domingo, 27 de fevereiro de 2011






Parabéns! Estamos completando 01 aninho (01/03)de aprendizado, partilha, estou comovida, pois eu não esperava que fosse alcançar tão altos vôos. Mas, quem mais ganhou foi eu com a troca de experiência ainda há muito que fazer, ajudar e principalmente buscar humanização nos tratamentos. Vamos lá pq. somos eternos aprendizes. Recomeçar alcançou 20.000 acessos. Obrigada, que Deus continue nós abençoando hoje e sempre.
abs,


Carla

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Contagem de Carboidratos

Quando se diagnostica o diabetes, seja ele tipo 1 ou tipo 2, logo ganham espaço as privações alimentares, tornando o tratamento mais penoso, pois requer muita disciplina do paciente.

É o adeus aos doces, salgadinhos, frituras, festas e à simples decisão do que ele quer comer e quanto ele quer comer. É claro que as recomendações nutricionais para uma vida saudável não incluem essas práticas. É muito importante escolher alimentos de boa qualidade nutricional como cereais integrais, frutas, hortaliças, laticínios desnatados, carnes brancas e magras e evitar as frituras.

Contudo, atualmente podemos contar com a terapia de contagem de carboidratos, a qual oferece maior flexibilidade ao plano alimentar do diabético sem descuidar do bom controle glicêmico.O método de contagem de carboidratos consiste em contar o total de carboidratos consumidos por refeição.

Isto consiste em somar os gramas de carboidratos de cada alimento, obtendo-se informações em tabelas e rótulos. Pode-se, de acordo com a preferência do paciente e com os carboidratos pré-definidos por refeição, utilizar qualquer alimento.Neste tipo de terapia é possível definir a quantidade de insulina rápida ou ultrarrápida em função da quantidade de carboidratos por refeição. Desta forma, o paciente consegue ajustar a dose de insulina quando comer mais ou menos alimentos, evitando assim a hiperglicemia e a hipoglicemia, respectivamente.Para os pacientes que não usam insulina nas refeições, a contagem de carboidratos pode ser utilizada fazendo substituições dos alimentos do plano alimentar, levando em consideração as metas de carboidratos por refeições.

Mas por que contar carboidratos e não calorias?Os macronutrientes (carboidratos, proteínas e gorduras) são os geradores de energia do organismo, são as fontes de glicose. Dessa forma, influenciam diretamente a elevação da glicemia, mas são absorvidos e utilizados de formas diferentes.O carboidrato é o nutriente que mais afeta a glicemia – quase 100% são convertidos em glicose em um tempo que pode variar de 15 minutos a duas horas.

As proteínas são convertidas em glicose entre 35% e 60% da ingestão em um tempo de três a quatro horas e somente 10% das gorduras podem ser convertidas, em aproximadamente cinco horas ou mais.Porém, é preciso ficar atento às CALORIAS DOS ALIMENTOS! Manter um peso saudável é muito importante para a saúde!Pré-requisitos para Contagem de Carboidratos:


1. Motivação do paciente (e/ou familiares) para:

• Contar os carboidratos;


• Realizar glicemias capilares mais frequentemente;


• Seguir orientações e anotar informações;


2. Equipe motivada e especializada na Terapia de Contagem de Carboidratos.


Para conhecer as Tabelas de Contagem de Carboidratos do Ambulatório de Diabetes da Santa Casa de Belo Horizonte, CLIQUE nas diferentes imagens abaixo.






abs,
Carla
fonte:www.espacodiabetes.com.br/ nutrição

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Idoso pobre tem direito a benefício de 1 salário mínimo

Idosos com 65 anos ou mais e pessoas com deficiência, de qualquer faixa etária, têm direito ao Benefício de Prestação Continuada de Assistência Social (BPC), coordenado pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS). No Brasil, atualmente, há mais de 3,3 milhões de beneficiários distribuídos por todos os Estados. O pagamento equivale a um salário mínimo mensal.
Em ambos os casos, para ter acesso ao benefício, a renda mensal bruta per capita da família deve ser inferior a ¼ (um quarto) do salário mínimo. A pessoa precisa comprovar que não possui condição de se manter financeiramente ou de ter o sustento provido pela família. Pessoas com deficiência têm que comprovar que estão incapacitadas para o trabalho e para a vida independente.

Garantido pela Constituição Federal e previsto no Estatuto do Idoso, o BPC é um benefício individual, não vitalício e intransferível, que integra a proteção social básica no âmbito do Sistema Único de Assistência Social (Suas). É direito de cidadania assegurado pela proteção social não contributiva da Seguridade Social. Para receber o BPC, não é necessário ter contribuído para a Previdência Social.

O que fazer – Para requerer o BPC, a pessoa idosa ou com deficiência deve procurar uma agência do INSS, preencher o formulário de solicitação do benefício, apresentar declaração de renda dos membros da família, comprovar residência e apresentar os docume ntos de identificação próprios e da família. Antes disso, é necessário agendar o atendimento pelo telefone 135 da Central de Atendimento da Previdência Social (ligação gratuita) ou no site do INSS -
www.previdenciasocial.gov.br.
Em relação à pessoa com deficiência, ela deve passar por avaliação da incapacidade para a vida independente e para o trabalho, feita por perícia médica e assistencial do INSS. Se for comprovado que a pessoa é impossibilitada de se deslocar até o local da perícia, a avaliação se dá no domicílio ou na instituição onde a pessoa estiver internada.

Recursos – Os recursos financeiros do BPC têm origem no orçamento da Seguridade Social, são administrados pelo MDS e repassados para o INSS por meio do Fundo Nacional de Assistência Social. O benefício é pago diretamente ao beneficiário ou ao seu representante legal (procurador, tutor ou curador) pela rede bancária autorizada.
Nas localidades onde não há estabelecimento bancário, o pagamento é efetuado por órgãos autorizados pelo INSS. O beneficiário recebe de graça do banco um cartão magnético para usar somente para sacar o benefício. O beneficiário não é obrigado a adquirir nenhum serviço ou produto do banco.

Rede de Mobilização Social
Extraído de:
http://www.mobilizacaosocial.com.br/profiles/blogs/beneficio-a-idosos-e-pessoas

abs,

Carla

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quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Informações importantes



· 8º Encontro Europeu sobre lúpus será na cidade do Porto, entre os dias 6 e 9 de Abril de 2011

postado por Tony Madureira em LÚPUS, Um blogue sobre a doença - Inscrições abertas para a palestra que encerra o Congresso s/Lúpus no Porto no dia 9/04 e que é dirigida aos doentes. -Inscrições até 15 de Março 10€ -Inscrições a partir de 15 de Março


fonte: tonymadureira.blogspot.com



· Crianças comem 4 vezes mais sal que o recomendado

postado por Criança e Rim em Blog Criança & Rim -
As crianças portuguesas ingerem quatro vezes mais sal por dia do que a dose indicada pela Organização Mundial de Saúde, facto que pode retirar-lhes 10 anos da esperança média de vida actual, estima a Socie...
· Diabetes está a crescer em Portugal

postado por Criança e Rim em Blog Criança & Rim -
A diabetes está a crescer em Portugal. Em 2009 foram detetados 571 novos casos por cada cem mil habitantes desta doença, que afeta 12,3 por cento da população entre os 20 e os 79 anos, revela o Observatór...

