quinta-feira, 31 de julho de 2014

“Ciência do Açúcar” - Diabetes

“Ciência do Açúcar” - Diabetes

25/6/2014 - SEgs








DIABETES é uma doença crônica ligada a um colapso na forma como o corpo processa o açúcar. Continue lendo para aprender mais sobre o diabetes e a ciência por trás da "fábrica de processamento interno de açúcar" dos nossos próprios corpos!

Fatos Rápidos:

A glicose é a única fonte de energia que pode ser utilizada pelo cérebro e pelos eritrócitos.
Todas as células em todos os organismos do planeta queimam a glicose para produzir energia
O nosso cérebro é o maior consumidor de glicose em nosso corpo.
A corrente sanguínea humana contém, normalmente e a qualquer momento, cerca de cinco gramas de glicose - o equivalente a apenas uma colher de chá de açúcar.
Como o Corpo Processa o Açúcar
O açúcar é um tipo de carboidrato contido naturalmente nos alimentos, mas também pode ser adicionado durante o processamento de alimentos. A ingestão de açúcar em excesso pode levar a problemas sérios de saúde, nossos corpos precisam de uma quantidade mínima todo dia para continuar trabalhando.
Nós consumimos açúcar de diversas maneiras diferentes, mas no final, o nosso corpo transforma quase todo o açúcar que ingerimos em glicose - também conhecida como "glicemia". A glicose é o açúcar primário que o nosso corpo utiliza para gerar energia.
Nosso sistema interno de processamento do açúcar começa na boca, onde a saliva começa a degradar os alimentos até moléculas mais simples. A partir daí, o alimento viaja para o estômago, onde os sucos gástricos continuam digerindo os carboidratos em moléculas de açúcar menores. Finalmente, as moléculas de açúcar se movem para o intestino delgado, onde a maioria é transformada em glicose, absorvida na nossa corrente sanguínea e transportada por todo o corpo para fornecer energia.
À medida que digerimos uma refeição e a nossa glicemia aumenta, ela sinaliza ao pâncreas para liberar um hormônio chamado INSULINA. A insulina é responsável por mover a glicose do sangue para as células que precisam de energia. Geralmente, quanto mais açúcar há na corrente sanguínea, mais insulina o pâncreas libera. No entanto, há limites para a quantidade de insulina que o pâncreas pode produzir e portanto, da quantidade de açúcar que nosso corpo pode processar de uma vez. O açúcar que não pode ser usado imediatamente é armazenado nos músculos, no fígado e nas células adiposas, até que mais energia seja necessária.
Este sistema complexo de processamento do açúcar está sempre trabalhando para manter nosso nível de glicemia em uma faixa saudável. Quando o sistema entra em colapso, pode levar a doenças sérias - a mais conhecida delas é o DIABETES. No diabetes tipo 1, o próprio sistema imunológico do corpo destrói as células do pâncreas que produzem insulina (conhecidas como células beta). Na forma mais comum do diabetes - tipo 2 - o pâncreas ainda produz insulina, mas ou não é o suficiente para controlar os níveis de glicemia, ou as células do corpo não a utilizam de forma eficaz.
Ambos os tipos de DIABETES devem ser controlados com cuidado para manter os níveis de glicemia saudáveis e evitar sérias complicações. A presença de níveis elevados de glicemia (hiperglicemia) durante longos períodos de tempo pode danificar o coração, vasos sanguíneos, nervos e rins. A baixa glicemia (hipoglicemia) também pode ocorrer em pessoas com diabetes; a baixa glicemia não tratada pode resultar em coma e morte. Felizmente, existem muitos tratamentos e sistemas de monitoramento da glicemia disponíveis para ajudar as pessoas com diabetes a controlar com mais facilidade e de maneira eficaz a sua doença e levar suas vidas de forma mais saudável.

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abs,
Carla
extraído:http://www.diabetenet.com.br/conteudocompleto.asp?idconteudo=8540

quarta-feira, 30 de julho de 2014

Foto

5 Sintomas de um Sistema Imunológico Debilitado

5 Sintomas de um sistema imunológico debilitado


O sistema imunológico é o mecanismo que o corpo dispõe para se defender dos vírus, bactérias e muitos tipos de doenças. Às vezes, tende a se debilitar pela: má alimentação, o stress, ou algum tipo de doença; podendo evitar, desse modo, com que cumpra as suas funções básicas. Mas, quais são os sinais de fraqueza? Acompanha este artigo que explicaremos.

 
Como saber que meu sistema imunológico está fraco?

O sistema imunológico é a nossa defesa, a nossa “resposta imune” a determinados agentes externos que podem entrar em nosso organismo e nos causar doenças. Composto por uma rede de células, tecidos e órgãos, eles são os responsáveis por trabalhar em conjunto para proteger o nosso corpo. Com certeza você sabe, estas células protetoras são leucócitos ou glóbulos brancos, encarregados por atacar precisamente esses organismos que nos causam doenças. Estas células estão localizadas no timo, no baço e na medula óssea. São os chamados “órgãos linfáticos”.

Se, por qualquer razão em um dado momento temos um baixo nível de leucócitos, deixamos de ser capaz de enfrentar estes elementos externos que nos causam doenças. Então é importante estar alerta a alguns determinados tipos de sinais, para que de imediato, nosso médico determine a origem desta debilidade e possamos enfrentá-la. Portanto, vejamos os indícios.

