15), a luta de pacientes contra o câncer na cidade. Primeiros colocados em um concurso de redação realizado pelo Hospital de Câncer, eles passarão a semana na unidade para conferir o dia a dia do hospital e as pesquisas desenvolvidas nos laboratórios.



O objetivo, de acordo com a direção do hospital, é despertar nos adolescentes a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer. “Estamos mostrando para essa geração a importância de um caminho que tem que ser seguido”, afirma o diretor médico Luiz Fernando Lopes.



O primeiro dia de visita começou pelo Hospital de Câncer Infanto-Juvenil. Acompanhados por universitários de medicina, os estudantes passaram pelos ambulatórios e pelas salas de enfermagem e de quimioterapia. Lá, conheceram a realidade das crianças e de suas famílias na luta contra a doença.



A estudante Júlia Moraes, do 9º ano do ensino fundamental, ficou comovida com a situação. “É algo muito chocante, porque a gente vê realmente uma realidade. Não é só a questão de que o câncer é uma doença. Ver as crianças choca um pouco. É difícil ver pessoas novas assim. Nós, jovens, temos um conceito diferente sobre o que é a vida, e quando a gente chega a um lugar assim e se depara com uma realidade assim, com as famílias sofrendo junto com os pacientes, a gente vê como é difícil”, diz.



O contato com os pacientes, segundo ela, a inspirou a estudar psicologia. “Sempre tive em mente fazer algo em que eu pudesse ajudar as pessoas de alguma forma. Ter o contato direto com elas. Acho que aqui é o melhor lugar para se ver isso”, diz.



A experiência também despertou no estudante Felipe Martins a vontade de um dia trabalhar em prol dos pacientes. “É muito bonito o que eles fazem aqui. Os médicos e os funcionários deixam de cuidar da vida deles para tratar da vida dessas pessoas. Eles se dedicam totalmente ao trabalho. Se tudo correr bem, quero prestar medicina no vestibular”, afirma.


Alunos da rede pública passarão a semana conhecendo as dependências do Hospital de Câncer de Barretos (Foto: Mauricio Glauco/ EPTV)


Alunos da rede pública passarão a semana conhecendo as dependências do Hospital de Câncer de Barretos (Foto: Mauricio Glauco/ EPTV)

Fonte: Portal G1 / Clique aqui para ver o vídeo da matéria -> http://g1.globo.com/sp/ribeirao-preto-franca/noticia/2013/07/alunos-acompanham-luta-contra-o-cancer-em-hospital-de-barretos-sp.html

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Pacientes pré-diabéticos têm o funcionamento de nervos comprometido

26/6/2013 -

O exame de tolerância à glicose alerta: os níveis de glicemia chegaram ao ponto de uma intervenção. O paciente está na pré-diabetes, situação em que sociedades médicas ao redor do mundo definem como o estado prévio à instalação da doença metabólica. Paciente comunicado, riscos conhecidos. Ainda assim, poucos veem nessa etapa a oportunidade de evitar, ou pelo menos adiar, as consequências da enfermidade, como cegueira, problemas cardiovasculares, insuficiência renal e neuropatias. A maioria adota a postura do “quando complicar, eu cuido”. Por isso, o termo pré-diabetes vem sendo alvo de críticas por alguns especialistas. Afinal, o quadro, além de interpretado erroneamente por pacientes, já traz comprometimento de nervos e artérias.

“Esse nome é um desserviço à medicina. De pré, o pré-diabetes não tem nada. Já é diabetes e aumenta os riscos de mortalidade do paciente”, alerta Saulo Cavalcanti, diretor da Federação Latino-Americana de Endocrinologia. O ponto positivo da condição é que esse paciente tem a chance de mudar precocemente o curso da doença. Em termos de prevenção, segue como palavra de ordem a mudança no estilo de vida. O engajamento em se cuidar, adotando uma alimentação saudável e um programa regular de exercícios físicos, foi tema recorrente no 73º Congresso da Associação Americana de Diabetes (ADA), que terminou ontem, em Chicago.

obs. conteúdo meramente informativo procure seu médico.
abs,
Carla
extraído. http://www.diabetenet.com.br/conteudocompleto.asp?idconteudo=7702


terça-feira, 16 de julho de 2013

Direitos de pacientes portadores de Doença Renal Crônica


Conheça os seus direitos através das leis que envolvem portadores de Doença Renal.

