Será Natal???

Ei, você, aonde vai com tanta pressa?
Eu sei que você tem pouco tempo...
Mas, será que poderia me dar uns minutos da sua
atenção?
Percebo que há muita gente nas ruas, correndo como você. Há uma correria generalizada...
Entendo que você tenha pouco tempo.
Percebo, também, luzes enfeitando vitrines, ruas, casas, árvores...
Mas, confesso que vejo pouco brilho nos olhares...
Poucos sorrisos afáveis, pouca paciência para uma conversa fraternal...
É bonito ver luzes, cores, fartura...
Mas seria tão belo ver sorrisos francos...
Apertos de mãos demorados...
Abraços de ternura...
Mais gratidão...
Mais carinho...
Mais compaixão...
Que familiares e pessoas que  se odeiam, sem a mínima disposição para a reconciliação se reconciliem.
Mas, porque você me emprestou uns minutos do seu precioso tempo, gostaria de lhe perguntar novamente: Para que tanta correria?
Em meio à agitação, sentado no meio-fio, um mendigo, ébrio, grita bem alto: Viva Jesus. Feliz Natal!
E os sóbrios comentam: É louco!
E a cidade se prepara... Será Natal.
Mas, para você que ainda tem tempo de meditar sobre o verdadeiro significado do Natal, ouso dizer:
O Natal não é apenas uma data festiva, é um modo de viver.
O Natal é a expressão da caridade...
Natal é fraternidade...
Mas o Natal também é união...
Que este Natal seja, para você, mais que festas e troca de presentes...
Que possa ser um marco definitivo no seu modo de viver, conforme o modelo trazido pelo notável Mestre, cuja passagem na Terra deu origem ao Natal...
E, finalmente, o Natal é pura expressão de amor...
Gratidão!!!
abs.fraternos
Carla




terça-feira, 23 de abril de 2013

A PESSOA IDOSA DEVERIA SABER SE ELA É PORTADORA DA DOENÇA DE ALZHEIMER?

Controverso, não existe uma resposta única para essa pergunta. Porém, o médico deve ser honesto, quando questionado pelo próprio paciente sobre seu estado de saúde.

Normalmente, quando me fazem essa pergunta, uso a seguinte tática: "O que o senhor pensa sobre isso? Qual é a sua opinião?" Depois, fica mais fácil responder.
...
Toda pessoa idosa que apresenta boa autonomia sobre sua vida tem o direito de saber sobre sua doença e sobre o prognóstico que ela encerra. É um direito dele! Não importa se você ou a família queira protegê-lo de tal infortúnio. Você gostaria de saber que doença tem?

Assim, fica mais fácil pensar nas diretivas, nas decisões que terão que ser tomadas quando a pessoa idosa falecer ou quando não estiver mais em condições de escolher, de ter autonomia sobre a sua própria vida:

>>Quero um enterro normal ou quero ser cremado? É minha vontade doar meus órgãos, se puder?
>>A quem, segundo a minha vontade, deixarei meu patrimônio? Quem eu escolheria para ser meu curador e tomar frente sobre meus assuntos financeiros e legais, quando sozinho não puder mais decidir?
>>Gostaria que tentassem todos os tratamentos possíveis para combater minha doença, a custo de pesados efeitos colaterais?
>>Quero evitar tratamentos fúteis, que só prolongariam o meu sofrimento e a minha vida?
>>Nos momentos derradeiros, sem qualquer expectativa de melhora, é minha vontade ser levado para unidade de tratamento intensivo (UTI), longe de meus familiares?

**Dr. Márcio Borges - Geriatra
Autor do livro SETE HISTÓRIAS DE ALZHEIMER
extraído:www.facebook/cuidardeidosos
 
A PESSOA IDOSA DEVERIA SABER SE ELA É PORTADORA DA DOENÇA DE ALZHEIMER?

Controverso, não existe uma resposta única para essa pergunta. Porém, o médico deve ser honesto, quando questionado pelo próprio paciente sobre seu estado de saúde. 

Normalmente, quando me fazem essa pergunta, uso a seguinte tática: "O que o senhor pensa sobre isso? Qual é a sua opinião?" Depois, fica mais fácil responder. 

Toda pessoa idosa que apresenta boa autonomia sobre sua vida tem o direito de saber sobre sua doença e sobre o prognóstico que ela encerra. É um direito dele! Não importa se você ou a família queira protegê-lo de tal infortúnio. Você gostaria de saber que doença tem?

Assim, fica mais fácil pensar nas diretivas, nas decisões que terão que ser tomadas quando a pessoa idosa falecer ou quando não estiver mais em condições de escolher, de ter autonomia sobre a sua própria vida: 

>>Quero um enterro normal ou quero ser cremado? É minha vontade doar meus órgãos, se puder? 
>>A quem, segundo a minha vontade, deixarei meu patrimônio? Quem eu escolheria para ser meu curador e tomar frente sobre meus assuntos financeiros e legais, quando sozinho não puder mais decidir? 
>>Gostaria que tentassem todos os tratamentos possíveis para combater minha doença, a custo de pesados efeitos colaterais? 
>>Quero evitar tratamentos fúteis, que só prolongariam o meu sofrimento e a minha vida? 
>>Nos momentos derradeiros, sem qualquer expectativa de melhora, é minha vontade ser levado para unidade de tratamento intensivo (UTI), longe de meus familiares?

**Dr. Márcio Borges - Geriatra
Autor do livro SETE HISTÓRIAS DE ALZHEIMER

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