Será Natal???

Ei, você, aonde vai com tanta pressa?
Eu sei que você tem pouco tempo...
Mas, será que poderia me dar uns minutos da sua
atenção?
Percebo que há muita gente nas ruas, correndo como você. Há uma correria generalizada...
Entendo que você tenha pouco tempo.
Percebo, também, luzes enfeitando vitrines, ruas, casas, árvores...
Mas, confesso que vejo pouco brilho nos olhares...
Poucos sorrisos afáveis, pouca paciência para uma conversa fraternal...
É bonito ver luzes, cores, fartura...
Mas seria tão belo ver sorrisos francos...
Apertos de mãos demorados...
Abraços de ternura...
Mais gratidão...
Mais carinho...
Mais compaixão...
Que familiares e pessoas que  se odeiam, sem a mínima disposição para a reconciliação se reconciliem.
Mas, porque você me emprestou uns minutos do seu precioso tempo, gostaria de lhe perguntar novamente: Para que tanta correria?
Em meio à agitação, sentado no meio-fio, um mendigo, ébrio, grita bem alto: Viva Jesus. Feliz Natal!
E os sóbrios comentam: É louco!
E a cidade se prepara... Será Natal.
Mas, para você que ainda tem tempo de meditar sobre o verdadeiro significado do Natal, ouso dizer:
O Natal não é apenas uma data festiva, é um modo de viver.
O Natal é a expressão da caridade...
Natal é fraternidade...
Mas o Natal também é união...
Que este Natal seja, para você, mais que festas e troca de presentes...
Que possa ser um marco definitivo no seu modo de viver, conforme o modelo trazido pelo notável Mestre, cuja passagem na Terra deu origem ao Natal...
E, finalmente, o Natal é pura expressão de amor...
Gratidão!!!
abs.fraternos
Carla




sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Para os Adolescentes - e o Diabetes

O Blog Reccomecar está participante do Prêmio Top Blog 2013 e esta semana foi eleito entre os 100 Top blogs categoria saúde.

Até o dia 10 de março(10/03/2014), é o período de votação para escolher os 03finalistas!!!
Conto com seu voto!!!




Todos adolescentes encaram desafios e têm que tomar decisões a respeito do namoro, dirigir, e bebidas alcoólicas, entre outras coisas. Adolescentes com diabetes encaram os mesmos desafios que seus amigos. Mas tendo diabetes complica as escolhas a serem feitas. Aqui vão algumas informações sobre assuntos que os adolescentes têm em comum e como o diabetes pode afetá-los.

Crescer

Adolescentes lidam com diversas mudanças em seus corpos enquanto amadurecem. Ambos, meninas e meninos terão grandes mudanças físicas e hormonais. Aqueles mesmos hormônios que causam a puberdade e faz seu rosto se romper em espinhas, também faz com que o diabetes, mesmo bem cuidado, seja difícil. Sua glicose no sangue pode subir e descer muito mais, causando altos e baixos inexplicáveis. Converse com seu médico endocrinologista para saber lidar melhor com o problema.

Dirigir

Um dos maiores momentos na vida do adolescente é quando ele tira a carta de motorista. Adolescentes com diabetes não devem ter problemas em tirar a carta, desde que consiga passar pelo teste!

Namorar e a Diabetes

No momento todos os amigos e parentes já sabem que você é diabético. A maioria deles está pronto para ajudá-lo, caso você precise, a tratar a hipoglicemia. Mas, e quando você conhece alguém, especialmente alguém que você começa a se interessar? A querer namorar? Será que eles darão força? Os problemas de um adolescente namorar são os mesmos para o diabético e o não diabético.

Sexo e Gravidez

Os riscos de ter relação sexual são os mesmos para os adolescentes que têm diabetes e aqueles que não têm. E são riscos bem grandes. AIDS, sífilis, herpes, e outras infecções transmitidas sexualmente. Gravidez. Adicione este problema a outros riscos de adolescentes com diabetes, como hipoglicemia e preocupações especiais da gravidez, e terá muitas preocupações para balancear.