Leis e Decretos

Direitos Garantidos no Âmbito Federal


Aposentadoria por invalidez

Auxílio Doença

Benefício de Prestação Continuada

Isenção no Pagamento do Imposto de Renda Pessoa Física - IRPF

Passe Livre interestadual

Tratamento fora do domicílio

Sistema Financeiro de Habitação – Direito à Quitação do Financiamento Imobiliário
FGTS e PIS/PASEP


Direito a receber tratamento

Gratuidade nos Remédios

Farmácia Popular

Prioridade no Recebimento de Créditos Oriundos de Precatórios

Redução da Contribuição Previdenciária para Servidores Públicos Inativos Portadores de Doença Incapacitante

Plano de Previdência Privada

Seguro de Pessoas

Andamento Processual Prioritário

Acesso à Justiça

Direitos Garantidos no Âmbito Estadual Paulista

Compra de carro com isenções de impostos (âmbito Federal e Estadual)

Direitos Garantidos no Município de São Paulo
Isenção no pagamento do IPTU, Taxas de Conservação de Vias e Logradouros Públicos, de Limpeza Pública e de Combate a Sinistros incidentes sobre imóvel integrante do patrimônio de aposentados, pensionistas e beneficiários de renda mensal vitalícia

Passe Livre

Isenção no rodízio municipal de veículos

Atende – Transporte Especial

Cartão de Estacionamento em Vagas de Deficientes

Declaração Universal dos Direitos Humanos



ARTIGO XXV - Todo homem tem direito a um padrão de vida capaz de assegurar a si e a sua família saúde e bem estar.



O paciente tem direito a atendimento humano, atencioso e respeitoso, por parte de todos os profissionais de saúde. Tem direito a um local digno e adequado para seu atendimento.

O paciente tem direito a ser identificado pelo nome e sobrenome. Não deve ser chamado pelo nome da doença ou do agravo à saúde, ou ainda de forma genérica ou quaisquer outras formas impróprias, desrespeitosas ou preconceituosas.

O paciente tem direito a receber do funcionário qualificado, presente no local, auxílio imediato e oportuno para a melhoria de seu conforto e bem-estar.

O paciente tem direito a identificar o profissional por crachá preenchido com o nome, função e cargo.

O paciente tem direito a consultas marcadas antecipadamente.

O paciente tem direito de exigir que todo o material utilizado seja rigorosamente esterilizado, ou descartável e manipulado segundo normas de higiene e prevenção.

O paciente tem direito de receber explicações claras sobre o exame a que vai ser submetido e para qual finalidade irá ser coletado o material para exame de laboratório.

O paciente tem direito a informações claras, simples e compreensivas, adaptadas à sua condição cultural, sobre as ações diagnósticas e terapêuticas, o que pode decorrer delas, a duração do tratamento, a localização de sua patologia, se existe necessidade de anestesia, qual o instrumental a ser utilizado e quais regiões do corpo serão afetadas pelos procedimentos.

O paciente tem direito a ser esclarecido se o tratamento ou o diagnóstico é experimental ou faz parte de pesquisa, e se os benefícios a serem obtidos são proporcionais aos riscos e se existe probabilidade de alteração das condições de dor, sofrimento e desenvolvimento da sua patologia.

O paciente tem direito de consentir ou recusar a ser submetido à experimentação ou pesquisas. No caso de impossibilidade de expressar sua vontade, o consentimento deve ser dado por escrito por seus familiares ou responsáveis.

O paciente tem direito a consentir ou recusar procedimentos, diagnósticos ou terapêuticos, a serem nele realizados. Deve consentir de forma livre, voluntária, esclarecida com adequada informação. Quando ocorrerem alterações significantes no estado de saúde inicial ou da causa pela qual o consentimento foi dado.

O paciente tem direito de revogar o consentimento anterior, a qualquer instante, por decisão livre, consciente e esclarecida, sem que lhe sejam imputadas sanções morais ou legais.

O paciente tem o direito de ter seu prontuário médico elaborado de forma legível e de consultá-lo a qualquer momento. Este prontuário deve conter o conjunto de documentos padronizados do histórico do paciente, principio e evolução da doença, raciocínio clínico, exames, conduta terapêutica e demais relatórios e anotações clinicas.

