segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

PUNÇÃO LOMBAR:O TRATAMENTO NO LINFOMA NÃO-HODGKIN

A punção lombar é um método para determinar se o linfoma não-Hodgkin envolve o sistema nervoso central. É um procedimento simples, com a duração de poucos minutos. Consiste na inserção de uma agulha na pele da coluna lombar e no líquido que envolve a espinal medula.  É extraída uma pequena quantidade de líquido para ser avaliado ao microscópio.

Por vezes, é administrado um anestésico local, e o doente tem de permanecer sentado ou deitado de lado durante todo o procedimento. Em seguida, tem de se manter deitado de barriga para cima e sem almofada durante uma ou duas horas, para reduzir a probabilidade de ficar com dor de cabeça após este procedimento.  Se o doente tiver dor de cabeça, pode ter de tomar analgésicos durante um dia ou dois após o procedimento.






obs:Este site e o seu conteúdo têm um fim exclusivamente informativo e não substituem o aconselhamento médico. Os tratamentos de cada pessoa devem ser individualizados e conduzidos por profissionais de saúde, sendo o médico que acompanha o doente quem poderá indicar qual o tratamento adequado a cada caso.

As instruções do médico e dos restantes profissionais de saúde que o acompanham devem ser rigorosamente seguidas, pelo que sugerimos que contacte sempre o seu médico ou farmacêutico.
Texto original de Portugal

abs,
Carla

TOMOGRAFIA COM EMISSÃO DE POSITRÕES (PET):O TRATAMENTO NO LINFOMA NÃO-HODGKIN

A PET, ou tomografia com emissão de positrões, é uma técnica altamente sensível que utiliza raios X para detectar partículas a partir de substâncias que foram injectadas no organismo. Isto permite ao médico distinguir células 'activas' de linfoma, que podem causar a doença, e aglomerados de células inactivas. Esta técnica é de grande utilidade após o tratamento do linfoma não-Hodgkin para se avaliar o grau de sucesso.  Uma vez que se trata de equipamento dispendioso, a PET nem sempre está disponível.






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As instruções do médico e dos restantes profissionais de saúde que o acompanham devem ser rigorosamente seguidas, pelo que sugerimos que contacte sempre o seu médico ou farmacêutico.Texto original de Portugal

abs,
Carla

ECOGRAFIA:O TRATAMENTO NO LINFOMA NÃO-HODGKIN

A ecografia utiliza ondas de som para criar uma imagem a partir do eco produzido pelos tecidos e órgãos. Os ecos são convertidos em imagens através de um computador. Antes da ecografia, é aplicado um gel na zona a ser estudada.  Seguidamente, o médico radiologista passa uma pequena sonda que emite ondas de som sobre essa área enquanto a pessoa permanece deitada.  O exame é indolor e demora apenas alguns minutos.





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Texto original de Portugal

abs,
Carla

domingo, 29 de dezembro de 2013

RESSONÂNCIA MAGNÉTICA (RM):O TRATAMENTO NO LINFOMA NÃO-HODGKIN

A Ressonância Magnética, tal como a TAC, produz imagens tiradas em diferentes 'camadas', mas utiliza campos magnéticos para as produzir. A Ressonância Magnética pode demorar cerca de uma hora e a pessoa tem de permanecer deitada e imóvel durante todo o procedimento.  Trata-se de um exame indolor, embora a máquina seja ruidosa, pelo que são fornecidos tampões para os ouvidos.

Uma vez que o scanner é constituído por um íman muito potente, devem ser retirados todos os objectos de metal (como jóias e relógios). As pessoas com implantes de metal (tais como monitores cardíacos, próteses articulares, placas, ou clips cirúrgicos) não devem realizar este exame. Algumas pessoas sentem medo de sentirem fechadas durante o exame, pelo que será útil mencionar este facto antes do procedimento para que possa ser prestado auxílio adicional.






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abs,
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TOMOGRAFIA AXIAL COMPUTORIZADA (TAC) :O TRATAMENTO NO LINFOMA NÃO-HODGKIN

A TAC utiliza raios X e produz fotografias semelhantes às radiografias. Todavia, as imagens são tiradas em diversas 'camadas', adquirindo um aspecto tridimensional.  Tal como a radiografia, pode revelar se o linfoma invadiu os gânglios linfáticos e outros órgãos. Não é um procedimento doloroso ou difícil, embora demore mais tempo do que a radiografia (cerca de meia hora).