1. Cansaço

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Bom, é verdade que o cansaço pode ter muitas causas. Mas quando é contínuo, quando, por exemplo, ao levantar pelas manhãs já nos sentimos esgotados, quando diante pequenos esforços acabamos rendidos, quando as diferenças de temperaturas nos produzem desânimos, enjoos, etc., já é um sintoma para levar em conta.

2. Infecções frequentes

Infecções de urina, de estômago, ter as gengivas sempre inflamadas e vermelhas, sofrer de diarreia com frequência, são exemplos de que o nosso sistema imunológico não enfrenta, como deveria, os agentes externos que se introduzem em nosso corpo. Não da à resposta adequada e não pode nos defender diante determinados vírus ou bactérias.

3. Resfriados, gripes e dores de garganta

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Quantos resfriados você costuma pegar? Sempre te dói a garganta? Você sempre se contagia com gripes? Então visite o seu médico para que ele te faça exames e comprove seu nível de glóbulos brancos. Talvez o seu sistema imunológico não esteja te defendendo como deveria.

4. Alergias

Existem pessoas que sofrem reações alérgicas de modo mais frequente que a outra. Não podem dar resposta a determinadas influências de pólen, de pó, de agentes ao seu redor que impactam em nossa pele ou nossa mucosa, e que de imediato afetam a sua saúde. Se esse é seu caso, é possível também que tenha o sistema imunológico fraco.

5. Feridas que demoram em cicatrizar

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É possível que quando você se corte ou faça um simples arranhão, fique sem curar a ferida depois de dias. As feridas não saram, mas sim infeccionam, inflamam e doem. A que se deve isso? Se acontece isso com você informe o seu médico essa lentidão.

Aprenda a fortalecer o seu sistema imunológico.

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1. Cuida de sua dieta

Sabemos que você sabe. Uma boa dieta é o sinônimo de uma boa saúde. Mas às vezes só a fazemos quando já estamos sofrendo de algum problema, quando já estamos doentes. É necessário que mantenha uma nutrição variada e equilibrada em todo momento, rica em frutas, verduras, proteína magra, e baixa em açúcar, gordura e álcool. As frutas cítricas são sempre uma excelente ajuda, portanto não descuide do consumo de laranjas, tangerinas, mamões, uvas e tomates.

2. Durma o suficiente

Ter um sono tranquilo e reparador, é imprescindível para manter forte o nosso sistema imunológico, para permitir que recupere energias e cumpra as suas funções essenciais. A insônia, as preocupações que nos obrigam a acordar continuamente, são inimigas da sua saúde.

3. Higiene e limpeza

Também o sabemos, mas às vezes pode nos passar despercebido. Lavar as mãos antes de comer, antes de mexer com comida, depois de tocar em animais, depois de chegar da rua ou do trabalho etc. É importante também cuidar da limpeza de nossos alimentos. Lavar bem as verduras que você irá cozinhar, as mergulhar em água  e eliminar qualquer resíduo. Tudo isso é imprescindível para proteger o nosso sistema imunológico.

4. Equilibra adequadamente o stress

O stress não é só uma emoção, se se torna crônico pode nos trazer graves problemas.Se acumulam toxinas em nosso organismo, enfraquece o nosso sistema imunológico, nos causa doenças. Portanto, leve ele em consideração. Estabeleça prioridades, aprenda a se amar, a encontrar seu tempo e a fazer coisas para você.


Obs.conteúdo meramente informativo procure seu médico
abs,
Carla
extraído:http://melhorcomsaude.com/5-sintomas-de-um-sistema-imunologico-debilitado/

terça-feira, 29 de julho de 2014

Tenho Linfoma, e agora?

linfoma

Se você, assim como o Reynaldo Gianecchini, foi diagnosticado com linfoma, não é necessário entrar em pânico.

Cada vez mais popular, a doença agora aparece na estimativa de Incidência do Câncer no Brasil, realizada pelo INCA (Instituto Nacional do Câncer) e atualmente é o sexto tipo de câncer mais comum no Brasil.


Porém, ainda que os números sejam alarmantes, esta é a área da oncologia que apresenta os maiores avanços em pesquisas clínicas nos últimos anos, segundo o especialista Dr. Carlos Chiattone, chefe da disciplina de Hematologia e Oncologia da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, diretor de Relações Internacionais da Associação Brasileira de Hematologia e Hemoterapia e membro do Comitê Científico Médico da ABRALE.

“O nome linfoma se refere a cerca de 50 tipos diferentes de cânceres. Clinicamente podem ser divididos em três grupos de comportamento clínico: os agressivos, os indolentes e os muito agressivos. Os agressivos são os mais frequentes, correspondendo a quase metade de todos os linfomas. Tratados corretamente, há uma alta taxa de pacientes curados, particularmente aqueles que não têm fatores prognósticos negativos. Os indolentes ocupam o segundo lugar, como os linfomas foliculares, que são os mais frequentes nessa categoria. Esses são incuráveis, mas com os tratamentos atuais a tendência é torna-los doenças crônicas, como a diabetes e hipertensão. Neste caso, os pacientes também têm longa vida e com qualidade.

