quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Saiba qual carboidrato é bom ou ruim para sua Saúde.!!!



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Carla
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Câncer de Próstata

O MÊS DE NOVEMBRO ESTÁ CHEGANDO, ESTAMOS NO OUTUBRO ROSA, MAS OS HOMENS TEM O SEU MÊS DE LUTA TAMBÉM
VAMOS ABRAÇAR ESSA CAUSA


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Novembro Azul: Mês da luta contra o Diabetes

Descubra a Novidade que Doce Vida esta preparando para o 14 de Novembro ! Clique no Link http://bit.ly/programa_de_recompensas_doceVida. Depois Comenta o que Achou ?

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quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Reflexos do câncer de mama na amamentação





Mulheres jovens diagnosticadas com câncer de mama e que pretendem ter filhos costumam ter muitas dúvidas sobre a relação do câncer de mama com a amamentação. É possível amamentar normalmente durante e/ou após o tratamento da doença? O tratamento cirúrgico, químio ou radioterápico pode interferir na produção de leite? Dr. Wesley Pereira Andrade, Cirurgião Oncológico e Mastologista do Núcleo de Mastologia do A.C.Camargo, explica os reflexos do câncer de mama na amamentação.

Atualmente as mulheres estão engravidando em idades mais avançadas o que por si só já é um fator de risco para o desenvolvimento do câncer de mama, tornado algumas circunstâncias cada vez mais frequente, como o câncer de mama na mulher gestante, ou  a gravidez após o tratamento do câncer de mama. Nesta mesma linha de raciocínio, outra dúvida frequente entre as mulheres é como ocorre a amamentação após o tratamento do câncer de mama.

As pacientes que pretendem engravidar após o tratamento do câncer de mama, deverão compartilhar essa decisão com seus médicos a fim de receber orientações sobre o melhor momento para isso, considerando fatores como o estadiamento, o tratamento realizado, os efeitos colaterais.

Existem casos em que a mulher poderá ser liberada para a gravidez após 2 anos do início do tratamento. Em outros casos a gravidez somente pode ocorrer após 5 anos, principalmente quando a mulher está fazendo uso do Tamoxifeno, que traz riscos de má formação do bebê pelo efeito deste medicamento. "Recomenda-se, por isso, que a gravidez seja bem planejada e compartilhada com o médico. O momento ideal para a gravidez acontecer é algo muito particular para estas mulheres, levando-se em conta os fatores oncológicos, sociais e pessoais, sendo sempre recomendado um acompanhamento especializado", comenta Dr. Wesley.

Câncer e Amamentação
As glândulas mamárias, que se formam na puberdade (adolescência), são altamente sensíveis ao estímulo hormonal. A hipófise e os ovários são os responsáveis por produzir os hormônios que agirão nas células da mama, fazendo com que o tecido mamário se desenvolva e produza o leite para a amamentação.

Reflexos do tratamento
Os tratamentos cirúrgicos e/ou radioterápico interferem na produção de leite. Mulheres mastectomizadas, por exemplo, retiram a mama e os ductos mamários tornado impossível a amamentação com esta mama, ainda que reconstruída com prótese de silicone ou retalhos miocutâneos (tecidos do próprio corpo proveniente do abdômen ou das costas).

Mesmo em cirurgias parciais, se o tratamento envolver radioterapia, a produção de leite também estará bastante comprometida. Isto porque a irradiação afeta as células responsáveis pela produção de leite. Esta mama também terá seu desenvolvimento prejudicado durante a gravidez.

A boa notícia é que se o câncer for unilateral (em apenas uma das mamas) e a mama saudável não for submetida a nenhum procedimento, continuará produzindo leite normalmente, afirma o cirurgião.
 
Fator de proteção
A amamentação é um dos fatores que protegem a mulher do câncer de mama. De acordo com especialistas, essa questão está provavelmente relacionada aos hormônios, uma vez que no período de gestação e amamentação a mulher tem menos hormônios que estariam relacionados ao desenvolvimento do câncer de mama. Essa proteção relativa, entretanto, deve estar sempre associada a outros hábitos de vida saudável, como não fumar, ter uma boa alimentação, praticar atividades físicas, manter-se com peso adequado e evitar o consumo de bebidas alcoólicas.