Para a realização de algumas TACs não se pode comer ou beber durante algumas horas. Algumas TACs implicam a injecção de uma substância de contraste.  A pessoa submetida a uma TAC tem de passar através de um scanner e permanecer deitada durante todo o procedimento.






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abs,
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Substância tóxica da carambola pode causar insuficiência renal, diz USP

Em grandes quantidades, a 'caramboxina' pode levar pacientes à morte.
Cientistas dizem que fruta pode causar problemas neurológicos.

Do G1 Ribeirão e Franca

Pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) de Ribeirão Preto (SP) descobriram uma substância existente na carambola que pode causar intoxicação e danos à saúde, principalmente em pessoas com problemas nos rins. De acordo com o estudo, a caramboxina pode provocar crise de soluço, epilepsia, convulsões e até levar à morte.
O nefrologista Miguel Moysés perdeu um paciente na década de 1990 que morreu depois de sofrer várias convulsões e ficar em coma. Foi quando o médico decidiu estudar a relação entre o consumo da carambola e a intoxicação de pacientes com insuficiência renal. “O paciente não tinha nada, fazia hemodiálise, comeu duas carambolas e começou a passar mal. Na mesma semana surgiu outro caso similar com um paciente em coma, que também havia ingerido grande quantidade de suco de carambola”, explica o médico.
A pesquisa já se estende por mais dez anos com o envolvimento de 19 profissionais, entre biólogos, químicos e médicos que fizeram teste em ratos de laboratório para comprovar os efeitos da fruta nos pacientes com problemas nos rins. “Esses animais, quando recebiam a carambola, entravam em um estado epilético, uma convulsão prolongada, e faleciam por conta da convulsão. E foi possível estabelecer os mesmos sintomas nos humanos”, conta o nefrologista Márcio Dantas.
Substância tóxica da carambola pode causar insuficiência renal, diz estudo da USP de Ribeirão Preto (Foto: Maurício Glauco/EPTV)
Substância da carambola pode causar insuficiência
renal, diz USP (Foto: Maurício Glauco/EPTV)
No decorrer dos estudos, os pesquisadores conseguiram isolar e identificar a molécula  da fruta que causa a intoxicação. Nomeada de caramboxina pelos pesquisadores, a substância existe em baixa concentração na fruta, mas é tóxica. Em pessoas saudáveis, ela é facilmente eliminada pelo organismo. Mas em pacientes com problemas renais ela se concentra no organismo e causa sintomas como soluços constantes por várias horas, confusão mental, convulsão e sem tratamento adequado, pode levar à morte.
“A molécula que caracterizamos é bastante instável, porque é derivada de um aminoácido natural e o organismo a confunde. A alta solubilidade em água deveria fazê-la ir embora pela filtração renal, mas, se o paciente não filtra, essa molécula fica na circulação. Em seguida, mascarada, ela  penetra, chega ao sistema nervoso central e pode causar vários danos”, explica o farmacêutico Norberto Lopes, que participou da pesquisa da molécula.
Segundo os pesquisadores, pessoas sem problemas nos rins, se comerem ou tomarem o suco da carambola em grandes quantidades, podem desenvolver problemas neurológicos e insuficiência renal aguda. “O ideal é comer sem exageros”, alerta Dantas.
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Pesquisadores da USP de Ribeirão Preto (SP) demoraram mais de 10 anos para identificar molécula na carambola que causa intoxicação (Foto: Maurício Glauco/ EPTV)Pesquisadores da USP de Ribeirão Preto (SP) demoraram mais de 10 anos para identificar molécula na carambola que causa intoxicação (Foto: Maurício Glauco/ EPTV)





















obs. conteúdo meramente informativo procure seu médico
abs,
Carla

extraído:https://www.facebook.com/pages/Dicas-de-Hemodi%C3%A1lise-e-Transplantes-Geison-Oliveira/1375644489351561

sábado, 28 de dezembro de 2013

Comunicado da Unimed Rio!!!


