sábado, 29 de maio de 2010

URINA COM CHEIRO FORTE

Urina mal cheirosa pode indicar desidratação ou infecção urinária. Saiba mais.

URINA COM CHEIRO FORTE


A urina apresenta um odor característico que é causado pela presença de uréia. Quanto maior for a concentração desta, mais forte será seu cheiro. Na grande maioria dos casos, uma urina mal cheirosa indica uma urina pouco diluída. Em geral é uma urina com cor amarelo forte.

O primeiro passo portanto, é aumentar a ingestão de líquidos. Não existe um número mágico. Tem que se beber líquidos até a urina ficar transparente. Às vezes, são necessários até 3L de água por dia. Além de melhorar o cheiro, uma urina diluída impede a formação de cálculos renais.

Já li alguns relatos que cálculo renal na bexiga pode ser causa de cheiro forte. Com certeza não é algo comum.

Se a urina já está bem diluída e ainda cheira mal, deve-se pensar na presença de bactérias que costumam metabolizar a uréia em amônia, substância que apresenta odor muito mais forte. Deve-se diferenciar a simples presença de bactérias na urina da infecção urinária. Se houver sintomas como ardência e vontade de urinar o tempo todo, mesmo com a bexiga vazia, indica-se o tratamento com antibióticos.

Se há mal cheiro, bactérias na urina, mas não há sintomas de infecção, a decisão é mais controversa. Se o odor incomodar muito, eu pessoalmente tentaria um curso único de antibióticos, caso se trate de uma pessoa saudável, sem histórico de outras doenças. Na verdade, não encontrei nenhuma descrição na literatura médica sobre o que fazer nessa possibilidade. Com certeza só tentaria o antibiótico uma vez. Se os sintomas retornarem após um tempo, não valeria a pena tratar novamente pelo risco de criar bactérias resistentes a antibióticos.

Além da infecção urinária, algumas uretrites como nas DSTs, também podem ser a causa. Mulheres costumam ser menos sintomáticas e uma urina mal cheirosa pode ser a dica para o diagnóstico. Homens costumam apresentar saída de pus pela uretra.

Nas mulheres é preciso ter certeza que o cheiro é da urina e não de corrimentos vaginais. Uma consulta ao ginecologista pode descartar infecções vaginais e uretrites

Se o problema também não for bactérias, existem medicamentos e alimentos que podem alterar o cheiro da urina. O principal é o aspargo. Vitaminas também podem causar odor. Alguns antibióticos, principalmente da família da penicilina podem ser responsáveis. Mudanças na dieta podem melhorar o cheiro.

Diabetes pode causar urina mal cheirosa, mas em geral já apresenta outros sintomas associados como perda de peso, fraqueza, sede, muita urina (poliúria) etc... Dificilmente a urina com cheiro ruim é o único achado.

Em pessoas mais velhas, câncer de bexiga e fístula (ligação) da bexiga para o intestino podem ser a causa. O primeiro normalmente está associado a hematúria (perda de sangue na urina) e o segundo a um sintoma chamado pneumatúria, que é a saída de gases do intestino pela urina. São sintomas raros e não devem ser pensados em pessoas jovens.

Algumas doenças genéticas raras como fenilcetonúria também dão cheiro forte, mas são doenças de neonatos.

Se o odor for algo que incomoda muito, sugiro uma consulta ao urologista ou ginecologista para elucidação do quadro.


Leia mais: http://www.mdsaude.com/2008/11/urina-com-cheiro-forte.html#ixzz0nNvY3bOL