Qualidade de vida
As mulheres que passam pelo tratamento do câncer de mama e que têm um bom prognóstico devem ser estimuladas a uma completa reintegração social, sentimental e psicológica a fim de seguirem o curso natural das suas vidas, contemplando, inclusive, o seu desejo de se tornarem mães, o que certamente terá impacto positivo na qualidade de vida.

Dr. Wesley Pereira Andrade - CRM/SP 122593

Médico titular do Departamento de Mastologia
Especialista em Cancerologia/Cirúrgica - RQE nº 27534
Especialista em Mastologia - RQE nº 27535


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Doe Sangue

Você sabia que o sangue doado tem seus componentes divididos e utilizados conforme as necessidades do paciente? Aprenda mais e#DoeSangue http://goo.gl/H4JNhy

Eventoatendimento-nutricional-gratuito

Para fazer sua inscrição, acesse: http://abrale.org.br/evento/atendimento-nutricional-gratuito

*O atendimento é feito na sede da Abrale, em São Paulo.

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Outubro Rosa e Novembro Azul


sexta-feira, 25 de outubro de 2013

SAMU | Conheça como funciona o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência

SAMU | Conheça como funciona o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência

Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) foi criado no Brasil em 2004 como política nacional e está presente em 2.538 municípios de todos os estados do País. Atualmente, o SAMU atende mais de 137 milhões de pessoas, o que representa uma cobertura de cerca de 70,9% da população (IBGE 2012).
O socorro começa com a chamada gratuita feita para o número 192, que são recebidas por centrais de regulação e encaminhadas para os mais de 180 pontos de atendimento em todo o país. Porém, muitas dessas ligações são trotes.
No Distrito Federal, por exemplo, durante o mês de agosto, o SAMU-DF recebeu mais de 15 mil trotes, o que representa 18% do número total de ligações recebidas. Cada vez que uma equipe do SAMU é mobilizada para atender uma chamada falsa, além de atrapalhar o atendimento de alguém que realmente precisa, são gastos tempo e dinheiro sem necessidade. O número de telefone, 192, é para atender a situações de emergência, pessoas que realmente estejam precisando de atendimento imediato.
Samuzinho do DF conscientiza crianças sobre riscos dos trotes
Samuzinho – O Ministério da Saúde alerta que para combater os trotes ao SAMU 192 é necessário educar a população sobre o serviço. Por isso, o SAMU também se preocupa com a educação. O serviço possui um núcleo de educação permanente que leva o projeto Samuzinho às escolas das redes pública e privada.
O objetivo é conscientizar as crianças da importância do SAMU e com isso reduzir o número de trotes passados ao telefone 192. As equipes do Samuzinho utilizam vídeos, desenhos e teatro para mostrar para as crianças como é o trabalho do SAMU.
Conheça a Turma do Samuzinho, criada pelo Governo do Distrito Federal (GDF) para conscientizar as crianças sobre a importância do serviço.
Como utilizar o Samu 192 – Veja algumas orientações às pessoas que acionam o serviço em casos de emergência:
  • Manter-se próximo à vítima;
  • Tentar manter a calma;
  • Informar ao telefonista o endereço, ponto de referência, nome e idade do paciente;
  • Descrever com clareza o que aconteceu, o que o paciente está sentindo e responder às perguntas do médico;
  • Seguir as orientações passadas pelo médico.
Confira o vídeo do Canal Saúde sobre o funcionamento do SAMU:




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Idosos com DPOC: como viver melhor

Idosos com DPOC como viver melhor Idosos com DPOC: como viver melhorIdosos com DPOC: como viver melhor



DPOC ou Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica é uma doença dos pulmões que tem como principal sintoma a falta de ar. Essa falta de ar pode acompanhar até mesmo as mais simples atividades do dia-a-dia de um idoso.

A falta de ar, conhecida também como dispnéia, causa incapacidades funcionais nesses idosos, como dificuldade para realizar atividades do cotidiano (como tomar banho, pentear os cabelos, fazer a barba, etc) e perdas sociais (como deixar de sair, ir à missa, ao supermercado, etc), essas duas mudanças levam esses idosos à depressão e ansiedade, resultando em perda da qualidade de vida.