· Diálise em casa é tão eficaz quanto a hemodiálise

postado por Criança e Rim em Blog Criança & Rim -
Ambas as formas de diálise actuam como rins de substituição, filtrando e limpando as toxinas do sangue. Na diálise peritoneal, o tratamento funciona utilizando o próprio organismo. O sangue é limpo por um ...

fonte: blogcriançaerim.blogspot.com
· Site Útil

postado por Dr. Leonardo Messa em Dr. Leonardo Messa - Caros Amigos, Abaixo transcero um e-mail que recebi e que achei interessante, pois é mais uma ferramente no auxílio da população que busca seu bem estar. Este espaço também serve para divulgar outros sit...
fonte:drleonardomessa.blogspot.com

abs,

Carla

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

O Pâncreas Artificial em 2011 

 

O termo “Pâncreas Artificial” é hoje usado para designar metodologia tecnológica capaz de infundir insulina via subcutâneo de acordo com níveis de glicemia (ou melhor, da medição da glicose no sub-cutâneo), medida através de sensores de glicose, já conhecidos por nós. A decisão da dose aplicada fica por conta de Computadores altamente alimentados por algoritmos que estão sendo desenvolvidos há muitos anos.

As bombas de insulina, seja as atualmente conhecidas ou as “patch-pumps” que serão a coqueluche de um futuro próximo (aguarde matéria sobre este assunto), já são uma realidade bem estabelecida. Cada vez mais sofisticadas e cheias de complexos sistemas que ainda necessitam do ser humano para quase todas as decisões terapêuticas, estes aparelhos tendem a ficar cada vez menores, mais discretos, mais funcionais e controlados a distância. Há uma enorme tendência (e eu já poderia dizer que uma quase realidade) de se acoplar a infusão de insulina ao sensor de glicose num só cateter.
Os sensores de glicose, conhecidos hoje são peças pequenas (mas nem tanto), que permanecem no corpo por 5 a 7 dias e medem a glicose diuturnamente. Há claro diversos problemas a serem resolvidos (perda de sinal, realidade com glicemia, lagtime, tamanho, acurácia, etc.), porém já são largamente utilizados em diversos países com resultados surpreendentes. No Brasil apenas a Medtronic comercializa sensores, e em breve, após aprovação do FDA, lançará seu novo modelo de sensor, o Enlite™ 69% menos volumoso que o atual, mais acurado nas hipoglicemias, e mais discreto.
Veja foto:
Pancreas artificial
Então, está faltando mesmo é o software com algoritmos capazes de darem conta das enormes flutuações de glicemias, e comandarem de forma exata as bombas e os sensores, lembrando que é Possível que teremos bombas bi-hormonais com insulina e glucagon acopladas. Aí é que reside um desafio dos maiores: Aparentemente nenhum software consegue prever todas as variáveis que afetam a glicemia como Stress, exercícios, menstruação, Doenças, medicamentos, alimentação desbalanceada etc.
É aí que os engenheiros estão trabalhando arduamente e muito ainda há que se desenvolver. Porém ótimas notícias: O Pâncreas Artificial (Não sei se este é o melhor nome) para reduzir as hipoglicemias noturnas já é quase uma realidade. Bombas que desligam sozinhas quando se atinge um determinado nível de glicemia no sensor já existem (Veo®) e vários algoritmos também já foram desenvolvidos neste sentido.
Vejam algumas fotos de aulas do 4º ATTD em Londres, sobre este assunto. Opine, vamos trocar idéias e experiências.
Pancreas artificialPancreas artificialPancreas artificialPancreas artificialPancreas artificial
Pancreas artificial

Marcio Krakauer
Tecnologia em Diabetes – site SBD

 

Dia Mundial do Rim

Dia 10 de Março será assinalado pela Sociedade Portuguesa de Nefrologia como o Dia Mundial do Rim, este ano com o tema “Proteja os seus rins, salve o seu coração” dando a conhecer à todos a relação entre a doença renal crónica e as doenças cardiovasculares. Muitas pessoas desconhecem mas os indivíduos que sofrem de doença renal crónica estão mais susceptíveis a desenvolver doenças cardiovasculares complicadas, nomeadamente o enfarte do miocárdio.
Por isso a Sociedade Portuguesa de Nefrologia desenvolverá diversas acções por todo Portugal, nomeadamente acções de sensibilização em escolas e universidades seniores, de modo a alertar a população para o problema da doença renal crónica. Em todo o mundo, mais de cem Países vão assinalar a data.

As funções do rins assemelham-se à função de um filtro, consiste na “limpeza” do sangue dos resíduos tóxicos resultantes do funcionamento do organismo (metabolismo). Além disso os rins tem importante papel na regulação da quantidade de água e sal, no controlo da tensão arterial, na quantidade de sangue produzida pela medula óssea, na produção de vitamina D e equilíbrio das funções endócrinas do organismo humano.

Estima-se que um em cada 10 indivíduos (com idade superior a 18 anos) seja atingido pela doença, ou seja, cerca de 800 mil pessoas em Portugal poderão sofrer de doença renal crónica, numa qualquer fase da sua evolução.

Todos os anos surgem mais de 2.000 novos casos de doentes em falência renal, a necessitar de diálise.A progressão da doença é muitas vezes silenciosa, isto é, sem grandes sintomas, o que leva o doente a recorrer ao médico tardiamente, já sem possibilidade de qualquer recuperação.

O que é Doença Renal Crónica?

É uma doença progressiva caracterizada por uma deterioração lenta e irreversível dos rins e das suas funções. Uma dessas principais funções consiste na eliminação de substâncias tóxicas resultantes do funcionamento (metabolismo) dos órgãos. Em consequência, aquelas substâncias ao ficarem retidas no sangue, resultam numa acumulação de produtos metabólicos tóxicos cujo quadro clínico se designa por azotemia ou uremia.

Pode atingir pessoas de ambos os sexos e parece progredir mais rapidamente no sexo masculino. A sua incidência é maior nos adultos e idosos, fazendo com que seja considerada uma doença que atinge sobretudo as idades mais avançadas. Todavia, é importante reter que a doença renal crónica pode evoluir silenciosamente durante muito tempo. A DRC pode ser suspeitada através de alguns sinais clínicos, mas o diagnóstico de certeza só é possível através de exames laboratoriais no sangue e na urina.

Causas e Sintomas:

* A diabetes mellitus, sobretudo a tipo 2, é a causa mais comum. Em Portugal, cerca de 30 % das causas de insuficiências renal crónica em diálise devem-se à nefropatia diabética.

* A hipertensão (tensão arterial elevada) contribui com mais de 20%. A hipertensão surge com frequência associada à obesidade e à diabetes mellitus tipo 2.
* Muitas doenças renais (nefrites) evoluem ao longo do tempo associando alguns sinais e sintomas pouco evidentes, mas que incluem, frequentemente, a hipertensão arterial
* Existem doenças hereditárias dos rins (com vários casos familiares) que podem progredir para a insuficiência renal com necessidade de diálise e/ou transplante* Em fases já avançadas da evolução da doença pode surgir a anemia que se traduz por sensação de fraqueza e cansaço intenso
* A ausência de sintomas, nos primeiros estádios da doença, faz com que grande parte da população desvalorize os cuidados a ter com a saúde dos seus rins.

Principais sinais gerais de alerta:

* tensão arterial elevada

* olhos, mãos e/ou pernas e pés inchados persistentemente, de manhã ou ao fim do dia

* urina espumosa

* urina com sangue

* urinar frequente e em grande quantidade, sobretudo durante a noite

* Perda do apetite e sensação de fraqueza geral ou de cansaço intenso
Fonte: LPM

abs,

Carla
fonte; retirado do blog: blogdamulher.com

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Aprovada a primeira caneta-adesivo (patch-pen) para aplicação de insulina




Finesse é o nome deste novo dispositivo






Finesse é o nome deste novo dispositivo super simples para aplicar insulina em "bolus", produzido pela Calibra Medical. Ele não apresenta nenhuma parte eletrônica, o que faz seu uso mais fácil. O aparelho serve somente para "bolus" de insulina ultra-rápida, que serve para cobrir refeições e para correções de glicemia - e não para insulinas de ação basal.