Depois de mais de dois meses(01/10/2013 à 05/12/2013) aguardando um respaldo da Operadora Unimed - Rio sobre a continuidade do meu tratamento oncológico com o mesmo médico que iniciei o tratamento por que a clinica onde eu faço o tratamento não é conveniada. Foram várias tentativas junto com a Operadora Unimed - Rio estava cansada de argumentar todas às vezes que liga para saber da resposta sempre tinha que abrir nova ocorrência em caráter especial onde Unimed – Rio preocupada com o meu tratamento que era um caso especial entraria em contato ficou somente na promessa o mesmo a ANS.


O que eu fiz para assegurar seus direitos é o seguinte: Entrei com uma ação de obrigação de fazer contra a Unimed- Rio, com pedido liminar. A liminar serve para garantir o seu direito de continuidade no tratamento que você já vinha realizando, com o mesmo médico e a mesma clínica que outrora tinha cobertura pela Golden Cross. É um direito nosso. A liminar é independente da aceitação ou não da clínica, pois com o processo, a Unimed deve cobrir todas as despesas, seja em regime de convênio ou tabela de preços particular. Fiz um portfólio com todos os documentos que corroborava a existência da doença e do médico que me atendeu na primeira vezes perfeito fui no Tribunal de Justiça entrei com pedido depois retornei com todos os documentos pedidos pelo Tribunal e mais alguns que julguei necessários principalmente os protocolos e e-mail recebidos pela Operadora. No dia 05/12/2013 pedia a obrigação a fazer e a liminar saindo de lá com o dia da audiência agendada para 11/02/2014 às 13:30 para a conciliação: acreditem o Juiz deu Tutela Antecipada no dia 09/12/2013 não parou por ai a Unimed – Rio me achou no dia 16/12/2013 às 08:40hs estava na perícia do INSS e recebi uma ligação meramente educada falando que o meu tratamento estava garantido ai eu falei que realmente estava porque o Juiz já havia dado a Tutela Antecipada e que eu não queria ter chegado as vias de fato só que é a minha vida explicou que são vários os clientes então o processo é mais lento e eu com isto, minha gente quando a Golden e a Unimed fizeram a transação eles tinham que ter isto separado ou seja os tratamentos de urgência( todos os tratamentos continuados quimo, radio, a hemodiálise , etc.) e falei que estava brigando por mim e pelos outros  até que não queria ir a conciliação , mas vou quero falar tudo de errado que a transação causou em nossa vida.Não é  que chegando em casa surpresa um telegrama adivinha de quem acertou da Unimed- Rio falando tudo que havia dito a auxiliar administrativo olha só eles não me achavam por dois meses tendo vários protocolos com eles e ANS só me acharam depois de ter buscado os meus direitos.Não é que ANS também me achou e pediu desculpa por ter demorado tanto no procedimento expliquei que havia entra com uma obrigação a fazer juntamente com a liminar  para garantir o tratamento tendo em vista que até a data da Tutela não havia respaldo por parte da Operadora então ANS abriu um processo administrativo contra a Unimed – Rio em Minas Gerais agora a Unimed – Rio me envia este e-mail que segue abaixo acham que eu vou acreditar que meu tratamento ta garantido vou é na conciliação para me garantir.

abs,
Carla



Campaha Solidária : Doação de Sangue

Olá amigo! Venho até você pedir mais uma vez um ato de amor a minha a amiga Gimeni é portadora de Mieloma Mútiplo e precisa de transfusões quem pode nós ajudar com este ato de solidariedade. Ajudem !!! Não é somente quando um ente nosso precisa de uma doação é que vemos a importância deste ato.Conto com voce!!!



