Será Natal???

Ei, você, aonde vai com tanta pressa?
Eu sei que você tem pouco tempo...
Mas, será que poderia me dar uns minutos da sua
atenção?
Percebo que há muita gente nas ruas, correndo como você. Há uma correria generalizada...
Entendo que você tenha pouco tempo.
Percebo, também, luzes enfeitando vitrines, ruas, casas, árvores...
Mas, confesso que vejo pouco brilho nos olhares...
Poucos sorrisos afáveis, pouca paciência para uma conversa fraternal...
É bonito ver luzes, cores, fartura...
Mas seria tão belo ver sorrisos francos...
Apertos de mãos demorados...
Abraços de ternura...
Mais gratidão...
Mais carinho...
Mais compaixão...
Que familiares e pessoas que  se odeiam, sem a mínima disposição para a reconciliação se reconciliem.
Mas, porque você me emprestou uns minutos do seu precioso tempo, gostaria de lhe perguntar novamente: Para que tanta correria?
Em meio à agitação, sentado no meio-fio, um mendigo, ébrio, grita bem alto: Viva Jesus. Feliz Natal!
E os sóbrios comentam: É louco!
E a cidade se prepara... Será Natal.
Mas, para você que ainda tem tempo de meditar sobre o verdadeiro significado do Natal, ouso dizer:
O Natal não é apenas uma data festiva, é um modo de viver.
O Natal é a expressão da caridade...
Natal é fraternidade...
Mas o Natal também é união...
Que este Natal seja, para você, mais que festas e troca de presentes...
Que possa ser um marco definitivo no seu modo de viver, conforme o modelo trazido pelo notável Mestre, cuja passagem na Terra deu origem ao Natal...
E, finalmente, o Natal é pura expressão de amor...
Gratidão!!!
abs.fraternos
Carla




sábado, 30 de março de 2013

Exame que detecta Síndrome de Down na gravidez chega ao Brasil


Exame que detecta Síndrome de Down na gravidez chega ao Brasil


Esse parece ser um daqueles exames polêmicos onde muitas questões estão em debate.

Por cerca de R$ 3,5 mil, a mãe poderá saber com pouco mais de 60 dias de gravidez se seu filho nascerá com Síndrome de Down ou outras alterações cromossômicas. Isso será possível graças a um tipo de exame de sangue que aos poucos vai chegando ao mercado nacional.

O exame desembarca no Brasil cercado de polêmicas. O principal questionamento é: será que pais recorrerão ao aborto caso descubram que o feto tem alguma anomalia cromossômica? Um bebê com Síndrome de Down não tem direito a nascer?

Nos Estados Unidos e Europa aumentaram o número de abortos após a introdução desse novo exame.

No Brasil o aborto é proibido, exceção aos casos de anencefalia (má formação do cérebro do bebê), abuso sexual ou que gere risco de vida a mulher.

O exame novo no país é feito no IPGO (Instituto Paulista de Ginecologia e Obstetrícia) e em breve estará à disposição das pessoas no Hospital Albert Einstein, e no Fleury, ambos em São Paulo.

Para que fique claro: mesmo que seja descoberta a anomalia logo no segundo mês de gravidez, não será possível a “cura”. Ou seja, o exame apenas aponta se o bebê nascerá com ou sem alterações cromossômicas.

Resumidamente, o exame é feito da seguinte forma: é medida a sequência de genes do DNA do feto. Se apresentar “desvio” nessa cadeia genética, pode ser sinal de algum problema nos cromossomos.

Atualmente, é possível detectar se o feto nascerá com Down, mas o exame acontece por volta do quarto mês, quando a gestação já está bem mais avançada (contra dois meses no novo exame).

método anterior é mais invasivo (uma agulha é introduzida na barriga da mãe para a coleta de líquido amniótico), diferentemente do novo exame, onde é coletado apenas o sangue da mãe.


Bruno Rodrigues

Esta página foi publicada em: 29/01/2013.

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