O paciente tem direito a ter seu diagnóstico e tratamento por escrito, identificado com o nome do profissional, de saúde e seu registro no respectivo Conselho Profissional, de forma clara e legível.

O paciente tem direito de receber medicamentos básicos, e também medicamentos e equipamentos de alto custo, que mantenham a vida e a saúde.

O paciente tem o direito de receber os medicamentos acompanhados de bula impressa de forma compreensível e clara e com data de fabricação e prazo de validade.

O paciente tem direito de receber as receitas com o nome genérico do medicamento (Lei do Genérico), e não em código, datilografadas ou em letras de forma ou com caligrafia perfeitamente legível, e com assinatura e carimbo contendo o número do registro do respectivo Conselho Profissional.

O paciente tem direito de conhecer a procedência e verificar antes de receber sangue ou hemoderivados para a transfusão, se o mesmo contém carimbo nas bolsas de sangue atestando as sorologias efetuadas e sua validade

O paciente tem direito, no caso de estar inconsciente, de ter anotado em seu prontuário, medicação, sangue ou hemoderivados, com dados sobre a origem, tipo e prazo de validade.

O paciente tem direito de saber com segurança e antecipadamente através de testes ou exames, que não é diabético, portador de algum tipo de anemia, ou alérgico a determinados medicamentos.

O paciente tem direito à sua segurança e integridade física nos estabelecimentos de saúde, públicos ou privados.

O paciente tem direito de ter acesso às contas detalhadas referentes às despesas de seu tratamento, exames, medicação, internação e outros procedimentos médicos. (Portaria do Ministério da Saúde nº 1286 de 26/10/93- art. 82 e nº 74 de 04/05/94).

O paciente tem direito de não sofrer discriminação nos serviços de saúde por ser portador de qualquer tipo de patologia, principalmente no caso de ser portador de HIV/AIDS ou doenças infectocontagiosas.

O paciente tem direito de ser resguardado de seus segredos, através da manutenção do sigilo profissional, desde que não acarrete riscos a terceiros ou à saúde pública.

O paciente tem direito a manter sua privacidade para satisfazer suas necessidades fisiológicas, inclusive alimentação adequada e higiênicas.

O paciente tem direito a acompanhante, se desejar, tanto nas consultas, como nas informações. As visitas de parentes e amigos devem ser disciplinadas em horários compatíveis desde que não comprometam as atividades, médico/sanitárias.

O paciente tem direito à indenização pecuniária no caso de qualquer complicação em suas condições de saúde motivadas por imprudência, negligência ou imperícia dos profissionais de saúde.

O paciente tem direito à assistência adequada, mesmo em períodos festivos, feriados ou durante greves profissionais.

O paciente tem direito de receber ou recusar assistência moral, psicológica, social e religiosa.

O paciente tem direito a uma morte digna e serena, podendo optar ele próprio (desde que lúcido), a família ou responsável, por local ou acompanhamento e ainda se quer ou não o uso de tratamentos dolorosos e extraordinários para prolongar a vida.

O paciente tem direito à dignidade e respeito, mesmo após a morte. Os familiares ou responsáveis devem ser avisados imediatamente após o óbito.

O paciente tem o direito de não ter nenhum órgão retirado de seu corpo sem sua prévia aprovação.

O paciente tem direito a órgão jurídico de direito especifico da saúde, sem ônus e de fácil acesso.



Previdência Social



É um sistema de proteção social que assegura o sustento do trabalhador e de sua família, quando ele não pode trabalhar por causa de doença, acidente, gravidez, prisão, morte ou velhice. Benefícios:


1. Aposentadoria por Invalidez

2. Auxílio Doença

1. Aposentadoria por Invalidez:

Quem tem direito?

Trabalhadores contribuintes da Previdência que, por doença ou acidente, forem considerados pela perícia médica incapacitados para exercer suas atividades.

É necessário:

• Ter contribuído no mínimo 12 meses

• Passar por perícia médica de dois em dois anos, se não, o benefício é suspenso.

Deixa de ser paga quando o segurado recupera a capacidade e volta ao trabalho.

E o paciente que nunca contribuiu com a Previdência?


Segurado Especial

• O Trabalhador Rural - Declaração do Sindicato dos Trabalhadores Rurais

• O Pescador - Declaração do Sindicato dos Pescadores


2. Auxílio Doença:

Quem tem direito?

