Será Natal???

Ei, você, aonde vai com tanta pressa?
Eu sei que você tem pouco tempo...
Mas, será que poderia me dar uns minutos da sua
atenção?
Percebo que há muita gente nas ruas, correndo como você. Há uma correria generalizada...
Entendo que você tenha pouco tempo.
Percebo, também, luzes enfeitando vitrines, ruas, casas, árvores...
Mas, confesso que vejo pouco brilho nos olhares...
Poucos sorrisos afáveis, pouca paciência para uma conversa fraternal...
É bonito ver luzes, cores, fartura...
Mas seria tão belo ver sorrisos francos...
Apertos de mãos demorados...
Abraços de ternura...
Mais gratidão...
Mais carinho...
Mais compaixão...
Que familiares e pessoas que  se odeiam, sem a mínima disposição para a reconciliação se reconciliem.
Mas, porque você me emprestou uns minutos do seu precioso tempo, gostaria de lhe perguntar novamente: Para que tanta correria?
Em meio à agitação, sentado no meio-fio, um mendigo, ébrio, grita bem alto: Viva Jesus. Feliz Natal!
E os sóbrios comentam: É louco!
E a cidade se prepara... Será Natal.
Mas, para você que ainda tem tempo de meditar sobre o verdadeiro significado do Natal, ouso dizer:
O Natal não é apenas uma data festiva, é um modo de viver.
O Natal é a expressão da caridade...
Natal é fraternidade...
Mas o Natal também é união...
Que este Natal seja, para você, mais que festas e troca de presentes...
Que possa ser um marco definitivo no seu modo de viver, conforme o modelo trazido pelo notável Mestre, cuja passagem na Terra deu origem ao Natal...
E, finalmente, o Natal é pura expressão de amor...
Gratidão!!!
abs.fraternos
Carla




sábado, 29 de novembro de 2014

DOENÇA HEPÁTICA GORDUROSA NÃO ALCOÓLICA (ESTEATOSE HEPÁTICA): O ACÚMULO DE GORDURA NO FÍGADO

Quarta, 05 Novembro 2014

Hábitos alimentares inapropriados aliados ao sedentarismo acabam por acarretar aumento de peso com o passar do tempo. Este, por sua vez, associa-se com problemas de saúde, tais como pressão alta, diabetes mellitus, aumento dos níveis de colesterol e todas suas consequências.
Entre as doenças associadas ao excesso de peso e à obesidade, vem ganhando destaque a doença hepática gordurosa não alcoólica (o tipo mais comum de esteatose hepática), ou seja, acúmulo de gordura no fígado.
Estudos demonstram que cerca de 30% da população ocidental possui esteatose hepática. Quando são considerados apenas indivíduos diabéticos, a proporção sobe para 80%, sendo mais comum nas pessoas de origem hispânica.
A grande maioria destes pacientes não sente nada e descobre o problema em exames de imagem ou de sangue. Contudo sintomas como desconforto abdominal, cansaço e mal estar podem estar presentes.
Antes de tudo, os pacientes com esteatose hepática devem ser avaliados quanto à presença de outras doenças do fígado e perguntados sobre uso de medicamentos e substâncias (álcool, por exemplo) que também podem causar acúmulo de gordura. Depois de excluídas todas as possíveis causas, confirma-se o diagnóstico de doença hepática gordurosa não alcoólica. Caso permaneçam dúvidas, uma biópsia do fígado pode ser solicitada.
Mas por que a doença hepática gordurosa não alcoólica preocupa? O simples fato de o paciente ter gordura depositada no fígado aumenta o risco de doenças cardíacas e vasculares em quase 2 vezes. Além do mais, a gordura pode levar a inflação do fígado causando uma hepatite, a esteato hepatite não alcoólica. Esta pode, dentro de alguns anos, evoluir para cirrose com suas consequências como câncer de fígado e transplante hepático.
O tratamento da doença gordurosa hepática não alcoólica e da esteato hepatite consiste em modificar os hábitos de vida pra perder peso, além de tratar os níveis elevados de açúcar e colesterol quando presentes. Infelizmente, tratamentos específicos com remédios ainda deixam muito a desejar.
Não está indicado o rastreamento da doença, a menos que o paciente tenha sintomas ou pertença a grupos de alto risco (diabéticos). A prevenção consiste em manter hábitos saudáveis e o peso o mais próximo possível do ideal.
obs. conteúdo meramente informativo procure seu médico
abs,
Carla
extraido;http://www.diabetes.org.br/diabetes-em-debate/doenca-hepatica-gordurosa-nao-alcoolica-esteatose-hepatica-o-acumulo-de-gordura-no-figado