O design é muito fino, e fica invisível na maioria das roupas, e é colado à pele através de partes adesivas resistentes à água.

Para aplicar 1 unidade de insulina, é só clicar nos botões laterais, e pelo próprio tato e som, a pessoa sabe quantas unidades foram aplicadas. Dependendo do modelo, cada click no botão pode ser de 1 ou 2 unidades e eles estão pensando em desenvolver um modelo onde cada click será 5 unidades e outro com 0,5 unidades. Para garantir a segurança é necessário apertar conjuntamente os 2 botões de cada lado ao mesmo tempo.

A insulina é infundida através de um tubo fino inserido no subcutâneo. Utiliza Agulhas 27G para inserção, mas os fabricantes prometem para breves agulhas menores. O reservatório, com capacidade para 200 unidades, é preenchido com uma seringa que vem junto, numa janela que fica no dorso do dispositivo. O dispositivo deve ser trocado a cada 2 a 3 dias.

O Finesse ainda não está disponível para comercialização e sem data para isso, sem informação sobre preços.

Adaptado do site da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD).
Fonte : Endocrinologia e Diabetes - Dr. Marcelo Lima
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abs,
Carla

Prefeitura de São Paulo inaugura morada para idosos



Com capacidade para abrigar 220 pessoas, foi inaugurado na manhã desta quinta-feira (23) o Centro de Acolhida para Idosos “Morada São João”, na avenida São João, no centro da cidade. Com cinco andares, o novo espaço, que será administrado pela Secretaria Municipal de Centro funciona no antigo Hotel Atlântico e tem capacidade para receber até 220 pessoas.Assistência Social, funcionará no edifício Oscar Souza Pinto onde existia, nas décadas de 60 e 70, o Hotel Atlântico. Os idosos serão instalados em 60 suítes preparadas e adaptadas para acessibilidade de pessoas da terceira idade. O novo abrigo possibilitará a abertura de 440 novas vagas nos albergues hoje administrados pela Prefeitura.


Os novos hóspedes contarão com funcionários especializados em cuidar de idosos. O local possui refeitório, lavanderia, espaço de convívio e atividades socioculturais. Além disso, atividades ocupacionais como oficinas de trabalho de acordo com o interesse, temas e necessidades apontadas serão oferecidas pelo centro. A secretaria acredita que com ações dessa natureza, o usuário ganha condições para construir um plano de vida, com vistas à autonomia pessoal e social. “A inauguração da Morada São João é um verdadeiro presente de Natal para São Paulo”, afirmou o prefeito Gilberto Kassab durante a cerimônia de abertura do espaço.


Para abrigar o centro, a Prefeitura investiu cerca de R$ 500 mil em intervenções de acessibilidade. No alto do prédio há uma área de convivência. “O centro cumpre duas funções. Coloca em moradias específicas os idosos que estão em albergues e colabora com a ocupação da região central da cidade”, disse a vice-prefeita e secretária municipal de Assistência Social, Alda Os futuros ocupantes contarão com um espaço de convívio que deve facilitar o relacionamento entre eles.Marco Antonio. Cada atendido vai custar entre R$ 500 e R$ 600 por mês.


Esse é o terceiro Centro de Acolhida Especial para Idosos inaugurado pela atual gestão. Já estão em funcionamento a Morada Nova Luz e a Morada Jardim Umuarama. Segundo Alda, a adoção desse programa possibilita um caminho na vida do usuário.
O Centro de Acolhida Especial para Idosos ‘Morada São João’ vai funcionar na avenida São João, 1214, e atenderá 24 horas por dia.




ps.: outros prefeituras poderiam tomar como exemplos.


abs,


Carla


fonte: www.cuidardeidosos.com.br/ A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização do Portal Cuidar de Idosos.

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Nutrição em Hemodiálise

Os principais objetivos do acompanhamento nutricional dos pacientes renais crônicos é manter um bom estado nutricional, prevenindo deficiências nutricionais; controlar edema e desequilíbrio eletrolítico; prevenir ou retardar o aparecimento de osteodistrofia renal; arritmias cardíacas; desnutrição e outras complicações, formulando uma dieta que seja a mais adequada para o paciente renal, proporcionando uma melhor qualidade de vida e reduzindo a taxa de morbidade e mortalidade observada nesta população.

O início da terapia os pacientes ou/e familiares necessitam de educação muito mais intensiva para adaptação e ao longo do tratamento passam a conhecer suas dietas, tendo sido muito bem instruídos por um nutricionista em sua unidade de diálise não dispensado o aconselhamento periódico dietético do profissional.

As padronizações das rotinas dentro do grupo Nefrocare têm o objetivo de maximizar os cuidados nutricionais, facilitando a eficácia do tratamento e a comunicação com a equipe.

A atribuição da nutricionista na área renal é avaliar o estado nutricional; identificar as necessidades nutricionais individuais dos pacientes; informar sobre os cuidados nutricionais aos familiares e reavaliar periodicamente o estado e as recomendações nutricionais de cada paciente.

Dentre as diversas técnicas de aferição dos compartimentos corporais disponíveis na rotina clínica dos serviços de hemodiálise, o tradicional método de avaliação das pregas cutâneas, aferição de peso, altura e índice da massa corporal realizados periodicamente têm sido e o método adotado. Com o objetivo de monitorar o estado nutricional e promover sugestões, soluções e plano de ação, para melhor qualidade de vida ao paciente também são monitorados mensalmente os exames bioquímicos (fósforo, cálcio, potássio e uréia).



POTASSIO

O controle de potássio na insuficiência renal crônica deve ser de extrema importância, pois há redução de sua excreção e consequentemente se elevando no organismo podem ocorrer arritmias cardíacas, podendo ser fatais. Quase todos os alimentos são ricos em potássio, mas são mais presentes em frutas, verduras e legumes. Estes alimentos não podem ser retirados totalmente do cardápio, pois são fontes de fibras que ajudam na função intestinal e contem vitaminas e minerais importantes para a função do organismo. A tabela abaixo é diferenciada por cores (verde/laranja/vermelho). Os alimentos da coluna vermelha devem ser consumidos apenas nos dias de diálise (uma porção).

Para o controle maior do potássio existem métodos para a redução do potássio:Quando fizer verduras ou legumes refogados deve descascar, picar, deixar de molho em água por duas horas, jogue a água fora, coloque outra água e deixe cozinhar por no mínimo 15 minutos se for verduras folhosas ou por 30 minutos se for legumes e jogue a água do cozimento fora e complete o preparo. Este procedimento faz perder em média 50% do potássio.


CARAMBOLA

Em 1996 foi distribuída para alguns pacientes a fruta carambola em um centro de diálise e foram relatados seis casos de intoxicação pela ingestão da fruta (de 2 a 3

unidades) ou suco de fruta. Existe uma neurotoxina na fruta que ocorreu nestes casos sintomas de insônia, soluços, confusão mental e até morte.