EU, Gimeni Motta de Alkmim Fernandes, necessito receber transfusões de plaquetas e hemácias, no ambulatório do Hemominas, na Alameda Ezequiel Dias, 321. Aqueles que puderem ajudar, doando ou repassando esta mensagem para seus contatos, AGRADEÇO MUITO. 
Pré-agende a sua doação de sangue na Hemominas 
TELEFONE PARA AGENDAMENTO/ (31) 3768-4515
A Fundação Hemominas possui 20 unidades de coleta de sangue em Minas Gerais e as pessoas que quiserem doar podem agendar o atendimento. Esse procedimento agiliza o processo de doação e pode ser feito nos seguintes números de telefone: 
Hemocentro de Belo Horizonte: Alameda Ezequiel Dias, 321 - telefone: 3768-4515
Doação de sangue e PLAQUETAS: 
Segunda a sábado - das 07:00 às 18:00
Cadastro de candidatos à doação de medula óssea 
Segunda a sexta-feira - das 07:00 às 13:00
Como chegar: De ônibus: 2211-A Campo Alegre; 4102 – Aparecida/ Serra; 4103 – Aparecida Mangabeiras; 9201 – Baleia/ Nova Granada; 9501- São Lucas/Jaraguá; 9805 – Santa Efigênia / Renascença.
Observação: todas as linhas que atendem a região hospitalar passam próximo ao Hemocentro
De carro: seguir pela avenida Afonso Pena até a rua Alagoas (virar à direita ), virar à esquerda – rua Timbiras; atravessar a avenida Afonso Pena e entrar na Alameda Ezequiel Dias (ao lado do Instituto de Educação ) ou seguir pela avenida dos Andradas, até a avenida Francisco Sales (à direita ), na Praça Hugo Werneck, entrar na avenida Alfredo Balena (à direita ) e seguir até o Hospital João XXIII; virar à direita na Alameda Ezequiel Dias. 
Atendimento ao candidato à doação de sangue 
Descrição
Interessados em doar sangue devem procurar uma das unidades de atendimento listadas abaixo. A doação pode ser feita na hora do comparecimento ou agendada com antecedência, por telefone.

Algumas unidades disponibilizam o serviço de pré-agendamento on line, que permite ao doador escolher pela internet o dia e a hora do atendimento para coleta de sangue. Acesse abaixo o link com o formulário para o pré-agendamento. 
O atendimento ao doador para informações também pode ser feito pelo telefone 155.

Quem pode doar
• Pessoas entre 18 e 67 anos de idade. Jovens de 16 e 17 anos poderão doar, se acompanhados dos responsáveis legais ou portando autorização desses, com firma reconhecida em cartório. Pessoas com mais de 61 anos poderão doar se tiverem realizado, pelo menos, uma doação antes dos 60 anos. Para mais informações, ver a Portaria nº 1.353, de 13.06.2011, do Ministério da Saúde, e as normas da Fundação Hemominas.
• Quem tem e está com boa saúde;
• Quem pesa acima de 50 kg;
• Quem dorme bem na noite anterior à doação;
• Mulheres, mesmo se menstruadas ou em uso de anticoncepcionais
Quem não pode doar 
• Quem teve hepatite após os 11 anos de idade, exceto se tiver comprovação laboratorial da época em que a pessoa tratou da hepatite A (IgM positiva).
• Quem tem exposição a situações de risco acrescido para doenças sexualmente transmissíveis;
• Quem teve gripe, resfriado ou diarreia nos sete dias anteriores à doação;
• Quem ingeriu bebida alcoólica nas últimas 12 horas anteriores á doação;
• Quem usou ou usa drogas injetáveis;
• Quem apresenta ferimento ainda não cicatrizado;
• Quem estiver grávida ou em período de amamentação; após o parto normal é necessário aguardar três (3) meses; após cesárea, seis (6) meses;
• Quem fez qualquer exame por endoscopia nos seis (6) meses anteriores à doação;
• Quem fez cirurgia por laparoscopia nos seis (6) meses anteriores à doação;
• Quem fez tatuagem nos últimos 12 meses anteriores à doação.
• Quem fez ou faz tratamento dentário (a pessoa pode ser impedida de doar por um período de 1 a 30 dias, conforme o caso).

Para doar, o candidato não pode estar em jejum. Se a doação de sangue for feita pela manhã, é preciso que o doador esteja bem alimentado. Se for à tarde, deve-se esperar três horas após o almoço.

O prazo mínimo entre uma doação de sangue total e outra é de 60 dias, para os homens, e 90 dias, para as mulheres. Para doadores com idade acima de 60 anos, o intervalo é de seis meses.

O material utilizado para a coleta do sangue é descartável e não há risco de se contrair doenças. A cada nova doação, o candidato passará por nova triagem clínica e o sangue será submetido a rigorosos testes laboratoriais.

