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Câncer de Cólo de Útero
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O Janeiro Branco é um movimento social dedicado à construção de uma cultura da Saúde Mental na humanidade. É, também, o nome do Instituto que coordena esse movimento.
O seu objetivo é chamar a atenção dos indivíduos, das instituições, das sociedades e das autoridades para as necessidades relacionadas à Saúde Mental dos seres humanos.
Uma humanidade mais saudável pressupõe respeito à condição psicológica de todos!
Janeiro, o primeiro mês do ano, inspira as pessoas a fazerem reflexões acerca das suas vidas, das suas relações, dos sentidos que possuem, dos passados que viveram e dos objetivos que desejam alcançar no ano que se inicia. Janeiro é uma espécie de portal entre ciclos que se fecham e ciclos que se abrem nas vidas de todos nós.
A cor branca foi escolhida por, simbolicamente, representar “folhas ou telas em branco” sobre as quais podemos projetar, escrever ou desenhar expectativas, desejos, histórias ou mudanças com as quais sonhamos e as quais desejamos concretizar.
Campanhas geram conscientização, combatem tabus, mudam paradigmas, orientam os indivíduos e inspiram autoridades a respeito de importantes questões relacionadas às vidas de todo mundo!
O Janeiro Branco é uma fonte inesgotável de ações e de reflexões sobre tudo isso - confira as nossas redes sociais e veja tudo o que já foi realizado desde o início da Campanha, em 2014!
Janeiro Branco: campanha convoca sociedade para debater importância da Saúde Mental nas relações humanas
Com o tema “A vida pede equilíbrio!", a 10ª edição do movimento brasileiro pela Saúde Mental promove diversas ações no Brasil e no exterior
Janeiro é o mês das revisões pessoais e do (re)planejamento de vida. É no começo de cada Ano Novo que as pessoas sentem-se inspiradas a refletir sobre o passado, o presente e o futuro das suas vidas e das suas relações. E é neste período de reavaliação que, desde 2014, acontece a Campanha Janeiro Branco, iniciativa social criada pelo psicólogo e palestrante mineiro, Leonardo Abrahão.
Em 2023, o movimento completa 10 edições com o objetivo de construir uma cultura da Saúde Mental na humanidade, trabalhando pela psicoeducação dos indivíduos e pela criação de políticas públicas dedicadas às necessidades psicossociais da Saúde Mental.
Segundo dados da Organização Mundial da Saúde publicados em 2022, quase um bilhão de pessoas, incluindo 14% dos adolescentes do mundo, vivem com algum transtorno mental, situação agravada pela pandemia da Covid-19 e por antigos tabus, preconceitos e desconhecimentos a respeito dos múltiplos universos da Saúde Mental.
Além disso, segundo Leonardo Abrahão, “desde o início da história da humanidade, todas as pessoas, assim como todas as instituições sociais, vêm lidando, quase que às cegas, com as complexas e inescapáveis questões psicológicas que caracterizam os seres humanos, lidando com a psicodinâmica humana sem o devido suporte da educação sentimental, da orientação emocional e do estímulo ao autoconhecimento, à autonomia mental e ao compromisso psicossocial, circunstâncias que o Movimento Janeiro Branco dedica-se a combater e a solucionar. Muitos sofrimentos humanos, com ou sem transtornos mentais, podem ser prevenidos ou melhor conduzidos se as pessoas aprenderem estratégias verdadeiramente simples para cuidar da Saúde Mental”, explica o especialista.
Ações dentro e fora do país
Em 2023, o Janeiro Branco reafirma-se como o maior movimento político-cultural do mundo pela Saúde Mental da humanidade e segue inspirando pessoas do Brasil e do exterior a pensarem sobre temas da Saúde Mental por meio de diferentes tipos de ações em espaços públicos e privados das cidades.
Em Caruaru (PE), por exemplo, no dia 14/01/2023, acontecerá o 1º Simpósio Janeiro Branco. No Rio de Janeiro (RJ), na Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), no último dia do mês, será realizado o Seminário Janeiro Branco UERJ Pela Vida 2023. Em São Paulo (SP), na Avenida Paulista, no dia 29/01/2023, a partir das 9:30h, será a vez da Caminhada Pela Saúde Mental.
Em outras cidades do país, milhares de palestras, panfletagens, caminhadas, entrevistas, rodas de conversa, oficinas terapêuticas e de tira-dúvidas sobre os temas “A Vida pede equilíbrio!”, “bem-estar emocional” e “qualidade emocional de vida” estão sendo programadas para ocorrer ao longo do primeiro mês do ano.
