segunda-feira, 31 de outubro de 2016

VERDURAS, QUANTO MAIS VERDE MELHOR

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out 3, 2016 |  

Verduras, quanto mais verde melhorEspinafre, rúcula, brócolis, almeirão, agrião, couve, escarola e folha de mostarda, são as folhas de cor verde-escuras mais comuns no prato do brasileiro. Ricas em minerais (Ferro, Potássio, Enxofre, Cálcio e Magnésio) e vitaminas K e do complexo B, como o ácido fólico, essas hortaliças são fontes de fibras solúvel e insolúvel, contribuindo assim com o equilíbrio da glicose. Além disso, esses tipos de legumes também apresentam mais nutrientes e substâncias biotivas, que são compostos químicos que diminuem o risco de ter câncer e de doenças cardiovasculares, do que as verde-claras, que são mais ricas em fibras, porém não tem minerais que se destaquem.
Outra função desses legumes e verduras milagrosos é a geração de energia que eles proporcionam devido à grande quantidade de complexo B. “Indivíduos que tem diabetes são beneficiados por essas vitaminas, pois elas aliviam o cansaço, muito comum nos portadores da disfunção”, acrescenta a nutricionista clínica Débora Almeida.
A profissional recomenda que em todas as refeições tenha algum tipo desses alimentos. “Variar o cardápio é importante, e sempre incluir alguma hortaliça é fundamental. Até no café da manhã as folhas podem cair bem, como um suco de couve, por exemplo”, ressalta Almeida.
Apesar de pertencerem ao mesmo grupo de alimentos, cada alimento regulador apresenta propriedades e características diferentes.  Veja abaixo:
ESPINAFRE – Quem sofre de anemia e desnutrição pode usar e abusar da comida predileta do personagem de desenho Popeye. A hortaliça, originária da Ásia, é saborosa e fonte de Cálcio, Fósforo, Potássio e Magnésio. Contém em abundância Ferro e vitaminas A e B2. A iguaria pode ser servida cozida, como bolinho, em sopas, suflês, omeletes, como ingrediente de massas de macarrão, de quiche, de tortas e até de pastéis.
RÚCULA – Nativa do Mediterrâneo e Ásia Ocidental, a rúcula é rica em vitaminas A, C, fibras, proteínas, Potássio, Ferro e Enxofre. Tem ação antianêmica, antiasmática, antiescorbútica (previne contra hemorragias), depurativa (elimina toxinas do corpo), digestiva, diurética e aperiente (abre o apetite). Contudo, não deve ser consumida em excesso, pois pode causar enjoos e vômitos. Pode ser servida de diversas formas: refogada e cozida, como recheio de pizza, tortas, pães ou até mesmo crua na salada.
BRÓCOLIS – Oriunda da região do mediterrâneo, o legume contém poucas calorias por isso é recomendável em regimes de emagrecimento. Tem alto teor de vitaminas C e A, e assim torna-se um grande aliado na prevenção de gripes e resfriados.  Possui Fósforo, Ferro, Cálcio e fibras em ampla quantidade. Faz bem ao fígado por ser digestivo. Do mesmo modo, estudos apontaram que seu consumo regular é eficaz contra o câncer e no controle da diabetes tipo 2. Deve ser saboreado levemente cozido, com pouca água e por pouco tempo, para não perder os nutrientes e a textura.