Sendo assim, existem algumas medidas que podem ser tomadas por esses idosos para diminuir a sensação de falta de ar durante a realização das atividades do dia-a-dia, por exemplo:

  • Aprender a respirar: puxar sempre o ar pelo nariz e soltar pela boca, com os lábios entre abertos, como se estivesse sobrando uma vela lentamente, quando estiver realizando alguma atividade;

  • Realizar exercícios físicos, como caminhadas e também treinamentos para os braços, sempre com a supervisão ou orientação de um profissional;

  • Tomar banho sentado;

  • Escovar os dentes, fazer a barba, maquiar-se, alimentar-se sentado, com os braços apoiados em mesas, prateleiras ou no próprio lavatório;

  • Evitar dobrar o corpo para frente para calçar sapatos, o mais adequado é cruzar a perna em cima da outra para calçar e tirar os sapatos;

  • Adaptar o ambiente de casa, como usar vasos sanitários mais altos e colocar barras de apoio e corrimão no banheiro;

  • Usar pentes e escovas de cabelo com cabos mais longos;

  • Para idosos que usam andadores, é interessante adaptar assentos e cestas de bagagem;

  • Eliminar atividades desnecessárias, como enxugar louças, use o escorredor; secar-se após o banho, use roupão felpudo; ou amarrar sapatos, prefira calçado sem cadarços;

  • Organize o ambiente e os objetos de uso freqüente ao alcance das mãos, evite guardá-los em prateleiras ou armários muito altos ou muito baixos, eles devem está na altura dos ombros até o quadril;
Os dez objetivos citados acima podem ser alcançados de forma simples e sem necessidade de despender grandes recursos. A adoção dessas técnicas com a orientação dos familiares produz resultados bastante satisfatórios no que se refere à independência do idoso com qualidade de vida, embora isto implique em mudança de hábitos para a realização das atividades do dia-a-dia, o que é difícil de se conseguir, principalmente entre indivíduos idosos, mas vale a pena tentar.

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quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Envelhecimento e doenças crônicas


Envelhecimento e doenças crônicas Envelhecimento e doenças crônicas
Envelhecimento e doenças crônicas

Estudos na área da epidemiologia do envelhecimento apontam as doenças crônicas (tais como cardiopatias, diabetes tipo 2, hipertensão, complicações em decorrência da Doença de Alzheimer, dentre outras) como as principais causas da mortalidade de idosos.

Antigamente, as doenças infectocontagiosas eram as verdadeiras vilãs, porém muitas delas foram combatidas ou controladas através de medidas como saneamento básico, vacinas e uso de antibióticos.

As doenças crônicas não levam a óbito a curto prazo. Porém, não existem métodos efetivos de prevenção (como vacinas) ou mesmo remédios e cirurgias que visem sua cura. Estas doenças podem ser controladas através de medidas relativamente simples, mas nem todas as pessoas conseguem aderir: a prevenção (consultas e exames médicos preventivos, antes da doença se instalar), a adoção de hábitos de vida saudáveis (alimentação balanceada, prática de atividade física, preservação de horário reservado para dormir, evitar stress), um possível tratamento (remédios, controle médico, realização de exames periódicos). Muitas pessoas, devido a uma série de motivos, não podem ou não querem adotar tais medidas em seu cotidiano, o que acaba comprometendo mais seu estado de saúde.

Algumas dicas simples ajudam a prevenir doenças ou mesmo a manter a qualidade de vida de pessoas que já possuem alguma patologia, sempre lembrando que a prevenção e o tratamento de doenças (em especial aquelas crônicas associadas ao processo de envelhecimento) devem visar uma abordagem biológica, psicológica e social. Seguem algumas dessas dicas.

  • Vá ao médico com freqüência, seja para realizar exames preventivos ou quando sentir alguma coisa estranha em seu organismo. Você pode ser a primeira pessoa a perceber que há algo estranho em seu corpo. Não cultive as crenças falsas de que “não gosta de ir a médico”, de que “quem vai ao médico acaba achando doenças” ou de que “médico toma muito tempo”. Não seja covarde com sua própria saúde.

  • Caso o médico prescreva algum remédio de uso contínuo, não hesite em fazer o uso de acordo como foi prescrito: você não pode modificar as dosagens e os horários de medicação por conta própria. Seu médico sabe o que é indicado para você. Não se esqueça de realizar controle médico periódico. O remédio que o médico passou para o seu amigo pode ser perigoso para você! Não entre nessa de tomar a medicação que seu amigo ou o balconista da farmácia indica.