Por último temos os linfomas muito agressivos, que também podem ser curados com as terapias existentes hoje, se utilizadas em altas taxas”, informou o hematologista.

Os principais sintomas deste tipo de câncer do sangue são aumento dos gânglios linfáticos (sem dor) no pescoço, axilas ou virilhas; perda de peso sem motivo; febre persistente; sudorese noturna; coceira na pele; tosse, dificuldade para respirar ou dor no peito; fraqueza e fadiga progressivas e dor, inchaço ou sensação de peso no abdômen.

O linfoma é uma doença que atinge pessoas de diversas idades, desde crianças a idosos, não é hereditário e ainda não há maneiras de preveni-lo. Atualmente, as principais opções para o tratamento são a quimioterapia, radioterapia, fototerapia, transplante de medula óssea e anticorpos monoclonais.

Se diagnosticado precocemente, as chances de cura podem chegar até em 86%, por isso fique sempre atento a qualquer sinal diferente em seu corpo. Se surgir qualquer indício da doença, procure um onco-hematologista, especialidade médica que trata os cânceres do sangue.

Para mais informações, acesse http://www.abrale.org.br ou entre em contato com a ABRALE pelo 0800 773 9973 e abrale@abrale.org.br.

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abs,
Carla

domingo, 27 de julho de 2014

Foto: Bom dia, amigos!!

Vamos começar o nosso dia com o sentimento de gratidão?
Tenham uma ótima terça-feira!

Homens são mais Propensos a Desenvolver Diabetes Tipo 2

Homens são mais propensos a desenvolver diabetes tipo 2

16/7/2014 - RCM Pharma




Os especialistas do Método DiaproKal® alertam os homens que eliminar a gordura que se acumula na barriga não é só uma questão estética, mas pode evitar o aparecimento de diabetes tipo 2.
Segundo um estudo, os homens são biologicamente mais propensos que as mulheres a desenvolver este tipo de diabetes e não precisam de ganhar tanto peso para que a doença apareça.

Os homens, devido à tendência natural para acumular gordura em torno do fígado e do abdómen, têm o pior tipo de excesso de peso. Esta gordura abdominal é especialmente nociva para o organismo e, por isso, são mais propensos a desenvolver diabetes tipo 2. Em resposta, os especialistas do Método DiaproKal® alertam os homens portugueses com excesso de peso ou obesidade que não só os homens obesos que estão em risco de desenvolver diabetes tipo 2: ter excesso de peso, como gordura acumulada na barriga, também aumenta o risco de sofrer da doença.
 
“Ao contrário das mulheres que têm maior tendência para acumular gordura nas ancas e nas coxas, os homens tendem a armazená-la à volta da cintura, seja qual for a sua constituição. Isto significa que, embora em geral sejam finos ou tenham um ligeiro excesso de peso, qualquer homem que tenha gordura armazenada no abdómen pode desenvolver diabetes tipo 2, porque afeta diretamente os órgãos mais próximos e pode provocar resistência à insulina” explica o Dr. Ignacio Sajoux, Director Médico do Método DiaproKal®.
 
A diabetes tipo 2 afeta a sexualidade dos homens
 
Além das consequências associadas à diabetes tipo 2, como o aumento do risco cardiovascular, a perda de visão ou perda de sensibilidade nos membros, os especialistas DiaproKal® avisam do desconhecimento masculino de que a sua vida sexual também pode ser afetada por esta doença. Entre 35 e 50% dos homens DIABÉTICOS tipo 2 sofrem de disfunção eréctil, que aparece cerca de 15 anos antes do que num homem saudável. Esta consequência juntamente ao maior risco de sofrer de diabetes tipo 2 apesar de não ser obeso, deverá sensibilizar qualquer homem e encorajá-lo a tomar medidas, considerando a perda de peso para reduzir a gordura acumulada no abdómen.
 
Com este objetivo, o primeiro passo antes de iniciar o processo de perda de peso é solicitar acompanhamento médico, começando por fazer análises completas e decidir junto do médico o tratamento mais adequado. Se nas análises se verificam valores de glicose em jejum superiores a 110 mg/dl e o excesso de peso está acumulado no abdómen, é aconselhável escolher um tratamento de perda de peso que elimine a MASSA GORDA e reduza o Perímetro da Cintura (PC). Neste caso, o Método DiaproKal®, o tratamento médico da perda de peso, está especificamente pensado para controlar a pré-diabetes ou diabetes tipo 2, recorrendo a uma abordagem multidisciplinar do excesso de peso e da obesidade. Além disso, é o único tratamento de perda de peso que define um objetivo de redução do Perímetro da Cintura para evitar o aparecimento da diabetes tipo 2 ou controlá-la caso já exista.
 
Uma perda de peso benéfica para os homens
 
Tal como mostra o Estudo DiaproKal®, o Método DiaproKal®, baseado na DIETA proteinada, consegue reduzir o perímetro da cintura (gordura intra-abdominal) 3 vezes mais do que uma dieta hipocalórica normal, ao fim de 4 meses. Assim, a gordura acumulada no abdómen, um tipo de excesso de peso muito comum nos homens e especialmente prejudicial para eles, também desaparece. Além disso, aos 2 meses de tratamento, este método atinge perdas de peso médias de 11,02 kg, quase quatro vezes mais do que os tratamentos com a dieta hipocalórica, que alcançam uma perda de 2,92 kg, e consegue normalizar os níveis de açúcar no sangue.
 