Antes da doação, o candidato passa por triagem clínica e só doa sangue quem estiver em boas condições de saúde.
Para obter informações complementares, entre em contato com uma das unidades de atendimento.
Documentos necessários: 
Documento original e oficial de identidade que contenha foto, filiação e assinatura: carteira de identidade, carteiras de Conselhos de Classe reconhecidos oficialmente, Carteira de Trabalho, Certificado de Reservista, Carteira Nacional de Habilitação. 
Região do Barreiro/BH – (31) 3390-8013 / 8014
Unidade de Coleta no Hospital Júlia Kubitschek
Av. Dr. Cristiano Rezende, 2505 – Araguaia
Unidade de Coleta de Betim – (31) 3595-1010
Rua Salvador Gonçalves Diniz, 191 – Jardim Brasília
Unidade de Coleta e Transfusão de Além Paraíba – (32) 3462-4597 / 2833
Rua Felizarda Esquerdo, 45 – Ilha Recreio
Hemonúcleo de Diamantina – (38) 3532-1350 / 1361
Rua da Glória, 469 – Centro
Hemonúcleo de Divinópolis – (37) 3216-6514
Rua José Gabriel Medef, 221 – Padre Libério
Hemocentro Regional de Juiz de Fora – (32) 3257-3114
Rua Barão de Cataguazes S/N – Juiz de Fora
Hemocentro Regional de Governador Valadares: (33) 3212-5813 / 5814
Rua Rui Barbosa, 149 – Centro
Hemonúcleo de Ituiutaba – (34) 3261-3555 / 3269-0005
Avenida 49, com 18 e 20, n°125 
Hemonúcleo de Ponte Nova – (31) 3817-3212
Rua Carlos Gomes, 17 – Esplanada
Hemonúcleo de Manhuaçu – (33) 3331-1021 / 4808
Rua Frederico Dolabela, 289 – Centro
Hemocentro Regional de Montes Claros – (38) 3218-7813 / 7814
Rua Urbino Viana, 640 – Vila Guilhermina
Hemonúcleo de Passos – (35) 3522-4202 / 7129
Rua Dr. José Lemos de Barros, 313 – Umuarama
Hemonúcleo de Patos de Minas – (34) 3822-9646 / 3822-9647
Rua Major Gote, 1255 – Centro
Unidade de Poços de Caldas – (35) 3712-9012 / 9015
Avenida José Remígio Prézia - 303
Hemocentro Regional de Pouso Alegre – (35) 3449-9900
Rua Comendador José Garcia, 825 – Centro
Hemonúcleo de São João del-Rei – (32) 3371-3389 / 3372-6487
Rua Prefeito Nascimento Teixeira, 175 – Segredo
Hemonúcleo de Sete Lagoas - (31) 3774-5074
Rua Dr. Renato Azeredo, 3170 – Dante Lanza
Hemocentro Regional de Uberaba – (34) 3312-5077 / 5713
Rua Getúlio Guarita, 250 – Abadia
Hemocentro Regional de Uberlândia – (34) 3222-8801

Cuidado com a Automedicação: O paciente pode usar outros medicamentos durante o tratamento contra o câncer?



Muitos medicamentos, mesmo os homeopáticos e os chás “naturais”, podem interferir no tratamento quimioterápico ou aumentar os efeitos colaterais. Durante o tratamento, você deve usar apenas aquilo que for prescrito ou aprovado por seu médico!




A automedicação é uma prática frequente no Brasil, visitar a farmácia representa a primeira opção para resolver um problema de saúde, e a maior parte dos medicamentos consumidos pela população é vendida sem receita médica. No Brasil, existe uma regulamentação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) para a venda e propaganda de medicamentos que podem ser adquiridos sem prescrição médica, porém não existe regulamentação nem orientação para aqueles que os utilizam. Adquirir um medicamento sem prescrição não permite à pessoa usar um medicamento por indicação própria, na dose que acha melhor e em horários que lhe convém. 