  • Faça uma alimentação saudável. Caso você tenha algum problema de saúde que implique em restrição alimentar, não deixe de fazer a dieta recomendada pelo médico ou nutricionista. Caso você tenha boa saúde, não convém exagerar diariamente. O ato de alimentar-se traz prazer àquele que alimenta, além de fazer parte de várias reuniões sociais, porém, não é saudável comer “comida de festa” e tomar “bebida de festa” todos os dias. Não deixe de comer aquilo que você gosta, apenas não cometa excessos diariamente, pois eles podem prejudicar sua saúde.

  • Mantenha o hábito de praticar atividade física regular. Caminhada, natação, hidroginástica, musculação podem ser muito benéficas para pessoas de todas as idades, porém, antes de começar, consulte um médico e um fisioterapeuta para que eles avaliem possíveis riscos e indiquem a melhor atividade para você. Lembre-se que atividade física é uma meta para a manutenção de uma vida saudável e deve ser feita com freqüência. Caminhadas no shopping e aos finais de semana não contam!

  • Evite o stress! Sabemos que o dia-a-dia, principalmente nas grandes cidades, é bastante estressante, por isto, em muitas situações, é impossível evitar o stress de conviver com constantes horários marcados, metas e obrigações. Outras fontes de stress podem ser evitadas, como, por exemplo: não cobrar de si mesmo além do que você tem condições de fazer, não assumir responsabilidades que possam te sobrecarregar, não guardar rancor, evitar situações que possam te deixar nervoso (como, por exemplo, noticiários que carregam apenas notícias violentas e catastróficas). Os aposentados têm a vantagem de não precisarem lidar com as cobranças estressantes relacionadas ao mercado de trabalho, aproveitem esta fase de sua vida. Também fique atento a sintomas como depressão e ansiedade e não hesite em procurar ajuda profissional caso perceba algo diferente em seu estado de humor.

  • Tenha bons relacionamentos com a família e os amigos. O ser humano é um ser social, ele precisa viver em interação com outras pessoas. Não se isole, reserve um tempo para conversar, para rir, para contar seus problemas a pessoas confiáveis e para ouvir o que o outro tem a dizer. O idoso costuma queixar-se de, com o passar dos anos, perder amigos e parentes próximos, o que é triste, porém não pode ser justificativa para que o mesmo se isole e rejeite o contato com outras pessoas.

  • Reserve um tempo para fazer coisas que lhe dão prazer: trabalhos manuais, viajar, leitura, ir ao teatro, aprender coisas novas, engajar-se e grupos, ir à igreja são atividades relativamente acessíveis, que ajudam a estimular a memória e promovem a interação com outras pessoas. Manter sua cabeça sempre ativa pode ser um fator de proteção contra a demência.

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quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Apresentação do Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde




fonte:http://www.ans.gov.br/images/stories/noticias/pdf/20131021_coletiva_apresentacao_rol.pdf

Saiba mais acessando Perguntas e Respostas sobre o Rol 2014

PERGUNTAS E RESPOSTAS

1. O QUE É O ROL DE PROCEDIMENTOS E EVENTOS EM SAÚDE?

É a listagem mínima obrigatória de procedimentos (consultas, exames e tratamentos) que os planos de saúde devem oferecer.

2. QUEM TEM DIREITO ÀS COBERTURAS PREVISTAS NO ROL?

Os consumidores de planos novos, que são os contratados a partir de janeiro de 1999, ou adaptados à legislação.

3. QUAL É A PRINCIPAL VANTAGEM DA ATUALIZAÇÃO DO ROL PARA OS CONSUMIDORES?

A principal vantagem para o consumidor é ter acesso a procedimentos atuais uma vez que a medicina avança rapidamente, mas com segurança e efetividade comprovadas.

4. QUANTOS PROCEDIMENTOS FORAM INCLUÍDOS NA REVISÃO DO ROL QUE ENTRA EM VIGOR EM 2/01/2014?

Foram incluídos 87 novos procedimentos e eventos em saúde, sendo 37 medicamentos orais para tratamento de câncer em casa, tratamentos, exames e procedimentos odontológicos. Destes, alguns contam com Diretrizes de Utilização, que relacionam cobertura à segurança e efetividade dos procedimentos.