Informações do Autor

Dr. Mateus Dornelles Severo
CREMERS 30.576
Médico Endocrinologista do Hospital Universitário da Universidade Federal
 de Santa Maria/RS
Mestre em Endocrinologia/UFGRS

sexta-feira, 28 de novembro de 2014

Diabetes-A FREQUÊNCIA DE TESTES DE A1C TEM IMPACTO SOBRE O CONTROLE GLICÊMICO

O teste de hemoglobina glicada (A1C) é considerado como o padrão ouro para a avaliação do controle glicêmico. A recomendação atual, em termos de frequência de realização dos testes, é no sentido de que sejam realizados a cada três meses, ou mesmo a cada seis meses, caso o bom controle glicêmicos seja atingido.
Os investigadores examinaram as correlações entre a frequência dos testes de A1C e a alteração percentual nos níveis de A1C, com base nos resultados obtidos de uma população e 400.497 testes repetidos de A1C, realizados por 79.409 pacientes. Os dados foram obtidos de bases de dados de três laboratórios, durante um período de três anos.
Os resultados mostraram que em pacientes com uma A1C inicial maior que 7%, a realização de testes a cada três meses esteve associada a um melhor controle glicêmico, uma redução e 3,8% nos níveis de A1C foi observada nesse grupo. A frequência de testes com intervalos acima de seis meses esteve associada a um mau controle glicêmico e a realização de testes anuais apresentou um aumento de 1,5% nos níveis de A1C. Nenhum benefício adicional foi observado com uma frequência de testes maior do que a cada três meses. Os resultados desse estudo suportam amplamente as recomendações sobre a frequência de testes de A1C para a manutenção do bom controle glicêmico.
Referência bibliográfica:
1. HbA1c Testing Frequency Matters. Diabetes in Control. October 10, 2014. Disponível em: http://www.diabetesincontrol.com/articles/diabetes-news/17004-hba1c-testing-frequency-matters. Acesso em: 05 de novembro de 2014.

obs. conteúdo meramente informativo procure seu médico
abs,
Carla
extraído:http://www.diabetes.org.br/ultimas/a-frequencia-de-testes-de-a1c-tem-impacto-sobre-o-controle-glicemico

MAIS DE 10% DE PACIENTES CARDÍACOS PODEM APRESENTAR DIABETES NÃO DIAGNOSTICADO


De acordo com uma nova pesquisa da American Heart Association, mais de 10% dos pacientes que sofreram um ataque cardíaco podem apresentar diabetes não diagnosticado. Os pesquisadores avaliaram os dados de 2.854 pacientes com ataque cardíaco que não apresentavam um diagnóstico prévio de diabetes, atendidos em 24 hospitais americanos. Esse estudo foi conduzido com o objetivo de compreender e avaliar a prevalência e o reconhecimento de diabetes não diagnosticado nessa categoria de pacientes.
Dentre os pacientes selecionados, 287 (10,1%) apresentavam diabetes recentemente diagnosticado com base nos resultados do teste de A1C durante o tratamento da patologia cardíaca. Os resultados foram ainda mais preocupantes na medida em que outros achados de grande significância foram detectados:
• Menos de 1/3 desses 287 pacientes receberam educação em diabetes ou medicação específica no momento da alta hospitalar.
• Os médicos não conseguiram reconhecer o diabetes em 198 (69%) dos pacientes previamente não diagnosticados. Esses médicos teriam uma chance 17 vezes maior de constatar a presença de diabetes nesses pacientes se eles tivessem simplesmente checado os resultados dos testes de A1C durante o evento cardíaco.
• Seis meses após a alta, menos de 7% dos pacientes não diagnosticados como portadores de diabetes durante a hospitalização tinham efetivamente iniciado um tratamento adequado para o diabetes, em comparação a 71% dos pacientes cujo diagnóstico de diabetes foi constatado em tempo hábil.
O mau controle do diabetes aumenta significativamente o risco de ataques cardíacos. Duas entre três pessoas com diabetes morrem de doença cardiovascular, de acordo com a American Heart Association. Os autores concluíram afirmando que o diagnóstico do diabetes em pacientes que se apresentam com ataque cardíaco é um requisito fundamental do processo diagnóstico, em função do papel desempenhado pelo diabetes na patologia cardiovascular.
Ao reconhecer e tratar precocemente o diabetes, pode-se prevenir complicações cardiovasculares adicionais através de uma abordagem dietética, acompanhada de perda de peso corpóreo e de alterações no estilo de vida, em complementação ao tratamento medicamentoso.
Referências Bibliográficas:
1. Stolker JM, Lipska KJ, Li Y et al. More Than 10 Percent of Heart Attack Patients May Have Undiagnosed Diabetes. American Heart Association Meeting Report Abstract 4. June 03, 2014. Disponível em: http://newsroom.heart.org/news/more-than-10-percent-of-heart-attack-patients-may-have-undiagnosed-diabetes.

