sábado, 24 de junho de 2017

Estudo demonstra que Insulina Tresiba reduz Hipoglicemia

Estudo DEVOTE demonstrou que Tresiba® (insulina degludeca) reduziu significativamente as taxas de hipoglicemia grave em pessoas com diabetes tipo 2

 

San Diego (EUA), junho de 2017 – A Novo Nordisk acaba de anunciar os resultados primários do DEVOTE, o primeiro estudo randomizado, duplo-cego, que compara duas insulinas basais – Tresiba® (insulina degludeca 100 U/mL) e insulina glargina U100 – em adultos com diabetes tipo 2 com alto risco de doença cardiovascular (CV). Os resultados do estudo, que envolveu 7.637 pessoas com diabetes tipo 2 acompanhadas por aproximadamente dois anos (sendo 303 brasileiros, em 10 centros de pesquisa), foram apresentados com exclusividade na 77ª edição das Sessões Científicas da American Diabetes Association (ADA) e publicados simultaneamente no New England Journal of Medicine.1

Os resultados mostraram uma redução significativa na taxa de hipoglicemia grave (40%) e noturna (53%) com Tresiba® versus insulina glargina U100 (ambos p <0 0="" a="" al="" an="" baixos="" com="" controle="" de="" diferen="" disso="" do="" dois="" e="" entre="" estimada="" estudo="" final="" glic="" glicemia="" grupos="" hba1c="" hoc="" jejum="" lises="" m="" mais="" mico="" mostraram="" n="" naqueles="" no="" os="" p="0,779)" pos="" semelhantes="" significativamente="" sup="" tratados="" tresiba="" uma="" veis="">®
após 2 anos em comparação àqueles tratados com insulina glargina U100 (diferença estimada de tratamento 7,2 mg/dL, p <0 sup="">1

“No estudo DEVOTE, a insulina degludeca mostrou reduções significativas nas taxas de hipoglicemia grave e noturna, além de não demonstrar aumento no risco de eventos cardiovasculares maiores em comparação com insulina glargina U100”, afirmou o Dr. Bernard Zinman, do Instituto de Pesquisa Lunenfeld-Tanenbaum, do Mount Sinai Hospital, em Toronto (Canadá) e membro do Comitê Diretor de DEVOTE.

 “O risco de hipoglicemia grave e doença cardiovascular são preocupações importantes para pessoas  com diabetes tipo 2, e os resultados do DEVOTE somam-se a uma série de evidências que devem desempenhar um papel fundamental nas decisões de tratamento”.

De acordo com o endocrinologista Freddy Goldberg Eliaschewitz, líder nacional do estudo DEVOTE e diretor da CPCLIN – Centro de Pesquisas Clínicas, “a hipoglicemia não é apenas um incômodo que o paciente com diabetes sente. Ela é um fator de risco da doença e a principal barreira para que o indivíduo consiga alcançar o controle metabólico de seu organismo. É por isso que os resultados do DEVOTE são relevantes. Além de ser um estudo com baixa taxa de abandono, comprovou que a insulina degludeca é eficiente na redução de casos de hipoglicemia e na consequente diminuição de complicações cardiovasculares nos pacientes.

Pacientes que passaram a utilizar Tresiba® apresentaram redução nas taxas de glicose e de hipoglicemia, de acordo com estudo

Dados do estudo ‘vida real’** EU-TREAT (EUROpean TREsiba AudiT), também apresentados no ADA, mostraram que as pessoas com diabetes tipo 1 e tipo 2 experimentaram uma redução significativa nas taxas de hemoglobina glicada HbA1c (-0,2% para diabetes tipo 1 e -0,5% para diabetes tipo 2) 6 meses após passarem de um tratamento com insulina basal (principalmente insulina glargina U100 ou insulina detemir) para Tresiba®. Esses resultados foram sustentados após 12 meses.4,5

As taxas gerais de hipoglicemia também foram significativamente menores 6 meses após a mudança para Tresiba®. Em pessoas com diabetes tipo 1, a taxa de hipoglicemia grave foi reduzida em 85% – índice que subiu para 92% em pessoas com diabetes tipo 2. Os resultados da hipoglicemia aos 12 meses estavam em linha com esses resultados.