5. COMO É FEITA A REVISÃO DO ROL?

A revisão do Rol de Procedimentos da ANS é realizada a cada dois anos, e conta com o apoio de um Grupo Técnico formado por representantes de órgãos de defesa do consumidor, prestadores, operadoras de planos de saúde, conselhos e associações profissionais, representantes de beneficiários, dentre outras entidades. Os princípios norteadores das revisões são as avaliações de segurança e efetividade dos procedimentos, a disponibilidade de rede prestadora, e a relação custo x benefício do conjunto de beneficiários de planos de saúde. A proposta final é submetida à Consulta Pública, sendo disponibilizada na página eletrônica da Agência para o recebimento de comentários, críticas e sugestões.

6. O AUMENTO NAS COBERTURAS PODE LEVAR AO AUMENTO NAS MENSALIDADES?

Como é feito todos os anos, após a publicação da Resolução Normativa que amplia o Rol, a inclusão das novas coberturas é avaliada por um ano. Caso a ANS identifique impacto financeiro, este será avaliado no reajuste do ano seguinte, para 2015.

7. QUANDO SERÁ A PRÓXIMA REVISÃO DO ROL?
A cada dois anos é feita a publicação do novo Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde. No dia 1º de janeiro dos anos pares, o novo Rol entra em vigor. No entanto, os trabalhos de pesquisa para a revisão do Rol são contínuos. A partir da publicação do novo Rol 2014, será constituído o Comitê Permanente do Rol.

8. AS OPERADORAS QUE NÃO CUMPRIREM O ROL SERÃO PUNIDAS? COMO?

Sim. As multas previstas para as operadoras que não cumprirem a cobertura obrigatória é de R$ 80.000,00.

9. COMO O CONSUMIDOR PODE DENUNCIAR UMA OPERADORA QUE NÃO ESTÁ CUMPRINDO O ROL DE PROCEDIMENTOS?

O consumidor pode entrar em contato com o Disque ANS (0800 701 9656) ou comparecer a um dos 12 Núcleos da ANS existentes em todas as Regiões do Brasil.

10. QUANTOS TIPOS DE TUMORES SÃO TRATADOS PELOS MEDICAMENTOS ORAIS INCLUÍDOS NO ROL 2014?

São 31 tipos de câncer:
1 - Cabeça e pescoço; 2 - Colorretal; 3 - Córtex suprarrenal; 4 - Endométrio; 5 - Estomago; 6 - Gástrico; 7 - GIST-tumor estromal gastrointestinal; 8 - Hepatocarcinoma; 9 - Leucemia agudas; 10 - Leucemia Granulocítica crônica; 11 - Leucemia Linfocítica crônica; 12 - Leucemia mielocítica crônica; 13 - Leucemia mielóide aguda; 14 - Leucemia Promielocítica; 15 - Leucemia linfocítica aguda; 16 - Linfoma de Hodgkin; 17 - Linfoma não Hodgkin; 18 - Mama; 19 - Melanoma; 20 - Micose fungóide; 21 - Mieloma múltiplo; 22 - Neuroblastoma; 23 - Ovário; 24 - Próstata; 25 - Pulmão; 26 - Retinoblastoma; 27 - Rim; 28 - Sarcoma osteogênico; 29 - Sistema nervoso central; 30 - Testículo; 31 - Tumor trofoblástico gestacional

11. COMO SERÃO DISTRIBUÍDOS OS MEDICAMENTOS ORAIS CONTRA CÂNCER?

A forma de distribuição dos medicamentos orais para tratamento de câncer ficará a cargo de cada operadora de plano de saúde: poderá ser de modo centralizado pela operadora e distribuído diretamente ao paciente; ou comprado em farmácia conveniada; ou comprada pelo paciente com posterior ressarcimento. 


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Alzheimer – entendendo seus sentimentos


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Alzheimer - Entendendo seus sentimentos


Sabemos que a doença de Alzheimer (DA) é uma doença degenerativa, progressiva e irreversível, para a qual ainda não existe prevenção e poucas são as alternativas de tratamento farmacológico. Apresenta como sinais iniciais: perda de memória, mudanças de personalidade e de comportamento, que progridem gradual e lentamente, tornando o portador cada vez  mais dependente. É um cuidar permanente – 24 horas por dia, sem trégua. De diagnóstico difícil, e no momento sem possibilidade nenhuma de prevenção, a DA não tem como ser impedida de acometer determinado indivíduo.

