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quarta-feira, 3 de janeiro de 2018

80% das mulheres tem infecção urinária ao menos uma vez

Sintomas da infecção urinária costumam ser subestimados, alertam médicos.


Da Redação

Campanha faz alerta de prevenção contra a infecção urinária. Ação visa conscientizar a população sobre os riscos da doença, que se prolifera mais rapidamente no verão.
Assim como ocorre com outras doenças, os sintomas da infecção urinária costumam ser subestimados. A dor e o desconforto abdominal, o ardor ao urinar, a dificuldade ou sensação de urgência urinária, a urina turva e com odor forte, e, em quadros mais sérios, febre alta e sangramentos, elencam os principais sintomas da infecção urinária.

A patologia costuma afetar cerca de 80% das mulheres em algum momento da vida, mas não exclui os homens. Isso acontece em razão da própria anatomia do corpo feminino, que possui a uretra mais curta e próxima à vagina e ao ânus. Como nessas regiões, há micro-organismos, eles podem contaminar o trato urinário mais facilmente. O fato explica a incidência alta de infecção urinária recorrente no sexo feminino.

Para conscientizar os brasileiros sobre a infecção urinária, cuja incidência aumenta no verão em razão de uma série de mudanças de hábito, a Zodiac Produtos Farmacêuticos acaba de lançar a segunda edição e sua Campanha de Verão.

Este ano, sob o mote #SemArdorPorFavor, a campanha conta com a distribuição de material informativo em consultórios médicos e farmácias de todas as regiões do País.


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abs
Carla
https://www.odebate.com.br/saude-beleza/80-das-mulheres-tem-infeccao-urinaria-ao-menos-uma-vez-24-11-2017.html

Obesidade pode atingir mais da metade das mulheres no Brasil

Sobrepeso se torna desencadeadora de doenças graves e crônicas, alerta especialista.


Da Redação
Diabetes; infertilidade; ansiedade; depressão; problemas cardiovasculares; cânceres; e o aumento da pressão arterial são algumas das possíveis consequências do sobrepeso, que atinge mais da metade da população feminina (53,8%), e principalmente da obesidade, que está presente em 19,6% das mulheres brasileiras.
De acordo com o médico e diretor do Instituto Mineiro de Obesidade (IMO), Leonardo Salles, é importante que quando se deseja tratar o peso é justamente, não tratar somente o peso, pois esse é apenas um sintoma do problema.

“Temos que discutir a síndrome da obesidade, debatendo suas causas, que acabam por levar ao ganho de peso. Independente da técnica utilizada para a perda de peso, o fundamental é abordar a obesidade como síndrome que é, abordando seus fatores desencadeantes, com boa psicoterapia, reeducação alimentar, incorporando a atividade física no dia a dia, e aceitando a necessidade da mudança de estilo de vida”, afirma.

Conforme uma pesquisa recente realizada pelo Instituto Verhum, mulheres obesas submetidas à fertilização in vitro tiveram uma taxa de abortamento espontâneo de 66,6%, contra 17,8% entre aquelas que tinham sobrepeso e 13,8% entre as que estavam no peso normal.

Outra doença que já foi associada aos homens, mas que atualmente está se sobressaindo dentre as mulheres é o diabetes. Cerca de 9,9% das mulheres brasileiras declarou ter diabetes em 2016, contra 7,8% dos homens, segundo uma pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), do Ministério da Saúde.

Geralmente, o diabetes afeta pessoas com menos anos de estudo e acima dos 55 anos. As mulheres com mais de 35 anos com obesidade abdominal, hipertensão arterial e triglicérides elevados são o público com maior risco de desenvolver a doença.

Leonardo Salles esclarece que a obesidade abdominal ocorre entre pessoas com circunferência da cintura acima de 88 cm, no caso das mulheres, e de 102 cm, nos homens. “E este tipo de obesidade em mulheres também podem desenvolver o diabetes gestacional, desencadeado por alterações no metabolismo materno e agravada pelo ganho de peso excessivo durante a gestação, idade materna avançada e quadro de hipertensão arterial. Na maioria dos casos, o diabetes gestacional desaparece após o nascimento do bebê, mas a condição aumenta as chances de a mulher desenvolver doenças cardiovasculares e a probabilidade de apresentar a doença após a menopausa”, aponta.

Por fim, uma pesquisa da Agência Internacional para Pesquisa do Câncer, da Organização Mundial de Saúde, e o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), dos Estados Unidos, constatou que o sobrepeso e a obesidade são causadores dos principais cânceres que atingem a população feminina, são eles: câncer de colo do útero, endométrio, mama, útero e ovário.


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abs.
Carla
https://www.odebate.com.br/saude-beleza/obesidade-pode-atingir-mais-da-metade-das-mulheres-no-b-30-11-2017.html

Especialista alerta: Cuide de seu Coração!

De acordo com a OMS cerca de 17,5 milhões de pessoas morrem todos os anos vítimas de doenças cardiovasculares.


Da Redação



Os dados da OMS indicam um problema social, já que 75% dos óbitos provocados por doenças cardiovasculares são em países de média e baixa renda. Além disso, 80% das mortes ocorrem especificamente por derrames e ataques cardíacos.
Grande parte dessas vítimas tinham comportamentos que aumentam a probabilidade de problemas cardíacos, como tabagismo, alimentos com excesso de sal e sedentarismo, de acordo com a entidade.

O Dr. Youssef Farah Said, cardiologista do Hospital XV em Curitiba, indica que muitas vidas poderiam ser salvas controlando condições que aumentam o risco de desenvolver tais doenças, como colesterol alto e hipertensão.

Ataques cardíacos e derrames muitas vezes podem ser diagnosticados por sintomas, iniciando como desconforto nos braços, mandíbula, ombro esquerdo, peito, falta de ar, enjoo, fraqueza repentina, e não devem ser ignorados.

O médico alerta a todos que, ao primeiro sinal de qualquer desses sintomas, deve procurar ajuda, para investigação do problema e para que seja aplicado o tratamento adequado, uma vez que quando se fala em cardiopatias o assunto deve ser cuidado com urgência, já que pode ser fatal.



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abs
Carla
https://www.odebate.com.br/saude-beleza/problemas-cardiologicos-estao-cada-vez-mais-comuns-07-12-2017.html