Para Mads Krogsgaard Thomsen, Vice-Presidente Executivo e Chief Science Officer global da Novo Nordisk, “estudos ‘vida real’ são importantes para entender como resultados obtidos em estudos clínicos podem ser aplicados na prática, no mundo real”.
*A hipoglicemia grave foi definida como um episódio que requer ajuda de outra pessoa, e hipoglicemia grave noturna foi definida como a que acontece entre 00:01-05:59.1
**Um estudo ‘vida real’ é aquele onde as evidências são coletadas no ambiente natural; no caso do EU-TREAT, os pacientes não estavam em centros de pesquisa clínica, mas, sim, foram acompanhados durante seus próprios tratamentos.

Sobre DEVOTE

DEVOTE é um estudo de longo prazo, multinacional, randomizado, duplo-cego e direcionado, conduzido para confirmar a segurança cardiovascular de Tresiba® (insulina degludeca) em comparação com a insulina glargina U100. No estudo, 7.637 pessoas (Tresiba® n = 3.818, insulina glargina U100: n = 3.819) com diabetes tipo 2 com alto risco de doença cardiovascular foram randomizadas para tratamento com Tresiba® ou insulina glargina U100.1 O desfecho primário de DEVOTE foi o tempo desde a randomização até a primeira ocorrência cardiovascular. Os desfechos secundários incluíram hipoglicemia grave, hipoglicemia grave noturna, HbA1c e glicemia plasmática em jejum.1

Sobre EU-TREAT

EU-TREAT (EUROpean TREsiba AudiT) é um estudo europeu, multicêntrico e real (n=2.550) que investigou o efeito mudança para Tresiba®após tratamento com outra insulina basal em pessoas com diabetes tipo 1 (n=1.717) e diabetes tipo 2 (n=833). Os pacientes foram trocados de qualquer outra insulina basal para Tresiba® 6 meses antes da coleta de dados. As medidas de resultado foram coletadas a 6 ± 3 e 12 ± 3 meses após o início com Tresiba® e foram comparadas com a medição de linha de base retirada da insulina basal anterior durante um período de 3 meses antes do início com Tresiba®.4,5

 Sobre Tresiba®

Tresiba® (insulina degludeca) é uma insulina basal de uso diário, com duração de 42 horas, que permite a redução da glicose de forma plana e estável,2,3 fornecendo baixa variabilidade no dia-a-dia e um menor risco de hipoglicemia geral, noturna e grave em comparação a insulina glargina U100.1,2 Em ocasiões em que a administração na mesma hora do dia não é possível, Tresiba® permite flexibilidade com o mínimo de oito horas entre as injeções.2 Tresiba® recebeu sua primeira aprovação regulatória em setembro de 2012 e, desde então, foi aprovada em mais de 80 países em todo o mundo. No Brasil, Tresiba® está disponível para pessoas com diabetes tipo 2 desde 2014 e, desde 2016, para crianças com diabetes tipo 1 a partir de um ano de idade.

Conhecendo os Alimentos

A falta de informação sobre alimentação é um problema bastante sério e que incomoda muitos diabéticos, pois os alimentos ingeridos influenciam diretamente nos níveis de glicose no sangue. Por este motivo eu escrevi o Livro Digital “Alimentação Sem Restrição”, que vai te mostrar como você pode comer comidas que adora e ainda assim manter os níveis de glicose controlados.

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Sobre a Novo Nordisk

A Novo Nordisk é uma empresa global de saúde com mais de 90 anos de inovação e liderança no tratamento do diabetes. Sua trajetória deu à companhia a experiência e a capacidade necessárias para ajudar pessoas com outras condições crônicas sérias, como hemofilia, distúrbios do crescimento e obesidade. Sediada na Dinamarca, a Novo Nordisk emprega aproximadamente 42.000 pessoas em 77 países e comercializa seus produtos em mais de 165 mercados. Para mais informações, visite www.novonordisk.com.br, Facebook, Twitter, LinkedIn, YouTube.

Referências

  1. Cardiovascular Safety of Insulin Degludec vs. Insulin Glargine in Patients with Type 2 Diabetes at High Risk of Cardiovascular Events (DEVOTE) Trial Results. Symposium 3-CT-SY22 at the 77th Scientific Sessions of the American Diabetes Association (ADA). 12 June 2017. Manuscript in press.
  2. EMA. Tresiba® Summary of Product Characteristics. Available at: www.ema.europa.eu/docs/en_GB/document_library/EPAR_-_Product_Information/human/002498/WC500138940.pdf. Last accessed: June 2017.
  3. Haahr H, Heise T. A review of the pharmacological properties of insulin degludec and their clinical relevance. Clin Pharmacokinet. 2014; 53:787-800.
  4. Siegmund T, Tentolouris N, Knudsen TS, et al. EU-TREAT 1: Switching to insulin degledec reduces the risk of hypoglycaemia in patients with T1DM in a real-world setting. Poster presentation. 77th American Diabetes Asosciation (ADA), San Diego, California, US. June 2017.
  5. Schultes B, Tentolouris N, Knudsen TS, et al. EU-TREAT 2: Switching to insulin degledec improves glycaemic control in patients with T2DM in a real-world setting. Poster presentation. 77th American Diabetes Asosciation (ADA), San Diego, California, US. June 2017.
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http://www.diabetesevoce.com.br/blog/estudo-demonstra-que-insulina-tresiba-reduz-hipoglicemia/
 