FÓSFORO

O fósforo também é um mineral que existe nos alimentos e eleva na insuficiência renal crônica, se acumulando no organismo. Quando o fósforo se eleva iniciam sintomas de prurido (coceira) em todo o corpo e também começam ocorrer descalcificação dos ossos e calcificação de tecidos moles (músculo, coração, pulmão...), pois o fósforo ?puxa?

o cálcio depositado no osso para o sangue e consequentemente o osso vai ficando fraco (osteoporose) e começa a depositar nos músculos (calcificação tecidos).

A hemodiálise retira apenas parte do fósforo do organismo, portanto deve ser restringido alimentos ricos em fósforo e usar os quelantes de fósforo, medicamento que quelam (fixam) o fósforo e levam para as fezes. Esses medicamentos devem ser usados exatamente conforme prescrição médica.

Os quelantes mais utilizados são o carbonato de cálcio, acetato de cálcio e sevelamer (não contem cálcio).


LIQUIDO E SÓDIO (SAL)

Na insuficiência renal crônica pode ocorrer acumulo de líquidos no organismo. Portanto a restrição de líquidos é muito importante para prevenção de doenças cardiovasculares. A ingestão excessiva de líquidos, torna-se o procedimento dialitico mais complicado, pois durante o tratamento pode ocorrer hipotensão, câimbras musculares, náuseas, cefaléia e não conseguindo retirar o excesso pode ocorrer edema agudo de pulmão.

Para saber a quantidade de líquido que pode ser ingerida ao dia deve saber o volume de urina de 24 horas. O volume urinário de 24 horas significa a quantidade de líquido que deve ser ingerda ou caso o paciente não tenha diurese (urina) a quantidade de liquido é de 500 ml /por dia.

Líquidos a serem considerados: água, chá, água de coco, bebidas alcoólicas, gelo, gelatina, sorvete, café, leite, suco, caldo de feijão, sopa, refrigerante, chimarrão.

O excesso de sódio (sal) usado no preparo dos alimentos e os que contem nos produtos industrializados além de elevar a pressão arterial aumenta a sede,tornando um ciclo vicioso. Portanto, deve ser restrito o uso de sal sendo a media de consumo de 2 a 3 gramas por dia (cada grama equivale a uma colher de café).


PROTEINAS


As proteínas são utilizadas para o crescimento e desenvolvimento do nosso organismo e para a formação de células de defesa que combatem infecções. São responsáveis pela formação e manutenção da pele, cabelo, órgãos, se ligam a alguns medicamentos para fazer sua função, etc. Durante o tratamento dialítico você perde algumas proteínas, portanto deve ser repostas através da alimentação, consumindo carne vermelha, aves, peixes (sendo este cada 15 dias) e clara de ovos. A quantidade é individualizada e deve estar especificada em sua dieta que será prescrita quando a nutricionista fizer sua avaliação nutricional.

abs,

Carla

fonte:www.nefrocare.com.br

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Diabetes :o que mudou em 60 anos



Diabetes: O que mudou em 60 anos

Reginaldo Albuquerque - Editor do Site



Na década de 50, o Dr. Francisco Arduino escreveu os primeiros livros sobre educação em diabetes. Pioneiro na diabetologia brasileira até os últimos dias da sua vida, exerceu uma importante liderança no país formando vários dos atuais especialistas.

Ainda hoje, recebemos dos seus clientes manifestações de apreço e carinho pelas primeiras lições recebidas. No livro O que o Diabético Deve Saber, cuja capa mostramos acima, escreveu como último capítulo, uma série de itens com as recomendações que deveriam ser seguidas pelos diabéticos.

Convidamos os nossos leitores a relerem e refletirem sobre estes princípios. Comparem com o que os seus médicos lhes dizem e vejam como as suas recomendações básicas permancem até hoje.

PREFÁCIO DA 3º EDIÇÃO DO LIVRO - Francisco Arduino

Em lapso relativamente curto, esgotou-se mais uma edição deste despretensioso livro. Isto leva o Autor a acreditar que realmente a sua leitura vem sendo apreciada pelos diabéticos. O movimento iniciado pela novel Associação Brasileira de Diabéticos, com suas diversas seções regionais, em prol dos diabéticos deste país, vem despertando maior interesse dos pacientes pela doença.

Podendo afetar, quando descuidado, os tecidos mais importantes do organismo, o diabetes deve ser controlado da melhor maneira possível. Não se iludam os diabéticos. Só existe um modo de evitar, pospor ou diminuir os efeitos das complicações do diabetes: o controle adequado da doença. Este fato, felizmente, vem sendo aceito por número crescente de diabéticos que, por este motivo, procuram instruir-se.

No intervalo compreendido entre a segunda e a presente edição, inúmeras e importantes pesquisas foram realizadas no terreno do diabetes. Muitas destas pesquisas não tiveram ainda aplicação prática; outras, porém, representam um progresso indiscutível no setor da terapêutica.

O Autor se refere particularmente as drogas orais hipoglicemiantes, já em uso há mais de doía anos. Embora a aprovação definitiva destas drogas esteja ainda dependendo do fator tempo, e apesar de só beneficiarem aparentemente cerca de 50% dos diabéticos, constituem elas, certamente, o primeiro passo na obtenção de novas e mais eficiente armas terapêuticas.

Com efeito, outras substâncias anti-diabéticas estão sendo objeto de estudos, de sorte que é legítimo esperar por novas descobertas.
Na presente edição a estrutura geral do livro é mantida. Muitas alterações do texto, porém, são feitas, e vários assuntos merecem maior extensão. Por outro lado, outras ilustrações são introduzidas e novo capítulo aparece: o das drogas anti-diabéticas orais.

Procurando esclarecer e aconselhar os milhares de diabéticos do nosso país, colocando-os a par dos mais recentes progressos no campo do diabetes, o Autor sentir-se-á feliz se a presente Edição continuar a prestar os mesmos serviços das anteriores.