Além do Brasil, outros países já aderiram ao movimento, como é o caso do Japão, do Cabo Verde, de Angola, de Portugal, da Espanha, da Colômbia e até mesmo da França, com registros de ações pela Saúde Mental por ocasião do Janeiro Branco.
Como forma de demonstrar apoio ao movimento, diversos artistas do Brasil também têm vestido a camiseta oficial do Janeiro Branco e contribuído voluntariamente para a difusão da mensagem “quem cuida da mente, cuida da vida!”. Entre as celebridades que já manifestaram esse apoio, estão Suzana Vieira, Priscila Fantin, Cláudia Leite, Emiliano D’Ávila, Izabella Camargo, Daiana Garbin, Rainer Cadete, Luciana Vendramini, Marcelo Marrom, Dodô (Grupo Pixote), Negra Li, entre outros. As imagens estão nas redes sociais do Janeiro Branco: @janeirobranco.
Quem quiser saber mais sobre o Janeiro Branco, ou aderir ao movimento, pode acessar o site oficial da Campanha (www.janeirobranco.com.br).
LINK: www.janeirobranco.com.br
Por meio do site é possível conversar com a equipe responsável pela Campanha, bem como conhecer formas de se tornar “parceiro oficial” do Instituto Janeiro Branco, a ONG que nasceu para fortalecer o projeto, somar forças com iniciativas conscientes da importância do tema e levá-las mais longe em nome de uma cultura da Saúde Mental no mundo.
Alexandre Poletto (11) 9 39322834
alexandre@polettocomunicacao.com.br
Lilian Christine (21) 992072949
lilian@polettocomunicacao.com.br
FONTE : https://janeirobranco.com.br/



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Também chamado de câncer cervical, é causado pela infecção persistente por alguns tipos do Papilomavírus Humano - HPV (chamados de tipos oncogênicos)
O câncer do colo do útero, também chamado de câncer cervical, é causado
pela infecção persistente por alguns tipos do Papilomavírus Humano - HPV
(chamados de tipos oncogênicos).
A infecção genital por esse
vírus é muito frequente e na maioria das vezes não causa doença. Em
alguns casos, ocorrem alterações celulares que podem evoluir para o
câncer. Essas alterações são descobertas facilmente no exame preventivo
(conhecido também como Papanicolau), e são curáveis na quase totalidade
dos casos. Por isso, é importante a realização periódica do exame
preventivo.
Excetuando-se o câncer de pele não melanoma, é o
terceiro tumor maligno mais frequente na população feminina (atrás do
câncer de mama e do colorretal), e a terceira causa de morte de mulheres
por câncer no Brasil.
Estimativas de novos casos: 17.010 (2022 - INCA); e
Número de mortes: 6.627 (2020 - Atlas de Mortalidade por Câncer - SIM).
A prevenção primária do câncer do colo do útero está relacionada à diminuição do risco de contágio pelo Papilomavírus Humano (HPV). A transmissão da infecção ocorre por via sexual, presumidamente por meio de abrasões (desgaste por atrito ou fricção) microscópicas na mucosa ou na pele da região anogenital. Consequentemente, o uso de preservativos (camisinha masculina ou feminina) durante a relação sexual com penetração protege parcialmente do contágio pelo HPV, que também pode ocorrer pelo contato com a pele da vulva, região perineal, perianal e bolsa escrotal.
Vacinação contra o HPV
O Ministério da Saúde implementou no calendário vacinal, em 2014, a vacina tetravalente contra o HPV para meninas de 9 a 13 anos. A partir de 2017, o Ministério estendeu a vacina para meninas de 9 a 14 anos e meninos de 11 a 14 anos. Essa vacina protege contra os tipos 6, 11, 16 e 18 do HPV. Os dois primeiros causam verrugas genitais e os dois últimos são responsáveis por cerca de 70% dos casos de câncer do colo do útero.
A vacinação e a realização do exame preventivo (Papanicolau) se complementam como ações de prevenção desse tipo de câncer. Mesmo as mulheres vacinadas, quando alcançarem a idade preconizada (a partir dos 25 anos), deverão fazer o exame preventivo periodicamente, pois a vacina não protege contra todos os tipos oncogênicos do HPV. Para mulheres com imunossupressão (diminuição de resposta imunológica), vivendo com HIV/Aids, transplantadas e portadoras de cânceres, a vacina é indicada até 45 anos de idade.