Associação promove Evento sobre Mieloma com enfoque na Equipe Multiprofissional

Posted: 21 Jun 2017 09:15 AM PDT

Sobre o evento:

A Associação Pró – Vita Transplante de Medula Óssea realiza no dia 4/07/2017 o evento gratuito com o tema: A Contribuição da Equipe Multiprofissional no Mieloma Múltiplo, com o objetivo de levar informações sobre o Mieloma Múltiplo para pacientes, cuidadores e profissionais da saúde.



 


Sobre o Mieloma Múltiplo:

O mieloma múltiplo é um tipo de câncer de medula óssea que tem origem nas células plasmáticas, responsáveis pela produção de anticorpos, componentes importantes do sistema imune. Com o crescimento desordenado de plasmócitos na medula óssea, surgem sintomas como: imunidade baixa e com isso infecções recorrentes, anemia e dor óssea sem melhora.

Informações e inscrição:
Data: 04/07/2017
Horário: 7h30 às 12h30.
Valor: GRATUITO
Link para inscrição: http://bit.ly/eventomielomamultiplo
Contato: (21) 2206-1615

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http://www.mielomamultiplo.org/


 


sexta-feira, 23 de junho de 2017

Melhor Idade : 10 Adaptações Simples para Evitar Acidentes Domésticos.

Adaptações na cozinha


  em Fisioterapia/Segurança  por 
É fundamental estimular a independência do idoso nas atividades do dia-a-dia. Deve-se tornar possível sua autonomia na realização de tarefas simples, mas que trazem a autoestima e confiança para a rotina. Pensando nisso, é importante fazer algumas adaptações que tragam segurança na realização dessas tarefas. Além disso, as adaptações podem evitar quedas.

Para de minimizar os riscos e prevenir acidentes domésticos podemos adotar medidas simples.

Um dos ambientes onde mais se tem tarefas a fazer em uma casa é a cozinha – e também pode ser onde mais ocorrem acidentes. Por isso, a adaptação desse ambiente é de extrema importância:

  1. Evitar tapetes e passadeiras próximo de pias e armários;
  2. Guardar utensílios de uso frequente em prateleiras e armários na altura do tronco ou da cabeça; objetos mais pesados devem ser guardados embaixo (nunca numa altura acima da cabeça);
  3. Proteger quinas de portas e gavetas;
  4. Se possível, ajustar altura da pia e/ou bancada com 85-90 cm de altura e instalar torneiras fáceis de manusear;
  5. Utilizar barras de apoio (podem ser compradas em lojas de material de construção mas devem ser instaladas por pessoa capacitada);
  6. Ter copa ou mesa de apoio que permita sentar-se para realizar tarefas como escolher alimentos, picar, ou simplesmente descansar;
  7. Uso de relógios ou timers para marcar o tempo de fogo e forno, a fim de evitar esquecimentos de chamas acesas –  ou ainda, uso de válvulas de segurança que desligam a alimentação de gás quando a chama é apagada;
  8. Usar luvas térmicas e optar por aventais de pano, aos de plástico (altamente inflamáveis);
  9. Substituir, ao máximo, os utensílios de vidro pelos de metal ou plástico;
  10. Se possível, utilizar piso antiderrapante e manter aquecedores e gás em ambiente externo.
Assim, teremos sempre a comidinha gostosa da casa da vovó!
O banheiro também é um ambiente que pode se tornar mais seguro as mesmas medidas simples. Podemos instalar barras de segurança dentro do box e ao lado do vaso sanitário. Evitar tapetinhos ou panos de chão. Quando possível, instalar um piso anti-derrapante.
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http://idosos.com.br/adaptacoes-de-ambientes/

Febre e Pneumonia - entenda quando o Idoso deve ser Internado

Febre em idosos



Febre e Pneumonia em Idosos: entenda quando o idoso deve ser internado.

  em Geral/Saúde  por 

Muitas pessoas questionam se todo o paciente idoso com diagnóstico de Pneumonia deve ser internado.