RECOMENDAÇÕES AOS PACIENTES

1 – Os pontos cardeais do controle do diabetes são: Dieta, Insulina, Exercício e Instrução.
2 – Tem chance de viver mais o diabético que melhor conhece sua doença.
3 – Não acredite nos charlatões que anunciam a cura radical do diabetes ou métodos secretos de tratamento.
4 – Não se deixe levar por conselhos de parentes ou amigos: siga o que seu médico determinar.
5 – O melhor meio de evitar as complicações do diabetes e de prolongar a vida é manter a doença sob controle adequado.
6 – A sede excessiva e a emissão de grande quantidade de urina significam que o diabetes está descontrolado.
7 – A obesidade é doença: agrava o diabetes e abrevia a vida.
8 – Só com dieta controlada é possível manter o diabetes compensado.
9 – O uso da insulina não dispensa a dieta.
10 – A dieta do diabético é mais saudável que a do resto da população, cujos excessos são prejudiciais.
11 – Quanto mais souber o diabético sobre os alimentos, mais variada poderá ser sua dieta.
12 – Aprenda a fazer corretamente as substituições dos alimentos.
13 – Fazer dieta não significa passar fome: a dieta do diabético é completa sob todos os pontos de vista.
14 – Não deixe, sob pretexto algum, de tomar insulina quando essa for prescrita.
15 – A insulina é um hormônio natural que não traz prejuízo a órgão algum quando bem dosada.
16 – Existem vários tipos e potências de insulina: só use a que foi prescrita e em dose correta.
17 – Não aplique a insulina repetidamente no mesmo ponto, a fim de evitar deformações.
18 – Não guarde na geladeira o frasco de insulina em uso. O refrigerador só deve ser usado para conservar os estoques de insulina.
19 – Procure instruir-se sobre o manejo dos diversos tipos de seringa para insulina a fim de evitar erros grosseiros de dosagem.
20 – O excesso de insulina ou a falta de alimentos podem levar ao choque hipoglicêmico (reação insulínica).
21 – Os principais sintomas de choque insulínico são: Fome excessiva, Sensação de estômago vazio, Nervosismo, Tremores nas mãos, Dormência nos lábios, Suores, Dor de Cabeça, Náuseas.
22 – Aos primeiros indícios de hipoglicemia use um alimento que contenha açúcar, de preferência líquido.
23 – As doenças infecciosas geralmente aumentam as necessidades de insulina.
24 – Quando tiver febre, não deixe de tomar a dose habitual de insulina se sua urina contiver açúcar, mesmo que não esteja se alimentando convenientemente.
25 – Aprenda a injetar insulina em si próprio para não ficar na dependência de outras pessoas.
26 – Os parentes do diabético devem também aprender a manejar a insulina.
27 – Se, durante o uso da insulina, ocorrer reação hipoglicêmica ou a urina apresentar grande quantidade de açúcar, consulte seu médico.
28 – Os choques insulínicos muito freqüentes exigem reajuste do regime insulino-dietético.
29 – As crianças são particularmente sensíveis a insulina e fazem choques hipoglicêmicos com mais facilidade que o adulto.
30 – Se dirige automóvel, o diabético em uso de insulina não deve permanecer mais de duas horas sem se alimentar.
31 – O exercício é ao mesmo tempo um remédio útil, agradável e econômico.
32 – O exercício ajuda a queimar o açúcar do sangue, economizando insulina.
33 – Antes de iniciar um exercício violento ou prolongado, o diabético em uso de insulina deve fazer pequena refeição que contenha carboidratos.
34 – o coma diabético é uma grave complicação da doença: deve ser evitado a todo custo.
35 – O coma diabético só ocorre, hoje, em conseqüência de dois fatores: ignorância e negligência.
36 – Os diabéticos idosos estão sujeitos a gangrena das extremidades em virtude da arteriosclerose.
37 – Evite ferimentos e as infecções dos pés, que podem levar a gangrena.
38 – Os calos diabéticos devem ser tratados convenientemente.
39 – As frieiras devem ser combatidas, porque freqüentemente dão origem a infecções.
40 – As unhas dos pés devem ser cortadas retas e não muito rente.
41 – Evite a aplicação de calor demasiado nos pés.
42 – Dispense aos pés, portanto, os mesmos cuidados que merecem nas mãos.
43 – Depois de 40 anos os diabéticos devem evitar o uso de ligas circulares.
44 – O excesso de fumo é prejudicial aos diabéticos com lesões das artérias.
45 – Não use sapatos apertados nem folgados demais.
46 – Cuide dos dentes indo periodicamente ao dentista. Previna-o de que é diabético.
47 – Quando possível, o diabético deve evitar o casamento com outro diabético ou com membros de família de diabéticos.
48 – Não é admissível que o diabético não saiba pesquisar açúcar na urina.
49 – O diabético só deve retificar os óculos quando o seu diabetes estiver controlado.
50 – Diabéticos! A manutenção de vosso diabetes sob controle permanente é, a luz dos conhecimentos atuais, a única arma com que podeis contar contra o sofrimento, a invalidez e a morte prematura.



abs,
Carla
fonte: http://www.diabetes.org.br/component/content/article/44-ultimas-noticias/1682-diabetes-o-que-mudou-em-60-anos

sábado, 12 de fevereiro de 2011

Se você tem diabetes, seu pé necessita de cuidados




Se você tem diabetes, seu pé necessita de cuidados delicados e carinhosos...

Para as pessoas que não protegem seus pés, o preço é caro: a cada ano por volta de 54.000 pessoas com diabetes sofrem amputações. Todavia, a maioria destas amputações resultam de danos pequenos que não foram tratados e se transformaram em úlceras. O que significa que as amputações poderiam ser evitadas.

Aqui estão algumas dicas para proteger seus pés:

Lave seus pés diariamente.

Lave-os suavemente, mas lave-os de verdade. A água que cai do seu corpo enquanto está embaixo do chuveiro não pode ser considerada. Depois de lavá-los bem, enxugue-os gentilmente com uma toalha limpa, macia e absorvente. Não coloque loção entre os dedos. Converse com seu médico endocrinologista a respeito de quaisquer talcos ou outros produtos que esteja pensando em usar em seus pés, antes de usá-los.

Cheque seus pés diariamente.

Cheque em cima, embaixo, os lados, e entre os dedos de cada pé. Se você tiver dificuldades para enxergar embaixo de seus pés, use um espelho. Se perceber algumas manchas vermelhas, feridas, machucados, erupções cutâneas, ou danos, telefone para seu médico imediatamente, mesmo que os danos pareçam pequenos. Não tente remover calos sozinho(a).

Faça exames regulares de sues pés quando for ao médico.

A Associação Americana de Diabetes – ADA – recomenda que toda pessoa com diabetes faça ao menos uma vez ao ano um exame nos pés, para identificar qualquer problema que possa desenvolver uma úlcera nos mesmos. O exame poderia incluir um teste para verificar presença de dano no nervo; uma análise da estrutura, mecânica e circulação do pé; e uma avaliação da integridade e saúde da pele.

Controle seu açúcar no sangue.

Alta taxa de açúcar no sangue pode causar neuropatia nos pés. Este dano ao nervo pode dificultar a sensação de desconforto ou dor quando seus pés estiverem com algum dano. Se você tem algum dano e não percebe, o mesmo pode se transformar em uma infecção, depois em uma úlcera, o que pode levar a uma amputação. Diversos estudos, incluindo Testes das Complicações e Controle da Diabetes, indicam que um bom controle do açúcar no sangue pode reduzir o risco e o progresso da neuropatia diabética em 40 a 60%.

Compre sapatos com muito cuidado.

Seus sapatos devem ser suficientemente longos, largos, e fundos para cobrir seus pés sem friccioná-los ou apertá-los. Eles devem ser confortáveis do momento que você os vestir e não necessitar tirá-los no “meio do caminho”. Compre sapatos no fim do dia, quando seus pés estão menos inchados, e use as mesmas meias que você planeja usar com os sapatos. Meias volumosas necessitam de sapatos maiores.

Peça ao seu médico uma prescrição para o calçado.

Diversas condições precisam de uma prescrição de seu médico: deformidades dos pés, um histórico de úlcera nos pés, amputação anterior, doença vascular severa nos pés, danos nos nervos com calosidades, e pés insensíveis.

Antes de vestir seus sapatos verifique dentro dos mesmos.

Alguma coisa pode ter caído ou “rastejado” para dentro deles quando você não estava olhando. Verifique sempre dentro dos sapatos se não há pedaços perdidos direto da fábrica ou couro que pode friccionar seu pé. Descarte sapatos que mostram sinais de desgaste.

Use meias limpas.

Troque suas meias diariamente. Tenha certeza que sejam macias e que não dobram quando as coloca. Algumas pessoas com diabetes preferem meias sem costura, mas meias lisas, discretas, e costuras suaves que são boas também. Evite meias com costuras grandes.

Tenha cuidado com os elementos.

Se você participa de esportes em temperaturas extremas, converse com seu médico maneiras de manter seus pés aquecidos no inverno e frio e seco no verão. Converse com seu médico antes de usar aquecimento para os dedos para esportes ao ar livre. Embora você não queira ter uma ulceração, aquecedor de dedos, se usados inadequadamente podem causar queimaduras, e se você não consegue sentir o dano, o prejuízo será severo. Não use mantas elétricas ou objetos quentes ou frios sobre seus pés sem antes conversar com seu médico.