A propaganda de determinados medicamentos, a dificuldade de conseguir uma consulta médica, a angústia que levam consigo, sintomas ou a possibilidade de se contrair uma doença, informações sobre medicamentos sem orientação profissional via internet ou em outros meios de comunicação, falta de regulamentação e fiscalização de quem comercializa medicamentos e a falta de programas educativos sobre os efeitos muitas vezes irreparáveis da automedicação, são alguns dos motivos pelos quais as pessoas se automedicam.

A lista de perigos é extensa: desde efeitos adversos, como diarréia, tonturas, enjôos e vômitos, ao agravamento do problema de saúde. E mais do que isso, o consumo inapropriado pode anular a eficácia de medicamentos.

A automedicação pode mascarar diagnósticos na fase inicial da doença, por exemplo, no diagnóstico de neoplasias gástricas e intestinais que podem ter diagnósticos mascarados e retardados pela melhora de sintomas promovida pelo uso de antiácidos ou outros medicamentos que agem no tubo digestivo. Outro exemplo relevante é o uso exagerado de antibióticos, além de frequentemente ser desprovido de eficácia, pode facilitar o aparecimento de tipos de microorganismos resistentes, com óbvias repercussões clínicas e prognósticas. 

A prática da automedicação deve ser combatida e para isso os profissionais da área de saúde devem orientar os pacientes e os seus familiares no sentido de evitar os abusos dos medicamentos, além do estímulo a fiscalização apropriada, sempre visando o bem-estar do paciente e o desenvolvimento de um tratamento correto e humanizado.



Os perigos da automedicação: cuide melhor da sua saúde.


O uso inadequado de medicamentos pode levar desde a uma reação alérgica leve até a um quadro grave de intoxicação, além de mascarar alguns sintomas de uma doença mais grave, atrasando o diagnóstico e comprometendo o tratamento.Segundo revisão dos dados fornecidos pelo Sistema Nacional de Intoxicações Tóxico-Farmacológicas – SINITOX, da Fundação Oswaldo Cruz, no ano de 2006 foram registrados 112.760 casos de intoxicação humana com 511 óbitos. Desses, 34.582 foram devidos à intoxicação por medicamentos gerando 106 óbitos. O documento não deixa claro quantos desses acidentes são devidos à automedicação. Deve ser levado em consideração também que muitos casos não chegam ao conhecimento dos órgãos encarregados das estatísticas. São os casos de subnotificação.
O acompanhamento médico é fundamental na hora de usar um medicamento, mesmo este sendo vendido sem obrigatoriedade de uma prescrição médica. O médico é a única pessoa com as condições adequadas para avaliar as necessidades de um paciente, seu histórico de saúde, possíveis interações medicamentosas e possibilidades de alergias, prescrevendo de forma adequada um tratamento. 
Por isso, a população deve estar atenta aos perigos do uso indiscriminado de medicamentos: 
A automedicação pode levar a erros de diagnósticos, à escolha de uma uma terapia inadequada e pode retardar o reconhecimento de uma doença, com a possibilidade de agravá-la.
Os medicamentos que já foram anteriormente prescritos podem não ser mais efetivos para uma reincidência da doença. A não ser que o médico já tenha orientado desta forma.
Sintomas iguais podem ter causas diferentes. Os sintomas são apenas um dos indicativos de problemas de saúde. Antes da prescrição, a consulta médica, o exame clínico e a realização de exames complementares são fundamentais.
Interações medicamentosas podem ter consequências graves para a saúde. O médico tem competência para avaliar que tipos de medicamentos podem ser tomados em conjunto.
Com o fracionamento das doses de medicamentos o Ministério da Saúde está ajudando a evitar a automedicação e os riscos de intoxicação, pois desta maneira o paciente leva para casa apenas a quantidade necessária para seu tratamento.
Cada um deve fazer a sua parte para evitar as complicações do uso indiscriminado de medicamentos.


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abs,
Carla
extraído:https://www.facebook.com/gimeni.alkmim?hc_location=stream

RADIOGRAFIA:O TRATAMENTO NO LINFOMA NÃO-HODGKIN

A maioria das radiografias não requer qualquer preparação e demora apenas alguns minutos a realizar. A passagem de radiação através do organismo permite obter uma imagem. Esta imagem mostra os ossos, mas também dá indicações sobre os tecidos moles. Por exemplo, uma radiografia ao tórax pode revelar se o linfoma invadiu os pulmões ou os gânglios linfáticos no tórax.