O segurado da Previdência impedido de trabalhar por doença ou acidente por mais de 15 dias

É necessário:

• Ter contribuído no mínimo 12 meses

• Perícia médica de 3 em 3 meses no mínimo

Deixa de ser pago quando o segurado recupera a capacidade e retorna ao trabalho ou quando se transforma em aposentadoria por invalidez.

Benefício de amparo assistencial


LOAS – Lei Orgânica da Assistência Social

Lei nº 8.742, de dezembro de 1993.

Política de Seguridade Social não contribuitiva que provê os mínimos sociais, para garantir o atendimento às necessidades básicas.

Quem tem direito?

Pessoa portadora de deficiência física

Idoso – acima de 65 anos

Benefício

Garantia de 01 salário mínimo mensal.

Requisito

Renda per capta inferior a ¼ do salário.



Onde buscar o benefício?

INSS.

TFD - Tratamento Fora Domicílio Portaria/SAS/Nº 055 de 24 de fevereiro de 1999

O que é TFD?

Atendimento médico a ser prestado a qualquer cidadão conveniado do SUS que em função de insuficiência de recursos médicos em seu local de domicílio, requeiram remoção.

Quem tem direito?

• Paciente que em seu município não disponha de tratamento médico especializado.

• Pacientes que necessitam de deslocamentos maiores do que 50 Km de distância

Onde buscar o benefício:

Prefeituras Municipais ou DIRES.


PASSE LIVRE LOCAL

Lei Municipal nº 6.119/2002

Acesso de pessoas portadoras de deficiência física pela porta de desembarque aos ônibus urbanos convencionais.

Quem tem direito?

• Deficientes visuais, físicos e mentais

• Pacientes Renais Crônicos

• Idosos – acima de 65 anos

Requisito:

Carência econômica do portador de deficiência, com comprovação da renda familiar inferior a 3 (três) salários mínimos de referência.



PASSE LIVRE INTERESTADUAL

Lei nº 8.899, de 29/06/94 e Decreto nº 3.691, de 19/12/00.


Governo Federal através do Ministério dos Transportes regulamentou a lei que dá direito às pessoas carentes, portadoras de deficiência física em viagens interestadual gratuita.


Quem tem direito?

• Deficientes visuais, físicos e mentais.

• Pessoas portadoras de ostomias e os renais crônicos.


Onde buscar o Passe Livre?

Caixa Postal – 9.800 – CEP. 70.001-970

Brasília- DF

Informações/contato: 0800-61-0300

Medicações

Portaria nº 82, de 03 de janeiro de 2000.

Medicação de Alto Custo - assegura para o paciente renal crônico dispensação de medicamentos.

• Eritropoietina Humana

• Calcitriol

• Hidróxido de Ferro

• Sevelamer/Renagel

• Imunossupressores para transplantados

• Vacina contra hepatite B


Outras medicações como: • Antihipertensivos

• Vitaminas

• Ácido Fólico


Podem ser encontradas em Centros de Saúde.

Transplante

Artigo 36 da Portaria GM/MS nº 3407

A unidade de diálise tem obrigação de inscrever todo paciente no cadastro técnico da Central de Transplante do seu estado.

Serviço Social

Compete ao Serviço Social esclarecer junto aos beneficiários, sobre seus direitos e os meios de exercê-los. Estabelecer conjuntamente com eles o processo de soluções de problemas que emergirem, tanto no âmbito interno da instituição como na dinâmica da sociedade.

Leis Municipais


Lei Municipal nº 4.364: Osasco - SP

Lei Municipal nº 5.138: Rio de Janeiro - RJ

Projeto de Lei CM004/2009: Divinópolis - MG

Lei Municipal 13713: Campinas - SP
Onde reivindicar seus direitos?

Outras fontes de informações


Curiosidade: segundo lei federal todo paciente renal crônico tem direito de realizar gratuitamente seu tratamento de diálise ou o transplante renal e de receber medicamentos básicos e essenciais para o tratamento de doenças que normalmente acompanham a insuficiência renal.


fonte:www.sbn.org.br

extraído:https://www.facebook.com/pages/Dicas-de-Hemodi%C3%A1lise-e-Transplantes-Nevakubo/270395653033630