CONSULTE SEU MÉDICO E COMENTE COM ELE.
abs, Carla

terça-feira, 18 de maio de 2010

PIELONEFRITE - INFECÇÃO DOS RINS

PIELONEFRITE

Entenda o que é a pielonefrite, uma infecção urinária grave que pode levar a sepse. Chamamos de infecção urinária aquelas que acometem uma ou mais partes do trato urinário, ou seja, rins, ureteres, bexiga ou uretra. As infecções urinárias baixas são aquelas que acometem a bexiga e uretra. As infecções urinárias altas ocorrem quando há comprometimento de pelo menos um rim. As infecções da bexiga recebem o nome de cistite. As infecções da uretra são as uretrites. A infecções renais são chamadas de pielonefrite. A cistite já foi abordada no texto: INFECÇÃO URINÁRIA (CISTITE). As uretrites são normalmente causadas por DSTs como a gonorréia (leia: GONORRÉIA E CLAMÍDIA). Neste texto vou falar um pouco mais sobre a pielonefrite. A infecção dos rins acontece de 2 maneiras. A principal via é a ascendente, quando bactérias da bexiga alcançam os ureteres e conseguem subir até os rins. Isto ocorre normalmente nas cistites não tratadas ou nos casos de colonização assintomática da bexiga por bactérias. Nem todas as pessoas relatam sintomas de cistite antes do surgimento da pielonefrite. Pielonefrite - Bactérias da bexiga subindo para os rins O segundo modo de infecção dos rins é pelo sangue, quando a bactéria em algum local do corpo, com nos casos de infecção da pele, viaja pela corrente sanguínea e se aloja no rim. Este tipo é bem menos frequente do que pela via ascendente. A pielonefrite é um caso potencialmente grave, já que estamos falando da infecção de um órgão vital. É um quadro que pode ter gravidade semelhante a uma pneumonia. Se não tratado a tempo e corretamente, pode levar a sepse e morte (leia: O QUE É SEPSE E CHOQUE SÉPTICO?). Além da cistite, que é o principal fator de risco, existem outros fatores que facilitam a infecção dos rins. Podemos citar o uso de cateteres vesicais (algália), cirurgias urológicas, anormalidades anatômicas do trato urinário e doenças da próstata que causam obstrução do fluxo da urina (leia: CÂNCER DE PRÓSTATA E HIPERPLASIA BENIGNA DA PRÓSTATA). O diagnóstico da pielonefrite é feito através dos sinais e sintomas clínicos e dos exames de sangue e urina. Através da cultura de urina (urocultura) é possível identificar a bactéria responsável pela infecção e indicar o melhor antibiótico. Não se deve pedir exames de urina para procurar bactérias se não houver sintomas de infecção urinária. A presença de bactéria na urina é chamada de bacteriúria e não significa necessariamente alguma doença. Temos bactérias que colonizam várias partes do nosso corpo como boca, pele e intestino e não causam doença. O mais comum é termos uma urina estéril, ou seja, sem bactérias, porém, a simples presença destas, sem sintomas, não faz diagnóstico de infecção. Não há como saber de antemão quais pessoas com bactéria na urina vão desenvolver cistite ou pielonefrite. Como a recolonização é muito comum, se formos tratar com antibióticos toda vez que houver bactérias na urina, estaremos facilitando o desenvolvimento de bactérias resistentes. Portanto, NÃO SE TRATA BACTERIÚRIA ASSINTOMÁTICA, uma vez que a mesma não indica doença. O correto é tratar o paciente e não um resultado laboratorial. Existem 3 exceções a esta regra, onde a bacteriúria assintomática está associada a um maior risco de pielonefrite: - Mulheres grávidas: A presença de bactérias nas urinoculturas aumenta o risco de pielonefrite, parto prematuro e recém-nascidos com baixo peso. - Antes de procedimentos urológicos: Pacientes que serão submetidos a cirurgias ou procedimentos urológicos, devem tratar sua bacteriúria, uma vez que esta conduta reduz o risco de bacteremia e sepse pós-operatória. - Pacientes imunossuprimidos. Sintomas da pielonefrite Os sintomas típicos da pielonefrite são febre, dor lombar, náuseas e vômitos. Podem haver também sintomas de cistite como dor ao urinar e vontade de ir ao banheiro com frequência, mesmo quando a bexiga está vazia. Outro sinal comum é a presença de sangue na urina (hematúria), que se apresenta normalmente como uma urina cor de Coca-Cola (leia: HEMATÚRIA - URINA COM SANGUE). A pielonefrite é clinicamente dividida em 3 categorias: - Pielonefrite aguda não complicada - Pielonefrite aguda complicada - Pielonefrite crônica 1) Pielonefrite aguda não complicada Ocorre normalmente em mulheres jovens, sem antecedentes de doenças ou alterações na anatomia urológica. O quadro clínico é de febre alta, calafrios, náuseas, vômitos e dor lombar. Os sintomas de cistite como ardência ao urinar podem ou não estar presentes. Assim como nas cistites, a principal bactéria causadora de pielonefrite é a Escherichia coli. Só há necessidade de internação em casos mais graves. Se o paciente tiver bom estado geral e for capaz de tomar antibióticos por via oral, o tratamento pode ser feito em casa. 2) Pielonefrite aguda complicada A pielonefrite complicada é aquela que evolui com abscesso renal ou peri-renal, ou ainda necrose da papila renal. Normalmente ocorre em pessoas com obstrução do trato urinário, bactérias resistentes aos antibióticos e em diabéticos. O quadro clínico é igual ao da pielonefrite não complicada, porém apresenta pouca resposta aos antibióticos. Outra possibilidade é uma resposta apenas parcial com melhora do quadro mas com fadiga, mal estar e náuseas que duram por vários dias. Pielonefrite que não melhora após antibioticoterapia apropriada deve ser estudadas com exames de imagens como tomografia computadorizada e ultra-som (ecografia). 3) Pielonefrite crônica A pielonefrite crônica é um quadro de infecção urinária recorrente associada a má-formações urinárias, obstruções por cálculo renal ou refluxo vesicoureteral (refluxo da urina da bexiga de volta para o ureter e rins). Costuma levar a insuficiência renal crônica, principalmente em crianças com refluxo urinário. Qualquer quadro de infecção urinária deve ser sempre tratado com antibióticos. Medicamentos ditos "naturais" podem proporcionar alívio temporário, porém, apenas postergam o tratamento correto do problema. Complicações da pielonefrite Como já referido, se a pielonefrite não for tratada corretamente com antibióticos, existe um risco grande de evolução para sepse grave e óbito. Outro problema da pielonefrite, principalmente se recorrente, é a lesão permanente do rim. Pacientes com pielonefrite crônica podem evoluir com insuficiência renal terminal e necessitar de hemodiálise (leia: O QUE É HEMODIÁLISE? COMO ELA FUNCIONA?) ........................................... Leia também: - URINA EM EXCESSO. O QUE PODE SIGNIFICAR ? - ANTIBIÓTICOS X ANTIINFLAMATÓRIOS - CISTO RENAL - CÁLCULO RENAL (PEDRA NOS RINS) - Por que ele surge. - REMÉDIOS QUE PODEM FAZER MAL AOS RINS - URINA COM CHEIRO FORTE - VOCÊ SABE O QUE É CREATININA ?
Leia mais:http://www.mdsaude.com/2009/01/pielonefrite-infeccao-dos-rins.html#ixzz0nO2FeEuN
Qualquer dúvidas consulte seu Médico
abs, Carla