Vamos responder através de um exemplo. Se Jonas, um paciente de 85 anos, procurara o Pronto Socorro de um hospital com quadro inicial de Pneumonia bacteriana, sem nenhuma outra doença associada, o melhor é trata-lo em casa. O médico deve receitar o antibiótico mais adequado e pedir para a família cuidar de Jonas em casa. Se outro paciente, Reinaldo, da mesma idade, procura o hospital com o mesmo quadro, mas sofre de diabetes e insuficiência cardíaca, então deve ser internado. Para Reinaldo, há grandes chances de complicações. Pois a infecção pode descompensar as outras 2 doenças concomitantes (diabetes e insuficiência do coração). Então, é mais seguro que o tratamento seja feito no hospital.

Ou seja, o fator determinante para a internação, além do estágio de evolução da Pneumonia, são as doenças associadas.

Mas vale ressaltar que, na prática, quanto mais velhos, mais doenças crônicas o paciente apresenta. Além disso, a reserva funcional é menor. Por isso, pacientes mais velhos com Pneumonia têm mais chances de serem internados.

Quanto maior a faixa etária, menor é a reserva funcional respiratória e cardíaca. Reserva funcional respiratória é a capacidade de respirar medida em volume de ar. A partir dos 25 anos aproximadamente, nossos pulmões começam a perder capacidade de troca gasosa em volume. Dizemos então que estamos perdendo reserva funcional. A reserva funcional cardíaca está relacionada à capacidade de o coração movimentar o sangue no corpo. Que também é perdida progressivamente com o tempo.
Por causa disso, o quadro clinico de um idoso mais velho pode evoluir de maneira diferente. A complicação mais importante é a insuficiência respiratória, cujo principal sintoma é a falta de ar. Neste grupo das pessoas com mais de 90 anos, os pulmões já possuem menor capacidade de respirar. Portanto, podem chegar a um quadro grave muito mais rápido que o idoso na faixa de 60-70 anos em caso de doenças que afetem os pulmões. Portanto, o diagnóstico e o tratamento precoce são fundamentais para a resolução do quadro de pacientes mais velhos.

Pensando na velocidade de diagnóstico da Pneumonia, vale falarmos de febre.

A febre em um idoso não acontece na mesma proporção que um adulto mais jovem. Normalmente, não atinge altas temperaturas, permanecendo em 37,5 a 38 graus. E isso dificulta a percepção por familiares e cuidadores. A febre pode vir acompanhada de calafrios. Este sintoma pode ser sua primeira manifestação.
Nas Pneumonias, a febre é o sinal mais importante para o diagnóstico. Assim como é o mais fiel sintoma para acompanhar a evolução da cura. Quando o paciente deixa de ter febre, o tratamento está surtindo efeito.
Então, se você está percebendo que um idoso está apresentando sintomas de Pneumonia e tendo calafrios, procure um médico urgentemente. Quanto mais rápido for o diagnóstico correto e o início do tratamento, mais rápida será a cura.
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quinta-feira, 22 de junho de 2017

Pneumonias e Alzheimer: qual a relação entre estas doenças?

Idosos com Alzheimer tem mais risco de pneumonias.


  em Cabeça/Saúde  por 
Recentemente, Pneumonias passaram novamente a ganhar destaque entre as principais causas de morte de idosos. Principalmente, quando estes idosos são portadores de doenças neuro-degenerativas, como todos os tipos de demência, especialmente, Mal de Alzheimer, Doença de Parkinson ou  Acidentes Vasculares Encefálicos.

Podemos afirmar que ninguém morre de Alzheimer ou Parkinson. As pessoas morrem de doenças que se instalam devido à debilidade que estas síndromes causam conforme avançam. Assim, a Pneumonia voltou a ser uma causa de morte importante.

Após anos sofrendo de alguma doença degenerativa, encontramos os idosos em fase terminal. A maior parte passa a se alimentar por sonda. Muitos desenvolvem sarcopenia (perda muscular) e ficam imobilizados no leito. Alguns, emagrecidos e desnutridos, perdem o reflexo de tosse. Ou seja, diminui a capacidade de expelir catarro. Somando-se a isso, observa-se a imunodepressão, que é caracterizada pela perda de capacidade do sistema imunológico defender o organismo.

Tudo isso, leva um agente etiológico, como uma bactéria, por exemplo, a ser mais agressiva do que em uma pessoa saudável. Consequentemente, a Pneumonia voltou a provocar a morte de muitos idosos.