A atividade física é um dos principais pilares do método, uma vez que reduz a gordura abdominal acumulada, evita a flacidez muscular e melhora a resistência à insulina. O Método DiaproKal® baseia-se numa dieta proteinada, fazendo com que a perda de peso seja à custa de gordura e preserve a massa muscular dos pacientes, graças ao estado de cetose provocado por este tratamento. Este estado permite aos pacientes perder 90% do peso definido e ajuda-os a fazer o tratamento sem sentir cansaço, fome e permite seguir o ritmo de vida normal.
 
Os homens DIABÉTICOS ou pré-diabéticos que querem fazer um mínimo de atividade física diária contam com exercícios simples de resistência e tonificação, definidos pelos especialistas em atividade física do Método, que evoluem ao longo do tratamento e podem ser incorporados no seu dia-a-dia. Assim, desde o início do tratamento, o exercício físico está muito presente, contando que no final do processo, a atividade física diária faça parte da rotina dos pacientes. Além disso, estes vão percebendo que com a atividade física e a incorporação progressiva de alimentos saudáveis, definidos pela equipa de dietistas-nutricionistas especializada em diabetes, os seus músculos ficam cada vez mais definidos.
 
Durante todo o tratamento, os pacientes são também aconselhados por especialistas em COACHING e supervisionados pelo médico, juntamente com os especialistas em atividade física, dietética e nutrição, que os ajudam a mudar o estilo de vida a longo prazo. Assim, os pacientes perdem peso às custas da massa gorda e reduzem o seu perímetro da cintura, permitindo o desaparecimento da gordura abdominal nos primeiros meses de tratamento e a normalização dos níveis açúcar no sangue.


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abs,
Carla
extraído:http://www.diabetenet.com.br/conteudocompleto.asp?idconteudo=8555

sábado, 26 de julho de 2014

Idosos também realizam Transplante de Medula Óssea

transplante de medula em idosos

Médicos estão buscando novos métodos para realizar transplantes de medula em uma parcela da população que poucos imaginam como alvo de tratamento, tão associado a adultos jovens e crianças: os maiores de 60 anos.

Ao mesmo tempo que correm um risco maior de desenvolver doenças do sangue como a leucemia mielóide aguda, pessoas dessa faixa etária não recebiam recomendação de transplante, por causa dos riscos do tratamento.

Segundo o hematologista Vanderson Rocha, há 15 anos, nem se tentava o transplante para maiores de 55 anos.
O procedimento é feito nos cânceres hematológicos para reiniciar a produção de células do sangue sadias.

Antes do transplante, o paciente é submetido a uma quimioterapia forte que mata as células cancerosas e também as saudáveis da medula óssea, a “fábrica do sangue”.

Os remédios usados nesse tratamento são fortes e tóxicos. Uma forma de contornar esse problema é usar combinações mais “fracas” de remédios, que não chegam a acabar com as células da medula antes do transplante. O método pode ser usado tanto em pacientes idosos quanto em jovens mais debilitados, que não resistiriam à terapia convencional.

O esforço se justifica: a maior causa de morte dos pacientes mais velhos é a volta da doença, enquanto que para os
mais jovens os problemas mais comuns são as complicações do próprio transplante.

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abs

Carla


Créditos: ABRALE – Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia – http://www.abrale.org.br


sexta-feira, 25 de julho de 2014

O uso do telefone na doença de Alzheimer: entenda quais as dificuldades e como facilitar o uso desse aparelho

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A doença de Alzheimer gradativamente afeta a participação cotidiana. As atividades mais simples vão se tornando mais complexas à medida que a doença progride. Ah, entenda-se que o emprego da palavra “simples”  aqui se dá pensando na rapidez e facilidade que o cérebro processa e responde a imensa demanda de sinapses envolvidas nas tarefas mais comuns, porque as atividades podem até ser bem comuns, mas não são simples de executar. Na presença da doença de Alzheimer o funcionamento cerebral decai e tudo o que antes no cérebro funcionava de uma forma rápida, direta e eficaz, precisa funcionar de outra, com vários obstáculos às sinapses cerebrais.

E, é assim que uma atividade tão simples como usar o telefone torna-se complexa e difícil. Pesquisando sobre isso, encontramos algumas explicações o orientações no site da Fundação Espanhola de Alzheimer:

1 – Por que usar o telefone é cada vez mais problemático na progressão da doença de Alzheimer?

Usar o telefone é uma atividade complexa. Você tem que lembrar o número da pessoa que vai ligar, o que requer memória. Você tem que discar os números, o que requer coordenação psicomotora. Precisa falar, comunicar uma mensagem e terminar a conversa, o que requer várias habilidades cognitivas relacionadas à linguagem. Com o decorrer da doença, essas e outras habilidades que caminham junto destas para um perfeito comportamento social ficam comprometidas.
Falando em comportamento social, lembre-se que se esse recurso é um meio social de contato do doente com familiares e amigos, ele deve continuar a ser usado. Estimular o idoso a manter essa atividade e ajudá-lo nas dificuldades na hora do uso é importantíssimo para mantê-lo em contato com pessoas queridas. Para buscar maiores orientações de adaptações (do aparelho ou de essas e de outras tarefas cotidianas, procure um terapeuta ocupacional).