sábado, 15 de maio de 2010

O QUE É CREATININA? Para que serve e como ela indica doença dos rins

Este texto é sobre a creatinina. Se procura informação sobre o suplemento alimentar creatina, seu texto é este: SUPLEMENTOS DE CREATINA FAZEM MAL?

- O que é creatinina ?

- Você sabe se seus rins funcionam bem?

- Você sabia que insuficiência renal costuma ser assintomática até fases tardias da doença?

- E você sabe que existe um exame de sangue simples e barato chamado creatinina, que pode identificar a doença renal em sua fase inicial?

- E afinal, você sabe quanto é sua taxa de creatinina sanguínea?

Creatinina

Estima-se que existam 1,5 milhões de brasileiros com algum grau de disfunção dos rins. E o mais assustador é que 70% destes sequer desconfiam que possam estar doentes.

Em 2005 havia mais de 60 mil doentes em hemodiálise, um número que tem crescido em média 8% ao ano. 95% das hemodiálises são bancadas pelo SUS, um gasto que, junto aos custos do programa de transplante renal, chega a quase 2 bilhões de reais por ano ! Isso representa quase 15% dos gastos ambulatoriais do SUS.

Inúmeras doenças podem levar a doença renal crônica, mas 6 delas correspondem a quase todos os casos:
- Hipertensão
- Diabetes
- Rins policísticos
- Glomerulonefrites
- Infecções urinárias de repetição
- Cálculos renais de repetição

É muito comum nós médicos ouvirmos a seguinte frase:
- Ah doutor, meus rins estão ótimos, eu urino muito bem e eles não doem.Como eu já disse, a doença renal crônica não costuma causar sintomas até fases bem avançadas da doença. A maioria dos doentes que precisam iniciar hemodiálise ainda apresentam um bom volume urinário. Urinar por si só não significa que os rins funcionem perfeitamente. O controle da água corporal é apenas uma das atribuições dos rins.

O sistema renal, além da água, também agem no(a) :

- Excreção de substâncias sanguíneas como remédios ou toxinas.
- Níveis sanguíneos de eletrólitos como potássio, sódio, magnésio, cálcio e fósforo.
- Produção de hormônios que controlam os glóbulos vermelhos.
- Controle da massa dos ossos.
- Controle da função da coagulação do sangue.
- Controle do pH do sangue.
- Controle da pressão arterial.

E atenção, a insuficiência renal não é causa de dor renal !
A dor costuma acontecer em casos de pielonefrite (infecção dos rins) ou de cálculo renal.

Então como eu faço para saber se meus rins estão a funcionar de modo correto?

- Dosagem da creatinina e da uréia no sangue.
- Análise de urina ( EAS ou urina tipo I) (leia: ENTENDA SEU EXAME DE URINA ).

Dois exames simples e baratos, disponíveis em qualquer laboratório público ou privado.

O raciocínio é simples. As duas substâncias (uréia e creatinina) são produzidas constantemente pelo organismo e são eliminadas pelos rins. Deste modo, a sua concentração mantém-se sempre estável. Se os rins passam a não funcionar bem, elas começam a acumular no sangue. Portanto, quanto pior for a função renal, mais elevados serão os valores de uréia e creatinina.

E afinal, quem deve dosar a creatinina?

Pessoas que são ou que tem:
- Hipertensão e/ou diabetes
- Idosos.
- História familiar de rins policísticos ou glomerulonefrite.
- História familiar de insuficiência renal crônica
- Uso crônico de antiinflamatórios.
- Infecção urinária de repetição.
- Cálculos renais de repetição.
- Edemas (inchaços) sem causa definida.
- Anemia sem causa definida.
- Doenças cardíacas graves, principalmente insuficiência cardíaca
- Alterações na urina como sangramento (em geral se apresenta como urina cor de Mate ou Coca-Cola) ou excesso de espuma (parece colarinho de chopp) que é um sinal de proteinúria.
- Pessoas com emagrecimento, perda de apetite, náuseas matinais e fraqueza intensa sem causa aparente.
- Obesos
- Fumantes

Os valores normais da creatinina variam entre 0,6 a 1,3 mg/dl. Porém esses valores não são absolutos e devem ser interpretados pelo seu médico. Como a cretinina é produzida pelos músculos, pessoas musculosas apresentam taxas basais maiores. Um jovem esportista pode apresentar até 1,4 mg/dl de creatinina e não significar doença renal, enquanto que uma senhora idosa e magra com 1,2 mg/dl pode ter rins doentes. Portanto, não se interpreta a creatinina como um valor absoluto. Deve-se levar em conta sexo, idade e peso do paciente.

