Independência não é tudo igual, e entender isso muda completamente a forma como você avalia e prescreve intervenções para pessoas idosas.
As ABVDs mostram se o idoso consegue cuidar de si mesmo.
As AIVDs revelam se ele consegue viver de forma independente na comunidade.
E as AAVDs dizem algo ainda mais importante: se ele está vivendo com qualidade, propósito e participação social.
Um idoso pode ser independente nas ABVDs e AIVDs, mas ainda assim estar socialmente isolado, desengajado e com risco aumentado de declínio funcional.
E é aí que entra o papel do profissional: não basta “manter funcional”, é preciso ampliar a vida.
FONTE: https://www.instagram.com/drdanielvicentini/?e=b41ceeb1-d197-479e-8219-37bc28d84c54&g=5
TESTÍCULO
ESÔFAGO
obs. conteúdo meramente informativo procure seu médico
abs.fraternos
Carla



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