Álcool, Fumo, e Drogas Ilegais

Alguns adolescentes são tentados a experimentar o álcool, fumo ou drogas. Você já sabe que nenhumas destas substâncias são seguras ou saudáveis. Você pode é não saber que elas causam muito mais estragos em pessoas com diabetes.

Fonte: Associação Americana de Diabetes (ADA)

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abs,
Carla
extraído:http://www.diabete.com.br/para-os-adolescentes/


Reçomecar -



quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Câncer e Diabetes

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Como fica o tratamento do diabetes quando o câncer é diagnosticado?

Fonte: Revista Jeito de Viver
Uma publicação da ADJ Diabetes Brasil

Vivemos em busca de informações e novidades que possamos ajudar em nossa rotina diária com o diabetes. O tratamento está em constante evolução. Tudo em busca de um menor controle.

Mas, o que ocorre quando nós temos diabetes e recebemos o diagnostico de uma outra doença como o câncer?

A revista Jeito de Viver procurou a ginecologista e obstetra Dra. Maria Gabriella Giusa. que tem muita experiência no assunto, para nos ajudar a entender melhorCâncer e diabetes

Revista Jeito de Viver: como fica o tratamento do diabetes quando o câncer é diagnosticado?

Dra. Gabriella: O tratamento do diabetes deve ser realizado normalmente, como o médico endocrinologista que o acompanha. Durante o tratamento pode haver necessidade de alteração de dose e/ou medicação para o diabetes. Assim o tratamento deve ser feito de maneira multiprofissional, ou seja, associação do oncologista. e endocrinologista, nutricionista. A atividade fisica é muito importante e deve ser estimulada, quando possível.

Revista Jeito de Viver: O câncer influencia no controle glicêmico de que tem diabetes? Por conta do estresse?

Dra. Gabriella: O tratamento do câncer pode influenciar no controle do diabetes, pois pode haver aumento ou perda de peso,uso de outras medicações como glicocorticoides e, desta forma, deve-se ajustar a medicação. O estresse, a cirurgia e as infecções também podem descompensar o diabetes.

Revista Jeito de Viver: E no caso das pessoas que não tem diabetes também existe um tratamento da glicemia?

Dra. Gabriella: Poderá haver aumento dos níveis de açúcar durante o tratamento de câncer em pacientes não diabéticos com uso de glicocorticoides. Esta classe de medicamentos é usada no intuito de diminuir a inflamação, náuseas e quadros alérgicos.

Revista Jeito de Viver: Existe forma de minimizar estes efeitos na glicemia?

Dra. Gabriella: A escolha das medicações quimioterápicas, o controle endocrinológico associado à dieta podem minimizar os efeitos.

Revista Jeito de Viver: E a radioterapia, influencia na glicemia?

Dra. Gabriella: Os efeitos indesejáveis mais comuns na radioterapia são cansaço, e reações da pele e perda de apetite e, principalmente, esta última ´pode alterar a glicemia.

Revista Jeito de Viver: Existe alguma conduta especifica em pacientes com câncer por conta do diabetes?

Dra. Gabriella: A escolha dos quimioterápicos se faz necessária, no intuito de minimizar os efeitos colaterais.

Revista Jeito de Viver: Existe alguma pesquisa que relacione câncer e diabetes?

Dra. Gabriella: Sim, existem várias pesquisas que mostram associação de câncer  e diabetes, entre elas encontra-se o câncer de endométrio, o câncer da mama e colonrretal.