Nunca ande descalço.

Nem mesmo na praia ou piscina. Nem mesmo na água. Use sandálias na praia, e sapatos de natação na água.


Fonte: Terri Kordella – Editor Associado do Diabetes Forecast.

abs,

Carla

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Síndrome da fragilidade atinge idosos precocemente no Brasil


Síndrome da fragilidade atinge idosos precocemente no Brasil
Fábio de Castro


A fragilidade em idosos - uma síndrome clínica que se caracteriza por perda de peso involuntária, fadiga, fraqueza, diminuição da velocidade de caminhada e baixa
atividade física - atinge a população da cidade de São Paulo precocemente em relação aos países desenvolvidos e, depois dos 75 anos, avança com extrema rapidez.

A conclusão é de um estudo realizado por pesquisadores da Faculdade de
Saúde Pública (FSP) da Universidade de São Paulo (USP) com uma amostra de 689 pessoas com mais de 75 anos na capital paulista.

A síndrome, de acordo com a pesquisa, atingia 14,1% do grupo em 2006. Em 2008, apenas dois anos depois, a prevalência já era de mais de 45%.
Síndrome da fragilidade


A coordenadora do subprojeto, Yeda Duarte, professora da Escola de Enfermagem (EE) da USP, afirma que até agora, no Brasil, a síndrome de fragilidade não havia sido tema de estudos longitudinais - isto é, que buscam correlações entre variáveis partindo de observações ao longo de um extenso período de tempo.


"A questão da fragilidade tem sido bastante trabalhada em outros países, mas no Brasil estamos apenas começando. No exterior, a prevalência da fragilidade varia entre 7% e 35%, dependendo do país e do desenho do estudo. Nossa pesquisa mostra uma porcentagem bem maior aos 75 anos, o que indica que nossos idosos estão se fragilizando mais cedo", disse.


Segundo Yeda, não existe um consenso definitivo sobre o que é a fragilidade. O conceito adotado na pesquisa - desenvolvido por Linda Fried, da Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos - caracteriza a síndrome a partir de cinco parâmetros: perda involuntária do peso, fadiga, diminuição da velocidade de caminhada, baixa atividade física e perda da força - medida por força de preensão manual.


"A ausência desses parâmetros indica que a pessoa não é frágil. A presença de um ou dois deles caracteriza a condição de pré-fragilidade - e entendemos que esse é o momento para uma intervenção. Três ou mais parâmetros indicam que a pessoa é frágil", explicou.


Massa muscular


O idoso frágil, segundo Yeda, fica mais vulnerável e tende a sofrer com mais efeitos adversos, o que gera um círculo vicioso que o torna mais dependente e mais suscetível a doenças.


"A pessoa nessa faixa etária, em geral, come menos, tem perda do paladar e menos gasto energético. Ela perde peso porque tem menos massa muscular e, com isso, cansa com facilidade e anda muito devagar. Assim, diminui sua atividade física e gasta ainda menos energia, o que a leva a comer menos", disse.


A fragilidade tem sido um dos três focos principais do Projeto Temático Sabe-2005. Os outros dois são as questões das demências e do envelhecimento ativo, isto é, a promoção da saúde com o objetivo de que a
população chegue a idade avançada com melhor qualidade de vida.

"Não adianta trabalhar para que as pessoas vivam mais se não pudermos fazer com que elas envelheçam com
qualidade de vida. Por isso achamos fundamental conhecer os fatores determinantes da fragilidade, que é uma condição que leva à dependência e ao sofrimento", destacou.

Fragilidade precoce


A partir dos dados de 2006, os pesquisadores selecionaram uma amostra que representa a população paulistana com mais de 75 anos. O grupo foi acompanhado a cada seis meses por dois anos, entre 2008 e 2009. A visita de 2006 mostrava que o grupo de não-frágeis correspondia a 31% da população. Os pré-frágeis eram 54,9% e os frágeis eram 14,1%.


"Isso mostrava que a maioria da população dessa idade já era pré-frágil. Se a população está se fragilizando antes dos 75 anos, indica que as pessoas terão um período extremamente longo de vida em condição de dependência e incapacidade", comentou Yeda.


A mesma população foi acompanhada em 2008 pelos pesquisadores. A parcela dos pré-frágeis caiu ligeiramente para 49,1%. Mas houve aumento brutal dos frágeis (45,4%) e queda dos não-frágeis (5,6%).


"É provável que muitos pré-frágeis tenham passado para o grupo dos frágeis. O que verificamos é que, em um período muito curto, o idoso mais longevo passa a precisar de um acompanhamento frequente. Se não houver uma intervenção adequada, ele tem uma tendência à piora extremamente rápida", disse.


Cuidados com o idoso


Não é fácil, segundo Yeda, levar um idoso frágil ao serviço de saúde, justamente por conta de sua condição. Com isso, ele é muitas vezes hospitalizado apenas quando já está em estado crítico.


"Sempre ouvimos dizer que o idoso onera o sistema público de saúde. Mas isso acontece porque ele chega em condições muito ruins. Se pudéssemos cuidar para que ele não se tornasse frágil, evitaríamos a ida para a urgência em estado grave, impedindo internações muito longas. Cuidar da fragilidade é fundamental para desonerar o sistema", explicou.


Entre os idosos frágeis visitados em 2008, uma parcela de 46,9% sofreu quedas, contra 6% dos não-frágeis. Entre os frágeis que caíram, 53,5% foram hospitalizados. Desses, 50% procuraram serviços de urgência.


Do grupo de idosos frágeis, 30,6% mostraram necessidade de um cuidador, pois não conseguiam realizar sozinhos tarefas como comer, tomar banho ou levantar-se de uma cadeira. "Precisamos mudar o paradigma de tratamento da pessoa idosa. Não adianta oferecer apenas hospitais, é preciso mudar a intervenção na direção de oferecer acompanhamento a essa população", disse Yeda.


Cuidadores treinados


A professora da EE-USP conta que a Prefeitura de São Paulo criou um programa de acompanhantes de idosos que indica a direção certa para as políticas públicas. A iniciativa atende 1,5 mil idosos da cidade que moram sozinhos e têm algum grau de dependência física ou mental, oferecendo cuidadores treinados.


"Isso é fundamental, porque essas pessoas ficam em casa, não comem, não andam e se fragilizam cada vez mais. O problema é a escala. Estimamos que existe 1,2 milhão de idosos na cidade de São Paulo e nossa pesquisa mostrou que metade deles é frágil. Esse tipo de programa precisa ser replicado e ampliado", disse.


Yeda conta que, a partir de agora, o grupo de pesquisa deverá realizar um novo projeto para estudar a fragilidade a partir dos 60 anos. "Como nossos resultados mostraram que a prevalência já é muito alta aos 75 anos, precisamos estudar agora os determinantes da síndrome em uma faixa etária anterior", disse.



abs,
Carla

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Lidando com o Paciente Terminal


A morte não acomete apenas idosos. Isto é fato. Mas em muitos casos, na melhor das hipóteses, ela ameaça fazer sua visita indesejada já em idade avançada. Entende-se por paciente terminal aquele que se encontra num estado grave de doença para a qual não é mais possível pensar em cura e cuja evolução caminha para a morte.


É extremamente difícil para familiares, cuidadores e mesmo para os profissionais de saúde lidar com estes pacientes. Alguns fatores dificultam a comunicação entre o doente terminal e as demais pessoas, o que pode gerar ainda mais sentimentos de tristeza e angústia de ambas as partes, os quais serão mais explorados a seguir.