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sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

Hospital Albert Einstein oferece cursos online grátis

Foto: Hospital Albert Einstein oferece 86 cursos online grátis. #CursoGrátis http://bit.ly/17VXtg3


Hospital Albert Einstein oferece 86 cursos online grátis. #CursoGrátishttp://bit.ly/17VXtg3

http://www.einstein.br/.../Paginas/cursos-abertos.aspx




www.einstein.br
Hospital Israelita Albert Einstein, São Paulo, Brasil. Muito mais que um hospital. Excelência em saúde, ensino, pesquisa e responsabilidade social.


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quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

Biopsia da medula óssea:O TRATAMENTO NO LINFOMA NÃO-HODGKIN

A medula óssea é o tecido mole que se encontra no interior dos ossos. É aí que se fabricam as células sanguíneas do organismo e onde a maioria delas amadurece antes de entrar na circulação sanguínea.

A biopsia da medula óssea implica a colheita de uma amostra de medula, que se pode realizar sob anestésico local. Em geral, a amostra é extraída do osso da anca ou, mais raramente, no esterno.

A biopsia é uma técnica simples que consiste na extracção de duas amostras de tecido através de duas agulhas distintas.  Na primeira, através de aspiração por agulha são extraídos o líquido e as células que rodeiam a medula, geralmente da anca, e menos frequentemente do esterno.

Na segunda, utiliza-se outra agulha para extrair uma pequena parte da própria medula óssea, da anca/bacia. Esta intervenção pode ser dolorosa, pelo que se recomenda que os doentes tomem analgésicos antes de o efeito da anestesia local desaparecer.  Por vezes, o doente sente dor ou desconforto durante um dia ou dois após a biopsia, pelo que pode ser necessário tomar analgésicos durante este período.

A medula óssea extraída durante a biopsia é examinada ao microscópio. Desta forma, é possível dizer se existem células do linfoma na medula óssea.






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O Que é Biópsia: Câncer


biopsia ou biópsia (do grego bios - vida, e opsis - aparência, visão) é um procedimento cirúrgico no qual se colhe uma amostra detecidos ou células para posterior estudo em laboratório, tal como a evolução de determinada doença crônica.

Indicações

  • Diagnóstico de doenças que provocam alterações morfológicas (neoplasiahiperplasia).
  • Diagnóstico diferencial por exclusão.
  • Avaliar a extensão da lesão.
  • Avaliar o resultado de um tratamento.
  • Estabelecer o grau histológico de malignidade de neoplasia.
Como complicações da biopsia, podem ocorrer agravamento de lesões neoplásicas malignas devido ao excesso de manipulação, hemorragia, infecção e fistulização.

fonte:http://pt.wikipedia.org/wiki/Biopsia


Durante a biópsia, é retirada pequena porção de tecido (em geral linfonodos) para análise em laboratório de anatomia patológica. Há vários tipos de biópsia, incluindo os seguintes:

  • Biópsia excisional ou incisional: através de uma incisão na pele, retirase o linfonodo por inteiro (excisional) ou uma pequena parte do tecido acometido (incisional). É considerado o padrão de qualidade para o diagnóstico dos linfomas
  • Punção aspirativa por agulha fina: retira-se pequena porção de tecido por aspiração através de agulha
  • Biópsia e aspiração de medula óssea: retira-se pequena amostra da medula óssea (biópsia) ou do sangue da medula óssea (aspiração) através de uma agulha. Este exame é necessário para definir se a doença estende-se também à medula óssea, informação importante que pode ter implicações no tratamento a ser empregado
  • Punção lombar: retira-se pequena porção do líquido cerebroespinhal (líquor), que banha o cérebro e a medula espinhal (não confundir com medula óssea). Esse procedimento determina se o sistema nervoso central foi atingido.
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abs,
Carla
Fonte:
extraído:http://yahoo.minhavida.com.br/saude/temas/linfoma-naohodgkin