OBS.CONTEÚDO MERAMENTE INFORMATIVO PROCURE SEU MÉDICO
ABS,
CARLA
EXTRAÍDO:http://www.diabetes.org.br/ultimas/mais-de-10-de-pacientes-cardiacos-podem-apresentar-diabetes-nao-diagnosticado

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Dados do Atlas do Diabetes 2014



Atlas IDF

Foi divulgada uma atualização dos dados do Atlas do diabetes 2014 da International Diabetes Federation. A publicação possui um mapeamento da doença e nela foram analisados e demonstrados os índices correspondentes a condição em escala mundial.
Segundo a IDF em 2014 foram detectados 387 milhões de casos de diabetes no mundo.
Na América Latina, 25 milhões de pessoas possuem a doença e se nada for feito, em 2035 esse número irá evoluir para 38 milhões. No Brasil, existem 133,8 milhões de casos na população entre 20 e 79 anos. A predominância nacional da doença é de 8,7%.
Confira os dados do Atlas do Diabetes 2014, clicando na imagem abaixo.













http://www.diamundialdodiabetes.org.br/2014/11/23/atlas-idf/

Rins a prevenção pela água

As pedras nos rins já são consideradas epidemia: entre 5% e 12% da população do Brasil têm o problema, que atinge pessoas de qualquer sexo e idade. Cuidados com a alimentação e ingestão de líquido são essenciais na prevenção

A crise ocorreu dez anos atrás, mas a dor vivida está bem fresca na memória do comerciante Joseano Oliveira, de 46 anos. “Fiquei uns 15 dias sentindo muitas dores”,recorda-se. As dores foram causadas por formações mínimas que surgiram sem Joseano perceber em órgãos para os quais ele não dava muita atenção: os rins. O comerciante teve crises de litíase renal, doença conhecida pelos cálculos ou pedras que se formam nos rins.

A litíase renal é problema comum. Segundo dados da Sociedade Brasileira de Nefrologia(SBN), de 5% até 12% da população do País já teve ou terá a doença. Em todo o mundo,a estimativa sobe para 15%. Apesar de não escolher sexo ou idade para se manifestar, o problema é mais comum em homens entre 20 e 40 anos. E na maioria dos casos, a
lembrança de quem teve uma crise de litíase é dolorosa. Porque quando as pedras estão“estacionadas” no rim, são imperceptíveis. Mas, quando começam a se deslocar seguindo o fluxo da urina, causam a incômoda e dolorosa cólica renal.

O nefrologista Paulo Rossas Mota explica que os rins são responsáveis, entre outras funções, pela filtragem e eliminação das substâncias tóxicas produzidas naturalmente pelo organismo humano. Entre essas substâncias, algumas muito insolúveis, como o cálcio, o ácido úrico e o oxalato. Quando esses elementos estão muito concentrados na urina, cristalizam-se formando pedras, que nascem presas às paredes internas dos rins.

Mas, se é algo natural, por que não afeta toda a população? Segundo o urologista Galeno Taumaturgo, membro Sociedade Brasileira de Urologia, problemas de metabolismo próprios de cada organismo acarretam a formação dos cálculos: “E algumas pessoas têm tendência a formar cálculo renal”. Essas alterações individuais, somadas a fatores externos - como a alimentação - causam a doença.

O coordenador da Urologia do Hospital Geral de Fortaleza (HGF), Fábio Fernandes Dantas, detalha ainda ser preciso que o pH da urina esteja alterado - ácido ou alcalino demais - para a cristalização dos elementos. “A urina tem faixa de pH. Se sobe muito,precipita cálculo de um tipo; se desce muito, de outro tipo. Quando o pH está muito baixo,precipita ácido úrico. Já alto demais precipita cristais de fosfato”, detalha o urologista.