2 – O que você deve prestar atenção?

Vários elementos podem traduzir as crescentes dificuldades que na hora de usar o telefone:
- a dificuldade para memorizar números ou resgatar na memória números conhecidos.
- falha na hora de discar o número correto.
- deixar o telefone fora do gancho por não saber o que fazer ao atender.
- desligar antes que a chamada termine.
- não atender quando o telefone toca.
Cada um desses acontecimentos chamam atenção quanto a dificuldade de usar o telefone. Fique atento ao aparecimento gradativo desses sinais e busque adaptar essa atividade antes que a pessoa comece a evitar o telefone.

3 – O que pode ajudar diante dessas situações que o uso do telefone começa a ficar comprometido?

Dica 1: criar uma lista dos números mais utilizados. Uma lista pequena com 5 a 6 principais números que podem ser colados ao lado do telefone.
Dica 2: Se necessário, discar o telefone para ele e deixá-lo falar com a pessoa chamada.
Dica 3: Se necessário, usar um aparelho de telefone mais fácil de usar. Existem telefones de várias marcas com números e botões maiores, que são mais indicados. Olha alguns exemplos:

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Normalmente, lojas que vendem aparelhos de telefone conhecem esse tipo de aparelho. Não é difícil de encontrar!


Existem telefones que podem ser programados para ligações praticamente automáticas, associando um dígito a um número de telefone. Esse tipo de facilidade pode ajudar mais na frente se a pessoa for treinada para isso.

Fuja de telefones muito sofisticados, eles podem ter detalhes demais e mais atrapalhar que ajudar.

Dica 4: Esteja atento ao tempo que ele e a pessoa da chamada estão no telefone. Lembre-se sempre de orientar os amigos e parentes que vão manter o contato telefônico que a conversa deve sempre ter perguntas, respostas e histórias curtas. É necessário deixar a informação chegar com clareza. Ah, e também dar tempo para a pessoa falar; se ele não fala a chamada é perdida. Ele não se comunicou, nem foi estimulado para isso.

Incentive também o contato de outras formas, como por carta (ou quem sabem até por email). Manter o contato com outras pessoas enquanto incentiva a socialização é uma excelente forma de inserir atividades na rotina de uma pessoa com Alzheimer.
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Fonte: alzfae.org
Imagem destaque: zigazoe76
EXISTEM OUTROS MATERIAIS INTERESSANTES! :)

quinta-feira, 24 de julho de 2014

Meu bebê é Diabético. E agora?

Aprenda a lidar com cada etapa da doença de seu filho pequeno, do diagnóstico ao tratamento diário.

Só quem passou pela experiência sabe o quanto é difícil descobrir que um bebê tem diabetes. Primeiro, porque é incomum o surgimento da doença nessa faixa etária. Segundo, porque ele não fala e os sintomas são imperceptíveis. Terceiro, porque os pais nunca acham que isso pode acontecer com seu filho…

A publicitária Roseni Moraes Vitzel e o representante comercial Mario Ferreira de Lima passaram por isso com sua primeira e única filha, Maria Luiza, que é diabética tipo 1 há 8 meses e tem hoje 1 ano e 10 meses. “Foi difícil diagnosticar o diabetes na Malu. “Acho que o instinto de mãe me ajudou muito. Sempre 70-640 questionava o médico, achando que ela ganhava pouco peso. Achava estranho também ela tomar tanta água”, lembra Roseni.

Foram idas e vindas ao médico, exames de sangue e nada. O nível de glicemia estava sempre normal e os médicos afirmando que o diagnóstico de diabetes era pouco provável. O tempo passou e os sintomas da doença continuaram. A menina comia bem e não engordava, bebia muita água e Roseni trocava a fralda da filha de hora em hora.

“Eu sabia que tinha alguma coisa errada, por isso levei a Malu ao hospital e pedi para o médico fazer exame de sangue. Ele fez o destro e a glicemia estava 445 mg/dl”, relata a mãe. Muito preocupada e com o coração a mil por hora, ela conta que 40 minutos depois a enfermeira repetiu o exame e a glicemia baixou 1z0-051 para 385 mg/dl.

“Quando vi o resultado entrei em pânico”, recorda a publicitária. Geralmente quando o diabetes é confirmado, o bebê já apresenta um quadro avançado de cetoacidose diabética, que se caracteriza por desidratação e dificuldade respiratória, além, é claro, da glicemia estar nas alturas.

“A maioria dos bebês não nasce com diabetes. Eles podem vir a se tornar portadores da doença nos primeiros meses ou anos de vida”, afirma o endocrinologista e pediatra Luis Eduardo Calliari, professor assistente da unidade de Endocrinologia do Departamento de Pediatria da Santa Casa de São Paulo.


O diabetes tipo 1 é o mais comum em crianças e é reflexo de uma predisposição genética associada a uma doença auto-imune, ou seja, o próprio organismo destrói as células beta produtoras de insulina. “É muito comum o diabetes aparecer na vigência de um processo infeccioso em que os sintomas da inflamação são mais valorizados do que os do diabetes. A presença de uma infecção faz com que naturalmente o pâncreas produza mais insulina e, como o bebê já não fabrica mais este hormônio, os sintomas da doença começam a aparecer”, explica Calliari, também coordenador da equipe de endócrino-pediatria do hospital São Luiz.