ALMEIRÃO OU CHICÓRIA – Essa verdura nasceu na Europa, mas é cultivada em todo mundo, nela encontramos vitaminas A e E, Ferro, fibra e grande quantidade de ácido fólico. Esse último superimportante para as mulheres na idade fértil e durante a gestação porque auxilia na formação do tubo neural do bebê, a carência ou ausência desta vitamina pode causar a má formação do cérebro do feto. A iguaria é muita utilizada no tratamento do baço, vesícula biliar e no fígado porque tem a função de remover o excesso de gordura e álcool do organismo. Isso se dá através do componente existente que dá o sabor amargo ao alimento. O alimento também é uma importante aliado na diminuição do colesterol ruim LDL.
AGRIÃO – A hortaliça preferida dos gregos e romanos é proveniente do sudoeste asiático e tem alto potencial dos sais minerais Iodo, Enxofre, Fósforo e Ferro. É diurético, por isso faz bem para que tem diabetes. Esses minérios também são importantes para o bom funcionamento da glândula tireoide. Eles contribuem para a formação dos ossos e dentes e estão ligados à produção dos glóbulos vermelhos do sangue, além de evitar a fadiga mental. As demais funcionalidades da verdura estão ligadas ao combate ao ácido úrico, à tuberculose, ao raquitismo, à formação de pedras nos rins, às cistites e aos efeitos tóxicos da nicotina. Pode ser consumido cru em saladas, sozinho ou misturado com outras folhas.
COUVE – Essa folha surgiu na costa do Mediterrâneo e na região da Ásia Menor. Tem ação anti-inflamatória, cicatrizante, antioxidante, ajuda a eliminar a gordura do corpo, regula os hormônios, fortalece o sistema imunológico, desintoxica e melhora o humor. Tudo isso devido à grande concentração de vitaminas A, B e C, mais Ferro e Cálcio.  Uma das formas mais gostosa de saborear essa comida é refogada, como acompanhamento de um prato mais calórico, por exemplo a feijoada.
ESCAROLA – A origem dessa folha não se sabe ao certo, porém é muito consumida na Europa. É fonte de vitaminas A, B2 E B5. Contém Cálcio e Ferro. Possuí uma substância chamada inulina, o que facilita o trânsito intestinal e protege contra o câncer de cólon. Tem ação antioxidante, purifica o sangue e é indicada para aumentar a resistência do organismo contra infecções dos sistemas digestivo, urinário e respiratório. Pode ser saboreada crua ou cozida.
MOSTARDA – Nativa da África, a mostarda é uma hortaliça abastada de proteínas, vitaminas A, B2 e C, mais Cálcio e Ferro. Os maiores benefícios que traz para a saúde são as suas características emulsificantes e antioxidantes. A vitamina A, é responsável pela integridade da pele e das mucosas. Enquanto a B, é importante para o metabolismo do corpo. Mais ainda, a folha é rica em selênio, um nutriente importante que ajuda a reduzir os sintomas da asma. Para melhor aproveitar as suas vantagens ela deve ser degustada crua.