Através da creatinina, seu médico, através de uma simples fórmula, pode calcular a taxa de filtração renal (clearance de creatinina), que é basicamente o quanto seus rins funcionam. Rins normais filtram até 180 Litros de sangue por dia, ou aproximadamente 120 ml/min. Valores abaixo de 60 ml/min indicam insuficiência renal crônica.

Uma vez que os rins parem de funcionar, só existem 2 opções, diálise ou transplante renal. O encaminhamento precoce ao nefrologista (especialista em rins) pode evitar desfechos desagradáveis para o doente e sua família.

A uréia, prodizda no fígado após metabolização das proteínas da alimentação, também é um marcador de função renal muito utilizado. Em geral, solicita-se a uréia e a creatinina conjuntamente. Porém, a creatinina é um melhor marcador já que a uréia pode vir alterada em casos de desidratação, uso de diuréticos, sangramento digestivo, alimentação rica em proteínas, doença do fígado etc...


Leia mais: http://www.mdsaude.com/2008/09/voc-sabe-o-que-creatinina.html#ixzz0nNpyO9mI


Todos os textos do blog sobre doenças renais podem ser encontrados aqui: Nefrologia / Urologia

Postado por Dr. Pedro Pinheiro - blog : mdsaude.com

NÃO ESQUEÇA DE LEVAR SUAS DÚVIDAS AO SEU MÉDICO - ELE QUE VAI ORIENTAR SEU TRATAMENTO.
abs, Carla

quarta-feira, 12 de maio de 2010

DIA 13 DE MAIO - DIA PARA EQÜIDADE SOCIAL


DIA 13 DE MAIO - DIA PARA EQÜIDADE SOCIAL



TODOS OS SERES HUMANOS NASCEM LIVRES E IGUAIS EM DIGNIDADE E DIREITOS E, DOTADOS QUE SÃO DE RAZÃO E CONSCIÊNCIA, DEVEM COMPORTA-SE FRATERNALMENTE UNS COM OS OUTROS. (DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS, ARTIGO 1º)


CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL



O RACISMO É CRIME INAFIANÇÃVEL E IMPRESCRITÍVEL." A PRÁTICA DO RACISMO CONSTITUI CRIME INAFIANÇÁVEL E IMPRESCRITÍVEL, SUJEITO À PENA DE RECLUSÃO NO TERMOS DA LEI"(ART.5º)



ART1º"SERÃO PUNIDOS, NA FORMA DESTA LEI, OS CRIMES RESULTANTES DE DISCRIMINAÇÃO OU PRECONCEITOS DE RAÇA, COR, ETNIA, RELIGIÃO OU PRECEDÊNCIA NACIONAL"


(LEI 7716 DE 05 DE JANEIRO DE 1989. COM NOVA REDAÇÃO DATA PELA LEI N}9459, DE 13 DE MAIO DE 1977)



Um país democrático caracteriza-se como aquele em que as oportunidades básicas oferecidas aos cidadãos não façam distinção em função de sua origem étnica ou social. As oportunidades são a base para se erguerem à uniformidade de oportunidades políticas específicas e tratamento que procuram assgurar a eficácia de tal eqüidade. Por outro lado a luta por políticas de caráter universalistas não pode constituir-se como antagônica. A realização de políticas específicas comprovadamente necessárias conforme denunciam os indicadores. O racismo é um problema que tem raízes na exploração de classe, ganha autonomia na supra-estrutura da sociedade, mas mantêm-se entrelaçado à exploração de classe. É preciso assumir o desafio na construção de uma nova universalidade de direitos que todos não sejam apenas iguais perante a lei, mas também na dinâmica viva das relações sociais. Por fim, as pesquisas são reflexos das demandas sociais havendo uma diversidade onde o problema do negro não é étnico e sim do valor de sua própria dignidade de cidadão, ou seja, protegendo os desprotegidos, não uma luta racial e sim uma luta pela eqüidade social.


abs, Carla


Parte do meu TCC/2004


indicadores estatísticos:

www.ibge.gov.br - PME/2009

www.dieese.org.br/esp/negro.2004

www.ipea.gov.br/temasespeciais - Retrato das Desigualdades de Gênero e Raça - 3ª edição




domingo, 9 de maio de 2010

Feliz Dia das Mães!




MÃE OBRIGADA! POR VOCÊ EXISTIR E SER O ANJO DO SENHOR QUE ELE NOS ENVIOU PARA NOS PROTEGER.






























