Será Natal???

Ei, você, aonde vai com tanta pressa?
Eu sei que você tem pouco tempo...
Mas, será que poderia me dar uns minutos da sua
atenção?
Percebo que há muita gente nas ruas, correndo como você. Há uma correria generalizada...
Entendo que você tenha pouco tempo.
Percebo, também, luzes enfeitando vitrines, ruas, casas, árvores...
Mas, confesso que vejo pouco brilho nos olhares...
Poucos sorrisos afáveis, pouca paciência para uma conversa fraternal...
É bonito ver luzes, cores, fartura...
Mas seria tão belo ver sorrisos francos...
Apertos de mãos demorados...
Abraços de ternura...
Mais gratidão...
Mais carinho...
Mais compaixão...
Que familiares e pessoas que  se odeiam, sem a mínima disposição para a reconciliação se reconciliem.
Mas, porque você me emprestou uns minutos do seu precioso tempo, gostaria de lhe perguntar novamente: Para que tanta correria?
Em meio à agitação, sentado no meio-fio, um mendigo, ébrio, grita bem alto: Viva Jesus. Feliz Natal!
E os sóbrios comentam: É louco!
E a cidade se prepara... Será Natal.
Mas, para você que ainda tem tempo de meditar sobre o verdadeiro significado do Natal, ouso dizer:
O Natal não é apenas uma data festiva, é um modo de viver.
O Natal é a expressão da caridade...
Natal é fraternidade...
Mas o Natal também é união...
Que este Natal seja, para você, mais que festas e troca de presentes...
Que possa ser um marco definitivo no seu modo de viver, conforme o modelo trazido pelo notável Mestre, cuja passagem na Terra deu origem ao Natal...
E, finalmente, o Natal é pura expressão de amor...
Gratidão!!!
abs.fraternos
Carla




terça-feira, 3 de junho de 2014

Importância da Família no Tratamento do Diabetes

Importância da família no tratamento do diabetes

11/6/2014 - A Tribuna

O manejo do diabetes é complexo, uma vez que requer a integração de atividades diárias de cuidados, como monitorização da glicemia e aplicações de insulina, com modificações no estilo de vida, incluindo alimentação saudável e prática regular de atividade física. O ambiente em que a pessoa com diabetes vive desempenha um importante papel, pois é capaz de fornecer o apoio necessário para a manutenção de comportamentos saudáveis.

No diabetes tipo 1 (DM1), doença autoimune diagnosticada principalmente na infância, a família pode precisar assumir uma responsabilidade fundamental para o controle metabólico, conduzindo a insulinoterapia e auxiliando no reconhecimento e no tratamento de episódios de hipoglicemia. Conforme a criança cresce, sobretudo na transição para a adolescência, é preciso haver uma transferência de responsabilidade, considerando que o jovem passará cada vez mais tempo na escola, com os amigos, e em diferentes ambientes sociais. Nesta fase, o apoio familiar também é relevante e ajuda no fortalecimento do autocuidado pelo paciente.

Para pessoas com diabetes tipo 2 (DM2), quadro relacionado com resistência à insulina, frequentemente no contexto da obesidade e síndrome metabólica, o diagnóstico costuma ser na idade adulta e demanda uma série de adaptações na rotina da família, envolvendo a mudança de hábitos alimentares inadequados e do comportamento sedentário. Neste cenário, a família pode ter efeitos tanto positivos quanto negativos sobre a qualidade de vida dos pacientes.

Conflitos familiares, críticas, comentários que induzem culpa, perfeccionismo e rigidez são aspectos negativos, relacionados ao pior controle metabólico4. Uma queixa frequente entre pessoas com DM2 é que a família não colabora no seguimento do plano alimentar e as encoraja com frequência a transgredir o tratamento.
Mayberry e Osborn (2012) conduziram grupos focais para discussão sobre as barreiras e facilitadores do manejo do DM2 e para conhecer a percepção dos pacientes sobre o apoio familiar. As pesquisadoras identificaram que aqueles que relatavam a ausência de apoio dos familiares apresentavam pior aderência ao tratamento medicamentoso e afirmavam que esta falta de suporte sabotava seus esforços para manter comportamentos de autocuidado.

Quando presente, o apoio familiar tem grande efeito protetor, pois facilita o comprometimento com o tratamento e diminui o estresse relacionado, com consequente impacto positivo sobre o bem estar e o controle da doença. Wen et al. (2004) observaram que a maior percepção do apoio familiar por pacientes com DM2 estava associada com maior adesão à dieta e atividade física. Watanabe et al. (2010) verificaram que pacientes com maior suporte da família apresentavam concentração de hemoglobina glicada (HbA1c) significativamente menor, indicando um melhor controle glicêmico.

A importância do ambiente familiar sugere que os profissionais de saúde precisam incluir seus membros, sempre que possível, em atividades educativas que abordem a influência de seus comportamentos sobre os cuidados e a saúde do indivíduo com diabetes, para ajudá-los a desenvolver estratégias para harmonizar o relacionamento e ajustar as responsabilidades, superando barreiras que atrapalham o autocuidado.

obs. conteúdo meramente informativo procure seu médico
abs,
Carla
extraído:http://diabetenet.com.br/conteudocompleto.asp?idconteudo=8513

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