O que causa

Não há um fator único que explique a formação dos cálculos renais. Para Paulo Rossas Mota, existe predisposição genética (“40% a 60% das pessoas com cálculo têm alguém na família com cálculo”, diz o médico), que não tem como ser alterada, e fatores habituais,como a alimentação e a baixa ingestão de líquidos. O presidente da SBN, Daniel Rinaldi dos Santos, indica que os erros alimentares são os maiores causadores do problema.

“Temos uma dieta inadequada, rica em sódio”, aponta. 

Além do sódio - um dos elementos que compõem o sal de cozinha -, a alta ingestão de proteína, cálcio e ácido úrico também gera formação de pedras. O equilíbrio alimentar,portanto, é o ideal, dizem os médicos ouvidos pelo O POVO. Restringir completamente o cálcio, por exemplo, como era indicado anos atrás, não é o correto. O presidente da SBN indica ainda que o clima no qual a pessoa vive influencia o funcionamento renal. “Em ambiente mais quente, tem mais chance (de ter cálculos). A pessoa está perdendo mais líquido por outras vias e acaba não ingerindo líquido em quantidade suficiente pra repor as perdas”.

O Ciência & Saúde de hoje explica o funcionamento renal e a formação de pedras. A chave para evitar o problema é ingerir bastante líquido e manter uma dieta equilibrada.

O quê?

ENTENDA A NOTÍCIA
Pedras nos rins já são consideradas epidemia pela Sociedade Brasileira de Nefrologia. O problema atinge todos os sexos e idades, mas predomina em homens adultos. A ingestão de muita água é essencial na prevenção
  •  50% das pessoas que tiveram pedras nos rins voltarão a ter o problema em até cinco anos,segundo o nefrologista Paulo Rossas Mota.
  •  15% é o percentual da população mundial que teve ou terá pedras nos rins, segundo a Sociedade Brasileira de Nefrologia


obs. conteúdo meramente informativo procure seu médico 
abs,
Carla
extraído:http://www.sbn.org.br/midiaNoticia?id=510
http://www.opovo.com.br/app/opovo/cienciaesaude/2012/10/20/noticiasjornalcienciaesaud
e,2939083/rins-a-prevencao-pela-agua.shtml
Mariana Lazarimarianalazari@opovo.com.br

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Pesquisadores desenvolvem substância para identificar Alzheimer


Medicamento que vai permitir o diagnóstico precoce da doença. Diagnóstico vai ajudar neurologistas e psiquiatras no tratamento.
 

O Alzheimer é um desafio para os pesquisadores de todo o mundo que tentam descobrir novas formas de tratamento e, quem sabe a cura para a doença, que afeta cada vez mais brasileiros. Os pesquisadores do Centro de Medicina Nuclear da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo estão trabalhando no primeiro medicamento brasileiro que vai auxiliar no diagnóstico mais preciso da doença.
Os testes já foram feitos em ratos. Eles receberam uma substância que contém partículas radioativas – o carbono 11. Esta substância se liga a placas formadas por um tipo de proteína, que estão presentes no cérebro de quem tem Alzheimer, e funciona como um marcador, que é identificado nos exames de imagem.
  Os pesquisadores observaram que o marcador se comportou como o esperado nos animais. Essa parte da pesquisa foi concluída. O próximo passo é liberar o produto para uso em seres humanos.
O diagnóstico vai ajudar neurologistas e psiquiatras no tratamento dos doentes e também abre caminho para novas pesquisas. “Isso permite o diagnóstico precoce. Além disso, vai abrir uma janela de oportunidade para se testar novos medicamentos, novas drogas no sentido de combater o depósito de uma proteína anômala no cérebro, que talvez seja uma das causas da demência de Alzheimer”, explica o diretor do Centro de Medicina Nuclear da USP Carlos Alberto Buchipiguel.

Mal de Alzheimer (Ministério da Saúde / Associação do Alzheimer)

O Alzheimer é degenerativo, mais comum após os 65 anos de idade e caracteriza-se pela perda progressiva de células neurais. A médica Sonia Brucki, do Departamento Científico de Neurologia Cognitiva e do Envelhecimento da Academia Brasileira de Neurologia, explica que há um acúmulo anômalo de algumas proteínas no tecido cerebral que provoca a morte dos neurônios.