SOBRE O AUTOR

Projeto das jornalistas Letícia Martins e Bianca Fiori, o site Momento Diabetes foi lançado no dia 26/06/2016 com o objetivo de levar informação às pessoas com diabetes e seus familiares.

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Carla
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JOVEM, BALADEIRO E COM DIABETES, SIM, SENHOR

Publicado por  | ago 26, 2016 | 

Jovem, baladeiro e com diabetes, sim, senhorÉ muito bom sair com os amigos para se divertir e curtir a noite ou o final de semana, por exemplo. Mas, e quem tem uma disfunção que precisa de monitoramento constante, como é o caso do diabetes, pode se dar ao luxo de ter esses momentos? É possível ter uma vida social agitada?
Para as duas perguntas a resposta é a mesma: sim, é possível! No entanto, assim como tudo que fazemos na vida, equilíbrio é a chave para o bem-estar. No caso de quem tem diabetes, outra expressão mágica deve ser levada em consideração: o bom senso. É ele que vai determinar se você pode “se jogar” na balada ou é melhor, naquele determinado dia, ficar de boa.
Claro que, quando se tem uma doença crônica, alguns cuidados precisam ser tomados. Saber a hora em que se deve medir a glicemia, o momento certo de dar aquela saidinha para tomar insulina, escolher, com cautela, o que vai beber e não esquecer nunca de se alimentar, nem que seja para saborear um petisco, são alguns deles.
O problema ocorre quando o jovem não aceita a sua condição, revolta-se e coloca em risco a própria vida. Isso acontece, muitas vezes, por medo de não conseguir realizar as atividades comuns do dia a dia, ou de perder as habilidades corporais e intelectuais, ou, ainda, por achar que não vai conseguir realizar seus sonhos. “Cuidar do distúrbio implica em seguir regras e respeitar horários de medicação e alimentação”, explica a psicóloga Guacyra da Penha Guaranha, educadora em diabetes pela IDF, a Federal Internacional de Diabetes.
Entretanto, agindo com maturidade, a pessoa pode, sim, frequentar baladas e sair para se divertir. É o caso de Nathália Noschese, 20 anos, estudante de relações públicas e portadora de diabetes tipo 1 desde bebê. Ela costuma sair bastante e, mesmo não gostando de algumas implicações que o diabetes lhe impõe, ela encara o fato numa boa e busca saídas para lidar com isso: “Todos meus amigos sabem do meu diagnóstico. Quando saímos, digo a eles o que fazer caso eu passe mal”, conta a estudante, que já passou por graves crises de hipoglicemia (queda acentuada de açúcar no sangue) e sabe que, para revertê-la, deve-se ingerir carboidrato simples, que pode ser uma latinha de refrigerante normal ou uma colher de açúcar diluído em água.
Amizade: um santo remédio
E Nathália faz bem em avisar os amigos. Guacyra esclarece que o envolvimento dos amigos é muito importante em situações delicadas como essa. “O bom amigo é aquele que se interessa pelo o que você tem e te aceita como é”, ressalta. Dar bons conselhos, ter conhecimento dos cuidados necessários e estar atentos aos sinais de possíveis quedas ou altas glicêmicas são atitudes que devem ser incentivadas no círculo de amizade.
Kátya Niglo, 29 anos, estudante de enfermagem, afirma que seus amigos sempre se interessaram em aprender um pouco mais sobre o assunto, mas que na hora da diversão é ela quem cuida deles. “Eles se preocupam comigo, é claro, mas como não bebo e sempre estou sóbria, sou eu quem tomo conta da galera”, diz Kátya. Essa relação de mão-dupla, um tomando conta do outro, é o lado bacana numa amizade.
Além da ajuda dos colegas, quem tem diabetes, deve contar também com um kit socorro, com os seguintes itens básicos:
  • medidor de glicemia – para checar a taxa de glicose no sangue e, aí sim, saber o quanto se pode comer;
  • açucaradas (para casos de hipoglicemia);
  • identificação, que pode ser uma carteirinha, um colar com pingente ou até uma pulseirinha, dizendo que tem diabetes. O ideal é a pessoa portar também um cartão contendo o nome da medicação que toma e o telefone de contato de algum parente ou responsável, caso tenha uma hipoglicemia mais séria.
Esse tipo de documento também serve para evitar alguns apuros, como o que aconteceu com Kátya. “Uma vez precisei aplicar insulina e fui até o banheiro da boate. Uma faxineira entrou no momento em que estava me medicando, na hora em que ela viu eu me aplicar a injeção saiu correndo e gritando para o segurança que eu estava usando drogas”. A sorte da estudante era que ela estava com a carteirinha que informava ser portadora de diabetes. Mas mesmo assim, segundo ela, demorou até conseguirem entender que não se tratava de entorpecentes. Cenas como essa, infelizmente, podem acontecer. Por isso, a prevenção é sempre o melhor caminho para garantir a diversão.

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domingo, 30 de outubro de 2016