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Carla
extraído:http://www.diabete.com.br/cancer-e-diabetes/

Uma seringa, duas insulinas: aprenda a mistura correta




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Muitos usuários de insulinas utilizam NPH com uma insulina rápida (regular ou ultrarrápida). Essas podem ser aplicadas no mesmo momento, numa mesma seringa, desde que seguida a técnica correta.
ATENÇÃO: As insulinas glargina e detemir não podem ser misturadas com nenhuma outra insulina na mesma seringa.
Lembre-se dos passos iniciais:
a. Lavar as mãos com água e sabão.
b. Separar a seringa e as insulinas.
c. Rolar o frasco de insulina de aspecto leitoso (NPH), levemente entre as mãos, por no mínimo 20 VEZES, para garantir ação correta da insulina.
d. Limpar a borracha dos frascos com álcool 70%.
Técnica de Mistura de Insulinas:
1- Introduza uma quantidade de ar na seringa igual à dose de insulina NPH prescrita pelo seu médico.
Seringa
2- Injete o ar dentro do frasco que contém a insulina NPH. Sem extrair a insulina, retire a agulha.
Seringa
3- Introduza uma quantidade de ar na seringa igual à dose de insulina REGULAR ou ULTRARRÁPIDA prescrita pelo seu médico.
Seringa
4- Injete o ar dentro do frasco que contém insulina REGULAR ou ULTRARRÁPIDA.
Seringa
5- Neste momento começa a aspiração da insulina: vire o frasco e aspire a insulina lentamente até a marca da escala que indica a quantidade de insulina REGULAR/ ULTRARRÁPIDA prescrita.
Seringa
6- Retorne o frasco para a posição inicial e retire a agulha lentamente.
Seringa
7- Pegue o frasco de insulina NPH. Com a mesma seringa que já contém a insulina Regular/Ultrarrápida, introduza a agulha nesse frasco de insulina NPH, segurando no corpo da seringa para não perder a insulina Regular/ Ultrarrápida que está na seringa.
8- Aspire lentamente a insulina NPH prescrita. O total preparado dentro da seringa deve corresponder à soma das insulinas NPH + REGULAR/ ULTRARRÁPIDA prescrita pelo seu médico.
Seringa
9- Retire a agulha do frasco, e prossiga seguindo as mesmas recomendações citadas na técnica de aplicação de insulina.
Observação: Se a retirada foi maior que a necessária, em hipótese alguma o excesso deve ser devolvido ao frasco. Devem-se descartar as insulinas da seringa e reiniciar o procedimento.


ATENÇÃO: As insulinas glargina e detemir não podem ser misturadas com nenhuma outra insulina na mesma seringa.

Dra. Janice Sepúlveda
  • Endocrinologista
  • Doutora em Clínica Médica pela Santa Casa de Belo Horizonte
  • Coordenadora do Serviço de Diabetes Tipo 1 da Santa Casa de Belo Horizonte
  • Secretária da SBD-MG

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extraído:https://www.facebook.com/EspacoDiabetes?ref=stream fonte:http://goo.gl/OkMVI3

Compreender os Sentimentos do seu Filho sobre Diabetes



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Compreender os sentimentos do seu filho sobre diabetes



Viver com diabetes pode ser emocionalmente e desafiador para o seu filho.

Fonte: Joslin Diabetes Center
Por: Jennifer Douglass, M. Ed
Jennifer Douglass, M.Ed, especialista da vida de criança em Joslin Diabetes Center, discute alguns sentimentos comuns de seu filho com diabetes pode ter e como você pode ajudá-la a lidar com a situação.


Sentindo-se “diferente” com Diabetes

Uma das preocupações mais comuns que as crianças com diabetes têm é que eles não querem parecer “diferente” de colegas, amigos e irmãos, de acordo com Douglass. Isso é muitas vezes difícil quando uma criança é diagnosticada pela primeira vez com diabetes, mas pode continuar a preocupar o seu filho como ele ou ela cresce.


O que você pode fazer:   Tente fazer o tratamento da diabetes apenas outra parte do dia. Na escola, o trabalho com a orientadora e professora do seu filho para tornar a gestão de diabetes menos de uma distração para o seu filho.
Por exemplo:  Veja se o seu filho pode manter o material de diabetes e lanches na sala de aula. Se ele ou ela tem que ir para a enfermeira, para tentar evitar interromper o momento mais social do dia, como a hora do lanche. Em casa, estabelecer uma rotina consistente. Fazer gestão da diabetes uma parte do dia, como escovar os dentes, é um desafio, mas necessário para o seu filho.

