Você pode ter entrado no tratamento decidida a se alimentar bem, manter sua força e fazer tudo o que estiver ao seu alcance para cuidar do corpo. Mas, ao longo do tratamento oncológico, alguns efeitos colaterais podem mudar completamente a sua relação com a comida.
É por isso que, muitas vezes, não basta dizer ao paciente oncológico que ele precisa “comer mais” ou “comer melhor”.
O problema pode não ser falta de vontade.
O corpo está passando por mudanças provocadas pela própria doença e pelo tratamento, e a alimentação precisa acompanhar essas mudanças.
Por isso, cuidar da nutrição durante o tratamento também significa identificar qual sintoma está dificultando a alimentação naquele momento e, junto à equipe que acompanha o caso, fazer as adaptações necessárias para favorecer uma ingestão adequada.
Porque o que ajuda quando existe náusea pode ser diferente do que ajuda quando há diarreia, falta de apetite, alteração no paladar ou feridas na boca.
O sintoma muda. A estratégia alimentar também pode precisar mudar.
E é exatamente essa lógica que eu ensino dentro do PASI, inclusive com os Planos de Controle de Sintomas para orientar a alimentação diante das diferentes dificuldades que podem aparecer durante o tratamento.
FONTE: https://web.facebook.com/brenacustodionutri?__cft__[0]=AZhvV-7ykROnw3z6eKFLqPltLx8B20NUT5jDNajPk4CF9xMi_-OGvxBBF6PhKps5ueroNK4ffZb9viwG_cjCKpGqgn_2VUUQRdxUvmF1TnMip_ZYMWBXcr--1W63U7jxOBumnQs2vUgvC0pkof2e1BZp2Ol4t1OEbVJ3pJ43b44elRiuwzebOZBB6kApV6Dnx4wmzQsGl8PRLoA&__tn__=-UC%2CP-R
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abs
Carla
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