Atualmente, não existe medicação disponível para evitar esse acúmulo de proteínas, mas há medicamentos que retardam a progressão do Alzheimer. Algumas medicações, fornecidas gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS), aumentam uma substância no cérebro que, em menor quantidade, traz alterações na memória.
Os sintomas geralmente são desenvolvidos lentamente e pioram com o tempo. Alguns pacientes conseguem ter uma redução progressiva da doença, mas outros não conseguem voltar à normalidade. Em casos mais graves, o paciente pode ter apatia, depressão, alucinação e pensamentos delirantes.
obs.conteúdo meramente informativo procure seu médico
abs,
Carla
extraído:g1.globo.com

Silenciosa, Doença Renal ameaça 15 milhões de brasileiros


Quinze milhões de brasileiros têm algum grau de comprometimento dos rins, mas apenas 100 mil sabem disso. E a descoberta costuma ocorrer em um momento em que o problema está avançado, demandado a realização de diálises. Silenciosa, a doença renal crônica caminha para se tornar uma das principais epidemias do século 21, na avaliação do diretor do Núcleo de Nefrologia de Belo Horizonte, José Augusto Meneses. A previsão baseia-se na ligação com outras enfermidades que acometem cada vez mais brasileiros. “A hipertensão arterial e o diabetes são os principais fatores de risco para o desenvolvimento de doença renal crônica”, explica Meneses.

Um terço dos diabéticos brasileiros — cerca de 7 a 10 milhões de pessoas — deverá apresentar perda progressiva da função renal, estima a Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN). “Mais também um terço dos 30 milhões de hipertensos também pode apresentar a evolução desse quadro”, complementa o presidente da SBN, Daniel Rinaldi dos Santos. Há que se considerar ainda a obesidade, o histórico familiar — não apenas de doença renal como também de diabetes e hipertensão —, o tabagismo, o consumo de anti-inflamatórios não hormonais, a dieta rica em proteína animal e sal e até o envelhecimento como agravantes para uma possível disfunção dos rins.

Conscientizar a população e preparar a saúde pública para diagnosticar precocemente um quadro de complicação renal estão entre as principais armas da comunidade médica para conter o avanço da doença. As medidas que estão sendo tomadas nesse sentido estarão no centro das discussões do 27º Congresso Brasileiro de Nefrologia, que deve reunir 2 mil pessoas no Expominas, em Belo Horizonte, de hoje a sábado.

O grande incentivo para reforçar a campanha pelo diagnóstico antecipado veio do Ministério da Saúde, que publicou, em março, uma portaria definindo novas regras de atendimento. Elaborada em parceria com a SBN, a linha de cuidado de pacientes com doença renal crônica pretende transformar o diagnóstico precoce, o acompanhamento na atenção básica e o direcionamento para as unidades especializadas em uma rotina do Sistema Único de Saúde (SUS).


obs. conteúdo meramente informativo procure seu médico
abs,
Carla
extraído:http://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/ciencia-e-saude/2014/09/24/internas_cienciaesaude,531478/silenciosa-doenca-renal-ameaca-15-milhoes-de-brasileiros.shtml

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

SOCIEDADE MINEIRA DE NEFROLOGIA - PENSAR MINEIRO


27/11/2014 - Pensar Mineiro 2014

SMN - Av. João Pinheiro,161 :: Centro - BH/MG
Tel.(31)3247-1616
Data: 27 de novembro de 2014
Horário: 19h30
Informações: www.smn.org.br

domingo, 23 de novembro de 2014

23/11 Dia Nacional do Combate ao Câncer Infantil

Saiba como adquirir Veículos Zero Quilômetro com Isenção de Impostos

A dúvida sobre descontos na compra de veículos zero quilômetro, é comum. Quais pessoas podem ser beneficiadas? Quais os procedimentos? A que órgão recorrer? Pensando no tema, o Jornal Mais Notícias, buscou informações para esclarecer as dúvidas dos leitores.