Frustração /Depressão da Diabetes

“Seu filho provavelmente vai se sentir muito frustrado por ter diabetes em algum momento”, disse Douglass. É comum que as crianças a ficar chateado de ter diabetes, o que por vezes pode levar a depressão de diabetes.

O que você pode fazer:  Douglass enfatiza a importância  também que é importante usar o apoio a sua equipe de cuidados de saúde da diabetes poderem fornecer e se comunicar sempre, e ser aberto como uma família e sempre se comunicando e discutindo o bom, o mau e tudo mais, tendo uma equipe de apoio à família e orientadores, assistência social e especialistas na vida da criança que se especializam em trabalhar com as crianças que têm diabetes.


O site Diabete.Com.Br avisa : As informações contidas neste site não se destinam ou implica a ser um substituto para aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Todo o conteúdo, incluindo texto, gráficos, imagens e informações, contidos ou disponíveis através deste site são apenas para fins informativos gerais. As opiniões expressas aqui são as opiniões de escritores, colaboradores e comentaristas, e não são necessariamente aqueles de Diabete. Com.Br. Nunca desconsidere o conselho médico profissional ou demorem a procurar tratamento médico por causa de algo que tenha lido ou acessado através deste site.

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Carla
extraído:http://www.diabete.com.br/compreender-os-sentimentos-do-seu-filho-sobre-diabetes/

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Aprenda Como Cuidar do seu Filho com Diabetes

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Como pai ou mãe, é muito natural que queira proteger seu filho do diabetes, mas, você não está sozinho. Trabalhe junto com a escola e com a equipe de cuidados médicos de seu filho para desenvolver um plano de controle de diabetes que satisfaça as necessidades individuais dele.

Apoiar seu filho começa com aprender sobre o diabetes.

crianças com diabetesApós ser diagnosticado com diabetes, é comum experimentar uma ampla gama de emoções, de raiva, negação e um sentimento de desesperança. Estes sentimentos são comuns e fazem parte da capacidade de luta de seu filho. Caso seu filho sinta que não consegue superar os sentimentos ou que não é capaz de lidar com o controle do diabetes, é importante buscar ajuda. Muitas pessoas com diabetes podem sofrer de depressão, o que pode ser tratado para que isso não os impeça de controlar seu diabetes de forma eficaz.

Os Amigos e a Família de Seu Filho

Os amigos e a família são uma parte importante da equipe de apoio de seu filho. É uma boa ideia fazer com que você e outros membros da família participem das aulas educacionais sobre diabetes com seu filho. Isto não apenas dará a ele um segundo par de olhos e ouvidos, mas também, fará com que tenha alguém em quem confiar que entenda todos os aspectos de um plano de controle do diabetes.

Equipe de Cuidados Medicinais do Seu Filho

Lembre-se, seu filho é a pessoa mais importante na equipe de cuidados de diabetes deles, porém, ele não está sozinho. Ele tem a você e conta com uma grande quantidade de profissionais de saúde que podem ajudá-lo a controlar o diabetes.


Fontes: WebMD, ADA

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Carla
extraído:http://www.diabete.com.br/aprenda-como-cuidar-do-seu-filho-com-diabetes/

10 vídeos imperdíveis sobre Alzheimer!!

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Hoje sabemos que a internet pode ser uma grande ferramenta de orientação a familiares e profissionais, bem como um um espaço de discussão e aprendizado. E, é por acreditar nisso que fazemos posts como este: simples, mas que podem orientar e acrescentar.
Aqui você vai encontrar vídeos que podem e devem ser vistos com a intenção de aprender sobre uma doença que mexe muito com a vida de milhões de pessoas, sejam elas pacientes ou familiares. Vamos aos vídeos??