A grande maioria das pneumonias são aspirativas. Isto significa que o material da orofaringe (região do canal que interliga a boca e o nariz) é aspirado ou tragado para o pulmão instalando-se nos alvéolos (que são as estruturas localizadas ao final dos brônquios, onde ocorre a troca gasosa do sangue). Assim, inicia-se um processo inflamatório que evolui para uma pneumonia.
A partir dessa afirmação, concluímos que é muito importante manter a cavidade oral saudável. Normalmente, temos uma flora bacteriana não patogênica (que não causa doenças) habitando a boca que impede que bactérias patogênicas (que causam doenças) instalem-se e se desenvolvam. Se, por vários motivos, uma bactéria se instala na orofaringe, ela pode ser inalada e desencadear uma pneumonia.
Um exemplo prático é o caso das bactérias anaeróbicas que causam as cáries. Se um idoso apresentar gengivite, peridontite ou cáries, significa que em sua boca existem bactérias anaeróbicas patogênicas. Este idoso está mais propenso a desenvolver Pneumonia que um idoso com a boca saudável (com ou sem dentes).
Existem outras formas de adquirir uma Pneumonia, mas são raras. Um exemplo é a bacteremia resultante de outro foco infeccioso no organismo como a erisipela, sinusite, etc.
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Capacidade Pulmonar e Qualidade de Vida: como a Fisioterapia ajuda.

Idoso e capacidade pulmonar


  em Fisioterapia  por 
Respirar ar puro! Não é tão simples quanto parece…

Além de ser cada vez mais difícil encontrar um lugar com ar fresco e limpo, a sua capacidade pulmonar pode não estar preparada para isso.

Assim como em outros sistemas do corpo, o envelhecimento causa alterações também no sistema respiratório. A força dos músculos respiratórios já não é mais a mesma. Modificações no colágeno acarretam em maior rigidez dos tecidos, dificultando a complacência da caixa torácica, além de outras alterações funcionais nos tecidos desse sistema. Acontece a diminuição do movimento das células ciliadas, que ficam dentro dos pulmões e ajudam a eliminar o muco.
 Desta forma, pode-se dizer que o processo de envelhecimento torna o sistema respiratório pulmonar menos eficiente. Em parte, devido à perda de força e capacidade mecânica de inspirar e expirar o ar. Também aumenta a susceptibilidade a infecções uma vez que o acúmulo de secreções pode ser um ambiente propício para proliferação de microrganismos nocivos.

A Fisioterapia Respiratória pode auxiliar nesse processo, pois ajuda a recuperar e/ou manter a função prejudicada.

Técnicas manuais e posicionamento do paciente podem estimular a eliminação de secreção. Exercícios específicos e uso de incentivadores respiratórios são recursos importantes a serem utilizados. Os incentivadores são aparelhos que estimulam, principalmente a força dos músculos envolvidos na respiração.
É importante ressaltar que a Fisioterapia Respiratória poder ser uma das ferramentas de tratamento dessas disfunções. Mas também pode ser utilizada como prevenção de doenças e manutenção da qualidade de vida de idosos. Quando uma pessoa passa por um período de hospitalização a Fisioterapia Respiratória é uma das melhores terapias para recuperar o pulmão do idoso que volta para casa. Para idosos acamados, é essencial para evitar doenças mais graves.
Uma vez que as complicações respiratórias são consideradas de alto risco a partir dos 60 anos, principalmente para pacientes com doenças degenerativas, contar com o acompanhamento de um Fisioterapeuta melhora a qualidade de vida e diminui o risco de Pneumonias. E não podemos esquecer de mencionar que o cigarro ou qualquer outra forma de fumo deve ser banido de nossas vidas.

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quarta-feira, 21 de junho de 2017