SUCOS INDUSTRIALIZADOS, ATENÇÃO REDOBRADA

Publicado por  | jun 23, 2016 |  

Em excesso, bebidas industrializadas podem causar sérios problemas de saúde. A orientação dos especialistas, é sempre preferir sucos naturais – com moderação
Por Bianca Fiori
“Bebeu água? Não! Tá com sede? Sim, olha a água mineral, água mineral, você vai ficar legal” – o hit do grupo Timbalada que embalou o carnaval dos anos 1990 estava certíssimo. Entretanto, muita gente, principalmente crianças e adolescentes, tem trocado a saudável H2O por sucos industrializados e refrigerantes extremamente açucarados.
Uma pesquisa realizada em 2013 por estudiosos da Faculdade de Saúde Pública da USP, da Faculdade de Medicina do ABC e do Instituto da Criança do Hospital das Clínicas, e publicada no BMC Public Health, apontou que as crianças e os adolescentes consomem cerca de 26 kg de açúcar por ano, isso considerando só as bebidas.
A Organização Mundial de Saúde (OMS) já considera a obesidade infantil uma epidemia. Os riscos do consumo desenfreado de açúcar estão associados ao aumento frenético de doenças cardiovasculares, como o diabetes e a hipertensão.
Maristela Bassi Strufaldi, nutricionista, educadora em diabetes e membro das equipes de Nutrição da ADJ Diabetes Brasil, destaca ainda: “Os refrigerantes e os sucos de caixinha ou em pó podem elevar a glicemia rapidamente, além de aumentar a resistência à insulina e favorecer o ganho de peso.”
As bebidas industrializadas têm adição de sacarose e chegam a conter cerca de seis colheres (sopa) de açúcar em 350 ml. Até algumas marcas de água de coco embasada apresentam açúcar adicionado, visando homogeneizar o sabor. As bebidas diet/light também apresentam riscos à saúde quando consumidos frequentemente.
O consultor em endocrinologia do Salomão Zoppi Diagnósticos, Felipe Henning Duarte, alerta: “Apesar de a maioria dos refrigerantes light/diet não conter açúcar e deste modo não alterar o diabetes, elas trazem outros efeitos maléficos para a saúde devido à presença de conservantes como o ácido fosfórico. Os refrigerantes, por exemplo, podem provocar a perda da massa mineral óssea levando à osteoporose. A acidez dessas bebidas é altamente nociva para o estômago, podendo também causar gastrite”.
Por isso, a dica é sempre prestar atenção nos rótulos dos produtos que irá consumir, checando, principalmente, a quantidade de sódio e de carboidrato (e não só presença do açúcar adicionado à composição).
O ideal mesmo, segundo os especialistas, é consumir os alimentos e bebidas o mais natural possível. Prefira tomar sucos naturais, sem adição de açúcar, conservantes ou adoçantes e beber sempre muita água para se manter hidratado.

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Projeto das jornalistas Letícia Martins e Bianca Fiori, o site Momento Diabetes 
foi lançado no dia 26/06/2016 com o objetivo de levar informação às pessoas com diabetes e seus familiares.
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Diabetes: A ESCOLHA CERTA É UMA QUESTÃO DE SAÚDE


Publicado por  | out 16, 2016 |  

A escolha certa é uma questão de saúdeMuita gente adora tomar um cafezinho bem forte e sem nada para adoçá-lo. Porém, a maioria das pessoas não dispensa uma colherzinha de açúcar ou algumas gotinhas de adoçante. Uma coisa é certa: a vida mais doce é muito melhor. “O açúcar é importantíssimo para o bom funcionamento de partes essenciais do organismo, como o cérebro, os rins e a retina, os quais dependem da glicose para funcionarem bem”, explica a nutricionista clínica Fabiana Yetto Gaspar Cristillo, educadora em diabetes e pesquisadora do Ambulatório de Neurologia da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

Porém, como tudo que é em excesso faz mal, o consumo exagerado de açúcar ou adoçante pode causar muitos estragos ao organismo e desencadear doenças, como hipertensão, diabetes tipo 2, obesidade e problemas de coração. Por isso, conhecer e saber escolher o tipo certo de açúcar ou adoçante é fundamental para ter uma vida mais saudável.
Açúcar demerara, refinado, cristal, mascavo, orgânico, light, colorido, granulado… Sacarina, sucralose, estévia, sorbitol, aspartame…
Na edição nº 01 da revista MOMENTO DIABETES (outubro/novembro de 2016) traz uma matéria super especial sobre os principais tipos de açúcar e adoçantes e as recomendações dos especialistas para você fazer uma boa escolha.
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sábado, 29 de outubro de 2016

Você sabia que pessoas com demência....

Como um app faz a contagem de carboidratos para mim e facilita o meu dia a dia com a Diabetes

diabetes, gliconline, contagem de carboidratos, aplicativo, appEm um outro post sobre atitudes que tomei para baixar a hemoglobina glicada, eu comentei sobre o aplicativo que eu uso para fazer contagem de carboidratos. Nos comentários na fan page do blog pediram que eu explicasse como um uso o Gliconline, então aí vai!