Procure seus direitos de consumidor, e adquira seu carro com desconto
Segundo a assessoria de imprensa do Detran-SP, “existem dois grupos de deficientes que têm direito ao desconto, que pode chegar a até 13% sobre o preço final. O primeiro, classificado como “Condutores”, permite que o solicitante (mesmo com seu problema de saúde) dirija o carro. Estas pessoas, quando compram um veículo, são isentas das seguintes taxas: IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados), IOF (Imposto sobre Operações Financeiras), ICMS (Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação), IPVA (Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores) e liberação do rodízio na cidade de São Paulo”.
O segundo grupo é formado pelos “Não Condutores”, terceiros que podem dirigir o automóvel, limitado a três motoristas, já que a deficiência impede essa tarefa. Neste caso, os deficientes só conseguem a isenção do IPI e a liberação do rodízio da capital paulista.

redação buscou também informações com um despachante, “o ponto de partida sem dúvida é modificar a carteira de habilitação, a mesma deve conter em sua descrição o tipo de deficiência. Outro fator de extrema importância é que o condutor entre em contato com a Secretária da Fazenda para a isenção do IPVA”, ressalta Rudney de Freitas. Primeiro, o condutor deve modificar a habilitação, que deve constar a condição especial do condutor. Para isso é necessário marcar uma consulta com a junta médica do Detran, com o laudo médico em mãos encaminhar o processo para a Receita Federal.
Feita a mudança na habitação, o condutor deve procurar a Receita Federal e realizar o cadastro como contribuinte especial. A comunicação do Detran-SP, explica que para obter isenção do IPI e do IOF, o deficiente deve montar um processo (reunir documentos e laudo da perícia médica) para cada tipo de imposto que requisitar a isenção. Não há nenhuma taxa para pedir o benefício. O formulário pode ser encontrado no site da instituição: http://www.receita.fazenda.gov.br .
Assim que o documento for liberando pela Receita, constando a isenção do IPI, o solicitante poderá adquirir um veículo. A concessionária dará uma carta, relatando o modelo selecionado pelo consumidor. O próximo passo é dar entrada na Secretária da Fazenda pedindo a anulação da taxa de ICMS.
Informações – Para o grupo dos “Não-Condutores” é necessário, passar por perícia de um médico credenciado no SUS (Sistema Único de Saúde). É importante levar o formulário da Receita Federal. Neste grupo, o automóvel com desconto sai no nome do deficiente. No entanto, o representante legal dirige ou pode indicar até três condutores para esse veículo.

Confira na lista abaixo as pessoas que tem direito a esses benefícios:
Amputações
Artrite reumatóide
Artrose
AVC
Ave (Acidente Vascular Encefálico)
Autismo
Alguns tipos de câncer
Doenças degenerativas
Deficiência Visual
Deficiência Mental (Severa ou Profunda)
Doenças Neurológicas
Encurtamento de membros e más-formações
Esclerose Múltipla
Esclerose Acentuada
LER (Lesão por esforço repetitivo)
Linfomas
Lesões com seqüelas físicas
Manguito rotador
Mastectomia (Retirada da Mama)
Nanismo
Neuropatias diabéticas
Paralisia
Paraplegia
Parkinson
Poliomielite
Próteses internas e externas (como por exemplo, joelho, quadril e coluna)
Problemas na coluna
Quadrantomia (Relacionada a câncer de mama)
Renal crônico com uso de fístula
Síndrome do túnel do carpo
Talidomida
Tendinite crônica
Tetraparesia


obs.A COMPRA DO VEICULO COM ISENÇÃO PODE SER FEITA COM FINANCIAMENTO BANCARIO OU SOMENTE A VISTA. Primeiro para que as pessoas posam saber que, o direito é obrigatório porém tem financeira que faz que não sabe, mais procure seu direito, e veja se você se encacha em alguma das deformidade para obter os desconto e boa sorte um abraço.

obs. conteúdo meramente informativo procure seu médico
abs,
Carla
extraído:http://jornalmaisnoticias.com.br/saiba-como-adquirir-veiculos-zero-quilometro-com-isencao-de-impostos/

Novembro Azul - Dicas para Diabético.