Respiração do Idoso

  em Geral  por 

A Respiração também muda com o envelhecimento

 Pulmões saudáveis
RESPIRAÇÃO SAÚDAVEL COM PULMÕES SAUDÁVEIS DURANTE O ENVELHECIMENTO.
Durante o envelhecimento do nosso corpo, normalmente, há um aumento do diâmetro ântero-posterior do tórax (região logo acima do peito). Também acontece uma calcificação das cartilagens esterno-costais e o enfraquecimento na musculatura respiratória. Isto faz com que a caixa torácica do idoso torne-se mais fixa, com menor capacidade de expandir-se e de diminuir de volume. Como conseqüência, os músculos do diafragma e do abdomên passam a ser mais importantes para os movimentos respiratórios.
Os pulmões apresentam achatamento dos sacos alveolares, o que reduz a superfície de troca de gases durante a respiração, tornando-a menos eficiente.
Quando o envelhecimento não acontece de forma saudável, há um aumento do risco de pneumonias e outras doenças respiratórias. Até 40% dos casos de pneumonia em idosos acontece pela infecção do vírus da gripe.
Para melhorar a qualidade do envelhecimento respiratório e manter a eficiência da respiração, deve-se praticar exercícios físicos regularmente (com acompanhamento profissional preferencialmente), evitar obesidade e manter uma alimentação balanceada.
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O papel da Fisioterapia na vida do paciente com Alzheimer e sua família.

Idosos com Alzheimer precisam de Fisioterapia



  em Fisioterapia  por 
Sabemos que o Alzheimer é uma doença crônico degenerativa progressiva, que causa perda gradual das funções cognitiva e física. Além da Medicina, muitas outras especialidades da Saúde podem ajudar no tratamento da doença. Uma delas é a Fisioterapia.

O acompanhamento do paciente por um Fisioterapeuta pode ajudar muito diminuir ou desacelerar as perdas funcionais.

Dentre as principais alterações físicas, a perda de massa muscularalterações posturais, dificuldade de coordenação motora e dificuldade em iniciar movimentos são as que merecem mais atenção na fase inicial e intermediária da doença. Sem tratamento, estas alterações podem contribuir para a evolução desastrosa da perda do controle motor de maneira acelerada. Por exemplo, o idoso pode deixar de andar “antes do tempo”. Técnicas de fortalecimento, alongamento, consciência postural e coordenação motora devem ser aplicadas. Preferencialmente de forma ativa, ou ativo-assistida quando necessário (exercícios com ajuda de uma pessoa). Deve-se estimular ao máximo o desempenho físico do paciente. Enquanto o paciente estiver fisicamente bem, com poucas perdas de massa muscular e não tiver quadros graves de doenças como Osteoporose ou Artrite Reumatóide, pode-se fazer este acompanhamento com um Educador Físico.
À medida em que a doença de Alzheimer progride, o indivíduo vai perdendo gradualmente as funcionalidades. Passa a ser cada vez mais dependente de cuidadores e perde a autonomia física. Neste momento, muitos dos cuidados fisioterapêuticos são mais indicados. Embora paliativos, são muito importantes para a manutenção da qualidade de vida do paciente. A Fisioterapia é a melhor alternativa de tratamento para prevenir e/ou tratar transtornos causados pela restrição ao leito. Pois ajuda a prevenir (e tratar quando necessário) escaras, complicações respiratórias, deformidades por perda de massa muscular e de ativação muscular.

O ideal é manter um acompanhamento de 2 a 3 vezes por semana com Fisioterapeuta e fazer os exercícios de Fisioterapia diariamente.

Porém, se não há condições financeiras para tanto, pode-se contratar um profissional que visite o paciente 1 vez a cada 3 meses. Nestas visitas ele vai orientar e ensinar os cuidadores a fazer os exercícios. Também tem condições de avaliar a evolução do caso. Usando o mesmo exemplo de idoso que pára de andar: o fisioterapeuta pode ser chamado para avaliar o caso e ensinar os cuidadores a criar uma rotina de exercícios para, talvez, até recuperar a habilidade de andar. Porém, os resultados dos exercícios dependem também do quadro geral de saúde do idoso.
É válido lembrar que a grande maioria dos portadores da doença de Alzheimer são idosos. Portanto, todo o tratamento deve ser realizado considerando tanto os sintomas da doença, como as alterações fisiológicas esperadas no envelhecimento. Como ambos são processos que envolvem perdas progressivas, podemos dizer que o tratamento fisioterapêutico consiste em diminuir a velocidade dessas perdas e preservar ao máximo as funções remanescentes através de estímulos constantes.
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terça-feira, 20 de junho de 2017

Linfomas e o Sistema Linfático - ( Pedido)