Lidar com um paciente terminal faz aflorar uma série de sentimentos, além de ser um fator responsável pela desestruturação emocional daquele que tem contato com paciente. A pessoa que acompanha o paciente terminal vive de perto a iminência de morte daquela pessoa querida e as conseqüências que isso pode acarretar – como, por exemplo, a dor da perda, o sentimento de abandono, o medo de futuramente padecer do mesmo mal, a insegurança diante de uma nova realidade financeira (visto que muitas famílias contam prioritariamente com a renda do idoso doente para a sua subsistência). Toda esta situação pode deixar o cuidador triste, choroso, irritado e ansioso, o que afeta negativamente na relação dele com o paciente, justo no momento em que este precisa de atenção e acolhimento em sua dor.


Alguns familiares, mesmo que de modo inconsciente, adotam uma postura de afastamento do idoso doente. Normalmente ele sente medo de se envolver ainda mais naquele momento difícil e de sofrer mais com o fim inevitável cada vez mais próximo. Infelizmente ele se esquece de que, com esta postura, está abrindo mão de passar seus últimos momentos perto daquele que tanto ama, o que pode, após o óbito, ser motivo do surgimento de sentimentos de culpa, de arrependimento e depressão.


Partindo da sabedoria popular de que “quando alguma coisa está dando errado sempre surge algo a piorar”, infelizmente a doença terminal do idoso costuma vir acompanhada dos conflitos familiares. A família fica diretamente afetada pela doença do idoso, principalmente quando a patologia já o acompanhar há muitos anos (como nas doenças crônicas como, por exemplo, a Doença de Alzheimer), além disso emergem readaptações na vida dos familiares para se adequarem à realidade do idoso, o que acaba prejudicando mais alguns que outros. Estas diferenças são ainda mais exacerbadas quando a família é desunida, quando há poucas pessoas para cuidar ou quando o idoso doente não foi bom pai ou boa mãe anteriormente, e são suficientes para afastar ainda mais a família, gerar inimizades e deixar o idoso terminal ainda mais deprimido.


Em relação ao paciente idoso terminal, é possível dividir dos grupos: aqueles que sabem de sua real condição e os que não têm conhecimento de seu estado de saúde.

Os idosos que têm conhecimento de sua condição de terminalidade vivenciam algumas alterações descritas pela psiquiatra Elisabet Kübler-Ross como os cinco estágios de conciliação com a morte. Sabe-se que nem todos os pacientes vivenciam estes estágios e eles não precisam acontecer necessariamente nesta ordem, mas são eles: negação, raiva, barganha por mais tempo, depressão e aceitação. Estes estágios serão detalhadamente descritos num próximo artigo, mas, de maneira geral, pode-se entender que o paciente terminal, antes de aceitar sua condição, enfrenta uma ferrenha batalha interna, o que altera seu estado de humor, dificultando também as relações interpessoais com as pessoas ao seu redor. O sofrimento é intenso tanto da parte do idoso, quanto da parte daqueles ao seu redor.


Já no segundo grupo, há duas subdivisões: idosos lúcidos, que não conhecem seu diagnóstico por opção do médico ou da família e idosos portadores de demência, que não se dão conta do que está acontecendo. Em linhas gerais, estes sofrem menos do que os que se davam conta do que estava acontecendo, mas em ambos os casos a família sofre a mesma dor de perder alguém querido. Os idosos lúcidos podem não saber seu diagnóstico real, mas desconfiar de que algo grave está acontecendo. Nestes casos, se a família e os médicos optam por não revelar a eles o real diagnóstico, devem tomar o cuidado de não deixar transparecer nada ao idoso, o que pode ser um problema a mais para a família, que em muitos momentos pode ter dificuldades em não revelar certas emoções que a angustiam em tempo integral.


Já os idosos portadores de demência em estágio avançado não se dão conta de seu real estado, mas mesmo assim é importante que a família evite ter reações de muito choro, desespero ou desentendimentos familiares na presença do idoso, pois estas reações emocionais podem deixá-lo mais abalado.


Com tudo isto em vista, seguem algumas dicas para os familiares e profissionais que lidam com um idoso em estado terminal:


Entenda a situação difícil que o idoso está passando e respeite seu estado de humor diferenciado, que muitas vezes pode irritar familiares. Respeite sua agressividade, sua dor física e psíquica, sua tristeza, seu silêncio e seus medos. Não o force a se mostrar forte, em certos momentos isso realmente não é possível.


Fale menos e ouça mais. Muitas vezes comentários irreais como “como você melhorou!” ou “hoje mesmo você sai do hospital” podem não ser legais, pois o idoso sabe que aquilo não é verdade. Respeite quando o idoso quiser ficar quieto e ouça o que ele tem a dizer. Às vezes, quando o idoso fala sobre sua própria morte o cuidador se angustia e corta o assunto do idoso, o que não é benéfico para ele. Por mais difícil que seja ouvir esses assuntos, deixe-o falar sobre sua situação e seus medos, esta é uma necessidade do paciente terminal.


Evite ao máximo discussões desnecessárias com a família. Já existe um sério problema a ser enfrentado – o estado de saúde grave do idoso – por isso, não vale à pena despender energia em outros estressores. Quando se deparar com uma situação de conflito com outros parentes, evite bater de frente e alimentar a discussão. Conversas são importantes, porém em momentos mais apropriados.


Evite chorar, gritar e demonstrar desespero na frente do idoso. Independente de seu estado geral, ele pode perceber aquilo e se sentir ainda pior por ver seu ente querido sofrendo por causa dele.


Este não é o momento para discutir divisão de bens. Ao menos que o idoso decida fazer um testamento, espere para resolver isso depois de sua morte. O idoso que se separa com essas situações pode sentir que a família está mais preocupada com os bens que com ele mesmo, e que só estão esperando que ele morra para usufruir de suas coisas.


Incentive os familiares a ficarem próximos do idoso, neste momento ele quer se sentir acolhido por aqueles que ama. Muitos pacientes terminais também têm o desejo de se reconciliar com pessoas pelas quais guardava alguma mágoa, caso esta seja a sua vontade, auxilie-o para que consiga realizar suas últimas vontades.


Para que o cuidador consiga dar suporte prático e emocional ao idoso terminal, ele precisa receber apoio e amparo e outras pessoas, sejam familiares, amigos ou profissionais. Não hesite em pedir e aceitar a ajuda de outras pessoas.