Sabemos também a carga física e emocional que esta situação traz aos familiares/cuidadores. Sabemos que muitas vezes o familiar/cuidador culpa-se por determinadas situações. Este sentimento de culpa pode abranger desde preocupações e emoções até o arrependimento, ansiedade, ressentimento e/ou raiva, o medo de não ser perfeito ou não ter as coisas sob controle.

É muito comum que os familiares/cuidadores que cuidam diretamente do portador de DA sintam culpa por algum motivo e, estranhamente, os que melhor cuidam e mais se preocupam, sentem-se mais culpados. Muitas vezes, quanto maior a responsabilidade que você tiver, mais você se culpa quando algo dá errado, mesmo que a situação esteja fora de seu controle. importante que o familiar/cuidador reconheça estes sentimentos. Procure conversar com alguém de sua confiança, desabafe, porque se se conter, isto pode levá-lo a depressão e baixa estima, impedindo assim que você veja a situação de forma mais clara.

O familiar/cuidador, às vezes, tem dificuldade em se perdoar por  ter manifestado irritação ou por ter perdido a paciência, porque o portador da DA não consegue controlar seu comportamento. Melhor do que se preocupar com uma “explosão” de vez em quando, que é muito natural a qualquer um que esteja exausto ou sob grande stress, pensar sobre as muitas coisas positivas que fazem juntos ao longo do dia. Logicamente, é importante também procurar maneiras de expressar sua frustração sem perturbar seu

Muitos familiares/cuidadores também conhecem um sentimento geral de culpa porque acham que não estão à altura das suas próprias expectativas ou das expectativas que imaginam os outros terem deles. Se você se sentir assim, pode ser que você tenha se envolvido tanto na sua tarefa que esqueceu que VOCÊ é uma pessoa que também importa. É necessário colocar limites realistas a respeito do que se consegue fazer.

Se você se sentir culpado, talvez ajude se souber que outros cuidadores tem reações muito similares. Pode facilitar se você colocar os seus sentimentos para fora e lidar com eles, e para isto pode precisar de uma terapia, um grupo de apoio ou um amigo compreensivo. Uma vez que você puder parar de se culpar por ser humano com limitações, pode começar a pensar sobre as maneiras de lidar com situações que envolvem suas próprias necessidades bem como aqueles da pessoa com demência.
O familiar/cuidador pode ter culpa sobre pensamentos e sentimentos: os sentimentos de constrangimento em relação ao comportamento do portador, podem levar o familiar/cuidador a querer fugir ou até abandonar a responsabilidade. A maioria dos familiares/cuidadores tem, de tempos em tempos, tais pensamentos. São absolutamente normais na circunstância presente c não significam que você não está tentando lazer o melhor possível para o portador.
O familiar/cuidador pode ter culpa quando demonstra raiva ou irritação, porque falou asperamente o perdeu a paciência em um determinado momento, quando o portador já esqueceu o acidente há muito tempo. Melhor do que se culpar, é aceitar o fato que de está sob enorme stress. Se for possível ter ajuda d terceiros, deve aproveitar disto para relaxar e descansar.

O familiar/cuidador pode se sentir culpado pela própria doença, como se ele fosse o responsável pela demência. Não se perdoa por ter ficado impaciente nos estágios iniciais, quando não percebeu que havia algo errado, e se preocupa que alguma atitude tomada possa ter causado a doença. É importante se dar conta de que é muito difícil o diagnóstico precoce da DA e que nenhuma ação dele poderia ter causado doença.
O familiar/cuidador, por vezes, sente-se culpado pela reação do portador, quando este fica agitado o angustiado, quando começa a andar sem rumo ou se comporta de uma maneira imprevisível. liste comportamentos fazem parte da própria doença. Criar uma rotina calma, tranqüila, farão com que o portador se sinta mais seguro, mas é impossível para qualquer familiar/cuidador antecipar cada reação. Na verdade, tentar fazer isto privaria o portador da independência e dignidade que ele ainda preserva.