PARABÉNS! ABS, CARLA
"Sempre é preciso saber quando uma etapa chega ao final. Se insistirmos em permanecer nela mais do que o tempo necessário, perdemos a alegria e o sentido das outras etapas que precisamos viver. Encerrando ciclos, fechando portas, terminando capítulos - não importa o nome que damos, o que importa é deixar no passado os momentos da vida que já se acabaram".
Paulo Coelho




ABS, CARLA

INSUFICIÊNCIA RENAL CRÔNICA - SINTOMAS

 Saiba como se identifica e trata a insuficiência renal crônica (IRC)
Leia mais: http://www.mdsaude.com/2009/08/insuficiencia-renal-cronica-sintomas.html#ixzz0nNjhFtHU


Chamamos de insuficiência renal a condição na qual os rins perdem capacidade de efetuar suas funções básicas. A insuficiência renal pode ser aguda (IRA), quando ocorre súbita e rápida perda da função renal, ou crônica (IRC), quando esta perda é lenta, progressiva e irreversível.

Como sua instalação é lenta, o organismo consegue adaptar-se até fases bem tardias da insuficiência renal crônica. Portanto, trata-se de uma doença silenciosa.

Muitas pessoas acham que podem identificar um rim doente pela dor ou pela diminuição do volume de urina. Nada mais falso.


O rim apresenta pouca inervação para dor e por isso só dói quando está inflamado ou dilatado. Como na maioria dos casos de insuficiência renal crônica nem um nem outro ocorrem, o paciente pode muito bem precisar de diálise sem sequer ter sentido uma única dorzinha nos rins.

A quantidade de urina também não é bom indicador. Ao contrário da insuficiência renal aguda(IRA) (leia: ENTENDA A INSUFICIÊNCIA RENAL AGUDA ) onde a oligúria (redução da urina) é fator quase sempre presente, na insuficiência renal crônica, como a perda de função é lenta, o rim adapta-se bem e a capacidade de eliminar água mantém-se até fases bem avançadas da doença. Na verdade, a maioria dos pacientes que entram em diálise ainda urinam pelo menos 1 litro por dia.

Então, quais são os sintomas da insuficiência renal crônica?

Na maioria dos casos, até fases bem avançadas da doença, a resposta é nenhum.

Se não há sintomas, como fazemos o diagnóstico precoce?

Duas análises laboratoriais são de extrema importância para o diagnóstico:
- Dosagem da creatinina sanguínea (leia: VOCÊ SABE O QUE É CREATININA ? )
- Análises de urina (leia: ENTENDA SEU EXAME DE URINA)

A partir dessas 2 análises, conseguimos identificar aqueles com insuficiência renal em fases iniciais e portanto, assintomáticos.

Quais são as principais causas de insuficiência renal crônica (IRC)?


- Hipertensão (leia: SINTOMAS E TRATAMENTO DA HIPERTENSÃO )
- Diabetes mellitus (leia: DIAGNÓSTICO E SINTOMAS DO DIABETES MELLITUS )
- Doença policística renal (leia: RINS POLICÍSTICOS / RINS POLIQUÍSTICOS)
- Glomerulonefrites (leia: O QUE É UMA GLOMERULONEFRITE ? )
- Infecções urinárias de repetição (leia: PIELONEFRITE ( INFECÇÃO DOS RINS ))
- Cálculos renais de repetição (leia: CÁLCULO RENAL (PEDRA NOS RINS))
- Doenças da próstata (leia: SINTOMAS DO CÂNCER DE PRÓSTATA)

Outras causas:
- Mieloma múltiplo (leia: ENTENDA O MIELOMA MÚLTIPLO)
- Lúpus (leia: LÚPUS ERITEMATOSO SISTÊMICO) e outras doenças auto-imunes (leia: DOENÇA AUTO-IMUNE)
- Doença de Fabry (leia: DOENÇA DE FABRY)
- Abuso de antiinflamatórios (leia: AÇÃO E EFEITOS COLATERAIS DOS ANTIINFLAMATÓRIOS)
- Gota (leia: SINTOMAS DA GOTA E ÁCIDO ÚRICO)
- Amiloidose

O grande problema da IRC é que, o fato de não cursar com sintomas, não significa que a doença não provoque complicações. O rim desempenha várias funções no organismo, e conforme a doença avança, mais problemas de saúde podem surgir.

Quais são os estágios e as consequências da insuficiência renal crônica (IRC)?

Os 2 rins filtram em média 180 litros de sangue por dia, mais ou menos 90 a 125 ml por minuto. Esta é a chamada taxa de filtração glomerular ou clearance de creatinina. Como a média é de 100 ml/min, para um melhor entendimento dos pacientes costumamos dizer que esse valor corresponde a 100% da função renal. Se o seu médico diz que você tem 60% de função, isso significa grosseiramente que seus rins filtram 60 ml/min.

Os estágios da insuficiência renal crônica são divididos de acordo com a taxa de filtração, que pode ser estimada através dos valores da creatinina sanguínea.

Estágio 1 - Pacientes com clearance de creatinina maiores que 90 ml/min porém com alguma das doenças descritas acima.