Alzheimer


1. O poder da música


2. Alzheimer não é brincadeira


3. Sintomas no cotidiano


4. Ele não consegue falar, então escreve




5. Um aniversário confuso



6. O que é a Doença de Alzheimer?



7. Doença de Alzheimer: uma epidemia imediata



8. Doença de Alzheimer: a corrida para cura



9. Doença de Alzheimer: uma mensagem pacientes recentemente diagnosticados e familiares


10. A genética do Alzheimer


 





Que outros vídeos você acrescentaria a esta lista? Comente com o nome do vídeo e, se possível, com o link para que possamos acrescentar, tá?
imagem destacada: Norvatis

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abs, 
Carla
extraído:http://www.reab.me/10-videos-imperdiveis-sobre-alzheimer/

Como lidar com o idoso portador de Alzheimer? Psicóloga dá dicas - Complicações



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Escrito por Luciene Corrêa Miranda
Qua, 11 de Janeiro de 2012 13:58


Durante todo este percurso da doença, algumas complicações podem ocorrer, como, por exemplo, os conflitos familiares, já que normalmente a família não quer aceitar a doença ou não entra em acordo sobre quem irá cuidar do idoso dependente. Outros têm medo de futuramente virem a passar pelo mesmo problema que seu genitor está passando e entram em desespero. Outros não conseguem lidar com a finitude da vida de seu familiar.
O portador da doença de Alzheimer precisa de acompanhamento multidisciplinar: médico, enfermeiro, psicólogo, terapeuta ocupacional, fisioterapeuta, farmacêutico, fonoaudiólogo, advogado, nutricionista, dentista, assistente social – todos esses profissionais, dentro de sua área de saber, podem atuar visando à promoção da saúde, à proteção contra a violência e os abusos aos quais os mesmos são mais vulneráveis. O cuidador também precisa receber atenção multidisciplinar e, principalmente, precisa do apoio da família. Caso o cuidador não tenha condições de cuidar do portador da doença ou se a sua residência não oferecer segurança para a permanência do idoso nessa situação, uma boa alternativa é uma instituição de longa permanência para idosos, porém tendo-se o cuidado de preservar os vínculos familiares.
Alguns medicamentos utilizados no tratamento da doença de Alzheimer são disponibilizados pela rede SUS e são um direito do paciente, cabendo ao cuidador, juntamente com o médico, reivindicar pelos direitos daquele que não tem mais condições de solicitar sozinho. Porém, é importante lembrar-se de que os remédios não vão curar o paciente, nem mesmo fazer a doença estacionar, porém podem diminuir os sintomas, garantindo melhor qualidade de vida ao portador e à sua família. Programas que visam à estimulação ou reabilitação psicológica, realizados por neuropsicólogos, têm demonstrado resultados satisfatórios no que diz respeito à atenção, à memória, dentre outros processos cognitivos, porém também não curam a doença.
Neste momento faz-se urgente que as autoridades governamentais, em nível mundial, dispensem financiamentos para fomentar pesquisas que investiguem a doença em sua totalidade. Profissionais de áreas multidisciplinares devem estudar e pesquisar mais sobre a doença, com ênfase especial à prevenção, às reais causas e a tratamentos eficazes para os portadores. Devemos pensar que, a qualquer momento, podemos estar direta ou indiretamente relacionados à doença: seja como profissionais, seja como familiares de portadores, ou mesmo como futuros potenciais portadores de uma doença grave e ainda bastante desconhecida.