O câncer do colo do útero é uma doença de desenvolvimento lento, que pode não apresentar sintomas em fase inicial. Nos casos mais avançados, pode evoluir para sangramento vaginal intermitente (que vai e volta) ou após a relação sexual, secreção vaginal anormal e dor abdominal associada a queixas urinárias ou intestinais.
A detecção precoce do câncer é uma estratégia para encontrar um tumor numa fase inicial e, assim, possibilitar maior chance de tratamento. Ela pode ser feita por meio da investigação com exames clínicos, laboratoriais ou radiológicos, de pessoas com sinais e sintomas sugestivos da doença (diagnóstico precoce), ou com o uso de exames periódicos em pessoas sem sinais ou sintomas (rastreamento) pertencentes a grupos com maior chance de ter a doença.
Existe uma fase pré-clínica (sem sintomas) do câncer do colo do útero, em que a detecção de lesões precursoras (que antecedem o aparecimento da doença) pode ser feita através do exame preventivo (Papanicolaou). Quando diagnosticado na fase inicial, as chances de cura do câncer cervical são de 100%. A doença é silenciosa em seu início e sinais e sintomas como sangramento vaginal, corrimento e dor aparecem em fases mais avançadas da doença.
Exame preventivo
O exame preventivo do câncer do colo do útero (Papanicolau) é a principal estratégia para detectar lesões precursoras e fazer o diagnóstico precoce da doença. O exame pode ser feito em postos ou unidades de saúde da rede pública e sua realização periódica permite reduzir a ocorrência e a mortalidade pela doença.
É um exame simples e rápido, podendo, no máximo, causar um pequeno desconforto. Para garantir um resultado correto, preferencialmente, não se deve ter relações sexuais (mesmo com camisinha) no dia anterior ao exame e evitar o uso de duchas, medicamentos vaginais e anticoncepcionais locais nas 48 horas anteriores à sua realização. É importante também não estar menstruada, porque a presença de sangue pode alterar o resultado. Mulheres grávidas também podem se submeter ao exame, sem prejuízo para sua saúde ou a do bebê.
Como é feito o exame
Quem deve fazer e quando fazer o exame preventivo
O exame deve ser oferecido às mulheres ou qualquer pessoa com colo do útero, na faixa etária de 25 a 64 anos e que já tiveram atividade sexual. Isso pode incluir homens trans e pessoas não binárias designadas mulher ao nascer. Devido à longa evolução da doença, o exame pode ser realizado a cada três anos. Para maior segurança do diagnóstico, os dois primeiros exames devem ser anuais. Se os resultados estiverem normais, sua repetição só será necessária após três anos.
O que fazer após o exame?
É preciso retornar ao local onde foi realizado o exame (ambulatório, posto ou centro de saúde) na data marcada para saber o resultado e receber instruções. Tão importante quanto realizar o exame é buscar o resultado e apresentá-lo ao médico.
Resultado
Se o seu exame acusou:
Em todos as situações, é importante seguir as recomendações médicas.
Os seguintes testes podem ser utilizados:
O tratamento para cada caso deve ser avaliado e orientado por um médico. Entre os tratamentos para o câncer do colo do útero estão a cirurgia, a quimioterapia e a radioterapia. O tipo de tratamento dependerá do estadiamento (estágio de evolução) da doença, tamanho do tumor e fatores pessoais, como idade da paciente e desejo de ter filhos.
Se confirmada a presença de lesão precursora, ela poderá ser tratada a nível ambulatorial, por meio de uma eletrocirurgia.
Atenção: A informação existente neste portal pretende apoiar e não substituir a consulta médica. Procure sempre uma avaliação pessoal no Serviço de Saúde.
FONTE : https://www.gov.br/inca/pt-br/
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Janeiro
02 – Dia do Sanitarista
04 – Dia da Abreugrafia. Data instituída pelo Decreto nº 42.984/1958
20 – Dia Nacional do Farmacêutico. Data instituída pela Lei nº 12.338/2010
20 – Dia Nacional da Parteira Tradicional. Data instituída pela Lei nº 13.100/2015
Último domingo do mês – Dia Nacional de Combate e Prevenção da Hanseníase. Data instituída pela Lei nº 12.135/2009
20 – Dia Mundial da Hanseníase
30 – Dia Mundial das Doenças Tropicais Negligenciadas
FONTE
: https://bvsms.saude.gov.br/datas-da-saude/
https://www.calendarr.com/brasil/calendario
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