Os pacientes que possuem alguma dessas doenças, tem sempre algum grau de lesão renal, porém podem ainda não influenciar na capacidade de filtração do sangue. São pacientes com função renal normal, mas sob alto risco de deterioração.

Pacientes com creatinina normal, mas com alterações no exame de urina, com sinais de sangramento ou perda de proteínas na urina, também entram neste estágio.

Estágio 2 - Pacientes com clearance de creatinina entre 60 e 89 ml/min.

Está pode ser chamada a fase de pré-insuficiência renal. São pessoas com pequenas perdas da função. Em idosos não significam nenhuma doença, apenas um sinal de envelhecimento do rim.
Nesta fase, o rim ainda consegue manter suas funções básicas e a creatinina sanguínea ainda encontra-se normal. Porém, ele está funcionando no seu limite.

São os doentes que correm risco de lesão renal por drogas como antiinflamatórios e contrastes para exames radiológicos (leia: REMÉDIOS QUE PODEM FAZER MAL AOS RINS ).

Estágio 3 -Pacientes com clearance de creatinina entre 30 e 59 ml/min.

Esta é a fase de insuficiência renal crônica declarada. A creatinina já começa a estar elevada e as primeiras complicações da doença começam a se desenvolver. O rim começa a diminuir sua capacidade de produzir a eritropoetina, hormônio que controla a produção de hemácias (glóbulos vermelhos) pela medula óssea, e o paciente começa a apresentar queda no seu hematócrito, apresentando anemia progressiva (leia: SINTOMAS DA ANEMIA).

Outro problema que começa a surgir é a lesão óssea. Os pacientes insuficientes renais apresentam uma doença chamada de osteodistrofia renal, que ocorre pela elevação do PTH e pela queda na produção de vitamina D, hormônios que controlam a quantidade de cálcio nos ossos e no sangue. O resultado final é uma desmineralização dos ossos que começam a ficar fracos e doentes. Para mais detalhes, leia: INSUFICIÊNCIA RENAL - FÓSFORO, PTH E DOENÇA ÓSSEA

O estágio 3 é a fase onde os pacientes devem iniciar tratamento e ser acompanhados por um nefrologista. A partir da fase 3 os pacientes costumam evoluir com perdas progressivas da função renal. Alguns mais rápidos, outros mais lentamente.

Estágio 4 - Pacientes com clearance de creatinina entre 15 e 29 ml/min.

Está é a fase pré-diálise. Este é o momento onde os primeiros sintomas começam a aparecer e as análises laboratoriais evidenciam várias alterações.

O paciente apresenta níveis elevados de fósforo e PTH, anemia estabelecida, acidose (sangue ácido), elevação do potássio, emagrecimento e sinais de desnutrição, piora da hipertensão, enfraquecimento ósseo, aumento do risco de doenças cardíacas, diminuição da libido, diminuição do apetite e cansaço.

Devido a retenção de líquidos, o paciente pode não notar o emagrecimento, já que o peso pode se manter igual ou até mesmo aumentar.

Nesta fase o paciente já deve começar a ser preparado para entrar em hemodiálise, sendo indicada a construção da fístula artério-venosa (leia: O QUE É HEMODIÁLISE? COMO ELA FUNCIONA? )

Estágio 5 - Pacientes com clearance de creatinina menor que 15 ml/min.

Está é a chamada fase de insuficiência renal terminal. Abaixo dos 15-10 ml/min o rim já não desempenha funções básicas e o início da diálise está indicado.

Neste momento é que os pacientes começam a sentir os sintomas da insuficiência renal, chamado de uremia.

Apesar de ainda conseguirem urinar, o volume já não é tão grande e o paciente começa a desenvolver edemas (leia: INCHAÇOS E EDEMAS). A pressão arterial fica descontrolada e os níveis de potássio no sangue ficam elevados ao ponto de poderem causar arritmias cardíacas e morte. O paciente já emagreceu bastante e não consegue comer bem. Sente náuseas e vômitos, principalmente na parte da manhã. Cansa-se com facilidade e a anemia costuma estar em níveis perigosos.

Se a diálise não for iniciada o quadro progride, e aqueles que não vão ao óbito por arritmias cardíacas podem evoluir com alterações mentais, como desorientação e até coma.

Quando realizado ultra-som dos rins, estes normalmente já se apresentam atrofiados, com tamanhos reduzidos.

Alguns pacientes conseguem chegar até o estágio 5 com poucos sintomas. Esses são os mais difíceis de convencermos a entrar em diálise. Apesar dos poucos sintomas, estes apresentam inúmeras alterações laboratoriais, e quanto mais tempo se atrasa o início da diálise, pior serão as lesões ósseas, cardíacas, a desnutrição e o risco de arritmias malignas. Muitas vezes o primeiro sintoma é a morte súbita.