Luciene Corrêa Miranda é psicóloga clínica, mestre em Psicologia e professora na Escola de Enfermagem da Santa Casa de Misericórdia de Juiz de Fora


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abs,
Carla
extraído:http://idmed.terra.com.br/saude-de-a-z/saude-do-idoso/como-lidar-com-o-idoso-portador-de-alzheimer-psicologa-da-dicas/complicacoes.html

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Sintomas de Menopausa no tratamento no câncer

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O tratamento do câncer tem por finalidade a cura ou alívio dos sintomas da doença. Os tratamentos com medicamentos (quimioterapia, terapia alvo, hormonioterapia), cirúrgicos e radioterápicos podem provocar efeitos colaterais que variam de paciente para paciente dependendo de múltiplos fatores, podendo ser diferentes quanto a intensidade e duração. Alguns pacientes poderão apresentar efeitos colaterais mais severos, outros mais leves ou mesmo não apresentar qualquer efeito colateral. Em caso de você apresentar algum efeito colateral devido ao tratamento que está realizando procure imediatamente seu médico para receber as orientações necessárias para seu caso.
A menopausa ocorre em uma das seguintes situações:
  • Os ovários deixam de produzir óvulos.
  • Períodos menstruais tornam-se irregulares, e em seguida, param completamente.
  • O corpo diminui a produção de estrogênio e progesterona.
A menopausa acontece, geralmente, em torno dos 50anos. Ela também pode acontecer antes dos 40 anos, se a mulher estiver em tratamento do câncer de ovário, a chamada menopausa precoce. Até 40% das mulheres apresentam sintomas da menopausa em função do tratamento do câncer de mama, que podem incluir:
  • Ondas de calor.
  • Sudorese noturna.
  • Secura vaginal.
  • Relações sexuais dolorosas.
  • Dificuldades com o controle da bexiga.
  • Depressão.
  • Insônia.
Ondas de Calor
O estrogênio e a progesterona previnem as ondas de calor e a osteoporose, mas o objetivo do tratamento do câncer de mama é justamente a remoção desses hormônios. Portanto, o estrogênio e a progesterona, geralmente não são recomendados porque há uma possibilidade de que possam acelerar o desenvolvimento do câncer. Alguns tratamentos podem aliviar as ondas de calor:
  • Antidepressivos.
  • Vitamina E.
  • Técnicas de relaxamento.
  • Refrigeração à temperatura ambiente.
Lubrificantes vaginais e cremes de estrogênio podem aliviar a secura vaginal.
Osteoporose
Os tratamentos hormonais para câncer de mama removem estrogênio do corpo, no entanto, a perda de estrogênio aumenta o risco de osteoporose. As seguintes atividades podem ajudar a reduzir o risco:
  • Realizar exercícios físicos.
  • Manter um peso corporal ideal.
  • Tomar suplementos de vitamina D e cálcio, não sem antes conversar com o médico.


Além disso, o médico pode solicitar o exame de densitometria óssea ou prescrever medicamentos, como, por exemplo, bisfosfonatos.

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abs,
Carla
extraído:http://www.oncoguia.org.br/conteudo/sintomas-de-menopausa/1342/109/

Disfunção Sexual - no tratamento do câncer


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O tratamento do câncer tem por finalidade a cura ou alívio dos sintomas da doença. Os tratamentos com medicamentos (quimioterapia, terapia alvo, hormonioterapia), cirúrgicos e radioterápicos podem provocar efeitos colaterais que variam de paciente para paciente dependendo de múltiplos fatores, podendo ser diferentes quanto a intensidade e duração. Alguns pacientes poderão apresentar efeitos colaterais mais severos, outros mais leves ou mesmo não apresentar qualquer efeito colateral. Em caso de você apresentar algum efeito colateral devido ao tratamento que está realizando procure imediatamente seu médico para receber as orientações necessárias para seu caso.


Tanto homens como mulheres podem apresentar problemas sexuais decorrentes do tratamento do câncer.

