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terça-feira, 24 de março de 2026

MELHOR IDADE: GUIA IBA - Polifarmácia: quando muitos medicamentos exigem atenção redobrada

 

GUIA IBA - Polifarmácia: quando muitos medicamentos exigem atenção redobrada
 
A Polifarmácia acontece quando a pessoa utiliza vários medicamentos ao mesmo tempo, situação comum em idosos ou em quem convive com doenças crônicas.
Embora muitas vezes seja necessária, a combinação de diversos medicamentos pode aumentar o risco de interações, efeitos colaterais e alterações no comportamento, no sono e na cognição.
O organismo precisa metabolizar cada substância.
Quando há muitos medicamentos associados, o corpo pode ter dificuldade para processar todos adequadamente, o que pode reduzir a eficácia de alguns tratamentos ou potencializar efeitos indesejados.
Além dos medicamentos prescritos, é importante considerar também o uso de fitoterápicos, suplementos, homeopáticos e florais. Mesmo sendo considerados naturais, essas substâncias também podem interferir no funcionamento do organismo e na ação de outros medicamentos.
Sinais de alerta na Polifarmácia
• sonolência excessiva durante o dia
• dificuldade para dormir mesmo usando medicação para o sono
• confusão mental ou desorientação recente
• tonturas frequentes
• quedas ou desequilíbrio
• agitação ou alteração de comportamento sem causa aparente
• piora da memória após início de novos medicamentos
• fraqueza ou cansaço intenso
• boca seca intensa ou constipação
• falta de apetite persistente
• pressão arterial muito baixa
• sensação de que os medicamentos perderam o efeito
• uso de muitas substâncias com a mesma finalidade
• dificuldade para organizar horários e doses
• uso simultâneo de medicamentos e produtos naturais sem acompanhamento profissional
Por que a revisão medicamentosa é importante?
A revisão periódica da lista de medicamentos permite identificar possíveis interações, duplicidades terapêuticas e substâncias que talvez já não sejam necessárias. Em muitos casos, é possível simplificar o tratamento, mantendo a eficácia e reduzindo riscos, esse cuidado é especialmente importante quando surgem sintomas como confusão mental, alteração do sono, sonolência excessiva ou mudanças comportamentais após introdução de novos medicamentos.
Mais medicamentos nem sempre significam melhor tratamento, o equilíbrio e o acompanhamento profissional são fundamentais para preservar a qualidade de vida, a segurança e a estabilidade clínica.
Sempre que houver dúvida, converse com o médico responsável e leve a lista completa de tudo o que está sendo utilizado, incluindo vitaminas, chás, fitoterápicos e florais.
Cuidar da medicação também é cuidar da saúde do cérebro.
📍 Instituto Berna Almeida (@institutobernalmeida)

 

 

 


 

 

 

 

 

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abs.fraternos

Carla

 

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