O encaminhamento precoce para o médico nefrologista pode mudar a história natural da doença. Quando se compara a evolução de doentes referenciados no estágio 3 com aqueles referenciados apenas nas fases finais do estágio 4 ou em estágio 5, nota-se que ocorre:

- Uma redução na velocidade de perda da função renal (3,4 ml/min por ano contra 12 ml/min por ano), ou seja, os doentes não acompanhados por nefrologista perdem função renal até 4x mais rápido.
- Melhor controle da hipertensão e consequentemente menos lesões de outros órgãos.
- Menor incidência de lesões ósseas
- Menor incidência de desnutrição e emagrecimento
- Menor taxa mortalidade

Postado por Dr. Pedro Pinheiro - blog: mdsaude.com

http://www.mdsaude.com/2009/08/insuficiencia-renal-cronica-sintomas.html#ixzz0nNjVMUgv

NÃO ESQUEÇA DE CONSULTAR O SEU MÉDICO
ABS, CARLA

sábado, 8 de maio de 2010

INSUFICIÊNCIA RENAL AGUDA - Sintomas e tratamento

Insuficiência renal é o termo que se aplica quando os rins não conseguem desempenhar suas funções adequadamente.

A insuficiência renal pode ser crônica ou aguda. A primeira ocorre quando a perda de função dos rins é permanente e geralmente progressiva; A segunda é um processo que ocorre subitamente e costuma ter duração inferior a 3 meses, podendo haver recuperação completa ou não da função renal.

Uma insuficiência renal aguda pode ser transformar em crônica se a lesão for muito grave e não houver recuperação completa. Do mesmo modo, uma pessoa com insuficiência renal crônica e função baixa mas estável, pode sofrer alguma agressão em seus rins, agudizando sua insuficiência renal e levando a uma abrupta queda na sua função.

Insuficiência renal aguda - hemodiálise

Antes de falar de insuficiência renal aguda propriamente dita, cabem algumas explicações.

Os 2 rins filtram em média 180 litros de sangue por dia, mais ou menos 120 ml por minuto. Esse valor é chamado de clareamento renal (clearance renal) ou taxa de filtração glomerular (glomérulo é a unidade básica do rim, assim como o neurônio é a do cérebro)

Uma função renal normal é aquela que se situa entre 70 e 140 ml/min de sangue filtrado por dia. Esse valor varia com idade, tamanho e sexo. Quando o clearance é menor que 70ml/min temos insuficiência renal e quando é maior que 140 ml/min chamamos de hiperfiltração, que também é um sinal de doença renal (muito comum em diabéticos)

Conforme envelhecemos, nossos rins também diminuem a sua capacidade de funcionamento. Idosos chegam a ter rins 30% menores do que quando eram jovens. Por isso, não é de se estranhar que pessoas mais velhas possam ter taxas de até 60 ml/min sem necessariamente terem alguma doença nos rins. São rins "sadios", porém velhos e menos resistentes a injúrias.

Para efeito prático, consideramos insuficiência renal crônica quando a taxa de filtração glomerular permanece abaixo de 60 ml/min por mais de 3 meses e insuficiência renal aguda uma queda abrupta de pelo menos 25% na função renal, independente do valor prévio.

Como em média os rins filtram algo em torno de 100 ml/min de sangue, muitas vezes os médicos usam o valor em percentual para facilitar a compreensão. Deste modo, uma taxa de filtração de 50 ml/min pode ser considerada como rins que funcionam 50%

Quando falamos em função renal estamos sempre falando nos 2 rins. Se o médico te disser que sua função renal é de 40% ou 40 ml/min, isso significa a função total dos 2 rins juntos.

Não existe um modo de medir a filtração renal diretamente, por isso lançamos mão de exames laboratoriais. Um deles é a urina de 24 horas, onde se colhe em uma ou mais garrafas, toda a urina eliminada durante um dia inteiro. Essa urina é então enviada para um laboratório que consegue avaliar a taxa de filtração renal. Este exame é muito chato de se fazer, além de ser muito comum o paciente cometer algum erro de coleta durante o dia. Por isso, hoje em dia prefere-se avaliar a função através da dosagem da creatinina no sangue (leia: VOCÊ SABE O QUE É CREATININA ? para mais informações).

Com os valores de creatinina no sangue podemos estimar a função renal através de cálculos matemáticos. Normalmente os laboratórios já fazem automaticamente esse cálculo e o resultado vem sob o nome de clearance de creatinina.

O clearance de creatinina é igual a taxa de filtração glomerular.

Bom, feitas as explicações, vamos ao que interessa.

INSUFICIÊNCIA RENAL AGUDA

A insuficiência renal aguda ocorre quando há alguma injúria renal com rápida queda na função dos rins. Esta se reflete por uma rápida elevação no valor da creatinina sanguínea. Como já referido, ela pode ocorrer tanto em pessoas com rins normais como em insuficientes renais crônicos.

Em casos mais graves os pacientes podem evoluir com necessidade de hemodiálise em apenas 24 a 48 horas (leia: O QUE É HEMODIÁLISE? COMO ELA FUNCIONA? ).

Normalmente indica-se hemodiálise quando a função renal cai abaixo de 20 ml/min ou quando há sinais claros de ausência de função renal como acidose sanguínea grave, excesso de potássio no sangue, alterações neurológicas pela insuficiência renal, ou quando o paciente urina menos de 100 ml em 24 horas.