Linfomas e o sistema linfático


Existem dois tipos de linfoma:
O Linfoma de Hodgkin e o Linfoma Não – Hodgkin.
Estes tipos de linfomas diferem em como se comportam, propagam, e respondem ao tratamento, por isso é importante distingui-los. Existem exames laboratoriais que permitem a diferenciação dos tipos.
Para entendermos de forma mais clara o linfoma, precisamos conhecer um pouco do sistema linfático e tecido linfoide.
O sistema linfático, além de ajudar na defesa, também ajuda a mover os fluídos do corpo.
Ele é composto por:
TECIDO LINFÓIDE – inclui os gânglios linfáticos e dos órgãos relacionados que fazem parte do sistema imune e sanguíneo.
LINFA – é um líquido claro que viaja através do sistema linfático, transportando os resíduos e o excesso de fluído a partir de tecidos, assim como os linfócitos e outras células do sistema imune.
VASOS LINFÁTICOS – são pequenos tubos semelhantes aos vasos sanguíneos, por meio do qual a linfa viaja para diferentes partes do sistema linfático.
LINFÓCITOS – são tipos de glóbulos brancos. São dois tipos:
Linfócitos B – ajudam a proteger o corpo de germes e fazem anticorpos. Quase todos os casos do linfoma de Hodgkin começam nas células B.
Linfócitos T – existem vários tipos e cada um realiza um tipo de trabalho. Algumas destroem bactérias, outras células infectadas com vírus e outras reforçam a atividade de outras células do sistema de defesa.
ÓRGÃOS QUE POSSUEM TECIDO LINFÓIDE:
Por causa do tecido linfoide estar presente em várias partes do corpo, a doença de Hodgkin pode iniciar em qualquer lugar.

Os principais locais do tecido linfoide são:
GÂNGLIOS LINFÁTICOS – são como pequenos “feijões”, aglomerados de linfócitos e outras células do sistema imune por todo o corpo, incluindo no interior do tórax, abdome e pelve. Eles podem ser sentidos como pequenos caroços sob a pele no pescoço, braços e na virilha. Os gânglios se ligam uns aos outros pelos vasos linfáticos.
BAÇO – é um órgão que fica sob a parte inferior da caixa torácica. Ele produz linfócitos e outras células do sistema imune para ajudar a combater infecções.
MEDULA ÓSSEA – é o tecido esponjoso dentro dos ossos, local onde as novas células do sangue (como leucócitos e plaquetas) são produzidas.
TIMO: é um órgão importante no desenvolvimento dos linfócitos T.
TRATO DIGESTIVO – o estômago, intestino, e muitos outros órgãos também têm tecido linfoide.

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http://www.combateaocancer.com/linfomas-e-o-sistema-linfatico-serie-sobre-os-tipos-de-cancer/

Linfoma: a prevenção é possível?

linfoma imagem



Quando falamos de doenças graves, sempre nos questionamos: é possível evitar que elas apareçam? Tratando-se de linfomas, é muito complicado falar em prevenção. Isso porque ainda não se sabe a causa da maioria deles; assim, fica difícil adotar alguma medida preventiva, ao contrário de outros tipos de câncer. Porém, o hematologista Carlos Chiattone alerta: manter hábitos saudáveis é sempre uma atitude bem-vinda para a saúde como um todo.

Nesse ponto, é importante ressaltar os malefícios do tabagismo. A orientação do Instituto Nacional de Câncer (Inca) indica o consumo regular de verduras e frutas. Elas podem ter efeito protetor contra os linfomas não-Hodgkin. Os fatores de risco para o desenvolvimento da doença incluem um sistema de defesa comprometido e exposição química ou a altas doses de radiação. 

Já as pessoas com deficiência de imunidade estão mais propensas ao desenvolvimento de linfoma. Isso inclui os portadores de doenças genéticas hereditárias, os que usam drogas imunossupressoras ou os portadores do HIV, o vírus da Aids. Para alguns tipos de linfoma, também foi identificada uma tendência maior entre portadores dos vírus Epstein-Barr ou HTLV1 e da bactéria Helicobacter pylori, que infesta o estômago e pode causar gastrites e úlceras. 

A exposição a certos agentes químicos, incluindo pesticidas, solventes, fertilizantes, herbicidas e inseticidas, tem sido relacionada ao surgimento de linfomas em estudos com agricultores e outros grupos que se expõem a altos níveis desses agentes.
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Créditos: ABRALE – Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia – http://www.abrale.org.br

segunda-feira, 19 de junho de 2017

Pneumonia

Pneumonia atinge mais idosos e crianças



por 

Pneumonia: infecção dos pulmões.

Pneumonias apresentam mais riscos a idosos.

Uma Infecção acontece quando há invasão, desenvolvimento e multiplicação de um microorganismo no organismo de um animal ou planta. A invasão desencadeia no hospedeiro uma série de reações do sistema imunológico, a fim de defender o local afetado resultando, geralmente, em inflamações.
Pneumonias são infecções que se instalam nos pulmões. Podem acometer a região dos alvéolos pulmonares, onde desembocam as ramificações e terminais dos brônquios e, às vezes, os interstícios (espaço entre um alvéolo e outro).