O médico chama a atenção dos pais para alguns sintomas recorrentes que, aliás, são quase os mesmos do adulto. Entre eles estão irritabilidade,70-680 sede intensa, excesso de urina, perda ou pouco ganho de peso, hipoatividade e mal-estar em geral. “Detectar o diabetes em um bebê é quase um trabalho de detetive, por isso os pais devem observar muito bem o quadro clínico da criança para relatar com detalhes ao médico e informar também se há algum familiar com diabetes tipo 1”, orienta o pediatra.

Não existe culpa

Diagnóstico confirmado chega a hora de começar o tratamento. Neste momento, os pais entram em desespero e se culpam por isso ter acontecido com seu filho, associam o diabetes a cegueira e amputações e buscam respostas sobre o futuro do pequeno.

“Quando o diabetes se confirmou eu só pensava como seria a vida dela: a alimentação, a escola, e principalmente, a convivência com uma sociedade que de saudável não tem nada”, assume a mãe Roseni. “Diagnóstico do diabetes é um grande impacto na vida de toda a família. É uma revelação quase sempre traumática e com sentimento de aniquilamento psíquico dos pais. Neste momento é preciso muita cautela para que os medos e dificuldades dos adultos não sejam transferidos para a criança”, orienta a psicóloga Rosana Manchon, membro do conselho consultivo da Associação de Diabetes Juvenil, em São Paulo (SP).

Roseni e Mario ficaram extremamente assustados quando souberam que teriam de fazer o teste de ponta de dedo e aplicar insulina diariamente na filha. “Nosso mundo caiu. Chorávamos dia e noite. Não acreditávamos que isso estava acontecendo com a gente”, desabafa Roseni, que sempre teve medo de injeção e não podia ver sangue de jeito nenhum. “Fiquei uma semana no hospital com a Malu para a glicemia dela estabilizar e eu tomar coragem para picá-la”, conta a publicitária.

Segundo a psicóloga Rosana Manchon, a principal dificuldade dos pais é lidar com as injeções de insulina e os testes de ponta de dedo porque as picadas diárias no bebê geralmente são associadas a um sentimento de culpa. Mas, na verdade, o que vale é o contrário: deveriam estar associadas a um bom controle da glicemia e a um tratamento adequado. “Infelizmente, a injeção é culturalmente ligada à dor e ao castigo, mesmo os pais sabendo que a aplicação de insulina é muito pouco dolorida”, lamenta a psicóloga.

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O pediatra Luís EduardoCalliari acrescenta que o tratamento do diabetes hoje é muito melhor do que há 20 anos e que a criança vai ser criada com uma alimentação que qualquer outra pessoa deveria ter, inclusive os adultos. “Os pais também devem ter em mente que a criança irá se beneficiar das evoluções que ocorrerem no tratamento do diabetes. Há muitas pesquisas em andamento e grandes avanços na medicina”, destaca o médico.

A psicóloga Rosana Manchon ressalta que o bebê capta a desorganização emocional dos pais e pode responder com comportamento de protesto, por isso é fundamental que se desenvolva um sentimento de parceria e de apoio mútuo dos pais em relação a responsabilidades, tarefas e cuidados com o bebê. “Nessa fase é importante que o pequeno se sinta em um ambiente de equilíbrio, serenidade e segurança”, sugere a psicóloga.

Rosana lembra que a primeira aprendizagem social da criança ocorre em casa, ou seja, as experiências com a família, sobretudo o elo com a mãe, são antecedentes decisivos para as relações posteriores. “A posição dos pais em relação ao diabetes, de aceitação ou rejeição, irá desenvolver semelhante postura do filho. Por isso a importância dos pais manterem-se compreensivos e enfrentarem as dificuldades com naturalidade, sem transformar o diabetes em um bicho-de-sete-cabeças”, explica Rosana. E para que isso aconteça, a especialista sugere que os pais freqüentem associações de diabetes com dois principais objetivos: troca de experiências com outras famílias e educação em diabetes.

Para os pais de Malu aceitar o diagnóstico de diabetes tem sido um desafio que se supera dia a dia. “Parei de trabalhar para cuidar da minha filha. Faço tudo para ela ter uma vida tranqüila, mas tenho muita esperança de cura”, revela Roseni.

Picadas diárias

A insulinoterapia e a monitorização da glicemia por meio do teste de ponta de dedo são a base do tratamento de um bebê. Os acessórios para aplicação de insulina utilizados nos pequeninos são os mesmos do adulto, com uma única diferença: as agulhas são mais curtas. Os pais podem aplicar insulina com a menor seringa (30 unidades) ou com a caneta que é tecnicamente mais fácil de ser manuseada. “As bombas de infusão de insulina também podem ser usadas em bebês. A vantagem é que elas melhoram o controle da glicemia e diminuem os episódios de hipoglicemia, porém ainda há muita resistência dos pais na utilização de deste aparelho”, informa Luís Eduardo Calliari.

Os tipos de insulina também não mudam, porém as doses são muito baixas e as quantidades de aplicações diárias aumentam. Isso porque o metabolismo de uma criança é mais rápido do que o do adulto. A recomendação é aplicar a insulina logo depois do bebê se alimentar. “Para ajustar a dose de insulina de um bebê, o ideal é que no início os pais visitem o médico toda semana. Depois, a visita passa a ser a cada três meses”, indica o pediatra.