Antes de mais nada acesse o site do Gliconline e faça o seu cadastro. No lado superior direito, tem um menu para que você insira todos os seus dados, ou seja, quais são suas metas glicêmicas (as minhas são entre 70 e 150), quais os valores de basal que você toma e o mais importante para o cálculo de bolus (assunto deste post) seus fatores de correção:

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Na parte de bolus de correção você pode colocar que insulina toma e se sua caneta/seringa é de uma em uma unidade ou 0,5, por exemplo. 

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Na sequência você insere seu fator de correção (quanto uma unidade de insulina baixa a sua glicose), a relação carboidratos x insulina (quanto uma unidade corrige de carboidratos) e pode colocar ainda a relação referente a gordura. No meu caso, uma unidade de Humalog corrige 20 mg/dL de glicemia e 20g de carboidratos. Eu não uso correção para gordura. Você pode ainda inserir relações por horários, com várias opções de correção dependendo do horário do dia, o que é bom para quem tem mais de um fator de correção.

Agora vamos ao que realmente interessa. No aplicativo para celular esses dados são atualizados automaticamente. Vale informar que você só consegue fazer os ajustes dos dados na página e não no aplicativo, ok?

Passo a passo

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Na página inicial do aplicativo, clique em Alimentação.
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Em alimentação vão aparecer as opções de refeições. No dia em que usei de exemplo eu estava indo almoçar, então cliquei em Almoço.
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Neste momento você tem a opção de incluir a glicemia antes da refeição (esse dia estava bem boa!). Na sequência, clique em Registrar.

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Aí é o momento de incluir os alimentos que você vai comer. Eu vou fazendo isso enquanto eu vou comendo, mas você pode inserir antes ou depois, depende do momento em que tem o costume de tomar o bolus de correção. A inserção é super simples, clique na linha escrita 'toque para selecionar os alimentos', vai aparecer o campo de busca acima. Aí é só digitar o nome do alimento.


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O aplicativo vai retornar uma lista de alimentos com a palavra digitada. Basta localizar o que está no seu prato.
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Escolha a opção de porção que fica mais fácil para você inserir a quantidade.

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Insira a quantidade. O app tem a opção de números inteiros, 1/4, 1/2 e 3/4. 
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Faça isso com todos os alimentos que estão no seu prato, um por um. E na sequência clique em Registrar. Se essa é uma refeição que você faz sempre (tipo aquele PF que vira e mexe você come), você pode salvar na opção Salvar Refeição. Essa opção possibilita que você insira a refeição inteira de uma vez, bastando clicar em Refeições lá em cima. 
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Depois de clicar em Registrar vai aparecer essa tela. Nela, o app lista quantas unidades são necessárias para corrigir a glicemia, caso seja necessário, e quantas unidades para cobrir carboidratos e gordura. E soma esses valores para que você tome a dose necessária para manter a glicemia no valor ideal. Ele também já arredonda de acordo com o que você colocou no modelo da caneta (uma em uma unidade ou meia em meia unidade).
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Se você acha que o valor é muito baixo ou acha melhor tomar menos (porque vai pra academia depois, por exemplo) você pode editar a dose tomada clicando em Editar. Por fim é só tomar a dose e confirmar no app. 

Sempre,e eu digo sempre mesmo, que eu sigo direitinho pelo app, lançando todas as glicemias e fazendo as correções certinhas, as glicemias ficam lindas. De verdade! Por isso que eu super indico. Tem coisas que o app e o site poderiam melhorar e tem os gráficos que eu ainda não mostrei. Mas prometo que farei outro post falando sobre isso, ok?

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sexta-feira, 28 de outubro de 2016

Diabetes: Entenda melhor: Libre x Enlite



''-Bia, você gosta de usar o libre?
- Não uso o libre, uso o Enlite
-Mas não é a mesma coisa??????''

Cenas como esta acontecem diariamente comigo depois do lançamento do Freestyle Libre, o sensor de glicose que evita as picadinhas nos dedos. Muita gente que nunca tinha ouvido falar de um sensor de glicose acha que o Libre foi algo completamente revolucionário e milagroso.
Não exatamente, povo!