sábado, 22 de novembro de 2014

Organização Mundial de Saúde (OMS) elabora 12 recomendações para evitar o cancro

20 Out, 2014
A Organização Mundial de Saúde (OMS) divulgou, no passado dia 8 de Outubro de 2014, um novo código Europeu contra o cancro, consistindo em hábitos que cada um deve adotar de modo a diminuir a incidência do cancro.
A investigação realizada pelo médico Joachim Schuez (da OMS) levou-o a elaborar 12 recomendações que poderão ajudar a reduzir os casos de cancro na Europa.
De acordo com o Programa Nacional para as Doenças Oncológicas, da Direção Geral de Saúde, em 2011 o cancro com maior taxa de mortalidade correspondeu ao cancro da traqueia, brônquios e pulmão. Assim, é de esperar que os primeiros lugares das recomendações da OMS correspondam a medidas anti-tabaco.
De acordo também com a International Agency for Research on Cancer (IARC), a evolução demográfica e a exposição a fatores de risco determinarão um aumento da incidência de doenças oncológicas nos próximos anos. Pelo que se torna cada vez mais importante a adoção de comportamentos e estilos de vida saudáveis e prevenção primária, com a eliminação progressiva dos fatores de risco mais conhecidos e mais importantes, como é o caso do tabagismo.
Assim, as 12 recomendações apresentadas pela OMS são:
1. Não fumar e não utilizar qualquer forma de tabaco.
2. Torne a sua casa livre do fumo e incentive à adoção de politicas anti-tabaco no seu local de trabalho.
3. Mantenha um peso corporal saudável.
4. Seja fisicamente ativo e limite o seu tempo sentado.
5. Tenha uma dieta saudável:
  • Rica em cereais integrais, vegetais e frutas.
  • Limite o consumo de alimentos com alto teor calórico (ricos em açúcar e/ou gordura) e evite as bebidas açucaradas.
  • Evite o consumo de carnes processadas (carnes preservadas por cura, salga ou adição de conservantes), evite o consumo de carnes vermelhas e alimentos ricos em sal.
6. Evite o consumo de álcool, não beber álcool é essencial na prevenção do cancro.
7. Diminua a exposição solar, especialmente as crianças. Usar protetor é fundamental, tal como não frequentar solários.
8. No local de trabalho, proteja-se de substâncias cancerígenas, considerando as regras de segurança e saúde no trabalho.
9. Verifique se a sua casa está exposta a radiação e tome medidas para reduzir esses níveis de radiação.
10. Para as mulheres:
  • A amamentação reduz o risco de cancro nas mães, por isso, é aconselhável que a mulher amamente.
  • A terapia de reposição hormonal aumenta o risco de alguns tipos de cancro, pelo que deve ser evitada.
11. Assegure-se que os seus filhos possuem as vacinas Hepatite B (para recém-nascidos) e vírus do papiloma humano (para raparigas) em dia.
12. Participe nos programas de rastreio do cancro:
  • Cancro dos intestinos (homens e mulheres)
  • Cancro da mama (mulheres)
  • Cancro do colo do útero (mulheres)

obs. conteúdo meramente informativo procure seu médico
abs,
Carla

extraído:http://adoeci.com/blog/organizacao-mundial-de-saude-oms-elabora-12-recomendacoes-para-evitar-o-cancro

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Valores de Glicemia









obs. conteúdo meramente informativo procure seu médico
abs,
Carla
extraído:http://adoeci.com/sites/default/files/grupos/imagem_diabetes.jpg

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Concentração de Glicemia no Sangue




obs. conteúdo meramente informativo procure seu médico
abs,
Carla
extraído:http://adoeci.com/sites/default/files/grupos/imagem1.jpg

História em Quadrinhos - Dia Mundial do Diabetes 2014

Olha que legal, para a garotada um história em quadrinhos sobre o diabetes!!


http://www.diamundialdodiabetes.org.br/media/uploads/quadrinhos_2014/

sábado, 15 de novembro de 2014

Insulinas melhores para crianças e adolescentes com Diabetes do Brasil.

Insulinas melhores para crianças e adolescentes com diabetes do Brasil.