É muito difícil para os pais detectarem se a criança está com hipoglicemia ou hiperglicemia, por isso a monitorização glicêmica é essencial e deve ser feita de quatro a oito vezes ao dia e os locais podem variar entre os dedos dos pés e das mãos ou o calcanhar. “A hipoglicemia em bebês é extremamente perigosa porque o cérebro da criança está em desenvolvimento e a glicose é a única fonte de energia. Quando falta o açúcar, o bebê pode entrar em uma crise convulsiva e com isso adquirir danos neurológicos”, alerta o pediatra.

Os sintomas de hipoglicemia são: irritabilidade ou choro excessivo, modificação no comportamento e sonolência em horário que ele não costuma dormir. Antes de tomar qualquer atitude, os pais devem fazer o teste da ponta de dedo e confirmar a queda da concentração de açúcar no sangue. Se a glicemia estiver entre 50 mg/dl e 60 mg/dl, a criança deve ingerir uma mamadeira de leite ou de suco de laranja. Se os valores estiverem abaixo disso, é obrigatório o consumo de açúcar. A sugestão do médico é misturar 20 ml a 30 ml de água com uma a duas colheres de chá de açúcar.
Se a glicemia não subir em 15 minutos, repetir o procedimento. Os valores aceitáveis de glicemia para bebês são: 100 mg/dl a 140 mg/dl para pré-prandial e até 180 mg/dl para pós-prandial.

Introdução dos Alimentos

A amamentação de um bebê com diabetes deve ser a mesma de outra criança da mesma faixa etária. A introdução dos primeiros alimentos também não muda. “A criança deve comer legumes, carnes, frango e frutas sem restrições. É nessa fase que ela começa a se familiarizar com os sabores e mais tarde com as texturas”, destaca Calliari. O médico orienta apenas que a alimentação seja feita a cada 3 horas para evitar episódios de hipoglicemia. A única ressalva é em relação ao consumo de açúcar. “Nenhuma criança deve crescer acostumada a ingerir muito açúcar. A criança com diabetes vai substituí-lo pelo adoçante sem nenhum problema”, garante o pediatra e endocrinologista.

Ele lembra que para a criança não vai ser sofrimento a restrição do açúcar, porque desde pequena ela nunca o consumiu. Pelo contrário, ela vai ter a chance de fazer uma alimentação muito mais saudável do que a de outras crianças. Mesmo sem entender muito bem o que está acontecendo, a pequena Malu é um exemplo de criança saudável. Ela come de tudo, não tem medo de picar o dedo 5 vezes ao dia, brinca, corre, faz travessuras e é feliz.

Não dê medicamentos sem prescrição médica. Consulte o médico endocrinologista.

Fonte: Sabor Vida

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Carla
extraído:http://www.diabete.com.br/category/artigos/infanto-juvenil/page/2/

Livro sobre-Cuidados de Longa Duração para a População Idosa-disponível on line



Livro sobre-Cuidados de Longa Duração para a População Idosa-disponível on line

O livro sobre "Cuidados de Longa Duração para a População Idosa: um novo risco social a ser assumido?" que tem como organizadora a Drª Ana Amélia Camarano, está muito interessante e disponível on line.

Basta acessar: http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/upload/saude/arquivos/pessoaidosa/livro_cuidados_prolongados_ipea.pdf


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extraído:http://fisiogerontologica.blogspot.com.br/2014/07/livro-sobre-cuidados-de-longa-duracao.html?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed:+FisioterapiaGerontolgica+(Fisioterapia+Gerontol%C3%B3gica)

quarta-feira, 23 de julho de 2014

Cinco Fundamentos da Gestão de Diabetes para Crianças com Diabetes tipo 1

Quando seu filho foi diagnosticado com diabetes tipo 1, pode ser esmagadora e assustadora. De repente, parece que há muito a aprender, e muito a acompanhar, que a vida nunca vai ser normal de novo.

Fonte: http://diabetes.about.com/
Por Debra Manzella, RN
Atualizado 26 de março de 2007
Photo by Christie MerrillCinco Fundamentos da Gestão de Diabetes para crianças com diabetes tipo 1

A vida nunca pode voltar a ser como era, mas ele vai para a frente e com o apoio e ensino, ele vai se tornar gerenciável. Há cinco principais áreas que os pais precisam se concentrar em quando seu filho é diagnosticado com diabetes tipo 1.

Entenda a dosagem da insulina

Porque o corpo do seu filho já não pode produzir insulina, ele deve ser substituído ao longo do dia, geralmente por injetá-lo. Existem vários métodos de administração de insulina:

Doses fixas de insulinas de ação intermediária e de ação rápida. Com doses fixas de insulina que o seu filho deve ter refeições no momento do pico de insulina de ação. As refeições devem ser o mais próximo possível ao mesmo tempo todos os dias com as mesmas proporções de carboidratos, gorduras e proteínas.

Crianças que tomam insulina de ação prolongada, como Lantus ainda precisa tomar doses de insulina rápida atuação nas refeições. A quantidade de insulina de ação rápida é calculada em função do teor de hidratos de carbono da refeição.

