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sábado, 29 de agosto de 2020

Dia Nacional de Combate ao Fumo

Apesar de o câncer de pulmão ser o mais comumente associado ao tabagismo, o hábito é também fator de risco para 13 tipos de câncer. Se você é tabagista, é muito importante se conscientizar sobre a importância de parar de fumar, seja cigarros convencionais ou eletrônicos e narguilés, pois qualquer forma de fumo é prejudicial à sua saúde.

Sabemos que esse pode ser um desafio muito difícil, mas aproveitamos este Dia Nacional de Combate ao Fumo para te convidar a iniciar sua caminhada para superar esse desafio.




 obs. conteúdo meramente informativo procure seu médico

abs
Carla
http://www.oncoguia.org.br

Câncer : Novidades no Tratamento do Sarcoma Uterino

 

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 26/01/2014 - Data de atualização: 09/04/2017



Muitas pesquisas sobre sarcoma uterino estão em desenvolvimento em diversos centros médicos no mundo inteiro, promovendo grandes avanços em prevenção, detecção precoce e tratamentos:

  • Patologia Molecular


As pesquisas recentes melhoraram a compreensão de como as alterações em certas moléculas podem fazer com que células normais se tornem cancerígenas. Sabe-se que mutações (danos ou defeitos) no DNA podem alterar genes importantes que regulam o crescimento celular. Se estes genes são danificados, pode resultar no aparecimento de câncer. A análise do DNA de sarcomas uterinos revelou várias alterações nos genes que controlam o crescimento celular.

Cada célula humana contém 23 pares de cromossomos. Muitos sarcomas do estroma endometrial têm anormalidades envolvendo os cromossomos 6, 7 ou 17. Em outras circunstâncias há uma "troca" anormal de material cromossômico (DNA), entre os cromossomos 7 e 17. Parte do cromossomo 7 vai para o 17 e parte do 17 vai para o 7. Isto é conhecido como translocação. A troca do DNA entre os cromossomos leva à formação de um novo gene, denominado JAZF1/JJAZ. Este gene pode tornar as células malignas. Uma translocação diferente, denominada YWHAE/FAM22 ocorre em sarcomas uterinos indiferenciadas (sarcomas estromais de alta qualidade). Tumores com o YWHAE/FAM22 tendem a se desenvolverem e se disseminarem de forma mais agressiva do que aqueles com a translocação JAZF1/JJAZ.

Os pesquisadores esperam que descobertas como essas levem a novas estratégias para a prevenção, detecção, diagnóstico e tratamento.

  • Estudos Clínicos


Novas drogas, bem como novas maneiras de administrar medicamentos padronizados estão sendo testados. O medicamento trabectedina foi aprovado recentemente para tratar leiomiossarcoma nos Estados Unidos. Outro medicamento, o temozolomide, aprovado para tratamento de tumores cerebrais, também parece ajudar pacientes com leiomiossarcoma uterino. A radioterapia e quimioterapia adjuvante continuam a ser avaliadas para o tratamento de sarcomas uterinos. Novos medicamentos também estão em estudo em sarcomas de partes moles e podem ajudar mulheres com sarcomas uterinos. Alguns destes compostos agem de forma diferente dos medicamentos quimioterápicos tradicionais e são denominados terapia alvo.

Fonte: American Cancer Society (15/02/2016)

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Carla
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CÂNCER: Novidades no Tratamento do Sarcoma de Partes Moles

 

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 12/05/2013 - Data de atualização: 20/07/2018


Muitas pesquisas sobre sarcoma de partes moles estão em desenvolvimento em diversos centros médicos no mundo inteiro, promovendo grandes avanços na classificação dos tumores e em tratamentos:

  • Pesquisa básica

Os pesquisadores têm uma melhor compreensão de como certas alterações no DNA das células dos tecidos moles causam o sarcoma. Esta informação já está sendo aplicada ao desenvolvimento de novos exames para diagnosticar e classificar os sarcomas. Isto ajudará os médicos a escolher o tipo de tratamento mais adequado para cada caso. Espera-se que esta informação leve a novas estratégias de tratamento para esses tipos de câncer, com base nas diferenças específicas entre as células normais e malignas dos tecidos moles.

  • Classificação

A classificação da maioria dos sarcomas é baseada principalmente na forma como eles são visualizados sob um microscópio. Um estudo recente mostrou que vários tipos de sarcomas de partes moles podem ser muito parecidos quando vistos ao microscópio. Ao usar novos métodos de laboratório, os pesquisadores detectaram que a maioria dos cânceres relacionados como o histiocitoma fibroso maligno são realmente formas de lipossarcoma, rabdomiossarcoma, leiomiossarcoma, outros sarcomas e até mesmo carcinomas ou linfomas. A realização de quais exames devem ser realizados para classificar claramente os diferentes tipos de sarcoma de partes moles é outra questão para decidir sobre o melhor tratamento a ser realizado para cada paciente.

  • Radioterapia

Os pesquisadores estão verificando a melhor forma de realizar o tratamento radioterápico. Estão sendo realizados estudos comparando o uso da radioterapia antes e depois da cirurgia para verificar a eficácia do tratamento na cicatrização das feridas e dos efeitos colaterais a longo prazo. Também estão avaliando os diferentes tipos de tratamento, doses e esquemas de administração, para encontrar as melhores e mais seguras formas de tratamento. Os pesquisadores também estão estudando qual a dose de radiação ideal a ser administrada após a cirurgia.

  • Quimioterapia

As pesquisas ativas em quimioterapia para sarcomas de partes moles incluem o estudo de novos medicamentos e novas formas de administrar as drogas disponíveis.

  • Terapia alvo

Existe muita pesquisa em andamento sobre o uso de terapias alvo. Estes medicamentos bloqueiam especificamente as moléculas das células cancerígenas que causam o crescimento do tumor.

  • Medicamentos anti-angiogênicos

Medicamentos que bloqueiam a formação de novos vasos sanguíneos podem ajudar a destruir sarcomas, impedindo sua nutrição pelos vasos sanguíneos. Esses medicamentos estão sendo testados em muitos estudos.

  • Outros tratamentos

Muitos outros tratamentos estão sendo avaliados e estão disponíveis apenas em ensaios clínicos, Os exemplos incluem tratamentos com vacinas e terapias com células T para pacientes com sarcomas de partes moles avançados. Também está sendo avaliado o uso da hipertermia e da criocirurgia para destruir tumores. A maioria desses estudos ainda está em estágio inicial, e demorará algum tempo até que se possa saber sua eficácia para o tratamento regular de pacientes com sarcoma de partes moles.

Fonte: American Cancer Society (06/04/2018)


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