São provocadas por bactérias, vírus, fungos e/ou reações alérgicas no espaço alveolar – local onde efetivamente ocorre a troca gasosa (Oxigênio e Dióxido de Carbono). Este local deve estar sempre muito limpo, livre de substâncias que possam impedir o contacto do ar com o sangue. Diferentes do vírus da gripe, que são altamente infectantes, os agentes infecciosos da pneumonia não costumam ser transmitidos facilmente.
Os principais sintomas são febre alta, tosse, dor no tórax, alterações da pressão arterial, falta de ar podendo causar até confusão mental, mal-estar generalizado, secreção de muco purulento de cor amarelada ou esverdeada, toxemia; (intoxicação resultante da ação de produtos bacterianos difundidos pela corrente circulatória), prostração.

Fatores de risco

• Fumo: provoca reação inflamatória que facilita a penetração de agentes infecciosos;
• Álcool: interfere no sistema imunológico e na capacidade de defesa do aparelho respiratório;
• Ar-condicionado: deixa o ar muito seco, facilitando a infecção por vírus e bactérias;
• Resfriados mal cuidados;
• Mudanças bruscas de temperatura.
• Alergias Respiratórias e Pneumoconioses.

Tratamento

O tratamento das pneumonias requer o uso de antibióticos em caso de origem bacteriana ou fungica e a melhora costuma ocorrer em três ou quatro dias. A internação hospitalar pode acontece quando a pessoa é idosa, tem febre alta ou apresenta alterações clínicas decorrentes da própria pneumonia, tais como: comprometimento da função dos rins e da pressão arterial, dificuldade respiratória caracterizada pela baixa oxigenação do sangue porque o alvéolo está cheio de secreção e não funciona para a troca de gases.
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Carla
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Terapia genética faz pacientes com Câncer incurável entrarem em remissão

Células T atacando as células tumorais



Foi divulgado em Chicago, durante a ASCO (Sociedade Americana de Oncologia Clínica), o maior congresso de oncologia do mundo, resultados de uma pesquisa realizada com imunoterapia, terapia que tem como objetivo o sistema imune, em pacientes portadores de mieloma múltiplo – câncer de medula óssea ainda considerado incurável, pode causar dano aos ossos, queda da imunidade, falha nos rins e anemia.
De acordo com a pesquisa divulgada, 33 dos 35 pacientes (94%) portadores de mieloma participantes apresentaram remissão da doença – termo usado quando não há sinais dela, mas ainda não se pode considerar cura – dois meses após o início de terapia com linfócitos T, células atuantes no sistema imunológico.
As células T foram retiradas pelos pesquisadores dos próprios pacientes, depois foram modificadas em laboratórios com CAR (receptor de antígeno quimérico) e então injetadas novamente nos participantes por via intravenosa. Dez dias após o processo já apareceram os primeiros resultados. Os efeitos colaterais foram mínimos na maioria dos pacientes.  Os dados foram publicados no JCO (Journal of Clinical Oncology).
Especialistas que estavam no evento afirmaram que, embora a quantidade de pacientes seja pequeno, é raro que qualquer terapia contra o câncer tenha considerável sucesso.
– Ainda é cedo, mas os dados apresentados são um sinal de que o tratamento com linfócitos T CAR pode fazer com que o mieloma múltiplo entre em remissão – afirma o oncologista da Universidade de Michigan, Michael S. Sabel. – Raramente se vê taxas de resposta tão altas, ainda mais para um câncer de difícil tratamento. Essa é a prova de que o estudo da imunoterapia é compensador.
A reprogramação genética dos linfócitos T se baseia na inserção de um gene projetado de modo artificial no genoma das células, ajudando a encontrar e destruir células tumorais em todo o corpo.
Novas pesquisas serão realizadas para avaliar se o tratamento é capaz de curar a doença.
– Embora os recentes avanços na quimioterapia tenham aumentado a expectativa de vida dos portadores de mieloma múltiplo, o câncer permanece incurável – afirmou Wanhong Zhao, hematologista e diretor no Second Affiliated, Hospital da Universidade de Xi’an Jiaotong, China. – Parece que com a nova imunoterapia pode haver uma chance de cura para o mieloma, mas ainda é preciso acompanhar os pacientes por muito mais tempo para confirmar isso.

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abs
Carla
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