Crianças que usam bombas de insulina também precisam de uma dose adicional de insulina de ação rápida antes das refeições com base no conteúdo de carboidratos da refeição

Teste de glicose no sangue é Vital

De glicose no sangue do seu filho deve ser testado antes das refeições e ao deitar. O Programa Nacional de Educação Diabetes,  recomenda níveis de glicose no sangue para as crianças. Eles variam de acordo com faixa etária e pode ser ajustada de acordo com as experiências individuais de seu filho com hipoglicemia. Os níveis recomendados pode parecer elevado em comparação com os níveis de adultos com diabetes. A razão por trás dos números mais altos é porque as crianças, especialmente crianças pequenas, têm um risco aumentado de hipoglicemia.

 Consulte a tabela no final deste artigo descrevendo os níveis de glicose no sangue.

Mantenha um diário de refeições e os números de glicose no sangue, horários e atividades físicas para obter o panorama de como controlar o diabetes do seu filho. Dessa forma, você vai ter uma sensação para as flutuações de glicose no sangue de seu filho e ser capaz de mantê-lo em uma quilha mais ainda.

Aprenda a Administrar baixo açúcar no sangue

Também conhecida como hipoglicemia, baixo nível de açúcar no sangue é um problema comum para as crianças com diabetes tipo 1. Os sintomas incluem:
  • Irritabilidade
  • Tremores, tremores ou fraqueza
  • Falta de coordenação
  • Sonolência ou confusão
  • Dor de cabeça
  • Tontura
  • Visão dupla
  • Convulsões ou inconsciência
  • Nível de glicose no sangue abaixo de 70
Às vezes as crianças, especialmente as mais novas, não podem dizer que eles estão se tornando hipoglicemia ou não podem expressar o que está errado.
Se o açúcar no sangue de seu filho é muito baixo, têm a sua bebida criança ou comer uma quantidade concentrada de açúcar (cerca de 10 a 15 gramas) para aumentar o valor de glicose no sangue para maior que 80 mg / dl. Alguns exemplos disto seria:
  • Dois comprimidos de glicose ou 2 doses de gel de glicose
  • Um pequeno tubo de gel bolo decorador
  • Dois a quatro pedaços de doces
  • Metade de uma lata de refrigerante regular
  • Uma meia xícara de suco de laranja ou outro suco doce, como uva. Caixas de suco vir a calhar para este
  • Sete a 10 balas
  • Uma a duas colheres de sopa de mel
É uma boa ideia para manter uma pequena bolsa no porta-luvas do seu carro embalado com porções de 15 gramas de açúcar fontes rápidas, como a acima.
Se o seu filho é incapaz de comer ou beber, use um kit de glucagon. O glucagon é um hormônio que ajuda o açúcar liberação pelo fígado para o sangue. Ele vem em um kit e ele é um medicamento injetável. Geralmente aumenta a glicemia dentro de uma meia hora. O glucagon exige uma prescrição de seu médico.

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Mantenha um ou dois kits prontos e esperando antes de acontecer uma emergência hiperglicêmico. Pratique usando o kit. O seu médico, diabetes educador ou o farmacêutico pode ser capaz de fornecê-lo com um kit de prática, para que você se sinta confortável usá-lo antes que você precise.
Se o seu filho perde a consciência e você não tem glucagon, o seu filho terá que ir para o hospital imediatamente. É uma emergência médica.

Nutrição: Comer certo é o caminho
A nutricionista, educador ou outro profissional de saúde deve ajudá-lo a desenvolver um plano de alimentação que é equilibrado para que os níveis de glicose no sangue não flutuam muito, e também atende às necessidades de seu filho crescer.

Há também bons recursos na internet para ajudá-lo a reunir informações sobre nutrição e complementar plano de alimentação do seu filho. A internet não deve ser sua única fonte de informação, no entanto. Você ainda precisa do apoio de profissionais de saúde que vai ficar a conhecer o seu filho e suas necessidades nutricionais específicas.

O exercício afeta o açúcar no sangue, também

A atividade física reduz os níveis de glicose no sangue. Crianças com diabetes devem começar o exercício diário regular. Os pais precisam estar cientes de que a hipoglicemia pode ocorrer durante o exercício para que as crianças devam verificar os seus níveis de glicose no sangue antes de começar a se exercitar. Se sua glicose no sangue está baixo, eles devem ter um lanche de carboidratos e sentar-se até que as suas declarações de glicose no sangue para um nível normal (acima de 80 mg / dl).
Os pais devem alertar os professores de ginástica, treinadores e gestores ficarem conscientes da diabetes do seu filho  sobre a possibilidade de reações hipoglicemiantes.
Fontes pesquisadas:

Visão geral do Diabetes em Crianças e Adolescentes – Programa Nacional de Educação em Diabetes – 08/2006

National Institutes of Health –  03/2007

Para pais e filhos – The Amnerican Diabetes Association – ADA 26/03/2207

Niveis recomendados de glicemia do PADS:

Crianças menores de 6 anos :  
Antes da refeição = 100 -180
 A noite antes de dormir = 110 -200

Idade 6 -12 anos:
Antes da refeição = 90 -180
 A noite antes de dormir100 -180

Idade 13 -19 anos:
Antes da refeição = 90 -130
A noite antes de dormir = 90 -150

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