Eu uso um sensor de glicose que existe HÁ ANOS. Porém, só usa quem tem Bomba de Insulina. É o sensor Enlite, que é maravilhoso e me ajudou muito a controlar a minha glicose.

Resolvi escrever este post pra poder explicar tim tim por tim tim sobre os dois. Vem ler:

Definição

Enlite: Sensor de glicose que mede a glicose do fluido intersticial a cada 5 minutos.

Libre: Sensor de glicose que mede a glicose do fluido intersticial a cada 1 minuto.
Duração

Enlite: 6 dias

Libre: 14 dias
Preço

Enlite: Cerca de R$2.000,00 por mês (1 caixa com 5 sensores), segundo o fabricante.

Libre: Cerca de R$500,00 por mês (2 sensores), segundo o fabricante.

Transmissão de dados

Enlite: Existe um transmissor chamado minilink que não é descartável e tem validade de até 1 ano. Ele é reutilizável a cada troca de sensor e sua bateria deve ser carregada sempre que for retirado do sensor. A transmissão dos dados do minilink para a bomba de insulina é de forma automática. E a bomba de insulina, por sua vez, que já está programada com valores limites de hiper e hipoglicemia, avisa ao usuário toda vez que receber um valor fora da meta e consegue também prever hipo ou hiperglicemias, diminuindo a frequência das mesmas no controle da glicose. Isso acontece por conta do sistema de monitoramento contínuo. A bomba de insulina não faz a correção automática ainda.

Libre: O sensor é descartável e os dados são transmitidos através de um leitor que pode ler o sensor a cada minuto. A transmissão não é automática, depende deste leitor. O usuário precisa passar o leitor perto do sensor para realizar a leitura, que é instantânea. O libre consegue também ler a tendência de glicose, fazendo com que o usuário preveja se terá hipo ou hiperglicemias, diminuindo a frequência das mesmas no controle da glicose.
Cola do adesivo

Enlite: Dentro da caixa do sensor vem uns adesivos transparentes que são indicados para usar como reforço do sensor de glicose, uma vez que o minilink é um pouco pesado e pode ter o risco de puxar o sensor pra fora
marca.

Libre: Costuma colar bem. Em pacientes com a pele muito oleosa, indica-se fitas adesivas para reforçar o adesivo. Você encontra dicas aqui.
Calibração

Enlite: Precisa ser calibrado com ponta do dedo pelo menos 3 vezes ao dia, segundo recomendação do fabricante.

Libre: O libre não precisa de calibração, embora seja indicado checar com a glicemia sanguínea no primeiro dia para saber se as leituras estão batendo. Caso os sintomas não batam com a leitura, é indicado checar na ponta do dedo para conferir se a leitura do sensor está correta.
Precisão

Enlite: Se bem calibrado e aplicado corretamente, a precisão é ótima.

Libre: Se aplicado corretamente, a precisão é ótima.
Diferenças na leitura

Ambos: Por ser utilizado o fluido intersticial como forma de medir a glicose no sangue, pode ser que em momentos de alteração bruscas no valor da glicose, a leitura não seja muito precisa. Isso se explica pelo fato do sangue receber as informações mais rápidas e o liquido intersticial um pouco mais lentamente. É por este motivo que muitas vezes as leituras podem não ser muito precisas. 

Entenda mais sobre diferenças entre glicose sanguínea e glicose do fluido intersticial aqui.
Gráfico

Enlite: O gráfico da Bomba de Insulina mostra a variação glicêmica nas últimas 3, 6, 12 e 24 horas (no modelo VEO) que são as linhas verticais e a meta de glicemia estipulada pelo médico junto com o paciente, que são as linhas horizontais.

Libre: O gráfico do Libre mostra a variação glicêmica nas últimas 8 horas que são as linhas verticais e a meta de glicemia estipulada pelo médico junto com o paciente, que são as linhas horizontais.
Momento Merchan: Adesivos para decorar o Libre e o Enlite

Você pode encontrar lindos adesivos como esses aqui embaixo para decorar o seu sensor na minha loja virtual! Corre pra ver todas as opções <3 font="" nbsp="">

Princesa Leia
Minnie
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