Na medida do possível, respeite as vontades do paciente terminal. Converse com o médico sobre cuidados paliativos e qualidade de vida, peça que o mesmo avalie questões acerca de sua permanência em sua própria casa e sobre sua alimentação, isto pode deixá-lo mais feliz em seu final de vida.



abs,

Carla

fonte: www.cuidardeidosos.com.br/ A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização do Portal Cuidar de Idosos.



p.s: eu particularmente não tenho nenhuma palavra para descrever a dificuldade que o momento nos coloca somente a fé que nos fortalece. Passei para o meu pai nos 16 dias de internação final (graças a Deus ele nos 07 anos de enfermidade não precisou de internação somente algumas observações) confiança, paz e tranqüilidade, e, vedei qualquer procedimento evasivo pq ele tinha pavor de ficar no hospital sem a presença minha (foi um custo eu deixar uma enfermeira dormir com ele somente deixei pq eram pessoas que eu confiava e cuidava dele nas seções de hemodiálise)ou da minha irmã. Não queria vê-lo sozinho no CTI/UTI graçãs a Deus os médicos que acompanhava eram e são a 2º mão de Deus no 18/05/2009 conversei com o médico que estava na hemodiálise e disse para ele meu pai esta indo embora ele me informou agora está Carla, e não vou intervir no processo natural ( isto pq eu sempre fala para eles que meu pai tá indo) nunca vou esquecer os olhos dele com lágrima. Depois somente para encargo de consciência tornei a pergunta caso o ressuscitassem quais eram as chances dele sair do CTI/ UTI a Drª com um gesto gracioso que somente ela tem me informou que eram mínimas para não dizer nenhum. E foi o que eu fiz no fatídico dia 01/06/2009, notei uma respiração mais forte como se fosse um suspiro de alívio olhei alguns sinais vitais compreendi que ele estava partindo e telefonei para minha irmã retornar para o quarto fizemos uma oração e ele partiu muito tranqüilo igual uma criança quando dorme somente soltou uma lágrima pq sabia que o seu dever estava cumprido e retornava para sua casa(eu falava para ele ir descansar e retornar para casa que aqui não é a nossa casa somente junto ao Pai) e deixando a sua família terrena. Deus, obrigada!

ORIENTAÇÕES DIETÉTICAS PARA O PACIENTE COM INSUFICIÊNCIA RENAL CRÔNICA



1) Preparar os alimentos sem excesso de sal. Os temperos caseiros podem ser usados com liberdade moderada.


2) Evitar alimentos que contenham sal, como:

- Presunto, apresuntado, linguiça, mortadela, salsicha, carne de sol, bacon, salame, queijo, biscoito salgados, pão de sal, margarina com sal;

- Não ingerir alimentos industrializados como: batata frita, amendoim salgado, pipoca, chips, castanha de caju e outros usados como petiscos;


- Alimentos como ervilha, milho verde, azeitona, extrato de tomate e outras conservas, não devem ser ingeridos sem prescrição, pois a água em que são conservados contém muito sódio (sal);

- Evitar temperos industrializados como: molho inglês, catchup, molho de soja, picles, caldos em cubos de carne, mostarda e molho de pimenta;


- Não usar sal dietético (Dieta Sal®, Saurita®), sem orientação médica.


- Ler atentamente os rótulos de produtos industrializados. Se contiverem sódio, evitar ingeri-los.


3) Evitar a ingestão de medicamentos sem prescrição médica; pois alguns medicamentos contêm sódio em sua composição. É o caso de alguns laxantes, sais de fruta, antibióticos, salicilatos, bicarbonato de sódio, etc.


4) Observar o teor de potássio dos alimentos, e comer apenas as quantidades recomendadas para você.


- EVITAR: Abacate, ananás, banana prata e caturra, maracujá, melão, nectarina, acelga, aipo, almeirão, batatas, beterraba, cará, cenoura, couve, espinafre, feijão, mandioca, rabanate, água de coco, laranja, tomate, uva e outros.

- É aconselhável desprezar a calda dos doces de frutas com teor moderado de potássio. Caso utilize doces, diet ou não, os mais indicados são goiabada, marmelada, doce de mamão, doce de abacaxi, doce de cidra, doce de manga, doce de pêssego.


Mas lembre-se: esses alimentos podem descontrolar a glicemia se não estiverem dentro de um plano alimentar saudável.


5) A Carambola é proibida, pois é tóxica e pode causar a morte no paciente com insuficiência renal.


6) O controle do fósforo também é muito importante na sua dieta.



EVITAR: Amendoim, amêndoas, castanhas, chocolate, coco, açúcar mascavo, doce de leite.


7) A quantidade de proteína utilizada em sua dieta deverá ser de acordo com a prescrição do seu nutricionista. A quantidade ideal dependerá da evolução da doença e do seu peso. EVITAR: Excesso de carne, leite e derivados.


8) Preparar seus alimentos sempre que possível com óleo vegetal (soja, milho, arroz, canola, etc.).


Evitar o uso de gordura animal. A margarina ou a manteiga sem sal podem ser consumidas.



9) As quantidades de alimentos prescritos em sua dieta poderão se alterar em função dos resultados de seus exames. Mantenha um acompanhamento nutricional periódico.



Nunca utilize um alimento se não tiver certeza de que ele é permitido para você. Seguir corretamente as orientações dadas pelo Nutricionista é fundamental para o bom andamento do seu tratamento.


p.s: não esqueça de consultar o médico e/ou nutricionista



abs,

Carla

fonte:www.espaçodiabetes.com.br

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Dia Mundial do Câncer - 04/02

04/02/2011 , às 18h18
Dia Mundial do Câncer: 120 países se mobilizam pela prevenção contra tumores, diabetes, doenças cardiovasculares e respiratórias

Essas doenças respondem por mais de 70% dos gastos assistenciais do SUS e por 67% de todas as mortes registradas no Brasil Rio (04/02) - O Dia Mundial do Câncer, celebrado em 4 de fevereiro, terá neste ano uma pauta ampla: mobilizar as 400 organizações espalhadas em 120 países, representados na União Internacional para o Controle do Câncer (UICC, na sigla em inglês), entre os quais o Brasil, a adotarem campanhas sistemáticas de prevenção. O objetivo é combater o efeito considerado “catastrófico” das doenças crônicas não-transmissíveis sobre as populações e os sistemas públicos de saúde.
No país, o câncer, a diabetes, as doenças cardiovasculares e respiratórias consomem mais de 70% dos gastos assistenciais do Sistema Único de Saúde (SUS) e respondem por 67% das mortes registradas no país. Os dados são do Ministério da Saúde e do Instituto Nacional de Câncer (INCA). Os efeitos dessas doenças sobre as populações e os sistemas públicos de saúde são tão devastadores que a Organização das Nações Unidas (ONU) incluiu na pauta da sua Assembleia Geral, marcada para setembro, em Nova Iorque, uma discussão sobre o tema. Essa é a terceira vez que as Nações Unidas abrem espaço para discutir assuntos dessa natureza.
Ocorreu com a poliomielite, em 1988, a partir de uma resolução da Organização Mundial da Saúde (OMS) de erradicar a doença no mundo até o ano 2000; com a Aids, em 2001, e agora com as doenças crônicas não-transmissíveis. “O objetivo é chamar a atenção dos países e dos gestores da saúde em todo o mundo para a necessidade urgente de se adotar medidas de prevenção e controle dessas doenças”, afirma o diretor-geral do INCA, Luiz Antonio Santini, porta-voz da UICC para a América Latina. Segundo a OMS, as doenças crônicas não-transmissíveis são responsáveis por 58,5% de todas as mortes ocorridas no mundo. A UICC afirma que são 35 milhões de mortes por ano sendo que 9 milhões poderiam ser evitadas. No Brasil, até a primeira metade do século XX, as Doenças Infecciosas Transmissíveis, caso da tuberculose e do sarampo, eram as causas mais frequentes de morte.
A partir dos anos 60, uma série de fatores combinados potencializou as doenças crônico-degenerativas: o envelhecimento da população, a redução das taxas de desnutrição, a queda nas taxas de natalidade, o excesso de pessoas com sobrepeso e obesas são alguns desses fatores. Essa mudança, que é uma tendência mundial, no Brasil, é observada em todas as regiões. A maior redução foi registrada na região Norte: em 1980 as doenças infecciosas e parasitárias representavam 26% do total de mortes, já em 2008, elas foram causa de 6,5% dos óbitos. Na região Nordeste, os óbitos por essas doenças caíram de 21% para 5% do total registrado.
abs,
Carla