É comum ao familiar/cuidador sentir culpa quando aceita ajuda de outros, achando, que deveria da conta sem a ajuda de outros. Preocupa-se também que o portador fique angustiado se ficar sob supervisão de outros. Cuidar de uma pessoa com demência durante 24 horas todo dia é desgastante e exaustivo. De nenhum cuidador profissional se espera tanto. Aceitar ajuda significa que você terá mais energia e poderá continuar cuidando por mais tempo.
O familiar/cuidador pode sentir culpa sobre exigências conflitantes, isto é quando além de cuidar do portador cuida também da família, sentindo-se numa situação sem saída. Sente culpa se não pode oferece total apoio ao portador e sente culpa se dedica menor tempo que o normal ao resto da família. Além da culpa, pode sentir que a casa está um caos, as refeições corridas e as saídas com a família unida coisa de passado. Melhor do que tentar atender a todas as exigências, o cuidador precisa discutir prioridades com a família, para ver como cada um dos membros pode ajudar e que ajuda externa poderia ser contratada.

O familiar/cuidador pode sentir culpa sobre o tempo gasto consigo próprio, de que está sendo desleal se estiver se divertindo com coisas que o portador não pode mais compartilhar. Mas é muito importante ter a sua vida para seu próprio bem e o bem da pessoa da qual está cuidando.

O familiar/cuidador pode sentir culpa quando institucionaliza o portador. Pode sentir que falhou, que poderia ter agüentado por mais tempo, ou que quebrou uma promessa feita de nunca colocar o portador em uma instituição. É importante conversar sobre estes sentimentos com alguém que compreenda e que possa ajudar você na aceitação desta decisão, é preciso lembrar que mesmo que tenha feito a promessa de boa fé, na época ninguém poderia prever a possibilidade de demência e a pesada carga que isto traria.

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Direitos do cuidador familiar

Os direitos do cuidador familiar Direitos do cuidador familiar

Tenho percebido um número considerável de internautas que perguntam em artigos anteriores sobre seus direitos, especialmente aqueles assegurados por lei. Sei que o profissional adequado para falar sobre isto seria um advogado, porém espero, com este artigo, esclarecer um pouco destas dúvidas.

Anteriormente escrevi um artigo sobre o Estatuto do Idoso, que garante ao idoso uma série de direitos e prioridades, porém infelizmente este documento não contempla diretamente o cuidador. De forma indireta este também é privilegiado, por exemplo, por ter o direito de acompanhar seu familiar idoso durante uma internação hospitalar; ou mesmo por poder contar com a ajuda da aposentadoria do idoso que reside em sua casa e escolhe (o idoso) por dividir sua renda com a família.

Porém, esta é uma lei diretamente relacionada ao IDOSO. Sabemos que muitos idosos necessitam de um cuidador familiar para sobreviver e muitos destes cuidadores não contam com a ajuda de ninguém para cuidar do seu familiar idoso. Além de toda esta carga de cuidados, muitos destes cuidadores também precisam trabalhar para garantir seu próprio sustento e do idoso e, infelizmente, desconheço qualquer lei que garanta a ele uma espécie de licença remunerada do trabalho. No serviço público, já ouvi falar de casos onde o funcionário consegue uma licença para cuidar de um familiar próximo doente, mas parece ser uma licença com tempo determinado, o que poderia não ajudar muito no caso de um idoso que pode necessitar de cuidados permanentes por muito tempo.

Um outro problema que costuma ser comentado por nossos leitores é em relação à sobrecarga de ser o único cuidador familiar de um idoso dependente ou não. Sabemos que a sobrecarga do cuidador é um problema sério que pode ocasionar depressão, fadiga, ansiedade e até mesmo o aparecimento de doenças relacionadas ao estresse, porém também desconheço uma lei que obrigue o restante da família a se responsabilizar também pelo cuidado do idoso. O Estatuto prevê penalidades à família que abandona o idoso, mas neste sentido não protege o cuidador.

Volto a afirmar que toda a família deve se responsabilizar pelo idoso, seja atuando diretamente em seus cuidados ou quando isso for realmente impossível se organizando e ajudando financeiramente para que a família possa contratar um cuidador profissional. E nestes casos a pessoa que se sente sozinha e sobrecarregada precisa ser mais incisiva com o restante da família, deve expor o problema e cobrar algum tipo de atitude concreta para auxiliar o idoso e dividir uma tarefa que não pode ser responsabilidade de apenas um.

Luciene C. Miranda

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