Por que isto é importante

O controle do diabetes no Brasil é inadequado, principalmente entre os usuários de insulina (aproximadamente 10% com bom controle). No longo prazo, o mau controle do diabetes aumenta o risco de desenvolvimento de complicações (cegueira, insuficiência renal, amputação, infarto do miocárdio) que comprometem a saúde e a qualidade de vida destas pessoas e aumentam os custos com o tratamento. Além disso, o uso de insulinas ou doses de insulinas inadequadas pode provocar hipoglicemias graves (glicose muito baixa no sangue) com perda de consciência, convulsões e até mesmo morte, principalmente se ocorrem enquanto os pacientes dormem. Solicitamos a incorporação de insulina de ação ultrarrápida (insulina asparte, ou glulisina, ou lispro) para as pessoas com diabetes e idade até 19 anos (crianças e adolescentes pela OMS), na tentativa de reduzir complicações futuras do diabetes e hipoglicemias graves e noturnas e aumentar as chances de que alcancem a vida adulta com capacidade funcional e laborativa como esperado para o futuro das crianças. 
O diagnóstico de diabetes tipo 1, geralmente, é feito na infância e adolescência e estes
pacientes devem usar múltiplas doses de dois tipos diferentes de insulinas. Uma insulina de ação rápida ou ultrarrápida, associada a uma insulina de ação intermediária ou prolongada, para obtenção de controle adequado da glicemia. Crianças e adolescentes têm maior dificuldade para reconhecer os sintomas de hipoglicemia e para tratá-la adequadamente, o que aumenta a probabilidade de hipoglicemias graves. Além disso, hipoglicemias graves podem ter consequências mais danosas nesta faixa etária. Durante a adolescência, geralmente, há piora do controle glicêmico, associada às mudanças hormonais que ocorrem neste período e que se somam às mudanças comportamentais.
Atualmente, o Ministério da Saúde do Brasil disponibiliza na lista de medicamentos do SUS, apenas as insulinas humanas NPH (ação intermediária) e regular (ação rápida). Nas últimas décadas houve uma evolução significativa no tratamento com insulinas, com o surgimento das insulinas análogas de ação ultrarrápida e de ação prolongada que permitem melhor controle do diabetes e redução das hipoglicemias. As insulinas de ação ultrarrápida possuem início de ação mais rápido e são eliminadas do corpo mais rapidamente do que a insulina humana regular, o que possibilita um melhor controle da glicemia após as refeições e redução das hipoglicemias graves e noturnas. Entre as insulinas análogas estas são as de custo mais baixo, quando comparadas às insulinas análogas de ação prolongada (detemir e glargina) e que possuem mais estudos sobre eficácia e segurança, inclusive em crianças e adolescentes. 
O diabetes é uma epidemia mundial e no Brasil, sendo necessária uma estratégia específica para o seu controle. Visando uma melhora planejada e gradativa do tratamento com insulinas no Brasil, solicitamos a incorporação das insulinas de ação ultrarrápida para todas as pessoas com diagnóstico de diabetes e idade até 19 anos. Outros países como Alemanha, Inglaterra, Chile, Costa Rica e Uruguai possuem insulinas análogas na padronização do tratamento de pessoas com diabetes. No Brasil, a judicialização da medicina tem permitido o uso de tratamentos mais adequados para pessoas com diabetes. Porém, essa prática cada vez mais frequente em nosso país, permite acesso apenas aos pacientes que tem a possibilidade de mover ação contra o Estado. A grande maioria dos pacientes atendidos pelo SUS não possuem estes tratamentos disponíveis.
Esta incorporação inicial para pacientes com idade até 19 anos torna este primeiro passo factível, atenderá crianças e adolescentes com doença crônica que são prioridades em saúde pública no mundo e fornecerá dados que permitirão a análise para a progressão da melhora do tratamento com insulinas no Brasil. Com estes dados, será possível avaliar a incorporação das insulinas de ação ultrarrápida em outras indicações (todos com diabetes tipo 1, gestantes e idosos com hipoglicemias graves e noturnas frequentes, em uso de insulina humana regular), assim como de outras terapias, como as insulinas de ação prolongada e a bomba de insulina, indicadas em situações especiais, para os pacientes que persistem com hipoglicemias graves e noturnas apesar do uso da insulina de ação ultrarrápida. 
As sociedades médicas e de profissionais de saúde (SBD, SBEM e SBP), bem como as entidades representativas de pacientes (ADJ, ANAD e FENAD), em contrapartida, se disponibilizam para auxiliar na análise dos efeitos desta incorporação sobre a saúde e qualidade de vida das pessoas com diabetes, seus aspectos farmacoeconômicos e no desenvolvimento de estratégias para melhorar a saúde de pessoas com diabetes em nosso país.
Esta é a nossa chance de mudarmos a realidade de pessoas com diabetes do Brasil, possibilitando uma qualidade de vida melhor. 

obs.conteúdo meramente informativo procure seu médico
abs,
Carla
extraído:http://www.avaaz.org/po/petition/Exmo_Sr_Ministro_da_Saude_do_Brasil_Professor_Doutor_Arthur_Chioro_Disponibilize_insulinas_melhores_para_criancas_e_adol/?cLDoBib