As principais causas de insuficiência renal aguda são:

- Choque circulatório (leia: CHOQUE CIRCULATÓRIO. O QUE É ISTO ?)
- Sepse (O QUE É SEPSE / SEPSIS E CHOQUE SÉPTICO ?)
- Desidratação
- Queimaduras extensas
- Excesso de diuréticos (leia: PARA QUE SERVEM OS DIURÉTICOS ?)
- Rabdomiólise (lesão muscular extensa com em caso de politrauma)
- Obstrução renal por uma próstata aumentada (leia: SINTOMAS DO CÂNCER DE PRÓSTATA)
- Insuficiência cardíaca grave (leia: INSUFICIÊNCIA CARDÍACA - CAUSAS E SINTOMAS )
- Glomerulonefrite aguda (leia: O QUE É UMA GLOMERULONEFRITE ?)

Várias drogas são tóxicas para os rins, podendo levar a insuficiência renal aguda:

- Antiinflamatórios (leia: AÇÃO E EFEITOS COLATERAIS DOS ANTIINFLAMATÓRIOS)
- Antibióticos, principalmente da família dos aminoglicosídeos (gentamicina e amicacina por ex.)
- Alguns quiomeoterápicos
- Contraste a base de iodo para exames radiológicos
- Lítio
- Aciclovir
- Heroína
- Agrotóxicos
- Carambola
- Ervas chinesas

Se quiser saber mais sobre drogas que atacam os rins, leia: REMÉDIOS QUE PODEM FAZER MAL AOS RINS

Algumas causas de insuficiência renal aguda são evitáveis, principalmente em pessoas com função renal já debilitada ou idosos. Um bom exemplo é não abusar dos antiinflamatórios e evitar exames radiológicos com contrastes venosos a base de iodo neste grupo de pacientes.

Nem todo mundo que desenvolve insuficiência renal aguda precisa de hemodiálise. Quanto mais jovem e saudável for o paciente, maiores as chances de seus rins aguentarem injúrias severas. Do mesmo modo, nem toda injúria renal é suficientemente grave para causar uma grande perda da função dos rins.

Imaginem uma pessoa com taxa de filtração de 120 ml/min que sofre uma intoxicação grave por alguma substância nefrotóxica (tóxica para os rins), perdendo 60 ml/min de sua função renal. Ela ainda ficará com uma filtração de aproximadamente 60 ml/min o que é suficiente para mantê-la fora da hemodiálise. Já a mesma situação em um paciente idoso ou em alguém já com doença renal conhecida e uma taxa de filtração prévia entre 40 e 60 ml/min com certeza terminaria na hemodiálise.

A recuperação da insuficiência renal aguda depende de vários fatores, entre eles idade, associação com outras doenças e função renal prévia antes da injúria. Alguns recuperam a função completamente, outros ficam com função permanentemente abaixo de 60 ml/min , e há ainda aqueles que nada recuperam, ficando dependentes de hemodiálise para o resto da vida.

A insuficiência renal é uma complicação comum de doentes graves, principalmente aqueles internados em CTI (leia: ENTENDA O QUE ACONTECE COM PACIENTES NO CTI (UTI)), e é um dos principais fatores que aumentam a taxa de mortalidade neste grupo.

Qualquer pessoa que apresente alguma agressão renal pode evoluir com insuficiência renal aguda, mas ela é mais comum e mais grave quando ocorre em pacientes com doença renal prévia.

Postado por Dr. Pedro Pinheiro - blog: mdsaude.com

Leia mais: http://www.mdsaude.com/2009/07/insuficiencia-renal-aguda.html#ixzz0nNln52tR



NÃO ESQUEÇA DE FALAR COM SEU MÉDICO ANTES DE QUALQUER ALTERAÇÃO NO SEU TRATAMENTO. Abs, Carla
Vou começar a postar uma série de artigos para esclarecer dúvidas sobre Doença Renal, Insuficiência Renal Crônica - IRC, Hemodiálise, Colesterol e outras patológias. Mas, tudo que for postado aqui for comente com sua equipe e siga as orientações dos médicos, nutricionistas, enfermeiros e todos por ventura que estejam envolvidos no processo e / ou tratamento. Todos os textos são de publicação do blog de um médico do qual me autorizou usar suas postagens. Não me responsabilizando por nenhum artigo postado pois, publicarei fielmente o texto como aparece no blog do médico. POR FAVOR EM RELAÇÃO A TUDO POSTADO CONSULTE O SEU MÉ DICO E NÃO FAÇAM USO INDEVIDO DE MEDICAMENTOS.

Obrigada,
Carla

sábado, 1 de maio de 2010

Congratulações aos Trabalhadores...









PARABÉNS AOS TRABALHADORES, QUE COM DIGNIDADE, HONESTIDADE, RESPEITO, ALEGRIA E ENORMES DIFICULDADES LUTAM POR ESTE PAÍS.


abs, Carla