Alguns tipos de quimioterapia podem causar alterações sexuais, que são diferentes na mulher e no homem. Na mulher pode provocar alterações nos ovários, mudanças nos níveis hormonais e menopausa precoce.
Enquanto que para o homem pode provocar mudanças hormonais, diminuição do fluxo de sangue ao pênis e dano aos nervos que controlam o pênis. Estas alterações podem produzir impotência ou disfunção erétil, que é quando o homem não consegue manter a ereção do pênis.
Os efeitos colaterais diferem entre ambos os sexos, no entanto, é importante discutir todos os sintomas com o médico, pois existem várias opções disponíveis para ajudar a gerenciar os problemas sexuais que possam ocorrer. A disfunção sexual pode ser causada por:
  • Mudanças no corpo, decorrentes da cirurgia, quimioterapia ou radioterapia.
  • Alterações hormonais.
  • Fadiga.
  • Dor.
  • Náuseas e vômitos.
  • Medicamentos que podem reduzir a libido.
  • Medo da recidiva.
  • Estresse.
  • Depressão.
  • Ansiedade.
Os problemas sexuais vivenciados por pessoas com câncer são agrupados em:
  • Transtornos do desejo, que é a diminuição ou perda do desejo e das fantasias sexuais.
  • Distúrbios que incluem a incapacidade de obter ou manter a excitação sexual, como a lubrificação nas mulheres e a ereção em homens.
  • Distúrbios do orgasmo, atraso ou ausência do orgasmo após a excitação normal, como a ejaculação precoce em homens.
  • Distúrbios da dor, como a dor genital durante o ato sexual.
Diagnóstico
É importante ter uma discussão honesta com o médico sobre possíveis problemas sexuais, pois, muitas vezes, existem soluções. O médico poderá fazer algumas perguntas do tipo:
  • Como era sua vida sexual antes do câncer?
  • Como o câncer alterou suas atividades sexuais?
  • Existem problemas ou potenciais problemas em seu relacionamento?
O médico deve orientá-lo sobre as reações de um determinado tratamento de câncer e, em alguns casos, encaminhá-lo para um profissional de saúde especializado no tratamento da disfunção sexual.
Alterações nas Mulheres
  • Sintomas de menopausa em mulheres não menopausadas.
  • Ondas de calor.
  • Secura vaginal.
  • Irritabilidade.
  • Períodos menstruais irregulares ou ausentes.
  • Aumento da secreção vaginal.
  • Prurido (coceira) vaginal.
  • Falta de interesse sexual.
  • Preocupação, tensão ou depressão por não ter relações sexuais.
  • Cansaço para ter relações sexuais.
Alterações nos homens
  • Não conseguir ter orgasmos.
  • Impotência.
  • Preocupação, tensão ou depressão por não ter relações sexuais.
  • Cansaço para ter relações sexuais.
Orientações
      Para Mulheres
Converse com seu médico sobre se existe algum problema em ter relações sexuais durante o tratamento quimioterápico, a maioria das mulheres podem tê-las, no entanto sempre é melhor receber uma orientação de um profissional de saúde.
É muito importante não engravidar durante o tratamento quimioterápico já que os medicamentos utilizados podem afetar o normal desenvolvimento do feto, sobretudo nos 3 primeiros meses da gravidez.
Se você não estiver na menopausa comunique ao médico para que ele possa orientar sobre o melhor método anticoncepcional a ser utilizado.
Em caso de secura vaginal converse com o médico para a possibilidade de ser prescrito um produto para aliviar a secura.
Use roupas íntimas preferentemente de algodão, não use calças ou shorts apertados.
Em caso de sentir ondas de calor evite usar muita roupa, no entanto sempre tenha uma peça leve com a qual possa se agasalhar em caso do tempo esfriar.
Mantenha-se ativa, realize caminhadas ou outro tipo de exercícios físicos leves.
Reduza o estresse, pratique ioga, meditação ou outras formas de relaxamento.
      Para Homens
Converse com seu médico sobre se existe algum problema em ter relações sexuais durante o tratamento quimioterápico, a maioria, em tratamento, pode tê-las, no entanto sempre é melhor receber uma orientação de um profissional de saúde.
Use camisinha se tiver relações sexuais até 48 horas após receber quimioterapia, o uso de camisinha é recomendado por que podem existir alguns restos de medicamentos quimioterápicos no sêmen.
É muito importante que sua parceira não engravide enquanto você recebe tratamento quimioterápico, a quimioterapia pode danificar seu esperma e provocar efeitos colaterais sérios ao feto.
      Para Homens e Mulheres

Conversem de forma aberta e honesta com seus parceiros, fale sobre seus sentimentos e preocupações. Procurem novas formas de compartilhar seus sentimentos e sua intimidade.