Video Conferencia sobre Mieloma e Linfoma


Caros AMIGOS, sempre que um paciente recém diagnosticado me procura, envio o link abaixo, por considera-lo muito importante, é de 2009, mas MUITO atual. Na primeira parte o Dr. Ângelo Maiolino, explica sobre o Mieloma Múltiplo, e na segunda parte o Dr. Carlos Chiattone, fala sobre o Linfoma. PEÇO QUE PRESTEM BASTANTE ATENÇÃO na fala do Dr. Carlos Chiattone, sobre a importância do paciente entender sobre a sua doença. Como costumo dizer, quando o doente sabe de sua doença, ele pode ajudar no seu tratamento. Apesar de já ter passado alguns anos, a Conferência em questão, É MUITO ATUAL: 


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abs,
Carla

Paciente de Mieloma Múltiplo







Caro(a) amigo(a), Paciente de Mieloma Múltiplo: 

O Instituto Oncoguia, e os leitores do BLOG TUDO SOBRE MIELOMA MULTIPLO, querem te conhecer. Que tal compartilhar a sua história? Envio abaixo um roteiro de entrevista para ser preenchido por você. Como sempre digo, as instituições existem para nos apoiar, para tanto precisam nos conhecer. Peço que responda a entrevista, e envie para mim (in box) ou para meu e-mail, gimenialkmim@yahoo.com.br, junto com uma fotografia. Sua entrevista, e sua foto, serão postadas no Blog Tudo sobre Mieloma Múltiplo.http://www.tudosobreomielomamultiplo.com.br/

ABRAÇOS E MEUS SINCEROS VOTOS DE QUE VOCÊ ESTEJA BEM. 

- ROTEIRO DE ENTREVISTA

- Em sua opinião, qual foi o tratamento mais difícil? Por quê? 

- Você realizou (está realizando) seu tratamento pelo SUS, plano de saúde ou particular? Entrevista para paciente de Mieloma Múltiplo

- Você poderia se apresentar? Conte-nos quem é você, idade, casado (a), filhos, profissão, cidade/estado (em linhas gerais). 

- Como você descobriu que estava com Mieloma Múltiplo?

- Você fazia exames de rotina antes do diagnóstico?

- Você já havia realizado o exame eletroforese de proteínas séricas?

- Qual foi a sua reação ao receber o diagnóstico? O que sentiu?

- Qual foi sua maior preocupação neste momento?
- Sua doença foi diagnosticada em função de sintomas apresentados? Quais?

- Há quanto tempo você recebeu o diagnóstico?

- Quais foram os passos tomados após o recebimento do diagnóstico?

- Em que momento do tratamento você se encontra agora? 

- Você está em tratamento? Quais tratamentos você já realizou?

- Você realizou tratamento com corticosteroides? Teve algum efeito colateral específico dos corticosteroides?

- Você teve dificuldade para conseguir algum dos medicamentos indicados para seu tratamento?

- Você precisou (ou vai) realizar transplante de células tronco? Se realizou o transplante, qual foi o tipo? Como foi sua recuperação após o transplante? 

- Você teve efeitos colaterais? Quais? Como foram (ou são) gerenciados ou controlados? 

- Como foi a relação com o seu médico?

- Com que outro profissional você se relacionou (ou se relaciona) durante o tratamento?

- Você fez (ou faz) acompanhamento com equipe multiprofissional? (Psicóloga, nutricionista, etc.)

- Quais são os médicos (especialidades) e outros profissionais de saúde que acompanham o seu caso?

- Durante o tratamento do câncer, o que foi mais difícil de enfrentar e por quê?

- O que foi fundamental e lhe ajudou a enfrentar o câncer?

- Você tem limitações devido à doença? Se sim, como você lida com essas limitações?

- Você está trabalhando? Se não, por que?

- Como está a sua vida hoje? Conte-nos sobre seus planos para o futuro.

- Que orientações você daria para alguém que está recebendo o diagnóstico de câncer hoje? 

- Qual a importância da informação durante o tratamento de um câncer?

- Você buscou se informar? De que maneira?

- Como você conheceu o Oncoguia?

- Você tem alguma sugestão para nos dar?

- Mais alguma coisa que você gostaria de contar?
obs. conteúdo meramente informativo procure seu médico
abs,
Carla
p.s. vou postar vários assuntos para te ajudar sobre mieloma.