Converse com o médico ou com alguém da equipe multidisciplinar que possa lhe orientar sobre suas dúvidas. Se necessário seu médico poderá lhe encaminhar para outro profissional como um psiquiatra, psicólogo ou terapeuta sexual.


Busque ajuda, não fique isolado sem saber como enfrentar o problema.

obs. conteúdo meramente informativo procure seu médico
abs,
Carla
extraído:http://www.oncoguia.org.br/conteudo/disfuncao-sexual/207/109/

Sintomas da Deprivação Hormonal: Homens no tratamento do câncer

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O tratamento do câncer tem por finalidade a cura ou alívio dos sintomas da doença. Os tratamentos com medicamentos (quimioterapia, terapia alvo, hormonioterapia), cirúrgicos e radioterápicos podem provocar efeitos colaterais que variam de paciente para paciente dependendo de múltiplos fatores, podendo ser diferentes quanto a intensidade e duração. Alguns pacientes poderão apresentar efeitos colaterais mais severos, outros mais leves ou mesmo não apresentar qualquer efeito colateral. Em caso de você apresentar algum efeito colateral devido ao tratamento que está realizando procure imediatamente seu médico para receber as orientações necessárias para seu caso.
Os homens podem apresentar sintomas de privação dos hormônios após o tratamento hormonal do câncer de próstata. Estes sintomas ocorrem em função da redução do nível do hormônio sexual masculino, que estimula o crescimento do câncer.
Sintomas
Os sintomas são causados pela falta de testosterona no corpo:
  • Ondas de calor com sudorese intensa.
  • Osteoporose.
  • Diminuição da libido.
  • Disfunção erétil.
  • Fadiga.
  • Depressão ou irritabilidade.
Estes sintomas podem também ocorrer em homens sem câncer de próstata, apenas como parte do processo de envelhecimento. Nesse caso, o tratamento para aumentar o nível da testosterona pode ajudar a aliviar estes sintomas.
Tratamento da Osteoporose
Os homens que fizeram a ablação do andrógeno têm maior risco de desenvolver osteoporose. A ablação androgênica inclui medicamentos que impedem o organismo de produzir testosterona.
Alguns tratamentos que podem ajudar a prevenir ou retardar a osteoporose nos homens são:
Cálcio e vitamina D - Os suplementos de cálcio e vitamina D ajudam a reduzir a perda óssea em homens e mulheres acima de 65 anos.
Bisfosfonatos - Drogas que podem reduzir a perda óssea.
Estrogênio – O estrogênio é mais importante na preservação da massa óssea do que a testosterona. Os corpos dos homens normalmente têm níveis baixos de estrogênio, mas mesmo mantendo estes níveis pode ajudar a prevenir a osteoporose.
Reduzindo Riscos da Osteoporose
As seguintes ações podem ajudar a diminuir o risco de desenvolver osteoporose:
  • Realizar exercícios físicos.
  • Manter um peso corporal ideal.
  • Tomar suplementos de vitamina D.
  • Tomar suplementos de cálcio.
Além disso, o médico pode solicitar uma densitometria óssea ou prescrever bisfosfonatos.
Tratamento das Ondas de Calor
75% dos homens que fazem tratamentos hormonais para câncer de próstata apresentam ondas de calor. Os tratamentos que podem ajudar são:
  • Antidepressivos.
  • Medicação não hormonal.
  • Suplementos de vitamina E.
  • Exercício físico.
  • Uso de técnicas de relaxamento.
  • Manter-se em ambientes ventilados.
  • Agentes de progesterona.
obs. conteúdo meramente informativo procure seu médico
abs,
Carla
extraído:http://www.oncoguia.org.br/conteudo/sintomas-da-deprivacao-hormonal-homens/1341/109/